Blog do Eliomar

Vereador lamenta que Prefeitura venha sacrificando a população em obras paralisadas

164 17

Obras lentas no terminal de Antônio Bezerra

Erros em processos licitatórios, falta de planejamento, verbas federais não asseguradas, impasses jurídicos e atrasos de pagamentos.

Esses são alguns dos motivos apontados pelo líder da oposição na Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Plácido Filho (PDT), para os atrasos na execução das obras da Prefeitura. Para o vereador, a administração municipal tenta empurrar a entrega de algumas obras para as vésperas das eleições de outubro, como forma de ludibriar a população.

“A estratégia foi muito criticada pelo PT, na época em que a legenda era oposição. Mas, como não há quase nada para mostrar, a prefeita Luizianne Lins precisa concentrar suas ações”, afirmou Plácido Filho, que na última sessão da Câmara cobrou a entrega dos dois banheiros no térreo do terminal da Parangaba, além de um pequeno elevador.

“As obras ficaram praticamente concluídas há cerca de oito meses. Mas desde então pararam, sem nenhuma explicação aos usuários. Pessoas idosas ou portadoras de necessidades especiais são obrigadas a subir uma escadaria para usar os banheiros do segundo piso ou, no absurdo, são privadas de seus direitos. Tudo isso, por uma arrogante estratégia de poder”, ressaltou o líder da oposição.

Heliponto

Plácido também fiscalizou heliponto

Plácido Filho também apontou os atrasos nas obras de ampliação do terminal de Antônio Bezerra, do Frotinha da Parangaba, do Gonzaguinha da Barra do Ceará, do Hospital Nossa Senhora da Conceição (Conjunto Ceará), do Hospital da Mulher (Jóquei Clube), do posto de saúde do Parque Jerusalém, das praças 31 de Março (Praia do Futuro), do Carmo (Centro) e do Náutico (Meireles), além das obras de mobilidade urbana e do heliponto.

“A Prefeitura agora anuncia para este domingo (20) a retomada das obras do heliponto do IJF, paradas há anos. Mas isso é só mais uma estratégia de enrolar a população, pois as 18 toneladas de ferro estão pressionando a estrutura do IJF e já causou rachaduras no centro cirúrgico e no dormitório dos residentes. Não calcularam, também, a força da trepidação do helicóptero, em caso de pouso”, observou.