Blog do Eliomar

Arcebispo inaugura Obras do Papa no CEU neste domingo

Aproximadamente 5 mil pessoas devem participar da inauguração das obras papais, construídas com a ajuda do Papa Francisco, neste domingo (21), no Condomínio Espiritual Uirapuru, em Fortaleza. Da solenidade, que começará a partir das 16 horas, participarão o arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio Tosi Marques; o governador Camilo Santana; bispos de dioceses brasileiras; o presidente Internacional da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), Johannes Heremann, da Alemanha; além das 23 comunidades e amigos que, ao longo destes 18 anos, fazem parte do CEU. Na ocasião, também serão realizadas a Sagração da Igreja do Santíssimo Sacramento e as obras de pavimentação do CEU, realizadas pelo Governo do Estado.

A programação contará com animação musical feita pelo padre Antônio Furtado, Terço da Misericórdia e a Santa Missa presidida por Dom José.

As Obras Papais do CEU foram concluídas em agosto de 2017 e são formadas pelo Pátio Uirapuru, que é composto por seis salas disponíveis para aluguel, e o Espaço da Paz, que conta com auditório para 200 pessoas, climatizado, com cozinha, dispensa, quatro banheiros, tudo disponível para aluguel. Toda a renda será revertida para suprir as necessidades financeiras de manutenção do CEU.

As Obras Papais são financiadas pela Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), com autorização do Papa Francisco. Mais de 60 milhões de pessoas são beneficiadas todo ano através dos mais de 5 mil projetos apoiados pela Ajuda à Igreja que Sofre em cerca de 140 países, incluindo o Brasil.

O papa Francisco encontrou no Brasil três instituições onde as obras de misericórdias são abundantes. Entre elas está o CEU que trabalha atendendo pessoas em demandas sociais, dedicando-se à recuperação de dependência química; acolhimento a crianças e jovens em situação de risco; adultos e crianças portadoras do vírus HIV; acolhimento a meninas e jovens vítimas de abuso ou exploração sexual e a reinserção de egressos do sistema penitenciário com acompanhamento a presidiários e famílias, além da realização de eventos, atividades educacionais e culturais; aconselhamentos e encontros de espiritualidade.

(Shalom / Foto: Arquivo)