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Calendário de saques do PIS/Pasep será divulgado na segunda-feira

Trabalhadores a partir de 60 anos que tiveram emprego com carteira assinada antes da Constituição de 1988 saberão na segunda-feira (8) quando poderão sacar as cotas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O governo divulgará o calendário de retiradas.

Os saques poderão ser feitos na Caixa Econômica Federal, que administra as contas do PIS, ou no Banco do Brasil, no caso de trabalhadores inscritos no Pasep. Caberá a cada instituição financeira divulgar detalhes sobre a retirada.

Na primeira etapa da liberação de recursos do PIS/Pasep, de outubro a dezembro do ano passado, os correntistas dos dois bancos receberam o crédito automático na conta corrente dois dias antes do calendário de saques. As cotas de menor valor puderam ser retiradas nos terminais de autoatendimento.

Na segunda etapa de saques, dependentes ou herdeiros dos cotistas terão os valores creditados automaticamente na conta, mesmo que não sejam correntistas do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal (bancos que administram os saques).

De acordo com o Ministério do Planejamento, o governo está cruzando dados dos bancos e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para liberar os recursos para esse público nos próximos meses. Até agora, os dependentes e herdeiros tinham de comparecer às agências bancárias para retirar o valor.

(Agência Brasil)

Papel social – Edisca recebe gratuitamente alunos de baixa renda

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (6), pelo jornalista Demitri Túlio:

A escola de dança Edisca abriu vagas para crianças de 7 a 12 anos de idade. Mais que a possibilidade de virar uma estrela, uma abertura de horizonte para meninos e meninas em situação de vulnerabilidade na periferia de Fortaleza.

Desde 1991, Dora Andrade e sua trupe cumprem um papel importante na construção de pontes para crianças e adolescentes atravessadas pelo tráfico, a exploração sexual, a gravidez na adolescência e o assassinato antes dos 18 anos de vida.

Como sonhar não custa, imaginem se o Centro de Formação Olímpica (CFO) – até agora um sumidouro de recursos públicos – virasse um grande condomínio de artes e esportes hospedando ali ONGs sérias, a exemplo da Edisca?

Bom lembrar que o CFO está numa zona onde as facções estão se matando e expulsando cidadãos. Jangurussu, Barroso, Unidos Venceremos, Boa Vista, Babilônia, Gereba, Passaré…

A Edisca recebe garotas e garotos “comprovadamente de baixa renda”. O telefone é 3278 1515.

Corrente do PSL deixa partido, após anúncio de filiação de Bolsonaro

O grupo Livres, corrente interna do Partido Social Liberal (PSL), anunciou a saída da agremiação após o anúncio da chegada à legenda do deputado federal Jair Bolsonaro (RJ).

“A chegada do deputado Jair Bolsonaro, negociada à revelia dos nossos acordos, é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa”, diz a nota do Livres, divulgada no Facebook.

De acordo com a nota do Livres, o grupo recusa “a reciclagem do passado”. “Não vamos arrendar nosso projeto à velha política de aluguel. Nosso compromisso não é com a popularidade das pesquisas da semana passada, mas com a população de um País que exige a transformação da política partidária.”

Mais cedo, o presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE), havia informado que fechou um acordo com Bolsonaro, confirmando a disposição dele de ceder a legenda ao presidenciável. “Existem mais semelhanças do que diferenças entre Bolsonaro e o nosso pensamento liberal. É um orgulho tê-lo ao nosso lado”, disse.

Com forte presença nas redes sociais, o grupo Livres tem mais de 152 mil curtidas no Facebook. Em postagens quase diárias, os militantes defendem o livre mercado, a diminuição de impostos e os direitos de LGBTs.

(Agência Estado)

Temer veta integralmente Refis das micro e pequenas empresas

O presidente Michel Temer vetou integralmente o projeto que instituía o programa de refinanciamento para micro e pequenas empresas – o Refis das micro e pequenas empresas. A justificativa é que a medida fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

A decisão foi tomada nessa sexta-feira (5) pelo Palácio do Planalto e comunicada diretamente por Temer ao presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, com quem se encontrou em São Paulo, em agenda privada. O objetivo da instituição, porém, é trabalhar para que o Congresso Nacional derrube o veto presidencial enquanto o ministério da Fazenda estuda uma solução para o impasse econômico da medida.

“O Refis foi aprovado com ampla maioria. O veto não é por questões políticas, mas um veto por questões técnicas. Sanado o problema, a vontade política continua”, argumentou Afif Domingos, em comunicado enviado pela assessoria de imprensa do Sebrae. Em dezembro, após se reunir com Temer, o empresário garantiu que o projeto seria sancionado.

Segundo Afif, a equipe econômica do governo vai estudar os impactos orçamentários do chamado Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

Aprovado em dezembro pela Câmara e pelo Senado, o programa concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de micro e pequenas empresas, desde que 5% do valor total seja pago em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais. O restante da dívida poderia ser pago em até 15 anos.

(Agência Brasil)

ABIH Nacional fecha parceria com a associação portuguesa

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional) firmou nesta sexta-feira (5) um convênio para troca de informações, experiências e intercâmbio empresarial com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). O acordo foi assinado pelo presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares, e pelo presidente da AHP, Raul Martins, em Lisboa.

“Estabelecer uma parceria desse porte significa que poderemos trocar experiências em vários níveis, realizando, por exemplo, intercâmbio de mão de obra, já que temos uma grande experiência na formação de profissionais para o setor com uma vasta rede de treinamento e ensino na área”, disse Linhares, que assumiu o cargo nesta semana.

Em Portugal, a AHP representa cerca de 65% dos hotéis portugueses. De acordo com Martins, algumas das principais preocupações do Turismo no país atualmente estão relacionadas com a capacitação e a valorização dos profissionais do setor por todo o país. A ideia é combater a concentração de visitantes em determinadas áreas. “O turismo no país teve, em 2017, um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2016, sendo que esse aumento também revelou alterações no comportamento dos seus principais mercados emissores: França e Espanha decresceram 4,9% e 6,4%, enquanto os turistas brasileiros e americanos cresceram 51,3% e 32,5%, respectivamente, em terras portuguesas” afirmou Martins.

Outro objetivo do acordo é promover palestras e seminários para debater e encontrar soluções para diversos problemas que os países têm em comum no setor de hospedagem. “A ideia é promover um intercâmbio total entre os congressos promovidos pelas associações”, completou Martins, referindo-se ao Congresso Nacional de Hotíes – Conotel, que esse ano chega à sua 60ª edição, e ao Congresso Nacional de Hotelaria e Turismo, realizado em Portugal, que completa 30 edições em 2018.

As entidades acreditam ainda que a cooperação permitirá que ambos os países conheçam como cada um está lidando com a questão de hospedagem em residências. O assunto virou central com o destaque do Airbnb.

Em Portugal, em julho do ano passado, entrou em vigor uma lei que regulamenta a questão. As residências que vendem pernoites tiveram seis meses para se cadastrar no Registro Nacional de Turismo, o que implicou em cumprir uma série de exigências, semelhantes às da hotelaria, de acordo com o presidente da entidade portuguesa. “Portugal está recebendo um número crescente de turistas e essa regulação era urgente, pois atualmente há mais registros de casas que disponibilizam quartos do que lançamentos de novos empreendimentos hoteleiros no país”, disse.

No Brasil, o assunto começa a ser regulamentado, mas ainda não há uma regra em nível federal. Recentemente, a cidade de Caldas Novas (GO) foi a primeira a adotar uma lei de regulamentação para imóveis residenciais utilizados como meios de hospedagem em caráter remunerado.

(ABIH / Foto: Divulgação)

Déficit global no investimento em ações de combate à tuberculose é de US$ 2 bilhões

O tratamento preventivo contra a tuberculose tem crescido, especialmente em grupos de maior risco, como pessoas que vivem com HIV e crianças de até 5 anos de idade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No entanto, a organização aponta que, apesar de o valor investido pelos países no cuidado e prevenção da doença ter aumentado em um período de dez anos, as pessoas com perfil para o tratamento preventivo não têm recebido o atendimento adequado.

Em 2017, foram investidos em todo o mundo quase US$ 7 bilhões em ações de combate à tuberculose. Mais de 80% desses recursos são provenientes do orçamento dos próprios países, como é o caso do Brasil, em que todo o investimento na área é nacional. Já em nações de menor renda, as doações internacionais ultrapassam o investimento doméstico. Em nível mundial, o déficit de investimento supera os US$ 2 bilhões.

Dos 30 países com maior incidência de tuberculose, apenas nove têm investimento doméstico em programas de combate à doença, dentre eles o Brasil.

A organização cita a política brasileira de investimento para o controle da doença como exemplo mundial. Em 2017, o orçamento do plano estratégico contra a tuberculose foi de US$ 67 milhões. Uma das ações previstas para o segundo semestre de 2018 é uma campanha para as as pessoas privadas de liberdade, consideradas uma das populações mais vulneráveis à doença, notificarem os sintomas de tuberculose. Para isso, o Ministério da Justiça e Segurança Pública repassou à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mais de R$ 27 milhões.

(Agência Brasil)

A verdade sobre a saúde pública de Fortaleza

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Em artigo enviado ao Blog, o professor da UFC e sociólogo João Arruda aponta que a saúde pública de Fortaleza é considerada uma das melhores entre as capitais brasileiras, mesmo tendo herdado um sistema caótico. Confira:

A grande mídia nacional vem dedicando um espaço crescente do seu noticioso à grave crise que assola a saúde pública em nosso País, penalizando dezenas de milhões de brasileiros, afinal, 85% da nossa população depende, exclusivamente, do Sistema Único de Saúde.

Difícil é o dia em que não se publica uma denúncia grave comprovando a falência do sistema em um dos Estados da Federação. E a tragédia da saúde pública é democrática, espalha-se por todas as regiões do País. E até estados considerados ricos, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e a emblemática Brasília, travam uma acirrada disputa pela primeira colocação no ranking de pior assistência no sistema público de saúde.

A despeito da Constituição Brasileira, no seu Art. 196, garantir que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, permitindo ao cidadão o acesso igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação, o Sistema Único de Saúde –SUS-, por negligência e cumplicidade dos sucessivos governos federais, encontra-se na UTI, em estado quase terminal.

Sabemos que essa crise da saúde tem múltiplas causas. São notórios os problemas nas áreas de infraestrutura, gestão, organização e modelo de atenção. Mas o problema da saúde é, principalmente, de financiamento. Burlando o preceito constitucional que garante o financiamento da saúde, os sucessivos governos federais criaram mecanismos de desvinculação orçamentária que vêm aprofundando o subfinanciamento da Seguridade Social e, consequentemente, do SUS.

Sem falar da alta sonegação fiscal e da corrupção endêmica do sistema, a criação da Desvinculação das Receitas da União (DRU), a imoral política de desoneração das empresas, o baixo crescimento da economia brasileira e o crescente serviço da dívida interna, dívida, por sinal, nunca auditada, custam à sociedade um rombo superior a 1 trilhão de reais anualmente, contribuindo, significativamente, para o esvaziamento das receitas que iriam financiar a Seguridade Social.

Nessa lógica do absurdo, a participação relativa da União no financiamento do SUS vem caindo sistematicamente, passando de 72%, em 1993, para 40%, em 2016. Encontra-se aí, na irresponsabilidade dos diferentes governos federais, e não nos gestores de estados e municípios, a causa primária da nossa tragédia na área da saúde pública.

Em Fortaleza, na contramão do que ocorre nacionalmente, a administração Roberto Cláudio vem aumentando fortemente os investimentos na saúde e garantindo aos fortalezenses o acesso à saúde em crescente qualidade.
Nossa rede de atenção primária constitui-se de 110 Postos de Saúde, atendendo de 7 da manhã às 7 da noite, todos com farmácias, sendo que vinte novos postos foram construídos na atual gestão, o que permitiu ampliar a cobertura do PSF (Programa de Saúde da Família) de 18% em 2012 para 62% em 2016. Agora, avança-se na qualificação da rede hospitalar com a construção do IJF2, reforma e ampliação de Frotinhas e Gonzaguinhas, além da ampliação do Hospital da Mulher Zilda Arns e Nossa Senhora da Conceição e a construção de cinco UPAs municipais. Isso garante uma ampliação de mais de 400 novos leitos em nossa Capital. Ainda em 2018, teremos uma nova UPA no Bairro do Dendê.

Mesmo tendo herdado um sistema de saúde caótico, considerado o quinto pior entre as capitais brasileiras, a saúde pública de Fortaleza, no curto espaço de tempo, conseguiu dar um grande salto de qualidade. Hoje, o cidadão fortalezense usufrui de um serviço de saúde pública considerado um dos melhores entre as capitais brasileiras, com a garantia de abastecimento e distribuição de medicamentos, com a inédita estrutura de Centrais de Distribuição nos Terminais, como suporte aos postos.

Infelizmente, pretensas vestais da saúde de Fortaleza, com um viés rancoroso, amparado em uma anacrônica e partidarizada prática sindical, fazem olhos cegos ao grande avanço da saúde pública oferecida pela administração Roberto Cláudio.

Polícia ficará na comunidade do Barroso de forma permanente após ameaças de expulsão

Entre os moradores das travessas da Rua Unidos Venceremos, na comunidade do Barroso, que decidiram ficar nas residências após a ordem de expulsão das facções criminosa, uma das grandes preocupações é o policiamento. Desde a quarta-feira, 3, quando a vizinhança amanheceu com pichações nas paredes de todas as esquina, que ordenavam o despejo, a Polícia logo ocupou as ruas. No entanto, o comandante garantiu que o policiamento ficará de forma permanente.

O Batalhão de Choque (BPCHoque), Regimento de Polícia Montada (RPMon), Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio) permanecem manhã, tarde e noite na área. Mas a maior preocupação seria o momento da saída do policiamento. Os moradores temiam que após a saída da Polícia, os integrantes de facções fossem até a comunidade para expulsar as famílias por meio da violência.

Nesta sexta-feira, 5, O POVO Online voltou até a comunidade após uma ocorrência de disparo de arma de fogo, nas proximidades, no entanto, o tiro não atingiu o veículo. O Major Passos, responsável pela Área, destacou que os grupos criminosos da Babilônia querem se apossar das travessas, pois estão sendo “sufocados” pela Polícia, que está desenvolvendo policiamento na Babilônia há quase um mês.

“Eles estão migrando de forma covarde para esse ponto que consideram estratégico. É uma facção covarde que tenta oprimir o povo mais humilde e ocupar suas casas”, comentou.

No entanto, o policial disse que a tentativa de expulsar os moradores fez com que a Polícia também intensificasse o policiamento naquela área. “O tiro vai sair pela culatra, porque a Polícia Militar, a Polícia Civil e os órgãos de inteligência vão saturar o local de forma permanente daqui pra frente. Não vai ser só o policiamento de viatura, vai ter policiamento enraizado”, explica o major Passos.

O oficial informa que serão utilizados conteiners e, enquanto eles não são instalados, o ponto de apoio será na escola que fica em frente às travessas.

(O POVO Online / Repórter Jéssika Sisnando / Foto: Mauri Melo)

Entrada líquida de recursos na poupança tem melhor resultado em três anos

De acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (5) pelo Banco Central, em 2017 os depósitos na caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 17,12 bilhões. O resultado aponta uma mudança de tendência em relação aos dois anos anteriores, que tiveram saques superiores aos depósitos.

Em 2015, R$ 53,5 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. Em 2017, a poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda de juros. Isso porque o investimento voltou a garantir rendimentos acima da inflação, que teve queda.

Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

No ano passado, os depósitos totalizaram R$ 2,085 trilhões e os saques R$ 2,068 trilhões. Com a entrada líquida de recursos na poupança, ou seja, com os depósitos superando os saques, no final de 2017 o estoque dos valores depositados teve aumento. O volume total aplicado passou de R$ 664,99 trilhões, em 2016, para 724,60 trilhões, em 2017.

(Agência Brasil)

STDS diploma alunos do Primeiro Passo em Santa Quitéria

O secretário estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, Josbertini Clementino, retomou nesta sexta-feira (5) a formação da mão de obra qualificada no interior do Ceará. Ele participou, em Santa Quitéria, da diplomação de 69 alunos do Projeto Primeiro Passo, na linha do Jovem Aprendiz e Jovem Bolsista, dos cursos de Assistente de Produção,
Manicure e Mecânica de Motos.

A solenidade de formatura foi realizada no auditório da Escola Estadual de Educação Profissionalizante Monsenhor Luis Ximenes, no Bairro Raimundo Mesquita. Várias lideranças da região marcaram presença no evento. Nesta tarde, Josbertini e comitiva formam mais alunos em quatro diferentes localidades do município.

(Foto: Divulgação)

Pesquisa aponta que população do interior é a mais satisfeita com a vida

O Índice de Satisfação com a Vida, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), constatou que a população mais satisfeita com a vida reside nos municípios do interior do país. Foi lá onde se atingiu maior pontuação, 66,9 pontos, de uma escala de 0 a 100. Os menos satisfeitos são os que vivem nas periferias, 62 pontos. A pontuação obtida por residentes nas capitais ficou em 64,7 pontos.

Também é no interior onde se tem menos medo de perder o emprego, segundo o Índice de Medo do Desemprego. Lá o índice registrado ficou em 64,5 pontos, enquanto nas capitais e periferias esse índice ficou em 67,5 pontos.

O brasileiro estava com menos medo de perder o emprego em dezembro do que em setembro de 2017. No entanto, segundo o Índice de Medo do Desemprego e o Índice de Satisfação com a Vida, divulgados nesta sexta-feira (5) pela CNI, o brasileiro está mais preocupado com essa possibilidade, se comparado a dezembro de 2016.

De acordo com o levantamento, o índice relativo a medo de desemprego estava em 65,7 pontos em dezembro de 2017. O valor representa uma queda de 2 pontos em relação a setembro do mesmo ano. Na comparação com dezembro de 2016, no entanto, o índice representa uma alta de 0,9 ponto – o que significa que o medo do desemprego aumentou.

De acordo com a CNI, o valor está “muito acima da média histórica”, que é de 48,8 pontos, e que a alta de 0,9 ponto indica “persistência da insegurança em relação à recuperação do mercado de trabalho”. A economista da CNI Maria Carolina Marques justifica essa alta explicando que o emprego reage “de forma defasada” à recuperação da economia, e que as empresas contratam somente quando têm segurança de que o crescimento será sustentado.

“A população percebe essa demora na reação do mercado de trabalho e o medo do desemprego continua elevado. À medida que o crescimento econômico se mostrar sustentado, o resultado no emprego deve aparecer com maior intensidade e o medo do desemprego deve ceder”, disse a economista.

A pesquisa da CNI apontou também que a satisfação do brasileiro com a vida diminuiu entre setembro e dezembro do ano passado, atingindo 65,6 pontos em dezembro. O valor é 0,4 ponto menor do que o registrado em setembro e 1,2 ponto abaixo do registrado em dezembro de 2016. O Índice de Satisfação com a Vida é também inferior à média histórica, de 69,9 pontos.

O levantamento da CNI, realizado a cada três meses, foi feito entre 7 e 10 de dezembro de 2017, com 2 mil pessoas, em 127 municípios.

(Agência Brasil)

Capitão Wagner promete doar indenização de Ciro para entidades que apoiam dependentes químicos

O deputado estadual Capitão Wagner (PR) teve decisão favorável em 1ª instância da juíza Roberta Pontes Maia, da 38ª Vara Cível de Fortaleza, em processo que condenou o pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) a indenizá-lo em mais de R$ 30,6 mil. Ele disse que, em caso de resultado positivo no próximo julgamento, doará todo o dinheiro para instituições que prestam auxílio à dependentes químicos.

Em entrevista ao O POVO Online, Wagner afirmou que está confiante em uma vitória quando o caso for julgado em 2ª instância. O parlamentar afirma que além dele, toda a categoria comemora, uma vez que quando Ciro o acusou de chefiar uma milícia ligada ao narcotráfico na Polícia Militar do Ceará, ele ofendeu todos os profissionais de segurança.

A afirmação de Wagner sobre o destino da indenização remonta sua reação às acusações que recebeu. À época, em 2014, o deputado disse de forma indireta que Ciro Gomes usava drogas e cometia crimes. Além disso, afirmou também que havia “relatos na crônica policial de vários políticos envolvidos em orgias regadas a cocaína, bebidas, prostitutas e meu nome não aparece em nenhum desses relatos”.

Sobre as declarações feitas, o deputado explica que os crimes aos quais se referiu foram somente de calúnia. Já sobre o consumo de drogas, Wagner afirma que no ano da discussão desafiou o ex-ministro a realizar exame antidopping, “mas ele não aceitou o desafio. Eu fiz”.

Eleições 2018

Para o próximo ano, Wagner pensa que o “destempero” de Ciro será um problema. “As provocações vão surgir e pelo que a gente conhece dele, ele não vai se conter. Perdeu, inclusive, uma eleição que ele estava muito bem, quando falou da Patrícia Pillar”, afirma o deputado em entrevista à reportagem, referindo-se às eleições de 2002. No dia 30 de agosto daquele ano, em uma entrevista, o então candidato pela Frente Trabalhista teria dito que a importância da atriz para a sua campanha residia no fato de ela dormir com ele.

Ciro se defende

Em entrevista à BBC concedida neste ano, Ciro Gomes desmentiu a veracidade da suposta frase. Para ele, editaram claramente a sua fala. “O que importa é a versão da Globo, não a realidade”.

Em sua defesa, ele explicou que um psiquiatra estadunidense foi contratado para a campanha do tucano José Serra e o profissional afirmou que “minha vaidade se feriria se as pessoas insistissem que a Patrícia Pillar tinha uma relevância central na minha persona politica. Era o amor da minha vida, minha conselheira, e minha companheira de tudo”.

Deste modo, ele afirmou que, ferido “150 vezes” depois da mesma pergunta feita pela Globo, “disse a bobagem”.

(O POVO Online – Repórter Carlos Holanda)

Novo aumento do gás dá sustentação ao Bolsa Família

Em artigo no O POVO desta sexta-feira o Presidente Associação Brasileira dos Revendedores de GLP ASMIRG-BR, Alexandre Borjaili, afirma que o Governo Federal conseguiu fazer do botijão de gás de cozinha um artigo de luxo. Confira:

O Governo Federal através de sua estatal, Petrobras S.A, conseguiu fazer de um produto de utilidade pública, um artigo de luxo, de janeiro a dezembro de 2017, o botijão de gás de cozinha subiu na Petrobras em média, R$ 10,54, considerando a média de venda Brasil, 35 milhões de botijões de até 13 Kg, a Petrobras teve um aumento de sua lucratividade de: Aumento lucratividade Petrobras/mês R$ 369.050.657,50 e Aumento lucratividade Petrobras/ano R$ 4.428.607.890,00.

Na véspera do verão na Europa, período onde temos uma queda nos preços internacionais do GLP, a Petrobras, num ato “heroico”, promete rever sua política de preço do gás de cozinha. O GLP esta no seu maior valor, um aumento histórico, e a projeção deveria ser de queda, seguindo os parâmetros internacionais. Nos preocupa qual será a nova política de preço, qual desculpa a Petrobras utilizará para justificar não reduzir da mesma forma, o preço do gás de cozinha?

Não bastando essa política de preço do gás de cozinha extorsiva, vêm os aumentos dos impostos, desde 02/01/2017, as Companhias anunciaram um novo aumento, desta vez, justificado pelo aumento do ICMS.

Em alguns Estados esse aumento chega a R$ 0,13 (Minas Gerais), mas em outros o reajuste chega a R$ 1,85 (Pernambuco). O que nos chamou a atenção foi o paralelo com o programa Bolsa Família, o gás de cozinha tem como seu consumidor principal as famílias de baixa renda, o mesmo publico beneficiado com este programa.

Considerando apenas a arrecadação do ICMS, PIS/Cofins do gás de cozinha, nota-se que em grande parte dos Estados, estes impostos sustentam o programa Bolsa Família, como o caso de Santa Catarina. Ou seja, as famílias de baixa renda compram o gás de cozinha com impostos elevados, e estes impostos, sustentam um programa que deveria dar melhores condições de vida a estas famílias.

Como o preço do gás de cozinha é livre, as Companhias Distribuidoras e nossas revendas, podem repassar valores acima dos informado pelo Ato COTEPE, incluindo neste aumento, suas elevações de custos como o do frete, que sofre aumentos quase que diários com a nova política de preço de combustíveis da Petrobras.

Preço da cesta básica cai em 21 capitais, diz Dieese

O custo dos alimentos que integram a cesta básica caiu em 21 capitais brasileiras onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realizou mensalmente, em 2017, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As reduções variaram entre -13,16%, em Belém, e -2,76%, em Aracaju.

No entanto, em dezembro o valor da cesta aumentou em 14 cidades. As altas mais expressivas foram em Recife (1,31%), João Pessoa (1,42%) e no Rio de Janeiro (2,78%).

Já as quedas foram anotadas em sete capitais, com destaque para Porto Alegre (-3,92%), Curitiba (-1,66%) e Vitória (-0,71%). O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 426,74), seguido por São Paulo (R$ 424,36), Rio de Janeiro (418,71) e Florianópolis (R$ 418,61).

Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 316,65), João Pessoa (329,52) e Natal (R$ 331,18).

Nos últimos dois meses de 2017, o valor da cesta aumentou em 14 cidades. As altas mais expressivas ocorreram em Recife (1,31%), João Pessoa (1,42%) e no Rio de Janeiro (2,78%). As quedas foram anotadas em sete capitais, com destaque para Porto Alegre (-3,92%), Curitiba (-1,66%) e Vitória (-0,71%).

O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 426,74), seguido por São Paulo (R$ 424,36), Rio de Janeiro (418,71) e Florianópolis (R$ 418,61). Os menores valores médios foram anotados em Salvador (R$ 316,65), João Pessoa (329,52) e Natal (R$ 331,18).

(Agência Brasil)