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Mucuripe – Campeonato de Crossfit Selva 2018 oferece R$20 mil de premiação

O Terminal Marítimo de Passageiros será palco da 3ª Edição do Campeonato de Crossfit – Selva 2018. A competição faz parte da programação do Maior Festival Fitness das Américas, Oktober Fitness, que vai ser realizado entre os dias 18 e 21 deste mês. Para participar da etapa presencial, os atletas precisam passar por um qualifier (classificatório). As inscrições custam R$ 30.

Segundo o headcoach Thiago Pressão, um dos pioneiros do Crossfit no Nordeste do País, e responsável técnico do evento, o atleta precisa passar por cinco provas filmadas, para concorrer no campeonato. O resultado dos wods, com os vídeos anexos, deve ser enviado ao site do Ceará Games para elaboração do ranking e a classificação por categoria.

O classificatório servirá para separar os participantes nas categorias Sub-18; 19-39 anos, subdividida em Scaled, Intermediário, RX e Elite; 40-44 anos e +45 anos. A novidade desta edição, é que haverá também o formato por times, em trios do mesmo sexo, nas categorias Scaled, Intermediário e RX.

O evento, que chega à sua terceira edição, oferecerá premiação de R$ 20 mil. A estreia do Selva ocorreu em 2013, quando só existia um box de Crossfit em Fortaleza. A segunda disputa aconteceu em 2015, na Praia do Futuro.

De acordo com Pressão, a modalidade vem crescendo a cada ano. “O Crossfit teve um crescimento exponencial, mais que dobrando a quantidade de estabelecimentos, bem como o número de praticantes. Hoje no Ceará somos o maior Estado do Nordeste em número de boxes de Crossfit. E a nossa expectativa é de receber cerca de 400 atletas.”, destacou.

Neste ano, o Selva ocorre dentro do Festival Oktober Fitness, que trará uma vasta programação de congressos, palestras, workshops, oficinas de aperfeiçoamento nas áreas de educação física, fisioterapia, psicologia, nutrição, saúde e bem-estar. Além de feira de produtos, serviços, beleza, cosméticos e estética, competições de várias modalidades, jogos e shows com a cantora internacional Elettra Lamborghini e o cantor de funk, Nego do Borel.

SERVIÇO

Selva 2018
Inscrições: No site https://www.oktoberfitness.com.br ou no Shopping Aldeota (Loja Orktober Fitness – 3ª Andar (Endereço: Av. Dom Luís, nº 500).
Quando: 19, 20 e 21 de outubro
Onde: Terminal Marítimo de Passageiros (Av. Vicente de Castro – Mucuripe)
Premiação: R$ 20 mil reais.

(Foto: Divulgação)

Bancada sindical perde representação na Câmara

A bancada sindical na próxima legislatura, que começa no dia 1º de fevereiro de 2019, será menor do que na atual. Foram eleitos somente 33 representantes de sindicatos na última eleição para a Câmara Federal, contra os 51 que atualmente exercem mandato.

O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base nos dados oficial da Justiça Eleitoral. A partir do próximo ano serão 18 deputados a menos no debate dos interesses dos trabalhadores, como direitos previdenciários e trabalhistas.

A queda segue uma tendência que já vinha se verificando desde as eleições de 2014, quando a bancada sindical caiu de 83 para 51 membros. Segundo o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, um conjunto de fatores levou à redução da bancada sindical, que já foi uma das mais atuantes e representativas na Câmara.

Primeiro, as reformas trabalhista e sindical enfraqueceram as entidades que perderam poder para investir nas campanhas eleitorais. “Além disso, houve um erro de estratégia do movimento sindical, lançando muitas candidaturas, o que pulverizou os esforços”, afirmou.

Queiroz prevê momentos de dificuldades na atuação da bancada. “Com um ambiente hostil, de desregulamentação de direitos trabalhistas, e uma bancada menor, as dificuldades serão enormes”, disse.

Dos 33 deputados da bancada sindical, 29 foram reeleitos e quatro são novos. Com 18 eleitos, o PT é o partido com maior número de deputados sindicalistas, seguido do PCdoB (quatro), do PSB (três) e do PRB (dois). PDT, Pode, PR, PSL, PSol e SD elegeram um integrante cada. (Agência Brasil)

DETALHE – O Congresso Nacional também perde dirigentes de associações, como o cearense Cabo Sabino (Avante), que presidiu a Associação de Cabos e Soldados e defendia em Brasília os interesses de policiais e vigilantes.

Líder da extrema direita na França diz que Bolsonaro tem posições “extremamente desagradáveis”

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (13), pelo jornalista Érico Firmo:

Marine Le Pen criticou as manifestações de Jair Bolsonaro (PSL), disse que as posições são “extremamente desagradáveis” e não seriam aceitas na França. Disse ser uma cultura diferente.

Le Pen é ícone da extrema-direita europeia. Suas posições assustam muita gente. Mas, para ela, Bolsonaro é demais. Bolsonaro também tem posições mais extremas que de Donald Trump, por exemplo. Nem ela nem ele defendem regime ditatorial e fazem apologia de torturador.

O Brasil caminha para eleger o presidente mais conservador entre as democracias relevantes do mundo.

Cid Gomes utiliza o Blog para agradecer votação ao Senado

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O senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) agradeceu neste sábado (13), por meio do Blog, aos mais de 3,2 milhões de votos recebidos nestas eleições.

Cid Gomes teve a maior votação na história das eleições no Ceará, para o cargo de senador, com 3.228.533 votos. A votação também foi na terceira maior que o eleitorado cearense proporcionou a um candidato. Cid foi superado somente por Dilma Rousseff, nas duas vezes que a petista disputou a Presidência da República, ambas no segundo turno.

Em 2010, Dilma somou 2,7 milhões de votos no Ceará, no primeiro turno, e 3.288.570 votos no segundo turno. Já em 2014, a votação de Dilma subiu no segundo turno, com 3,5 milhões de votos.

Na contramão da História

Em artigo no O POVO deste sábado (13), a jornalista Regina Ribeiro aponta que os “discursos em torno do que temos chamado de direita brasileira mais parece uma epidemia de cegueira histórica e social que quer impor pela violência que seja, ou por quaisquer outros métodos um modelo de família, de povo, de País”. Confira:

Dia desses, li um artigo da atriz e escritora Fernanda Torres no qual ela narrava a luta pessoal que trava há anos com a filosofia. No texto, abordava a dificuldade de encarar algumas leituras que parecem prescindir de outras e como as larga, para depois retomá-las. Senti-me em plena identificação. Há anos que luto para ler Espinosa. Comecei com Ética e abandonei a leitura até o lançamento de A nervura do real, de Marilena Chauí, que eu dei início na esperança de retornar ao próprio filósofo. Não avancei muito. Isso até semana passada, quando li A tirania do amor, de Cristóvão Tezza.

Foi o novo livro de Tezza que me abriu uma nova vontade de retornar Espinosa, desta vez com determinação. O personagem central de A tirania do amor é um economista, Otávio Espinhosa que, no pior de sua vida, decide abandonar por completo a vida sexual. Criado apenas pelo pai, Espinhosa é um gênio da matemática. Consegue fazer de cabeça qualquer operação complexa do tipo a raiz quadrada de qualquer número absurdo. Quando jovem, escrevera um livro de autoajuda, A Matemática da Vida, assumindo um pseudônimo de Kelvin Oliva. Numa só tacada, o autor aborda o imbróglio político em vigor no Brasil e os dilemas das elites interesseiras que nos regem, tudo isso sem perder o bom humor e ainda com um toque filosófico.

Esse Espinhosa de ficção me fez querer voltar a Espinosa de verdade, o filósofo escorraçado da própria comunidade judaica, em 1656, aos 23 anos, por ousar ter pensamentos próprios sobre Deus e religião. Isso aconteceu bem antes dele escrever Ética e o Tratado Teológico-Político, esse último, sim, foi o que motivou um escarcéu em nível ainda maior, mesmo que tenha sido publicado anonimamente. Se a excomunhão tinha feito dele um homem que devia ser evitado e combatido por suas ideias nefastas para o povo, após o Tratado, que contém o que hoje chamamos de era secular, tornou-se a bem dizer um verdadeiro inimigo da reunião dos Países Baixos.

Desde o último fim de semana, estou às voltas, portanto, com Um livro forjado no inferno, do filósofo Steven Nadler, que se propõe a contar a história da obra que mudou a forma de concebermos e defende a não participação de eclesiásticos nos negócios do Estado e que apresenta uma nova leitura para a Bíblia e o Espinosa chamava de uma verdadeira religião. Era o século XVII, mas enquanto leio sobre o ambiente em que Espinosa viveu, não há como não pensar nos religiosos contemporâneos que insistem em defender um Evangelho que esteja de acordo com o barbarismo em torno da campanha de Bolsonaro.

Espinhosa estava frente a frente com os dilemas do seu século: o que fazer com o conservadorismo religioso diante do liberalismo econômico da época. No Brasil de hoje o que temos é uma tentativa de empurrar um falso liberalismo que não respeita as liberdades em nome de um conservadorismo perigoso. O que isso produziu até o momento foi uma violência, um ódio que alguns sequer tentam dissimular, e agressões que não mais se conformam com a retórica beligerante das mídias sociais e que estão extravasando em corpos reais. Espinosa lutou pela liberdade de filosofar. No Brasil, se instalou uma luta surda e cega para que não tenhamos mais tal liberdade, conquistada a duras penas há séculos de construção social e política.

Aliás, os discursos em torno do que temos chamado de direita brasileira mais parece uma epidemia de cegueira histórica e social que quer impor pela violência que seja, ou por quaisquer outros métodos um modelo de família, de povo, de País. Estamos visivelmente na contramão da História.

Regina Ribeiro

Jornalista do O POVO

Campanha de Haddad tem atividades intensas neste sábado no Ceará

Minicarreatas, caminhadas, roda de conversa e panfletagens marcam a agenda da candidatura de Haddad, neste sábado (13), no Ceará. As atividades tiveram início desde as 8h30min, em Fortaleza e no Crato, e serão encerradas por volta das 20h30min, em Guaiúba e Sobral.

A agenda também se estende aos municípios de Pacatuba, Maranguape, Caucaia e Juazeiro do Norte.

Doria vai ao Rio encontrar Bolsonaro, mas presidenciável não aparece

O candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, chegou a confirmar nessa sexta-feira, 12, que se encontraria à tarde com o presidenciável mais votado no primeiro turno, Jair Bolsonaro (PSL), a quem o tucano declarou apoio no segundo turno. Mas o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que desconhecia a informação.

“Da nossa parte, não foi agendado absolutamente nada com o Jair”, afirmou, em frente à casa do empresário Paulo Marinho, na zona sul do Rio, onde, do lado de dentro o ex-prefeito de São Paulo o aguardava, já no fim do dia.

“Não haverá esse encontro”, disse Bebianno, reiterando o que Bolsonaro havia recomendado aos partidários em encontro num hotel da zona oeste do Rio na quinta-feira: que mantenham neutralidade nas disputas eleitorais nos estados. Segundo o presidente do PSL, a aproximação com o seu partido parte do candidato ao governo paulista e tem uma única via.

“Existe uma conversa institucional, no sentido do PSL agradecer o apoio que gentilmente está sendo oferecido pelo candidato João Doria em São Paulo à candidatura de Jair Bolsonaro”, afirmou.

(Veja)

Há 14 anos – Pirambu mantém tradição de festa no Dia das Crianças

Pipoca, algodão doce e outras guloseimas recepcionaram cerca de 1,5 mil crianças, nessa sexta-feira (12), na rua Santa Inês, no bairro Pirambu, em comemoração ao Dia da Criança. A data também marcou o dia de Nossa Senhora Aparecida, também muito festejada pelos moradores.

A iniciativa ocorre há 14 anos e os moradores arrecadam os brinquedos durante todo o ano. A festa contou ainda com música infantil, brincadeiras com palhaços e brinquedos infláveis.

“É muito gratificante saber que podemos fazer o bem sem muito esforço e com a ajuda do coletivo”, disse Carla Brasil, uma das organizadoras. “Estamos cansadas, mas emocionadas por conseguirmos realizar mais uma festinha. Foi difícil arrecadar doações, mas conseguimos e animamos”, concluiu Nena Rodrigues.

(Foto: Divulgação)

Mais mestrados e doutorados para a UFC

Da Coluna Eliomar de Lima, no O POVO deste sábado (13):

Nem tudo é cofre apertado na Universidade Federal do Ceará em matéria de investimentos. No plano da pós-graduação, a Instituição vai fechar o ano em alta, pois a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aprovou a criação de mais cinco cursos de mestrado e doutorado e um programa voltado para o Interior. A informação é do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Antonio Gomes.

A partir de 2019, a UFC oferecerá mestrado e doutorado em Biodiversidade, um mestrado em Ciências Cardiovasculares para a Faculdade de Medicina, um doutorado em Comunicação Social e um doutorado em Economia Rural para o Centro de Ciências Agárias que completou 100 anos. Também virá um programa de mestrado em Computação para o campus de Quixadá (Sertão Central).

A previsão, segundo Antonio Gomes, é de que cada um desses cursos ofereça até 10 vagas.

Apoiadores de Bolsonaro – TSE determina retirada de vídeo com ataque ao STF

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada do ar, até este sábado (13), de um vídeo suposgtamente produzido por apoiadores do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que inclui ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como alvos de crítica.

A retirada foi solicitada pela própria direção da campanha de Bolsonaro, que alegou que “o vídeo em questão prejudica a imagem do candidato representante, na medida em que o coloca em linha de colisão com a atuação do Poder Judiciário brasileiro”.

No vídeo, com o refrão da música “Meus pais”, de Zezé di Camargo e Luciano, ao fundo, aparecem os ministros do STF Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Alexandre de Moraes. “Feito um mal que não tem cura, estão levando à loucura o Brasil que a gente ama”, diz a canção, enquanto se sucedem as imagens, nas quais aparecem também políticos do PT e do MDB.

Os advogados de Bolsonaro alegaram ao TSE que o vídeo deveria ser retirado do ar por induzir ao internauta que, caso eleito, o candidato não respeitaria as decisões emanadas do Poder Judiciário, “o que não é verdade”, afirmaram na representação. A defesa destacou que, apesar de trazer a identidade visual da candidatura, o material audiovisual não foi produzido pela campanha.

Ao acolher os argumentos e ordenar a retirada do vídeo hospedado no YouTube, o ministro Carlos Horbach escreveu que o material “tem evidente potencial lesivo para os representantes, que involuntariamente são vinculados a ideias que não corroboram, cuja repercussão negativa no eleitorado lhes prejudica”.

(Agência Brasil)

Chuva de gols – Goiás marca cinco vezes no segundo tempo e segue na cola do Fortaleza

Após deixar o primeiro tempo na desvantagem por 2 a 0, o Goiás reagiu na segunda etapa e venceu o Juventude, por 5 a 3, na noite dessa sexta-feira (12), no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, e segue na cola do Fortaleza pelo título da Série B do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Goiás chegou a 53 pontos em 31 rodadas, três pontos a menos que o Fortaleza, que na tarde deste sábado (13), em Barueri, enfrenta a equipe do Oeste. O Goiás volta a campo na sexta-feira (19), em Maceió, contra o CRB.

Goiás e Fortaleza se isolam na disputa pelo título, após favorecidos pelas surpreendentes derrotas de CSA (1 a 2 Ponte Preta) e Atlético Goianiense (1 a 2 Sampaio Corrêa), na noite dessa sexta-feira, apesar de jogarem em seus estádios.

(Foto: Reprodução)

O próximo presidente não terá vida fácil

Confira o Editorial do O POVO deste sábado, com o título “Difícil começo”.

O presidente que será eleito no dia 28 de outubro, independentemente do nome que sairá das urnas, não terá vida fácil. O novo mandatário terá de administrar o País sob o mesmo sistema de governo em vigor – o chamado presidencialismo de coalizão – com um Congresso ainda mais fragmentado.

Esse sistema – que exige negociações, nem sempre republicanas, com partidos e bancadas de corporações – já mostrou o seu potencial de produzir crises em série. E, por enquanto, nada indica que será diferente, tendo em vista o resultado das eleições parlamentares, que fizeram aumentar o número de partidos na Câmara Federal e no Senado.

A nova legislatura terá 30 partidos contra as 25 siglas representadas atualmente na Câmara. Para se ter uma ideia da fragmentação, a maior bancada disporá de pouco mais de 10% dos votos da Casa. No Senado também houve crescimento na quantidade de partidos, que passaram de 16 para 21. Todas as grandes legendas encolheram, no entanto, os que mais perderam foram o MDB e o PSDB. Em direção contrária seguiu o PSL, que passou de oito para 52 deputados.

Nas eleições de 2018, começou a vigorar a cláusula de barreira, lei criada com o objetivo de reduzir a pulverização partidária, estabelecendo o fim das coligações para as eleições proporcionais a partir de 2020. Para restringir o acesso dos partidos a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV, a proposta estabelece medidas com exigências gradativas até 2030.

Portanto, como se disse no início, o novo governo vai funcionar com as antigas regras. Acresça-se a isso que o presidente a ser eleito – qualquer que seja o nome preferido dos eleitores – vai encontrar um País dilacerado pelos graves conflitos ocorridos durante a campanha, que opôs de forma praticamente inconciliável os dois grupos de apoiadores.

O eleito terá de lidar com um País em que, pouco menos da metade dos eleitores, terá revelado nas urnas preferência pelo outro candidato. Ao mesmo tempo, se quiser obter algum sucesso na administração, o presidente que assumir terá de tomar medidas tão urgentes quanto impopulares, algumas delas só possíveis com emendas constitucionais, que exigem três quintos dos votos nas duas Casas Legislativas.

Assim, nada indica que o novo mandatário conseguirá, pelo menos no curto prazo, apaziguar os ânimos. Será preciso muita habilidade para pacificar o País, para que as questões econômicas e sociais passem a ser o centro dos debates, de modo a submeter os conflitos políticos e ideológicos aos interesses do País, pois é isso o que importa a todos os brasileiros.

(Editorial do O POVO)

Eleitor pode emitir certidão de quitação eleitoral a partir da segunda-feira

A partir da segunda-feira (15), os eleitores poderão emitir pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral, a certidão de quitação eleitoral. A certidão é um documento importante que comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral, e é exigido na hora de tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.

Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão pode substituir o comprovante, já que ela é uma prova que o eleitor não possui débitos com o TSE.

A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Também pode ser emitida pelo site do TSE ou pelo Tribunal Regional da sua federação.

Se o eleitor preferir, ele também pode baixar o aplicativo E-titulo no celular ou no tablet e emitir o documento.

A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito.

(Agência Brasil)

Projeto Biblioteca Digital de Cedro é aprovado em primeiro lugar no Brasil

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Prefeito Nilson Diniz comemora.

O Ministério da Cultura divulgou o resultado final do edital de Bibliotecas Digitais 2018. Consta da página 15, do Diário Oficial da União (DOU). O município de Cedro ficou em 1º lugar na classificação geral. Dezenove bibliotecas públicas participantes do certame receberão R$ 100 mil cada para aplicar em projetos de uso de seus espaços de tecnologias de informação e comunicação no país. Ao todo, 86 inscrições.

O equipamento, instalado na Biblioteca Municipal Cândido Acrísio da Costa receberá rodas de leituras de livros digitais. Vinte turmas serão formadas para atender as comunidades leitoras das zonas rural e urbana, contando com agentes multiplicadores que garantirão a sustentabilidade do projeto e a sua cadeia de ações. O projeto terá ainda um “ônibus-biblioteca”, que circulará pelos bairros da cidade, preferencialmente nas localidades onde se registrem maiores carências de acervos.

Atividades envolvidas

Em parceria com o IFCE Campus Cedro e a Secretaria de Educação do Município, os programas envolverão leitura, práticas lúdico-pedagógicas e pesquisas eletrônicas. Uma parceria com a Escola Estadual de Educação Profissional Francisca de Albuquerque Moura vai garantir a concessão de alunos do curso de Redes de Computação para a ministração de oficinas na Biblioteca Digital. Outra parceria de interesse: em algumas entidades religiosas ocorrerão palestras de caráter ecumênico.

SERVIÇO

*Confira a publicação do Diário Oficial da União e os projetos selecionados: https://bit.ly/2ytXVne

Bolsonaro promete reforma administrativa e corte de gastos

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O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (12), nas redes sociais, que, caso eleito, pretende fazer uma reforma administrativa para com a reduzir a remanejar “gastos desnecessários”, além de destinar recursos para as áreas essenciais e combater fraudes.

Segundo ele, o corte de gastos passará pela diminuição de estatais e ministério. E irá priorizar nomes técnicos e capacitados para chefiar as pastas, “sem pressões de viés sindicalista”.

“Muito além de fazer, vamos desfazer o sistema falido e corrupto que o PT construiu”, disse.

Bolsonaro afirmou que vai combater as fraudes em programas sociais para garantir maior renda “aos mais necessitados”. “Descentralizando recursos, estados e municípios terão maior autonomia financeira para atender as peculiaridades de cada região do país”.

Em outro post na internet, o candidato disse que “vamos combater o crime organizado e trabalhar para impedir que presos continuem controlando seus empregados de dentro dos presídios”.

Na noite de ontem (11), o candidato confirmou, também redes sociais, a criação de um superministério, que irá fundir Agricultura e Meio Ambiente.

Depois de encontro com empresários e políticos ligados ao agronegócio, Bolsonaro disse que o compromisso foi consolidado. “Tem que ser uma pessoa competente, com autoridade e que tenha iniciativa”, disse o candidato.

Antes, ele já tinha confirmado os nomes de outros integrantes de um eventual ministério. Bolsonaro admitiu também a possibilidade de não participar de debates no segundo turno por questões de estratégia, mesmo que seja liberado pelos médicos na próxima avaliação, no dia 18, para fazer campanha nas ruas e participar de debates na TV.

(Agência Brasil)