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Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas nada decide, alega Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta segunda-feira (22) o decreto presidencial publicado hoje no Diário Oficial da União, que diminui de 31 para 14 o número de membros do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), extinguindo a participação da sociedade civil no órgão.

“Como regra, a gente não pode ter conselho que não decide nada. Dada a quantidade de pessoas envolvidas, a decisão é quase impossível de ser tomada. Então queremos enxugar os conselhos, extinguir a grande maioria deles, para que o governo possa funcionar. Não podemos ficar refém de conselhos, muitos deles com pessoas indicadas por outros governos”, alegou Bolsonaro, que pretende enxugar ou extinguir a grande maioria dos conselhos.

Com a entrada em vigor do Decreto nº 9.926, perdem assento no conselho oito entidades que tinham direito a indicar um representante: a Ordem dos Advogados do Brasil, os Conselhos Federais de Medicina, de Psicologia, de Serviço Social, de Enfermagem e de Educação, a União Nacional dos Estudantes e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

O Conad também deixa de contar com a participação de cinco profissionais antes indicados pelos ministros que presidiam o conselho: um jornalista; um antropólogo; um representante da classe artística e dois representantes de entidades do terceiro setor. Pela antiga regulamentação, esses cinco assentos deviam ser ocupados por “profissionais ou especialistas, de manifesta sensibilidade na questão das drogas”.

A mudança segue a política já implementada em outros conselhos, como o Conselho Nacional do Meio Ambiente e o Conselho Superior do Cinema.

(Com a Agência Brasil)

Cooperativismo – Trampolim para o desenvolvimento do País

Com o título “Cooperativismo – trampolim para a transformação do país”, eis artigo de João Nicédio, presidente da Organização das Cooperativas do Brasil, regional do Ceará. A luta do segmento é por cooperativas na área dos serviços de telecomunicações, além de acesso a crédito. Confira:

“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, ensina a velha canção. Neste cenário de aceleradas mudanças, com o futuro colado à nossa porta, realmente não dá para esperar. É fazer e fazer. Senão, perde o trem da história.

Assim pensando, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e todas as suas afiliadas promoveram, há pouco, o 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo, comemorativo aos 50 anos de atuação da entidade como representante nacional do Cooperativismo. O tema do encontro: “O Cooperativismo do Futuro se Constrói Agora”.

Como parte do desafio de construção já do porvir, a OCB lançou a Agenda Institucional do Cooperativismo para 2019. Entre os principais desafios propostos no documento estão a aprovação e sanção do Projeto de Lei 8.824/2017, que assegura serviços de telecomunicações por cooperativas; a aprovação de substitutivo do Projeto de Lei 519/2018, que visa a regulamentar a operação de seguros por sociedades cooperativas; o acesso ao crédito e a linhas de financiamento público para cooperativas.

O Ceará lá esteve com uma comitiva de 40 pessoas, representando diversos ramos. A organização e toda logística do evento foram idealizadas e realizadas pela própria Equipe da OCB, colocando em prática a sua experiência e o amor à causa. Primorosa organização.
Uma oportunidade de vivenciar a intercooperação, a capacitação de dirigentes para atuação cada vez mais colaborativa no interesse dos associados, ocasião favorável para network com cooperativistas de todos os ramos, a prestação de contas do Sistema OCB com a descrição das conquistas, a inclusão e a formação de lideranças, o amplo espaço para a inserção de mulheres e jovens.

A palestra sobre o Cooperativismo de Plataforma ensinou que o futuro é o caminho, trampolim para a transformação do país. Lições preciosas de cases exitosos, de união de pessoas, de ajuda.

Mais de 1.300 cooperativistas reunidos em uma sinergia diferenciada, única nestes 50 anos de OCB, algo para emocionar e renovar as esperanças de crescimento do movimento e do país. Um Congresso para ficar na história.

*João Nicédio

nicedio.nogueira@ocbce.coop.br

Presidente do Sistema OCB – Sescoop/Ceará.

(Foto – Divulgação)

Governo bloqueia mais R$ 1,44 bilhão do Orçamento

A revisão para baixo do crescimento da economia brasileira em 2019 fez a equipe econômica anunciar um novo bloqueio no Orçamento. Segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério da Economia, o governo decidiu contingenciar mais R$ 1,443 bilhão de verbas do Poder Executivo.

Agora, o valor contingenciado do Orçamento de 2019 soma R$ 31,224 bilhões. Originalmente, o governo teria de contingenciar R$ 2,252 bilhões, mas a equipe econômica usou R$ 809 milhões de uma reserva de emergência criada em março, reduzindo o valor do bloqueio adicional para R$ 1,443 bilhão.

A distribuição do contingenciamento pelas pastas só será anunciada na próxima semana, quando o governo editará um decreto detalhando o bloqueio. Os poderes Legislativo e Judiciário, o Ministério Público da União e a Defensoria Pública da União terão um contingenciamento adicional de R$ 16 milhões.

Enviado a cada dois meses ao Congresso Nacional, o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento Geral da União com base na revisão dos parâmetros econômicos e das receitas da União. Caso as receitas caiam, o governo tem de fazer novos bloqueios para cumprir a meta de déficit primário – resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública – de R$ 139 bilhões para este ano.

Retração

Há dez dias, o governo reduziu de 1,6% para 0,8% a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). A diminuição do crescimento impacta a arrecadação porque a desaceleração econômica reduz o pagamento de impostos em relação ao originalmente planejado.

Em março, o governo tinha criado uma reserva de emergência de R$ 5,37 bilhões para evitar novos contingenciamentos. No fim de maio, o governo usou parte dessas reservas para evitar um contingenciamento e liberar recursos para os ministérios da Educação e do Meio Ambiente. Agora, o governo queimou mais R$ 809 milhões da reserva, zerando o colchão de emergência.

Receitas

A equipe econômica revisou as receitas para baixo em R$ 5,296 bilhões. As principais diminuições vieram da diminuição da arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com recuo de R$ 6,8 bilhões, devido ao baixo crescimento da economia e ao aumento no pedido de compensações tributárias por empresas. O menor lucro das empresas reduziu a projeção de arrecadação do Imposto de Renda em R$ 1,9 bilhão.

Outras receitas, como a arrecadação líquida da Previdência Social, subiu em R$ 1,477 bilhão. A receita de royalties de recursos naturais foi elevada em R$ 1,1 bilhão – R$ 485,2 milhões de royalties de minérios e R$ 641 milhões para royalties de petróleo.

O contingenciamento poderia ter sido maior se o governo não tivesse revisado para baixo as despesas obrigatórias em R$ 3,47 bilhões. As principais diminuições vieram dos créditos extraordinários para o subsídio ao óleo diesel (-R$ 1,9 bilhão) e no pagamento de sentenças judiciais e precatórios (-R$ 1,5 bilhão).

(Agência Brasil)

Governo reconhece situação de emergência em 22 cidades do Ceará

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Portaria publicada hoje (22) no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Regional reconhece situação de emergência em 22 municípios cearenses atingidos pela seca.

A medida facilita o envio de recursos emergenciais da União destinados às ações de combate à seca e redução dos impactos da estiagem como a distribuição de água por meio de carros-pipa nessas regiões.

Os 22 municípios cearenses que tiveram a situação de emergência reconhecida são Beberibe, Boa Viagem, Campos Sales, Caririaçu, Catarina, Catunda, Deputado Irapuan Pinheiro, Itapagé, Jaguaretama, Jaguaribara, Jati, Milhã, Mombaça, Monsenhor Tabosa, Morada Nova, Nova Olinda, Pedra Branca, Pereiro, Piquet Carneiro, Saboeiro, Solonópole e Tarrafas.

(Agência Brasil)

Moradia, emprego e capacitação profissional são prioridades para comunidade do Barroso

Para os moradores do bairro Barroso, a capacitação profissional para jovens e, consequentemente, o emprego são as principais armas contra a violência e o tráfico de drogas, que nos últimos anos têm levado a juventude para a prisão ou morte.

O problema foi debatido nesse final de semana, na Associação Comunitária Sítio Estrela de Messejana, diante do projeto Roda de Conversa, que tem à frente o presidente do PSDB de Fortaleza e pré-candidato ao Paço Municipal, Carlos Matos.

A comunidade também debateu a questão da moradia, quando acredita na falência do atual modelo de gestão habitacional implementado pelo Município. Para a comunidade, a melhor solução para o déficit habitacional é a construção pelo sistema de mutirão, fortalecendo os laços sociais e com participação direta dos beneficiários dos projetos.

Carlos Matos destacou que as Rodas de Conversa têm sido um instrumento rico de experiências e de informações sobre a realidade dos bairros e das várias cidades existentes na Capital.

“Dá para transformar essas demandas dos bairros em propostas que possam ser incorporadas de forma efetiva na melhoria de vida da população”, afirma o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de Fortaleza nas eleições municipais de 2020.

Esta foi a quarta edição do projeto Roda de Conversa, que teve início pelo Conjunto Palmeiras e já passou pela Granja Portugal e Montese.

(Foto: Divulgação)

Número de pacientes com hepatite cai 7% em 10 anos no Brasil

O número de pacientes notificados com casos de hepatites virais no Brasil caiu 7% entre 2008 e 2018, de acordo com o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019 divulgado hoje (22) pelo Ministério da Saúde. Em 2008, foram registrados 45.410 casos. Dez anos depois, o número passou para 42.383 casos.

O levantamento aponta ainda queda de 9% no total de mortes causadas pela doença no país, saindo de 2.362 óbitos em 2007 para 2.156 em 2017.

A hepatite é a inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. De acordo com o Ministério da Saúde, são doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando estes aparecem, podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia.

Tipo de hepatite

De 2000 a 2017, foram identificados no Brasil, segundo o boletim, 70.671 óbitos por causas básicas e associadas às hepatites virais dos tipos A, B, C e D. Desses, 1,6% foi associado à hepatite viral A; 21,3% à hepatite B; 76% à hepatite C e 1,1% à hepatite D. O boletim mostra que o tipo C da doença, além de ser o mais letal, é o mais prevalente. Ao todo, 26.167 casos foram notificados em 2018.

A doença é transmitida por sangue contaminado, sexo desprotegido e compartilhamento de objetos cortantes. O maior número de pessoas com hepatite C se concentra em pessoas acima dos 40 anos. A hepatite C nem sempre apresenta sintomas. Por isso, o Ministério da Saúde estima que, atualmente, mais de 500 mil pessoas convivam com o vírus C da hepatite e ainda não sabem.

Foram notificados ainda 2.149 casos de hepatite A no Brasil. A transmissão mais comum desse tipo da doença é pela água e alimentos contaminados. O tratamento geralmente evolui para cura. Também foram registrados 13.992 casos de hepatite B, que pode ser transmitida pelo contato com sangue contaminado, sexo desprotegido, compartilhamento de objetos cortantes e de uso pessoal e pode também ser transmitida de mãe para filho.

Já a hepatite D foi registrada em 145 pacientes. A infecção ocorre quando a pessoa já contraiu o vírus tipo B. Os sintomas da hepatite D são silenciosos e a doença é combatida por meio da vacina contra a hepatite B que também protege contra a D.

Combate

Nas vésperas do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, dia 28 de julho, o Ministério da Saúde alerta para a importância do diagnóstico e tratamento da doença.

“Estamos garantindo prevenção, por meio de vacinas, e diagnóstico, com oferta de testes, além de tratamento medicamentoso. É muito importante que as pessoas acima de 40 anos procurem a unidade de saúde mais próxima para realizar testagem e se imunizar contra a hepatite B e que os pais vacinem as crianças contra hepatite A. Assim, conseguiremos tratar ainda mais pessoas e eliminar a sombra da hepatite do Brasil”, diz, em nota, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Em 2018, o Ministério da Saúde distribuiu 25 milhões de testes de hepatite B e C. Para 2019, com o fortalecimento das ações de diagnóstico e ampliação do tratamento, a expectativa é que esse número seja superado.

Além dos testes, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece vacina contra a hepatite A para menores de 5 anos e grupos de risco. Disponibiliza também vacina contra a hepatite B para todas as faixas etárias. Esta vacina também protege contra a hepatite D.

Eliminação da hepatite C

O Brasil tem como meta eliminar a hepatite C até 2030. Para isso, nos últimos três anos, foram disponibilizados pelo SUS 100 mil tratamentos para hepatite C. Neste ano, foram entregues 24 mil tratamentos para a doença. Até o início de agosto, de acordo com o Ministério da Saúde, serão entregues outros 5 mil tratamentos.

Em 2019, o Ministério da Saúde adquiriu 42.947 tratamentos sofosbuvir/ledipasvir e sofosbuvir/velpatasvir. Outros 7 mil tratamentos estão em processo de aquisição.

De acordo com a pasta, todas as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao tratamento, independente do dano no fígado, assegurando universalização do acesso previsto desde março de 2018. Essa ação, segundo o ministério, coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a hepatite C.

(Agência Brasil)

Aprece cobra repasses do governo federal na área da assistência social

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Com o título “Sem investimento, não há crescimento!”, eis artigo de Nilson Diniz, prefeito de Cedro e presidente da Associação dos Prefeitos e Prefeituras do Ceará (Aprece). Ele trata do quadro crítico de recursos no Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Confira:

O contexto de crise financeira afeta todo o país e impacta brutalmente as prefeituras. Observamos, dia após dia, os repasses de programas federais diminuírem ou serem congelados, não acompanhando o aumento da inflação. Nas cidades menores do interior do estado, a situação se agrava – a recessão bate mais fortemente. E os serviços públicos de atendimento à população ficam cada vez mais comprometidos.

Inúmeros entraves se colocam no cotidiano da gestão do SUAS (Sistema Único da Assistência Social), a exemplo do saldo devedor da União com os municípios cearenses, que supera, atualmente, os 80 milhões de reais. Com o corte de 50% no orçamento federal e a frequente irregularidade na transferência de recursos do Fundo Nacional de Assistência (FNAS) e do Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS), mais difícil fica a sobrevivência dos pequenos, distanciando os cidadãos dos recursos básicos de cuidado.

Ademais, o atual cenário socioeconômico é marcado por um regime fiscal restritivo, que congela os gastos públicos destinados às despesas primárias, mesmo diante do aumento expressivo das necessidades sociais, advindas dos segmentos da população sem proteção social. Ressentimo-nos de expansão da rede socioassistencial; investimentos na rede física; atualização dos valores dos pisos de proteção social; revisão do modelo de partilha dos recursos do Sistema.

O Ceará possuí 394 unidades de Centros de Referência de Assistência Social (Cras), distribuídos nos 184 municípios, cuidando de mais de um milhão de famílias em situação de vulnerabilidade e/ou risco social. Até junho deste ano, o governo estadual não realizou transferência relacionada ao cofinanciamento para os serviços e benefícios socioassistenciais, prejudicando ainda mais a manutenção das atividades desenvolvidas.

Milhões de famílias cearenses vivem em situação de vulnerabilidade nas áreas urbanas e rurais e em territórios de povos e comunidades tradicionais, impondo ao Estado estratégias de atenção que permitam a essa gente o acesso universal à rede de serviços socioassistenciais. Indagamos: como evoluir sem investir?

*Nilson Diniz,

nilsondiniz17@gmail.com

Presidente da Associação dos Prefeitos e Prefeituras do Ceará (Aprece) e prefeito de Cedro.

(Foto – Divulgação)

OAB é excluída do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas

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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil não faz mais parte do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas na indicação de um jurista. O presidente Jair Bolsonaro reduziu, por meio de decreto publicado nesta segunda-feira (22), a participação da sociedade civil no órgão. A informação é do site Consultor Jurídico.

O decreto publicado elimina as vagas para representantes da medicina, psicologia, sociedade civil e especialistas. O Conad passa a ser composto apenas por representantes do governo e dos conselhos estaduais antidrogas.

O Conselho continuará sendo presidido pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, passa a integrar o conselho.

Criado em 2006, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Conad era composto por 31 representantes. Desse total, havia 17 pessoas com cargo de ministro ou indicadas por ministérios e órgãos federais, além de um integrante de conselho estadual sobre drogas. Os outros 13 eram os representantes da sociedade civil e especialistas; todos estes cargos foram excluídos.

Com a nova composição, o Conad passa a ter 14 integrantes, sendo 12 membros com cargo de ministro ou indicados por ministério ou órgão federal, e dois integrantes de conselho estadual e órgão estadual sobre drogas.

(Foto – Arquivo)

Fraport comemora aprovação da nova área de check-in por parte da clientela

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A Fraport Brasil, gestora do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza comemora a aprovação, por parte da clientela, de sua nova área de check-in doméstico e internacional. Os passageiros se dizem não só satisfeitos, mas, também, impressionados com o local moderno e com todo tipo de apoio no atendimento.

Além da novidade, que entrou em operação no último mês de junho, veio também o novo acesso viário, que leva à área de check-in, pois serviu para dividir o fluxo de veículos em dois pisos.

Viaduto

Dentro desse pacote de obras, veio também o novo viaduto na Avenida Carlos Jereissati, após a entrada das locadoras de veículos e do Terminal de Cargas Internacional.

Quem quer economizar tempo e acessar diretamente a nova área de check-in, segundo a Fraport, deve pegar o viaduto e manter a sua esquerda ao chegar à bifurcação. Depois, é só desembarcar em frente à operação das companhias aéreas, sem precisar se deslocar com bagagens pelo interior do aeroporto. Já quem for buscar passageiros que aterrissam no Fortaleza Airport deve manter a direita na bifurcação.

(Foto – Divulgação)

Projeto quer o fim da prisão especial para quem tem nível superior

O fim da prisão especial para quem tem diploma de ensino superior é o objetivo de projeto que está sendo analisado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O PL 3945/2019, que altera o Código de Processo Penal (Decreto-lei 3.689, de 1941), terá decisão terminativa na comissão, ou seja, caso seja aprovado, o texto pode seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recuso para a análise em Plenário.

Atualmente, a lei prevê a prisão especial, em local separado dos presos comuns, em caso de prisão antes da condenação definitiva. Essa regra vale para pessoas com curso superior e também para governadores, prefeitos, parlamentares, oficiais militares e magistrados, entre outros.

Além de acabar com a prisão especial para os formados em faculdade, o texto também retira o benefício para cidadãos inscritos no “Livro de Mérito”, criado em 1939. O livro homenageia pessoas que tenham notoriamente cooperado para o enriquecimento do patrimônio material ou espiritual da Nação e merecido o testemunho público do seu reconhecimento.

Para o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), autor do projeto, essa regra reflete no tratamento jurídico-penal um sistema desenhado para fortalecer as desigualdades, em que os pobres ficam cada vez mais miseráveis e os ricos têm cada vez mais dinheiro. Para ele, boa parte da legislação penal e processual penal está voltada a criminalizar a parcela marginalizada da sociedade, o que não é justo.

(Agência Senado/Foto – Reprodução)

Curso Quadrinhos em Sala de Aula está em sua segunda edição

O Curso Quadrinhos em Sala de Aula começou a ser veiculado no Canal Futura (TV O POVO), mas interessados ainda podem fazer sua inscrição. A realização é da Fundação Demócrito Rocha.

Em sua segunda edição, o curso aborda estratégias, instrumentos e aplicações onde professores e pesquisadores do universo das HQs propõem abordagens teóricas e práticas para utilização dos quadrinhos no contexto escolar em 12 (doze) módulos. No conteúdo, incluindo ainda fascículos em formato digital, videoaulas, radioaulas, exercícios e biblioteca virtual.

As videoaulas do curso são exibidas gratuitamente pelo canal Futura todas as quintas-feiras, às 20h30min, com reprises às segundas-feiras, às 16 horas, e terças-feiras, às 7h45min.

A primeira edição do curso, em 2018, superou os 65 mil inscritos

SERVIÇO

*A inscrição ainda pode ser feita em ava.fdr.org.br.

Ministro pede que ANTT suspenda novas regras para frete mínimo

O Ministério da Infraestrutura solicitou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que delibere sobre a suspensão cautelar das novas regras para o cálculo do frete mínimo de transporte de cargas, em vigor desde o dia 20. Por meio de nota, o ministério disse que as novas regras causaram “insatisfação em parcela significativa dos agentes de transporte”, e que “diferenças conceituais” quanto ao valor do frete e do piso mínimo devem ser discutidas novamente com a categoria.

No ofício encaminhado à ANTT, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas diz que “o diálogo segue sendo o principal mecanismo com o qual vamos buscar o consenso no setor de transportes de cargas. Por isso a importância em dar continuidade às reuniões. Estamos desde o início do ano com as portas abertas no ministério e esta tem sido a melhor forma de dar transparências às decisões que estão sendo tomadas em conjunto”.

Diante da situação, está prevista uma audiência extraordinária para hoje (22), às 18 horas, bem como uma nova rodada de reuniões com representantes do setor e do governo na próxima quarta-feira (24).

Resolução

De acordo com a resolução da ANTT, o cálculo do frete mínimo passa a considerar 11 categorias na metodologia para os diferentes cálculos dos pisos mínimos. Entre as categorias de cargas estão os transportes de graneis sólidos, líquidos, cargas frigorificadas, cargas conteinerizadas e transportes de cargas perigosas em diferentes modalidades, sólidas e líquidas. Até então, o cálculo não se baseava em categorias.

Também foram ampliados os itens levados em consideração para o cálculo. Segundo a norma, o cálculo do piso mínimo de frete levará em consideração o tipo de carga; a aplicação de dois coeficientes de custo: um envolvendo o custo de deslocamento (CCD) e, outro, de carga e descarga (CC), que levará em consideração o número de eixos carregados. A resolução determina, ainda, que será levada em consideração a distância percorrida pelo caminhoneiro.

Multas

A resolução da ANTT detalha como será a multa para quem contratar o serviço abaixo do piso mínimo. A pena a ser aplicada é de duas vezes a diferença entre o valor pago e o piso devido, R$ 500 no mínimo e R$ 10.500, no máximo. Quem ofertar contratação do transporte rodoviário de carga abaixo do piso mínimo pode ser multado em R$ 4.975.

(Agência Brasil/Foto – Fabio Lima))

Ecos 2020 – Guilherme Sampaio lança pré-candidatura a presidente do PT de Fortaleza

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O vereador Guilherme Sampaio, líder da bancada do PT na Câmara Municipal, lançará sua pré-candidatura à presidência do partido em Fortaleza. Ele já tem o aval de oito grupos: Casa Vermelha, Articulação de Esquerda, Diálogo e Ação Petista, Núcleo Local da Resistência Socialista, Coletivo de Bancários Petistas, Avante, Tendência Revolucionária Socialista e Coletivo de Petistas integrantes do movimento “Amanhã será um Novo Dia”, além do respaldo de Deodato Ramalho, atual presidente, e do ex-deputado estadual Mário Mamede e do advogado Marcelo Uchôa.

Guilherme promete atuar à frente do petismo “sob as bandeiras da luta contra o retrocesso, pela liberdade do ex-presidente Lula e pela retomada do projeto popular em Fortaleza”.

A expectativa para os próximos dias é a ampliação desse arco inicial de apoio, com a implementação de um programa de unidade na gestão do partido. O registro da candidatura deve ocorrer até a próxima sexta-feira, 26, no sistema da sigla, sem ato público. Já as votações do Processo de Eleições Diretas (PED) para a direção do partido serão realizadas no dia 8 de setembro. “Por ora, estou dedicado a dialogar com todas as demais forças e filiados nos bairros”, acentua Guilherme para o Blog.

Programa Popular

Guilherme informa ainda que a prioridade da futura gestão na Capital deve ser a elaboração de um programa popular voltado para a consolidação de uma candidatura própria do PT, em Fortaleza, nas Eleições de 2020. Junto à essa elaboração, deve ser buscada a ampliação e o fortalecimento da campanha pela liberdade de Lula em todos os bairros da capital.

O petista também está empenhado na formação de uma forte chapa de candidatos a vereadoras e vereadores do partido, visando a duplicação da atual bancada do PT na Câmara Municipal.

Ainda para este Blog, Guilherme informou que seguirá denunciando o “golpe contra a democracia brasileira, montado por uma farsa que culminou no Impeachment, excluiu Lula da disputa, tenta criminalizar o PT e criou o ambiente propício para a eleição de Bolsonaro, nos trazendo a este momento de retrocessos inaceitáveis, com consequências gravíssimas no recrudescimento da pobreza e da desigualdade no País”.

(Foto – Divulgação)

Os 27 senadores “Paraíba” terão vergonha na cara e votarão contra Eduardo Bolsonaro?

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Do Blog de Reinaldo Azevedo, um texto que merece boas reflexões:

Paraíba”, segundo a entende o presidente Jair Bolsonaro, conta com 27 senadores. Precisamente um terço do Senado Federal. Se “Paraíba” fosse mesmo um ente, como quer o presidente, e do tipo necessariamente desprezível, segundo as suas palavras, a reforma da Previdência iria para o vinagre. É certo que o país passaria por sortilégios, mas Bolsonaro beijaria a lona primeiro. Ou quanto tempo seu governo sobreviveria a uma eventual derrota da reforma?

Não! Eu não estou aqui a defender que os 27 senadores das nove “Paraíbas locais” que formam a grande “Paraíba Nacional”, onde vivem pouco mais de 56 milhões de Brasileiros — 27% da população do país — votem contra a reforma para mostrar com quantos “nãos” se derruba um presidente. Mas, sim, estou aqui a cobrar que os nobres representantes dos Estados do Nordeste tenham vergonha na cara e honrem a população que os elegeu.

Como de hábito, Bolsonaro está a negar fatos indesmentíveis com aquela sua retórica torta e com a sua impressionante capacidade de dizer uma maçaroca de bobagens que não encontram nem a coerência do erro. Sim, isto é possível: há pessoas que dizem besteiras sistematizadas, que têm começo, meio e fim. Há tolices que são, por assim dizer, organizadas. As de Bolsonaro, vamos convir, nem essa qualidade apresentam porque ele não tem método nem para errar.

Negando, com uma cara-de-pau assombrosa, o que todos ouviram — chamou a Região Nordeste de “Paraíba”, em tom depreciativo, e recomendou a um ministro seu que puna a população do Maranhão por meio da retaliação ao governador, Flávio Dino (PCdoB) —, insiste agora na falácia de que tudo não passa de distorção da imprensa, no que é, obviamente, estimulado por um dos filhos, o sempre inefável Carlos Bolsonaro. De quebra, esse grande pensador da política resolveu atacar Rêgo Barros, o porta-voz, que organiza os encontros com a imprensa.

Bolsonaro nega que tenha dito o que disse, mas, no sábado, jogando papo-furado às portas do Alvorada, em conversa com jornalistas, a que estavam presentes também alguns apoiadores, afirmou que os governadores do Nordeste, que tratou como derrotados nas eleições de 2018 — Não! Eles foram eleitos também! —, resolveram se unir contra o seu governo. Ou por outra: não dá o braço a torcer, não se desculpa, não se redime. E continuou no ataque. E voltou a criticar o governador do Maranhão. É um assombro.

Os governadores da região emitiram uma nota de protesto. O mesmo fizeram as Assembleias Legislativas dos nove Estados nordestinos. Obviamente, isso é pouco. Ao presidente, basta que uns gatos pingados o aplaudam à porta do Palácio e se digam nordestinos, a exemplo do que se viu neste domingo, e o resto está resolvido. Não, não está.

É preciso que “Paraíba” dê uma resposta mais efetiva ao agravo. Cumpre lembrar, e já escrevi aqui, que, com a ordem passada a Onyx Lorenzoni, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade. E também incidiu na Lei 7.716, a que pune discriminação em razão de “raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Crimes que permanecerão impunes.

Mas é necessário, no entanto, que se dê uma resposta política ao presidente. Antes que continue, noto: o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) deveria renunciar à condição de líder do governo no Senado. Afinal, ele está entre os “paraíbas” de que Bolsonaro desdenha. É bom que saiba: é olhado com desprezo por aquele que chefia o governo de que é líder.

Votar contra a reforma da Previdência faria mal ao país, acho eu — pedindo vênia a quem pensa o contrário. Os 27 senadores de Paraíba têm o dever moral de dar um voto contra Bolsonaro, mas em favor do país. E como isso se realiza? Dizendo “não” à eventual indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil em Washington. Os senhores parlamentares darão uma resposta ao presidente, preservarão o Brasil do ridículo e evidenciarão que não se prestam à condição de capachos.

E isso tem de ser feito já. A votação, caso a indicação se faça, é secreta, o que não impede o parlamentar de declarar seu voto, a exemplo do que se viu na eleição de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência da Casa.

Que a população de “Paraíba” passe a exigir de seus 27 representantes no Senado um voto com vergonha na cara.

*Do Blog de Reinaldo Azevedo.

Evaristo Nogueira comemora desempenho de Ceará e Fortaleza, mas lança alerta às diretorias dos clubes

O narrador e comentarista esportivo Evaristo Nogueira, o “Vavá Maravilha”, da Rádio O POVO/CBN elogia o desempenho de Ceará e Fortaleza e lamenta derrocadas do Ferroviário e Floresta, este que não garantiu classificação para a Série C.

Ele comemora o feito do alvinegro, que, na Arena Castelão, meteu 2 a 0 no líder, Palmeiras, mas avisa: o Ceará precisa contratar um “matador”.

Já o Fortaleza, que arrancou um empate em Belo Horizonte na partida contra o Atlético (2×2), com sabor de vitória, precisa ter elenco, pois só raça não basta.

Confiança da indústria recua 1,7 ponto na prévia de julho, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria recuou 1,7 ponto na prévia de julho deste ano, na comparação com o número consolidado de junho, e chegou a 94 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. O dado foi divulgado hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

De acordo com a FGV, o recuo foi provocado pela avaliação dos empresários da indústria em relação ao presente e ao futuro. O Índice da Situação Atual, que mede o presente, recuou 2,5 pontos, para 94,1 pontos, o menor valor desde outubro de 2018 (93,4 pontos).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 0,9 ponto, para 93,9 pontos, o menor nível desde julho de 2017 (93,1 pontos).

O resultado preliminar de julho sinaliza aumento de 0,6 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 75,6%.

(Agência Brasil)

Fetrans promove palestras sobre Ecocondução

A Federação de Transportes de Passageiros do Ceará, Piauí e Maranhão (Fetrans) promove uma série de ações nas empresas de transportes de Fortaleza em comemoração ao Dia do Motorista, a ser celebrado no dia 25 próximo.

Durante a semana, colaboradores das empresas do setor participam de palestras sobre “Ecocondução (ou ecodriving)”.

As palestras acontecem por meio do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte com o objetivo de conscientizar a categoria sobre práticas que podem tornar a condução mais consciente, econômica e ecológica.

Roteiro de palestras

23/7

Empresa Vitória

Horário: 11h

24/7

Vega Transporte Urbano:

Horário: 9h30

25/7

Viação Urbana

Horário: 9h e 15h

26/7

Auto Viação São José

Horário: 9h e 15h

*Nesta manhã, houve plestra na Auto Viação Dragão do Mar

SERVIÇO

*Mais Informações: www.fetrans.org.br

(Foto – Divulgação)