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Fortaleza terá concentração “Fora Temer!”

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A Frente Brasil Popular realizará em todo o País, nesta sexta-feira, o “Dia Nacional de Mobilização – Fora Temer!”.

Em Fortaleza, haverá concentração, a partir das 15 horas, na Praça Luíza Távora, congregando partidos aliados da presidente afastada Dilma Rousseff e movimentos sociais.

A informação é do presidente regional do PT, DeAssis Diniz, que integra essa frente. A ordem é denunciar o “golpe” em que se transformou o processo de impeachment de Dilma.

Que tal um curso de coaching para seu negócio?

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A H2 Assessoria promoverá, neste sábado, a partir das 8 horas, no Seara Praia Hotel, o curso “Coaching Para o Meu Negócio”. Quem vai ministrar é a coach Haline Cordeiro. O curso tem a finalidade de promover e disseminar o uso do “Método Canvas”, que tem como principal objetivo estruturar um modelo inovador de plano de negócio, que dialoga com a lógica e com a emoção ao mesmo tempo.

O quadro do canvas, como também é conhecido, traz a metodologia Business Model You (BMYou) e a coach Helaine Cordeiro promete apresentar todo o conteúdo prioriando um plano de negócio pessoal.

“Para construir um bom plano de negócio pessoal temos que refletir sobre o que queremos, o que temos, e o que precisamos, incluindo os principais parceiros e recursos que tendemos a ignorar na busca por trabalho significativo. O Canvas vem nos ajudar a nos conhecermos e a perceber melhor quem somos e por que fazemos as coisas”, explica Helaine Cordeiro.

Perfil

Haline Cordeiro – Administradora, Especialista em Gestão de Pequenas e Médias Empresas (PMEs), Especialista em Engenharia da Produção e Mestre em Engenharia da Produção pela UFPB. Com Formação em Gestão de Políticas Públicas de Trabalho e Emprego (UNICAMP/Ministério do Trabalho). Professora e Coordenadora dos MBAs em Administração Pública, Liderança e Coaching, Gestão Empresarial e Logística do Centro Universitário Estácio do Ceará – FIC.

SERVIÇO

*Curso Coaching Para Seu Negócio Mais Importante: Eu/SA

*Horário: Das 8 às 17 horas

*Mais Informações e inscrições – 3273.3972.

35ª edição da Revista Entrevista será lançada na próxima quarta-feira

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Será lançada, na próxima quarta-feira (15), às 18 horas, no Centro de Humanidades II da Universidade Federal do Ceará, Campus Benfica, a 35ª edição da Revista Entrevista.

Na publicação, figuram cinco entrevistados de diversas áreas: Nereide Alves de Lima, pedagoga e líder comunitária no Pirambu; Reginaldo Rogério, marcador de quadrilha e organizador do Arraiá do Zé Testinha; Tia Cleide, cantineira do Centro de Humanidades II; Raquel Rigotto, professora de Medicina na UFC, e Jurandir Filho, empresário e podcaster.

A Revista Entrevista é realizada pelo professor orientador Ronaldo Salgado e pelos alunos Átala Souza, Brenda Albuquerque, Daniel Rezende, Erick Bruno, Frida Popp, João Gabriel, Lauriberto Pompeu, Mylena Gadelha, Rosiane Melo e Taís Barros.

 

Leônidas Cristino – Pedido de prisão de líderes do PMDB enfraquece o impeachment

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O deputado federal Leônidas Cristino (PDT) avaliou, em pronunciamento na Câmara, que o pedido de prisão de quatro líderes do PMDB foi “uma demonstração clara de que esse não tinha condições de assumir o governo”. O pedido de prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), tem como alvos os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, o ex-senador José Sarney e o presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha.

“Antes de qualquer manifestação de conteúdo partidário e ideológico, este é um momento singular da maior gravidade e extremamente preocupante”, observou Leônidas Cristino. De acordo com o deputado, a realidade destes fatos comprova o que já se anunciava na configuração de forças formada na calada da noite pelos articuladores do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Mas o tempo é o melhor professor. As lições da história chegam com rapidez proporcional à falta de legitimidade ou de visão por parte do grupelho que se apoderou do governo federal”, acrescentou Leônidas Cristino. “Agora está demonstrado o fato de que o açodamento no processo que levou ao afastamento da presidente eleita somente conduziria o País ao acirramento das crises política e econômica, sem perspectiva de solução”, disse ele.

Para Leônidas, cresceu a chance de, na votação do julgamento do mérito do pedido de impeachment, o Senado derrotar essa tese.

Conforme Leônidas Cristino, a presidente Dilma Rousseff, com a legitimidade do seu mandato popular, certamente, também, saberá aproveitar essa chance. “A experiência do afastamento imposto exige o reconhecimento sincero e honesto dos erros cometidos pelo governo. A correção desses erros deverá produzir, necessariamente, resultados objetivos na administração e sobretudo na conclamação à união das forças da democracia, único remédio para a superação da crise política e a cicatrização das feridas abertas por esse período de exceção”, disse.

Sindifort divulga nota se solidarizando com professores estaduais em greve

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort) e a Intersindical divulgam nota, nesta quinta-feira, em apoio à greve dos professores da rede estadual de ensino. Confira:

Nota de Solidariedade aos Professores em Greve

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza e a Intersindical – Central da Classe trabalhadora vêm publicamente solidarizar-se com os professores estaduais do Ceará, em greve há mais de 40 dias, bem como com os estudantes e pais que ocupam escolas e órgãos públicos, como a Secretaria de Educação do Ceará (Seduc).

Sabemos que o principal responsável pela greve é o governador Camilo Santana (PT), que se mostrou intransigente, levando não só os professores, mas outros segmentos do funcionalismo estadual à mobilização para a garantia de direitos elementares como reajuste salarial, melhores condições de trabalho e um serviço público de qualidade.

Deve-se lembrar que a atitude de descaso com os servidores e a população não é exclusiva do governador Camilo Santana. O prefeito Roberto Cláudio (PDT) age da mesma forma em Fortaleza, assim como antes Dilma Rousseff (PT) e agora Michel Temer (PMDB) agem a nível federal.

Há recursos para obras milionárias, caixa 2, corrupção, publicidade enganosa e pagamento de dívidas públicas imorais. Mas quando se trata de garantir aos servidores e à população os direitos elementares, o discurso é de crise. Como dissemos na Campanha Salarial dos servidores municipais este ano, não causamos a crise e não vamos pagar por ela.

Ao mesmo tempo que desrespeitam os servidores e à população e atacam direitos, os governos desfecham ataques contra o movimento social e tentam criminalizar lideranças e entidades, usando o Judiciário para que o Estado interfira na organização dos trabalhadores. Aqui em Fortaleza tivemos várias mobilizações de servidores suspensas pela justiça, com multas absurdas de até R$ 200.000,00 por dia. A greve dos professores também foi decretada ilegal. Não podemos continuar aceitando isso, enquanto juízes, desembargadores e o Ministério Público fecham os olhos para as várias leis que são descumpridas pelos governantes.

Está na hora dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos excluídos e explorados darem um basta nestes governos e neste sistema de fome, miséria, opressão e exploração.

Todo apoio à greve dos professores e demais segmentos do funcionalismo estadual!
Todo apoio á juventude e às escolas ocupadas!
Não à criminalização das lideranças e entidades do movimento social!
Pelo atendimento das reivindicações dos professores e estudantes!

Presidente da ABAD é contra a volta da CPMF

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Hora de braços cruzados contra esforços pró-CPMF.

O presidente da Associação Brasileira do Comércio Atacadista (ABAD), o cearense José do Egito, que participou, nessa quarta-feira, em Brasília, de almoço de lideranças empresariais com o presidente em exercício Michel Temer, no Planalto, é direto: todos estão contra a volta da CPMF.

No evento, foram entregues a Temer e sua equipe econômica pleitos voltados para reformas como a tributária e trabalhista.

Ambas, por sinal, polêmicas para um gestor que vive a interinidade de um poder ainda acossado pela Lava Jato.

Acidente com ônibus em São Paulo deixa 16 mortos e 18 feridos

“Dezesseis pessoas morreram e 18 ficaram feridas, quatro delas em estado grave, quando um ônibus que transportava estudantes da Universidade de Mogi das Cruzes para o litoral norte paulista capotou no quilômetro 84, logo após bater em uma rocha. Segundo o Corpo de Bombeiros, no local do acidente morreram 15 pessoas, entre elas o motorista. A décima sexta vítima morreu ao dar entrada no Pronto-Socorro do Hospital de Bertioga.

Os feridos foram encaminhadas para quatro hospitais: Pronto-Socorro de Bertioga (8); Santa Casa de Mogi das Cruzes (4); Pronto Socorro de Boissucanga (4); Hospital de Santo Amaro, no Guarujá (3).

A rodovia ficou interditada até as 7h de hoje (9). Além dos bombeiros, ajudaram no socorro às vítimas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) , do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). As causas que levaram o motorista a perder o controle da direção serão ainda apuradas, mas há informações de que a visibilidade estava prejudicada por neblina.”

(Agência Brasil)

Lava Jato – O sócio-fundador

Com o título “Sócio-fundador”, o jornalista Fábio Campos analisa, em seu espaço no O POVO desta quinta-feira, o caso do pedido de prisão de Sarney, Romero Jucá e Renan feito pela Procuradoria Geral da República e as expectativas que se voltam para o Supremo. Confira:

Rodrigo Janot, o procurador-geral da República, pediu a prisão de José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha. Os quatro são do PMDB. Deveria ter sido uma hecatombe na política. Não foi. Bom, a bola, mais uma vez, está com o Supremo Tribunal Federal, que se manteve em silêncio. O pedido de prisão vazou, mas suas justificativas continuam desconhecidas. A esperar por alguma manifestação da nossa Suprema Corte.

No Congresso, até a nova oposição, formada pelos partidos de esquerda, se posicionou de forma extremamente cautelosa quanto aos pedidos de prisão. É compreensível. Afinal, se o fundamento dos pedidos forem gravações machadianas já conhecidas, outros personagens podem ser enquadrados na mesma motivação (falas para barrar a Lava Jato).

As gravações de Aloízio Mercadante e Lula estão aí, disponíveis. Há nelas inequívocos trechos de manifestações de vontade de criar barreiras contra a Lava Jato. O fato é que uma onda de prisões não é boa notícia para os dois partidos (PT e PMDB) que foram os sócios majoritários no esquema de corrupção montado na Petrobras.

Nesse sentido, a história da Lava Jato ainda terá que ser muito bem contada. Certamente não vai faltar escritor para isso. Há muitos jornalistas já se documentando para lançar biografias contando os detalhas e as entranhas da operação policial e jurídica que já é parte da História do Brasil. Não vai faltar matéria-prima e nem personagens. Mocinhos e bandidos.

Como nasceu a Lava Jato? Pois é! É a pergunta que não vai calar. A resposta talvez seja mais complexa do que se espera. Há uma pista a respeita. Numa conferência nos EUA, o procurador Rodrigo Janot deu uma pista: “Não existiu um Mensalão e não existiu uma Lava Jato, mas sim toda uma operação conjugada, onde o mensalão foi uma parte do iceberg do que depois veio a ser descoberto”.

Trocando em miúdos, tratava-se de um método continuado. Um modo de agir. Um pensamento de governo. Tudo fez parte de um projeto de poder. Em vez de um governo de coalizão, fez-se um governo de cooptação. Em vez da política para manter a base, estabeleceu-se uma sociedade no esquema de propina. Portanto, o PMDB e os PPs da vida eram os culpados utilíssimos para formar a profícua parceria.

É sempre necessário colocar uma questão para entender o enredo por inteiro: de que forma um personagem como o deputado Eduardo Cunha (já tinha ficha corrida em 2007, quando operou pela primeira vez na estatal) exerceu tanta influência em grandes negócios da Petrobras? Ora, foi um poder concedido. Cunha recebeu aval político para agir e, claro, não se fez de rogado.

Por qual motivo Fernando Collor, um só senador, sem votos no Senado além do próprio, ganhou de presente o poder de mandar e desmandar na poderosa e milionária BR Distribuidora, gigante estatal que distribui combustíveis? Só há uma explicação: o homem é um profissional. Para os fins necessários, seu currículo era impecável. Certo?

Assaltos a cofres públicos na dimensão em que a coisa se deu não ocorrem sem que o comando do poder assim o queira. Havia um comando. Havia um sócio-fundador do esquema.

Policlínica de Sobral ganhará núcleo para atender crianças com microcefalia

foto onélia abrigo tia júlia

Nesta quinta-feira, às 10 horas, a primeira-dama do Estado, Onélia Leite, vai entregar, na Policlínica de Sobral (Zona Norte), o Núcleo de Estimulação Precoce. Será o quarto núcleo do gênero, que tem por objetivo atender crianças com distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor, como a microcefalia, paralisia cerebral, entre outros.

Com a  primeira-dama, estarão a vice-governadora Izolda Cela e a secretária executiva da Saúde, Lilian Amorim.

O Núcleo de Estimulação Precoce na Policlínica de Sobral está na 11ª Região de Saúde e engloba os municípios de Sobral, Alcântaras, Cariré, Catunda, Coreaú, Forquilha, Frecheirinha, Graça, Groaíras, Hidrolândia, Irauçuba, Ipu, Massapê, Meruoca, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Pires Ferreira, Reriutaba, Santana do Acaraú, Santa Quitéria, Senador Sá, Uruoca e Varjota.

 

Lava Jato – Cúpula do PMDB teria combinado versões

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Rodrigo Janot

“O pedido de prisão de integrantes da cúpula do PMDB feito pela Procuradoria-Geral da República aponta que eles combinavam verses de defesa e estratégias para evitar serem alcançados com o avanço das apurações da Operação Lava Jato.

Segundo a Folha apurou, a ideia seria costurar as defesas do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), alvos dos pedidos de prisão, e impedir que o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, colaborasse com as apurações.

Há ainda indícios de que seriam produzidos documentos para tentar maquiar os desvios na gesto de Machado. De acordo com o ex-presidente da Transpetro, Renan, Sarney e Jucá teriam recebido R$ 70 milhões da subsidiária da Petrobras. O objetivo seria, se não impedir, dificultar a ação de órgãos de controle.

A base dos pedidos de prisão são as gravações dos peemedebistas feitas por Machado, repassadas Procuradoria e que começaram ser reveladas pela Folha. Também foram entregues documentos que comprovariam movimentações financeiras. Nem todos os áudios em poder da PGR foram divulgados.

Os investigadores argumentam ter optado pelo pedido de prisão devido avaliação de que apenas o afastamento de Renan e Jucá do Senado no surtiria efeito para impedir prejuízo s apurações da Lava Jato. Em relação a Renan, o pedido de afastamento da presidência do Senado foi uma alternativa colocada por Janot ao Supremo Tribunal federal, caso a prisão no seja acolhida pela corte.

Os procuradores também argumentam que os diálogos captados demonstram interesse do trio em mudar a decisão do Supremo que prevê a prisão de condenados a partir da segunda instância. Em algumas conversas gravadas, os envolvidos criticam ministros do tribunal por seus votos no julgamento.

Em seus depoimentos de colaboração com a Procuradoria, Machado e seus três filhos relataram suposto esquema de desvio de recursos e pagamento de propina da Transpetro. Eles entregaram documentos sobre as operações, feitas via um fundo no exterior, e uma lista com o detalhamento das empresas envolvidas com contratos fraudulentos na subsidiária.

Os contratos de prestação de serviços da Transpetro, de acordo com o relato de Machado, rendiam propina de 3%. Nos estaleiros, a propina ficava entre 1% e 1,5%.

Os valores seriam acertados diretamente por Machado com os empreiteiros. Os peemedebistas receberiam os recursos em dinheiro vivo ou por meio de doações legais de fornecedoras da Transpetro. Renan e Jucá já são investigados na Lava Jato. O presidente do Senado alvo de nove inquéritos e Jucá de dois.

A delação de Machado também cita senadores e deputados de outros partidos que teriam recebido recursos de fornecedoras da Transpetro. Um deles o da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). A informação foi antecipada pelo “Globo” e confirmada pela Folha.

A deputada teria pedido ajuda a Machado para sua campanha. A reportagem no conseguiu contato com ela na noite desta quarta (8).

OUTRO LADO

Os políticos que foram alvo do pedido de prisão negam irregularidades e que tenham recebido propina.

Sobre a combinação de verses de defesa e estratégias, como aponta a Procuradoria-Geral da República, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou que a “a chance de ter acontecido isso zero”. Renan tem afirmado que no praticou nenhum ato que pudesse ser interpretado como tentativa de obstruo Justiça.

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP), afirmou que a verso da PGR “fantasiosa”. Segundo Kakay, Sarney no era investigado na Lava Jato e no tinha preocupação com o assunto.

(Com Agências)

Camilo Santana visitará obras do São Francisco pensando no Cinturão das Águas

foto camilo santana governador

Da Coluna Vertical, do O POVO desta quinta-feira:

O governador Camilo Santana (PT) vai integrar, nesta sexta-feira, a comitiva do ministro Helder Barbalho, da Integração Nacional, que visitará as obras da transposição das águas do rio São Francisco. Ele quer conferir de perto o andamento de um projeto que, segundo o governo federal, já superou os 85% de obra executada.

Mas Camilo quer mais. Leva debaixo do braço um cronograma completo das obras do Cinturão das Águas, por onde deverá entrar a bendita água franciscana em território cearense.

O governador cobrará a liberação de R$ 619 milhões autorizados e que garantirão a conclusão de pelo menos a primeira etapa – 149 km, de um arrojado canal que prevê levar água até o açude Orós e, futuramente, para o Complexo Industrial do Pecém.

 

Petrobras vai vender terminal de gás do Ceará

PECÉM, CE, BRASIL, 22-10-2013: Terminal de gaseificação e navio Golar Spirit no Pecém. Porto do Pecém. (Foto: Fábio Lima/O POVO)

“A Petrobras confirmou o processo de venda do terminal de gás natural liquefeito (GNL) que possui no Estado, na planta do Porto do Pecém, e a termelétrica Ceará ligada a ela. A capacidade total da usina de regaseificação é de mais de sete milhões de metros cúbicos por dia.

Conforme O POVO apurou, uma das interessadas na compra do ativo seria a espanhola Enel, controladora da Companhia Energética do Ceará (Coelce). Em nota, a Enel afirma que “acompanha a evolução do mercado de energia brasileiro de forma geral, mas não está focada em um ativo específico”.

Também está à venda o ativo que a Petrobras possui no Rio de janeiro, que tem capacidade de regaseificação de 20 milhões de metros cúbicos por dia. Em ambas as usinas, conforme nota da Petrobras ao mercado, estão interessadas a americana Cheniere Energy e a francesa Engie. Segundo informações do Valor Econômico, também estão na disputa a japonesa Mitsui e a espanhola Gas Natural Fenosa. No mercado, conforme o Valor, os terminais são avaliados em cerca de R$ 1 bilhão.

“Até o momento, não há qualquer acordo firmado que confira segurança quanto à conclusão da transação, nem liberação por parte da diretoria executiva ou do conselho de administração da Petrobras”, disse a Petrobras.

A nova política de venda de ativos que não trazem retorno econômico para dirimir a dívida Petrobras foi anunciada pelo novo presidente da companhia, Pedro Parente, na posse em 1º de junho.”

(O POVO

Auditor do TCU diz que práticas fiscais do governo Dilma foram atos “graves”

Segunda testemunha a falar na Comissão Processante do Impeachment, o auditor fiscal do Tribunal de Contas da União (TCU), Antônio Carlos Costa D’ávila, disse nessa quarta-feira (8) que as práticas fiscais pelas quais a presidente afastada Dilma Rousseff está sendo processada não se comparam ao que foi cometido pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.

Em vários momentos o auditor evitou emitir juízo sobre o cometimento ou não de crime por parte da presidente afastada, mas reiterou diversas vezes que ela praticou atos “graves” e com decorrências “mais graves ainda”.

Convidado a depor pela acusação, o auditor contrariou a tese da defesa de Dilma de que a edição dos decretos de suplementação orçamentária e o atraso no pagamento a bancos públicos pelos repasses de programas sociais eram praticas comuns e aceitas em todos os governos.

“O que foi identificado na auditoria de 2014 não se compara ao que aconteceu antes no governo Lula, primeiro e segundo mandatos, e no governo Fernando Henrique”, afirmou D’ávila, que participou da auditoria que resultou na rejeição das contas da presidenta pelo TCU em 2014.

O auditor destacou que, ao identificar que não conseguiria cumprir a meta de superávit fiscal prevista para 2015, o governo deveria ter comunicado a situação ao Congresso Nacional e pedido autorização para editar decretos de suplementação orçamentária.

“O correto, no meu ponto de vista, para alterar aquela situação era que o Executivo entrasse em contato com o Legislativo e dissesse: ‘olha a situação é essa e eu não posso suplementar. Mas se você achar que devemos suplementar, que despesas devemos cancelar?’”, acrescentou.

(Agência Brasil)

Firjan: manutenção da Selic em 14,25% mostra que inflação ainda está resistente

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central , de manter pela sétima vez consecutiva a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano, mostra que a inflação ainda está resistente., de acordo com a avaliação da Federação da Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Em nota divulgada na noite dessa quarta-feira (8), o Sistema Firjan destaca que “a recente mudança de postura quanto à política fiscal, na direção de maior controle dos gastos públicos, é uma sinalização importante de menor pressão sobre os preços, mas, na prática, precisa se confirmar”.

O Sistema Firjan entende que a efetivação das medidas anunciadas pelo novo governo no campo fiscal é pré-condição para o início de um ciclo de redução da taxa Selic. Essa dinâmica será decisiva não só para a inflação, como também para a retomada do crescimento econômico, que por sua vez terá papel fundamental, inclusive para o equilíbrio das contas públicas, acrescenta o comunicado.

(Agência Brasil)

Anatel deve discutir limitação da internet com governo e sociedade

“A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai pedir contribuições a diversas entidades do governo e da sociedade civil sobre a possibilidade de as prestadoras de internet estabelecerem uma franquia de dados para o serviço de banda larga fixa. Também serão realizadas reuniões públicas com especialistas para debater o assunto.

As medidas foram aprovadas hoje (8) pelo Conselho Diretor da agência, em circuito deliberativo. A proposta foi do conselheiro relator da matéria, Otavio Luiz Rodrigues Junior.

Por determinação da Anatel, as prestadoras com mais de 50 mil assinantes estão proibidas de reduzir a velocidade de transmissão de dados, suspender o serviço ou cobrar tráfego excedente após o esgotamento da franquia de banda larga fixa, ainda que essas medidas estejam previstas no contrato ou plano de serviço. A proibição vale por tempo indeterminado, até que a Anatel tome uma decisão sobre o assunto.

As contribuições sobre os limites para a banda larga fixa serão solicitadas ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, ao Ministério Público Federal, à Secretaria Nacional do Consumidor, além de entidades como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Associação Brasileira de Defesa do  Consumidor (Proteste), Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Comitê Gestor da Internet (CGI.Br), Associação Brasileira de Internet (Abranet), Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abrint) e Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil). Também serão ouvidos especialistas em direito, economia e tecnologia.

As contribuições recebidas pela Anatel serão encaminhadas para um grupo formado por três superintendências da agência (Planejamento e Regulamentação, Competição e Relações com os Consumidores). Esse grupo ficará encarregado de fazer uma análise técnica sobre o tema.”

(Agência Brasil)