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Governo terá subsecretaria para escolas militares, diz ministro

O ministro da Educação, Vélez Rodríguez, disse hoje (1º) que será criada uma secretaria para cuidar de iniciativas das escolas cívico militares. Ele enfatizou que não se trata de “militarização” e que o custo de expansão do modelo “não sairia muito caro”.

“Por que não apoiar isso, se está dando certo? Não é coisa que saia muito cara não. Os modelos em desenvolvimento partem de colégios já estabelecidos que pedem ajuda à gestão cívico-militar. [Haverá uma] subsecretaria que cuidará disso”.

De acordo com Rodríguez, o modelo “traz de benefício à disciplina, as crianças terem uma educação para cidadania”. A ideia de ter colégios militares em todas as capitais do Brasil até 2020 já constava no programa de governo de Jair Bolsonaro.

O chefe da pasta da Educação também defendeu o modelo de universidade pública paga por quem tem condições financeiras para tal e citou o que acontece na Colômbia, seu país de origem.

“Cobrar uma taxa das universidades públicas não seriam uma coisa de outro planeta. Na Colômbia, universidade pública é paga por meio de declaração de renda. Se você não tem dinheiro, o governo te dá bolsa. Se você é classe média paga uma quantia simbólica e se você é rico, paga.”

Ele antecipou, no entanto, que a questão deverá ser discutida pelo Poder Legislativo. “Mas tudo deve ser debatido com calma no Congresso Nacional, com a sociedade e com a comunidade acadêmica. Não é uma coisa que vai cair como num raio do céu.”

(Agência Brasil)

Restrições de Bolsonaro a jornalistas têm toque de chavismo

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Em artigo sobre a relação governo/imprensa, o jornalista Érico Firmo aponta que “não atentam os governantes, ou fingem não saber, que os jornalistas não trabalham para si próprios. Não querem informação por curiosidade, mas para levar ao público”. Confira:

Nunca em uma posse presidencial em tempos democráticos os jornalistas tiveram tantas restrições para trabalhar. Além da circulação restrita, profissionais tiveram de levar comida em sacos plásticos para lanches ao longo da demorada jornada. Afinal, não havia lugar para servir comida.

As medidas são evidente retaliação do novo governo, incomodado com o noticiário da imprensa. Misto de infantilidade, autoritarismo e intolerância à crítica. Isso é coisa que remete à Venezuela, ao chavismo, que Jair Bolsonaro (PSL) tanto renega.

O PT também não gostava da cobertura dos jornalistas. Chamavam a imprensa de golpista.

Olha, a imprensa comete erros e excessos, sem dúvida. Deve ser exercida a crítica e a autocrítica. Porém, isso não é motivo para restringir a liberdade. Não há melhor remédio aos vícios do jornalismo que mais jornalismo, que mais imprensa livre.

Não atentam os governantes, ou fingem não saber, que os jornalistas não trabalham para si próprios. Não querem informação por curiosidade, mas para levar ao público. Quando a ação dos jornalistas é restrita, é a informação que chega ao público que fica limitada.

Resta como opção alguns veículos escolhidos, a comunicação oficial, os perfis dos próprios governantes. O velho e carcomido expediente de escolher quem tem a informação. Modo de tentar controlar a informação, na esperança de restringir a crítica. Outras infantilidade.

Ignora Bolsonaro, ou finge não saber, que assume a gestão de algo que é público. O Estado não é dele. Apenas a ele foi delegada a responsabilidade de administrá-lo. Os governantes que isso ignoraram incorreram nos maiores erros.

Os governantes se incomodam, mas o dever do jornalismo é mesmo de incomodar. De apontar os problemas, de levantar questões. Não é, nunca foi e nunca será papel de jornalista agradar ao poder. Como disse Millor Fernandes: “Quem se curva aos poderosos mostra o traseiro aos oprimidos”.

Érico Firmo

Jornalista do O POVO.

Bolsonaro editará decreto com salário mínimo em R$ 998 ainda hoje, diz Casa Civil

O presidente Jair Bolsonaro assinará ainda hoje decreto fixando o salário mínimo em R$ 998, informou o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Jorge Antônio de Oliveira Francisco.

Em dezembro, a estimativa era de que o valor do salário mínimo ficaria abaixo dos R$ 1.006 aprovados no Orçamento deste ano. Isso porque o reajuste segue fórmula que considera a inflação que, nos últimos meses, veio abaixo do esperado. O salário mínimo hoje é de R$ 954. Pela regra, o valor é reajustado pela inflação medida pelo INPC, mais o crescimento do PIB de dois anos anteriores – foi de 1% em 2017.

No orçamento, o governo projetou uma alta de 4,20% no índice, mas a variação acumulada em 12 meses até novembro está em 3,56%. Além disso, será adicionado um valor residual de R$ 1,75 porque o INPC em 2017 ficou acima do que foi considerado na definição do mínimo deste ano.

O aumento menor do que o autorizado no Orçamento abrirá espaço no caixa, já que cada R$ 1 de elevação no mínimo implica em R$ 302,8 milhões nos gastos da União. Dois terços dos benefícios previdenciários são corrigidos pelo mínimo, assim como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a pessoas com deficiência e idosos com mais de 65 anos que comprovem ter renda familiar abaixo de um quarto do mínimo por pessoa.

(Agência Estado)

Pelo Twitter, Trump cumprimenta Bolsonaro pela posse

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parabenizou hoje (1º) o presidente da República, Jair Bolsonaro, pela posse no cargo. Por meio de uma mensagem publicada no Twitter, Trump disse que os Estados Unidos estão com Bolsonaro.

“Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro, que fez um grande discurso de posse. Os Estados Unidos estão com você”, disse Trump.

Após a publicação da mensagem, também pelo Twitter, Bolsonaro agradeceu o apoio do presidente norte-americano. “Senhor presidente Trump, agradeço suas palavras de apoio. Juntos, sob a proteção de Deus, traremos mais prosperidade e progresso para nossos povos!”, afirmou.

Trump não veio ao Brasil para acompanhar a posse de Jair Bolsonaro, mas enviou o secretário de Estado, Mike Pompeo, para representá-lo.

(Agência Brasil)

Michelle Bolsonaro faz discurso surpreendente em libras

Com um discurso surpreendente em todos os aspectos, desde a quebra de protocolo ao uso de libras, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, 38, tornou-se atração na posse do presidente Jair Bolsonaro.

Integrante do Ministério de Surdos e Mudos da Igreja Batista Atitude, Michelle inverteu os papéis com a intérprete em libras, que passou a pronunciar o que a primeira-dama sinalizava.

“Gostaria de me dirigir à comunidade surda (…) vocês serão valorizados”, afirmou Michelle, que é filha de cearense de Crateús.

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro diz que irá acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais

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Com um discurso inflamado, o presidente Bolsonaro disse que irá “acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais”.

Em um outro momento, Bolsonaro declarou que “por muito tempo o país foi governado atendendo a interesses partidários, que não os dos brasileiros”, ao apontar que irá restabelecer a ordem no país.

Bolsonaro recebeu a faixa presidencial de Michel Temer, que, após a solenidade, deixou Brasília. A família já havia desocupado o Palácio do Jaburu, que deverá ser a residência do vice-presidente Hamilton Mourão.

(Fotos: Reprodução)

Camilo toma posse e diz que manterá diálogo e portas abertas às críticas construtivas

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O governador Camilo Santana tomou posse do segundo mandato, na tarde desta terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa do Ceará, onde assegurou manter o diálogo aberto para melhorias da gestão, além do recebimento de críticas construtivas.

Em um breve discurso, Camilo afirmou que seguirá trabalhando para um Ceará mais justo, fraterno e desenvolvido.

Camilo Santana convidou todos os presentes para o Palácio da Abolição, onde deverá anunciar mais nomes do secretariado.

(Fotos: Reprodução)

Camilo chega à Assembleia Legislativa para tomar posse do segundo mandato

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), chegou neste momento à Assembleia Legislativa, onde tomará posse de seu segundo mandato à frente do Governo do Estado.

Minutos antes, o ex-governador Ciro Gomes também chegou chegou ao Legislativo Estadual para acompanhar a cerimônia.

Já o ex-governador Cid Gomes deixou a Câmara Municipal de Fortaleza, há cerca de meia hora, na companhia do prefeito Roberto Cláudio, onde ocorreu a posse do vereador Antonio Henrique à frente da Mesa Diretora.

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro já é, de fato, presidente do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro tomou posse do cargo, há pouco, em solenidade no Congresso Nacional, presidida pelo senador cearense Eunício Oliveira.

Em seu discurso, Bolsonaro agradeceu estar vivo, após atentado a faca durante a campanha, e se disse fortacido e agradecido ao povo brasileiro. Assegurou que governará com a população, contra a corrupção, contra a violência e contra a submissão.

Disse ainda que governará ouvindo o povo para as futuras gerações. “O Brasil voltará a ser um país livre das amarras ideológicas”, observou.

Afirmou que irá trabalhar pela qualidade da educação, contra a formação de militância política nas escolas. Falou ainda que o cidadão terá o direito de se defender, ao lembrar que o referendo de 2005, quando 63% dos brasileiro pediram o retorno das armas.

(Foto: Reprodução)

Antônio Henrique diz que é preciso respeitar a história da Câmara Municipal de Fortaleza

Olhar para o passado para construir o futuro. Com esse discurso, o vereador Antonio Henrique (PDT) tomou posse da Presidência da Câmara Municipal de Fortaleza, na tarde desta terça-feira (1º), para o mandato 2019/2020. A solenidade contou com as presenças do prefeito Roberto Cláudio e do senador Cid Gomes, ambos do PDT.

Antonio Henrique destacou o trabalho exercido pelo ex-presidente Salmito, voltado para a cidadania e transparência administrativa. “Um trabalho que dever ter continuidade, melhorando aquilo que for necessário”, disse.

O novo presidente do Legislativo de Fortaleza também destacou ainda os ex-presidentes Walter Cavalcante, Acrísio Sena, Tim Gomes e José Sarto, todos integrantes da nova composição da Assembleia Legislativa, período 2019/2022, além de Salmito.

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro – Eunício pede unificação e pacificação do país

O presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira (MDB-CE), comandará a sessão de posse do presidente Jair Bolsonaro, na tarde desta terça-feira (1º), em Brasília.

“Que ele (Bolsonaro) unifique o Brasil e governe para todos os brasileiros, que faça o desenvolvimento do país e que a sociedade seja pacificada”, comentou Eunício, há pouco, logo após chegar ao Congresso Nacional.

(Foto: Reprodução)

O que esperar de 2019

Em artigo na Folha de S.Paulo desta segunda-feira (1º), o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes diz que torce “que as coisas possam melhorar e até acho que melhorarão ainda que modestamente”. Confira:

Para quem, como eu, tem o coração ligado na vida do povo, é inevitável a percepção de que as esperanças da maioria dos brasileiros se renovaram; em larga escala pelo encontro sazonaldo início de um novo ano com a posse de um novo governo. Estas energias, ainda que algo supersticiosas ou meramente psicológicas, não são estéreis. Podem ajudar muito a construir coisas práticas na direção da sofrida agenda nacional.

Não seria eu a botar areia neste sentimento. Torço genuinamente que as coisas possam melhorar e até acho que melhorarão ainda que modestamente.

É que, pouco importam as ficções de contagem do tempo tão necessárias à nossa psicologia humana,o problema de partida em nosso País é objetivamente muito difícil e grave. A política pode produzir rupturas, reorientações, e rumos novos. Mas não por si ou por qualquer fatalismo como o que deriva da mera troca de governo.

É preciso diagnostico correto, terapêutica bem administrada, equipe, disciplina, bons ventos exteriores, bom equilíbrio entre autoridade e habilidade políticas, senso de urgência e… compromisso! Uma pitada de sorte é sempre bem-vinda.

Nesta conjunção reside minha descrença objetiva em grandes mudanças. Alguns números : 13 milhões de pessoas desempregadas, 17 milhões de pessoas vivendo de bico na informalidade, 63 milhões de pessoas com nome sujo no SPC, endividamento empresarial recorde, déficit público de R$130 bilhões de reais, dívida pública superior R$5,2 trilhões de reais, um quarto disto vencendo em poucos dias; 63.800 homicídios nos últimos 12 meses, 60.000 estupros no mesmo período, dengue, chikungunya, malária e sarampo epidêmicos e um grave problema de atenção básica de saúde agravado pela saída dos médicos estrangeiros.

Em resumo, estes são alguns dos números que desenham provavelmente a mais aguda crise sócio econômica da história moderna do Brasil. Para qualquer um, a reversão deste quadro não seria fácil. Para quem permitiu a percepção simplificada ao extremo dos problemas e se deixou ver como capaz de resolver tudo a golpes de frases feitas ou de uma radicalizada retórica que mistura moralismo com ideologia estreita…Eis as razões de meus temores.

Realisticamente, para alguém com minha experiência, talvez a palavra correta em relação ao cenário de 2019, seja uma grande interrogação! ninguém sabe, a meros momentos do inicio do novo governo o que vai ser. Nenhuma proposta concreta, nenhum dialogo sistemático com a intrincada federação politica do País, e os primeiros escândalos já tem o velho tratamento de antanho : “fiz mas eles (PT) fizeram também “.Familiares apontando potencial escandaloso também é história velha. Assim como a relativização de valores com que se olham a si e aos adversários.

A equipe é, para dizer o mínimo, inexperiente. O mais importante assessor não tem um dia sequer de vivência no setor público. Outros… bem, há os que fraudam mapas para privilegiar interesses econômicos, e aqueles que já se apresentam com práticas questionáveis. O diagnóstico, travado por um liberalismo tosco, é, para dizer pouco, equivocado.

Depois de afundarmos na terapêutica Dilma Temer, alguma reversão é de se esperar. Que venha, nosso povo precisa e merece. Mas o potencial de confusão, por esta mistura de graves problemas, grave incompetência e despreparo, equipe fraca e desconhecimento do País me permitem apostar mais na sorte…Que ela ajude nosso Brasil!

Uma palavra sobre a oposição, neste quadro. É preciso evitar o oportunismo rasteiro e demagógico; atrair o governo para o jogo democrático, força-lo a atuar dentro da institucionalidade, oferecer alternativas praticas ao equívocos sem negar a complexidade dos problemas muito menos explorar as muitas contradições derivadas da retorica tosca . A cada bobagem, uma proposta! E fiscalizar sem tréguas.

Ciro Gomes

Público já está na Praça dos Três Poderes para posse de Bolsonaro

O público que acompanhará a posse presidencial já está se concentrando em frente ao Palácio no Planalto. Os populares estão na Praça dos Três Poderes. A maioria está vestida com camisas verde e amarela e com bandeiras do Brasil. No local, as pessoas poderão acompanhar o primeiro pronunciamento à nação de Jair Bolsonaro, após receber a faixa presidencial.

A cerimônia está marcada para o início da tarde de hoje (1º), com atos no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Itamaraty. Acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente eleito deixará a Granja do Torto, por volta das 14h10, seguindo para a Catedral de Brasília, na Esplanada dos Ministérios, onde se encontrará com o vice-presidente Hamilton Mourão.

Na Catedral, acontece a troca de carros e se inicia o deslocamento dos dois casais, em veículos separados, até o Congresso Nacional. No trajeto, que deve durar cerca de 10 minutos, a comitiva presidencial é acompanhada por policiais a pé, por batedores da Polícia do Exército e pelo 1º Regimento de Cavalaria de Guardas – Dragões da Independência.

A sessão solene de posse de Bolsonaro será aberta às 15h, pelo presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE). Nesta sessão, Bolsonaro assume o compromisso de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

O juramento é seguido do primeiro discurso de Bolsonaro como 38º presidente do Brasil. Parlamentares e convidados participam da solenidade que deve durar cerca de 45 minutos e acontece no plenário da Câmara dos Deputados. Na saída do Congresso, Bolsonaro acompanhará a execução do Hino Nacional, a salva de 21 tiros de canhão e a exibição da Esquadrilha da Fumaça, bem como passará em revista às tropas.

Bolsonaro e Mourão, acompanhados das respectivas esposas, subirão a rampa do Palácio do Planalto por volta das 16h20. Serão recebidos pelo presidente Michel Temer e pela primeira-dama Marcela Temer. Todos seguirão para o parlatório. Depois de passar a faixa presidencial, Temer e a primeira-dama se despedem do Palácio do Planalto.

Já com a faixa presidencial, Bolsonaro se dirigirá à nação, em um pronunciamento de aproximadamente 30 minutos, que será acompanhado pelo público presente na Praça dos Três Poderes. Após o discurso, o presidente vai para o Salão Nobre onde receberá os cumprimentos dos convidados e dará posse aos 22 ministros. O ato é seguido da fotografia oficial. A partir das 18h30, o casal Bolsonaro receberá os convidados em um coquetel no Palácio Itamaraty.

acompanhem a posse na Esplanada. Mais de 2,6 mil policiais militares trabalharão na região, junto com agentes do Exército, Polícia Federal, Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e Detran.

(Agência Brasil)

Coronel Andrade Mendonça aceita convite para ser chefe da Casa Militar no Governo Camilo

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Coronel Andrade Mendonça, que atualmente ocupa o cargo de assessor de comunicação social da Polícia Militar do Ceará, recebeu convite do governador Camilo Santana (PT) para ocupar o cargo de chefe da Casa Militar. A informação foi dada pelo próprio coronel, ao O POVO Online, na manhã desta terça-feira, 1º.

Segundo o coronel, o convite foi feito na tarde desta segunda-feira, 31 de dezembro. Em conversa com O POVO Online, ele considerou uma honra estar à frente de um cargo de confiança do Governo do Estado: “Eu me sinto honrado em ter sido convidado para essa missão por parte do governador, em assumir o compromisso, primeiramente, de lealdade ao governador Camilo e ao Estado”.

A Casa Militar tem como missão garantir e zelar pela integridade pessoal dos titulares do Poder Executivo Estadual e seus familiares, bem como de autoridades e dignitários em visita oficial ao Estado do Ceará, e ainda, articular informações estratégicas junto às entidades governamentais e sociedade civil, contribuindo com as demais Secretarias de Estado, a fim de propiciar o exercício do Poder Executivo.

(O POVO Online / Repórter Izadora Paula)

Cearense de Várzea Alegre entre os milionários da Mega da Virada

Um cearense de Várzea Alegre, no Cariri, está entre os 52 novos milionários da Mega da Virada, que na noite dessa segunda-feira (31) sorteou R$ 302 milhões, cabendo a cada sortudo a quantia de R$ 5,8 milhões.

Os números sorteados foram: 05 – 10 – 12 – 18 – 25 e 33.

A quina pagará R$ 6,6 mil a cada um dos 7.688 apostadores, enquanto a quadra pagará R$ 240.

Morre atriz Etty Fraser aos 87 anos

A atriz Etty Fraser, de 87 anos, morreu em São Paulo após ficar internada em decorrência de complicações cardíacas e pulmonares. Ela ficou conhecida no teatro, na TV e no cinema por interpretações e também por um programa de culinária que se tornou famoso.

A morte da atriz foi confirmada pelo ator e amigo dela Odilon Wagner nas redes sociais.

Filha de mãe judia polonesa e pai escocês protestante, Etty estudou no Reino Unido e pretendia ser professora de inglês. Mas, segundo contava, apaixonou-se por Shakespeare e pela interpretação, mudando radicalmente seus planos.

(Agência Brasil)

Expectativa é de economia liberal na Era Bolsonaro, dizem especialistas

O governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL), deve conduzir uma agenda econômica com ações para reduzir despesas governamentais e estimular o crescimento. Deverá dar atenção a demandas “conservadoras” de aliados e eleitores, mas agirá com pragmatismo político para que suas propostas sejam aprovadas no Legislativo e obtenha bons resultados.

A avaliação é de intelectuais ouvidos pela Agência Brasil. O sociólogo Simon Schwartzman, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1994-1998), diz que na área macroeconômica as prioridades estão bem definidas: “Reforma da Previdência, medidas para redução do déficit público, abertura da economia”.

Para Antônio José Barbosa, professor de História Contemporânea da Universidade de Brasília (UnB), o novo governo, sob o ponto de vista político e econômico, será “liberal”, disse ao lembrar da promessa de Bolsonaro “em cumprir a Constituição Federal” e da decisão de escolher Paulo Guedes, “com carta branca”, para o Ministério da Economia.

Prioridades

Para Barbosa, o novo presidente fará “acenos” ao eleitorado conservador preocupado com os “costumes”, mas deverá dar prioridade à economia. “Ele é inteligente e sabe que o ponto central é a economia que criar milhões de empregos.”

O historiador analisa que, assim como Bolsonaro, os ministros serão pragmáticos. “O novo ministro da Educação [Ricardo Vélez Rodríguez] rapidamente vai compreender que a realidade é muito mais ampla”, disse.

Simon Schwartzman espera que, para melhorar a formação escolar e aumentar a produtividade da força de trabalho qualificada, o novo governo avance “na implementação da reforma do ensino médio e na melhoria da qualidade da educação básica, aperfeiçoando a implementando a Base Nacional Curricular Comum e apoiando e ampliando as experiências bem-sucedidas de educação pública de qualidade”.

Modelo Novo

A adoção de medidas econômicas, da pauta social, como educação, e a “agenda de costumes”, a serem propostas pelo novo governo, vai depender do relacionamento com o Congresso Nacional, onde ainda não dispõe de maioria para aprovar reformas constitucionais (3/5 de votos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, em votações em dois turnos).

O cientista político Lúcio Rennó, da UnB, autor de estudo sobre o reposicionamento conservador dos brasileiros nas eleições de outubro deste ano, destaca a força que as lideranças partidárias têm na Câmara e no Senado.

“Questões transversais não têm como não ser negociadas sem essas lideranças”, ponderou. Ele lembra que as regras de funcionamento do Congresso nas últimas eleições “fortalecem os partidos”, por isso “suas estruturas institucionais não poderão ser ignoradas”.

Para o especialista, é possível que o novo governo adote uma forma inédita de relacionamento com as lideranças partidárias. Em substituição à política baseada em troca de apoio, por meio de cargos e recursos do Orçamento, o Palácio do Planalto orientaria as negociações para que avancem com a maior participação das lideranças, também responsáveis pela concepção e elaboração das propostas. “Essa construção conjunta seria um modelo novo.”

(Agência Brasil)

Camilo e Izolda tomam posse em novo mandato nesta terça-feira

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O governador Camilo Santana (PT) tomará posse às 14 horas desta terça-feira, durante sessão solene na Assembleia Legislativa. Com ele, a vice-governadora Izolda Cela (PDT).

A cerimônia será presidida por Zezinho Albuquerque (PDT), atual presidente da Casa, e que se tornará secretário das Cidades na nova gestão do petista.

Camilo entregará sua declaração de renda, dentro do que exige o protocolo,  e fará um discurso breve na ocasião.

Em seguida, Camilo se deslocará para o Palácio da Abolição,onde dará posse ao seu novo secretariado. Ali, ele fará um discurso mais longo para expor as metas da nova gestão.

DETALHE- A posse do governador coincide com o horário de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Os governadores do Nordeste, em sua maioria, não participarão da posse de Bolsonaro, em Brasília.

(Foto – Divulgação)