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Ministro das Comunicações vê Congresso como maior obstáculo para busca de saída para o País

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O ministro das Comunicações, André Figueiredo, avaliou, nesta segunda-feira, as manifestações contra o Governo Dilma como”legítimas”. Ele disse, no entanto, que o conteúdo dos atos precisarão ser avaliados.

André só lamentou certa criminalização da classe política em meio às manifestações. Ele destacou ainda o clima pacífico e observou que cabe ao Governo adotar medidas que façam o Pais voltar ao crescimento.

O ministro descartou o impeachment da presidente Dilma Roussef, o que foi pedido nas manifestações, mas reconheceu: o Congresso, hoje, é um dos obstáculos para uma agenda positiva do governo. “Esperamos que o Congresso tenha sensibilidade para isso, mas reconheço que está difícil!, acentuou André Figueiredo, antes de retornar para Brasília.

Líder do Governo diz que predominou a “direitização” nas manifestações desse domingo

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O líder do Governo na Câmara dos Deputados, petista José Nobre Guimarães, disse, nesta segunda-feira, que as manifestações realizadas nesse domingo contra o Governo Dilma trouxeram um viés direitista.

“Houve uma tendência à direitização!”, afirmou o parlamentar, observando que esse detalhe precisa ser avaliado. Logo mais a partir das 9 horas, no Palácio do Planalto, o Conselho Político do Governo federal fará reunião nesse sentido.

José Guimarães destacou ainda que as manifestações foram pacíficas, dentro da legalidade democrática, mas também convocadas pelos grandes meios de comunicação do País. Para ele, os atos concentraram mais as classes média e alta.

O parlamentar reconheceu, no entanto, que as manifestações farão o governo reagir. Guimarães informou que Dilma deverá anunciar um pacote de medidas pela retomada do crescimento do País.

Guimarães informou que, na próxima sexta-feira, o PT puxará atos pelo Brasil em defesa do Governo Dilma Rousseff. Ele aproveitou para pedir que a grande mídia dê a mesma cobertura dada aos atos dese domingo contra o governo.

EM FORTALEZA – O ato em defesa do Governo Dilma ocorrerá na Capital cearense em forma de passeata. Haverá uma concentração às 9 horas, na Praça da Faculdade de Direito da UFC, tendo como destino final a Praça do Ferreira (Centro).

Mega-Sena fica acumulada

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1799 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado em São Paulo. O prêmio acumulou e pode pagar, segundo a Caixa Econômica Federal, R$ 21 milhões no próximo sorteio, na quarta (16).

Confira os números sorteados: 01-03-04-39-51-53.

A quina teve 39 apostas ganhadoras. Cada uma receberá 43.908,54. Na quadra, 3102 acertaram e cada um deles vai ganhar 788,63.

(Com Agências)

Manifestações: Como será o amanhã?

foto manifestação 160313

Da Coluna Vertical, no O POVO desta segunda-feira (14):

Acendeu o sinal mais do que amarelo para o Palácio do Planalto. As manifestações registradas nesse domingo (13), pelas principais cidades do País, mostraram um fato: a classe média, que sempre fica sob a pressão dos ricos e dos pobres nas políticas governamentais, foi às ruas para cobrar não só impeachment da presidente Dilma ou Fora PT, mas em busca de um sinal de esperança.

Sim, porque pelos atos pacíficos registrados, quem foi às ruas cobrou respeito ao direito democrático de espernear num cenário de economia confusa e política sem rumo.

Ficou no ar, enfim, o brado retumbante de que algo precisa ser feito. E para já. A torcida é sempre para que a Constituição seja a bússola a apontar o caminho sem intolerâncias em busca de um novo amanhã.

Maranguape deverá receber mais uma UPA

foto george deputado maranguape

O distrito de Sapupara, em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, deverá
receber uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), após requerimento aprovado na
Assembleia Legislativa, na última semana, de autoria do deputado George Valentim (PCdoB).

Autor ainda da proposta para a instalação de uma universidade pública em Maranguape, o deputado do PCdoB esteve nesse fim de semana no município para debater com a população da necessidade dos dois equipamentos.

Requalificação de praças e áreas do Centro começa em abril, afirma RC

foto rc centro 160313

O prefeito Roberto Cláudio (PDT) autorizou nesse domingo (13) a requalificação da
Travessa Crato, no Centro, no entorno do Raimundo dos Queijos, ponto de encontro
cultural da Capital.

Acompanhado de secretários, o prefeito visitou o local e informou que as obras de requalificação serão iniciadas já em abril, ao mesmo tempo que ocorrerão as obras de requalificação em outras praças no Centro, como a Praça do Ferreira, Lagoinha e Clóvis Beviláqua.

“Aqui é um ponto de encontro da cidade, um espaço de valor histórico, que reúne
artistas e intelectuais. Vamos fazer uma recuperação do espaço com paisagismo,
troca de piso e nova iluminação, por entender o sentido de preservação que nossa
cidade precisa e que está muito presente aqui na Travessa Crato, onde funciona o
Raimundo dos Queijos”, afirmou o prefeito, ao destacar que outras intervenções serão feitas naquela área da cidade.

Para o vereador Acrísio Sena (PT), que acompanhou a visita, ao lado do cantor e
humorista Falcão, do livreiro Sergio Braga e dos arquitetos Romeu Duarte e Totonho
Laprovitera, “a Travessa Crato é o único local do Centro da cidade que reúne tanta
diversidade aos domingos. O Raimundo dos Queijos se tornou um ponto cultural,
reunindo a boa música e a boemia. A Prefeitura está de parabéns pela iniciativa
porque recuperar esse espaço é resgatar um pouco da história de Fortaleza”,
ressaltou.

(com informações da Prefeitura de Fortaleza)

Manifestação nas ruas desse domingo é a maior da história no país

foto manifestação

Cerca de dois milhões de pessoas participaram das manifestações contra a presidente
Dilma Rousseff e contra a corrupção, nesse domingo (13), na Avenida Paulista, em
São Paulo, segundo os organizadores do evento. Cerca de 1,4 milhão, segundo a
Polícia Militar. Em todo o Brasil, o número chegou a 6,4 milhões, segundo os
organizadores.

Apesar da diferença entre a contagem dos organizadores e da PM, institutos de
pesquisa já apontam os protestos desse domingo como o maior da história no país,
maior, inclusive, que o movimento pelas Diretas Já, nos anos 1980.

Mesmo apontado como o maior ato político, os manifestantes classificaram os protestos como um “movimento do povo”, sem defesa de partido político ou de políticos. O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves, ambos do PSDB, estiveram na Avenida Paulista, mas por pouco tempo, pois deixaram o local sob protestos de “oportunistas”.

O Palácio do Planalto disse que as manifestações fazem parte do processo democrático. Os protestos também foram realizados por brasileiros em cidades dos Estados Unidos e nas principais capitais na Europa.

(com agências)

Ações de combate ao trabalho infantil no Ceará terão adolescentes como aliados

Centenas de estudantes de todo Estado participam nesta segunda-feira (14) do I Encontro Estadual de Adolescentes Contra do Trabalho Infantil (ENAPETI), no auditório da Universidade de Parlamento Cearense, das 8 horas às 17 horas. Eles assistirão a palestras, participarão de grupos de estudos e receberão material informativo, para o debate nas escolas públicas sobre os prejuízos do trabalho precoce.

Representantes de mais 100 municípios cearenses participam do evento organizado pelo Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE), que vai definir os 40 integrantes do Comitê de Adolescentes na Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (CANPETI).

“Vai ser o momento de capacitar os adolescentes para prevenção desse tipo de prática. Vamos falar, por exemplo, sobre aspectos socioculturais que dificultam o combate à exploração”, comentou o procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima.

Além dos adolescentes, participam ainda do I ENAPETI coordenadores municipais do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca) e presidentes dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

(MPT-CE)

Manifestações – Planalto diz que a “liberdade de manifestação é própria da democracia”

“A Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República divulgou na noite de hoje (13) nota em que afirma que “a liberdade de manifestação é própria das democracias” e deve ser respeitada por todos.

“O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições”, diz a nota da Secom.

O texto foi divulgado após reunião da presidenta Dilma Rousseff com os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, no Palácio da Alvorada, para avaliar as manifestações contra o governo ocorridas este domingo (13) em vários estados do país.”

(Agência Brasil)

Tasso Jereissati: “O Governo acabou faz tempo!”

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Mesmo cercado por seguranças, Tasso não dispensou contato popular.

O senador Tasso Jereissati (PSDB) esteve na manifestação desta tarde de domingo, no aterro da Praia de Iracema, contra o Governo Dilma Rousseff. Ele reforçou o protesto contra a onda de corrupção e ficou impressionado com um dado: foi ovacionado pelos que ali estavam e ainda teve que posar para muitas fotos.

“O governo acabou faz tempo. Não tem a menor capacidade de fazer mais nada e que o país está a deriva”, disse Jereissati.

Questionado sobre uma possível aproximação entre o PSDB e o PMDB, Tasso afirmou que não se trata de uma aliança entre dois partidos, mas de todos “em busca de uma solução para frear a crise que assola o país”.

Além de Tasso, estavam no ato o deputado federal Raimundo Gomes de Matos, com o filho, o vereador Pero matos, e o deputado estadual Carlos Matos.

(Foto – Leitor do Blog)

Dilma avalia com ministros o impacto das manifestações

“A presidente Dilma Rousseff se reúne neste momento no Palácio da Alvorada com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e a cúpula de ministros de seu governo numa reunião de avaliação das manifestações deste domingo. O grupo já se encontra na residência oficial da presidente da República para fazer o balanço e definir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Além de Wagner, participam do encontro o ministros Edinho Silva (Comunicação Social), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União) e Aldo Rebelo (Defesa). O governo estuda dar um posicionamento sobre as manifestações pró-impeachment da presidente Dilma ainda hoje, mas define neste momento se haverá pronunciamento ou nota oficial.

O governo já esperava uma manifestação de grande escala neste domingo, mas se surpreendeu com a quantidade de participantes. A ausência de confrontos nos atos, no entanto, foi motivo de alívio, segundo um ministro. No posicionamento oficial, Dilma deve destacar o direito às manifestações democráticas.

O temor do governo é que o protesto de hoje dê força ao processo de impeachment, que tem previsão de ser retomado ainda nesta semana. O recurso sobre o rito do processo de impedimento da presidente será julgado na quarta-feira, 16, pelo Supremo Tribunal Federal. A intenção de deputados e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é dar seguimento ao impeachment no Congresso no dia seguinte ao do julgamento no STF.”

(Estadão Conteúdo)

Classe Média nas ruas é sinal de ruptura

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Com o título “Classe Média nas ruas é sinal de ruptura”, eis artigo do sociólogo Pedro Albuquerque, presidente da Fundação João Mangabeira do PSB do Ceará. Confira:

A classe média foi fundamental na luta contra a ditadura. Nas universidades estava a cara da classe média brasileira dos anos 60 e 70. E foi essa classe média que foi para as ruas em movimentos sociais crescentes.

No “Diretas Já”, foi a classe média que engrossou as multidões em todo o Brasil, entoando nosso hino e portando nossa bandeira, na luta que abriu o caminho para o fim da ditadura militar.

No Fora Collor, novamente foi a classe média que mostrou sua cara nas ruas do Brasil. E as cores que uniram o país foram, novamente, as da bandeira brasileira. Esse movimento foi tão amplo que juntou nas mesmas trincheiras o PT, o PSDB, o PMDB e a Rede Globo.

Foram a classe média e o operariado bem pago do ABC paulista que deram força política ao PT, e sustentaram seu discurso pela ética na política, pela democracia participativa, pela condução republicana do Estado, contra as injustiças sociais.

Hoje, o PT perdeu a classe média como força política de sustentação e as cores da bandeira brasileira como força simbólica. Perdeu porque enterrou a força moral de seu discurso. E é incapaz de oferecer saídas para a crise brasileira que o partido criou. Ao invés da bandeira verde, amarela azul e branca que unifica, imola-se na bandeira vermelha que nada tem a ver com comunismo, mas com reducionismo partidário, com corporativismo, com isolamento, com desistência de disputar politicamente a maioria da população, com militância não mais partidária, mas governista, não mais transformadora, mas conformista e conservadora, com intolerância e ódio aos adversários a quem sempre tratou como inimigos.

A classe média está novamente nas ruas, o que dá sinais claros de ruptura. E essa classe média nem é de esquerda nem de direita. Ideologicamente, a classe média que está nas ruas vai de avestruz a vaca. É, objetivamente, uma classe que se insurge contra um governo que levou o país a uma crise que ameaça seus interesses, suas aspirações, seus valores e sua visão de futuro.

Mas, a crise transcende a classe média. Ela não tem fronteira de classe. Pobres e ricos sentem-se, também, afetados, embora desigualmente. É uma crise de dimensão nacional. Daí a força simbólica da bandeira brasileira nas ruas.

É um movimento sem retorno que se confronta com um governo em fase terminal, que não mais governa, que não mais reúne força moral de liderar soluções para o país, um governo sem propostas, sem força congressual, que não constrói consenso, que não mais tem a força e a legitimidade da representação.

E a solução é política. E para que a crise não fuja do controle institucional, a solução tem que ser para já. E com lastro na Constituição.

* Pedro Albuquerque,

Sociólogo e presidente da Fundação João Mangabeira – PSB(Ceará).

Presidente do PSB do Ceará: “O País renasce com a população indo às ruas!”

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O presidente regional do PSB, deputado federal Danilo Forte, participou, nesta tarde de domingo, no aterro da Praia de Iracema, das manifestações contra o Governo Dilma Rouseeff e o PT.

“O País renasce com a população indo às ruas. O Brasil é nosso!”, disse Danilo para o Blog, lembrando que o PSB integra o bloco de oposição ao Governo Dilma Rousseff porque quer mudanças e uma perspectiva de futuro para o País.

STF discute novas alterações no rito do impeachment na quarta-feira

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai discutir, na próxima quarta-feira, novas alterações no rito do impeachment. Na sessão, os ministros deverão analisar primeiro recurso apresentado pela Câmara contra decisão de dezembro que anulou atos do processo contra a presidente Dilma Rousseff.

Após esse julgamento, o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, pautou uma ação de 1997, apresentada pelo então deputado federal Jaques Wagner (PT-BA), atual ministro da Casa Civil, que visa impedir que o Congresso possa abolir o atual sistema presidencialista de governo.

Na época, Wagner e outros parlamentares do PT acionaram o STF para barrar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) proposta pelo também ex-deputado Eduardo Jorge (PT-SP) que instituía o parlamentarismo, sistema pelo qual o governo fica sob o comando do primeiro-ministro, líder de um partido majoritário na Câmara.

A figura do presidente continuaria existindo, mas exclusivamente para a função de chefe de Estado, de caráter mais formal e com menos poder nas decisões políticas.

O julgamento da ação pelo STF foi pedido pelo atual relator do caso, ministro Teori Zavascki, que já tem um voto pronto sobre o assunto desde agosto do ano passado. Segundo apurou o G1, o objetivo de colocar o assunto é debater saídas para a atual crise política.

Teori Zavascki é também relator dos processos originados da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, em trâmite no Supremo. Só na Corte, são 72 investigados, dos quais 38 são parlamentares.

Nos últimos dias, com o agravamento da crise política, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou a propor aos colegas a implantação de um regime semipresidencialista, pelo qual Dilma permaneceria como chefe de Estado, mas seria escolhido pelo Parlamento um novo chefe de governo.

Propostas semelhantes já foram tentadas várias vezes pelo Congresso, principalmente por alas do PSDB, mas não foram adiante. A proposta que é alvo da ação a ser julgada no STF já passou por análise na Comissão de Constituição e Justiça e numa Comissão Especial.

A PEC estava parada desde 2001, mas voltou a tramitar no início do ano passado para ser votada em plenário. Para ser promulgada, precisa de ser aprovada por 3/5 dos deputados e dos senadores em dois turnos de votação.

(Com Agências)

Presidente interino do PMDB cearense vê o impeachment no horizonte do Governo Dilma

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O vice-prefeito de Fortaleza, Gaudêncio Lucena, divulgou, nesta tarde de domingo, nota, na condição de presidente interino do PMDB estadual, a respeito das manifestações:

“A grandiosidade das manifestações em todo o Brasil, nesta tarde, selou em definitivo o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Fez-nos lembrar muito bem o ocorrido com o ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

Deputados e senadores não ousarão marchar em direção oposta ao desejo do povo, com exceção dos petistas de carteirinha e alguns apoiadores, que sucumbirão juntos.

Manifestantes pró-Dilma já articulam ato do dia 18 em favor do governo

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“Manifestantes favoráveis à continuidade do governo da presidenta Dilma Rousseff se reuniram na tarde deste domingo (13) na Praça São Salvador, na zona sul do Rio de Janeiro. Na praça, foi realizada uma assembleia da Frente Brasil Popular, que reúne entidades dos movimentos sociais e partidos políticos como o PT e o PC do B.

O objetivo da assembleia era transmitir informes sobre a mobilização desta semana, que vai incluir uma passeata no centro do Rio de Janeiro na tarde do dia 18, na Praça XV, e um ato segunda-feira (14) em frente à sede do jornal O Globo.

Presidenta da 1ª Zonal do PT no Rio de Janeiro (zona sul e centro), Claudia Lecocq argumentou que defender o governo Dilma é defender a democracia. “Vamos para as ruas defender a Dilma, eleita democraticamente. Vamos defender nosso ex-presidente Lula que vem em 2018”, disse Claudia, que disse que é uma tradição entre os militantes do PT se reunir na praça em todo dia 13, que é o número do partido nas eleições.

Integrante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação Orlando Guilhon convocou os manifestantes a participarem dos atos marcados e disse que os protestos serão “em defesa da cidadania e do estado democrático”. “Defendemos o respeito às eleições e ao estado democrático de direito. Se o governo não está sendo do jeito que se quer, vamos lutar para mudá-lo. Mas não se pode chegar ao ponto de a direita, apoiada pela mídia, interromper o processo democrático”.

(Agência Brasil)

José Guimarães promete: PT levará dia 18 mais gente às ruas para ato pró-Dilma Rousseff

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luizianne guimarães

O líder do Governo na Câmara, José Nobre Guimarães, participou, nesta manhã de domingo, em Fortaleza, de uma caravana em solidariedade ao  Governo Lula e ao PT. Além dele, o senador José Pimentel e a deputada federal Luizianne Lins, conferiram o evento,

“É muito importante sermos solidários a Lula neste momento, pelo que ele representa para o povo brasileiro. Isso aqui é só o ‘esquenta’ para o dia 18. Se os manifestantes contra o governo vão botar hoje muita gente nas ruas, nós vamos botar o dobro no dia 18”, prometeu Guimarães.

Em Fortaleza, o ato do dia 18, uma passeata, vai se concentrar na praça da Praça da Faculdade de Direito da UFC e seguirá para o Centro. Atos do gênero ocorrerão em todo o País nessa mesma data.