Blog do Eliomar

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Deputado Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro

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O deputado federal Jean Wyllys (PSOL/BA) cuspiu em direção ao deputado Jair Bolsonaro (PSC/SP) logo após ter votado “NÃO” ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, na noite deste domingo, 17. O momento não foi exibido pela TV Câmara, mas segundo a reportagem da BandNews FM, ele não acertou o alvo.

Jean, antes mesmo do voto, criticou Bolsonaro por ter exaltado o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra – ex-chefe do DOI-CODI do II Exército, um dos órgãos atuantes na repressão política durante a Ditadura Militar. Ustra foi responsável por 47 sequestros e homicídios, de acordo com o relatório Direito à Memória e à Verdade, e 502 desaparecimentos de políticos, segundo o levantamento do projeto Brasil Nunca Mais. O coronel morreu em outubro de 2015 aos 83 anos, vítima de câncer.

Jean cruzava entre colegas quando Bolsonaro abriu os braços e lhe falou algo. Reagiu imediatamente tentando cuspir o parlamentar, após ouvir “tchau, querida!” para o rival.

(Allan Marques – Folhapress)

Governistas ameaçam ir ao Supremo contra o processo de impeachment de Dilma

“O vice-líder do PT, Paulo Pimenta (SP), deu os primeiros sinais de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff deverá ser aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados e admitiu que os governistas pretendem acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar o impedimento da presidenta.

Pouco antes das 21h, quando a oposição já tinha conquistado pouco mais de 200 dos 342 votos necessários para a aprovação da matéria, Paulo Pimenta, no Salão Verde, que nem partido nem movimentos sociais reconhecerão um governo federal que terá à frente Michel Temer, “um político com menos de 1% das intenções de voto” dos brasileiros; e na vice-presidência Eduardo Cunha, “um réu da Lava Jato corrupto que abriu o processo de impeachment para se salvar da cadeia”, disse o vice-líder do PT, ao referir-se ao presidente da Câmara dos Deputados.

Segundo ele, a votação de hoje (17) “é apenas a primeira etapa” de um processo golpista em curso. “Não há nenhuma chance de um governo Temer-Cunha ter legitimidade. É um governo ilegal, ilegítimo, vai mergulhar o país numa profunda crise institucional, e isso deixará profundas cicatrizes na sociedade brasileira”, disse o deputado ao admitir que o partido já possui uma estratégia para o caso de o impedimento ser aprovado na Câmara.

“O STF não analisou o mérito e todos nós sabemos que não existe crime de responsabilidade. Todos nós sabemos que a presidenta Dilma não praticou nenhum crime. Vamos ao Senado, vamos ao STF e vamos às ruas com a convicção de que esse processo é um golpe patrocinado por uma pessoa que deveria estar na cadeia. Todos sabemos que não há nenhum, crime de responsabilidade. Sem passarem pelo voto popular, Temer e Cunha não terão condições moral nem política para governar o país. Dilma é vítima de um processo golpista criminoso. Um golpe pode ter 20, pode ter 50 votos, pode ter 350 votos, continua sendo um golpe.”, argumentou.

Segundo ele, caso Temer assuma a Presidência, ele terá dificuldades inclusive para obter reconhecimento internacional. “O mundo, a imprensa internacional hoje publica com destaque, jornais da Inglaterra, dos Estados Unidos, da França, do mundo inteiro, alguns falam em uma gangue. Uma gangue de criminosos julgando uma mulher honesta”, disse o vice-líder. “Não haverá reconhecimento internacional”, completou.”

(Agência Brasil)

Ex-ministro de Lula renuncia à presidência do PR para votar a favor do impeachment

Ministro dos Transportes no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o deputado Alfredo Nascimento (PR-AM) anunciou seu voto a favor do processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, renunciou ao mandato de presidente nacional do partido que decidiu apoiar a presidenta. “Meu voto pertence ao povo do Amazonas e, majoritariamente, o povo do meu estado vota pelo impeachment”, afirmou.

Nascimento afirmou que tomou a decisão em respeito ao partido. “Por ter uma posição diferente, renuncio ao meu cargo na presidência do PR. Voto sim.”

Alfredo Nascimento era presidente nacional do PR desde 2010 e, em 2015, assumiu o mandato como deputado federal para a legislatura até 2019.

(Agência Brasil)

Veja como votaram os cearenses no processo do impeachment

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Confira como votou a bancada federal cearense no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff:

Aníbal Gomes (PMDB) – Ausente

Adail Carneiro (PP) – SIM

Ariosto Holanda (PDT) – NÃO

Arnon Bezerra (PTB) – NÃO

Cabo Sabino (PR) – SIM

Chico Lopes (PCdoB) – NÃO

Danilo Forte (PSB) – SIM

Domingos Neto (PSD) – NÃO

Genecias Noronha (SD) – SIM

Gorete Pereira (PR) – ABSTENÇÃO

José Guimarães (PT) – NÃO

José Airton -(PT) – NÃO

Leônidas Cristino (PDT) – NÃO

Luizianne Lins (PT) – NÃO

Macedo (PP) – NÃO

Moroni (DEM) – SIM

Moses Rodrigues (PMDB) – SIM

Odorico Monteiro (Pros) – NÃO
Raimundo Matos (PSDB) – SIM
Ronaldo Martins (PRB) – SIM
Vicente Arruda (PDT) – NÃO
Vitor Valim (PMDB) – SIM
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DETALHE – Adail Carneiro (PP) foi qualificado, no Palácio da Abolição, como traidor. Havia dito que votaria contra o impeachment. Ele deixou a assessoria especial do Governo para votar pró-Dilma, afastando o suplente Paulo Henrique Lustosa, que é do PP.
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DETALHE 2 – Luizianne Lins (PT) apareceu com bandana na cabeça expondo “Não” ao impeachment.
DETALHE 3 – Em seu voto contra o impeachment, Chico Lopes (PCdoB) ironizou. Disse que estava emocionado em ver ali tanto pai de família, mas que a maioria ali estava na Lava Jato ou já teria aparecido na Veja. 

José Guimarães diz que governo tem voto suficiente para derrotar o impeachment

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O líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT), falou sobre o impeachment e voltou definir o caso como golpe contra a democracia.

Criticou aqueles que querem chegar ao poder sem ser pelo voto e garantiu: o Governo tem votos suficientes para derrotar o impeachment.

Ele ainda lamentou que Eduardo Cunha tenha tocado o processo do impeachment como uma vingança contra o governo.

“O PCC não vai ganhar!”, diz deputado ironizando grupo de Eduardo Cunha

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A votação do impeachment tem previsão de se estender até 22 horas deste domingo, segundo membros da mesa da Câmara dos Deputados.

Mas o que chamou a atenção agora há pouco foi o pronunciamento de Silvio Costa (PTdoB/PE). Ele previu a vitória apertada do Governo e chegou a ironizar o presidente da Casa: “O PCC não vai ganhar!”

PCC quer dizer, segundo o deputado, o “Partido da Corja do Cunha”.

Crítica Radical fez panfletagem em Fortaleza pelo impeachment da politica

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Neste domingo, o Movimento Crítica Radical divulgou a Campanha Impeachment da Política nas feiras de Parangaba e de Messejana. O objetivo foi divulgar para o eleitorado de que não adianta votar no sistema Capitalista, porque nada muda.

O grupo liderado pela ex-vereadora Rosa da Fonseca fez panfletagem da mensagem que convoca para o “Enterro da Política e Cortejo da Emancipação” na próxima quarta-feira, às 15 horas, saindo da Praça do BNB (Centro).

(Foto – Crítica Radical)

Cearense Aníbal Gomes faltou à sessão do impeachment

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Vinte e um parlamentares não compareceram para votar na sessão deste domingo que trata do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Um cearense faltou.

Aníbal Gomes (PMDB) se submeteu a cirurgia da coluna, segundo sua assessoria. Mesmo assim, ele só entrará com pedido de licença neste começo de semana. Assim, impediu que o suplente Mauro Benevides (PMDB) votasse pelo impeachment da presidente.

Genecias Noronha orienta Solidariedade a votar pelo impeachment de Dilma Rousseff

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O deputado federal cearense Genecias Noronha, em nome do Solidariedade, ocupou a tribuna da Câmara, durante sessão de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ele endossou o relatório de Jovair Arantes (PTB/GO) e bateu duro no Governo Dilma e na “jararaca”, em alusão ao ex-presidente Lula.

Em seguida, Paulinho da Força (SP) ocupou a tribuna e cantou paródia contra o Governo, a partir da música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, e que faz criticas à ditadura de 64. Chegou a cantarolar:

“A Dilma vai embora e os vagabundos do PT…”

Cid Gomes reafirma que maioria da Câmara é de achacadores e apregoa eleições gerais

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Do Facebook do ex-governador Cid Gomes, que está acompanhando a sessão de votação do impeachment de Dilma Rousseff:

“Estou acompanhando a sessão que votará o impeachment da Dilma.
Um monumental espetáculo de mediocridade nos discursos dos líderes – imagine os liderados – partidários.

Um bom remédio para o Brasil seria o impedimento dos deputados!
São em sua grande maioria ACHACADORES!
Sanguessugas do País!
ELEIÇÕES GERAIS!

Manifestantes aguardam o fim da votação para sair às ruas

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Litoral do Rio

Várias manifestações contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff acontecem em alguns pontos do País. Mas o que se observa mesmo é que o eleitorado dividido aguarda pelo resultado para sair de casa.

 Em Fortaleza, manifestantes contra o impeachment estão concentrados na avenida da Universidade com 13 de maio (Benfica). Já os que são a favor do impeachment estão se concentrando na Praça Portugal.

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