Blog do Eliomar

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Presidente da Federação da Agricultura do Ceará espera boa safra

Um largo sorriso é o que expõe o presidente da Federação da Agricultura do Ceará (Faec), Flávio Saboya, quando indagado sobre o período chuvoso.

Ele diz que o otimismo é grande e que as perspectivas de safra estão favoráveis. Milho, feijão, arroz e pasto entre prioridades. Fala não só como dirigente de entidade, mas, também, como produtor rural.

(Foto -FAEC)

Vereador quer vagas para veículos do transporte por aplicativo no aeroporto, rodoviária e terminal marítimo

O vereador Guilherme Sampaio (PT) quer vagas para veículos de transporte por aplicativo, como uber e similares, em aeroportos, rodoviárias e no terminal marítimo de passageiros. Ele deu entrada numa emenda nesse sentido, na Câmara Municipal. O petyista quer também que a Prefeitura possa estender estas vagas para outros locais de grande movimento de público onde julgar necessário.

Guilherme afirma que muitas cidades do País já possuem espaços de embarque e desembarque voltados para este tipo de condução e para os passageiros que optarem pelos mesmos.

“Ao ser regulamentada em nossa cidade, esta atividade necessita de algumas adequações para o maior conforto do usuário, uma vez que já faz parte do cotidiano o uso deste serviço por muitas pessoas”, explica o vereador, que apresentará os detalhes da proposta durante a sessão plenária desta quarta-feira, na Câmara.

A iniciativa de destinação das vagas em terminais de grande fluxo integra o mesmo projeto que busca combater a exploração de passageiros por meio da chamada “tarifa dinâmica” em momentos de calamidade pública ou de paralisação dos serviços de transporte público. Esta medida surgiu após moradores da cidade se sentirem lesados durante os ataques ocorridos durante o mês de janeiro.

 

Funceme deve liberar prognóstico sobre quadra chuvosa até fim deste mês

Nesta última semana de fevereiro, a Funceme fecha mais um prognóstico sobre a quadra invernosa.

Os dados devem ser divulgados em coletiva, com a presença do presidente do órgão, Eduardo Sávio, e do governador Camilo Santana (PT). O clima no Abolição é de que a estiagem arrefeça. Os dias deste mês foram bastante encharcados.

(Foto – Divulgação)

Venezuela – Destruição da economia nacional

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Com o título “Venezuela: Destruição da economia nacional”, eis artigo de Igor Macedo de Lucena, economista, empresário e professor do Curso de Ciências Econômicas da UniFanor Wyden. Ele aborda o aspecto econômico desse conflito entre Venezuela e EUA. Confira:

A Venezuela vive hoje seu momento mais conflituoso dos últimos anos, mas ao mesmo tempo também passa por um momento de libertação. Ela, que outrora fora o mais rico país latino-americano, não passa hoje de uma conturbada nação sentada em milhões de barris de petróleo e ironicamente sem recurso algum para extraí-los.

Tornou-se independente da Espanha em 1811 e de parte da República da Grã-Colômbia em 1831, a Venezuela chegou a ser a mais rica nação da América do Sul no século XX, quando a crise do petróleo disparou os preços do barril no mundo. O país não vivia um modelo de desenvolvimento social em todas as classes, entretanto naquela época quase nenhum país latino-americano tinha políticas dessa natureza, que buscavam igualdades sociais e condições mínimas para toda a população.

A “grande virada” ocorreu com a eleição de Hugo Cháves em 1998 de maneira democrática e baseada em uma forte rejeição das classes mais baixas à elite local. Com forte apelo popular se iniciou a então chamada Revolução Bolivariana, que usou como elemento de manobra a distorção histórica do herói americano Simon Bolívar. Ele que lutou na América Espanhola pela independência dos povos e nações livres da coroa espanhola, teve sua imagem erroneamente associada ao Socialismo.

Após a eleição de Cháves e seguido por Nicolás Maduro, o governo estatizou a imprensa, expropriou empresas nacionais e internacionais, prendeu dissidentes políticos, aparelhou as instituições públicas, corrompeu o judiciário e deu aos militares comando sobre o tráfico de drogas, tornando o país em uma ditadura completa a moda do século XXI. Hoje a população vota em eleições fraudulentas, praticamente com uma oposição oprimida e sem capacidade de ação, para dar uma aparência de liberdade e afirmar que democracia consiste apenas no ato de votar.

O resultado prático da Revolução Bolivariana Socialista foi o mais devastador cenário econômico já visto nas Américas. A crise de confiança em um país não democrático que expropria empresas internacionais afugentou todo tipo de investimento, consequentemente os dólares ficaram escassos e a inflação disparou, de modo que o país chegou em 2018 a uma inflação de mais de 1.000.000% ao ano. (Isso mesmo, hum milhão porcento).

Culpando os empresários locais pela crise econômica e consequentemente social, o governo instituiu tabelamento de preços de todos os insumos e produtos nacionais, desse modo não há nenhum incentivo a produção. Como consequência, gerou-se um desabastecimento nacional e produtos como arroz, milho e até papel higiênico são distribuídos por militares ou contrabandeados.

Todos os itens de consumo básicos das famílias se tornaram luxo, de tal sorte 70% de toda a população da Venezuela emagreceu 11 quilos em um ano. O retrato é tão contrastante com membros do governo que basta olhar quão gordo é o tirano Nicolás Maduro para ver como é a real cara do socialismo, tudo ao governo e nada para o povo.

A maior lição que a população brasileira deve aprender dessa aventura louca que a Venezuela se jogou em busca de um salvador revolucionário é que o Socialismo não existe. Seria como o conto da sereia, seu “canto” é bonito e atrai marinheiros, mas os mata no final. Assim seguimos a analogia, o discurso atrai muitos, principalmente os jovens idealistas, pois fala de paz, de justiça social e de igualdade. Na prática, constatou-se pobreza e violência para a maioria, dentro de regimes totalitários.

É vergonhoso que alguns partidos políticos de esquerda façam manifestos a favor de Maduro, Fidel Castro e Kim Jong-Un meramente por se dizerem de “esquerda” e revolucionários. A mensagem óbvia que esses partidos passam é que o poder e a riqueza nas mãos deles é muito mais importante que as vidas das pessoas ou os princípios democráticos.

A esquerda brasileira hoje quase não existe como esquerda de verdade, ela é em sua maioria socialista e repudia princípios como liberdade, democracia e Estado de direito. Ao escrever esse texto não pensem que não acredito em esquerda e no contraditório, muito pelo contrário, sou partidário da existência de três alas políticas clássicas e respeito a esquerda que se baseia em Liberté, Egalité e Fraternité, que infelizmente está em falta no Brasil.

Há esperança no futuro da Venezuela com o apoio conjunto do Brasil, dos Estados Unidos e da Colômbia. Acredito que em breve o país terá a democracia restaurada e com ela a volta do capitalismo. Não será fácil, mas esse movimento já é esperado e diversos investidores internacionais de todas as áreas esperam para retornar a um país com um futuro promissor, baseado nas reservas de petróleo e no turismo caribenho. E o que o povo venezuelano ganha com isso? Emprego, renda, impostos, remédios, alimentos e tudo que lhes foi negado nos últimos anos.

Para o Brasil e as empresas brasileiras uma reestruturação da Venezuela apoiada pelo FMI e pelo Banco Mundial será uma oportunidade única de negócios e consequentemente para o país avançar em matéria geoeconómica. Do ponto de vista regional, uma nova Venezuela ajudará para a integração de um novo Mercosul baseado no comércio como é o caso da Aliança do Pacífico formada por Chile, Colômbia, México e Peru.

*Igor Macedo de Lucena
Economista e Empresário
Professor do curso de Ciências Econômicas da UniFanor Wyden

(Foto – Tapis Rouge)

Pesquisa CNDL – Inadimplência das empresas fecha janeiro com alta de 5,91%

O número de empresas com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes cresceu 5,91% em janeiro ante o mesmo período de 2018. Na comparação com dezembro de 2018, o avanço foi de 7,44%, de acordo com dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

De acordo com o Indicador de Inadimplência de Pessoas Jurídicas, em relação a janeiro de 2018 a Região Sudeste registrou aumento de 9,42% no número de empresas negativadas. No Sul, o avanço foi de 3,93%, enquanto no Centro-Oeste a variação chegou a 3,14% e no Nordeste, 2,13%. Já a Região Norte teve a menor variação, com 0,90%.

“O menor crescimento da inadimplência entre as empresas começa a refletir os sinais de melhora no resultado das empresas. Embora a retomada da economia aconteça de forma gradual, já se observa um pequeno avanço nos dados de faturamento de diferentes setores. E a expectativa é de que o quadro de inadimplência no âmbito corporativo recue com a recuperação da atividade econômica“, disse o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

O aumento da inadimplência em janeiro de 2019 foi maior entre as empresas do ramo de serviços (9,15%). Os atrasos entre empresas do comércio cresceram 3,73%, na indústria, o crescimento foi de 2,73%. No total, 45,6% de todas as empresas que estão negativadas pertencem ao setor de comércio e 40,1% ao de serviços.

Segundo os dados, entre os segmentos credores (empresas que deixaram de receber de outras empresas) o setor de serviços (bancos e financeiras) também teve destaque, sendo 69,4% do total de dívidas. O comércio detém 17,2% das dívidas de empresas e 12,5% correspondem à indústria.

(Agência Brasil)

Antonio Mourão Cavalcante e uma conversa sobre a relação pais e filhos no mundo de hoje

O professor universitário, médico e antropólogo Antonio Mourão Cavalcante vai dar palestra para alunos do Colégio Quintino, situado na rua Cecil Salgado, 53, no bairro Quintino Cunha.

A palestra ocorrerá na quarta-=feira, a partir das 19 horas, em clima de bate papo sobre a relação dos pais nos dias de hoje com seus filhos.

DETALHE – Antonio Mourão é também articulista deste Blog.

Contas externas abrem ano com saldo negativo de US$ 6,548 bilhões

As contas externas brasileiras iniciaram o ano com saldo negativo. O déficit em transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações) chegou a US$ 6,548 bilhões, segundo dados divulgados hoje (25), pelo Banco Central (BC). O resultado do mês passado superou o déficit de janeiro de 2018: US$ 6,293 bilhões.

O aumento do déficit das contas externas ocorreu, principalmente, devido ao recuo do superávit comercial (exportações de bens maiores que as importações). Em janeiro, o superávit comercial ficou em US$ 1,633 bilhão, ante US$ 2,4 bilhões em igual mês de 2018.

A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) teve saldo negativo de US$ 2,560 bilhões em janeiro deste ano. Em igual período do ano passado, o valor alcançou US$ 2,787 bilhões .

A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 5,793 bilhões no mês, ante US$ 6,104 bilhões de janeiro de 2018.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 172 milhões no mês, contra US$ 199 milhões em janeiro do ano passado.

Investimento estrangeiro

Em janeiro, o resultado negativo para as contas externas não foi totalmente coberto pelos investimentos diretos no país (IDP). Quando o país registra saldo negativo em transações correntes precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.

A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, o IDP chegou a US$ 5,866 bilhões. Em igual mês de 2018, esses investimentos chegaram a US$ 8,363 bilhões.

(Agência Brasil)

Academia Cearense de Letras ganha mais um imortal nesta terça-feira

Pádua Lopes com Edson Queiroz Neto e o radialista Evandro Nogueira.

O jornalista Pádua Lopes tomará posse nesta terça-feira, às 19 horas, no Palácio da Luz (Centro), como membro da Academia Cearense de Letras. Vai ocupar a Cadeira 26, cujo titular foi o escritor e jornalista F.S. Nascimento.

A solenidade terá à frente Ângela Gutierrez, presidente da entidade.

(Foto – Tapis Rouge)

Inflação da construção civil fica em 0,19% em fevereiro

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou inflação de 0,19% em fevereiro deste ano, percentual inferior ao resultado de janeiro (0,4%), segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). O INCC-M acumula taxas de 0,59% no ano e de 4,14% em 12 meses.

Em fevereiro, o índice relativo a materiais e equipamentos ficou em 0,23%, acima do 0,19% de janeiro. A maior alta de preços foi observada nos equipamentos para transportes de pessoas, que ficaram 1,24% mais caros.

Os serviços tiveram inflação de 0,86% em fevereiro, abaixo do 0,98% de janeiro. Os aluguéis e taxas ficaram 1,2% mais caras e puxaram a inflação dos serviços no mês.

Já a inflação da mão de obra recuou de 0,43% em janeiro para 0,05% em fevereiro. Os serviços auxiliares variaram apenas 0,01% no mês, enquanto os custos dos serviços técnicos subiram 0,02%.

(Agência Brasil)

Encontro vai discutir Gestão 4.0 : Privacidade e Comunicação

A Iproject TI, maior representante da Cisco do Nordeste, líder mundial em soluções de TI e redes, vai promover nesta quarta-feira, 27, às 18h30min, o encontro “Gestão 4.0: Privacidade e Comunicação”. O evento, aberto ao mercado, reunirá especialistas nacionais em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e soluções integradas de gestão colaborativa.

“Organizamos um evento voltado para empresários e gestores que querem tornar seus negócios ainda mais sustentáveis e protegidos por invasões em seu banco de dados e unificar sua comunicação com seus times para o alcance de mais performance em seus resultados”, informa o CEO da Iproject TI, Marcus Santos.

O encontro contará, entre conferencistas, com Rômulo Soares e Tiago Neves Furtado, ambos do Escritório Albuquerque Pinto Advogados, e Leomil Batista, engenheiro da Cisco.

SERVIÇO

*Inscrições gratuitas, porém limitadas, também contará com coquetel de encerramento e networking entre os convidados.

*Apoiadores – Câmara Brasil Portugal e Associação Empresarial de Indústrias (AEDI).

Supremo julga quarta-feira ações que questionam a Lei de Responsabilidade Fiscal

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O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na quarta-feira (27) oito ações que chegaram à Corte na década passada e que questionam a legalidade de artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), aprovada em 2000 para estabelecer normas de gestão fiscal para as finanças públicas dos governos federal, estaduais e municipais, além de punições para o descumprimento das medidas.

Os principais questionamentos contra a LRF foram feitos ao Supremo pelo PCdoB e PT e associações de membros do Ministérios Público Federal e de Contas. Todos afirmam que a norma não poderia ter estabelecido limite de gastos com o pagamento do funcionalismo dos estados. Conforme o entendimento, os estados têm autonomia financeira garantida pela Constituição.

Com a LRF, o limite de gastos com pessoal da União passou a ser de 50% das receitas e de 60% para os estados e municípios. Outra questão que deve ser debatida durante o julgamento é a manutenção de uma decisão do STF que considerou inconstitucional o artigo 23 da mesma lei.

Regras

De acordo cordo com o dispositivo, quando os gastos com pessoal forem superiores ao limite estabelecido pela lei, os estados, o Distrito Federal e o governo federal deveriam reduzir em 20% as despesas com cargos comissionados e funções de confiança, promover a redução da jornada de trabalho e dos salários ou demitir servidores não estáveis.

Em 2002, o STF considerou o texto inconstitucional porque a Constituição determinou que os salários dos trabalhadores são irredutíveis.

Neste mês, diante da situação precária das contas públicas, secretários da Fazenda de alguns estados enviaram carta ao Supremo na qual defendem a revogação da decisão e a manutenção da possibilidade de redução da jornada e dos salários como forma de equilibrar as contas.

Em novembro do ano passado, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que 14 estados superaram o limite de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

De acordo com o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2018, divulgado pelo Tesouro, os estados que descumpriram a regra foram Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Sergipe, Acre, Paraíba, Roraima, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Alagoas.

Aumento de gastos

O Tesouro informou também que a maior parte do aumento de gastos com pessoal entre 2012 e 2017 correspondeu às despesas com servidores inativos (aposentados e pensionistas).

Esses gastos cresceram mais que as receitas, que ficaram estagnadas nesses anos, deteriorando as contas locais ao gerarem déficits fiscais cada vez maiores.

Apenas de 2016 para 2017, as despesas com pessoal nos estados e no Distrito Federal subiram R$ 25 bilhões, alta nominal de 6,7% e real (descontada a inflação) de 3,75%.

(Agência Brasil)

Os desafios da governança interfederativa

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Com o título “Os desafios da governança interfederativa”, eis artigo de Salmito Filho (PDT). Ele propôs, na Assembleia, a criação de comissão especial para discutir e planejar o futuro das 14 regiões administrativas do Estado. Confira:

Bata na porta dos políticos porque “a vocação deles é apresentar as soluções para os problemas”, conforme Max Weber, intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores das Ciências Sociais.

Assim, cabe ao Poder Legislativo a apresentação de ideias, de preferência das ideias que possam ser planejadas e executadas. É dentro desta lógica que estou propondo aos nossos colegas deputados e às lideranças políticas, inicialmente dos municípios da Região Metropolitana de Fortaleza, a participação no seminário que será realizado em parceria com a Secretaria Estadual das Cidades para que possamos contribuir com a governança regional.

A sugestão é a de construirmos uma agenda, a partir dos desafios que tem cada região, para o desenvolvimento sustentável, com sugestões na área da geração de emprego e renda, na capacitação e formação de sua população com oportunidades educacionais por meio de escolas profissionalizantes e universidades, por exemplo.

No âmbito da saúde pública, propostas de construção de equipamentos que possam constituir uma cobertura para as atenções primária, secundária e terciária.

Isso é o que denomino de relação colaborativa, em que todos ganham. É poder identificar as prioridades de um município que, em sintonia com outro, possa prestar um melhor serviço à sociedade. Essa proposta estimula a participação dos municípios, das lideranças políticas e otimiza os recursos públicos para investimentos, alguns, inclusive, estruturantes.

Estamos em busca de articulação político-institucional, e não político-partidária. O que mais importa é potencializar a vocação de cada município, sem desmerecer a tendência e inclinação do outro. Esse olhar regional pode trazer benfeitorias, oportunidades produtivas e sociais para a população das 14 regiões de planejamento do Ceará.

Portanto, para continuarmos com esse importante debate, protocolei requerimento na Assembleia Legislativa do Estado, para a criação da Comissão Especial de Desenvolvimento das 14 Regiões do Ceará. O objetivo desta comissão é construir uma agenda propositiva que contribua com ferramentas de planejamento estratégico como o Plano Plurianual (PPA) e o Ceará 2050. E mais ainda: que possam surgir novas proposições legislativas para o fortalecimento de cada uma dessas 14 regiões.

*Salmito Filho

Deputado estadual pelo PDT.

Ex-deputado Raimundo Gomes de Matos assume secretaria no Ministério da Cidadania

O ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB) deverá assumir, nesta segunda-feira à tarde, em Brasília, o cargo de secretário nacional de Inclusão Social e Produtiva Urbana (Senisp), que integra o organograma do Ministério da Cidadania, cujo titular é Osmar Terra.

Esse cargo responderá pelas ações e estratégias que eram trabalhadas pelas antigas Secretaria de Inclusão Social e Produtiva, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), e Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho (MTE).

(Foto – Agência Câmara)

Quem tem direito adquirido não precisa antecipar aposentadoria

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A cada anúncio de reforma da Previdência, a situação se repete: tanto no setor público como na iniciativa privada, trabalhadores que ultrapassaram o tempo mínimo de contribuição correm para antecipar a aposentadoria. Essa movimentação, no entanto, é arriscada e pode prejudicar o segurado se feita de maneira precipitada.

 Quem cumpriu os requisitos para se aposentar pelas regras atuais está preservado pelo direito adquirido e não será afetado pela reforma da Previdência. Nesses casos, o trabalhador mantém o direito a aposentar-se pelos critérios presentes, mesmo que uma emenda à Constituição entre em vigor.O direito adquirido vale independentemente se o trabalhador entrar com pedido de aposentadoria antes ou depois de uma reforma da Constituição.

A situação, na verdade, vale para qualquer direito. Isso porque a legislação, em tese, não pode retroagir, apenas ser aplicada a partir do momento em que passar a vigorar.”Essa é uma questão definida dentro do sistema judiciário. Durante a reforma da Previdência no fim dos anos 1990, houve uma controvérsia, mas o STF [Supremo Tribunal Federal] se posicionou na época sobre o assunto e determinou que o direito adquirido vale para quem tenha completado os requisitos nos termos da norma anterior.

Não precisa ter feito o requerimento, basta ter completado o direito”, explica o mestre em direito constitucional Rodrigo Mello, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (Uniceub). O secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, confirma que quem já conquistou o direito à aposentadoria não apenas não será afetado como poderá escolher se permanecerá na regra atual ou se aposentará pela nova legislação. Ele aconselha o trabalhador a esperar a reforma entrar em vigor para somente então decidir como quer se aposentar.

“Que o trabalhador espere. Pode ser que a nova regra, se ele esperar mais um tempo, seja mais vantajosa do que aquela em que ele obteve o direito pelas regras atuais”, disse Rolim durante a entrevista coletiva na última quarta-feira (20), quando técnicos detalharam a reforma da Previdência.Segundo Rolim, o trabalhador pode ter vantagem na regra de cálculo e aumentar o valor do benefício se esperar mais um pouco.

(Agência Brasil)

Conjunto Nova Metrópole, em Caucaia, sofre consequência das fortes chuvas

ATUALIZAÇÃO – 11h23min)

Sofrer com a chuva forte não está sendo algo exclusivo dos moradores da periferia de Fortaleza. Esse alagamento todo atingiu ruas do Conjunto Nova Metrópole, em Caucaia (Região Metropolitana).

Resta saber o que a Defesa Civil desse município adota de providências para amenizar essa situação.

Outro lado

Em contato com o Blog, a assessoria de comunicação da Prefeitura informa que já está acompanhando toda a situação para tomada de providências.

(Vídeo – Leitor do Blog)

Movimento Brasil Sem Drogas no Ceará sob nova direção

Tem nova coordenadora-geral o Movimento Brasil Sem Drogas no Ceará.

Assumiu a advogada Rossana Brasil Kopf que, nesta segunda-feira, no Dendê, já abriu ciclo de palestras sobre prevenção às drogas a ser tocada ao longo de sua gestão, neste ano.

Rossana é militante no segmento desde a época em que integrou a Comissão de Políticas Públicas sobre Drogas da OAB-CE e o Conselho Interinstitucional de Políticas sobre Drogas (CIPOD), vinculado ao Sistema Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas (SISED).

(Foto – Facebook)

Mercado financeiro projeta inflação deste ano em 3,85%

Instituições financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), reduziram levemente a estimativa para a inflação, neste ano. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,87% para 3,85%.

Para 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%. Essas projeções são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Atividade econômica

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – permanece em 2,48%.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,58% para 2,65%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020.

(Agência Brasil)

Surge primeira pré-candidatura ao cargo de defensor-público geral do Estado

Sandra Sá, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Ceará, já está como pré-candidata ao cargo de defensora-pública geral. Foi o que ela divulgou em suas redes sociais.

O processo eleitoral para esse cargo só ocorrerá, no entanto, em outubro próximo.

Aliás, um alívio para os planos de Sandra: Mariana Lobo, atual titular, já foi reeleita e, portanto, está fora do páreo. Mas deverá indicar em breve seu candidato nessa peleja.

(Foto – Divulgação)

Tragédia em Brumadinho completa um mês com 179 mortos e 131 desaparecidos

Passado um mês da tragédia causada pelo rompimento da Barragem 1 da Vale em Brumadinho (MG), os trabalhos de buscas tentam localizar 131 desaparecidos. O número de mortos chega a 179.

De acordo com informações, a barragem, localizada a 57 quilômetros de Belo Horizonte, rompeu-se por volta das 12h20, de sexta-feira, 25 de janeiro. Sobreviventes relatam que um mar de lama tomou conta de estradas, do rio, do povoado e, sobretudo, da área da Vale, empresa responsável pela barragem. Como era hora do almoço, muitos funcionários ficaram retidos no restaurante.

O misto de perplexidade, tristeza e indignação se instalou no país. As dificuldades causadas pela lama e riscos de contaminação aliados à chuva intensa aumentaram ainda mais a tensão nas buscas por vítimas. Famílias inteiras desapareceram. Nem todos foram localizados.

Ontem (24), ocorreram manifestações em Brumadinho e em Belo Horizonte para homenagear os mortos.

(Agência Brasil)

Eusébio está no ranking das melhores cidades para se viver no Brasil

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Prefeito Acilon Gonçalves (PR) comemora o resultado.

Saiu o ranking das 100 melhores cidades para se viver no Brasil.

O levantamento foi feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), medico com seu Índice Desenvolvimento Municipal (IFDM), que leva em conta emprego e renda, saúde e educação para definir quais são as cidades mais desenvolvidas, entre os 5,471 municípios do país – onde vivem 99,5% da população brasileira.

A única cidade do Ceará entre as 100 primeiras é Eusébio, na 94a posição.

São Paulo é o estado que tem mais cidades no ranking, divulgado na semana passada – baseado em dados de 2016 do governo federal. Das 100 destacadas, 58 ficam em SP, ou seja, mais da metade. (veja abaixo as 100 mais)

As 100 mais:
1º – Louveira (SP)
2º – Olímpia (SP)
3º – Estrela do Norte (SP)
4º – Vale Real (RS)
5º – Apucarana (PR)
6º – Lajeado (RS)
7º – Toledo (PR)
8º – Concórdia (SC)
9º – Itatiba (SP)
10º – Itupeva (SP)
11º – São Caetano do Sul (SP)
12º – Jundiaí (SP)
13º – Jaguariúna (SP)
14º – São José do Rio Preto (SP)
15º – Paraguaçu Paulista (SP)
16º – Mendonça (SP)
17º – Paulínia (SP)
18º – Paranavaí (PR)
19º – Pato Branco (PR)
20º – Vinhedo (SP)
21º – Clementina (SP)
22º – Santos (SP)
23º – Mococa (SP)
24º – Amparo (SP)
25º – Chapecó (SC)
26º – Barretos (SP)
27º – São Carlos (SP)
28º – Planalto (SP)
29º – Maringá (PR)
30º – Rio do Sul (SC)
31º – Ilhabela (SP)
32º – Andradina (SP)
34º – Porto Feliz (SP)
33º – Indaiatuba (SP)
35º – Nova Odessa (SP)
36º – Campo Bom (RS)
37º – Marília (SP)
38º – Matão (SP)
39º – Cajamar (SP)
40º – Joaçaba (SC)
41º – Franca (SP)
42º – Borá (SP)
43º – Holambra (SP)
44º – Fernandópolis (SP)
45º – Mato Leitão (RS)
46º – Patos de Minas (MG)
47º – Florianópolis (SC)
48º – Iracemápolis (SP)
49º – Balneário Camboriú (SC)
50º – Mirassol (SP)
51º – Jandaia do Sul (PR)
52º – Itapira (SP)
53º – Meridiano (SP)
54º – Muçum (RS)
55º – Campo Mourão (PR)
56º – Atibaia (SP)
57º – Serafina Corrêa (RS)
58º – Bento Gonçalves (RS)
59º – Carlos Barbosa (RS)
60º – Gramado (RS)
61º – Medianeira (PR)
62º – Potirendaba (SP)
63º – Paraíso (SP)
64º – Presidente Prudente (SP)
65º – Picada Café (RS)
66º – Santo André (SP)
67º – Barueri (SP)
68º – Guaporé (RS)
69º – Santa Rosa (RS)
70º – Pratânia (SP)
71º – Bebedouro (SP)
72º – Chapadão do Céu (GO)
73º – Itumbiara (GO)
74º – Curitiba (PR)
75º – Jarinu (SP)
76º – Araraquara (SP)
77º – Pedreira (SP)
78º – Santa Cruz do Sul (RS)
79º – Catanduva (SP)
80º – Campinas (SP)
81º – Bragança Paulista (SP)
82º – Penápolis (SP)
83º – Taguaí (SP)
84º – Francisco Beltrão (PR)
85º – Londrina (PR)
86º – São Lourenço do Oeste (SC)
87º – Veranópolis (RS)
88º – Marechal Cândido Rondon (PR)
89º – Ceres (GO)
90º – Votuporanga (SP)
91º – Lençóis Paulista (SP)
92º – Valinhos (SP)
93º – Gabriel Monteiro (SP)
94º – Eusébio (CE)
95º – Ijuí (RS)
96º – Jaci (SP)
97º – Farroupilha (RS)
98º – Frederico Westphalen (RS)
99º – São João da Boa Vista (SP)
100º – Ivoti (RS)

Segundo análise da Firjan, a crise econômica que o país enfrentou nos últimos anos fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse em três anos. De acordo com o estudo, na comparação com 2015, as áreas de educação e saúde tiveram o menor avanço da última década e não compensaram as perdas do mercado de trabalho nos últimos anos.

A análise mostra que o país está bem longe das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), monitoradas pelo IFDM.
A meta, por exemplo, de universalizar a educação na pré-escola para crianças de 4 e 5 anos poderá ser atingida somente em 2035, caso o crescimento observado de 2014 a 2016 se mantenha.

Na análise de Emprego e Renda, o IFDM aponta que, entre 2015 e 2016, foram fechados quase 3 milhões de postos de trabalho formais no país.

Em 2016, apenas 2.254 cidades geraram empregos, ou seja, quase 60% fecharam postos de trabalho, incluindo capitais e grandes centros econômicos.

(Com Época)