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Fortaleza pode estabelecer recorde de público em jogo de acesso à Série B

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foto torcida fortaleza castelão

Fortaleza e Macaé decidem na noite deste sábado (25), a partir das 18 horas (horário local), uma vaga para a Série B 2015. A partida poderá registrar a quebra do recorde de público na Arena Castelão, que pertence ao jogo Ceará 0x1 Sport, na decisão da Copa do Nordeste, em abril deste ano, com 61.240 pagantes. Na Copa do Mundo, o estádio registrou um público de 60.342 torcedores, na partida Brasil 0x0 México.

Segundo a diretoria tricolor, mais de 60 mil ingressos já foram vendidos para a partida deste sábado. O Fortaleza assegura vaga para a Série B se vencer o Macaé, por qualquer placar. Se houver empate sem gols, a decisão da vaga será na cobrança de pênaltis. Qualquer outro resultado classifica o Macaé. Na partida de ida, no último sábado (18), no Rio de Janeiro, houve empate em 0 a 0.

Magno Alves diz que Ceará precisa “tomar vergonha”

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O artilheiro alvinegro Magno Alves disse na noite dessa sexta-feira (24), após a derrota do Ceará para o Santa Cruz, por 2 a 0, em plena Arenas Castelão, pela 32ª rodada da Série B do Brasileiro, que o time alvinegro precisa “tomar vergonha” na competição. A partida marcou o retorno de PC Gusmão ao comando técnico alvinegro.

Há três rodadas, o Ceará se mantém na porta do G4 com 50 pontos ganhos, dois a menos que o Avaí (SC). Assim como o time cearense, a equipe catarinense vem de três derrotas seguidas, o que permitiu a aproximação de clubes que não mais sonhavam com o acesso à Série A de 2015, como o América (MG), o Boa Esporte (MG), o Sampaio Correa (MA) e o próprio Santa Cruz (PE).

O América já estaria no G4, caso não tivesse sido punido com a perda de seis pontos, por escalação irregular de atleta. Já o Boa Esporte poderá passar do Ceará, na tarde deste sábado (25), em caso de vitória sobre o Bragantino, em Bragança Paulista. O Boa Esporte é o próximo adversário do Ceará, no sábado (1º), no estádio Melão, na cidade de Varginha, no Sul de Minas Gerais.

Drone é atração em bandeiraço pró-Camilo

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Um drone foi atração em um bandeiraço pró-Camilo, na noite dessa sexta-feira (24), no cruzamento das avenidas Santos Dumont com Virgílio Távora, na Aldeota. Durante quase duas horas, o drone circulou acima de centenas de ativistas. Alguns ativistas brincaram ao apontar o drone era uma “estrela vermelha” no céu.

O evento reuniu secretários municipais, como exemplo Salmito Filho (Setfor), e estaduais, como exemplo Ferruccio Feitosa (Grandes Eventos), além de outros políticos. O deputado estadual Mauro Filho, que disputou o Senado pelo Pros, também marcou presença.

Rumo ao futuro

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (25), pelo jornalista Érico Firmo:

A complexidade do que é o Brasil não cabe no maniqueísmo raso das campanhas. A propaganda eleitoral, pobre em conteúdo e simplista na forma, não abarca a análise do que foram as políticas públicas nas duas últimas décadas. O País melhorou nos últimos 20 anos, mas ainda enfrenta problemas dramáticos. Houve acertos louváveis e erros demais. Os avanços não são obra de apenas um grupo político. Os equívocos não partem de um só lado. O Brasil de 1994 era pior que o de 2002. O de 2003 era pior que o de 2014. Entre muitos tropeços e algumas ações bastante corretas, estamos melhores do que já estivemos, mas muito pior do que seria aceitável. Os governos são parecidos em algumas coisas e diferem em outras tantas. Há distinções de focos, prioridades, estilos e métodos. Algumas são complementares. Outras, contradições inconciliáveis.

Em 1994, antes de Fernando Henrique (PSDB) tomar posse, a esperança de vida do brasileiro ao nascer era de 68,1 anos. Em 2002, chegou a 71, conforme o IBGE. Em 2013, essa projeção chegara a 74,8 anos. Em oito anos de gestão do PSDB, o brasileiro passou a ter expectativa de três anos a mais de vida. Em 11 anos sob governos petistas, o aumento é de quase quatro anos.

Em 1993, a taxa de analfabetismo da população com 15 anos ou mais era de 16,4%. Em 2002, ao fim dos oito anos de governo Fernando Henrique, caiu para 11,9%. Em 2013, a taxa havia caído para 8,5%. Ao longo da gestão FHC, a queda foi de 27,4% em oito anos. Na era petista, caiu 28,5% em 11 anos.

A mortalidade infantil, em 1994, era de 38,4 por mil nascidos vivos. Após oito anos de FHC, caiu para 26,04. Em 2013, após 11 anos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (ambos do PT), caiu para 15,02 por mil. Nos anos tucanos, a queda foi de 32,1%, média de 4% ao ano. Nas gestões petistas, redução de 42,3%, 3,8% ao ano.

O Brasil de 1994 fechou o ano com inflação, pelo IPCA, de 916,46%. Em 2002, havia chegado a 12,53%. Ao fim do governo Lula, em 2010, estava em 5,91%, mesmo índice que terminou no ano passado.

É inegável o papel tucano no fim da hiperinflação – problema nacional de dimensão que as novas gerações têm dificuldade em compreender. Mas houve também atuação decisiva do PT, que manteve patamares inferiores aos da média de todo o segundo governo FHC.

Assim como há méritos de ambos na redução das desigualdades. O chamado índice de Gini, que mede disparidade de renda, era de 0,567 em 1995. Quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade. Quanto mais próximo de um, maior a concentração. Em 2002, ao fim do governo FHC, era de 0,561, redução de 1,05%. Quase no fim do governo Lula, em 2009, havia caído para 0,516 (não há dado de 2010). Redução de 8%. Em 2013, caiu para 0,495, queda de 4% em relação a 2009. Há, portanto, trajetória de queda das desigualdades desde FHC. Mas, se o mérito tucano no combate à inflação é maior, petistas foram bem mais importantes na redução das desigualdades.

A diferença não é só partidária. O primeiro governo FHC é muito diferente do segundo. O câmbio é só a mais visível discrepância. Os dois governos de Lula também são bastante distintos nas ações e resultados. E Dilma também tem diferenças bastante significativas em relação à gestão Lula.

O debate não deve se limitar à avaliação pura e simples de quem tem melhores indicadores. O que se espera de todo governo é que faça mais em relação ao anterior. A questão é saber quem avançou mais a partir das bases e dificuldades que encontrou. Nessa perspectiva, a questão fica mais sofisticada e menos simplória.

Crescem as ofensas nas redes sociais por causa das eleições

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (25):

Pesquisa do Datafolha, divulgada na quarta-feira (22), mostrou aumento no índice de pessoas que disseram ter interesse nas eleições. Foram 4.355 entrevistados, dos quais 50% responderam que têm interesse no pleito. Em agosto, a porcentagem era 39%.

Esse crescimento também influencia no aumento da circulação de vídeos, textos e até mesmo ofensas nas redes sociais.

No Ceará, por exemplo, via redes sociais, deu para perceber o interesse de todo tipo de cidadão, incluindo aqueles mais apaixonados ou confundindo candidatos e partidos com paixões de clube de futebol.

Os sociólogos, marqueteiros e especialistas, claro, deverão se debruçar nesse cenário. Mas, de qualquer forma, uma reflexão para o eleitor: brigue e discuta apenas sobre propostas com o eleitor do candidato que não lhe agrada. Evite a violência e, quem sabe, até frustrações futuras. É que, na grande maioria das vezes, os políticos adversários de hoje poderão ser, muito em breve, os aliados de amanhã.

Ministro diz que ebola não terá disseminação maciça no mundo

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nessa sexta-feira (24) que a disseminação do vírus ebola não ocorrerá de forma maciça pelo mundo. Ele reafirmou também que a chance de a doença chegar ao Brasil é muito pequena.

“A disseminação maciça pelo mundo não acontecerá. Não [há] nenhuma autoridade sanitária, nem na Organização Mundial da Saúde [OMS], nem na universidade, nem nos países, que reconheça que estamos vivendo um risco iminente de disseminação do ebola. Hoje, a epidemia está restrita a três países da África Ocidental [Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri]”, disse o ministro, após participar de evento de incentivo ao parto normal em hospitais privados.

De acordo com o Chioro, Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri enfrentam uma situação precária de combate à doença: “Eles têm o sistema de saúde destruído, caótico, saíram de guerra civil, pobreza imensa, e uma dificuldade [financeira] muito grande, precisando de ajuda internacional”, salientou.

O ministro disse que a estratégia adotada está sendo eficiente para evitar que pessoas infectadas deixem os países com epidemia. Há uma linha de bloqueio nos aeroportos e portos dos três países, e uma segunda nos países para os quais há voos diretos: Marrocos, Nigéria, Estados Unidos, França e Inglaterra.

(Agência Brasil)

Dólar tem maior queda em quase um ano

Um dia depois de atingir o maior valor em nove anos, o dólar comercial caiu 2,26% e fechou a última sessão antes do segundo turno das eleições presidenciais vendido a R$ 2,457. A queda, de quase R$ 0,06, foi o maior recuo diário em 11 meses.

Mesmo com a queda dessa sexta-feira (24), a cotação encerrou a semana com alta de 1,01%. O dólar acumula valorização de 0,37% no mês e de 4,22% no ano.

Fatores internos – como a corrida eleitoral – e externos têm pressionado o câmbio nas últimas semanas. De acordo com analistas, o pessimismo no mercado financeiro internacional aumentou depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) diminuiu a previsão de crescimento da economia global para este ano. Em relação ao Brasil, o órgão revisou, de 1,3% para 0,3%, a estimativa para o Produto Interno Bruto em 2014.

(Agência Brasil)

Istoé/Sensus: Aécio lidera com 9 pontos de vantagem sobre Dilma

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Pesquisa ISTOÉ/Sensus, divulgada nessa sexta-feira (24), reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou dois mil eleitores de 24 Estados, entre a terça-feira (21) e essa sexta-feira, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos.

A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT, 40%.

(Istoé)

Inscrições para o Prêmio Cidadania Judiciária são prorrogadas até 15 de novembro

As inscrições para o Prêmio Cidadania Judiciária têm prazo de inscrições prorrogado até o dia 15 de novembro. O concurso é instituído pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE), em parceira com a Fundação Demócrito Rocha (FDR).

O objetivo do concurso é estimular a produção de textos, trabalhos acadêmicos e reportagens que abordem sobre o acesso à Justiça, cidadania e responsabilidade social.

O prêmio será dividido em três categorias: academia (subcategorias: professores e alunos), escola (subcategorias: professores e alunos) e imprensa (subcategorias: jornal impresso, rádio, internet, televisão e mídia comunitária).

Poderão participar do prêmio os profissionais e alunos que atuem em instituições cearenses; professores e alunos do ensino médio da rede pública, professores e graduandos de instituições públicas e privadas de ensino superior, além de profissionais da imprensa de veículos de comunicação (mídia impressa, radiofônica, televisiva, web e comunitária), exceto funcionários e jornalistas do Grupo de Comunicação O POVO.

A premiação ocorrerá dia 3 de dezembro. Na ocasião, tablets, smartphones e e-readers (marca Kindle) serão distribuídos, respectivamente, para os primeiros, segundos e terceiros colocados de cada subcategoria.

Todos os trabalhos contemplados nas categorias, em geral, serão publicados na Revista Prêmio Cidadania Judiciária.

Tropas federais atuarão em 13 municípios do Ceará

No segundo turno das eleições, neste domingo (26), 13 municípios do Ceará receberão tropas federais. Nessa sexta-feira (24), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou que os municípios de Guaiuba e Itaitinga também vão ter reforço do Exército. Antes disso, o Tribunal Superior Eleitoral havia autorizado a presença de 2.500 militares em onze cidades cearenses.

A capital Fortaleza é um dos municípios que terá a presença das forças federais. As outras cidades são Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Sobral, Crateús, Aracati, Caucaia, Maracanaú, Maranguape e Pacatuba.

O reforço na segurança das eleições no Ceará, com a presença do Exército, foi um pedido do procurador regional Eleitoral, Rômulo Conrado. De acordo com o Ministério Público do estado, houve a suspeita de repressão ao trabalho da Polícia Militar no primeiro turno, dia 5 de outubro. Segundo a investigação, as viaturas da PM ficaram paradas em alguns pontos das cidades, aguardando comando dos órgãos de segurança. Isso teria impedido a ronda dos policiais nos locais próximos à votação.

Além dos militares do Exército, 10,2 mil policiais civis e militares também vão trabalhar no Ceará no domingo.

(Agência Brasil)

Eleitora de Fortaleza quer saber sobre emprego para trabalhador mais velho

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Aécio diz que problema é que o Brasil parou de crescer. Mais de um milhão de empregos na indústria deixaram de existir, nos últimos 4 anos. Dilma discorda que Brasil não está gerando empregos e sugere que economista cearense observe cursos de qualificação profissionais. Aponta que taxa de desemprego é baixa. Aécio alerta que país tem que voltar a crescer ou futuro será incerto.

Eleitor carioca quer saber sobre segurança pública

Aécio diz que segurança pública é a maior preocupação de seu plano de governo. Fala sobre reforço das fronteiras e das casas de recuperação para dependentes químicos, além da reformulação do código penal. Dilma ressalta que há plano de fronteiras, que apreendeu armas, drogas e veículos, além de prender pessoas. Aécio insiste que fronteiras estão sem proteção.

Eleitora carioca quer saber sobre esgotos a céu aberto

Dilma diz que espera acelerar a questão do tratamento de esgotos. Lembra que Constituição passou saneamento para Estados e municípios, mas governo federal tem obrigação de proporcionar repasses. Garante que houve avanços nos últimos quatro anos. Aécio assegura que não irá terceirizar responsabilidades. Lembra que 52% dos domicílios brasileiros não possuem esgotamentos necessários. Vai tratar questão diretamente. Dilma afirma que Aécio não fará o que promete porque não é atribuição da União, seria crime de improbidade administrativa.

Dilma diz que Aécio não tem interesse na reforma política

Aécio Neves defende o fim da reeleição e mandato de 5 anos para todos os cargos. Dilma lembra que reeleição foi criada no governo tucano e defende o fim das doações empresariais. Aécio aponta que PT recebeu R$ 80 milhões em doações empresariais. Lembra que coordenador financeiro da campanha do PT pediu para aumentar teto de gasto. Dilma alega que financiamento empresarial é diferente de financiamento pessoal, quando o cidadão é o doador.