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Dilma diz que Banco Central independente seria um “quarto poder”

A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) reafirmou neste domingo (14), em coletiva à imprensa, que é contra a independência do Banco Central e que isso tornaria a órgão um “quarto poder”, como o Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Independência é uma coisa, autonomia é outra. Independência é poder. Isso vai soar muito agressivo no ouvido de todo mundo que defende independência. E aí, o quarto poder não pode ser os bancos”.

Dilma iniciou a coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada falando sobre o Programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Até o final de setembro, 86 mil estudantes receberão bolsas. Mais 14 mil vagas estão abertas e 60 mil estudantes já se candidataram. Ao todo, até o fim de 2014, serão distribuídas 100 mil vagas.

Segundo Dilma, os alunos classificados dentro das vagas este ano e que não conseguirem a bolsa poderão entrar na segunda edição do programa, que também terá 100 mil vagas. Dilma ainda disse que, no futuro, o Ciências sem Fronteiras pode ter um corte por renda.

(Agência Brasil)

Eunício diz que população não pode ser penalizada pela “raiva do Governo”

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Apesar do segundo maior PIB do Estado, do maior parque industrial do Ceará, e do quarto município em população, Maracanaú está esquecida pelo Governo Estadual, por se tratar de uma cidade administrada por um partido de oposição ao Palácio da Abolição. Delegacias distritais funcionam de modo precário na semana e fecham no fim de semana, além do abandono de obras estaduais, como a Praça da Juventude.

A observação é do candidato do PMDB ao governo do Ceará, Eunício Oliveira, neste domingo (14), durante carreata em Maracanaú, ao lado do vice Roberto Pessoa, do candidato do PSDB do Senado, Tasso Jereissati, do prefeito Firmo Camurça, da deputada federal Gorete Pereira, da deputada estadual Fernanda Pessoa, e candidatos a cargos proporcionais da coligação “Ceará de Todos”. Cerca de três mil veículos acompanharam a carreata, entre carros, motos e bicicletas, durante duas horas em 25 quilômetros de percurso.

“Onde as obras deveriam ser entregues ao povo, absolutamente nada está acontecendo. É preciso a gente fazer a inversão de prioridades, cuidar das pessoas, cuidar do povo pobre desse Estado e dar oportunidade aos jovens”, defendeu Eunício, que disse ainda que um governante não pode administrar pela raiva.

(Foto: divulgação)

Ailton Lopes debate conflitos socioambientais no Rio Ceará

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O candidato do Psol ao governo do Ceará, Ailton Lopes, debateu neste domingo (14), na Barra do Ceará, o ecossistema e os conflitos socioambientais que envolvem o Rio Ceará. A programação teve início com um passeio de barco pelo estuário do rio, uma das poucas áreas de manguezal ainda existentes em Fortaleza e ameaçada pelo processo de urbanização.

(Foto: divulgação)

Ibiapaba aguarda promessa de Camilo e Mauro para universidade na região

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Para a estudante Aline Lima, 20, os moradores da Serra da Ibiapaba podem esperar a instalação de uma universidade na região, diante das promessas de Camilo Santana e Mauro Filho, candidatos a governador e a senador na coligação “Para o Ceará seguir mudando”, respectivamente, na noite desse sábado (13), durante comício no município de São Benedito.

“Mauro já falou com a Dilma e Camilo disse que ia lutar pra trazer essa conquista para os estudantes da nossa região”, disse a estudante, conforme a assessoria do candidato ao Palácio da Abolição.

(Foto: divulgação)

Brizzi acredita em renovação na Assembleia Legislativa

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“Por onde a gente anda, com quem a gente conversa, o sentimento é um só: o desejo de renovação na política, principalmente na Assembleia Legislativa. A estrutura tradicional cansou e a intenção do eleitorado é não votar na mesma galera”.

A declaração é do candidato do PDT à Assembleia Legislativa, Julio Brizzi, na manhã deste domingo (14), durante visita ao comerciante Raimundo dos Queijos, no Centro de Fortaleza.

O pedetista foi o único candidato do partido a gravar com o senador Cristovam Buarque, quando o senador esteve em Fortaleza para uma palestra.

A verdade que se lixe

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Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (14):

Durante oito anos, a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República manteve um banqueiro tucano no comando do Banco Central. Não era um banqueiro e nem um tucano qualquer. Tratava-se de Henrique Meireles, que havia sido dirigente de uma potência global na área financeira chamada Bank of Boston. Meireles era um homem do mercado financeiro. Como presidente do Banco Central, foi fiel aos seus princípios e jamais agiu ou disse algo em contraposição a esse mercado.

É jocoso assistir no programa eleitoral a campanha do PT afirmar que, se eleita, Marina dará poder aos bancos. Ora, os bancos já estiveram no centro do poder pelas mãos do ex-operário que presidiu o País. Enquanto esteve no Banco Central, Meireles foi intocável. Nem sequer a oposição apontou problemas na indicação.

Pelo que se depreende da propaganda, o PT diz que Marina dará poder aos bancos por sua relação com uma filha do fundador do Itaú, Maria Alice Setúbal, que se formou em Sociologia, trabalhou a vida toda com educação, nunca foi nem sequer bancária, fez doações para campanhas eleitorais petistas e trabalhou para eleger o atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que foi bancado por Lula.

É claro que a campanha do PT não está falando para os mais escolarizados e esclarecidos. Este público é resistente a esse tipo de propaganda sem compromisso com a verdade. A ideia é aprofundar a aposta nas massas que acabam sendo mais disponíveis (e vulneráveis) para aceitar esse tipo do discurso. O PT conhece bem essa arma. Afinal, em outros tempos, já foi vítima dela.

Nossas campanhas eleitorais viraram isso. A verdade, os fatos e a História passam ao largo. Tornou-se impossível discutir certas propostas racionais e comuns a vários países democráticos como, por exemplo, estabelecer a autonomia do Banco Central. Onde foi adotada, essa autonomia mirou em um ponto: livrar a autoridade monetária de possíveis pressões politiqueiras. Hoje, quem ousa lançar mão da ideia, passa a ser carimbado de entreguista ou coisa que o valha.

Mais e mais coisas do tipo virão. O alvo da pancadaria seria Aécio Neves. Como o mineiro acabou atropelado por Marina Silva, o alvo passou a ser quem ameaça o poder petista. É preciso tirar o máximo proveito da imensa diferença de estrutura e de tempo que o PT tem na propaganda. E assim será. Afinal, no segundo turno, com tempos iguais no horário gratuito e com os naturais rearranjos políticos, as circunstâncias serão outras.

Sem partido forte, sem alianças de grande porte, sem estrutura de campanha e com parcos dois minutos na TV, caso Marina Silva sobreviva com poucas avarias e ainda em condições de disputar para vencer, já será um milagre político e eleitoral que só pode ser explicado pelo imenso desgaste que atingiu o PT.

Marina oferece “outra face” a Cid e Ciro

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A candidata do PSB à presidência da República, Marina Silva, ofereceu nesse sábado (13) “a outra face” aos irmãos Ferreira Gomes, Cid (governador do Ceará) e Ciro (secretário estadual de Saúde), Ciro Ferreira Gomes, na terra deles, Sobral, como resposta às críticas que eles têm feito à sua candidatura. “Em nome da memória de Eduardo Campos, que foi companheiro deles, quero oferecer a face do diálogo, a face do respeito”, disse ela, que fez campanha neste sábado no município, a 240 km de Fortaleza, antes de deixar o Ceará em direção ao Rio Grande do Norte.

Marina participou, ao lado do vice, Beto Albuquerque, e das candidatas ao Governo do Ceará, Eliane Novais, e ao Senado, Geovana Cartaxo, de ato político no ginásio esportivo do Sesi/Senai. Eliane denunciou tentativas “de forças do além, chamadas Ferreira Gomes, de fazerem de tudo para atrapalhar o evento”. Beto Albuquerque pediu um minuto de silêncio pela memória de Eduardo Campos, lembrando que um mês atrás eles recebiam a notícia da morte dele, então candidato do PSB à presidência da República. Tomás Figueiredo, candidato a deputado estadual pelo PSDB, estava no palanque e, ao falar, destacou que era necessário “respeitar a história de Marina Silva”.

Na mesma hora em que acontecia o evento do PSB, o prefeito Clodoveu Arruda (PT), ao lado de Leônidas Cristino, Ivo Gomes e outros apoiadores da candidatura de Camilo Santana ao Governo participavam de ato no Beco do Cotovelo. Onde, inicialmente, a campanha de Marina pretendia realizar a atividade deste sábado em Sobral.

(O POVO / Foto: Edimar Soares)

Sérgio Aguiar também recebe apoio de Ferruccio

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Em encontro com apoiadores de sua candidatura à reeleição a deputado federal, nesse sábado (13), no Pirata Bar, na Praia de Iracema, Sérgio Aguiar destacou as presenças do secretário de Turismo de Fortaleza, Salmito Filho, e do secretário estadual de Grandes Eventos, Ferruccio Feitosa.

Salmito ressaltou a parceria de Sérgio Aguiar no turismo de Fortaleza, quando o deputado preside a Comissão de Turismo na Assembleia Legislativa.

Ferruccio lembrou que iria disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa e que teria o apoio de Salmito. Ao decidir permanecer como secretário, optou por apoiar Sérgio Aguiar. Afirmou que foi uma grata coincidência o apoio de Salmito ao mesmo candidato. “Isso mostra a nossa afinidade”, observou.

(Foto: divulgação)

Professor Teodoro faz campanha diferente

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O deputado estadual e candidato à reeleição pelo PSD, Professor Teodoro, realizou uma carreata diferente na manhã deste domingo (14). Para não congestionar o acesso às praias, o candidato decidiu percorrer a periferia, por meio de ruas dos bairros Parangaba, Conjunto Ceará e Jardim America.

Segundo Professor Teodoro, o voto dos bairros com menor movimentação possui o mesmo peso dos bairros tidos como nobres.

A aposta Marina

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Em artigo no O POVO deste domingo (14), o sociólogo André Haguette diz que PT enfrenta Marina com ataques pessoais, não mais no campo das ideias. Confira:

Ameaçados de perder as eleições e o poder, o PT deixa o campo das ideias e parte para ataques pessoais, utilizando-se até da calúnia, mentira e falsificação. Como se diz na gíria, o PT, a Dilma e seus correligionários “soltaram os cachorros”, não em cima das propostas políticas da adversária Marina, mas contra a própria pessoa dela. A ordem agora é, sem pudor nem ética, abater, detonar, desmoralizar a adversária. Vejamos alguns exemplos. Acusam a Marina de ser “fundamentalista”. Aqui há uma falsificação. O fundamentalismo religioso difere do fundamentalismo político.

Como escreve Demétrio Magnoli, os fundamentalistas políticos “querem substituir o livro das leis (o contrato constitucional) pela Lei do Livro (a Bíblia, o Corão ou a Torã). Marina, portanto, não é fundamentalista”. Fundamentalista na sua fé, ela sempre defendeu a separação da Igreja e do Estado, o Estado laico, portanto. Dizem que ela postula o criacionismo, mas nunca atacou a teoria da evolução.

Acusam Marina de repelir a legalização do aborto, a descriminalização da maconha e o casamento gay. É verdade, mas a Dilma, durante seus quatro anos na presidência, propôs e defendeu a legalização do aborto, a discriminação da maconha e o casamento gay? Pior, no seu foro íntimo, é favorável à legalização do aborto, mas publicamente se diz contrária e nada faz para modificar a Lei. A Marina mudou na última hora a pauta LGBT no seu programa político, mas o que os governos de Lula e Dilma fizeram em relação à comunidade LGBT? Jogo duplo, portanto, jogo hipócrita.

Acusam Marina de não ter experiência administrativa e política. De fato, creio ser verdade que ela não tem experiência administrativa, mas tem experiência política já que foi fundadora de um partido, vereadora, senadora e ministra. Cabem aqui duas perguntas: sincera e objetivamente falando, Fernando Henrique, Lula e Dilma tinham mais credenciais administrativas e políticas sobre a máquina estatal do que a Marina? Acusam Marina de não ter equipe. Aqui a conversa se torna interessante.

A Dilma não tinha equipe para compor seu ministério. Teve que aceitar as indicações de Lula; seis ou sete deles foram demitidos por atos de corrupção! É que, no poder, o PT não tergiversou; deu continuidade ao jogo então jogado; criou ministérios e secretarias para atender aos partidos “amigos”. Marina propõe outra solução: governar com os “bons”, isto é, como ela não possui uma grande base partidária, ela pode renovar a maneira de fazer política e não abrir flancos para compra de apoio e selecionar seus colaboradores.

A proposta pode soar “purista” e até ingênua, mas não deixa de oferecer uma saída para o mal maior de nossa política: uma governabilidade sempre instável mantida ao custo de “agrados” a partidos insaciáveis, atalhos para a corrupção e empecilhos a reformas necessárias, como a tributária. Marina oferece uma alternativa à tradicional política de favores dominante até hoje.

O cerne da questão é o seguinte: os eleitores vão continuar incentivando o jogo nefasto do aparelhamento político ou vão modificar as regras do jogo. Marina pretende mudar essas regras. Talvez valesse a pena pagar para ver. A maneira de fazer política precisa mudar.

Delação premiada tumultua campanha eleitoral

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (14):

A delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, negociada com a Polícia Federal e o Ministério Público, teria apontado, segundo a revista “Veja”, uma lista de políticos financiados por recursos provindos de esquemas de corrupção na Petrobras. Mesmo sem provas concretas, a simples denúncia teve o condão de tumultuar a campanha eleitoral – como não poderia deixar de ser.

Crescem indícios de que funcionários da empresa teriam traído a confiança do governo e se envolvido em esquemas escusos. E, assim, é imperativo que sejam identificados e punidos. Mas, haveria também – como muitos alertam – outros tipos de cobiça ainda mais dissimulados?

Os que acham que sim advertem ser preciso (ao lado da identificação e punição dos corruptos) não baixar a guarda em relação a uma ameaça ainda maior que pairaria sobre a Petrobras e o Brasil: a tentativa de desqualificar a empresa, enfraquecê-la e assim abrir caminho para que o pré-sal seja abocanhado pelo capital financeiro.

O Departamento de Estado americano estaria aproveitando as chances abertas por estas eleições para executar um acalentado plano: tentar mudar a seu favor a correlação de forças na América Latina, afastando do poder governos progressistas.

A eleição de um presidente brasileiro comprometido com a troca do atual modelo de desenvolvimento inclusivo para o modelo neoliberal facilitaria esse projeto e poria novamente o Continente sob o cabresto da Casa Branca. Daí, o crescente cerco ao Brasil, como seria exemplo a ameaça de rebaixamento da nota do País pela agência de risco Moody’s (aquela que não previu a crise de 2008) em plena campanha eleitoral, supostamente com o intuito de provocar fuga de capitais, desestabilizar a economia e influenciar as eleições.

Eunício diz que seu governo terá somente “ficha limpa”

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“Governar um Estado é algo muito sério, não pode ser alguém tirado do bolso do colete dos poderosos. Quero ser governador para responder apenas a um chefe, que é o povo cearense”. A declaração é do candidato do PMDB ao governo do Ceará, Eunício Oliveira, nesse sábado (13), Tenda Democrática do Comitê Central, em evento que marcou a adesão de cerca de 800 lideranças políticas e comunitárias de Fortaleza.

“Estou no meio da rua, de peito aberto, pedindo para ser julgado pela população. Aprovei a ampliação da Lei da Ficha Limpa para que não apenas os políticos eleitos, mas todos que exerçam a função no serviço público sejam ‘ficha limpa’”, prometeu Eunício.

Ao ressaltar a projetos nas áreas da saúde, educação, segurança pública e convivência com a seca, Eunício disse que o Ceará não terá prioridades invertidas. “Vamos dizer ao mundo que o Ceará é um estado livre”.

Especialistas pedem cautela com anúncios que prometem redução de juros

É comum encontrar nas ruas e na internet anúncios prometendo redução dos juros de financiamentos, principalmente de veículos. Algumas das propagandas garantem ser possível diminuir pela metade a parcela paga, mediante ação na Justiça. Especialistas aconselham cautela com ofertas do tipo. Segundo eles, embora haja decisões favoráveis ao cliente em ações revisionais de juros, é preciso analisar o histórico das empresas e advogados por trás dos anúncios. Também é importante verificar se o contrato que se pretende questionar de fato é abusivo.

“O consumidor deve pedir à empresa ou ao advogado que está fazendo isso [prometendo a redução] referência de pelo menos dez clientes. Deve pedir, ainda, sentenças e acórdãos apontando o resultado que está sendo prometido”, recomenda o advogado José Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). Tardin considera excessivos os ganhos anunciados. “O consumidor deve desconfiar sempre, quando a oferta é demais”, alerta.

O advogado Adriano Cristian Carneiro, defensor público da União com atuação em ações coletivas que envolvem direito do consumidor, ressalta que há outros itens nos contratos de financiamento de veículo que podem caracterizar abuso. “Pode ter venda casada, em que você paga algum seguro ou título de capitalização do qual não sabe”, exemplifica. Mas os juros, diz, têm ficado dentro da média de mercado.

A advogada Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), pede que os consumidores estejam atentos à propaganda enganosa. “A vontade de diminuir a dívida é muito grande. Fora os juros realmente abusivos, não existe esse milagre da redução. As pessoas que tiveram acesso a cartazes ou folhetos com promessas excessivas devem até reclamar nos órgãos de defesa do consumidor para providência”, declarou.

(Agência Brasil)