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Grupo Chocalho promove II Festival Intercolegial de Poesia Estudantil

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O Grupo Chocalho de Cultura estará promovendo o II Festival Intercolegial de Poesia Estudantil. A diretoria da entidade mandou para o Blog o regulamento, com todos os detalhes. Confira:

1- OBJETIVOS

1.1- Levar para as Escolas Públicas e Privadas do Estado do Ceará um Projeto de Leitura e Escrita;

1.2- Colaborar no processo de permanência e sucesso dos estudantes na Escola;

1.3- Descobrir e dar oportunidade de surgimento de novos talentos, através da Poesia;

1.4- Incentivar e publicar a produção literária dos estudantes;

1.5- Formar leitores conscientes e críticos;

1.6- Popularizar e desenvolver no meio estudantil o gosto pela poesia.

2- PÚBLICO ALVO:

2.1- Estudantes regularmente matriculados e com frequência NORMAL nas Escolas Públicas e Particulares
do Estado do Ceará;

3- DAS INSCRIÇÕES

3.1.- Cada estudante poderá se inscrever, GRATUITAMENTE, sob pseudônimo, com até 03 (três) POEMAS INÉDITOS em 05 (cinco) vias digitadas, acompanhadas por CD.
Os originais não serão devolvidos;

3.2- Os estudantes poderão se inscrever, COM ATÉ 03 ( TRÊS ) TRABALHOS, nos seguintes níveis:

** Fundamental. I ( até o 5º ano )

** Fundamental II ( 6º até o 9º ano )

** Ensino Médio, ( 1º ao 3º ano );

3.3.- As inscrições poderão ser feitas até às 18 horas do dia 25 de junho de 2013 na SECRETARIA DE SUA ESCOLA ou no GRUPO CHOCALHO dia 28 de junho de 2013, na Casa de Juvenal Galeno – Rua General Sampaio, 1128 – Centro – Fortaleza – Ceará, CEP 60.020-030. Nesse caso, a data impressa no envelope, pelos correios, será o comprovante do cumprimento do prazo. Trabalhos, fora do prazo serão desclassificados. Os poemas, além de de escritos em papel ofício, deverão estar gravados em CD, ser assinados por pseudônimo e em outro envelope separado deve conter os dados do Autor, como: Nome Completo, Endereço Completo, E-mail, telefones, nome da Escola com Declaração confirmando que o aluno está REGULARMENTE MATRICULADO E COM FREQUÊNCIA NORMAL.

4 – DA SELEÇÃO E PRÊMIO

4.1- A Comissão Julgadora selecionará os 100 ( CEM ) melhores poemas, que farão parte do livro-prêmio II ANTOLOGIA DE POESIA ESTUDANTIL;

4.2- Entre os 100 ( CEM ) poemas, serão selecionados 18 ( DEZOITO ) poemas: 06 ( SEIS ) do Ensino Fundamental I ; 06 ( SEIS ) do Ensino Fundamental II e 06 (SEIS ) do Ensino Médio, para a GRANDE final que se realizará no dia 25 de julho de 2013 ( DIA DO ESCRITOR ), em local a ser definido pela COORDENAÇÃO DO FESTIVAL. Nesse mesmo dia será lançado o LIVRO-PRÊMIO. Os 03 ( três ) primeiros colocados em cada nível receberão prêmios ( TROFÉUS, LIVROS, PRÊMIOS DOS PATROCINADORES, ALÉM DE DIPLOMAS);

4.3- Todos os inscritos receberão DIPLOMA DE PARTICIPAÇÃO.

5- A COMISSÃO JULGADORA

5.1- A COMISSÃO JULGADORA será formada por pessoas de destaque em nossa vida literária ;

6. – OS CASOS OMISSOS SERÃO RESOLVIDOS PELA COORDENAÇÃO DO FESTIVAL.

Cotidiano dos idosos é administrar aposentadoria e aumento de despesas

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O cotidiano dos idosos é baseado geralmente na administração dos benefícios da aposentadoria com os gastos e o aumento de despesas. Dos 22,3 milhões de brasileiros, com mais de 60 anos, 3,7 milhões voltaram a trabalhar – em empregos fixos ou temporários. Muitos se queixam das dificuldades, pois ajudam parentes e amigos. Pelo menos 15,8 milhões se dizem chefes de família. 

É o caso do marceneiro aposentado Manoel Lopes, de 61 anos. Lopes disse que sua sorte é ter casa própria, do contrário, sua vida seria mais difícil. “Eu gasto pouco e faço minhas economias, como não pago aluguel, dá pra viver. Não gasto com roupa, nada disso. Gasto muito pouco com medicamentos, coisinha de R$ 10 a R$ 15”, ressaltou.

Econômico, Lopes disse que sempre tenta ajudar um parente que esteja precisando de suporte financeiro. “De vez em quando ainda dá para ajudar um filho ou um neto que precise”, destacou o aposentado.

Lopes faz parte do perfil da pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular. O diretor do instituto, Renato Meirelles, fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),e entrevistas nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012.

“Para o idoso, trabalhar é um valor a ser respeitado. Mas a maioria volta a trabalhar porque a aposentadoria é insuficiente”, disse Meirelles. “Mas todos têm muito orgulho de dizer que, embora aposentados, ainda trabalham”, acrescentou. “Na prática, o que muitos ganham por ter experiência perdem pela baixa escolaridade, infelizmente.”

O funcionário público aposentado Benedito da Rocha, de 73 anos, reclama das dificuldades financeiras e das despesas que têm com a mulher, que é diabética e sofre de doença de Chagas, fazendo uso de uma série de medicamentos. “Tá tudo muito caro. A inflação subiu e o salário não foi corrigido de acordo com esse aumento. Minha mulher tem diabetes e Chagas [doença]. Ela precisa de uma boa alimentação. Verdura é caro”, disse.

Estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) mostra que renda familiar inferior a R$ 291 indica classe baixa. Se a renda familiar fica entre R$ 291 e R$ 1.019 aponta para a classe média.

(Agência Brasil)

Revista Veja diz que Abin espionava Eduardo Campos

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Com chamada de primeira página, a revista Veja desta semana traz uma bomba: quatro agentes da ABIN – o serviço de espionagem do Governo Federal – foram presos sob a acusação de espionar os passos e vasculhar a vida do governador Eduardo Campos.

O caso agora abordado pela revista VEJA é o mesmo noticiado pelo Estado de S.Paulo em março, em que o jornal obtevedocumento sigiloso confirmando que o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI) mobilizou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitorar portuários e sindicatos contrários à Medida Provisória 595, conhecida como MP dos Portos. Identificado como “Ordem de Missão 022/82105”, de 13 de março de 2013, o ofício encaminhado a superintendências da Abin em 15 Estados litorâneos traz em destaque o alvo dos agentes: “Mobilização de Portuários”. O GSI confirma a autenticidade do documento.

A “missão” da Abin, informa o documento, é identificar ações grevistas como reação à medida provisória que altera o funcionamento dos portos. O alvo central são sindicalistas ligados à Força Sindical. A central sindical se uniu às críticas feitas pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), contra a MP dos Portos. Campos é possível candidato à Presidência em 2014.

Reportagem do Estado mostrou que a Abin vigiava os passos dos portuários de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, o general Elito, após reunião com a presidente Dilma Rousseff, divulgou nota dizendo ser “mentirosa a afirmação de que o GSI/Abin tenha montado qualquer operação para monitorar o movimento sindical no Porto de Suape ou em qualquer outra instituição do País”.

A ordem contida no ofício 022/82105, porém, é clara sobre o monitoramento de sindicatos que atuam em portos. “Dirigentes sindicais ligados à Força Sindical pretendem promover paralisação nacional de 24 horas no dia 19 mar. 2013”, alerta o documento sigiloso.

 

Elevação de idade de dependentes no Imposto de Renda pode ser votada na CAE

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A Comissão de Assuntos Econômicos pode votar na terça-feira (18), em decisão terminativa, o PLS 145/2008, que eleva a idade dos dependentes para fins de Imposto de Renda da Pessoa Física. O projeto, que já tem parecer favorável da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), recebeu voto favorável do relator, senador Benedito de Lira (PP-AL).

O projeto, do ex-senador Neuto de Conto, altera o artigo 35 da Lei 9.250/1995, a fim de que filho, filha, enteada, enteado, irmão, neto, bisneto e menor pobre dependente do contribuinte tenham aumentada a idade limite de dependência para 28 anos, no lugar dos atuais 21 anos. Caso estejam cursando ensino superior ou escola técnica de segundo grau, a condição poderá estender-se até os 32 anos de idade.

(Agência Senado)

Cid entrega a UPA do Conjunto José Walter

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O governador Cid Gomes (PSB) inaugurou, neste sábado, a Unidade de Pronto-Atendimento do Conjunto José Walter. O ato foi dos mais concorridos. Entre os presentes, o vice-governador Domingos Filho, o prefeito Roberto Cláudio, secretários como Camilo Santana (Cidades) e Arruda Bastos (Saúde), o ex-ministro Ciro Gomes e o secretário nacional de Gestão e Participação Popular do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro.

A UPA do Conjunto José Walter passa a integrar o plano de reforço da área da saúde da Copa das Confederações.

(Foto – Cláudio Barata)

Manifestantes estão concentrados no Estádio Nacional Mané Garrincha

Manifestantes estão concentrados na entrada do Estádio Nacional Mané Garrincha, que vai sediar a abertura da Copa das Confederações neste sábado (15). Policiais da Tropa de Choque fazem um cordão de isolamento para evitar o ingresso dos manifestantes no local.

“Eles [manifestantes] poderão permanecer aqui e nós vamos proteger a sociedade que comprou o ingresso para assistir ao jogo”, disse a coronel Hilda Ferreira, integrante do comando da operação policial. A Polícia Montada chegou ao local para reforçar a segurança. No total, 3.200 homens fazem a segurança no estádio.

Por causa do protesto, duas entradas do estádio tiveram de ser fechadas, mas os torcedores têm sido orientados para ingressar por outros portões. O protesto é contra os gastos públicos com o evento esportivo. Os manifestantes cobram aplicação de recursos na saúde e na educação.

Para o torcedor Willians dos Santos, que estava chegando ao estádio, a manifestação é legítima, pois saúde e educação sofrem com a falta de dinheiro e “milhões são gastos com a Copa”, porém acha que o ato deveria ter ocorrido em outro dia, pois hoje é dia de festa.

Com cartazes e faixas, os manifestantes gritam para que não haja violência, e que o ato é pacífico, porque os policiais estão com cachorros e equipados com máscaras de proteção. Um estudante, que participa da manifestação e não quis se identificar, argumenta que o governo está maquiando os problemas do Brasil para mostrar aos estrangeiros, que vieram assistir à Copa, uma realidade diferente. A intenção do movimento, segundo ele, não é barrar o jogo de abertura e nem causar tumulto na Copa. O movimento quer abrir os olhos da população para aplicação de recursos públicos.

O protesto também apoia as manifestações que têm ocorrido em São Paulo e no Rio de Janeiro, contra o aumento das tarifas do transporte público. Segundo a Polícia Militar, 500 pessoas participam do ato. Já a organização calcula em 2 mil pessoas.

(Agência Brasil)

País em ebulição. Imagine na Copa

Da coluna Política, no O POVO deste sábado (15), pelo jornalista Érico Firmo:

São movimentos diferentes, com perfis muito distintos, reivindicações diversas e mesmo naturezas contrastantes. De todo modo, em conjunto, o Brasil vive hoje um dos períodos de maior efervescência social e política desde a redemocratização. Houve movimentos maiores, mas o que chama atenção é a coincidência – ou não – de manifestações tão plurais, díspares, até, e capilarizadas. Se não é possível observar como fenômeno homogêneo, não seria equívoco menor considerar que uma coisa nada tem a ver com a outra.

O País está em ebulição: protestos contra aumento das tarifas de ônibus em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre (RS). Em Brasília, manifestação por moradias populares fechou o entorno do estádio Mané Garrincha, onde haverá hoje a abertura da Copa das Confederações. Com direito a barricadas e queima de pneus. O movimento anuncia que haverá atos do tipo em 12 capitais na próxima semana. Também na capital federal, índios protestam há semanas contra conflitos por terras. As manifestações são tão ecléticas que até proprietários rurais foram às ruas. No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, em Minas Gerais e em Roraima, produtores bloquearam rodovias contra justamente a demarcação de terras indígenas. Em Fortaleza e em Recife (PE), motoristas de ônibus fazem paralisações e afetam o eixo estratégico da mobilidade para o evento da Fifa. Além disso, a capital cearense viveu, na quinta-feira, a expressiva manifestação do “Fortaleza Apavorada”.

Em 8 de fevereiro do ano passado, a coluna já apontava que, quanto mais perto das competições da Fifa, maiores seriam as possibilidades de protestos. É assim agora e será muito mais até a Copa do Mundo. Não há nada de novo. Na África do Sul, em 2010, houve greve de seguranças na própria competição. Na Alemanha, em 2006, foram os médicos que paralisaram as atividades.

O Brasil vive momento de visibilidade mundial quase sem precedentes. Seria previsível e quase inevitável que houvesse tal eclosão. Surpreendente é o absoluto despreparo observado, principalmente em São Paulo, das autoridades para lidar com a situação. Não se limita a truculência, violência, desrespeito: as cenas na Avenida Paulista expõem monumental burrice política dos governantes.

A pesquisa e o alerta para o Governo Dilma

Em artigo no O POVO deste sábado (15), o editor-adjunto do Núcleo de Conjuntura do O POVO, Luiz Henrique Campos, avalia os números da popularidade da presidente Dilma Rousseff. Confira:

As recentes pesquisas tratando sobre a popularidade do Governo Dilma Rousseff podem não sugerir de imediato risco à reeleição da atual presidente em 2014. Os números a colocam em ampla vantagem sobre os principais adversários, além de ter na base social menos favorecida do país imensa margem de apoio que lhe garante folga considerável.

Essa, porém, não deveria ser a preocupação dos que estão à frente dos destinos do Brasil. Os resultados dos indicadores apresentados, mereceriam, sim, ser vistos como alerta sobre os rumos a que se está dando aos destinos do País. Não resta dúvida de que, entre todos, a economia é o parâmetro maior para se medir o grau de satisfação da sociedade para com os governos. No caso brasileiro, se tivemos nos últimos anos certos avanços ao se colocar na cena do consumo classes sociais até há pouco totalmente excluídas, vê-se agora que esse modelo não pode se sustentar indefinidamente, sem que seja dado o salto necessário a inserir o País no trilho do desenvolvimento sustentável.

Nesse aspecto, se conseguimos superar a agenda da estabilidade, estamos ainda distantes de avançarmos no aspecto da competitividade das empresas. O Brasil, infelizmente, ainda patina em áreas fundamentais com vistas a atingir níveis razoáveis de competitividade, que são a melhora da educação funcional, a redução dos gargalos em termos de infraestrutura e a diminuição da burocracia estatal.

Falta-nos, por exemplo, estímulo ao risco de inovar. E, sem isso, jamais vamos superar o atraso no qual nos encontramos em comparação com países mais desenvolvidos. No Brasil, ao contrário, tem-se dificuldade tanto para fechar como para abrir uma empresa. Sem contar a insegurança jurídica que rodeia a quem pensa em empreender, estimulando, na verdade, a informalidade.

O governo deveria, sim, se preocupar em acabar com esses gargalos, que têm reflexo direto no futuro. Ao que parece, o governo atual quer se garantir para sempre apostando exclusivamente no consumo das classes menos favorecidas. A queda da popularidade mostrou, todavia, que bastou o risco da volta da inflação para o humor da opinião pública azedar, indicando o quanto é frágil essa opção.

Após ação contra deputado Osmar Baquit, MP recebe críticas

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O Ministério Público Estadual foi alvo de duras críticas de parlamentares cearenses nesta semana. O afastamento de 22 gestores da Prefeitura de Quixadá no último dia 5, em decorrência da Operação Miragem, deflagrada pelo MPE e Polícia Civil, gerou reação. O deputado federal Danilo Forte (PMDB) foi à tribuna para defender a gestão do prefeito de Quixadá, João da Sapataria (PRB), e criticou a ação do MP, que ele classificou como “estardalhaço”. Na Assembleia Legislativa, o MPE virou alvo após denúncia contra o deputado estadual Osmar Baquit (PSD) por suposto envolvimento em ataques a emissoras de rádio, também em Quixadá.

Em relação ao prefeito, segundo Forte, o pedido de afastamento se deu “sem acusação formal, por medida cautelar”. Para ele, isso desestabiliza administrações e descontinua a prestação de serviços públicos. “Inverteu-se o paradigma. Agora todos são culpados até prova em contrário”.

O peemedebista dotou discurso semelhante ao de defesa da PEC 37, que busca tirar do Ministério Público o poder de investigação criminal. “Sou a favor de que as investigações sejam feitas pelos agentes competentes, qualificados para tal. Não podem juntar as duas ações. Quem investiga não pode fazer parte da ação judicial”.

O promotor de Justiça de Quixadá, André Clark, afirmou que o deputado desconhece as provas analisadas pelo MPE, que geraram a ação de pedido de afastamento. Segundo ele, já foi constatada fraude no caráter competitivo de licitações, o que está sendo investigado agora é se há outras irregularidades ou envolvidos.

Denúncia da PGJ

Na Assembleia, foi o deputado Perboyre Diógenes (PMDB) quem saiu em defesa de Baquit. O deputado do PSD foi denunciado, na última quarta, por suposta participação em ataques a emissoras de rádio. A denúncia partiu da Procuradoria Geral de Justiça e será julgada pelo Tribunal de Justiça (TJCE).

Na avaliação de Perboyre, houve exagero e “irresponsabilidade” do MP. Em seu pronunciamento, Diógenes se afirmou a favor da PEC 37 e disse que o MPE invadiu a competência das polícias Civil e Federal e que só participa de ações para “aparecer na televisão”.

O POVO tentou contato com Osmar Baquit, mas ele não atendeu às ligações. A reportagem tentou obter mais informações sobre a denúncia contra Osmar Baquit, mas a assessoria de comunicação da PGJ afirmou que não tinha informação sobre a denúncia. Já a assessoria de comunicação do TJCE informou que só teria como buscar informações sobre o caso se tivesse o número do processo.

(O POVO)

Idosos sonham com a felicidade e reclamam do desrespeito dos mais jovens

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Os brasileiros, com mais de 60 anos, sonham em viver ao lado de companheiros que saibam compartilhar bons e maus momentos. Mas reclamam do mau-humor, do egoísmo, da frieza e desrespeito com que são tratados. No Brasil, há aproximadamente 22,3 milhões de idosos, dos quais 15,5 milhões são homens e mulheres que chefiam suas famílias e fazem planos para o futuro. A conclusão está na pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular, entidade de consultoria.

O diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles, fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012.

“São pessoas que buscam o companheirismo e, não o suporte. São pessoas que querem companhia e não gostam de ficar sozinhas, mas reclamam também da forma como são tratadas”, disse à Agência Brasil.

Apesar de ainda não estar na faixa acima dos 60 anos, a aposentada Cleuza Maia dos Santos, de 56 anos, que mora em Planaltina de Goiás, resume nas suas observações o que a pesquisa concluiu. “As pessoas não têm mais paciência para andar com os idosos. Vejo muitos andando sozinhos por aí. Eu mesma tenho seis filhos e quando preciso de um para acompanhar não encontro. Estão todos ocupados. Já vi alguns idosos serem agredidos com palavras e com gestos”, contou.

A maioria dos idosos vive com alguém da família. Do total, cerca de 2,7 milhões dos homens e mulheres, com mais de 60 anos, moram sozinhos. Dos solitários, 1,8 milhão é formado por mulheres, enquanto 938 mil são homens. “O mais interessante da pesquisa foi verificar que essas pessoas continuam com esperança no futuro em serem felizes ou, como em alguns casos, em voltar a ser feliz”, ressaltou Meirelles. 

A pesquisa destacou também o perfil por gênero dos idosos. Do total de brasileiros, com mais de 60 anos, 55% são mulheres. Elas também são maioria em todas as faixas etárias – de 60 a mais de 100 anos. Nas faixas de 90 a 99 anos, 61,85% são mulheres, e acima de 100 anos, elas são 75%. “De uma forma geral, todos eles reclamam de um mesmo aspecto: o egoísmo das pessoas”, disse Meirelles.

(Agência Brasil)

Cid não dá detalhes sobre milícias

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Três dias antes do protesto por mais segurança na Capital, o Executivo lançou nota em que pedia para os manifestantes não levarem crianças para o ato, por suposto risco de haver ações violentas de “grupos partidários e marginais de uma milícia” que teriam se infiltrado no movimento. O “Fortaleza Apavorada” ocorreu de forma pacífica.

Durante cerimônia de posse da desembargadora Iracema do Vale à frente do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), nessa sexta-feira (14), o governador Cid Gomes disse não ter detalhes sobre as “informações” que o Palácio da Abolição teria recebido a respeito de possíveis milícias infiltradas na manifestação “Fortaleza Apavorada”, na última quinta-feira (13).

O POVO – Que “milícia” o governo diz que se infiltraria no “Fortaleza Apavorada”?

Cid Gomes – O que houve foi notícia de que teriam pessoas infiltradas. O governo teve a preocupação de alertar.

OP – A nota falava em partido infiltrado. Quais?

Cid – A informação é que partidos se infiltrariam. Alertamos, pedimos acompanhamento. A notícia é que teriam. Não tenho detalhe.

OP – Não é vago acionar Ministério Público com base nessas informações?

Cid – Não era provável que tivesse movimentos políticos infiltrados ali? A nota cumpriu com o objetivo, que era respeitar o movimento e que acontecesse em paz. Talvez se nós não tivéssemos soltado a nota, movimentos políticos teriam se infiltrado, movimentos militares teriam se infiltrado.

OP – Que peso esse tema terá na eleição de 2014?

Cid – Não tô preocupado com isso, sinceramente.

OP – Não está preocupado por estar muito confiante?

Cid – Não, não, não. Veja bem. Eu (pausa) não acho razoável que seja misturada política com segurança.

(O POVO)

Segurança para todos

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Sendo três mil pessoas (como avaliou a Polícia Militar) ou 10 mil (como registrou a organização do ato), sem sombra de dúvida, o movimento Fortaleza Apavorada atingiu o seu objetivo, ao promover mobilização bastante representativa do descontentamento da população com a precariedade da segurança pública no Ceará.

Não é sempre que um movimento, surgido há tão pouco tempo nas redes sociais, consegue reunir número tão expressivo de pessoas para uma passeata reivindicatória, como se viu na quinta-feira. É sintomático que um grupo de mulheres de classe média “apavoradas” com a violência que lhes bate à porta – e agindo fora das organizações políticas tradicionais (partidos, sindicatos ou ONGs) -, tenha alcançado tal feito: o movimento conseguiu extravasar o mal-estar generalizado que hoje atinge a todos, ricos e pobres.

E isso, mesmo após o “alerta” do Governo do Estado de que poderia haver uma “milícia” infiltrada no movimento, um ataque direto à organização do evento, com o intuito de desestabilizar seus integrantes. No entanto, o que se viu foi uma manifestação pacífica, com a participação de jovens, velhos, crianças e famílias inteiras.

O caso mostra que a situação da segurança pública em Fortaleza chegou a uma situação insustentável, exigindo resposta rápida das autoridades. A cidade tem hoje um dos mais altos índices de assassinatos do País: são 65 homicídios por 100 mil habitantes; São Paulo (a maior cidade da América Latina) registra 13 homicídios por 100 mil habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera “tolerável” a taxa de 10 homicídios por 100 mil habitantes. Acima disso, classifica a situação como “epidêmica”.

Isso sem contar os assaltos, que se tornaram rotina para quem ousa sair às ruas (a qualquer hora do dia ou da noite) ou mesmo para aqueles que estão em casa ou no trabalho. Ninguém, em nenhum lugar, se sente seguro.

Normalmente, a classe média consegue se se proteger, pagando por serviços, nas áreas em que o estado é ineficiente, como é o caso da educação e da saúde. Na segurança, como se vê, muros altos, cercas elétricas, carros blindados e segurança privada estão se mostrando inócuos. Seria promissor, portanto, se todos percebessem que, em segurança pública (e na maioria de outros casos) ou ela existe igualmente para todos ou ninguém se sentirá tranquilo.

(O POVO / Editorial)

Cid Gomes inaugura UPA do José Walter

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O governador Cid Gomes e o secretário Arruda Bastos inauguram na manhã deste sábado (15) a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Conjunto José Walter. O equipamento funcionará 24 horas, inclusive domingos e feriados, e servirá para o fortalecimento do atendimento à saúde para a Copa das Confederações.

Segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), a nova UPA recebeu investimentos de R$ 5 milhões, sendo que R$ 1,2 milhão foram utilizados na aquisição de equipamentos.

Associação Médica Brasileira entra com ação de improbidade contra o ministro da Saúde

A Associação Médica Brasileira (AMB) entrou com uma ação de improbidade contra o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, por não ter usado R$ 17 bilhões que estavam disponíveis no orçamento do ministério entre 2011 e 2012. “Nós todos reclamamos, inclusive o ministro, de que a saúde pública brasileira precisa de mais recursos. Então, a gente quer saber do ministro da Saúde porque ele não utilizou nem o recurso que tinha disponível”, ressaltou o presidente da AMB, Florentino Cardoso.

Segundo Cardoso, a informação foi repassada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em uma audiência na Câmara dos Deputados. De acordo com a exposição do TCU, o ministério não usou cerca de 18% dos R$ 93 bilhões que tinha à disposição. De acordo com o presidente da AMB, o percentual está acima da média dos anos anteriores, um patamar de 3%. “A gente imagina que a burocracia oficial para se fazer as coisas, a gente até imagina que seja difícil executar 100% do orçamento. Mas deixar de executar um valor tão importante, nós queremos saber porque. Essa não é a média dos anos anteriores”. Cardoso disse ainda que dependendo dos motivos apresentados por Padilha, a associação buscará a responsabilização do ministro.

Em nota, Padilha atribuiu a ação da AMB à controvérsia em relação à contratação de médicos estrangeiros para trabalhar no Brasil. “O ministro Alexandre Padilha lamenta que uma entidade médica recorra a este tipo de ataque por discordar do diagnóstico de que faltam médicos no Brasil e por tratar como tabu a perspectiva de atração de médicos estrangeiros para atuarem no Brasil”, diz a nota do ministério.

O comunicado destaca ainda que os recursos destinados à saúde cumprem as determinações legais e que as contas do ministério foram aprovadas pelos órgãos competentes. “O Ministério da Saúde cumpre rigorosamente o que determina a Emenda Constitucional 29 [a verba destinada ao setor deve ser a mesma empregada no ano anterior com o acréscimo da variação do Produto Interno Bruto], o que assegura investimento federal crescente, estável e contínuo. As contas federais, inclusive, foram aprovadas pelos órgãos de controle interno e externo e pelo Conselho Nacional de Saúde, no qual as entidades médicas têm participação”.

(Agência Brasil)