Blog do Eliomar

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O fechamento do Banco Neon: Uma lição desse acontecimento

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Em artigo sobre a decisão do BC em fechar o Banco Neon, o consultor financeiro Fabiano Mapuranga, Mestre em Gestão Empresarial, comenta do destino da aplicação dos corretistas. Confira:

O Banco Central decretou nessa sexta-feira(4) a liquidação extra-judicial do Banco Neon, que possui sede em Belo Horizonte. A supervisão do BC constatou o comprometimento da situação econômico-financeira, bem como a existência de graves violações às normas legais, e regulamentares que disciplinam a atividade da instituição.

O Banco Neon é uma instituição financeira de pequeno porte, que tem autorização para operar como banco comercial, e que possui hoje 0,0038% dos ativos totais do sistema bancário. Possui apenas uma agência localizada em Belo Horizonte.

Tal situação, causa temor e muitos constrangimentos aos correntistas desta instituição que estão, neste momento, na dúvida de como farão para receber seu dinheiro, que está aplicado em CDB nesta instituição. Vale salientar que o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) faz a proteção destes valores em CDB, limitados a R$ 1 milhão por CPF e a R$ 250 mil por instituição financeira. Porém, os correntistas devem entrar com o pedido junto a esta instituição, e deverão aguardar os prazos definidos pelo FGC para reembolso.

A questão nos remete à importância, que devemos dar, em saber analisar o histórico das instituições financeiras, e os seus comportamentos frente as suas operações no mercado de crédito, antes de tomar a atitude de aplicar nossos recursos. Devemos observar também, se o banco que estamos escolhendo, possui uma Governança que está coerente com as normas dos órgãos reguladores. Um ótimo caminho para essa verificação é pelo próprio site do Banco Central, onde você também encontrará os demonstrativos de desempenho de cada instituição financeira. Não fique restrito apenas ao que lhes dizem, procure leitura a respeito da instituição.

Promessas de altos percentuais em aplicações de renda fixa como CDB, acabam por seduzir muitos clientes, que se descuidam em não procurar observar a solidez daquela instituição que está ofertam o papel. Existem no Brasil vários outros bancos do mesmo porte do Banco Neon, e quem vêm apresentando boa captação de recursos de pequenos investidores. Sugiro que reavaliem seus bancos e passem a ter mais atenção onde o seu capital está alocado. Não vamos pecar por falta de informação.

Fabiano Mapurunga

CEO da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Gestão
Empresarial. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria

Para onde irão os devedores do extinto BEC?

O ex-governador Lúcio Alcântara privatizou o BEC, hoje controlado pelo Bradesco.

Da Coluna O POVO Economia, da jornalista Neila Fontenele, no O POVO deste sábado:

Acreditem: 12 anos após a venda do Banco do Estado do Ceará (BEC) para o Bradesco, ainda há um ativo de operações de créditos não pagas.

Os valores devem girar em torno de R$ 150 milhões e foram anunciados em leilão, mas as negociações não deram resultado.

Diante da situação, devedores que procuram resolver o problema ressaltam a falta de comunicação do governo. Alguns pleitos chegaram à Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec) que reclama da falta de divulgação do Refis, lançado para esses devedores, cujo prazo foi encerrado no ano passado.

Os agricultores comparam os tratamentos dados pelo Governo Federal e pelo Estado. No primeiro caso, foi solicitada a participação da entidade na divulgação e houve a convocação dos devedores para negociação; no segundo, a entidade não tomou conhecimento das possibilidades de dispensa de juros e multas, antes da oferta dos ativos em leilão.

O ex-secretário de Fazenda, Mauro Filho, informa que foram dadas seis oportunidades de dispensa de juros e multas, mas não houve o comparecimento de muitos devedores. A coluna procurou o secretário de Fazenda, João Marcos Maia, para falar sobre o assunto, mas até o fechamento desta edição não obteve retorno.

A Secretaria da Fazenda informou que, independente da licitação, o Bradesco continuará administrando os ativos. Os devedores poderão procurar o banco para negociar seus débitos, mas com multas e juros.

(Foto – Arquivo)

Marqueteiros políticos fundam clube em Brasília

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O Clube Associativo de Profissionais de Marketing Político – CAMP foi lançado esta semana, em Brasília. O CAMP é um grupo formado por profissionais de Marketing Político provenientes de todas as regiões do País. As regiões Norte e Nordeste estão representadas por Expedito Pessoa, pelo cineasta Moisés Magalhães e pelo consultor político Leurinbergue Lima da Silva, esse último já tendo trabalhado em campanhas eleitorais no Ceará, além do presidente da empresa DataInfo.

O clube atuará para promover o aperfeiçoamento dos profissionais de Marketing Político, organizando eventos e valorizando o trabalho que desenvolvem em defesa da participação popular e da democracia. A Associação será apartidária e buscará diálogo com todos os partidos e esferas de poder.

O CAMP conta com nomes importantes do setor, entre eles, o seu presidente Bruno Hoffmann, o vice de planejamento Fábio Bernadi, o marqueteiro Einhart Jacome e o argentino Guilhermo Raffo, que trabalhou na campanha do presidenciável Aécio Neves em 2014.

“O Marketing político é uma atividade que só pode ser exercida em uma democracia. Por isso, juntamos esse time, pois entendemos que de alguma forma podemos contribuir para a melhoria do sistema político-eleitoral do nosso país e para um maior entendimento sobre como funciona nossa atividade profissional”, comentou o consultor Leurinbergue Lima.

(Foto: Divulgação)

Bancos ampliam caixas compartilhados; clientes reclamam de cédulas

Os bancos estão substituindo cada vez mais os caixas eletrônicos próprios por terminais de autoatendimentodo do Banco24Horas, uma rede que permite compartilhar o mesmo equipamento entre várias instituições financeiras.

Em julho de 2014, os bancos fizeram um acordo para ampliar o compartilhamento dos caixas eletrônicos. A ideia era substituir, em quatro anos, “uma parcela” dos caixas eletrônicos que ficavam fora de agências bancárias por terminais da rede Banco24Horas. Na assinatura do acordo, o Banco24Horas contava com 15.300 terminais de autoatendimento. Atualmente, são mais de 21.800 caixas eletrônicos instalados, em cerca de 11 mil estabelecimentos comerciais, em 620 cidades.

O objetivo dos bancos é tornar o Banco24Horas a rede externa de atendimento, mas há clientes que reclamam dos serviços disponíveis. Em Brasília, por exemplo, uma das reclamações é quanto as cédulas disponíveis nos terminais: R$ 20 e R$ 50, somente. A enfermeira Patrícia Alves Branquinho, 41 anos, considera positivo ter a rede disponível no comércio e nos terminais de ônibus e metrô, mas reclama do valor das cédulas. “Esses caixas ajudam muito porque, às vezes, estou em um lugar que não tem um banco perto. O problema é que só tem nota de R$ 20 e R$ 50”, disse.

O cobrador Kleber Willian Oliveira da Conceição, 39 anos, contou que tentou sacar um valor inferior a R$ 50, mas não conseguiu. “Fui sacar uma vez e só tinha nota de R$ 50. Eu nem precisava de todo esse valor, mas fui obrigado a sacar por não ter outra opção”, disse.

Em nota, a TecBan, responsável pela rede Banco24Horas, informou que os caixas eletrônicos da Rede Banco24Horas em Brasília são abastecidos com notas de R$ 20 e R$ 50. “Os valores disponíveis para saques nos terminais de autoatendimento da Rede são definidos de acordo com a disponibilidade de notas de cada região. Em razão da demanda, as máquinas podem ficar momentaneamente com apenas um tipo de cédula até o próximo abastecimento. Esses valores garantem uma grande variedade de combinações e atendem às principais necessidades da população”, disse a TecBan.

Os serviços disponíveis na rede compartilhada dependem de cada banco. De acordo com as informações disponíveis no site da rede, há instituições que oferecem apenas consulta a saldos e extratos, saques e pagamentos. Em outros bancos, há opção também de fazer empréstimos e transferências.

A TecBan lembra que o pacote de serviços que o consumidor possui em seu banco inclui as operações feitas no Banco24Horas, no caixa eletrônico do banco e nas transações realizadas nas agências bancárias. “Caso o consumidor não tenha um pacote de serviços, a resolução 3.919 do Banco Central garante aos clientes, com conta corrente pessoa física, o benefício de efetuar, todo mês, até quatro saques sem tarifa, duas transferências, dois extratos, dentre outros, nos canais que compõem a rede de atendimento do banco, incluindo o Banco24Horas”, acrescentou.

Segundo a TecBan, o compartilhamento contribui para reduzir os custos operacionais e de manutenção dos bancos. “Uma grande vantagem do Banco24Horas é a população poder usar mais de 40 bancos no mesmo caixa eletrônico. A Rede também beneficia os proprietários do varejo com o aumento do fluxo de pessoas, do ticket médio [valor médio das vendas] e do faturamento de suas lojas. Além disso, os terminais ajudam a tornar os estabelecimentos pontos de referência nas suas regiões, aumentando o portfólio de serviços disponibilizados aos consumidores e colaborando, também, com a fidelização”, defendeu a TecBan.

Procurada, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) preferiu não se manifestar sobre o assunto.

(Agência Brasil)

Capitão Wagner ainda não acenou para o General do PSDB

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O Capitão Wagner circula o Interior já em ritmo de organização do Pros, na condição de presidente estadual, mas posando de puxador de votos da legenda, na qual disputará vaga de deputado federal.

Só não acenou ainda para o general Theóphilo, o pré-candidato do PSDB ao Governo.

Há expectativas de que o general tucano, com retorno previsto da Colômbia, para este fim de semana, inicie uma agenda de contatos políticos.

Bom lembrar que Theófilo estava dando palestra em seminário internacional sobre logística em Bogotá, onde abordou o tema Ajuda Humanitária.

Entendendo a corrupção

Em artigo no O POVO deste sábado (5), o Doutor em Sociologia pela Universidade de Paris e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Paulo Henrique Martins, diz que o entendimento da corrupção pela opinião pública não levará à erradicação da prática. Confira:

A opinião pública começa a entender que a corrupção é uma enfermidade.

Este é um bom avanço por acender nossa indignidade moral, mas, insuficiente, para se proceder à sua erradicação. Historicamente, a corrupção é uma modalidade de organização do poder oligárquico, sendo operacionalizada por relações interpessoais. Ela constitui uma derivação histórica da lógica do mandonismo que estrutura as sociedades patrimoniais pelas trocas de favores. A estruturação do poder por relações personalizadas precede a existência do mercado liberal na Europa, mas permanece estratégico para o jogo das elites no atual contexto neoliberal. A forma tradicional do mandonismo era o clientelismo de “curto alcance” próprio de sociedades menos complexas e cujo símbolo é o velho “coronelismo” brasileiro tão bem retratado por Vitor N. Leal no seu Coronelismo, enxada e voto (1949).

A forma contemporânea deste mandonismo é o clientelismo de “largo alcance” próprio de sociedades complexas onde circulam grandes quantidades de dinheiros e bens estatais. Tanto no velho como no novo mandonismo, o sucesso do projeto de poder depende de amplo acordo das elites oligárquicas sobre a apropriação dos recursos públicos. Cada um tenta levar vantagem do seu jeito: os empresários querem investimentos para os negócios; os banqueiros, ganhos crescentes com juros da dívida pública; os rentistas, rendas para usufruir a vida sem trabalho; os políticos, fundos para campanhas eleitorais; os burocratas, privilégios que assegurem a força das corporações. As modalidades de acordos seguem os jogos pragmáticos de poucos e não os interesses da maioria.

Mas a publicização dos fatos está exigindo mudanças. O antídoto mais justo seria a formação de comunidades discursivas que favoreçam as responsabilidades individuais e a transparência em diversos níveis decisórios: desde a família até as organizações complexas. A valorização da esfera pública local e dos direitos de cidadania seria um passo decisivo para reabrir os horizontes democráticos.

Mega-Sena tem prêmio de R$ 22 milhões neste sábado

A Mega-Sena possui um prêmio de R$ 22 milhões para quem acertar sozinho, neste sábado (5), os seis números do concurso 2.037, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal. A aposta mínima é de R$ 3,50 e pode ser feita até as 19 horas (horário de Brasília), em qualquer agência lotérica.

Já o concurso 4.671 da Quina também está acumulado e a previsão do prêmio para este sábado é de R$ 3,2 milhões. A aposta mínima é de R$ 1,50.

Os números sorteados nessa sexta-feira (4) foram: 18 – 19 – 59 – 64 e 76.

Ciro cumprirá agenda no Rio e lançará pré-candidato ao governo

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) desembarca no Rio de Janeiro na semana que vem para dois dias de campanha. Segundo informa o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, está prevista, inclusive, uma recepção no Aeroporto Santos Dumont, nos moldes das que geralmente acontecem com o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro.

Na terça-feira, pela manhã, ele participa de uma palestra da Frente Nacional de Prefeitos, em Niterói.

À noite Ciro lança a pré-candidatura de Pedro Fernandes ao governo do Rio e, no dia seguinte, viaja para a Região Sul do Estado, onde participará de um evento em Volta Redonda.

(Foto – Reprodução de TV)

Ceará vive sábado de seca com chuva em apenas 13 municípios

Somente o município de Pacujá, no Noroeste do Ceará, a 309 quilômetros de Fortaleza, registrou boa chuva, neste sábado (5), segundo dado da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O município teve 50 milímetros de chuva, de acordo com levantamento há pouco.

Outras 12 cidades cearenses também registraram chuva, mas com menor intensidade. Os outros 171 municípios não apresentaram precipitação.

Além de Pacujá, choveu ainda em Acaraú (37,4 milímetros), Granja (28,4 milímetros), Viçosa do Ceará (26 milímetros), Marco (14 milímetros), Coreaú (12,8 milímetros), Icapuí (11 milímetros), Camocim (10 milímetros), Bela Cruz (10 milímetros), Amontada (8 milímetros), Chaval (6 milímetros), Reriutaba (6 milímetros) e Paracuru (3 milímetros).

(Foto: Arquivo)

O problema que o foro privilegiado poderá criar

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (5), pelo jornalista Érico Firmo:

O foro privilegiado era aplicado de forma evidentemente abusiva. Servia de escudo para políticos, muitos dos quais inclusive, tratavam de manter mandatos ou cargos para se proteger. Isso levou à constrangedora situação de um congresso no qual um em cada três parlamentares eram investigados. Porém, ao longo de décadas, nenhum foi punido. O antigo modelo não cabia mais, é fato.

Porém, é um problema que, mais uma vez, o Supremo Tribunal Federal (STF) puxe para si a tarefa de legislar. Criou regra que não está na lei ou na Constituição. Está errado. Atua no que o Legislativo se omite. Para corrigir distorção, distorce o próprio processo.

O foro privilegiado é impopular e a ideia de tratar todo mundo de forma igual tem evidente apoio popular. Mas no lugar de ser solução, poderá se transformar em problema. Aliás, provavelmente isso acontecerá.

Voltemos à razão para ter sido criado o chamado “foro por prerrogativa de função”: para evitar que a autoridade – o parlamentar, o prefeito, o governador, o ministro, o presidente – seja perseguida pelo promotor ou pelo juiz da comarca. Seria um filtro para evitar que as circunstâncias políticas locais fossem usadas para atingir políticos de abrangência estadual ou mesmo nacional.

Chegou-se ao excesso definitivo: não precisa também definir que qualquer um dos 513 deputados federais ou dos 81 senadores teriam de ser julgados no Supremo em qualquer questão. Ou que os 27 governadores estão sob jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas também não sei se a melhor alternativa é submetê-los a julgamento pelo juiz do município. Tribunais de segunda instância poderiam ser uma alternativa. Porém, resguardar apenas questões relativas ao mandato deixa espaço para perseguição em várias outras questões.

Claro, num mundo ideal, juízes e promotores, em qualquer instância, agiriam de forma isenta e sem se deixar levar por pressões e circunstâncias. O problema do ideal é que ele não é real.

Parque do Cocó – Conselho Gestor será empossado neste domingo

O primeiro Conselho Gestor do Parque Estadual do Cocó tomará posse neste domingo, às 9 horas, durante o projeto Viva o Parque. De acordo com Paulo Lira, administrador da unidade de conservação (UC), conselheiros representantes de 24 instituições serão empossados no palanque da Tenda das Danças, no calçadão da Avenida Padre Antônio Tomás.

O secretário Artur Bruno, que estará presente, destaca o papel dos conselheiros, explicando que 12 vão representar instituições públicas e os outros 12 a sociedade civil organizada. “Parabenizo os nossos mais novos parceiros na gestão do Parque Estadual do Cocó”, disse. Ele ressaltou ainda o artigo 225 da Constituição brasileira ao afirmar que “a proteção ambiental é tarefa do estado e da sociedade, assim sendo, nosso papel (Sema) é fomentar a participação da comunidade na gestão da UC, de forma democrática”.

Empossados domingo, já na segunda-feira, os conselheiros realizarão a primeira reunião, na sede do Parque, no Cine Cocó. “Na pauta, a criação do regimento do próprio Conselho e a implementação do regimento do Parque”, explica Paulo Lira.

Confira os nomes das instituições que terão assento no Conselho do Parque Estadual do Cocó.

*Instituições Públicas

Secretaria do Meio Ambiente

Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente

Secretaria de Infraestrutura de Fortaleza

Secretaria Municipal de Turismo de Fortaleza

Superintendência Estadual do Meio Ambiente

Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará/Secretaria das Cidades

Secretaria de Conservação e Serviços Públicos

Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social/Batalhão de Polícia de Meio Ambiente

Superintendência do Patrimônio da União no Ceará

Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos

Prefeitura Municipal de Pacatuba, Itaitinga e Maracanaú

Gabinete do Governador

*Sociedade Civil

Comunidade Casa de Farinha

Comunidade Tradicional de Sabiaguaba

Entidades, Associações e Grupos Organizados de bairro do entorno do Parque

Conselho Regional de Biologia da 5° Região

Associação dos Moradores da Terra Prometida II

Universidade Federal do Ceará / Universidade Estadual do Ceará / Universidade de Fortaleza

Associação São Vicente de Paulo

Associações de Condomínios e Empreendedores da Rua G

*Representante do Setor Privado

C. Rolim Engenharia

*Organização não-governamentais e, ou movimento socioambientais

Associação de Amigos do Ecomuseu do Mangue da Sabiaguaba

Instituto da Periféria/Banco Palmas

Instituto Verde Luz

Movimento Pró-árvore.

(Foto – Divulgação)

Seminário debate neste sábado as alterações financeiras e mudanças na Previdência Social

A Associação dos Servidores da Secretaria de Educação do Estado do Ceará (Asseec) promove neste sábado (5), no Hotel do Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), no bairro Castelão, o seminário que debaterá as alterações financeiras na vida do servidor público, além dos impactos econômicos e sociais provocados pelas mudanças na Previdência Social. A programação será encerrada às 17 horas.

O seminário também debaterá a reorganização do Instituto da Saúde dos Servidores Públicos (Iseec) – o que mudará no atendimento após publicação da Lei 16.530 que reorganiza a autarquia? Outro tema que promete a participação do público será sobre a segurança pública.

Há 11 anos, a Asseec realiza o evento, em todo o Estado, com a participação dos 13 mil associados, na forma presencial ou virtual, assegurando a teorização e integração em assuntos vivenciados pela entidade representativa.

(Foto: Arquivo)

Projeto prevê não incidência de contribuição previdenciária em indenizações trabalhistas

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8208/17, que estabelece que as partes são livres para discriminar a natureza das verbas objeto do acordo judicial, para efeito do cálculo da contribuição previdenciária, até o trânsito em julgado da ação trabalhista.

O autor do projeto, deputado Augusto Carvalho (SD-DF), pretende incorporar à legislação vigente o entendimento do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acerca da não incidência das contribuições previdenciárias sobre as parcelas de natureza indenizatória, admitindo, até o trânsito em julgado da ação trabalhista, a livre discriminação das parcelas ajustadas.

A proposta acrescenta um parágrafo à Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91). Segundo a lei, nas ações trabalhistas de que resultar o pagamento de direitos sujeitos à incidência de contribuição previdenciária, o juiz determinará o recolhimento imediato das importâncias devidas à Seguridade Social.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Agência Câmara Notícias)

Série B – Vila Nova poderá tirar a liderança do Fortaleza neste sábado

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Três jogos encerram neste sábado (5) a quarta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. O clássico Goiás x Vila Nova, no Serra Dourada, poderá apontar o novo líder da competição, em caso de vitória do Vila Nova, que ultrapassaria em pontos o Fortaleza e manteria o aproveitamento em 100%.

O sábado também será marcado pelo clássico em Campinas, entre Guarani e Ponte Preta. Avaí e São Bento, na Ressacada, completam a rodada.

Nessa sexta-feira (4), o Paysandu desperdiçou a chance de assumir a liderança ao empatar em 1 a 1 com o Sampaio Corrêa, em São Luís. Nos outros jogos de ontem: CRB 3×1 Atlético/GO e Oeste 1×1 Coritiba. Na última terça-feira (1º): Londrina 1×1 Fortaleza; Brasil de Pelotas 1×0 Figueirense; Boa Esporte 1×2 Juventude e Criciúma 1×3 CSA.

O Fortaleza volta a campo no próximo sábado (12), no Castelão, diante do Goiás.

(Foto: Reprodução)

Cadê o hub dos voos domésticos?

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Da Coluna Eliomar de Lima, no O POVO deste sábado (5):

Merece elogios o esforço do governo estadual que atraiu o hub aéreo da Air France-KLM/Gol. As perspectivas para o setor econômico são positivas, mas, ao mesmo tempo em que o horizonte se abre no plano dos voos internacionais, o passageiro do voo doméstico continua amargando tarifas elevadas e nada de facilidades nos trechos entre Fortaleza e capitais, por exemplo, próximas, aqui do Nordeste.

Encontrar voos diretos para cidades como Recife é uma novela. Isso, sem falar que, quando há condições, aparecem escalas absurdas que geram perda de tempo e desgastes.

O momento de festa vivido por aqui precisa servir para reflexões no sentido de que a atual política da malha aérea do País deve, com urgência, ser repensada. Viajar para o Exterior, muitas vezes, até sai mais barato do que voar para qualquer ponto do Brasil como Gramado (RS) ou até Manaus (AM).

Claro que são muitos os fatores de influência neste País continental, mas será que a Anac e as empresas aéreas não poderiam discutir esse cenário?

Não custa nada cutucar politicamente um nicho onde governos e empresa aérea de grande porte não abrem para que a aviação regional tenha também direito ao seu pedacinho de céu nesse mercado.

Feirão da Casa Própria negocia 202 mil imóveis em 15 cidades

Começou nessa sexta-feira (4) o Feirão da Casa Própria, promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF). O evento, que vai até o dia 27 de maio, será realizado em 15 cidades e prevê a oferta de 202 mil imóveis. Neste primeiro final de semana, o Feirão ocorre em São Paulo, Porto Alegre e Salvador. Nos finais de semana seguintes, as vendas serão feitas nas cidades de Belo Horizonte, Goiânia, Rio de Janeiro, São Luís, Uberlândia, Belém, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Recife e Fortaleza.

Considerado o maior evento do setor de imóveis no país, o Feirão envolve a participação de 559 construtoras, 422 correspondentes imobiliários da Caixa e 124 imobiliárias. Estarão disponíveis para venda, ao todo, 179 mil imóveis novos e 23 mil usados. A expetativa é gerar R$ 15 bilhões em negócios, valor superior aos R$ 13 bilhões do ano passado. Segundo a Caixa, um total de 1.600 empregados do banco participam no evento.

Líder no segmento de crédito habitacional no país, respondendo por 70% das operações, a Caixa tem R$ 82,1 bilhões para financiar a compra de imóveis em 2018. Cerca de 11 mil imóveis da própria instituição estarão disponíveis para venda, por meio de licitação aberta, venda direta e leilão. Um estande específico para esses imóveis será montado durante o evento para atender os interessados.

Para requerer aprovação de crédito habitacional pela Caixa, o interessado precisa apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de renda e residência atualizados. O Feirão ocorre menos de um mês depois de a Caixa anunciar redução dos juros para financiamento da casa própria. As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% para 11,25%, no SFI.

Além disso, o banco diminuiu as condições de financiamento de imóveis para pessoa física. O limite da cota de financiamento do imóvel usado aumentou de 50% para 70%. Em setembro do ano passado, a Caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento.

A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%. Os prazos para quitação do financiamento permanecem entre 156 para 420 meses no caso do SFH e 120 a 420 meses, no caso SFI.

Além das linhas de crédito do SFH e do SFI, a Caixa vai oferecer todas as outras modalidades de financiamento, inclusive do programa Minha Casa Minha Vida nas faixas 1,5 (para quem tem renda bruta até R$ 2.600 mensais), 2 e 3 (para quem tem renda bruta máxima de R$ 7.000 mensais). Neste caso, as taxas de juros variam de 4,59% a 8,47% ao ano, com prazo de financiamento mínimo de 120 e máximo de 360 meses. Também estarão disponíveis as modalidades pró-cotista e carta de crédito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

DETALHE – Em Fortaleza, o Feirão irá ofertar um total de 6.400 imóveis, entre novos e usados.

(Agência Brasil)

TRF4 nega pedido de anulação da condenação de Lula

A vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, negou nessa sexta-feira (4) recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender a decisão da 8ª Turma do Tribunal, que condenou o réu a 12 anos e 1 mês, com execução provisória da pena de prisão.

O pedido havia sido protocolado no dia 27 de abril pela defesa do ex-presidente. Os advogados apontaram supostas violações cometidas pelo juíz federal Sérgio Moro, entre elas a falta de comprovada relação entre contratos com a Petrobras e o favorecimento ilícito considerado na sentença. A defesa alega que a 13ª Vara de Curitiba não teria competência para julgar a ação.

Segundo a desembargadora, embora presente o periculum in mora (perigo na demora) decorrente da prisão do réu, não estariam preenchidos os demais requisitos necessários ao deferimento da medida, que são a possibilidade de admissibilidade dos recursos junto aos tribunais superiores e a probabilidade de acolhimento das teses levantadas pela defesa.

“Vale dizer, somente com argumentos sólidos e passíveis de acolhimento pelas instâncias superiores, do ponto de vista da legalidade e constitucionalidade, é que se pode obstaculizar o cumprimento do julgado emitido pela Corte Regional”, afirmou a desembargadora.

(Agência Brasil)