Blog do Eliomar

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Secretários Ivo Gomes e João Pupo estão reunidos com manifestantes na Assembleia

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O presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PSB), está recebendo, neste momento, em seu gabinete, os secretários municipais Ivo Gomes (Educação ) e João Pupo (Conservação e Serviços Públicos) e lideranças dos manifestantes que realizaram passeata até o Palácio da Abolição.

O objetivo é ouvir a pauta de reivindicações do grupo que iniciou protesto pacificamente, mas que, ao final, acabou provocando cenas de vandalismo a partir da ação de alguns integrantes do movimento.

Joaquim Cartaxo: "Esses jovens foram forjados nos 10 anos que o PT está no poder"

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O Partido dos Trabalhadores anda preocupado não só com onda de manifestações pelo País, mas também com a queda de popularidade da presidente Dilma Roussef. Nesta sexta-feira, em São Paulo, a direção nacional faz reunião para avaliar o cenário atual do País.

O vice-presidente estadual petista, Joaquim Cartaxo, embarcou na madrugada desta sexta-feira para o encontro. Em entrevista radiofônica, ele considerou importante o momento atual vivido pelo País, em clima de onda de manifestações principalmente da juventude. Cartaxo chegou a dizer: “São os jovens do novo Brasil, que nasceu nos últimos 10 anos da administração do PT. Tivemos avanços na saúde, na educação e eles agora querem participar”.

Cartaxo adiantou que a juventude petista também participa desses atos, que expõem crise na representatividade política. “É por isso que o PT está colhendo assinatura para um projeto de iniciativa popular que garanta a reforma política no País”. Sobre a proibição de bandeiras partidárias nas manifestações, Cartaxo reiterou que “esses jovens foram forjados nos 10 anos do PT”.

Dedé Teixeira vê cheiro de golpe no ar

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O deputado estadual Dedé Teixeira (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para avaliar a onda de manifestações no País.

Ele disse que há uma tentativa de golpe no ar e criticou a programação da Rede Globo, onde a emissora cobriu todos os atos registrados nas diversas Capitais e, em especial, no Rio, São Paulo e também Brasília.

 

Copa 2014 – Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe de vento em popa

As obras do Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe, em Fortaleza, superaram os 50% de execução. A informação é da cúpula da Companhia Docas do Ceará (CDC).

Todo o projeto, que integra o PAC da Copa 2014, deverá ficar pronta bem antes do início do certame.

Há também a possibilidade de reforço em matéria de hospedagem na cidade com a atracação de cruzeiros de grande capacidade no Porto do Mucuripe.

Cai a parcela da renda de famílias pobres comprometida com remédios

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As famílias mais pobres tinham, no período de 2008-2009, um comprometimento proporcional da renda com a compra de medicamentos 3,6 vezes maior que as famílias mais ricas. A boa notícia é que essa diferença apresentou redução no período estudado, pois era de 5,3 vezes na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE) de 2002-2003.

A comparação entre as duas últimas edições da POF, realizadas em 2002-2003 e 2008-2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), resultaram no Texto para Discussão nº 1839 – Dimensões do acesso a medicamentos no Brasil: Perfil e desigualdades dos gastos das famílias, segundo as pesquisas de orçamentos familiares 2002-2003 e 2008-2009, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os autores são Leila Posenato Garcia, Luís Carlos de Magalhães, Ana Cláudia Sant’Anna, Lúcia Rolim de Freitas e Adriana Pacheco Aurea.

As POFs 2002-2003 e 2008-2009 revelam, respectivamente, que o gasto das famílias mais pobres com medicamentos era de 73% e passou para 66% da despesa com saúde, enquanto entre as famílias pertencentes ao grupo de maior renda, a proporção saiu de 26% para 29%.

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Para as famílias no primeiro décimo de renda (10% mais pobres), o percentual do gasto com medicamentos em relação à renda familiar reduziu-se de 11% na POF 2002-2003 para 8,5% na POF 2008-2009, entre as famílias que afirmaram ter essa despesa.

O resultado geral, que abarca as famílias que tiveram e que não tiveram gastos com medicação, segue a mesma tendência. No primeiro décimo de renda, o percentual correspondeu a 7,4% e 5,8%, e no último décimo (10% mais ricos), equivaleu a 1,4% e 1,6%, respectivamente, nas POFs analisadas. Todos os décimos da distribuição de renda se aproximaram da proporção média em 2008-2009, como ilustra o gráfico.

Para o total das famílias brasileiras, o percentual da renda comprometido com esse gasto foi de 2,5%, em 2002-2003, e 2,6%, em 2008-2009 – ou seja, permaneceu praticamente inalterado no período. Os grupos de renda utilizados na pesquisa foram divididos da seguinte maneira: primeiro e segundo décimos (20% mais pobres), primeiro a quinto décimos (50% mais pobres), oitavo e nono décimos (20% abaixo dos 10% mais ricos) e último décimo (10% mais ricos).

(Ipea)

Onda de protestos mostra a crise da democracia que inventa realidades

Em clima de manifestações pelo Brasil, eis artigo da jornalista Regina Ribeiro, com o título “A revolta de junho e a nossa Bastilha”, publicado no O POVO desta sexta-feira. É a crise da democracia que inventa realidades, que se esconde atrás de um escudo tecnoburocrata”. Confira:

“Em tempos de revolução nada é mais poderoso do que a queda de símbolos”. A frase é do historiador Eric Hobsbawn (1917-2012). Não se pode falar em revolução no Brasil, no conceito puro da palavra, mas vou chamar de “revolta” o que estamos vivendo. E nessa revolta de junho, que desnorteia verticalmente uma sociedade inteira, é possível observar desde agora quais os símbolos que estão vindo abaixo. Para mim, o principal deles é esta nossa democracia autoritária e burocrática que o movimento das ruas atingiu em cheio.

Basta reparar direitinho no discurso dos governantes. Na última quarta-feira, quando o governador Alckmin (PSDB) e o prefeito Haddad (PT) se uniram para anunciar a queda no preço das tarifas do transporte público em São Paulo e amarraram o cavalo num discurso empolado que incluía alterações no orçamento etc e tal, ficou claro que eles não entenderam, ainda, o que os cartazes estão dizendo. Quando leio que o governador Cid Gomes (PSB) afirmou que a ação da Polícia Militar anteontem é de responsabilidade do Governo Federal, ficou me perguntando, sinceramente, quem esse rapaz acha que está enganando.

A queda desse tipo de democracia que inventa realidades, que se esconde atrás de um escudo “tecnoburocrata” e que vive de privilégios, expandidos aos que rodeiam o poder, será positiva para o País. O tamanho do Estado brasileiro também está em xeque, uma vez que não dá conta das expectativas dos seus cidadãos. Não acredito que este seja o tempo para temores exagerados do tipo, a considerar que as manifestações no Brasil possam abrir possibilidades para uma onda direitista ou retrógrada.

A crise nesta democracia que opera em favor dos interesses econômicos, que está fincada tradicionalmente na representação de partidos que se esfacelam do ponto de vista moral e que já não conseguem se comunicar com a sociedade, só alcançou o ponto crítico. Agora, parece que todos veem o abismo que se criou em torno dela. Isso talvez prove que estávamos mesmo caminhando para esta revolta que, embora não se explique imediatamente, a História se impõe como dona do próprio nariz.

* Regina Ribeiro

reginah_ribeiro@yahoo.com.br
Jornalista e editora das Edições Demócrito Rocha

Ministro da Educação cancela agenda no Ceará

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, não vai participar da solenidade em que o governador Cid Gomes (PSB) anunciará resultados que os municípios cearenses atingiram no Programa de Alfabetização Na Idade Certa 2012. Foi convocado pela presidente Dilma para a reunião de emergência que avaliará a onda de manifestações em todo o País.

Cid Gomes, durante ato a partir das 10 horas desta sexta-feira, no Centro de Eventos, deverá divulgar ainda aumento de cota de repasse de ICMS para prefeituras que conseguiram avançar no plano da alfabetização.

A voz da população sempre ecoa mais alto com a comunicação

Em artigo enviado ao Blog, o jornalista Wilame Januário comenta as recentes manifestações pelo país. Confira:

Bom…impossível ser apático a tudo que está acontecendo. Mais ainda, impossível ser IMPARCIAL vendo e estando nessas manifestações.

Muitos estão falando demais sobre tais manifestações. Saliento que é JUSTO e DIGNO qualquer movimento que represente A MAIORIA da sociedade brasileira. Assim é a democracia.

O que me indigna e envergonha são ações isoladas, mas preocupantes, de vândalos e ignorantes que se aproveitam de tais atos para nos jogar contra garganta pensamentos anarquistas e, até mesmo, autoritários (da quais levantam a bandeira e o peito para dizer que são contra).

Não se divulga e se dissemina qualquer ideia ou protesto com truculência, seja de que lado for: da imprensa, do governo ou da população. Citando alguns de vários exemplos, relembro a ridícula ação feita pelos manifestantes de São Paulo ao jornalista Caco Barcellos, além dos carros queimados das redes de TV. Mais estúpido é quem ainda se acha dominado por essas grandes redes de comunicação. Uma frase tão manjada quanto à blusa xadrez em época de festa junina!

Carros de emissoras sendo quebrados e queimados, repórteres sendo recebidos com total hostilidade por parte dos manifestantes. Não vou nem falar dos patrimônios públicos quebrados, dos saques a bancos e lojas, dos ônibus destruídos…

O que esses manifestantes têm de ter a noção é que a função da comunicação é de dar mais voz às reivindicações. Porém, muitos não entendem dessa forma e acham que toda a culpa das mazelas do Brasil advém das redes de comunicação. Não vamos esquecer que as redes de comunicação, de quais tantos são contra, também ajudam a transmitir a informação e prestam um serviço a população.

Sou jornalista e fico triste quando vejo um movimento com tanto destaque e com um grupo engajado, bonito de se ver, mas que destrói a ação da profissão e permanece de cabeça fechada para reais soluções.

Para encerrar, reproduzo um texto de banner tão disseminado nas redes sociais: “Não adianta ir pra rua como um leão, se você continua a votar como um burro”.

Dilma convoca reunião de emergência para avaliar impactos das manifestações

A presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião de emergência, para esta manhã de sexta-feira, com ministros mais próximos, entre eles o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Justiça. Hora de avaliar as manifestações realizadas no País. A invasão ao Palácio do Itamaraty deixou as autoridades palacianas “assustadas” e “chocadas”.

Elas consideraram este fato “muito grave”. Embora apenas Cardozo apareça na agenda de Dilma, os ministros chamados da Casa, que trabalham do Planalto, participarão do encontro. Na pauta, o mapeamento da extensão das manifestações e medidas emergenciais que podem ser tomadas para arrefecer o movimento.

(Com Agências)

Ministro cidista ameniza críticas de Ciro á administração de Dilma Rousseff

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O secretário nacional dos Portos, ministro Leônidas Cristino, amenizou ontem, em Fortaleza, declarações do ex-ministro Ciro Gomes (PSB), que admitiu apoio a Eduardo Campos em 2014 e teceu críticas à política econômica do Governo Dilma Rousseff.

“O Ciro é um homem inteligente, é meu amigo e conhece a realidade do País. Ele fala apontando novos caminhos e querendo o melhor para o País.” Ciro disse, na grande imprensa, que a gestão Dilma é “muito ruim” e que a economia do país se “deteriora” de “forma rápida e grave’, com possíveis consequências nas urnas em 2014.

Leônidas evitou polêmica, reiterou que Ciro lança um alerta na condição de aliado e completou: “O Ciro gosta da Dilma”. Isso lembra letra de música interpretada por Roberta Miranda… “Que amor é esse?”

(Coluna Vertical, do O POVO)

Ministro das Relações Exteriores diz que atos de vandalismo não podem se repetir

“O ministro as Relações Exteriores, Antonio Patriota, havia ido embora e retornou ao Palácio Itamaraty assim que soube do protesto no prédio, na noite de ontem (20). Manifestantes invadiram a sede do Ministério das Relações Exteriores. Houve princípio de incêndio na parte externa.

“Voltei ao prédio com o secretário-geral do Itamaraty, o chefe da Administração e com outros assessores. Fiquei muito indignado com o que ocorreu. Este é um prédio que é um patrimônio da nação brasileira, um patrimônio público, que representa a busca do entendimento pelo diálogo, com base no direito. Este foi um ato de vandalismo que não pode se repetir”, disse por intermédio da assessoria de imprensa.

O ministro ressaltou que é necessário que os manifestantes “transmitam suas reivindicações de forma pacífica” para que tenham “credibilidade”. Patriota lembrou que a partir do momento que há destruição do patrimônio público isso “destitui de qualquer legitimidade política e moral”.

“Eu acredito que a grande maioria dos manifestantes não se associa à violência e está, pelo contrário, procurando como aperfeiçoar a democracia brasileira por formas legítimas de manifestação”, destacou o chanceler, que costuma deixar o prédio Itamaraty apenas à noite.”

(Agência Brasil)

Clima quente no Palácio da Abolição entre PMs e manifestantes

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Seis menores foram apreendidos e 55 pessoas foram presas durante a manifestação desta quinta-feira, 20, segundo informações oficiais. De acordo com o superintendente Carlos Dantas, os 55 ainda serão investigados e nem todos deverão ser autuados em flagrante. Vários manifestantes foram ouvidos na 2ª Delegacia de Polícia.

Até as 23 horas, a polícia não havia  divulgado quantas pessoas foram detidas durante a manifestação desta quinta-feira, 20. Nesse momento, manifestantes são ouvidos na 2ª Delegacia de Polícia. No entorno, muitos familiares chegaram e reclamam da falta de informações. Três advogados foram autorizados a entrar no local.

Desde o fim do confronto, quando policiais se espalharam nas ruas adjacentes da avenida Barão de Studart, pessoas foram detidas e conduzidas para a 2ª Delegacia de Polícia. Um grupo de 10 manifestantes chegou à unidade acompanhada por homens do Batalhão de Choque.

(Com POVO Online – Foto Fábio Lima)

Paim afirma que manifestações têm pauta e proposta

O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou, nessa quinta-feira (20), que, apesar de as manifestações que estão ocorrendo no Brasil não terem um alvo específico, elas têm pautas e propostas concretas, entre elas a exigência de investimentos em transporte, saúde e educação de qualidade e no combate à violência.

– Temos muito por fazer e por isso esse movimento é correto e é justo – disse o senador, acrecentando que o Palácio do Planalto tem que ouvir o que Ulysses Guimarães chamava de “a voz rouca das ruas”.

Paim afirmou que nem em momentos históricos como na luta contra a ditadura militar e durante o movimento Diretas Já, pelo restabelecimento das eleições diretas para a Presidência da República, houve um número tão grande de jovens protestando. Ele disse que cerca de 2 milhões de pessoas saíram as ruas nessa quinta-feira a favor de ideias e causas e cabe ao Congresso Nacional refletir sobre esse momento.

– Eu não consigo acreditar que só botar na linha de frente a reforma política consiga mexer com o povo brasileiro. Reforma política não movimenta a massa até pelo desgaste em que estão os partidos políticos – disse.

Paim disse que a população que está nas ruas quer resultados práticos. O senador defendeu avanços nas políticas para aposentados e pensionistas, o fim do voto secreto em todas as situações no Congresso e pediu a rejeição da PEC 37/2011, que retira poderes de investigação do Ministério Público.

Em aparte, os senadores Pedro Taques (PDT-MT), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) pediram manifestações pacíficas e condenaram a violência e a depredação nas ruas. Taques criticou a baderna causada por alguns manifestantes e apontou que certos atos precisam ser punidos, entre eles, a quebra de vidros no Itamaraty.

– Quando a casa do povo, para ter um grupo pequeno de senadores reunidos aqui, porque simpatizam com a luta deles lá fora, precisa estar protegida pela polícia, algo está profundamente errado – lamentou.

(Agência Senado)

Noite de manifestações em várias cidades do país; em algumas ocorreram atos de vandalismo

As manifestações pela redução das passagens do transporte público, contra os gastos com as obras da Copa do Mundo e pelo aumento dos recursos para a saúde e educação atingiram várias cidades do país, nessa quinta-feira (20).

Além do Rio de Janeiro, de São Paulo e Brasília, os protestos ocorrem também em Salvador, onde foram registrados atos de vandalismo por parte de um pequeno grupo de pessoas, segundo informou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, por meio da assessoria de imprensa. Eles depredaram pontos de ônibus, ônibus, placas de sinalização e banheiros químicos.

Policiais do Batalhão tiveram de usar bombas de gás para dispersar os manifestantes. Um policial militar ficou ferido e foi atendido no local. A manifestação na capital baiana começou de forma pacífica, por volta das 16h, reunindo cerca de 20 mil pessoas no centro da cidade, segundo a Polícia Militar (PM).

No Recife, de acordo com a Polícia Militar, a manifestação reuniu cerca 52 mil pessoas. Inicialmente, a Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco informou que 100 mil pessoas estavam nas ruas, mas o número foi revisado para baixo.

Em Teresina, de acordo com o coronel José Fernandes, da PM, a manifestação foi pacífica. Cerca de 13 mil manifestantes, segundo a PM, caminharam pela Avenida Frei Serafim e se concentraram em frente ao Palácio de Karnak, a sede do governo piauiense.

Em Fortaleza, de acordo com a estudante e uma das organizadoras dos protestos, Camila Marreiro, a manifestação começou na Praça Portugal e seguiu, em passeata, rumo ao Palácio da Abolição, sede do governo cearense. No Maranhão, o protesto se dirigiu para o Palácio dos Leões.

(Agência Brasil)

Em Brasília, manifestação termina em atos de violência

“A manifestação na capital federal, que reuniu, segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 30 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, na área em frente ao Congresso Nacional, terminou por volta 23h30min, com ação da (PM). Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram utilizadas para dispersar os manifestantes. A ação da polícia foi precedida por diversas tentativas de manifestantes de furar o bloqueio formado em frente ao Congresso.

Segundo o comando da PM, foram registradas 125 ocorrências. Dentre elas, cortes provenientes de pedradas, além de pequenos ferimentos. Nas tendas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), manifestantes foram atendidos com ferimentos graves provenientes de balas de borracha. Três pessoas foram presas e dez policiais ficaram feridos.

O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, elogiou a ação da polícia. “Eu acho que a polícia teve uma atuação excelente e que demonstra que está preparada para enfrentar esses eventos. A polícia do Distrito Federal tem sido um exemplo para o país”. Avelar, no entanto, negou o uso de balas de borracha durante a manifestação e considerou comedida a ação da polícia.”

(Agência Brasil)

Juáforró é cancelado

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O Ministério Público do Estado do Ceará (MP) e a Secretaria Municipal de Cultura e Romaria de Juazeiro do Norte firmaram, nesta quinta-feira (20), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para cancelar a festa junina Juaforró. O acordo foi feito entre as promotoras de Justiça Alessandra Magda Ribeiro Monteiro e Juliana Mota; a secretária municipal Maria de Jesus Alves Bezerra; a procuradora-geral de Juazeiro do Norte, Mariana Gomes Gurgel; e a subprocuradora municipal Cintia Vieira Pereira.

Segundo o MP, o município de Juazeiro do Norte se comprometeu a cancelar o festejo junino Juaforró 2013 a partir desta quinta-feira e efetuar o pagamento dos shows já realizados. Ainda de acordo com o MP, o município também deve fazer a devolução proporcional dos valores pagos à utilização do Parque de Eventos Padre Cícero no que se refere às barracas e estacionamentos, devolver proporcionalmente os valores arrecadados com patrocinadores, dar continuidade à reforma do Parque de Eventos, cancelar as licitações referentes ao Juaforró/2013 e cancelar o contrato decorrente do processo de inexibilidade de licitação.

As representantes do MP consideraram para o TAC a questão da segurança pública, por conta da ausência de um plano de segurança contra incêndio, além do clamor público na cidade. Em caso de descumprimento, será cobrada multa diária no valor de R$ 10 mil à pessoa da secretária municipal. O POVO Online tentou entrar em contato com a prefeitura de Juazeiro do Norte, mas as ligações não foram atendidas.

(O POVO Online)

Protesto reúne mais de 20 mil pessoas em Brasília

“Mais de 20 mil pessoas participam do protesto no gramado no Congresso Nacional, segundo cálculos da Polícia Militar. Um pequeno grupo de manifestantes tenta romper o cordão de isolamento da polícia, usado para impedir o acesso das pessoas ao Parlamento. O policiamento foi reforçado. Alguns ocupam o espelho d’água em frente ao Congresso Nacional.

Aos gritos de não violência e até vaias, a maioria dos manifestantes pede que o grupo não tente invadir o Congresso. Com camisas e bandeiras do Brasil e cartazes com dizeres como “O Brasil acordou”, os manifestantes protestam contra os gastos públicos na Copa das Confederações, defendem mais verbas para educação e saúde e a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público, além de outras reivindicações. Cerca de 3.500 policiais militares participam da segurança ao Congresso.”

(Agência Brasil)