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A vitória de Bolsonaro

Com o título “A vitória de Bolsonaro”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

Os eleitores deram o seu veredicto, e Jair Bolsonaro (PSL) é o novo presidente do Brasil, assumindo o cargo no dia 1º de janeiro de 2019. Foram 57,7 milhões de votos contra 47 milhões de seu adversário, Fernando Haddad (PT). É uma vitória que expressa o desejo da população brasileira por uma mudança nos rumos do País.

O resultado da eleição reflete a polarização à qual o País está submetido, que se aprofundou durante a campanha, provocando conflitos nunca antes vistos desde a redemocratização. É esta nação conflagrada que aguarda o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Nunca é demais repetir: ele precisará ser o presidente de todos os brasileiros. Essa questão, de aparente obviedade, precisa ser ressaltada quando, por exemplo, se analisa o desempenho dos candidatos e se percebe que o Nordeste votou majoritariamente a favor de seu concorrente. Estabelecer uma relação republicana, portanto, é uma tarefa urgente para o novo governo.

Além disso, o presidente eleito terá a missão de começar a atender, a partir de agora, as expectativas que despertou. Não será fácil tanto pela grande quantidade de mudanças aguardadas por seus eleitores quanto pelo momento fiscal delicado que o País atravessa.

Bolsonaro encontrará uma Câmara de Deputados fragmentada, com 30 partidos políticos, e um Senado com 21 siglas. É de se imaginar, com inúmeros interesses conflitantes – somando-se o corporativismo, sempre presente -, a dificuldade para se chegar a um denominador comum a respeito das propostas a serem aprovadas.

Por fim, o novo presidente também será cobrado para que contenha o discurso beligerante contra a oposição. No seu pronunciamento de vitória, Bolsonaro destacou o respeito à Constituição e às liberdades. A fala, correta nesses pontos, agora precisa se refletir na prática.

O momento é de serenar ânimos e não de aguçá-los. Somente assim será possível pacificar a sociedade, de modo que o interesse de todos os brasileiros esteja acima das contendas partidárias, por mais agudas que elas sejam.

Um primeiro passo seria que o presidente eleito repudiasse agressões contra profissionais de imprensa, a exemplo do que se viu durante a cobertura da festa de sua vitória, inclusive contra equipes do O POVO. Atos como esses vão na contramão do que se espera para a Nação.

(Editorial do O POVO)

Confira a lista dos governadores eleitos em segundo turno

Em São Paulo, o tucano João Doria derrota Márcio França (PSB).

Confira a lista dos governadores de 13 estados e no Distrito Federal, que foram eleitos nesse domingo em pleito de segundo turno.

Rio de Janeiro

O ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) foi escolhido governador do Rio de Janeiro, derrotando o ex-prefeito da capital Eduardo Paes (DEM).

São Paulo

O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) foi eleito governador de São Paulo. Ele disputou oo segundo turno das eleições de 2018 com Marcio França (PSB).

Minas Gerais

O candidato do partido Novo, Romeu Zema, foi eleito neste domingo, 28, o novo governador de Minas Gerais. O segundo colocado foi Antônio Anastasia, do PSDB.

Santa Catarina

Comandante Moisés (PSL) é o novo governador eleito de Santa Catarina. Ele obteve a vitória em disputa contra Gelson Merísio (PSD).

Distrito Federal

O advogado Ibaneis Rocha (MDB) é o novo governador eleito do Distrito Federal. O emedebista confirmou a eleição em vitória folgada sobre o atual governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Pará

Filho de Jader Barbalho é eleito governador do Pará, ao derrotar Márcio Miranda (DEM).

Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB) é eleito como governador do Rio Grande do Sul. Natural de Pelotas, ele foi prefeito do município de 2013 a 2017. Ele disputava a eleição em 2018 contra o atual governador do RS, José Ivo Sartori (MDB).

Rio Grande do Norte

A senadora petista Fátima Bezerra foi matematicamente eleita governadora no Rio Grande do Norte, com 87% das urnas apuradas no segundo turno do Estado. Seu adversário, Carlos Eduardo (PDT), ex-prefeito de Natal, tinha 42,5%.

Mato Grosso do Sul

O candidato à reeleição em Mato Grosso do Sul pelo PSDB, Reinaldo Azambuja, foi reeleito neste domingo, 28. O segundo colocado, Odilon de Oliveira (PDT), teve 47,65% dos votos.

Amazonas

O candidato do PSC, Wilson Lima, venceu no Amazonas. O segundo colocado foi Amazonino Mendes, do PDT.

Amapá

Com 100% das urnas apuradas, o candidato do PDT, Waldez Góes, foi reeleito governador do Amapá no segundo turno. Seu adversário foi Capi (PSB).

Roraíma

O candidato do PSL, Antonio Denarium, está eleito para comandar o governo de Roraima. Ele disputou o segundo turno com José Anchieta (PSDB).

Rondônia

O candidato Coronel Marcos Rocha (PSL) foi eleito neste domingo, 28, governador de Rondônia. O segundo colocado foi Expedito Júnior (PSDB).

Sergipe

O candidato pelo PSD ao governo do Estado de Sergipe, Belivaldo Chagas, atual governador do Estado, está eleito para um novo mandato. O outro candidato que disputava o segundo turno em Sergipe foi o deputado federal Valadares Filho (PSB).

(Com Agências)

General Heleno, futuro ministro da Defesa: Generais não vão mandar no governo de Bolsonaro

O general Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa do Governo Bolsonaro, afirmou para o Portal Uol, que é uma “loucura” e uma “palhaçada” achar que generais vão mandar no próximo governo. ele disse que a suposta ameaça à democracia não existe e é fruto
de preconceito contra o presidente eleito.

“Isso é loucura. Isso só cabe na cabeça de quem não conhece. Nem nas Forças Armadas, nem o Bolsonaro, isso é uma palhaçada. É uma bobagem sem tamanho”, afirmou o general, enquanto apoiadores do novo presidente eleito gritavam ao fundo
contra a corrupção.

“A verdade é a seguinte. Ameaça à democracia só estava vendo que quem tinha preconceito contra o Bolsonaro. Não tem nenhuma ameaça à democracia. Esse carimbo de fascismo no Bolsonaro não tem o menor sentido”; completou.

Sobre os planos do novo governo, Heleno afirmou que a preservação da Amazônia é uma prioridade e que a intenção é respeitar legislações em vigor e reforçar o Ibama, evitando ao máximo desmatamentos. Para ele, a selva vale mais preservada
do que destruída.

Em relação à sua área da Defesa, Augusto Heleno afirmou que a tendência é não haver uma renovação da intervenção federal da segurança pública no estado do Rio de Janeiro, cuja segurança está sob controle das Forças Armadas.

(Foto  Agência Brasil)

100% de apuração – Bolsonaro obteve 57,7 milhões de votos

Com 100% da apuração das urnas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57.796.986 votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47.038.963 votos.

A diferença entre os dois candidatos foi superior a 10,7 milhões de votos. As abstenções somaram 21,3% (31,3 milhões de votos). Votos brancos foram 2,14% (2,4 milhões de votos) e nulos, 7,43% (8,6 milhões de votos).

O Nordeste foi a única região que deu vitória ao petista no pleito. Quatro estados possuem governadores do próprio partido de Haddad: Fátima Bezerra, eleita no Rio Grande do Norte; Camilo Santana, reeleito no Ceará; Wellington Dias, reeleito no Piaui; e Rui Costa, reeleito na Bahia.

(Agência Brasil)

Jornalistas do O POVO e do Sistema Verdes Mares sofrem agressão em comitê de Bolsonaro no Ceará

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Jornalistas do O POVO e do Sistema Verdes Mares sofreram agressões físicas e verbais enquanto trabalhavam na cobertura da festa de militantes do novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL). Elas estavam no comitê do militar no Ceará, na avenida Antônio Sales. O POVO Online não divulga os nomes das repórteres para preservar a segurança das vítimas.

A repórter do O POVO foi derrubada de cima de um equipamento de som da organização do evento. Na queda, ela feriu dedos e machucou os braços. Ela ainda foi agarrada pelo rosto e agredida verbalmente, assim como um repórter que a acompanhava, agarrado pelos braços. A mulher ainda foi assediada por militantes. Também mulher, jornalista da Verdes Mares ouviu ataques verbais enquanto tentava trabalhar. Carro da emissora foi apedrejado.

Ataques à imprensa

Nesta semana, O POVO publicou série de reportagens sobre ataques à imprensa. Durante a campanha, 141 casos de agressão contra jornalistas foram registrados, segundo lista da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

(O POVO Online)

Donald Trump parabeniza Bolsonaro

Em sua página no Facebook, o presidente eleito Jair Bolsonaro informa ter recebido mensagem do presidente dos EUA. Confira:

Recebemos há pouco ligação do Presidente dos EUA, Donald J. Trump nos parabenizando por esta eleição histórica! Manifestamos o desejo de aproximar ainda mais estas duas grande nações e avançarmos no caminho da liberdade e da prosperidade!

(Foto – Reprodução de TV)

Haddad não cumprimenta Bolsonaro e diz que lutará pela defesa da democracia

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Durante discurso em Porto Alegre, na noite deste domingo (28), o petista Fernando Haddad lamentou que o PT teria sido “atropelado” nestas eleições, diante da prisão do ex-presidente Lula e a cassação da pré-candidatura do próprio Lula. Haddad também lamentou o impeachment de Dilma Rousseff.

Sem cumprimentar o presidente eleito, Haddad revelou que fará oposição em defesa da democracia.

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro promete um Brasil unificado, oportunidades aos jovens e juros baixos

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Jair Bolsonaro prometeu trabalhar por um Brasil próspero, livre e democrático.

Bolsonaro garantiu que irá reduzir a estrutura da máquina pública e quebrar paradigmas, como a unificação do Brasil, sem norte ou sul. “Somos todos brasileiros”, destacou.

O presidente eleito assegurou ainda que irá trabalhar pelo emprego, pela renda e pelo equilíbrio fiscal, diante de dívidas decrescentes e juros mais baixos.

“Governaremos para as futuras gerações e não para as próximas eleições”, comentou, ao falar que irá trabalhar pela juventude.

(Foto: Reprodução)

Com 88% das urnas apuradas, Bolsonaro tem mais de 10 milhões de votos de diferença

Com 88,8% dos votos apurados, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é praticamente o presidente do Brasil, com uma vantagem de mais de 10 milhões de votos de diferença para o petista Fernando Haddad. Bolsonaro está com 55,7% dos votos, contra 44,3% de Haddad.

O novo presidente venceu em todas as regiões do país, à exceção do Nordeste, que vai dando vitória a Haddad, com cerca de 60% dos votos válidos.

Ibaneis Rocha é eleito no DF, enquanto Doria e Witzel também devem confirmar vitória em SP e no RJ

O advogado Ibaneis Rocha (MDB) já está eleito governador do Distrito Federal, com mais de 70% dos votos válidos. A derrota do atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) aponta uma tradição no Distrito Federal, que não reelege o chefe do Executivo.

No Rio de Janeiro, está praticamente eleito o ex-juiz federal e ex-fuzileiro naval Wilson Witzel (PSC), com mais de 60% dos votos válidos. Ele superou o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), que iniciou a disputa como favorito, ainda no primeiro turno.

Em São Paulo, apesar da disputa acirrada, o empresário João Doria (PSDB) vai confirmando as pesquisas de boca de urna e deverá ser confirmado governador do Estado, com pouco mais de 52% dos votos válidos. Ele superou neste segundo turno o advogado e atual governador paulista Márcio França (PSB).

(Foto: Arquivo)

Bolsonaro quer mudar posição do país no cenário externo, diz Bebbiano

Depois de uma visita de mais de uma hora ao candidato Jair Bolsonaro, o presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, disse que, se o capitão da reserva for eleito, a participação do Brasil no cenário internacional vai mudar “radicalmente”. O advogado afirmou que, diferentemente da Europa, a esquerda latino-americana é atrasada e baseada em ideologia bolivariana.

“A gente pretende, seguindo os caminhos da democracia e da legalidade, livrar o Brasil desse mal”, disse.

Perguntado sobre a situação da Venezuela, Bebbiano, ponderado, lembrou que é preciso respeitar a soberania dos países. Mas, acrescentou que, caso o PSL saia vitorioso, será feita uma pressão política sobre a situação. “Reclamando e pleiteando pelos direitos humanos que tem que ser impostos e recair sobre essa população que sofre essa perseguição e que é obrigada a se calar sob pena de morte. Lá sim, que os direitos humanos têm que funcionar, lá sim que a ONU e a OEA têm que se manifestar”, descreveu Bebbiano.

Presença constante na casa de Bolsonaro, o advogado afirmou que a política de direitos humanos desenhada pela campanha terá um braço destinado a “ajudar este tipo de gente que sofre na mão de ditaduras que foram financiadas e são apoiadas até hoje por facções criminosas como o PT”.

Sobre críticas a Bolsonaro, como ser chamado de fascista, Bebbiano afirmou que o PT é quem “aprecia” o atual regime venezuelano e os 50 anos de ditadura em Cuba que levou milhares de pessoas a arriscarem suas vidas para escapar a nado para os Estados Unidos, “fugindo de um fascínora, de um débil mental chamado Fidel Castro. Esse tipo de ditadura é aplaudida pela elite intelectual brasileira, por parte da mídia e pelo senhor Haddad e o Partido dos Trabalhadores”.

O advogado afirmou que o clima na residência de Bolsonaro é de otimismo. O candidato, segundo ele, está bem e vai acompanhar a apuração apenas com familiares e amigos mais próximos. Pouco antes do encerramento das votações, entraram na residência Onyx Lorenzoni – cotado para a Casa Civil, ao lado do senador Magno Malta (PR) e do General Heleno, cotado para a Defesa.

(Agência Brasil)

Termina eleição em quase todo o país, mas apuração para presidente só a partir das 19 horas

A eleição para presidente da República foi encerrada em quase todo o país. A apuração, no entanto, terá início somente a partir das 19 horas, diante do fuso horário do Acre, com duas horas a menos em relação a Brasília.

Neste domingo (28), a maior ocorrência em uma seção eleitoral ocorreu no Pará, quando um homem filmou com uso da força uma suposta fraude contra a candidatura Bolsonaro. O homem apontou que digitou 17 e apareceu “voto nulo”.

O que o homem não percebeu é que, na verdade, o primeiro voto foi para governador. No Pará, hpuve segundo turno entre Helder Barbalho (MDB) e Márcio Miranda (DEM).

A Justiça Eleitoral decretou a prisão do eleitor.

Não traio e nem mudo de lado, diz Eunício sobre voto em Haddad

O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), disse que o momento é de repensar o Brasil, independente de quem for o presidente eleito neste domingo (28).

“Precisamos conciliar o Brasil e fortalecer a nossa democracia”, avaliou Eunício, ao apontar que a conciliação deve ser a primeira busca do presidente eleito.

Ao lado da esposa Mônica Oliveira, Eunício votou no Náutico Atlético Cearense, no bairro Meireles, e não escondeu a opção por Fernando Haddad, quando declarou apoio desde o primeiro turno.

“Não mudo de camisa no meio do jogo, não traio ou mudo de lado por conveniência”, justificou Eunício, que revelou ainda que fará política partidária a partir do próximo ano, quando encerrará seu mandato de senador, não renovado nestas eleições.

Quanto ao MDB, o senador defendeu que o partido tome uma posição de independência, mas propondo soluções para os desafios do Brasil.

(Foto: Divulgação)

Toffoli: futuro presidente terá de garantir pluralidade política

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse hoje (28), logo após votar em uma escola no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, que o futuro presidente terá de garantir a pluralidade política e promover o bem, sem preconceito ou discriminações.

Com a Constituição Federal nas mãos, Toffoli fez um rápido pronunciamento à imprensa no qual cobrou, do próximo presidente do Brasil, a promoção do bem de todos.

“É importante lembrar que o futuro presidente terá como seu primeiro ato jurar a Constituição. É importante que se cumpra o artigo terceiro da Constituição, que diz o que constitui os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. Primeiro: construir uma sociedade livre, justa e solidária. Segundo: garantir o desenvolvimento nacional. Terceiro: erradicar a pobreza, a marginalização, e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, disse o ministro ao iniciar o discurso.

O presidente do STF deu destaque ao trecho seguinte do mesmo artigo. “Quarto e importantíssimo [objetivo previsto pela Carta Magna]: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, e quaisquer outras formas de discriminação”.

Ao final da mensagem, Toffoli disse que o ocupante do principal cargo executivo do país deve respeitar as instituições e a democracia. “O futuro presidente deve respeitar as instituições; deve respeitar a democracia, o Estado Democrático de Direito, o Poder Judiciário, o Congresso Nacional e o Poder Legislativo. E também garantir a pluralidade política como está na Constituição, respeitando também a oposição que se formará”, destacou.

Toffoli deixou o local sem responder às perguntas dos jornalistas. Ao chegar em sua seção eleitoral, ele confirmou visita, na tarde de hoje (28), ao Centro Integrado de Comando e Controle das eleições.

(Agências Brasil)

Ciro Gomes vota, não anuncia apoio e diz que campanha para o PT “nunca mais”

Ciro Gomes (PDT) votou em Fortaleza no início da tarde deste domingo, 28. Terceiro colocado na disputa presidencial, Ciro estava acompanhado do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e do presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, companheiros de partido, na zona eleitoral, na sede da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará. Na sua chegada, afirmou que “nunca mais” realizaria campanha para o PT, rechaçando qualquer apoio a Fernando Haddad (PT). Sobre o resultado do pleito, afirmou que sua posição “será de oposição a quem quer que vença as eleições.”

O presidente do PDT, Carlos Luppi, havia divulgado que o ex-ministro gravaria vídeo, o que gerou expectativa de apoio a Haddad, porém não se concretizou e Ciro afirmou hoje que não estava neutro e que havia “tomado posição desde a primeira hora”. “Não quero é fazer campanha com o PT nunca mais”, resumiu.

“É preciso votar contra intolerância e discriminação, mas qualquer que seja o resultado o Brasil vai entrar num momento gravíssimo de aprofundamento da divisão, do estigma do ódio”, considerou. Na ocasião, Ciro apontou que é necessário criar um “caminho novo” para além da polarização e do ódio. “É necessário restaurar a paz política para que assim a gente possa resolver a equação social e econômica do país”, afirmou.

(O POVO Online)