Blog do Eliomar

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Júlio Ventura quer uma suplência do PMDB

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O empresário Júlio Ventura Neto renovou, neste sábado, o desejo de ocupar a primeira suplência do pré-candidato ao Senado pelo PMDB, deputado federal Eunício Oliveira.

Júlio Ventura, que chegou a disputar como vice-prefeito de Fortaleza, chegando também a ocupar uma secretaria na gestão de Antônio Cambraia, diz estar em condições de cooperar com a coligação.

“Estou no PMDB e sou do PMDB. São duas vagas de suplente e acho que posso ocupar uma delas”, disse o empresário, que atua no ramo de revenda de veículos novos no Estado.

(Foto – Paulo Moska)

Temer espera ganhar eleições logo no primeiro turno

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Temer estará neste domingo em Fortaleza.

“O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff à Presidência da República, disse hoje que, em poucos meses, ele e a ex-ministra passarão dos 50% das intenções de voto e vencerão a disputa ainda no primeiro turno. Temer falou durante a convenção do PT em São Paulo, que oficializará a candidatura de Aloizio Mercadante ao governo do Estado.

Em seu discurso, Temer disse que Mercadante tem um currículo político “irretocável” e que, se eleito, num cenário em que Dilma também vença a disputa presidencial, o Estado de São Paulo teria um governador afinado com o governo federal. Antes de Temer, o presidente estadual do PT, Edinho Silva, abriu os discursos da convenção, que acontece no Expo Center Norte, na capital paulista. Edinho afirmou que uma vitória de Mercadante em São Paulo traria os avanços do governo Lula, no plano federal, para os paulistas.” 

(Agência Estado)

DETALHE – Temer é um dos convidados da megaconvenção que reunirá PT, PSB,. PMDB e mais uma dezena de pequenos partidos. O encontro terá início às 9 horas, no ginásio do Colégio Evolutivo, mas as estrelas só deverão aparecer mesmo perto do meio-dia.

Como o mundo vê nossos candidatos a presidente da República

“O Brasil está na vitrine internacional. Luiz Inácio Lula da Silva é o presidente brasileiro mais popular da história, o País ganhou status de global player e ostenta índices de crescimento que o credenciam como uma das principais potências da próxima década. Nesse cenário, como os três principais candidatos a suceder “o cara” são vistos lá fora? Se por um lado José Serra (PSDB) se destacou como ministro da Saúde de Fernando Henrique Cardoso e governador de São Paulo, Dilma Rousseff (PT) é imediatamente associada à gestão de Lula, enquanto Marina Silva (PV) aparece como dona de uma coleção de prêmios internacionais, como o Champions of the Earth, o maior reconhecimento das Nações Unidas para o setor ambiental.

“Os observadores estrangeiros, governos e mercados estão atentos, principalmente à Dilma e ao Serra”, afirma o historiador Timothy Power, diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Oxford, na Inglaterra. “Isso porque é a quinta eleição presidencial consecutiva polarizada entre os partidos que Dilma e Serra representam.”

Entre os observadores e analistas estrangeiros há também o consenso de que o processo eleitoral de 2010 não será marcado pelo conceito de change election, uma referência à eleição na qual existe um desejo generalizado de mudança. Ao contrário do registrado nos Estados Unidos em 2008 – quando o democrata Barack Obama foi eleito contrapondo-se à gestão do conservador George W. Bush –, está claro para os especialistas que a continuidade das políticas públicas deve ser a tônica no Brasil.”

(Revista IstoÉ)

O Mundo de Soraya sem um vice

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Problema de arranjar um postulante à posiçao de vice-governador  não é problema exclusivo de grandes partidos. O PSOL, por exemplo, fez sua convenção estadual neste sábado, nos jardins do Theatro José de Alencar, homologando o nome da engenheira de pesca Soraya Tupinambá para o Governo.

O PSOL, no entanto, não apresentou candidato a vice. Negocia com o PCB essa vaga e a outra vaga de senador. Caso não haja acordo, o PSOL definirá o segundo nome ao Senado, bem como o vice-governador da chapa, para o qual está indicato o nome de Eronilton Buriti, de Quixadá.

Aloízio Mercadante é lançado ao Governo de SP sem a presença de Lula

“Em ato sem as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata do partido à Presidência, a ex-ministra Dilma Rousseff, o PT oficializou neste sábado (26) a candidatura do senador Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo. A convenção do PT-SP, em um centro de convenções na capital paulista, mostrou que a estratégia do partido no plano estadual repetirá o roteiro nacional: procurar “colar” o candidato ao presidente Lula, detentor de altos índices de popularidade – 75%, segundo o Ibope.

“O que deu certo no Brasil vai dar certo em São Paulo” e “O que Lula fez lá nós vamos fazer aqui” foram frases repetidas por Mercadante em seu discurso à militância petista. Oposição em um Estado governado pelo PSDB há 16 anos, o PT reuniu outros dez partidos em sua coligação (PC do B, PDT, PR, PRB, PSDC, PTN, PRP, PT do B, PPL e PRTB), na maior aliança já montada pela sigla no Estado.

Completam a chapa de Mercadante o professor da USP Coca Ferraz (PDT), candidato a vice, a ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo Marta Suplicy (PT) e o vereador por São Paulo Netinho de Paula (PC do B), que disputarão o Senado. Ao enfrentar um governo com bons índices de avaliação – em março, segundo o Datafolha, 55% consideravam a gestão do PSDB em São Paulo ótima ou boa -, o tom do discurso de Mercadante remete em alguns momentos à estratégia nacional de Serra.

“Esse Estado pode muito mais do que foi feito”, disse Mercadante, que defendeu “melhorar o que está bom”. O tucano, cujo slogan na disputa presidencial é “O Brasil pode mais”, tem destacado que irá manter e aprimorar os programas federais de maior popularidade, como o Bolsa Família e o ProUni.”

(Portal G1)

Congresso do PT termina em clima de Arca de Lula

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Luizianne Lins, ao lado de Cid, sacramentou a parceria. 

Com a coordenação da prefeita Luizianne Lins, a presidente estadual do PT, os petistas consolidaram, durante congresso estadual realizado na tarde deste sábado, no Hotel Praia Centro, parceria com o PSB de Cid Gomes e o PMDb de Eunício Oliveira. A militância petista aprovou apoio à reeleição do governador e ficou sacramentada a dobradinha de Eunício com José Pimentel (PT) rumo ao Senado.

Nos discursos dos petistas, luta pela vitória de Dilma Rousseff e da chapa lulista no Estado logo no primeiro turno. O presidente nacional do PT, Jose Eduardo Dutra, participou e abençoou o acerto, que será homologado na convenção conjunta PT-PSB-PMDB e partidos aliados no ginásio do Colégio Evolutivo, a partir das 9 horas deste domingo, em Fortaleza.

O deputado federal José Nobre Guimarães, que trabalhou até a última hora para fechar o acordo, era dos mais felizes. Para ele, a ordem é arregaçar mangas e cair em campanha que não será fácil. “Nada de salto alto nem já ganhou!”, avisou o parlamentar. No encontro, de casa cheia, cerca de 600 militantes que se diziam prontos para o que José Pimentel denominou de batalha cidadã.

(Foto – Cláudio Barata)

DETALHE – Era visível o jeito meio sem jeito do deputado federal Eunício Oliveira entre militantes petistas. E alguns cochichavam dizendo que não tinham simpatias por ele.

Congresso pode derrubar fator previdenciário

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“A ladainha é antiga: Congresso derruba, governo veta e tudo fica como se nada tivesse acontecido. Contudo, no caso do fim do fator previdenciário (índice que funciona como redutor de aposentadorias), essa história pode ter um final diferente.

O veto do presidente Lula à emenda que acabava com o fator, inserida na Medida Provisória 475/09 pelo líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), não acabou com a discussão. Parlamentares ainda analisam alternativas para enterrar o tormento de quem pensa em se aposentar a curto prazo.

De acordo com o senador Paulo Paim (PT-RS), há duas frentes que estão sendo estudadas no momento. A primeira é tentar convocar uma sessão do Congresso Nacional para derrubar o veto de Lula. Nesse caso, o petista destaca a possibilidade de apreciação do veto com voto aberto.

A segunda é forçar que a Câmara analise o Projeto de Lei 3299/08, que acaba com o fator previdenciário. A matéria, de autoria de Paim, está pronta para ser analisada no plenário. “Ou derruba ou veto ou constrói uma alternativa para as pessoas que pensam em se aposentar”, afirma o senador gaúcho. “Há um movimento forte da sociedade exigindo o fim do fator.”

Paim explica que o Congresso deve se posicionar sobre o fim do fator ainda neste ano. Contudo, ele não soube precisar se seria antes ou depois das eleições de outubro pelo fato de o fator só acabar a partir de janeiro do próximo ano.

“Devedor do Lula”

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) avalia que a melhor opção para derrubar o fator é votar o projeto de lei pronto para pauta na Câmara. Ele relatou a proposta na Comissão de Constituição e Justiça e manteve o texto do Senado.

Para o petebista, o presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP), não colocará o veto em análise por conta da disputa do governo do Maranhão. Cabe ao presidente do Senado essa prerrogativa.

Filha do peemedebista e atual governadora daquele estado, Roseana Sarney (PMDB) recebeu apoio da cúpula nacional do PT. A decisão, que contraria a opção dos petistas maranhenses pela candidatura de Flávio Dino (PCdoB), provocou a greve de fome do deputado Domingos Dutra (PT-MA).  

“Depois do que o Lula fez pelo Sarney no Maranhão, ele não vai convocar a sessão. Nessa altura, Sarney é devedor do Lula”, afirma Arnaldo Faria de Sá, autor de um dos vinte requerimentos para incluir a proposta na pauta da Câmara.

Procurado pela reportagem para comentar uma eventual análise do projeto, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), foi sintético: “Só depois das eleições”. Segundo cálculos do governo, o fator previdenciário foi responsável pela injeção de mais de R$ 1 bilhão na Previdência apenas em 2009. “Esse assunto não vai ser tratado agora”, reforça o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE).

Aposentados

O diretor financeiro da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Nelson Osório, explica que a entidade apoia o PL 3299/08 por ideologia. Afinal, o fim do fator interessa apenas àqueles que vão se aposentar.

Osório destaca que a entidade também vai pressionar deputados para a votação de outro projeto antes das eleições, o 4434/08, que afasta gradativamente o fator previdenciário e repõe em cinco anos a integralidade das aposentadorias à época da concessão do benefício. A entidade esperar colher 1 milhão de assinaturas para pressionar a Câmara a votar a matéria, que também está pronta para ir ao plenário, antes do recesso parlamentar.    

O diretor da Cobap faz uma comparação do efeito do fator previdenciário na vida dos aposentados. “É como você entrar num consórcio de um carro de luzo e receber um carro popular.”

Questionado em relação ao aumento de 7,7% para as aposentadorias acima de um salário mínimo, Osório foi irônico: “Essa é uma gota d’água no oceano. Nós ainda estamos defasados em relação ao reajuste do salário mínimo”.

Na próxima semana, representantes dos aposentados vão à Comissão de Orçamento para que o colegiado aprove emenda do senador Paim que estende aos 8 milhões de aposentados que ganham acima de um salário mínimo o mesmo reajuste concedido ao salário mínimo.

Texto a ser votado

Além de acabar com o fator previdenciário, o relatório elaborado por Arnaldo Faria de Sá na CCJ também estabelece que as aposentadorias voltem a ser calculadas de acordo com a média aritmética simples dos últimos 36 salários de contribuição do trabalhador.

Criado em 1999 pelo governo Fernando Henrique Cardoso para conter os gastos da Previdência Social, o fator previdenciário é inversamente proporcional à idade de aposentadoria do segurado.

Ou seja, quanto menor a idade no momento da aposentadoria, maior é o redutor e, consequentemente, menor o valor do benefício recebido. Dessa forma, quem se aposenta sob a influência do fator não recebe o mesmo valor com que contribuiu para a seguridade social.”

(Congresso em Foco)

Candidato a deputado federal bota a cabeça fora e expõe o que quer em Brasília

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Candidato a uma cadeira de deputado federal pelo PMDB,  o empresário Mário Feitoza nos manda artigo intitulado “Eleições – Cenários 2010 e Perspectivas para o Futuro do Brasil”. Ele foi um dos poucos pré-candidatos a cargo proporciona que resolveu botar a cabeça fora e expor o que pensa e se dizer feliz com o advento da “Lei da Ficha Limpa”. Confira: 

Nos próximos dias o Brasil irá conhecer os nomes dos escolhidos pelos partidos para liderar os poderes legislativo, executivo – nacional e estaduais. Dentre os nomes aprovados nas convenções de 3 e 31 de outubro, 1º e 2º turno das eleições 2010, a Nação renovará seus representantes elegendo 1.052 deputados estaduais, 513 deputados federais, 27 governadores, 54 senadores, e decidirá o futuro ou futura presidente da república.

A democracia brasileira se reafirma sólida, desta feita, pela sexta vez em que se realizam eleições gerais após a Constituinte de 1988 e a redemocratização dos poderes nacionais, obedecendo sempre às mesmas regras e calendário eleitoral. Agora, a Lei Complementar 135 de 2010, conhecida como “Ficha Limpa”, vai impor um processo mais democrático de escolha dos representantes da nação, eliminando da disputa os políticos com maus antecedentes.

Muito se fala da necessidade de reformas: setores de diversos matizes verbalizam necessárias: reformas políticas, tributárias, previdenciárias, sociais, agrárias, mas a cada eleição o debate é adiado para o próximo mandato, e os episódios eleitorais demonstram-se incapazes de reproduzir um novo pacto federativo.

Ao posicionar-me na questão, acredito na necessidade de todas as reformas reclamadas, e que o debate político em eleições gerais no Brasil vem sendo reduzido, ora forçado pela coincidência com a copa do mundo, ora pelo apertado calendário eleitoral, que vem submetendo partidos e candidatos a um esforço gigantesco de atividades e ações, no curto período de noventa dias, intercorrido entre o registro das suas candidaturas, sempre a partir de cada 5 de julho e a eleição de 3 de outubro, em manifesto prejuízo da qualidade e quantidade do debate sobre projetos e idéias que fundam as disputas.

Além do curtíssimo tempo para a apresentação das propostas dos deputados e senadores, a eleição presidencial protagoniza o cenário, secundando as questões estaduais e regionais. Noutra vertente, o instituto da reeleição provoca a centralização dos debates nas figuras dos governadores, prefeitos e presidente, quando candidatos a um segundo mandato, garantindo-lhes a exclusividade da agenda sobre projetos, plataformas e coligações.

Em outro giro, a audiência dos 45 dias do cansativo modelo do programa eleitoral na TV e rádio tem desabado vertiginosamente, ao longo de suas apresentações, nos últimos pleitos, revelando-se espaço, cada vez mais propício e limitado pela Justiça Eleitoral, à utilização de ferramentas que artificializam os candidatos, enfeitam os projetos, programas e atividades de governo, com perda de essência e qualidade excedida pela maquiagem da forma e atuação dos candidatos.

Estou entre os que procuram o apoio popular do meu Ceará para representá-lo no Congresso Nacional, na condição de deputado federal, submetendo meu nome ao PMDB, que deverá realizar convenção para escolha de candidatos. Caso tenha a confiança do meu partido e dos cearenses defenderei, dentre outras bandeiras, uma reforma política com as seguintes propostas:

a) Separação do calendário eleitoral do País, em eleições realizadas a cada três anos, elegendo: num dos pleitos os prefeitos, vereadores, deputados estaduais e governadores e em outra jornada, os deputados federais, senadores e presidente da república, todos para mandatos desencontrados de seis anos;

b) Extensão do calendário eleitoral para período não inferior a quatro meses, fixados entre as convenções e o pleito, para garantir melhores condições para o debate político e apresentação das propostas, separando o debate municipal e estadual, da discussão regional e nacional, pela individualização dos pleitos.

c) Introdução de mecanismos de escolha de candidatos pelos partidos mais democráticos e participativos, adotando eleições majoritárias para todos os cargos;

d) Adoção de mecanismos de liberdade ampla e irrestrita à divulgação, pela imprensa e meios de mídia social do debate político, priorizando regras de igualdade de acesso e participação de todos os candidatos e lideranças.

e) Defesa do fim da reeleição em todas as esferas do poder executivo, pelo aumento do tempo do mandato para seis anos, evitando o abuso do poder político, a conduta vedada e a prática da corrupção financiada por ações do poder publico, especialmente aquelas voltadas para a captação ilícita de sufrágio.

Estou aberto para o recebimento de propostas e sugestões para construção de modelo que melhore, a já pujante democracia brasileira, que vem dando show de modernidade jurídica e tecnológica na identificação do eleitor e contagem imediata da sua vontade.

Vamos às urnas em outubro para mais uma lição de democracia ao mundo livre.

*Mário Feitoza, 56 anos, é administrador de empresas, engenheiro de pesca e empresário.

VAMOS NÓS – Abrimos este espaço para esse futuro candidato, porque ele lamentava, no cenário atual, só aparecerem os mesmos postulantes na mídia e a esquerda, com prestação de contas de mandato, ganhar também sua fatia no processo eleitoral.

Presidente nacional do PT chega para agenda política com aliados

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, já está em Fortaleza. Ele veio participar do congresso estadual do partido que, nesta manhã de sábado, confirmou apóio à reeleição do governdro Cid Goes (PSB) e os nomes de Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT) para a disputa ao Senado.

José Eduardo vem expor a estratégia eleitoral do PT e, claro, conversar com o governador Cid Gomes, presidente regional do PSB, e com a prefeita Luizianne Lins, que comanda o partido no Estado. Aqui, quer um planque forte pró-Dilma Rousseff.

DETALHE – José Eduardo chega em clima de muita especulação sobre quem será o vice de Cid Gomes. O nome mais cogitado, pelo menos nos bastidores, é o do presidente da Assembleia Legislativa, Domingso Filho (PMDB). Ninguém do PT, que delegou a Cid o direito de indicar essa posição, confirma

Marcos Cals promete oposição "decente" e com base na "humildade"

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O candidato do PSDB ao Governo, deputado estadual Marcos Cals, prometeu, ao discurso em convenção neste sábado, no Clube G4, fazer uma oposição “honesta e descente” e com base na “humildade”. Para um espaço superlotado de caravanas de Fortaleza, da Região Metropolitana e de várias cidades do Interior, prometeu trabalhar olhando o interesse do coletivo e não interesses pessoais ou de grupos.

Marcos Cals, no entanto, bateu, assim como o senador Tasso Jereissati, na área da saúde. Ele disse que há três meses estava lutando para que uma pessoa do interior fizesse um exame. Nessa hora, criticou a situação do IJF, a maior emergência do Estado, que funciona na Capital sob a gestão da prefeita Luizianne Lins (PT), e não pouco hospitais estaduais. Disse que construir grandes hospitais é fundamental, mas desde que também se garanta o funcionamento da saúde como um todo.

Ele usou muitas expressões do conhecido matuto do Interior em seu discurso e se dizia gente como todos que ali estavam. Disse que o povo estava acuado porque viria muito dinheiro nessa eleição e avisou que tem ficha limpa, porque ninguém nunca ouviu nem ouvirá o nome dele envolvido em falcatrua. Do lado dele, sua mulher, Dionéia, e a filha, e a disposição, segundo disse, de ganhar as eleições porque avisou que entrará na campanha pra valer. Prometeu uma gestão para ficar na história

DETALHE – Vários ônibus oriundos do Interior e RMF deixaram o trânsito no entorno do G-4 um verdadeiro caos.

DETALHE 2 – Na entrada do G-4, enormes placas de madeira com a frase da campanha de Cals e Tasso (com nome de Tasso em primeiro) e fotos de obras realizadas na Era Tasso. 

(Fotos – Paulo Moska)

Tasso critica Governo Cid e ironiza PAC de Lula

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Antes de discursar, Tasso conversa com Cals alguns minutos.

O senador Tasso Jereissati (PSDB), que disputará reeleição, fez discurso, em tom dos mais duros, contra o governo de Cid Gomes. Durante convenção tucana no Clube G4 (Bairro Siqueira), neste começo de tarde de sábado, ele iniciou sua fala fazendo autocrítica por ter se calado diante do “loteamento da administração estadual para partidos políticos”. Tasso voltou a bater na área da saúde, que tem o PCdoB no comando, lamentando que, aos invés de cuidar das pessoas, acabou “com políticos com carteira de partido”.

Aqui, ele bateu no PCdoB, que tinha João Ananias, agora candidato a deputado federal, como titular. O PCdoB foi um dos parceiros de Tasso, em 1986, quando da implantação do chamado “Projeto Mudanças” contra o chamado ciclo dos “coronéis”.

Ele também denunciou que muita gente traria dinheiro de todas as esferas de governo para investir numa campanha que o derrotasse, já que se constitui como uma das poucas vozes da oposição que incomodaria. Também acusou dois deputados federais cearenses – não deu nomes, que nada fazem no Congresso, a não ser catar, como frisou, dinheiro sujo.

PAC DE LULA

Tasso também fez ironias ao presidente Lula, que prometeu como o Programa de Acelerçaão do Crescimento (PAC), grandes obras para o País e para o Ceará. “Alguém conhece alguma obra pronta dopAC?” – desafiou a multidão. Depois, disse que Lula garantiu, quando em visita ao Ceará, que o povo desse Estado iria tomar banho nas águas do rio São Francisco por conta da transposição. “Alguém tomou banho com água do São francsico”, perguntou, qualificando o PAC de “Procurando Alguma Coisa”.

DETALHE – Serra não compareceu à convenção, alegando problemas de agenda. Ainda precisa resolver a questão do seu vice.

DETALHE 2 – O presidente regional do DEM, Chiquiho Feitosa, era uma das presenças no palanque. Mesmo sabendo que seu partido, em termos nacionais, ameaça não apoiar Serra, caso não fique com a vice.

DETALHE 3 – O deputado estadual Fernando Hugo, também no palanque, conversa bastante com candidato a vice, Pedro Fiúza, que ali chegou despercebido. Mas foi apresentado várias vezes pelo animador do evento, o radialista Júlio Sales.

DETALHE 4 – O deputado estadual Cirilo Pimenta era só alegria. Disse que o PSDB agiu bem em lançar Marcos Cals como candidato ao Governo (ele queria ser candidato), porque o parlamentar é gente do Interior e conhece os problemas do homem do campo. Cirilo era pré-candidato ao Governo até bem pouco tempo.

Congresso do PT confirma Cid, Pimentel e Eunício

O endosso dos delegados do PT à chapa Cid, Eunício e Pimentel.

O salão de convenções do Hotel Praia Centro lotou, neste sábado, em clima de congresso estadual do PT. O encontro confirmo, por meio de 550 delegados, apoio à reeleição do governador Cid Gomes e à chapa Eunícioo-Pimentel para o Senado. Houve votação, sob a coordenação da presidente regional da legenda, a prefeita Luizianne Lins.

Luizianne disse que a decisão era importante porque mosrava a unidade da base de Lula no Estado para o PSDB do senador Tasso Jereissati. Ainda nesse congresso, haverá o lançamento oficial das candidaturas (Senado e proporcionais) com a presença do presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra. Dirigentes de partidos aliados também prestigiam o evento.

DETALHE – Neste domingo, a convenção eleitoral PSB/PT/PMDB ocorrerá, a partir das 9 horas, no ginásio do olégio Evolutivo, em Fortaleza.

DETALHE 2 – José Pimentel chegou cedo ao congresso e foi por demais  cumprimentado.

(Foto – Cláudio Barata)

O São João dos Aposentados

O Fórum Permanente do Idoso e do Deficiente, por meio do Instituto Sênior da Estácio Fic, promoverá neste sábado, das 16 às 20 horas, no Rancho Alegre, o “São João dos Aposentados”. O evento marca o encerramento das atividades de conscientização do combate à violência contra o idoso, que é lembrado nacionalmente todo dia 15 de junho.

Haverá barraca com comidas típicas e brincadeiras. A animação ficará por conta do forró pé-de-serra e de um grupo formado por 24 crianças que farão a apresentação da quadrilha junina.A criançada promete entrosamento com a velha guarda.

INSTITUTO SÊNIOR

Voltado para quem tem mais de 50 anos, o Instituto Sênior existe desde 2006 e atualmente atende cerca de 350 pessoas. Os integrantes têm acesso a atividades como aulas de Dança do Ventre, Dança de Salão, Hidroginástica, Yoga e Tai Chi Chuan. A coordenadora é a professora Cleoneide Oliveira.

SERVIÇO

Mais informações da festa e do Instituto com a Estácio Fic (Unidade Via Corpvs) – (82) 3270.6730.

Presidente do PSDB diz que Marcos Cals derrotará a "prepotência"

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Enormes banners com Tasso, Marcos Cals e Serra ao fundo.

O presidente regional do PSDB, médico Marco Penaforte, abriu os discursos, nesta manhã de sábado, durante a convenção que homologou o deputado estadual Marcos Cals como candidato tucano ao Governo, tendo como vice o empresário Pedro Fiúza.

Penaforte, que fora chamado constantemente pelos Ferreiras Gomes de “Penafraca”, foi duro em sua fala e disse que o eleitor cearense vai se “apaixonar pelo homem humano e simples” que é Marcos Cals. Também afirmou estar chegando a hora de dar um basta na “prepotência” do governo atual.

A fala ocorreu o Clube G4, completamente lotado de caravanas da Capital e da Região Metroopolitana de Fortaleza. Alguns grupos vieram do Interior como Sobral, terra do atual governador Cid Gomes (PSB).

Com Penaforte, no palanque animado pelo radialista Júlio Sales, conhecido de outras campanhas do PSDB, vários parlamentares estaduais, o deputado federal Raimundo Gomes de Matos, prefeitos e o senador Tasso Jereissati, que foi o segundo a discursar em tom duro.

PV fecha aliança com PSDC

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O PSDC estadual decidiu fechar coligação com o Partido Verde e apoiar Marcelo Silva para candidato ao Governo. O partido integra a base de apoio do governador Cid Gomes (PSB), mas diante do inchaço da coligação cidista, temeu não reeleger nem seu presidente, o deputado estadual Gonmes Faerias, nem o deputado estadual Ely Aguiar.

O rompimento foi mais estratégico-eleitoral, segundo uma fonte do PSDC, que fará sua convenção separada da convenção dos aliados cidistas. Com esse apoio, Marcelo Silva, também presidente estadual do PV, terá mais de 40 segundos na propaganda eleitoral. O PV também apostará no ambientalista Paulo Eduardo Lima para uma vaga de senador.

A coligação conta ainda com as candidaturas à reeleição dos dois parlamentares verdes, Edísio Pacheco e Augustinho Moreira, e do vereador Roberto Mesquita (PV), que disputará cadeira de deputado f estadual.

CONVENÇÃO

A convenção estadual do PSDC foi marcada para o auditório da Assembleia Legislativa, enquanto o PV oficializará Marcelo Silva quarta-feira que vem. Também na Assembleia.

STJ – Greve dos peritos médicos do INSS é legal

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“O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pela legalidade da greve dos peritos médicos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), iniciada na última segunda-feira (22). Eles podem continuar a paralisação, mas 50% da categoria precisam manter o atendimento diário a cerca de 35 mil segurados. Caso a medida seja descumprida, a Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social (ANMP) será multada em R$ 50 mil por dia.

Nas ações que correm no STJ, tanto a ANPM quanto o INSS alegam que houve rompimento de acordo feito entre as partes sobre valores pagos à categoria e jornada de trabalho. Em decisão anunciada na noite de ontem (24), o ministro Humberto Martins, do STJ, ressaltou que cabe só ao Judiciário “verificar se a paralisação das atividades é abusiva ou não, de acordo com os requisitos legais.”

No mesmo dia que a ANMP pediu que o STJ declarasse a legalidade da greve, o INSS solicitou ao tribunal que a greve fosse declarada abusiva. Representantes do Ministério da Previdência não foram encontrados para comentar o assunto.

A carreira de perito médico da Previdência foi criada em 2004 para avaliar a situação de segurados que recebem benefício por estarem impedidos ou inaptos para o trabalho. Segundo a ANMP, em três anos ela atraiu cerca de 5 mil profissionais, proporcionou uma economia de R$ 5 bilhões aos cofres públicos pelo não pagamento de benefícios indevido. Por isso, a profissão é uma das mais perigosas do funcionalismo público.

Somente no ano passado, foram registradas 72 agressões contra peritos médicos. Em 2006 e 2007, dois profissionais foram assassinados no exercício de suas funções. “As pessoas acham que o INSS é seguro-desemprego ou Bolsa Família e que o governo têm obrigação de dar dinheiro para elas porque pagaram benefício”, disse o presidente da ANMP, Luiz Carlos Argolo.

A indignação dos segurados com os peritos médicos não ocorre só quando são impedidos de receber o benefício. “No Rio de Janeiro, neste ano, uma segurada não gostou quando a perita informou que ela receberia 30 dias de benefício, pois considerou muito pouco tempo e espancou a profissional”, contou Argolo. Esses episódios, segundo ele, justificam reivindicações como mais segurança e que a entrega dos resultados dos exames aos segurados seja feita fora das agências.”

(Agência Brasil)

NO CEARÁ, a categoria está em greve e, na próxima segunda-feira, promete reforçar a divulgação de suas atividades.

Serra não vem para convenção tucana

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O candidato a presidente da República pelo PSDB, José Serra, não virá participar da convenção dos tucanos locais, que ocorre neste sábado, no Clube G4, em frente ao Terminal de Ônibus do Siqueira (Bairro Bom Sucesso). Segundo a assessoria de imprensa do partido, Serra teve problemas de agenda.

A questão é que o candidato ainda está resolvendo quem ocupará a posição de vice em sua chapa. Nas últimas horas, cogitou-se o senador Álvaro Vale (PR), mas a cúpula do DEM, parceiro do PSDB, estaria resistindo. As costuras políticas devem se estender ao longo deste fim de semana.

Em sua convenção estadual, o PSDB homologará Marcos Cals para candidato a governador, tendo o empresário Pedro Fiúza como vice, e o senador Tasso Jereissati indo para a reeleição. Há expectativas quanto aos discursos. E principalmente quanto à fala do senador tucano que, na última entrevista coletiva, fez duras críticas à gestão de Cid Gomes (PSB), seu parceiro até ontem na política.

Manifesto pró-Camilo Santana ainda rende esclarecimentos

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Ainda sobre manifesto assinado por prefeitos do Cariri endereçado ao governador Cid Gomes (PSB), reivindicando um vice dessa região, o prefeito de Várzea Alegre, José Helder, pede espaço para esclarecer episódio. É que esse manifesto chegou para o Blog como algo favorável ao ex-secretário Camilo Santana (PT), que é dessa banda do Estado. Confira:

Caro repórter Eliomar de Lima,
 
Gostaria de esclarecer que quanto ao manifesto dos Prefeitos da Região sul em relação a indicação do vice governador para o pleito que se avizinha, descrevo abaixo a íntegra do texto e em  seguida algumas considerações:
 
“Manifesto de apoio dos Prefeitos da Região do Cariri, em defesa da indicação de um nome da Região para disputar, nas elições de outubro de 2010, como candidato a Vice-Governador do Estado do Ceará na chapa do Candidato a Reeleição ao Governado do Estado, Cid Ferreira Gomes.
 
Desde a década de 70 o Cariri tem um representante nos cargos majoritários do Estado, seja governador, Vice-Governador e Senador. É chegada a oportunidade de reivindicarmos e defendermos um nome da região. Nós, Prefeitos da região Sul do Estado, lançamos esse manifesto de apoio e defesa da candidatura a vice-governador do Estado do Ceará.”
 
Como se pode observar, no referido texto não há nenhuma referência nominal, nem partidária para o referido posto, apenas  defendemos o interesse de que o candidato a vice fosse da região do Cariri.
 
Respeitosamente, 
 
José Helder Máximo de Carvalho
Prefeito de Várzea Alegre