Blog do Eliomar

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Presidente do TRE/CE ganha homenagem

“O presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Luiz Gerardo Brígido, será homenageado pelo 23º Batalhão de Caçadores. O ato ocorrerá nesta segunda-feira, às 19 horas, na sede dessa unidade militar. Ele receberá o diploma “Amigo do 23º BC”. Segundo o comandante do 23º BC, tenente-coronel Eustáquio Alves da Costa Neto, a outorga é pelos “relevantes serviços prestados pelo desembargador Gerardo Brígido àquela organização militar”.

Esta é a segunda homenagem que o presidente do TRE recebe do Exército Brasileiro neste ano. A primeira foi no dia 25 de agosto, Dia do Soldado. Ele foi agraciado com a “Medalha do Pacificador”, no Quartel-General do Exército, em Brasília.”

(Com site do TRE-CE)

VAMOS NÓS – Eis um presidente do TRE dos mais dinâmicos e, acima de tudo, aberto e com elevado espírito democrático. Aqui não fazemos elogios gratuitos.

(Foto – Paulo Moska)

Ministério da Justiça quer defensorias públicas operando em todo o País até o fim do ano

“A universalização do funcionamento e o reforço do atendimento das defensorias públicas deverão estar na pauta dos governadores que serão eleitos em outubro. A expectativa no Ministério da Justiça e na Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep) é que até o fim deste ano estejam criadas defensorias nos estados onde o órgão não está em funcionamento – Goiás, Santa Catarina e Paraná.

Estão abertas até o dia 28 deste mês as inscrições para o concurso de defensores no estado de Goiás. Em Santa Catarina, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou no último dia 2 um “ofício de iniciativa popular” (espécie de projeto de lei) criando a Defensoria Pública do estado. No Paraná, o governo encaminhará projeto na próxima semana para a apreciação dos deputados estaduais.

Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Nildo José Lubkae, “todas as forças estão ligadas para aprovar o projeto após as eleições”. Ele explicou que a defensoria do estado existe no papel  desde 1991, sem ser efetivada no entanto.

O funcionamento da defensoria no Paraná atenderá pessoas como Terezinha de Jesus Silva. Ela tem um filho preso há três anos (por tráfico de drogas) e espera, há três meses, que ele possa usufruir de benefício a que já tem direito – o de ser transferido da Penitenciária Central do Estado para a Colônia Penal Agrícola, onde possa trabalhar durante a semana e ir para casa aos sábados e domingos. Segundo Terezinha, “tem muitos [presos] que estão lá” porque não conseguem ter o processo levado à Justiça, “nem mesmo pelo advogado do presídio”.

O secretário da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Mariovaldo de Castro Pereira, espera que além das defensorias nos três estados, haja, no próximo ano, crescimento do número de defensorias nas comarcas. Segundo  diagnóstico do ministério, apenas 42% contam com serviços de defensores. “A ausência da defensoria é sinal de que tem gente sem acesso à Justiça porque não tem como pagar advogado”, explicou.

Para Pereira, o atendimento dos defensores públicos leva vantagem sobre a prestação de serviço dos advogados que atendem por meio de convênio, porque se torna especializado. De acordo com ele, nos convênios quem atende são advogados sem banca. “Não se compara a qualidade de um defensor especializado”.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Santa Catarina, Paulo de Borba, discorda do secretário. No estado, uma lei estabelece que a Justiça encaminha aos advogados dativos da OAB as pessoas que não têm dinheiro para custear a defesa.

Conforme Paulo de Borba, os defensores dativos atendem nos 297 municípios catarinenses, o que garante um acesso “democrático e imediato” à Justiça. O presidente da OAB afirma que um sinal da eficiência dos defensores dativos é o fato de Santa Catarina ser o terceiro estado com mais ações ajuizadas por ano (160 mil). Ele ressalta que há no estado mais defensores dativos da OAB (7 mil) do que o total de defensores no país (4.515).”

(Agência Brasil)

Tony Nunes ganha destaque na Folha

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“Inspirador do homem que fez no programa Pânico o já imortalizado grito “Antonio Nunes” –acompanhado do tapa na perna, o radialista Tony Nunes, é candidato a deputado estadual no Ceará e surfa na onda da famosa vinheta.”

Essa nota é da coluna de Mônica Bergamo da edição deste domingo da Folha. Segundo a coluna, o norueguês Ove Nordeide, que costuma visitar a cidade de Fortaleza duas vezes por ano, estava, por assim dizer, um pouco…. embriagado… quando foi abordado pela equipe do “Pânico” na praia e confundiu o pessoal do programa com o de Tony Nunes, cujo programa havia visitado um mês antes. Fez, então o gesto que entrou para os anais do besteirol da TV brasileira.
Tony, que não é bobo, aproveitou o sucesso da vinheta Antonio Nunes. Seu jingle de campanha começa com um grito: “An-Tony Nuuunes”.

Em oito anos, Governo Lula perdeu nove ministros acusdos de suposto tráfico de influência

Com a demissão da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, na última quinta-feira (16), devido a denúncias de suposto tráfico de influência no Planalto, são nove os ministros que deixaram a Esplanada dos Ministérios em razão de denúncias nos quase oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Relembre quais foram:

Benedita da Silva
Ministra da Secretaria de Assistência e Promoção Social, Benedita da Silva foi atingida por denúncias de mau uso de dinheiro público logo no primeiro ano de governo petista, ao pagar com recursos da União a hospedagem em um hotel de luxo na Argentina. À época, Benedita justificou a despesa afirmando que teria viajado ao país vizinho para participar de um café da manhã com evangélicos e resolvera esticar a agenda em um encontro oficial. Pressionada pelos fatos publicados pela imprensa, devolveu o dinheiro gasto na viagem e acabou demitida em 21 de janeiro de 2004. Benedita sempre negou irregularidades. Na época, a ex-ministra alegou que os gastos realizados na Argentina foram realizados durante reuniões de trabalho.

Romero Jucá
Terceiro a pedir demissão na Esplanada, o hoje líder do governo no Senado, senador Roméro Jucá (PMDB-RR), era ministro da Previdência quando acabou envolvido em supostas irregularidades na aplicação de recursos emprestados pelo Banco da Amazônia. Como garantia para um empréstimo obtido junto ao banco, uma empresa de Jucá teria apresentado papéis que indicariam propriedade de fazendas fantasmas. Diante da repercussão do caso, Jucá acabou deixando a pasta em 21 de julho de 2005, apenas 122 dias após tomar posse, em 22 de março do mesmo ano. O senador negou ter intermediado negociações. Na época em que as denúncias surgiram, seu advogado disse que as acusações tinham cunho eleitoral. Também disse que, ao contrário de ser beneficiário, Jucá foi avalista do empréstimo, colocando bens em garantia para o banco.

José Dirceu
Primeiro integrante do governo Lula a ocupar a Casa Civil, José Dirceu emergiu das eleições de 2002 como o braço direito do presidente Lula e um dos responsáveis pelos 53 milhões de votos obtidos pelo petista no segundo turno das eleições contra o hoje candidato José Serra (PSDB). Ele se demitiu em 16 de junho de 2005, no auge do escândalo do mensalão, pressionado por declarações do delator do esquema, o então deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), de que a sua permanência na Casa Civil poderia respingar no presidente Lula. O mensalão foi o escândalo da suposta compra de apoio de parlamentares no Congresso, que atingiu diretamente Dirceu, o principal responsável pelas alianças do governo petista com os partidos. Sempre negou envolvimento com as denúncias. Deixou o cargo e voltou à Câmara dizendo que lá poderia esclarecer os fatos, mas acabou tendo o mandato cassado e os direitos políticos suspensos por oito anos. Segundo o ex-ministro, todas as denúncias foram infundadas.

Antonio Palocci
Homem forte no primeiro governo do presidente Lula, o hoje deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) permaneceu no comando do Ministério da Fazenda até 27 de março de 2006, quando pediu demissão diante das denúncias publicadas pela imprensa sobre sua suposta participação na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa na Caixa Econômica Federal. “Nildo”, como é conhecido o caseiro, afirmou ter visto Palocci em festas em uma mansão no Lago Sul de Brasília. Palocci respondeu a inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e teve o processo arquivado no ano passado. O caseiro ganhou na Justiça uma indenização de R$ 500 mil da Caixa em razão da violação de sigilo – a instituição anunciou que irá recorrer. Disse que ocorreu ‘movimento sistemático para lançar dúvidas e suspeitas’ sobre ele e garantiu que não teve participação no caso. Neste ano, o STF rejeitou denúncia contra ele.

Luiz Gushiken
Supostas interferências em fundos de pensão e suspeitas de envolvimento no escândalo do mensalão apuradas pela CPI dos Correios também fizeram Luiz Gushiken, então ministro da Secretaria de Comunicação do governo, a deixar o cargo no dia 13 de novembro de 2006. Gushiken já havia sido removido do comando da pasta e atuava no Núcleo de Assuntos Estratégicos do governo. Ele entregou sua carta de exoneração depois de ter sido alvo de investigação no Tribunal de Contas da União (TCU). O ex-ministro afirmou que se afastou da pasta para evitar prejuízos ao governo, mas negou envolvimento em irregularidades.

Silas Rondeau
Em 2007, escândalos de corrupção chegaram até o Ministério de Minas e Energia, atingindo o então ministro Silas Rondeau. Apontado pela Polícia Federal como suspeito de ter recebido R$ 100 mil da Construtora Gautama, acusada de fraudes e desvios em obras públicas, Rondeau entregou o cargo no dia 22 de maio de 2007. Rondeau sempre negou ter recebido propina. ‘Reafirmo minha completa e absoluta inocência’, escreveu em sua carta de demissão.

Walfrido Mares Guia
Seis meses depois da saída de Rondeau, em 22 de novembro de 2007, o ministro de Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia — que também já havia ocupado a pasta do Turismo –, entregou ao presidente Lula sua carta de demissão, acossado por denúncias de envolvimento no escândalo do suposto mensalão mineiro. O esquema, segundo o procurador-geral da República à época, Antonio Fernando de Souza, foi o embrião do mensalão de 2005 no governo federal. Afirmou que se afastou para evitar prejuízos ao governo, mas negou envolvimento em irregularidades. Ele classificou as acusações imputadas pelo então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, de injustas e improcedentes e que isso ficaria provado no curso do processo.

Matilde Ribeiro
Até a queda de Erenice do cargo nesta quinta, a então ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, permanecia como a última a ter deixado o governo em decorrência de denúncias. Ministra de Lula desde março de 2003, Matilde não resistiu à divulgação dos seus gastos com o cartão corporativo do governo, motivando até a abertura de uma CPI mista no Congresso. Em 2007, Matilde gastou mais de R$ 171 mil com o seu cartão, dos quais R$ 120 mil só com aluguéis de veículos. A justificativa da ministra é que teve de viajar mais para intensificar relações com novos governos. Ela deixou o cargo no dia 1 de fevereiro de 2008. Disse que foi induzida ao erro ao usar cartão corporativo. Afirmou que foi orientada a usar o cartão para despesas com hospedagem, alimentação e locação de veículos”

(Portal G1)

TRE suspende trecho de propaganda de Eunício e Pimentel

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) suspendeu, nesta noite de domingo, trecho da propaganda dos candidatos Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel(PT) que diz respeito ao jingle “Eu quero Cid Aqui, eu quero Dilma lá, Eunício e Pimentel em Brasília pra ajudar”. A liminar concedida pelo juiz Heráclito Vieira de Souza Neto se baseia no artigo 53-A, caput, da Lei das Eleições que veda “aos partidos políticos e coligações incluir no horário destinado aos candidatos proporcionais propaganda das candidaturas a eleições majoritárias, ou vice-versa”, proibição prevista também nos parágrafos 1.º e 2.º do mesmo artigo.
 
A decisão do magistrado atende uma representação ajuizada pela “Coligação por Um Ceará Moderno e Forte” (PSDB/DEM). O juiz concluiu que as participações do presidente Lula e do governador Cid Gomes no espaço destinado às eleições para senador da Coligação “Por um Ceará Melhor Para todos”  (PSB-PMDB-PCdoB-PT-PDT-PRB-PSC) não podem pedir votos, direto ou indireto, para o candidato à reeleição ao cargo do Poder Executivo Estadual.
 
Além do jingle, ficam suspensas no espaço de Eunício e Pimentel a fala do presidente Lula em que pede voto para o governador Cid Gomes, assim como a fala do governador Cid Gomes na qual faz promoção de sua candidatura à reeleição.

Após denúncias, presidente dos Correios deixa o cargo

“O presidente dos Correios, David José de Matos, afirmou hoje que o coronel Eduardo Artur Rodrigues Silva vai deixar o cargo de diretor de operações da estatal nesta segunda-feira. O anúncio foi feito após denúnicas do jornal O Estado de S.Paulo de que o diretor seria testa de ferro do empresário argentino Alfonso Rey, que vive em Miami, na Master Top Linhas Aéreas (MTA), personagem da crise que derrubou a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra. De acordo com o jornal, os documentos obtidos pela reportagem mostram que o coronel participa de um esquema de empresas de fachada no Brasil, no Uruguai e nos Estados Unidos para ocultar a propriedade estrangeira e facilitar o funcionamento da MTA no Brasil. “Ele (coronel) disse que vai sair porque a família dele está destroçada. Assim que eu receber a carta, vou levá-la a quem de direito”, disse o presidente dos Correios.

Segundo Matos, o procedimento é encaminhar o pedido de demissão à Presidência da República, que é “quem nomeia”. Matos disse que não vai tentar impedir a saída do coronel Artur. “Pedir para quê? Não vale a pena. Não adianta dizer a verdade (para a imprensa)”, disparou. “Não vou fazer nada. Ele vai tomar a decisão que ele quiser”, reforçou. Empossado em dois de agosto como diretor de operações dos Correios, Silva havia afirmado ontem que pediria demissão. “Eu vou pedir demissão. A minha família está destroçada. Não aguento mais”.

A partir de terça-feira, disse, voltará a ser consultor de empresas aéreas, mercado em que atua há 15 anos. “Já falei com o presidente dos Correios que vou embora”, afirmou. “É porque não aguento mais. Eu tenho 61 anos e estou saindo frustrado, por não poder passar meus conhecimentos para a empresa”, disse. “Tudo que eu queria era consertar a rede postal noturna, sei que posso deslanchar o departamento de logística (da estatal)”. O coronel Artur admitiu conhecer o empresário Alfonso Conrado Rey, mas negou que seja “testa de ferro” do argentino na MTA. “Nunca fui dono, nem presidente, nem sócio da MTA. Me mostre qualquer documento que prove isso. Estou pronto para responder qualquer investigação”, desafiou.”

(Agência Estado)

Cearense Tiririca pode ser o deputado federal mais votado em todo o País

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“O palhaço Tiririca (PR), que provoca risos e polêmica desde que suas controversas propagandas foram ao ar na TV, seria, se a eleição fosse hoje, o deputado federal mais votado em todo o país. Pesquisa Datafolha mostra que ele obteria 3% dos votos em São Paulo, chegando a 900 mil, considerando-se a proporção de 30 milhões de eleitores do Estado.

Tiririca venceria políticos tradicionais como o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) que, assim como o também deputado Márcio França (PSB-SP), aparece na sequência, com 1% dos votos, chegando a uma estimativa de cerca de 300 mil cada um. Tiririca teria mais votos do que Maluf teve nas eleições de 2006, quando foi o deputado mais votado em todo o Brasil, com 739 mil votos.

Em termos absolutos, em toda a história só perderia para Enéas Carneiro, morto em 2007, que nas eleições de 2002 foi anotado na urna por 1,5 milhão de eleitores. Outras votações históricas, como a de Lula em 1986 – 650 mil -, também seriam superadas. Neste caso, ressalve-se, o colégio eleitoral era menor do que o de hoje. O interesse sobre o palhaço é tanto que, desde a semana de 15 de agosto, o Google afere mais buscas por Tiririca do que por Dilma Rousseff, José Serra ou Marina Silva.

Alvos
Por causa de sua propaganda -“vote Tiririca, pior que tá não fica”, “o que faz um deputado federal? na realidade eu não sei”–, cujo texto teve a participação de integrantes do grupo de humor Café com Bobagem, com quem trabalhou em “A Praça é Nossa”, do SBT, o palhaço virou mote de adversários.

Já foi criticado por candidatos como Márcio França – que investiu no discurso de que política é coisa séria–, socado simbolicamente por Maguila (PTN) e levou Paulo Skaf (PSB) a mostrar imagem de si próprio como palhaço. Além deles, Said Mourad (PSC) usou um candidato falso (“Larica 0000”), vestido como Tiririca, para logo advertir que “voto não é piada”. Fora da TV, até aliados como Aloizio Mercadante (PT), que tem o apoio do PR na eleição paulista, vieram a criticá-lo. O petista pediu ao eleitor, em debate Folha/RedeTV! desta semana, que não transformasse o voto “em um protesto” e que votasse em políticos sérios.

(Folha.com)

Cid Gomes faz carreata no terreiro da turma do Lúcio Alcântara

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Depois que Lúcio Alcãntara (PR) fez campanha em Sobral (Zona Norte), onde Cid Gomes (PSB) também passou por lá no sábado, agora foi a vez da campanha cidista invadir o terreiro de gente forte da cúpula do Partido da República.

Nesta manhã de domingo, Cid, ao lado dos candidatos ao Senado José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (PMDB), realizou uma carreata, com saída da sede de Maracanaú, administrada pelo prefeito e coordenador-geral da campanha lucista, Roberto Pessoa, e terminando com ato no distrito de Pajuçara.

Quem conferiu, observou muitos, carros, motos e bicicletas e um  barulhaço da chamada “Turma do Lula”. A caravana está confiante na vitória de Cid logo no primeiro turno. Pelo menos é o que apontam as últimas pesquisas.

MPE entra com representação contra jornal do Sindicato dos Bancários

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“O  Ministério Público Eleitoral  encaminhou representação ao Tribunal Regional Eleitoral questionando a matéria  constante na edição de n° 1147 do periódico “Tribuna Bancária”, de responsabilidade do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Estado do Ceará, com tiragem semanal de 11.500 exemplares.  Para a Procuradoria Regional Eleitoral,  ficou evidenciada propaganda do Sindicato em favor dos  candidatos  Dilma Roussef, Cid Ferreira Gomes, Eunício Oliveira e José Pimentel.

Para o Procurador Eleitoral Auxiliar Márcio Torres,  é vedado aos sindicatos fazerem propaganda em favor de qualquer candidato  e, ainda, utilizar-se do jornal tipo tablóide para materializar a propaganda,  com a violação da norma do art. 43 da Lei n° 9.504/97.

O Sindicato, além de veicular a propaganda no jornal impresso, reproduziu o conteúdo no seu  site de internet. Entendeu o procurador que  não pode ser realizada propaganda na  internet em sítios eletrônicos  de pessoas jurídicas privadas, com ou sem fins lucrativos, tendo requerido liminar para imediata retirada da matéria do respectivo site de internet.

Podem ser aplicadas aos infratores  multas eleitorais que variam de R$ 1.000,00 a R$ 10.000,00 (pelo jornal impresso) e de  R$ 5.000,00  a R$ 30.000,00 (pela veiculação na internet).” 

(Site do MPE)

Luizianne faz campanha no Interior

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A prefeita Luizianne Lins (PT) fará campanha, nesta terça-feira, no Interior do Estado. Mais precisamente no município de Itapipoca.

Ali, ela estará ao lado dos candidatos a deputado federal pelo PHS, Francisco Caminha, e da candidata a deputada estadual Luiza Lins (PT) em um minicomício.

VAMOS NÓS – Quando é mesmo que a coordenação da campanha de Cid Gomes (PSB) vai convocar a prefeita Luizianne Lins para um compromisso eleitoral?

Billy Paul é show!

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Um show incrível. Billy Paul arrasou durante apresentação nesta madrugada de domingo, no Clube Náutico, que comemorou seus 81 anos de fundação. Foram quase duas horas de muita bossa, ginga e descontração, com direito a muita água para um artista consagrado e que mostrou pique aos 76 anos.

Billy Paul, vencedor do Grammy com “Me and Mrs. Jones”, estava no palco com duas vocalistas que também arrasaram. Ele esbanjou estilos: do pop mais convencional ao soul. Mostrou agudos de primeira, sem dispensar a voz baixa e rouca passando romantismo quando foi necessário.

Mas o show foi maravilhoso e cativou um “Náutico” superlotado. Sem falar na apresentação do grupo cearense “Caribbean Kings” – veio depois, que dispensa comentários. O presidente Guedes Neto comemorou o resultado.

(Foto – Paulo Moska)

Morre Araújo de Castro, um dos fundadores do PDT cearense

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Morreu nesta madrugada de domingo o ex-vereador Araújo de Castro, um dos fundadores do PDT. Vítima de câncer, era “brizolista” de origem e vinha questionando posturas do seu partido no Estado, alegando afastamento do ideário da legenda.

O corpo está sendo velado na Funerária Ethernus (Rua Padre Valdevino) e o enterro ocorrerá às 17 horas, no Cemitério Parque da Paz.

Pelos 4 anos do Blog

Do radialista Jonas Melo e da jornalista Cris Melo, recebemos a seguinte nota:

Grande jornalista Eliomar de Lima!

Nós não poderíamos deixar de parabenizá-lo pelo grande trabalho que você faz na imprensa cearense. O tempo passa rápido, não é mesmo Eliomar?!  E,  já são 4 anos de muita imformação e serviços prestados pelo Blog do Jornalista Eliomar de Lima, que tem ética, credibilidade e procura a imparcialidade na notícia. Desejamos ao companheiro de imprensa muita sorte, saúde e paz de espírito para continuar por mais 200 anos na luta em defesa da verdade, e sempre defendendo os que não têm vez e nem voz nesta sociedade capitalista e cruel.

Atenciosamente,

Jonas Mello e Cris Mello

www.jonasmelloradialista.blogspot.com

Funcap lança editais no valor de inovação tecnológica no valor de R$ 28 milhões

A Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) vai lançar, nesta segunda-feira, ao meio-dia, na sede da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), três editais voltados para o apoio a ações de inovação tecnológica.

Esses editais juntos totalizam R$ 28 milhões em recursos não-reembolsáveis. Serão beneficiadas empresas de diferentes ramos da atividade econômica.

O ato será comandado pelo presidente da FIEC, Roberto Macêdo. Esses editais integram o Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe Integração).

(Foto – Paulo Moska)

Expoece começa neste domingo

Tudo pronto para a Expoece 2010. A abertura ocorrerá a partir das 16 horas deste domingo, tendo à frente o secretrio do Desenvovimento Rural, Antônio Amorim. Neste ano, o evento, que se estenderá até o dia 26, deverá movimentar negócios da ordem de R$ 1o milhões com leilões de bovinos, equinos e caprinos, segundo expectativas da organização.

A Expoece também contará com shows de bandas de forró e haverá cobrança de ingresso – R$ 2,50, sempre a partri das 9 horas. O Parque de Exposições da SDR, situado na avenida Bezerra de Menezes, local do evento, abre às 8 horas. Entre novidades, um pesque-pague e uma casa de farinha.

Erenice: "Foi uma traição"

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Da revista IstoÉ

Na quinta-feira 16, a equipe de ISTOÉ tinha encontro marcado com a ministra Erenice Guerra às oito horas da manhã, na residência oficial da Casa Civil. Mas, depois de uma rápida visita do ministro Franklin Martins, ela foi convocada às pressas pelo presidente Lula. Erenice pediu que a reportagem aguardasse até o meio-dia, pois iria ao Palácio do Planalto para entregar seu pedido de demissão. Assim que deixou o cargo, voltou à luxuosa casa na Península dos Ministros e ali deu uma entrevista exclusiva à ISTOÉ sobre seus últimos momentos no governo Lula.

O que mais pesou em sua decisão de pedir exoneração?
Fundamentalmente, foi a campanha de desconstrução da minha imagem, sórdida e implacável, atingindo, sobretudo, a minha família. Esses valores colocados em questão são caros para mim. Sou uma pessoa de origem simples e a família é o núcleo central que estabiliza a gente. Nesse episódio, não escaparam filhos, filha, marido, irmãos. Quando eu percebi que não haveria limite nenhum, nem ético nem de profissionalismo, para essa campanha difamatória, entendi que era o momento de fazer uma opção. Uma opção pela minha vida pessoal, minha família, meus filhos e minha mãe, que sofre com tudo isso. Resolvi, então, parar um pouco para proceder à defesa adequada de minha honradez e de minha seriedade profissional. Entendi que era o momento de dar um basta e dizer: “Senhor presidente, agora eu preciso de paz e de tempo para que eu possa defender a mim e a minha família dessa campanha difamatória.”

Por que existiria uma campanha difamatória contra a sra.?
Na minha opinião, ela está absolutamente vinculada ao momento político-eleitoral. E é impiedosa e cruel, em que pese eu ter respondido de pronto às imputações e providenciado que fosse feita investigação das denúncias administrativas pela Comissão de Ética e pela Controladoria-Geral da União e pelo Ministério da Justiça, no âmbito da Polícia Federal. Isso, além de ter aberto todos os meus sigilos bancário, fiscal e telefônico.

A sra. conhece bem o trabalho de seu filho Israel Guerra para garantir que ele é inocente?
Uma pessoa que trabalha a quantidade de horas que eu trabalho por dia, que sai de casa antes das nove da manhã e só volta depois das nove da noite, não tem condições de acompanhar trabalho nem de filho, nem de irmão, nem de ninguém. Mas eu conversei com meu filho e, conhecendo o filho que tenho, acredito nas afirmações que me foram feitas por ele. Ele me garantiu que, em nenhum momento, ultrapassou os limites da ética e da conduta que deveria ter. E ele sabe a mãe que tem. Eu jamais aceitaria ou faria movimento no sentido de privilegiar alguém.

A sra. nomeou o presidente e um diretor de operações dos Correios. Seu filho Israel Guerra, que trabalhou na Anac, aparece prestando consultoria a uma empresa, a Master Top Linhas Aéreas (MTA), que obteve renovação de concessão na Anac e, em seguida, ganhou uma concorrência milionária nos Correios. Não é muita coincidência?
Troquei sim a diretoria dos Correios por determinação do presidente da República, porque a estatal estava num processo de declínio na prestação de serviço. Troquei o diretor de operações, o presidente e o diretor de recursos humanos. Creio que pago um preço por isso, mas não me arrependo. Do ponto de vista da minha conduta de servidora pública, era o que deveria ser feito para o resgate da credibilidade dos Correios. Israel prestou serviço para um sujeito chamado Fábio Baracat, que se intitulava dono de uma empresa chamada Via Net, mas nunca prestou serviço para uma empresa chamada MTA. A própria Anac reconhece que renovou a concessão da MTA porque eles regularizaram toda a documentação. A MTA ganhou e perdeu licitações nos Correios. E o tal contrato com a Via Net, que seria a empresa do Baracat, jamais foi assinado pelo meu filho. Então, é uma história muito confusa. Meu filho nunca teve contato direto com a MTA e eu muito menos.

A sra. se encontrou com Fábio Baracat na sua residência, na de seu filho ou em outro local?
Eu fui apresentada ao Baracat pelo meu filho na condição de amigo dele. É um rapaz bem apessoado, bem formado, conversa bem, me parece até que é mais novo que meu filho. Para mim era mais um amigo. Conheci socialmente, como outros tantos amigos que meu filho já me apresentou. Não conversamos nada além do trivial de um encontro social.

Mas o fato de seu filho se relacionar, trabalhar e prestar consultoria a empresários que têm interesse em negócios com o governo não pode ser considerado tráfico de influência?
A sociedade precisa refletir sobre essa questão. Depois que uma pessoa passa a exercer cargo público, seus filhos devem parar de se relacionar, trabalhar e ter amigos? Ou as pessoas com quem ele se relaciona previamente precisam apresentar currículo para dizer o que fazem? E se essa pessoa for um empresário? Ele tem que ser, a priori, já eliminado do seu círculo de relações, pois eventualmente, no futuro, pode vir a participar de uma licitação e eu, como estava ocupando uma pasta muito ampla, teria teoricamente influência sobre qualquer área? O que será dos meus filhos e dos meus parentes? Terão todos que viver à minha custa, pois não poderão trabalhar e se relacionar?

Já houve casos em Brasília em que filhos de ministros venderam facilidades. Possuíam consultoria e escritórios e se ofereciam para abrir portas. Podem ter sido vendidas facilidades em seu nome?
O que impede alguém, a não ser a ética, de se vender por aí como uma pessoa que tem acesso à ministra e pode facilitar qualquer tipo de negócio? Essa é uma vulnerabilidade à qual estou exposta.

A sra. chegou a se encontrar com um representante da EDRB do Brasil, que teria tentado obter empréstimo no BNDES com a ajuda de seu filho?
Eu nunca recebi. Ele foi recebido na Casa Civil pelo meu assessor, o chefe de gabinete à época. Foi lá apenas para fazer a demonstração de um projeto de energia alternativa. É tudo o que eu sei sobre esse assunto. Mas efetivamente a Casa Civil está investigando a conduta do ex-servidor Vinícius Castro e a possibilidade de ele ter praticado algum tráfico de influência nesse caso.

Esse servidor poderia se passar por um funcionário capaz de influir nas suas decisões?
É. Poderia dizer “trabalho na Casa Civil, posso conseguir isso e aquilo…” Isso não é desarrazoado não. E, exatamente por isso, a Casa Civil está, a partir de hoje, investigando esse caso com bastante rigor.

Significou uma traição à sra.? Afinal, Vinícius era um funcionário muito próximo, além de ser sócio de seu filho.
Foi uma traição. Uma completa traição

Se eventualmente houve tráfico de influência na Casa Civil, como a sra. aventou, foi sem seu conhecimento?
Absolutamente sem o meu conhecimento. Eu jamais admitiria um negócio desses. Por que eu faria isso? Por que eu deixaria que minha honra e minha história profissional se sujassem por conta de tráfico de influência no local em que trabalho? Sou uma mulher madura, vivida. Sei onde estou, o que estou fazendo.

Como a sra. está lidando com esse episódio?
Eu diria que é só mais uma dor nesses dias tão dolorosos. Mas o importante é que se apure com rigor, independentemente de eu não estar mais lá. Tive uma conversa com o Carlos Eduardo (Esteves Lima), que ficou como ministro, sobre a necessidade de averiguar e não deixar pedra sobre pedra, porque quem me conhece sabe que não permitiria coisa parecida. Por muito menos, determinei a abertura de processos administrativos dentro da Casa Civil. É óbvio que se eu imaginasse qualquer tráfico de influência na Casa Civil teria determinado as medidas investigativas necessárias. Se não fiz, foi porque isso não me ocorreu. Agora será feito.

A sra. se sentiu em algum momento abandonada pelo governo?
De forma nenhuma. Eu fui tratada com solidariedade durante todo esse tempo. É óbvio que isso está diretamente ligado à disputa eleitoral, à necessidade de a oposição gerar fatos novos. O fato da quebra de sigilo se esgotou. Serra percebeu claramente que falar de quebra de sigilo não era uma boa tônica, então vamos falar de outra coisa. E a Erenice foi a bola da vez, até porque eu simbolizo uma proximidade, uma relação de confiança com a candidata Dilma, que está na frente.

Dilma foi solidária? Chegou a ligar?
Erenice – Conversamos e a Dilma não tem dúvida sobre a minha conduta.

A sra. teve apoio do presidente?
Conversei com o presidente e ele foi muito amoroso comigo. E reiterou a confiança que tem na minha pessoa, mas achou que é um direito meu fazer agora os trabalhos que eu preciso fazer. Conversar com os meus advogados, abrir os processos para provar que eu não tenho participação, que não tive nenhum benefício.

A sra. chama as denúncias de campanha difamatória e as atribui à oposição? Não poderia, de repente, ser fogo amigo?
Se fala muito em fogo amigo, mas eu prefiro não me manifestar sobre isso. Até porque seria uma dor a mais. Há uma disputa de cargos no futuro governo, o que é natural.

A sra. está tranquila com a investigação da CGU?
Eu lhes asseguro que toda a minha família disponibiliza seu sigilo fiscal, bancário e telefônico. Eu não sou o Serra que briga para manter o sigilo da filha. Meu filho se chama Israel, e não Verônica. Ninguém está brigando na Justiça para manter o sigilo. Todos nós estamos dizendo: “Os nossos sigilos estão abertos.” Eu não tenho absolutamente nada a esconder. Essa postura é de alguém que se sente tranquila.

O que a sra. pretende fazer daqui para a frente?
Respirar. Agora tenho que descansar. Ter tempo de fazer a defesa da minha honra e da legitimidade de todos os meus atos. De minha história de vida. Eu tenho clareza e certeza de que sou uma boa profissional. Não tenho problemas de emprego, de como me sustentar ou como viver. Mas não posso perder minha credibilidade. Não posso viver sem honra. É inadmissível.

Ao fim e ao cabo das investigações, a sra. tem a convicção de que as acusações não se sustentarão? A sra. pode afirmar isso?
Tenho absoluta certeza. Não se sustentarão. A única coisa que lamento é que eu não terei o mesmo espaço ocupado pelas denúncias para divulgar minha inocência. Mas buscarei na Justiça o direito de resposta.

Lula: "Vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos"

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“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas contundentes à imprensa e à oposição durante comício realizado na tarde deste sábado, em Campinas (SP). “Tem dias em que alguns setores da imprensa são uma vergonha. Os donos de jornais deviam ter vergonha. Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos. Nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública”, afirmou.

Também falou que os jornalistas precisam ter um “lado” porque também votam.Lula também atacou abertamente o PSDB: “Não tem nada que faça um tucano sofrer mais que ter um bico tão grande para falar e tão pequeno para fazer”.

Caminhando de um lado para o outro no palco, o presidente chegou a ironizar que Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Dutra haviam pedido para ele “se conter”. “Tem algumas coisas que precisam ser ditas. Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.

Pouco antes, Dilma falou que “em 2002, eles diziam que não tínhamos competência para governar. Hoje, podemos falar que um metalúrgico foi capaz de fazer mais escola técnica do que os doutores que vieram antes”.

A petista não comentou a saída de sua sucessora na Casa Civil, Erenice Guerra, ou as denúncias publicadas nos últimos dias. Preferiu mobilizar a plateia até o dia 3 de outubro e se ateve às conquistas do governo Lula: “Daqui a 15 dias, vamos estar decidindo qual é o rumo deste País. Se queremos aquele País das desigualdades ou se queremos um País construído pelo presidente Lula.

A ex-ministra da Casa Civil disse que vai “honrar o legado desse governo sem miséria, onde podemos viver em paz”. “Mais que honrar, vou seguir um conselho do Lula: ‘O difícil não é governar, é governar com o coração. Você tem de saber de que lado está. Nós estamos do lado de 190 milhões de brasileiros”.

(Estadão.com)