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Etufor inicia processo de solicitação de carteiras estudantis 2018

A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) iniciou o processo de solicitação das carteiras estudantis para 2018. A validade das carteiras 2017 é até abril deste ano. Apenas os alunos novatos que nunca tiveram carteira de estudante devem comparecer à sede da Etufor (de 8h às 16h30), nos Vapt-vupt de Messejana e Antônio Bezerra (de 8h às 17h) ou no shopping RioMar Kennedy (de 8h às 18h). Também devem solicitar presencialmente, os alunos das universidades públicas e da Unifor. O procedimento é composto por três fases: solicitação, entrega da documentação e cadastro da biometria facial.

A Etufor ressalta que os alunos que já efetuaram a biometria facial não precisarão repetir o procedimento. Para realizar o cadastro da biometria, que é a foto a ser impressa na carteira, os estudantes devem procurar um dos seguintes postos de atendimento, munidos de documento com foto e comprovante de endereço atualizado: terminais de integração Parangaba, Siqueira, Papicu, praça Coração de Jesus e nas sedes do Sindiônibus e Etufor, além da unidade do Vapt Vupt de Messejana e Antônio Bezerra e no Shopping Riomar Kennedy.

Como acontece todos os anos, os estudantes podem solicitar a sua carteira estudantil em suas próprias instituições de ensino (escolas ou faculdades) ou através do site das entidades estudantis (os endereços estão disponíveis no site da Etufor: https://catalogodeservicos.fortaleza.ce.gov.br/categoria/mobilidade.

A documentação necessária, tanto para alunos da rede pública quanto para a rede particular, é a seguinte: identidade, CPF, declaração de matrícula e comprovante de endereço. Já os valores para solicitação na rede particular variam entre R$24,00 a R$32,00. O boleto pode ser impresso pela internet e pago nas casas lotéricas. Após os pedidos, os alunos devem aguardar a entrega das carteiras de estudante nas próprias instituições de ensino ou nos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCE’s), no caso das universidades.

Os alunos veteranos da rede particular que continuarem na mesma instituição podem imprimir o boleto pela internet e aguardar a chegada do documento na instituição de ensino. As entidades estudantis já entregaram os boletos nas escolas particulares em novembro, referente ao processo de 2018. Caso tenham mudado de escola ou universidade particular, basta solicitar a confirmação da matrícula na Instituição atual para que os dados sejam atualizados e imprimir o boleto no site com a instituição atual.

A carteira dos alunos das escolas públicas será solicitada pela Direção da instituição que se responsabilizará para fazer a solicitação da gratuidade. Os alunos da Uece, UFC e IFCE devem dirigir-se à sede da Etufor ou os postos com as declarações do semestre vigente, documento de identidade e o formulário de solicitação do site da Etufor.

Além de garantir a meia passagem no transporte coletivo e a meia cultural, a identidade estudantil agrega mais uma vantagem: como o documento possui a função do Bilhete Único no mesmo cartão é possível fazer a integração, utilizando a mesma passagem no intervalo de duas horas. Outra vantagem é a utilização gratuita dos sistemas Bicicletar e Bicicleta Integração, para utilizar as bicicletas compartilhadas e no Vamo, programa de carros compartilhados. Os estudantes podem fazer a liberação das bicicletas e carros compartilhados, sendo necessária apenas a realização do cadastro padrão para utilização do serviço e a inserção de créditos.

(Etufor)

Projeto criminaliza exploração de mão de obra de menores de 14 anos

A Câmara dos Deputados discute proposta que torna crime explorar o trabalho de menores de 14 anos e submeter adolescente, entre 14 e 17 anos, a trabalho noturno, perigoso ou insalubre.

O Projeto de Lei 6895/17, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), pune com reclusão, de 2 a 4 anos, a contratação ou exploração de trabalho de menores de 14 anos.

A mesma pena será aplicada a quem submeter adolescente entre 14 e 17 anos de idade a trabalho noturno, perigoso ou insalubre. O texto pune ainda a pessoa que permitir o exercício de trabalho ilegal de criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância.

A regra não vale para menores que ajudam os pais fora do horário escolar, desde que não prejudique sua formação educacional e que o trabalho seja compatível com suas condições físicas e psíquicas.

A proposta, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), também deixa claro que não é crime a participação infantojuvenil em atividades artísticas e desportivas, desde que devidamente autorizados pelo juiz competente.

Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),1,8 milhão de crianças e adolescentes trabalhavam no Brasil em 2016. Destes, quase 1 milhão estava em situação irregular, sendo 130 mil menores de 13 anos.

A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive quanto ao mérito, antes de ser encaminhada ao Plenário da Câmara.

(Agência Câmara Notícias)

Leitor cobra reparo do pier da lagoa de Messejana

Local bastante frequentado por moradores do bairro, além de pessoas de outras áreas de Fortaleza que apreciam um bonito por do sol, o pier da lagoa de Messejana se encontra abandonado, diante da depreciação na sua estrutura.

É o que lamenta um leitor do Blog, que cobra do poder público municipal o reparo do cartão postal da Messejana.

(Foto: Leitor do Blog)

Bolsa Família: problema em cadastro bloqueia ou cancela 2 milhões de benefícios

Auditoria feita pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou “indícios de inconsistência cadastral” nos dados sobre mais de 2,5 milhões de famílias que recebiam o Bolsa Família. Deste total, pouco mais de 620 mil famílias estavam enquadradas na faixa com renda familiar per capita de até R$ 170, e cerca de 1,5 milhão de famílias estavam enquadradas na faixa que recebia de R$ 170 a meio salário mínimo. O levantamento identificou também inconsistências cadastrais em cerca de 470 mil famílias com renda acima de meio salário mínimo. Nesse caso, os benefícios foram cancelados.

A CGU informou que o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) bloqueou os benefícios nos casos em que identificou inconsistência no cadastro de famílias com renda per capita entre R$ 170 e meio salário mínimo. Nesse caso, o benefício só será desbloqueado após o beneficiário fazer o recadastramento.

Para chegar a esse resultado, a CGU adotou uma nova metodologia de cruzamento de dados envolvendo diversos órgãos e cadastros do governo federal. A nova metodologia foi proposta por um grupo de trabalho formado por representantes da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento, da CGU, do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e da Caixa Econômica Federal, além do MDS.

Em outra frente de auditoria, a CGU comparou as rendas registradas em outras bases de dados oficiais com as declaradas no Cadastro Único do Bolsa Família, “a fim de identificar famílias que teriam fornecido informações inverídicas”. Foram então apontadas quase 346 mil famílias com “fortes indícios de terem falseado a declaração da informação de renda no momento do cadastro”. De acordo com a CGU, isso representa R$ 1,3 bilhão em pagamentos indevidos para um período de dois anos. Por meio de nota, a CGU acrescenta que, sendo comprovadas as irregularidades, serão abertos processos administrativos e aplicadas “sanções legais, tais como devolução de valor” e a impossibilidade de retorno ao Bolsa Família pelo prazo de um ano.

Das 346 mil famílias que não teriam informado renda existente quando se cadastraram no programa, cerca de 297 mil teriam uma renda subdeclarada entre meio e um salário mínimo; e 34,9 mil teriam renda subdeclarada entre um e um salário mínimo e meio.

Diante desse cenário, a CGU apresentou algumas recomendações para aprimorar os controles relativos ao Cadastro Único. Entre elas a adoção de um processo prévio de verificação das informações declaradas e a regulamentação de critérios de geração de pendências e de invalidação do cadastro das famílias identificadas no processo de averiguação.

O público-alvo do programa é formado, prioritariamente, por 13,5 milhões famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda mensal por pessoa de até R$ 85, e de pobreza, com renda mensal per capita entre R$ 85,01 e R$ 170. Para receber o benefício é necessário que haja na família crianças ou adolescentes com idade até 17 anos.

(Agência Brasil)

Radicalismo ameaça 2018

Editorial do O POVO desta quinta-feira (4) avalia tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte. Confira:

O ano começa, infelizmente, sob o prisma do radicalismo político. Exemplo disso foi a demonstração de estupidez e irresponsabilidade por parte de dois dirigentes extremados – Donald Trump (EUA) e Kim Jong-un (Coreia do Norte) que trocaram insultos para arrotar truculência e arrogância sobre quem teria maior capacidade de exterminar o outro. Tudo isso sem levar em conta o que sofreria o restante da humanidade com uma guerra nuclear.

No caso da Coreia do Norte, seu regime é considerado abominável pela opinião pública mundial. Mas, a política de isolá-la nunca deu certo. A pressão diplomática é um recurso legítimo e moralmente imperativo, mas deve ser feita dentro de parâmetros que permitam evitar que os oponentes sintam que ceder, em alguma proporção, não signifique perder a honra e a dignidade nacionais.

O que muda quando se tem armas nucleares é o fato de que uma quantidade excedente de artefatos não deixa quem a possui isento dos efeitos radioativos provocados no oponente menos potente. Um único artefato explodido já é suficiente para fazer estragos multiplicativos e desastrosos em termos radioativos. Os efeitos causados pela destruição de uma ogiva por outra não anulariam, supostamente, as irradiações, mas as ampliariam. Mesmo quem não detém armas nucleares termina sendo atingido, presumivelmente, pela poeira radioativa transportada pelas correntes de vento que circundam o planeta. Por isso ninguém deve supor que a questão não lhe diga respeito.

Simulações feitas com a tecnologia disponível apontariam que, mesmo num ataque de surpresa contra seus arsenais Pyongyang teria tempo para algum tipo de retaliação, pois sobrariam ogivas em esconderijos-surpresa. Evidentemente Seul e Tóquio seriam os primeiros alvos a serem varridos, antes da Coreia do Norte ser devastada como um todo. O custo humano, ambiental e moral de um desastre desse tipo jamais seria reparado.

Vale a pena tal sacrifício em nome da ambição de alguns que pouco se lixam para o que se passa além de seu círculo mais íntimo de interesses? É uma pergunta que deveria estar sendo martelada incessantemente por quem tem a mínima percepção do horror que viria pela frente, caso a loucura prevalecesse.

Meirelles se reúne com Maia para discutir reforma da Previdência

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se reuniu hoje (4), em Brasília, com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Um dos assuntos tratados foi a reforma da Previdência que pode ser votada na Câmara no dia 19 de fevereiro.

O encontro foi das 9h às 11h, em um café da manhã na Residência Oficial da Câmara, no Lago Sul. O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, também participou. Os ministros deixaram o local sem falar com a imprensa.

(Agência Brasil)

Sindicato dos Policiais Federais do RN sugere que governo potiguar siga o exemplo do Ceará

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Em greve há duas semanas, policiais civis, militares e bombeiros do Rio Grande do Norte decidiram na noite dessa quarta-feira (3) continuar com a paralisação, apesar da determinação da Justiça pela suspensão do movimento.

Em apoio aos grevistas, o Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Norte (SINPEF/RN) emitiu nota em que sugere que o governador Robinson Faria (PSD) siga o exemplo de Camilo Santana (PT), que investiu “11 milhões de reais em equipamentos de segurança”.

“Sabemos que as viaturas estão, em grande parte, quebradas e sem a devida manutenção. Sabemos que faltam coletes à prova de bala e que o armamento é inadequado. Robinson, o ingrato, bem que poderia olhar o exemplo de Estado vizinho”, destacou a nota.

Eunício sugere que pode devolver MP da Privatização

Da Coluna Política, no O POVO desta quinta-feira (4), pelo jornalista Érico Firmo:

O senador Eunício Oliveira (MDB), presidente do Congresso Nacional, deixou no ar a possibilidade de devolver ao Palácio do Planalto a medida provisória da privatização da Eletrobrás.

Ao site Poder360, ele afirmou: “Primeiro, para receber precisa ter urgência e relevância”. Ele reclama que Moreira Franco, ministro da secretaria-geral da Presidência, não negocia antes da tomada de decisões importantes. “Não conversa com ninguém”, protesta.

Em uma coisa ao menos Eunício está coberto de razão: não se justifica fazer privatização por medida provisória. Onde já se viu? A MP perde validade depois de, no máximo, 120 dias. Para se tornar definitiva, precisa passar pelo Congresso Nacional. Não faz sentido privatizar antes do aval do Legislativo. Então, melhor fazer por projeto de lei logo.

O anúncio da privatização ocorreu em agosto. A MP foi editada em 29 de dezembro. Convenhamos, o governo não agiu como se fosse algo muito urgente.

Campanha Janeiro Roxo alerta sobre a hanseníase

O governo e associações médicas fazem campanha janeiro roxo com foco no combate à hanseníase. Em Mato Grosso, um menino de 11 anos, portador da doença, morreu no primeiro dia do ano, que marcou também o início da campanha.

A criança foi internada no domingo (31) com infecção generalizada e morreu na madrugada do dia 1º de janeiro, no Hospital Regional de Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. Daniel Rodrigues Santiago era portador de hanseníase multibacilar e estava em tratamento há três meses.

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa e transmitida de uma pessoa doente, que não esteja em tratamento, para uma pessoa saudável suscetível. Embora tenha cura, a doença pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for feito adequadamente. A orientação é que as pessoas procurem o serviço de saúde assim que perceberem o aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se ela apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a doença quase imediatamente.

(Agência Brasil)

Gatos invadem o Centro das Tapioqueiras na Messejana

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Frequentadores do Centro das Tapioqueiras, na Messejana, reclamam do número de gatos espalhados na área. Na época da alta estação, o número de turistas aumentou bastante no local. Eles aprovam os mais variados pratos com a tapioca, mas desaprovam o incômodo com os gatos.

DETALHE – A foto à direita foi colocada por engano, apesar também de se tratar de um gato…

(Fotos: Paulo MOska)

Inflação de produtos na saída das fábricas é de 1,47%

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) – que mede a variação de preços dos produtos na saída das fábricas – registrou inflação de 1,47% em novembro de 2017. A taxa ficou abaixo do 1,80% de outubro, mas acima do 0,80% de novembro de 2016. O dado foi divulgado hoje (4), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPP acumula 3,73% nos 11 primeiros meses de 2017 e 5,07% em 12 meses, de acordo com o IBGE.

Entre as grandes categorias econômicas, os principais responsáveis pela inflação de novembro foram os bens intermediários, ou seja, os insumos industriais para o setor produtivo (1,88%) e os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (1,42%).

Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram inflação de 0,89% em novembro, enquanto os bens de consumo duráveis foram os que registraram menor taxa no mês (0,13%).

Das 24 atividades industriais pesquisadas, 20 tiveram inflação em seus produtos em novembro, com destaque para os derivados de petróleo e biocombustíveis (5,91%), metalurgia (3,08%), outros químicos (2,63%) e outros transportes (1,80%).

Quatro atividades tiveram deflação (queda de preços), com destaque para as indústrias extrativas (-3,20%) e para a indústria farmacêutica (-0,82%).

(Agência Brasil)

Ciro Gomes é condenado por acusar Wagner de chefiar milícia

Pré-candidato à Presidência, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foi condenado a pagar indenização de mais de R$ 30,6 mil por ofensas e acusações publicadas contra o deputado Capitão Wagner (PR) nas redes sociais.

Na mensagem que motivou a ação, Ciro acusa Wagner de “chefiar milícia” na Polícia Militar do Ceará e o chama de “frouxo” e “fuxiqueiro”.

A sentença foi emitida em 19 de dezembro passado pela juíza Roberta Pontes Maia, da 38ª Vara Cível de Fortaleza. Na decisão, ela destaca entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que o direito à livre expressão “não é absoluto” e deve respeitar a máxima constitucional da dignidade da pessoa humana – sobretudo dos direitos à honra e à imagem.

“Nessa linha, avaliando as condições financeiras das partes, a reprovabilidade da conduta, o comportamento do reclamado, as consequências nocivas dos atos e o caráter coercitivo e pedagógico da indenização (…), tenho por suficiente e necessário a quantia a ser imposta de R$ 20 mil”, disse, fixando ainda mais 1% de juros – calculado a partir de junho de 2014 – ao mês.

Como a decisão é de 1ª instancia, Ciro ainda poderá recorrer da condenação. Em sua defesa no processo, o ex-ministro disse ter exercido liberdade de expressão, com “crítica política inerente ao processo eleitoral”. Ele alega ter sido alvo de ofensas e acusações por Wagner em diversas ocasiões.

O deputado, no entanto, afirmou ter sentido “imensurável constrangimento” pelas acusações de Ciro. “Sentiu até mesmo vergonha por sua família e até de sair de casa e encarar as pessoas da sociedade, chegando inclusive a passar por momentos altamente depressivos, causados pelo desalento e pela opressão de ver-se difamado, injuriado”, diz.

A postagem que motivou a ação foi publicada por Ciro em sua página do Facebook em 14 de junho de 2014. No texto, o ex-ministro contestava rumores de que Capitão Wagner seria indicado secretário da Segurança do Estado caso Eunício Oliveira (PMDB) vencesse disputa pelo governo do Ceará.

“O povo precisa saber se Eunício vai nomear um vereador [função de Wagner à época] jovem, inexperiente e investigado como chefe de milícia, como secretário de Segurança Pública do Ceará”, disse Ciro, que ainda chama Wagner de “mocinha fuxiqueira” e covarde.

“O promovido [Ciro] fez opções infelizes de substantivos e adjetivos que superam o direito de opinar, de informar, de discutir politicamente, revelando-se propriamente em ofensas à honra e à imagem da vítima”, registrou a juíza na sentença.

Na época da publicação, no entanto, Capitão Wagner revidou críticas de Ciro, chegando a acusar indiretamente o ex-ministro de cometer crimes e consumir drogas.

O POVO procurou Ciro Gomes para que ele comentasse o caso, mas não teve resposta.

(O POVO)

Em ano eleitoral, pauta no Congresso deve fugir de polêmicas

As articulações para as eleições e a Copa do Mundo na Rússia devem afetar este ano o andamento das votações no Congresso Nacional, principalmente das propostas consideradas mais polêmicas que, para não atrapalhar o resultado das urnas, devem ser deixadas de lado.

Até agora, além de provocar uma reestruturação de quase todos os partidos políticos, o pleito de outubro tem motivado mudanças em várias bancadas e aproximado parlamentares que buscam reeleição de suas bases eleitorais.

Considerada fundamental pelo governo para o equilíbrio das contas públicas, na retomada dos trabalhos legislativos, a reforma da Previdência deve dominar a pauta primeiramente na Câmara e, se aprovada lá, no Senado.

De acordo com o cronograma estabelecido pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, o início dos debates sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) – que altera as regras de acesso à aposentadoria – está previsto para 5 de fevereiro e a votação foi marcada para começar na semana seguinte ao feriado de carnaval, que este ano terminará no dia 13 de fevereiro, terça-feira.

Aprovada em maio de 2017 pela Comissão Especial, a PEC 287/2016 ainda enfrenta muita resistência para ser analisada em plenário, onde precisa ser aprovada com o apoio mínimo de 308 dos 513 deputados. Desde o início de sua tramitação, o texto é contestado por diferentes grupos, como agentes penitenciários, trabalhadores rurais e servidores públicos que se posicionaram de forma contrária à PEC.

(Agência Brasil)

Fórum Clóvis Beviláqua – “Puxadinho” em área pública

Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (4), pelo jornalista Demitri Tulio:

E afinal, qual será o destino do “puxadinho” privado que a OAB-CE/Caace começou a construir no estacionamento do Fórum Clóvis Beviláqua, numa área pública?

Um ofício do diretor do Fórum, juiz Ricardo Vidal, assinado no mês passado, suspendeu a obra. O magistrado exigiu que a entidade apresentasse a autorização para a construção do prédio particular e o projeto de engenharia.

Como assim? Isso não passa pela administração do Fórum? Já aí, mora uma irregularidade.

No site da Caixa de Assistência dos Advogados o edifício é anunciado como “Sala Vip”, que contará com serviço de “TV, jornais, revistas, telefone para ligações locais, café expresso, engraxate e empréstimo de beca”.

Nenhum problema se a construção fosse em área privada.

Polícia investiga “intimidação” a evangélicos no Planalto Pici

Evangélicos ficaram acuados em um templo, na noite dessa quarta-feira (3), no bairro Planalto Pici, após suspeitos atearem fogo em uma moto que pertence a um dos fiéis, estacionada na entrada da igreja.

Amedrontados, os fiéis somente deixaram o templo, após a chegada da Polícia.

Nesta quinta-feira (4), policiais do 11º Distrito, no bairro Pan Americano, deverão colher o depoimento de fiéis para saber se a “intimidação” foi contra o proprietário da moto ou contra o discurso da pregação na igreja.

(Foto: Divulgação)

Orçamento de 2018 prevê crescimento de R$ 66,5 bilhões em despesas obrigatórias

Publicado nessa quarta-feira (3) no Diário Oficial da União, o Orçamento Geral da União de 2018 prevê um crescimento de R$ 66,5 bilhões nas despesas obrigatórias em relação ao ano passado. A maior parte da alta (R$ 36,6 bilhões) vem dos gastos da Previdência Social.

Neste ano, o Orçamento destina R$ 1,253 trilhão em gastos obrigatórios, contra R$ 1,186 trilhão no ano passado. Somente os benefícios da Previdência saltarão de R$ 559,7 bilhões em 2017 para R$ 596,3 bilhões, o equivalente a 8,36% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).

A segunda maior alta decorre das despesas com o funcionalismo federal, que passarão de R$ 285,89 bilhões para R$ 297,85 bilhões, alta de R$ 11,96 bilhões. A estimativa, no entanto, considera o adiamento, por um ano, do reajuste dos servidores federais, que está suspenso por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski e só será julgado a partir de fevereiro. A medida traria economia de R$ 4,4 bilhões este ano.

O Orçamento também prevê alta com os benefícios trabalhistas (abono salarial e seguro-desemprego), cujas despesas subirão de R$ 2,58 bilhões – de R$ 60 bilhões para R$ 62,58 bilhões – e dos benefícios assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), cuja previsão de gastos passará de R$ 53,59 bilhões para R$ 55,96 bilhões, alta de R$ 2,37 bilhões.

Gastos obrigatórios não podem ser contingenciados (bloqueados). Essas despesas, no máximo, podem ter a projeção revista para baixo. Dessa forma, o governo tem de emitir títulos públicos no mercado financeiro e se endividar para honrar os compromissos. Para 2018, o Banco Central projeta que a dívida pública bruta chegará a 80% do PIB. Para reduzir os gastos públicos conter o endividamento público, o governo propõe a reforma da Previdência, que pretende economizar R$ 600 bilhões nos próximos dez anos.

Sem margem de manobra, o governo diminuiu a previsão de gastos discricionários (não obrigatórios) para este ano. O Orçamento de 2018 reduziu em R$ 6,31 bilhões, de R$ 118,86 bilhões para R$ 112,55 bilhões, a verba destinada a esse tipo de despesa, que engloba os investimentos federais (obras públicas e compra de equipamentos).

A redução no volume de outras despesas obrigatórias, foi suficiente para impedir o corte nos gastos discricionários. De R$ 33,76 bilhões em 2017, a dotação para subsídios e subvenções passou para R$ 22,42 bilhões este ano, diferença de R$ 11,34 bilhões. O Orçamento, no entanto, ainda prevê que o governo deixará de desembolsar R$ 3 bilhões com o fim das compensações do Tesouro Nacional para a Previdência Social da desoneração da folha de pagamentos. A votação do projeto de lei, no entanto, atrasou, e a economia será menor.

(Agência Brasil)

Ibovespa bate novo recorde e fecha o dia em 77.995 pontos

Após bater a casa dos 78 mil pontos durante o pregão de hoje (3), o Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de São Paulo), fechou o dia em 77.995 pontos, batendo o recorde anterior, alcançado terça-feira (2), com alta de 0,13%. No fechamento do pregão, o volume negociado na Bolsa foi de R$ 8,59 bilhões.

Na terça-feira (2), no primeiro pregão do ano, o Ibovespa bateu a marca histórica, encerrando o dia em 77.891 pontos, o que representou alta de 1,95% em relação ao pregão anterior. Até então, o recorde era de 76.989 pontos, valor registrado no dia 13 de outubro de 2017.

(Agência Brasil)