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Unilab segue com edital de seleção para professor visitante até a próxima semana

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) lançou o Edital nº 001/2018, em que seleciona um professor visitante, brasileiro ou estrangeiro, para o Instituto de Ciências Exatas e da Natureza (Icen). A vaga é para o Setor de Estudo Química Geral e Físico-Química. O candidato precisa ter doutorado em Química e áreas afins.

As inscrições seguem até a sexta-feira (26), na Secretaria do Instituto, localizada na Unidade Acadêmica dos Palmares, em Acarape/CE, de segunda a sexta-feira, exceto feriado, das 9 às 11 horas e das 14 às 16h30min. No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar os documentos descritos no item 1.3 do edital.

O processo seletivo constará de avaliação de títulos, com ênfase nos últimos cinco anos. O professor selecionado trabalhará 40h semanais, em atividades de ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão no Campus da Unilab em Redenção/CE, com dedicação exclusiva. A remuneração é de R$ 11.323,71, valor relativo ao cargo de professor Adjunto I, da carreira de Magistério Superior.

DETALHE – A seleção tem prazo de validade de 180 dias, podendo ser prorrogado apenas uma vez, por igual período.

SERVIÇO

*Para outras informações, entrar em contato com o Icen, pelo telefone: (85) 3373-1593.

Coreias iniciam reunião de trabalho sobre Jogos de PyeongChang

As duas Coreias iniciaram nesta segunda-feira (15) um encontro de trabalho sobre o envio de artistas norte-coreanos aos Jogos de Inverno de PyeongChang, após os acordos fechados na semana passada em uma reunião histórica, confirmou o Ministério de Unificação do Sul.

O encontro começou por volta das 10h11 (horário local sul-coreano, 23h11 de domingo em Brasília) em Tongilgak (Pavilhão da Unificação), na faixa norte da fronteira militarizada entre os dois países, que tecnicamente se mantêm em guerra há 65 anos.

A reunião ocorre após o histórico encontro da semana passada, na qual foi acertada a participação norte-coreana nos jogos, que começam em fevereiro no condado sul-coreano de PyeongChang. As duas partes optaram por convocar reuniões militares para aliviar a tensão na península.

(Agência Brasil)

Secretário da Segurança defende intervenção federal em todos os estados

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, delegado André Costa, defendeu neste domingo que haja intervenção federal em todos os estados. Ele argumenta que a União não deve exercer o papel dos governos estaduais, mas cumprir seu papel constitucional.

“Precisamos dessa intervenção. Não a que alguns pregam com uma análise rasteira da problemática ou com interesses partidários. O discurso fácil é rapidamente aplaudido, mas não soluciona. O debate da questão da segurança precisa ser feito com responsabilidade, seriedade e transparência. Não há soluções mágicas ou mirabolantes. É um processo gradual e que precisa ser feito a muitas mãos”, escreveu em seu perfil no Facebook.

A proposta de intervenção federal foi apresentada no Conselho Estadual de Segurança Pública. Caso acatada, poderia resultar até no afastamento do governador Camilo Santana (PT). Porém, a requisição não foi aprovada. No mesmo dia em que o conselho se reuniu, nesta sexta-feira, 12, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) divulgou o balanço dos homicídios em 2017, com o pior resultado da história.

André Costa apresentou série de propostas sobre como poderia se dar a intervenção federal:

1. Ter um plano nacional de segurança pública, inclusive prevendo fontes de custeio e investimento para a segurança dos Estados, a exemplo do que existe para a educação e a saúde.

2. Cuidar das fronteiras secas e molhadas, investindo mais nas Forças Armadas e na Polícia Federal.

3. Investir na PF e nas PCs (polícias civis) para que estas possam combater as facções criminosas que atuam em todos os Estados do País.

4. Investir na PRF, para evitar que as drogas e armas que passem pelas fronteiras cheguem ao Ceará e aos demais Estados, pois quase tudo vem por vias terrestres.

5. Uniformizar estatísticas (para sabermos a situação real de cada Estado, sem mascaramento de dados), telecomunicações, armamentos, viaturas, formação e treinamento continuado, dentre outras questões.

6. Cobrar a participação de empresas em áreas que resolverão em definitivo problemas de segurança pública (por exemplo, empresas de telefonia bloqueando sinais de celulares nos presídios de todo o País; e bancos, obrigando a instalação de dispositivos que destruam cédulas de caixas eletrônicos em caso de violação).

7. Financiar projetos de prevenção social junto aos municípios, priorizando os que possuem maiores problemas de violência (urbanização, educação em tempo integral, oportunidades de estágios e empregos, projetos culturais, esportivos e de lazer, dentre tantos outros).

(O POVO Online / Foto: Reprodução Facebook)

Erick Vasconcelos assume Setfor; Alexandre Pereira viaja para mestrado

O secretário-adjunto do Turismo de Fortaleza, Erick Vasconcelos, estará à frente da Setfor, nas próximas semanas, diante da viagem do secretário Alexandre Pereira para Lisboa, em Portugal, que aproveita as férias para dar prosseguimento ao curso de mestrado.

Erick segue tocando os projetos, com prioridade nas ações de requalificação da Praia de Iracema, junto às atribuições do Conselho da Praia de Iracema, quando preside e com o Instituto Iracema.

Erick, com uma experiência de 30 anos atuando no turismo, não terá dificuldades de cumprir mais essa missão do turismo em Fortaleza, confiada pelo prefeito Roberto Cláudio.

(Foto: Arquivo)

Camilo visita obras do VLT em sua primeira agenda de 2018

Em sua primeira agenda de 2018, o governador Camilo Santana visitou neste domingo (14) as obras do VLT, nas proximidades do viaduto da avenida Borges de Melo. O governador esteve nos trilhos do Lagamar e também no Pio XII.

Camilo chegou este fim de semana ao Ceará, após um início de ano em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde visitou o irmão Tiago.

(Fotos: Divulgação)

Fundo recebe até o dia 31 inscrições de projetos para promover direitos LGBT

Até o dia 31 de janeiro, o Fundo Social Elas receberá projetos que promovam a cidadania de mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais. Serão selecionados dez projetos, que receberão R$ 30 mil cada, para execução em 10 meses, orientados pela organização não governamental, que apoia os direitos das mulheres.

Segundo a coordenadora executiva do Fundo Elas, K. K. Verdade, são esperados projetos que proponham diálogo entre diferentes grupos sociais. “Nós recebemos muitos pedidos para promover encontros intergeracionais, por exemplo. As feministas mais antigas querem dialogar com as mais jovens e vice-versa”, disse. Outro objetivo é fortalecer iniciativas que ajudem a promover direitos e a cobrar ações do Poder Público.

“Sabemos de casos concretos de violência contra LGBT por parte de grupos que não têm como pressionar o Poder Público, então, esperamos apoiar projetos que atuem na comunicação com a sociedade e na cobrança às autoridades”, completou a coordenadora. A organização prevê editais semelhantes nos dois próximos anos.

Para se inscrever, os coletivos responsáveis pelos projetos não precisam ter CNPJ. Basta preencher o formulário comprovando condições de realizar as atividades. Com isso, o fundo pretende apoia meninas e jovens trans que querem organizar iniciativas como atos públicos, debates e ações locais, fora de grandes centros. O edital do Fundo Elas para LBT está disponível na página www.fundosocialelas.org/lbt.

(Agência Brasil)

Universidades: fraude nas cotas

Editorial do O POVO deste domingo (14) avalia a investigação de fraude nas cotas raciais nas universidades públicas e diz que “problemas não podem servir de argumento para combater essa política; devem ser estímulo para aperfeiçoá-la”. Confira:

Matéria publicada pelo O POVO (12/1/2018), a partir de levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, mostra que uma em cada três das universidades federais públicas do País já investigou casos de fraude no sistema de cotas raciais. Somam 595 os estudantes, de 21 instituições de ensino, sob suspeita de ocuparem vagas indevidamente. A maioria teve a matrícula indeferida pelas universidades, porém alguns retornaram aos estudos devido a liminares judiciais.

A maior parte das denúncias é feita por movimentos negros, apontando pessoas brancas que estariam se valendo do recurso da autodeclaração para tomarem vagas de cotistas. Existem casos polêmicos, de estudantes identificados como “pardos”, mas que não teriam traços negroides, o que dificultaria a análise. Mas o levantamento encontrou casos de estudantes que se autodeclararam quilombolas, sem nunca terem vivido em uma comunidade negra.

Na tentativa de reduzir o problema, algumas universidades criaram comissões para analisar a compatibilidade da autodeclaração. No entanto, esse critério é questionado por uma parte do movimento negro, por entender que o critério para definir quem é negro são subjetivos. Mas a maioria das organizações negras concorda com as comissões para aferir se a pessoa tem ou não direito à concorrer como cotista. Para esse segmento deve prevalecer a cor da pele, ou seja, o fenótipo do indivíduo. Os brancos, mesmo tendo ascendentes negros, teriam de se submeter à ampla concorrência. A polêmica indica que é preciso aprimorar o sistema, de modo a favorecer quem, de fato, se enquadra nos critérios da cota racial e, no Brasil, a cor da pele parece ser determinante para esse enquadramento.

Independentemente dos contratempos, é necessário lembrar que o sistema de cotas trouxe amplos benefícios a uma população que costumava ficar à margem do ensino superior, dos empregos públicos mais bem remunerados, e das profissões mais qualificadas, devido à exclusão histórica que sofreram. Portanto, os problemas decorrentes da implementação não podem servir de argumento para combater essa política, pelo contrário, deve ser um estímulo para aperfeiçoá-la.

Decisões da Anvisa, STF e Congresso podem mudar regulamentação do fumo no país

A forma de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco poderá ser regulamentada este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A questão já passou por consulta pública e será analisada na primeira reunião da diretoria colegiada da agência, marcada para a terça-feira (16), em Brasília.

Entidades que defendem as políticas de controle do tabagismo argumentam que a exposição nos locais de venda é usada pela indústria como propaganda, proibida atualmente no Brasil pela Lei Antifumo. A tendência é que haja restrição na forma como os comerciantes deixam os maços ou carteiras de cigarro e outros produtos fumígenos expostos em vitrines ou locais que atraiam os consumidores.

A discussão sobre outras medidas de controle do uso do tabaco também deve se destacar na agenda do Judiciário e do Legislativo em 2018. Logo após o recesso, em fevereiro, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar a proibição dos aditivos de cigarro. O assunto foi colocado em pauta no ano passado pelo menos nove vezes, mas o julgamento foi adiado para o dia 1° de fevereiro.

“O Brasil foi um dos primeiros países que promulgaram uma legislação proibindo os aditivos no cigarro. A gente sabe que esses aditivos, como baunilha, chocolate, menta, são colocados nos produtos pra atrair crianças e adolescentes para iniciação [do fumo]. É um assunto bem importante pra saúde pública”, destacou a consultora no Brasil da União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares (The Union), Cristiane Vianna.

Dois em cada dez estudantes do ensino fundamental já experimentaram cigarro, segundo a última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), de 2015. Um quarto dos estudantes compra o cigarro em loja ou botequim e quase 40% dos jovens compram escondido ou pedem para alguém comprar. Mais da metade dos estudantes que participaram da pesquisa já presenciou pessoas que faziam uso do cigarro e quase 30% deles tem pais ou responsáveis fumantes.

A OMS considera o tabagismo uma doença crônica e um fator de risco para diversas enfermidades. Segundo a organização, a dependência à nicotina é responsável por cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo.

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), cerca de 156 mil pessoas morrem por ano por causas relacionadas ao tabaco, o que equivale a 428 mortes por dia. A maioria das mortes ocorre por problemas cardíacos, pulmonares, cânceres, tabagismo passivo, pneumonia e acidente vascular cerebral (AVC).

(Agência Brasil)

O Brasil precisa discutir seus reais problemas

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Em artigo na revista Carta Capital, o ex-governador do Ceará e ex-ministro Cid Gomes sugere um projeto nacional de desenvolvimento que una quem produz com quem trabalha para devolver ao povo a esperança de um Brasil melhor. Confira:

O Brasil passa por um dos momentos mais graves de sua curta história democrática. Os ataques aos direitos dos trabalhadores e aposentados, a venda de nossas riquezas a preço de banana para empresas estrangeiras e o criminoso despejo de recursos no poço sem fundo da dívida criam um cenário que, se não bem estudado e tratado com vigor, pode comprometer de forma violenta o futuro do nosso País.

Em 2018, além da luta pela retomada da democracia, com a garantia de eleições livres, precisamos celebrar um pacto por um projeto nacional de desenvolvimento que una quem produz com quem trabalha para devolver ao povo a esperança de um Brasil melhor.

Em março de 2015, subi na tribuna da Câmara Federal para denunciar que a corrupção e o achaque mandavam no poder central em Brasília e que um golpe era tramado contra a democracia e o povo brasileiro. Ali, eu apontava não para a cara de um deputado, mas para o símbolo do que corroía as instituições e a esperança de todas e todos por um futuro melhor.

Infelizmente, naquele momento, o governo brasileiro, eleito pela maioria do povo, sucumbiu à chantagem e viu meses depois sua derrocada por meio de um golpe que levou 14 milhões de brasileiros ao desemprego e à aprovação de medidas absolutamente hostis aos mais frágeis da nossa sociedade.

Para agravar ainda mais a sensação de que bandidos subiram a rampa do Planalto, o elo entre o vice-presidente conspirador e a parte do Congresso corrompida, o ex-deputado Eduardo Cunha, o mesmo que enfrentei em 2015, foi preso pela Polícia Federal.

Nesse cenário, é preciso alertar, mais do que nunca, ao nosso povo, que este ajuntamento de corruptos se prepara para as eleições de 2018. Eles não vão querer largar o osso e usarão das piores táticas para fraudar ou impedir um pleito justo. Cabe, portanto, a todos ficar atentos e lutar para que o direto ao voto seja preservado.

Para isso é preciso informar e discutir com a população seus reais problemas. Ciro Gomes, que, mais do que meu irmão mais velho, é minha inspiração para a vida pública, tem rodado o Brasil com palestras e debates em centenas de universidades desvelando o que está por trás deste grave momento.

O rentismo, exposto na sua forma mais cruel, traga recursos preciosos de áreas prioritárias como saúde, educação, segurança e desenvolvimento para jogar no poço sem fundo da dívida, que beneficia a pouquíssimas famílias.

Essa distorção agrava um problema que nos parecia estar vencido: o da desigualdade. Hoje apenas seis indivíduos concentram fortuna igual àquela de 100 milhões de brasileiros, ou quase metade da nossa população. Não existe cenário semelhante em nenhum outro país do planeta.

Para além disso, forçam goela abaixo do nosso povo uma reforma trabalhista que retira direitos e explora ainda mais nossos trabalhadores e trabalhadoras. Uma reforma da Previdência que protege as regalias dos mais poderosos e amplia o tempo de contribuição de forma criminosa aos mais vulneráveis. E a venda não acordada com o povo brasileiro das nossas reservas de petróleo do pré-sal, que também configura um crime que afetará diretamente nossos filhos e netos.

Mais do que denunciar todos os crimes cometidos pelo governo central brasileiro, é hora de debater o futuro do Brasil. Ciro tem apresentado um projeto nacional de desenvolvimento que pretende mostrar ao povo brasileiro que existe saída para a crise econômica que nos afeta há tanto tempo. Cada palavra de “projeto nacional de desenvolvimento” tem um significado muito forte.

“Projeto” é um conjunto de metas para as quais devemos estabelecer prazos, métodos, avaliação e controle. Pressupõe recuperar a capacidade de planejamento do País. O Estado deve coordenar tal projeto e, para tanto, precisa de capacidade de planejamento e da capacidade de unir trabalhadores, empresários da produção e academia.

Por “nacional” entende-se que não há um modelo universal a ser seguido, pois as condições de empreender são dramaticamente nacionais e não globais. O projeto de desenvolvimento deve ser adaptado à nossa realidade, destacando crédito, incentivos e parceria entre um Estado empoderado e uma iniciativa privada forte.

No que diz respeito ao “desenvolvimento”, devemos trabalhar pelo aumento da riqueza produzida, das capacidades e habilidades do povo, além de suas condições de vida e felicidade. Para isso é preciso romper com os mecanismos de dependência, exercitar justiça social, garantir boa distribuição de renda e prover serviços públicos de qualidade.

Para a crise imediata, Ciro Gomes destaca três linhas de ação: 1. Consolidar o passivo privado, resolvendo rapidamente o problema do endividamento das empresas brasileiras, sob pena, entre outras coisas, de aumentar o desemprego. 2. Sanear as finanças públicas e voltar a investir nas áreas mais importantes, como, por exemplo, infraestrutura e moradia. 3. Diminuir o desequilíbrio externo, buscando fortalecer a indústria brasileira em uma clara política de substituição de importados que contam com patente vencida e pelos quais o Estado brasileiro já gasta anualmente o suficiente para fomentar empresas nacionais com compra governamental.
Como exemplo, quatro grandes complexos industriais: petróleo e gás e bioenergia, complexo industrial da saúde, complexo industrial do agronegócio e complexo da defesa.

Para além da área econômica e de desenvolvimento, Ciro tem se aprofundado em questões sensíveis, como segurança, saúde e educação. No primeiro tópico, não serão frases de efeito que resolverão o problema. É preciso reunir a inteligência brasileira, comparar com experiências internacionais e rever nossas práticas para devolver ao povo brasileiro a sensação de segurança e para que possamos voltar a ocupar as ruas sem medo.

Na saúde, é preciso incrementar o investimento em todos os níveis e estimular cada vez mais a interface na rede pública. Na educação, o Ceará tem servido de exemplo para todo o Brasil. Hoje, 77 das 100 melhores escolas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) são cearenses. A cidade com o melhor índice do Brasil é Sobral, no sertão cearense. Toda essa conquista começou ainda no início da década de 1990, quando Ciro Gomes foi governador do estado.

Tudo isso só será possível com um governo legitimamente eleito e empoderado pelo povo. Todas as propostas devem ser apresentadas de forma comedida e transparente nas eleições para não iludir nem enganar os eleitores.

A tarefa de garantir uma eleição na qual os problemas verdadeiramente urgentes da nação brasileira sejam discutidos também deve ser ponto de atenção comovida de todos nós. Os setores conservadores tentarão anular o debate necessário e jogarão com questões moralistas. Portanto, é fundamental projeto, debate, atenção e luta.

Desembargadores do TRF-4 receberam ameaças por causa do julgamento de Lula

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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, recebe nesta segunda-feira (14), a partir das 10 horas (horário de Brasília), o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador Thompson Flores.

Ele deverá relatar que a Corte tem recebido ameças, por causa do julgamento dos recursos de Lula, que ocorrerá na quarta-feira (24), em Porto Alegre, após o ex-presidente ser condenado pelo juiz Sergio Moro a uma pena de 9 anos e seis meses de prisão, no processo do tríplex do Guarujá.

(Com Agências)

Papa pede integração de imigrantes, apesar de temor “legítimo”

O papa Francisco classificou neste domingo (14) como pecado que imigrantes e moradores dos países que os recebem se recusem a conhecer-se e integrar-se por um medo que, ainda que “legítimo”, não deve alimentar o ódio e a rejeição.

“Não é fácil entrar na cultura que nos é alheia, pôr-nos no lugar de pessoas tão diferentes de nós, compreender seus pensamentos e suas experiências”, declarou o pontífice em uma missa com refugiados realizada durante a Jornada Mundial dos Imigrantes.

Francisco disse que, perante esta dificuldade, “frequentemente renunciamos ao encontro com o outro e levantamos barreiras para defender-nos”. “As comunidades locais, às vezes, temem que os recém-chegados perturbem a ordem estabelecida, ‘roubem’ algo que se construiu com tanto esforço. Mesmo os recém-chegados têm medos: temem a confrontação, o julgamento, a discriminação, o fracasso”, destacou.

O papa reconheceu que estes medos são “legítimos” por estarem baseados em “dúvidas que são totalmente compreensíveis do ponto de vista humano”. No entanto, sustentou que duvidar “não é um pecado”, mas sim permitir que “estes medos determinem nossas respostas, condicionem nossas escolhas, comprometam o respeito e a generosidade, alimentem o ódio e a rejeição”. “O pecado é renunciar ao encontro com o outro, com aquele que é diferente, com o próximo”, completou.

Na opinião do papa, o “verdadeiro encontro com o outro não se limita à acolhida”, mas envolve as três ações que já destacou em agosto na sua mensagem prévia à jornada de hoje: “proteger, promover e integrar”.

(Agência Brasil)

Cearense é o novo presidente do Conselho de Arquitetos e Urbanistas do Brasil

O arquiteto e urbanista cearense Luciano Guimarães é o novo presidente do Conselho de Arquitetos e Urbanistas do Brasil (CAU/BR). A eleição aconteceu na 74ª Plenária Ordinária do CAU/BR, em Brasília. Guimarães cumprirá mandato até 31 de dezembro de 2020.

Por indicação do presidente, conforme previsto no Regimento Interno, homologada pelo Plenário, a arquiteta Patrícia Silva Luz de Macedo, do Rio Grande do Norte, será a primeira vice-presidente em 2018. O arquiteto e urbanista Guivaldo D’Alexandria Baptista, da Bahia, será o segundo vice.

Perfil

Luciano Guimarães é conselheiro do CAU/BR representante do Estado do Ceará. É formado pela Universidade Federal do Ceará, com especialização em Patrimônio Histórico pela Universidade de São Paulo e especialização em Planejamento Local e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona (Espanha). Foi presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará (CAU/CE) no mandato 2011-2014 e suplente de conselheiro do CAU/BR no mandato 2015-2017, com atividades na Comissão de Política Urbana e Ambiental, na Comissão Temporária de Harmonização do Exercício Profissional (função de resolver as demandas de resoluções conjuntas com o CONFEA) – indicado pelo Conselho Diretor do CAU/BR na condição de especialista – e na Comissão Temporária do Direito à Cidade do Conselho de Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Governo Federal.

(Foto -CAU/BR)

Mega-Sena faz primeiros milionários de 2018

No primeiro concurso deste ano, com vencedores, a Mega-Sena fez três novos milionários na noite desse sábado (13), após o sorteio dos números 0105142335 e 45. Cada apostador receberá o prêmio de R$ 4,09 milhões. Eles são de Curitiba (PR), Julio de Castilhos (PS) e Santa Rita do Passa Quatro (SP).

Apesar do sorteio com vencedores, o concurso 2.005 da Mega-Sena, na quarta-feira (17), prevê um prêmio de R$ 12 milhões, diante do acumulado com final 0 ou 5.

Livro de Padre Reginaldo Manzotti foi o mais vendido de 2017

“Batalha espiritual”, do Padre Reginaldo Manzotti, foi o livro mais vendido de 2017. Segundo o colunista Lauro Jardim, do O Globo, foram 140 mil cópias vendidas.

Mas o sacerdote já tem um sucessor para o best-seller.

No final de fevereiro, a editora Petra lança “Combate espiritual”, um manual para manter a fé e superar os problemas cotidianos, de família, trabalho, amor e dinheiro, e os da mente, como vícios e insegurança.

(Foto – Paulo MOska)

MPCE fortalecerá combate à violência nos estádios em 2018

O Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (NUDTOR) do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) começou o ano de 2018 como nova estrutura e integrantes. O novo coordenador é o promotor de Justiça Edvando França, que contará com o suporte dos promotores de Justiça André Barbosa, Aurélio da Silva, Oscar Fioravanti e André Barreira.

O novo coordenador destaca que a atuação do Núcleo continuará dando prioridade às ações de combate à violência, consumo de drogas e prática de crimes nos estádios, zelo pela segurança dos torcedores e reforço dos plantões em dias de jogos.

“Temos uma missão difícil para 2018, com campeonatos nas Séries A e B, mas a gestão anterior deixou o NUDTOR bem estruturado, o que vai facilitar o nosso trabalho. No entanto, os desafios são grandes”, disse Edvando.

Ele explica que, em dias de jogos, um promotor de Justiça ficará de plantão e receberá as ocorrências na Delegacia do Torcedor. “Quem cometer crimes será punido imediatamente. O representante do Ministério Público aplicará pena na mesma hora, que pode variar de multa, prestação de serviços à comunidade ou até mesmo com o afastamento dos estádios em determinado período. A depender da gravidade do crime cometido. Como este ano teremos muitos jogos, teremos também muitos plantões”, ressaltou.

O coordenador do NUDTOR lembra que, no ano passado, o MPCE entrou com ações na Justiça para extinguir duas torcidas organizadas do Fortaleza, a TUF e a JGT, e uma do Ceará, a Cearamor, e que foram consideradas procedentes pela Justiça em primeira instância, mas as organizações recorreram.

(MPCE)

TRF-4 revisará processo acusado de ter pervertido o Direito Penal

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (14):

Três magistrados do TRF-4 revisarão um processo acusado de ter pervertido o Direito Penal. O alvo: o mais popular (e prestigiado internacionalmente) presidente que o País já teve (e líder disparado das pesquisas pré-eleitorais), enquanto seus adversários, com provas robustas e flagrantes, continuam flanantes e impunes.

Se não forem apresentadas provas concretas, será arriscado prever o que se seguirá. A denúncia das irregularidades do processo é feita por renomados juristas nacionais e estrangeiros – e é apresentada a tribunais internacionais.

A decisão de apenas três pessoas poderá cassar o direito soberano de mais de uma centena de milhão de eleitores de escolher a seu talante quem deve dirigir a Nação.