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Camilo engata segundo mandato, mas não leva todo mundo na carona

O senador Eunício Oliveira (MDB) foi a derrota mais surpreendente e com direito a apuração emocionante. Só deu para dizer quem ganharia a vaga no final da apuração.

Mas sobra ponto a menos para o governador Camilo Santana (PT), que bancou o nome do emedebista contra setores da base aliada. E contra Ciro Gomes, que disputou a presidência da República pelo PDT.

Mesmo com quase 80% de votos, Camilo não conseguiu ganhar tudo, tudo o queria.

(Foto – Fábio Lima)

Apenas uma mulher está na disputa de segundo turno nos Estados

Apenas uma mulher irá concorrer às eleições no dia 28, em segundo turno, e nenhuma conseguiu ser a mais votada no primeiro. Somente a candidata do PT ao governo do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, está na disputa. Com uma carreira política construída no Legislativo, ela é senadora pelo estado e cumpriu três mandatos como deputada federal.

No primeiro turno, Fátima Bezerra ficou na frente do candidato Carlos Eduardo (PDT). Mas, se ela for derrotada, não haverá mulheres governadoras em nenhum estado, antítese em um país cujo eleitorado é formado majoritariamente por mulheres.

Nas eleições de 2014, a atual governadora de Roraima, Suely Campos (PP), foi a única mulher eleita no país. Porém, este ano ela foi derrotada na tentativa de obter a reeleição. Em nota, a governadora afirmou ter recebido o estado em “situação difícil”.

O principal embate de Suely Campos foi com o governo federal e o Judiciário, ao tentar impedir o ingresso de imigrantes venezuelanos no estado.

Pelo menos 30 mulheres disputaram o cargo de governador nas eleições. Dos 26 estados e o Distrito Federal, não houve candidatas do sexo feminino em oito unidades: Alagoas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e Rondônia.

No Distrito Federal, havia duas mulheres candidatas, enquanto em Pernambuco e no Piauí havia três na corrida pelos governos.

(Agência Brasil)

Camilo Santana terá um governo pra chamar de seu?

O governador Camilo Santana (PT) foi reeleito em primeiro turno. Sem sombra de dúvidas, um aval popular mais do que desejado por todo e qualquer gestor público. As pesquisas já sinalizavam para esse rumo.

Bem, a partir de agora, Camilo terá que se debruçar na necessidade de imprimir, em sua nova administração, uma marca para chamar o Abolição de seu de fato.

Nesta nova rota, ele terá que pagar o pesado preço dos acordos fechados com 24 partidos que lhe garantiram supremacia nas urnas, com aval dos Ferreira Gomes. Claro que a fatura política não chega agora, pois o País ainda vive o clima da disputa presidencial de segundo turno, mas virá em breve.

Mais do que na primeira fase de governo, Camilo terá que aprimorar sua qualidade por demais decantada, em prosa e verso político: ser um homem do diálogo.

(Foto – Divulgação)

Bolsonaro também ganha no Exterior; Ciro ficou em segundo

Com quase 90% das urnas apuradas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve a preferência dos 58,4% dos votos válidos dos eleitores brasileiros no exterior.

Ciro Gomes (PDT) foi o segundo colocado, com 14,4%. Fernando Haddad (PT) alcançou o terceiro lugar, com 10,4%. Em quarto lugar, João Amoêdo, do partido Novo, obteve quase 7% dos votos válidos.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 500 mil brasileiros estavam aptos a votar em 99 países, mas menos da metade compareceu. A abstenção foi altíssima; chegou a 59%. Os votos brancos e nulos se aproximaram dos 5%.

(Agência Brasil/Foto – Reprodução de TV)

Quatro vereadores de Fortaleza ganham mandato na Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa

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A Câmara Municipal de Fortaleza está perdendo quatro dos seus membros que, nas eleições desse domingo, conquistaram mandato em outras Casas legislativas.

Célio Studart, presidente estadual do PV obteve 208.436 votos e ganhou vaga de deputado federal. Foi o segundo mais votado, só perdendo para o deputado estadual e presidente estadual do Pros, Capitão Wagner, que marcou 302.869 votos. O vereador Soldado Noélio, do Pros, conseguiu 24.573 sufrágios e conquistou vaga de deputado estadual graças à sobra de votos do Capitão Wagner.

Conquistaram vagas também no legislativo estadual o atual presidente da Câmara Municipal, Salmito Filho (PDT), que obteve 91.124 votos, ficando em quinto lugar, e o ex-presidente dessa Casa, Acrísio Sena (PT), que contou com apoio do governador Camilo Santana (PT), de quem foi assessor especial, marcando 27.398 votos.

Em sua campanha, Acrísio levou o governador para verdadeira viagem gastronômica pela periferia de Fortaleza. Ambos, por onde andavam, comiam panelada, buchada e até cabeça de bode.

(Fotos – CMFor e Leitor do Blog)

No Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, derrota de novo a Família Sarney

No Maranhão, um tsunami atingiu a oligarquia da Família Sarney.

Flávio Dino, do PCdoB, foi reeleito nesse domingo, 7, governador para os próximos quatro anos, obtendo 59,4% dos votos contra 29,4% de Roseana Sarney (MDB). Essa é a segunda vez que o governador enfrenta e vence no Maranhão o grupo político mais antigo em atividade no Brasil. Em 2014, o líder do PCdoB derrotou a família Sarney colocando fim à supremacia de meio século. Roseane foi governadora do Maranhão por quatro mandatos.

Mas, além de Roseana, sairam derrotados Zequinha Sarney e o senador Edson Lobão, o filho e o amigo-irmão, respectivamente, do senador José Sarney. Lobão tem nome citado na Lava Jato.

(Foto – Carta Capital)

Eduardo Girão reconhece ter ganho para o Senado por ter apoiado Jair Bolsonaro

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O empresário Eduardo Girão, eleito pelo Pros senador pelo Ceará, conversou com a reportagem do Blog no começo da madrugada desta segunda-feira.

Ele explicou o porquê de ter apoiado o candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, fator que pesou para sua vitória, de apuração apertada e emocionante.

Eduardo Girão derrotou o presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB), que contava com o apoio informal do governador Camilo Santana (PT), recordista de votos no Ceará para o cargo, com quase 80% dos votos.

(Colaboração – Repórter Demitri Túlio)

Confira mais uma vez a nova bancada estadual cearense na Câmara dos Deputados

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Com apenas nove parlamentares reeleitos, a bancada cearense na Câmara dos Deputados terá uma renovação de 60% a partir de janeiro. A votação mais expressiva foi a do então deputado estadual Capitão Wagner (Pros), que conquistou mais de 303 mil votos, consolidando-se como um dos principais nomes da oposição do Estado.

O segundo lugar ficou com o atual vereador Célio Studart (PV), que teve teve quase 209 mil votos. Em 2016, ele foi eleito para a Câmara Municipal de Fortaleza como o mais bem votado, com quase 40 mil votos.

Compondo o time dos cinco mais bem votados, estão Luizianne Lins (PT), José Guimarães (PT) e Mauro Filho (PDT). Vaidon Oliveira (Pros), com pouco mais de 30 mil votos, foi menos votado, mas conseguiu uma das cadeiras da Câmara graças ao expressivo resultado de Wagner.

Vaidon recebeu menos votos do que todos os dez deputados federais que não se reelegeram: Ronaldo Martins (PRB), Aníbal Gomes (MDB), Adail Carneiro (Podemos), Gorete Pereira (PR), Chico Lopes (PCdoB), Danilo Forte (PSDB), Cabo Sabino (Avante), Raimundo Matos (PSDB) e Antônio Balhmann (PDT) e Odorico Monteiro (PSB).

Uma das surpresas foi a eleição de Heitor Freire (PSL), aliado do presidenciável Jair Bolsonaro, que conquistou quase 100 mil votos. Roberto Pessoa (PSDB), atual vice-prefeito Maracanaú, também assume uma cadeira, e torna-se o único tucano da bancada cearense.

O PDT continua tendo o maior número de representantes na Casa, com seis deputados, dois a mais do que na legislatura atual. O PT continuou com seus três deputados, e o Pros de Wagner apenas dois. Os outros partidos ficaram com um representante cada, inclusive o do senador Eunício Oliveira (MDB), que não conseguiu reeleição. De forma geral, a divisão de forças entre as legendas permanece a mesma.

(O POVO  – Repórter Letícia Alves)

Reeleito, Camilo diz que seu maior desafio será a Segurança Pública

O governador Camilo Santana (PT) assumiu que a Segurança Pública será o maior desafio do segundo mandato. Reeleito com quase 80% dos votos válidos, o candidato do Partido dos Trabalhadores reiterou apoio a Fernando Haddad para o segundo turno das eleições presidenciais.

“Meu sentimento é de gratidão ao povo cearense, eu recebo isso com muita alegria e muita responsabilidade”, afirmou Camilo em entrevista concedida na noite de ontem durante comemoração da vitória no comitê de campanha no bairro Cocó. O local não contou com muitos militantes e teve a festa encerrada minutos após a chegada do governador. “O maior desafio que eu vejo é a questão de segurança, o problema da violência que é uma questão nacional. A gente tem agarrado o problema para enfrentar com seriedade com muita dedicação”, disse.

Ao lado da vice da chapa, Isolda Cela, ele se comprometeu a concluir já no próximo ano todo a proposta de reconhecimento facial. Conforme o governador, a tecnologia da informação será o principal investimento na área. Além disso prometeu cobrar celeridade na implantação do Centro Integrado de Segurança no Ceará. Questionado sobre a perda de representação do partido em outros estados, Camilo se esquivou de comentar e afirmou que não acompanhou a apuração.

(O POVO – Repórter Eduarda Talicy)

Confira mais uma vez a nova bancada estadual do Ceará

O estudante e youtuber André Fernandes, o campeã de votos.

Se não serviu para reeleger Eunício Oliveira (MDB), blocão formado entre a base de Camilo Santana (PT) e antigas siglas da oposição ao menos ajudou a “frear” renovação da Assembleia e facilitar a reeleição de deputados estaduais cearenses.

Ao todo, 29 parlamentares tiveram mandatos renovados – quase duas a cada três vagas -, com eleição de apenas 17 deputados “novos”. Fechada em apenas 37%, a taxa de renovação foi a mais baixa das últimas décadas no Estado. Em 2014, por exemplo, o índice de novos deputados ficou em mais de 50%.

A baixa renovação salta ainda mais aos olhos quando destacado que seis deputados estaduais não disputaram reeleição, com outros quatro tentando vaga de Câmara Federal – o que já significava uma renovação mínima de 21,7%.

Além disso, diversos dos “novatos” são antigos conhecidos do eleitorado cearense. Entre eles, por exemplo, estão os vereadores de Fortaleza Salmito Filho (PDT) e Soldado Noélio (Pros), o deputado federal Vitor Valim (MDB) e os ex-deputados Delegado Cavalcante (PSL) e Nizo Costa (Patriota).

Completam o time ainda quatro parentes de deputados eleitos na última eleição, que “carregam o bastão” dos parentes: Érika Amorim (PSD, esposa de Naumi Amorim), Guilherme Landim (PDT, filho do falecido Wellington Landim), Marcos Sobreira (PDT, filho de Miriam Sobreira) e Patrícia Aguiar (PSD, mãe de Domingos Neto e cunhada de Odilon Aguiar).

Ao todo, disputaram e perderam reeleição apenas os deputados Bethrose (PP), Dedé Teixeira (PT), Ely Aguiar (DC), Ferreira Aragão (PDT), Lucílvio Girão (PP), Duquinha (PDT) e Mário Hélio (Patriota).

A “facilidade” da reeleição governista também tem reflexos no tamanho da oposição. Ao todo, apenas oito dos 46 deputados eleitos ontem têm se identificado como opositores a Camilo Santana (PT). Em 2014, a gestão saiu das urnas com quase quinze nomes de oposição.

Entre a configuração das bancadas, se destacaram novamente os aliados PDT, que elegeu 14 deputados – 30% de todas as vagas -, o PT e o MDB, cada uma com quatro nomes. Entre opositores, maiores bancadas são as do Pros, PSL e PSDB, as três cada uma com dois parlamentares eleitos.

A disputa também já antecipa sucessão de Roberto Cláudio (PDT) em Fortaleza. Três dos deputados mais votados, Queiroz Filho (PDT), Salmito (PDT) e Renato Roseno (Psol) são cotados para disputar o pleito. Entre deputados “em ascensão”, se destacou Sérgio Aguiar (PDT), 3º mais votado.

CAMPEÃO

Novidade mais marcante ficou pela eleição do youtuber André Fernandes (PSL). Ligado a Jair Bolsonaro (PSL), o estudante de 20 anos teve mais de 109,7 mil votos, liderando a disputa.

( O POVO –

Políticos tradicionais estão fora do Senado

De cada quatro senadores que tentaram a reeleição em 2018, três não conseguiram. Essa estatística marca a eleição mais surpreendente da história recente do Senado. Desde a redemocratização do País, não houve um pleito que trouxesse tantas caras novas. No total, das 54 vagas em disputa neste ano, 46 serão ocupadas por novos nomes renovação de mais de 85%.

Além das trocas de senadores decorrentes das eleições parlamentares, as disputas pelos governos estaduais também movimentam as cadeiras. Duas trocas já estão garantidas e duas ainda podem ser acontecer no segundo turno. Ao todo, o Senado pode ter 50 novos nomes em 2019, o que representaria uma mudança inédita de mais de 61% da Casa.

O desejo do eleitor pela renovação também foi marcado pela não eleição de nomes tradicionais da política como a ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG). Além dela, Eunício Oliveira (MDB-CE), Eduardo Suplicy (PT-SP), Cristovam Buarque (PPS-DF) e o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE) não se elegeram.

A eleição do Rio de Janeiro causou maior desfalque: foram derrotados os senadores Lindbergh Faria (PT) e Eduardo Lopes (PRB), além dos deputados federais Miro Teixeira (Rede) e Chico Alencar (PSOL). Silvio Costa (Avante-PE) tentou sem sucesso uma vaga no Senado. O líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), também foi derrotado.

Os eleitores do Maranhão tiraram do Congresso o senador Edison Lobão (MDB) e o deputado Sarney Filho (PV).

Os tucanos Ricardo Trípoli, em São Paulo, Bruno Araújo, em Pernambuco, e Jutahy Júnior, na Bahia, que atualmente ocupam uma vaga de deputado federal, perderam a eleição de senador. Os ex-governadores Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Jackson Barreto (MDB-SE) também não tiveram sucesso.

Os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Antônio Carlos Valadares (PSB), Roberto Requião (MDB-PR), Valdir Raupp (MDB-RO), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Eduardo Braga (MDB-AM), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Vicentinho Alves (PR-TO), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Lúcia Vânia (PSB-GO), Wilder Morais (DEM-GO), Magno Malta (PR-ES), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Waldemir Moka (MDB-MS), Benedito de Lira (PP-AL), Angela Portela (PDT-RR) e Paulo Bauer (PSDB-SC) não foram reeleitos.

(Com Agências)

Efeito Bolsonaro – Eunício perde para Eduardo Girão

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A maior surpresa nas eleições do Ceará foi a derrota, neste domingo, do presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB), para o empresário Luís Eduardo Girão (Pros), ex-presidente do Fortaleza Esporte Clube. A diferença foi de apenas 12,146 votos, com Girão somando 1.325.532 votos, diante de 1.313.386 votos de Eunício.

Eunício, em campanha com apoio informal do governador Camilo Santana (PT), chegou a avisar que, se fosse reeleito, tentaria a reeleição como presidente do Senado. Ele foi apoiado por Camilo contra a vontade do presidenciável Ciro Gomes (PDT) que, em várias entrevistas, não poupava farpas contra o emedebista, cujo nome foi citado na Lava Jato. Os irmãos Cid Gomes, eleito senador pelo PDT, e o prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), acabaram endossando o nome dele em atenção ao governador.

Já Eduardo Girão, no fim de sua campanha eleitoral, anunciou, em nota divulgada para a imprensa, apoio ao candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) que, em vários Estados, puxou candidaturas que só cresceram na arrancada final. Eunicio havia feito campanha usando o nome de Lula e, num segundo momento, anunciado apoio a Fernando Haddad (PT).

Bom lembrar também que, dentro da base do governador Camilo Santana, chegou a se especular que ele seria boicotado. Na reta final da campanha, foram intensificados os apelos pró-Eunício por parte do governador.

Fernando Haddad promete unir os democratas do Brasil colocando a soberania popular acima de tudo

Ao som de “Brasil urgente, Haddad presidente!”, o candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, deu coletiva nesta noite, em São Paulo. Agora na disputa pelo segundo turno da disputa contra Jair Bolsonaro, do PSL, ele agradeceu ao seu partido e ao ex-presidente Lula – veio o jingle puxado pelos militantes (olê,olê, olá…Lula, Lula…).

Haddad disse que a oportunidade do segundo turno é inestimável que o povo lhe deu, e que deve ser encarado com senso de responsabilidade, dentro do objetivo ainda de unir os democratas deste País. Ele ressaltou que a soberania nacional e a soberania popular serão colocadas por ele acima de qualquer interesse.

Prometeu inciar já a partir desta segunda-feira a sua campanha. “Queremos unir o País em torno desse conceito (soberania nacional e popular). Achamos que há muita coisa em jogo e diferente de todas que nós já participamos”, acentuou Haddad. “Essa de 2018 coloca muita coisa em jogo. Eu diria que até parte da Constituição de 1988”, ressaltou, dizendo que vai para a campanha com a força do argumento para defender o Brasil.

O candidato termino a coletiva celebrando “a democracia, celebrando a liberdade. São valores que cultivo desde sempre. Deixou claro que o segundo turno será oportunidade para discutir olho a olha e bradou, encerrando a coletiva: “Viva o Brasil! Viva a democracia ! Viva o povo brasileiro!”

Ciro manda um “aí, dento!” na GloboNews para eleitor de Bolsonaro e diz que vai tomar umas por Camilo

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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse, neste domingo, em coletiva, que o Ceará é um estado politizado. Foi assim como reagiu, ao ser indagado sobre o resultado da disputa presidencial que terá Jair Bolsonar (PSL) disputando contra Fernando Haddad (PT). Sobre apoio, disse que iria aguardar o final da apuração. Mas chegou a bradar “EleNão!” Ou seja, deu a senha pró-Haddad.

Em terceiro lugar na disputa presidencial, Ciro disse que vai comemorar a vitória do governador Camilo Santana (PT) em primeiro turno e tomar umas.

No momento em que dava a coletiva, com transmissão ao vivo pela GloboNews, passou um militante de Jair Bolsonaro gritando, no que Ciro reagiu em estilo bem cearensês: “Aí, dento!!”

Tiririca é reeleito deputado federal em São Paulo

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O candidato a deputado federal Tiririca (PR-SP), após voltar atrás no jejum da política, foi reeleito com 445.521 mil votos, cerca de 2,15% do total, para o seu terceiro mandato. Em São Paulo, 95% das urnas já foram apuradas.

Tiririca havia desistido da candidatura no fim de 2017 por se dizer “decepcionado com a Câmara”, mas desistiu da desistência e, em agosto, se lançou oficialmente na disputa do pleito com um adendo: quer voltar às tribunas para poder disputar a presidência em 2022.

Um dos objetivos da campanha do humorista Francisco Everardo Oliveira Silva era ser eleito “com a maior quantidade de votos da história do país”. Nas eleições de 2010, ele foi o deputado mais votado do país, com mais de 1,3 milhão de votos. Em 2014, o deputado ficou com a segunda posição entre os candidatos mais votado, com 1 milhão de votos.

Além dele, nomes como Eduardo Bolsonaro (PSL), Joice Hasselmann (PSL), Celso Russomano (PRB) e Kim Kataguiri (DEM) também foram eleitos.

(Foto – Ueslei Marcelino, da Reuters)

Vereador Célio Studart, defensor dos animais, é um dos campeões de votos para a Câmara dos Deputados

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Com mais de 194 mil, o vereador Célio Studart, também presidente estadual do Partido Verde, foi eleito, neste domingo, para a Câmara dos Deputados. Surge como um dos campeões de voto, perdendo apenas para o deputado estadual Capitão Wagner (Pros), apoiador no Ceará do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro.

Célio, quando disputou vaga para a Câmara Municipal de Fortaleza, obteve a primeira colocação. Ele surpreende para alguns observadores, pois faz campanha que prioriza as redes sociais.

A pauta política de Célio Studart foca na luta em defesa dos animais. Essa mesma linha o vereador promete tocar no âmbito da Câmara.

(Foto – Facebook)