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Movimentos sociais programam manifestações contra Bolsonaro em várias cidades do Interior cearense

Várias manifestações contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), marcadas para sábado que vem, não acontecerão só em Fortaleza. Entidades sindicais e movimentos sociais organizam atos para várias cidades do Interior.

O Dia do #EleNão, articulado pelo grupo Mulheres Unidas Contra Bolsonaro, por exemplo, fará passeata em Fortaleza, a partir das 15 horas, com saída da Praia de Iracema (Praia dos Crush), próximo ao Centro Cultural Belchior.

Confira manifestações no Interior:

Canindé – Praça Tomaz Barbosa, às 9h;
Crateús – Teatro Rosa Morais, às 18h;
Fortaleza – Praia dos Crushes (Centro Cultural Belchior), às 15h;
Icó – Coluna da Hora, às 17h;
Iguatu – Praça da Matriz, às 17h;
Itapipoca – Praça do Cafita, às 8h;
Jaguaretama – Praça Central, às 7h;
Jaguaribara – Rotatória Central, às 17h;
Jardim – Escola Jereissati, às 16h;
Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato (unificado) – Praça do Giradouro, às 16 horas;
Limoeiro do Norte – Praça do BNB, às 7h30;
Mulungu – Praça do Relógio, às 9h;
Nova Russas – Posto Lima (Bela Braz), às 16h;
Paracuru – Praça dos Taxistas, às 15h;
Paramoti – Praça Frei Cirilo, às 16h;
Pentecoste – Praça do CSU, às 16h;
Piquet Carneiro – Praça da Matriz, às 17h;
Santa Quitéria – Seis Bocas, às 18h;
Senador Pompeu – Praça da Juventude, às 17h;
Solonópole – Transmissores Alto Vistoso, às 17h30;
Excepcionalmente, em Maracanaú, a atividade acontece no dia cinco de outubro, com concentração na Praça da Estação (Centro), às 17 horas.

(Com Fetamce)

Preço do pão não sobe mais neste ano, apesar das oscilações do dólar sobre o trigo, diz Sindipan/CE

 

Quem garante é Lauro Martins, vice-presidente do Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria do Ceará (Sindipan): o preço do pão não sobe mais neste ano, apesar das oscilações do dólar que incidem sobre o preço da principal matéria-prima do ramo, no caso o trigo, que vem da Argentina.

Ângelo diz que o consumidor já não aguenta mais tanto aumento no seu café da manhã. O setor está conseguindo, com variedade dos produtos e serviços que hoje oferta à clientela, manter-se em condições de estabilidade.

Artur Bruno ganha homenagem durante evento do ramo da reciclagem

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Bruno recebe placa das mãos de Ricardo Cavalcante, vice da Fiec.

O secretário estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, ganhou homenagem na abertura da Exporecicla 2018, evento que congrega o setor da reciclagem de resíduos sólidos no Estado. Ele foi agraciado com o Mérito Ambiental do Sindicato das Empresas de Reciclagem e Resíduos Sólidos Domésticos e Industriais no Estado do Ceará (Sindiverde), um reconhecimento pelo trabalho que vem desempenhando à frente da pasta.

Nesta quinta-feira, às 20h, no auditório principal da feira, no Centro de Eventos, Artur Bruno fará palestra sobre o Sistema Estadual de Meio Ambiente.

A Exporecicla, iniciativa do Sindiverde e apoio do Sistema Fiec, movimenta diversos segmentos da cadeia da reciclagem e traz como tema principal em 2018, os Caminhos da Sustentabilidade. O encontro termina nesta sexta-feira (28).

(Foto – Divulgação)

Salmito promove debate sobre cultura nesta quinta-feira

“Políticas públicas de gestão cultural com alcance social” é o tema do bate papo com Salmito, candidato a deputado estadual e presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, nesta quinta-feira (27), a partir das 17 horas, no Hotel Sonata, na Praia de Iracema.

Para Salmito, assim como a educação, a cultura é uma importante ferramenta para a transformação da realidade de jovens.

Índice de Preço ao Produtor registra queda em agosto e fecha em 0,83%

 

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) desacelerou em agosto fechando com variação de 0,83%, resultado 0,30 ponto percentual inferior ao de julho, quando houve alta de 1,13%. Os dados foram divulgados hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da queda, o indicador encerrou agosto com variações positivas em 22 das 24 atividades, ante 20 atividades que, em junho, fecharam com alta de preços. Com o resultado de agosto, os preços da indústria (na porta da fábrica) fecharam os primeiros oito meses do ano com alta de 10,75%. O acumulado dos últimos doze meses (a taxa anualizada) ficou em 16,51%. Em agosto de 2017, o resultado foi 0,29%.

Segundo o IBGE, as quatro maiores variações observadas em agosto foram registradas nas atividades de bebidas, com alta de 3,95%, madeira (3,54%), fumo (2,57%) e produtos químicos (2,19%). Já entre as grandes categorias econômicas, a variação de 0,83% de julho traz bens de capital com a maior variação (alta de 1,26%), seguida de bens intermediários (alta de 1,03%).

No resultado da indústria em geral, a influência das Grandes Categorias Econômicas foi puxada por bens de capital, com 0,11 ponto percentual; bens intermediários, com 0,61 ponto percentual e bens de consumo com 0,12 ponto.

No caso de bens de consumo, 0,05 ponto veio das variações de preços observadas nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,07 ponto percentual de bens de consumo duráveis.

Acumulado no ano

O indicador acumulado no ano, que também acelerou entre junho e agosto, ao passar de 9,83% para 10,75%, anotou a maior alta para um mês de agosto de toda a série histórica, iniciada em 2014.

Entre as atividades com as maiores variações percentuais neste indicador sobressaíram indústrias extrativas (alta de 25,54%), outros produtos químicos (23,28%), refino de petróleo e produtos de álcool (16,32%) e outros equipamentos de transporte (15,06%).

Últimos 12 meses

Já o indicador acumulado dos últimos 12 meses teve, em agosto, o maior resultado da série histórica ao fechar em 16,51%, contra 15,89% de julho.

As quatro maiores variações foram em indústrias extrativas (alta acumulada de 58,61%), outros produtos químicos (34,91%), refino de petróleo e produtos de álcool (33,92%) e metalurgia (24,42%).

(Agência Brasil)

Candidatura de Bolsonaro não é como qualquer outra

Com o título “Candidatura de Bolsonaro não é como qualquer outra”, eis artigo de Henrique Araújo, jornalista do O POVO. Ele aborda o clima de intolerância que parte dos simpatizantes do presidenciável do PSL. Confira:

Em menos de uma semana, acumulam-se exemplos de que a campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) não é como qualquer outra. Menos por suas ideias desatinadas do que pelo comportamento beligerante e abusivo que seus simpatizantes vêm adotando nas redes sociais e fora delas.

Primeiro foi o ataque à página do grupo “Mulheres unidas contra Bolsonaro”, no Facebook, hackeada por apoiadores do militar, que lidera as pesquisas de intenção de voto feitas até agora.

Seguiram-se então a agressão a uma das organizadoras do movimento no Rio de Janeiro na última segunda-feira e, um dia antes, a retirada do ar do site “Democracia, sim”.

Assinado por artistas, intelectuais e cientistas, o manifesto reunia, até o início da semana, mais de 200 mil signatários que rejeitam o autoritarismo do deputado federal, hospitalizado depois de haver sofrido atentado a faca.

A última dessas investidas de entusiastas de Bolsonaro foi contra a jornalista da Folha de S. Paulo Marina Dias, autora, ao lado de Rubens Valente, de matéria que revela que o candidato havia ameaçado de morte a ex-mulher em 2009.

A vida de Marina foi devassada: suas fotos, expostas, e sua imagem, degradada. Valente, o outro repórter, foi igualmente hostilizado nas redes. Até uma profissional homônima, que atua em veículo em Belo Horizonte, chegou a sofrer os efeitos dessa cruzada obscurantista encabeçada por uma turba alimentada de ódio.

Diego Escosteguy, ex-editor de O Globo, também foi ameaçado por seguidores de Bolsonaro. Seu pecado: compartilhar a reportagem da Folha no Twitter.

Instada, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiou as agressões. De acordo com a entidade, já são 58 ocorrências de assédio e violência contra jornalistas apenas no curso desta campanha.

Não é preciso citar mais casos – eles existem aos montes – para concluir que são tempos nebulosos que exigem de nós não somente serenidade, mas uma posição clara quanto aos riscos que todos sofremos.

E esses riscos, hoje, estão maximizados na candidatura de Bolsonaro, cuja pregação odiosa se volta contra a imprensa, a liberdade de expressão e as minorias sociais.

Não se trata de questionar o direito de Bolsonaro disputar eleições. Graça à democracia, regime que ele frequentemente golpeia, o candidato pode fazê-lo.

Contudo, o entorno da campanha do postulante do PSL à Presidência tem levado a cabo ameaças que costumavam se limitar ao âmbito da retórica.

Confrontá-lo sobre isso e exigir do concorrente um compromisso real com a democracia, seja por carta, seja por qualquer outro meio, não se confundem com preferência partidária ou ideológica por qualquer adversário do parlamentar.

É exercício de civilidade e um imperativo ético requerer de todos os participantes das eleições, em especial do capitão da reserva, uma manifestação explícita de apreço à liberdade e de respeito aos segmentos mais vulneráveis.

*Henrique Araújo

henriquearaujo@opovo.com.br

jornalista do POVO

Heitor Férrer bate duro nas políticas de segurança dos governos de Cid e Camilo

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O deputado estadual Heitor Férrer (SD), que postula a reeleição, ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira. Ele abordou os números “alarmantes de 84 assassinatos ocorridos no Ceará, de quinta-feira passada ao último domingo, e do total de 2.380 homicídios de janeiro a junho deste ano”.

Segundo Heitor, os dados mostram que a política de segurança pública adotada nos governos de Cid Gomes e de Camilo Santana foram “ineficientes” porque não combateram os mecanismos geradores da violência.

“Foram 21 pessoas assassinadas por dia, em 4 dias, e eu não vejo nada do governo a não ser enxugar gelo. O Estado não tem uma política pública para quebrar os mecanismos geradores da violência, que é o que interessa. Muitos dos que estão na criminalidade não tiveram a presença do Estado nas suas vidas, dando escola de qualidade, saneamento básico, posto de vacinação, atendimento médico, emprego. Para muito deles, a única forma em que o Estado se apresentou foi na forma de polícia, de promotor, de juiz e cadeia”, lamentou Férrer.

O deputado fez ainda um apelo aos candidatos a governador para que proponham políticas públicas que efetivamente reduzam a violência. “Eu peço aos postulantes que mostrem ao povo do Ceará uma políticas públicas que nos deem segurança de dias melhores. Sem isso, é querer fazer o eleitor cidadão de trouxa”, concluiu Heitor.

(Foto – ALCE)

Banco Central eleva projeção de déficit em contas externas para US$ 14,3 bilhões

O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o saldo negativo das contas externas este ano. O déficit em transações correntes – compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações – deve fechar em US$ 14,3 bilhões, o que corresponde a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Essas informações foram divulgadas hoje (27) no Relatório de Inflação do Banco Central.

Em junho, o BC previa um déficit menor: US$ 11,5 bilhões, correspondente a 0,6% do PIB. Segundo o BC, a revisão ocorreu “notadamente” em função da expectativa de aumento das importações.

Dólares

A projeção para o superávit comercial (exportações e importações) ficou em US$ 55,3 bilhões, ante projeção de superávit de US$ 61 bilhões no Relatório de Inflação de junho.

A previsão para o crescimento das exportações é 6,3% e para as importações, 14,7%. O aumento das importações é estimulado por alterações no Repetro, regime especial que suspende os tributos cobrados sobre bens destinados a atividades de exploração de petróleo e gás natural.

Investimentos estrangeiros

Apesar da previsão de déficit maior nas contas externas, o saldo negativo será totalmente financiado pelo investimento direto no país (IDP). Quando o país registra déficit em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.

A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque recursos são aplicados no setor produtivo. A expectativa do BC para o IDP este ano subiu de US$ 70 bilhões (3,6% do PIB) para US$ 72 bilhões (3,8% do PIB).

Para 2019, o BC também espera que o déficit em transações correntes seja coberto por IDP. A previsão para o saldo negativo das contas externas é US$ 34,1 bilhões (1,7% do PIB), enquanto o investimento direto deve ficar em US$ 80 bilhões.

Segundo o BC, o déficit nas contas externas será maior em 2019 por conta da aceleração da atividade econômica e de mudanças promovidas pelo Repetro, que aumentam os investimentos estrangeiros.

(Agência Brasil)

Ceará é o terceiro no País em títulos cancelados por falta do cadastramento biométrico

O Ceará é o quarto estado do Brasil em número de eleitores que tiveram o título cancelado. De acordo com dados dos Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre 2016 e 2018, 234.487 votantes tiveram o documento suspenso por não comparecer à revisão biométrica. O Estado fica atrás apenas de Bahia, São Paulo e Paraná.

A menos de duas semanas do pleito, cerca de 3,3 milhões de votantes não poderão comparecer às urnas. Com o novo sistema, o eleitor fará identificação com a digital e não apenas por o documento com foto. Dados mais atualizados do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) apontam que 453.131 votantes, divididos em 129 municípios, tiveram o título cancelado. O POVO Online utilizou os dados do TSE que permite fazer comparativo com demais estados do País.

O Partido Socialista do Brasil (PSB) havia pedido uma liminar para evitar o cancelamento do título daqueles que não fizeram biometria, entretanto, a solicitação foi rejeitada nesta quarta-feira, 26, por maioria dos ministros do Superior Tribunal Federal (STF). As informações são da Agência Brasil.

No pedido, a sigla argumenta que é inconstitucional as resoluções do TSE, em que determinam a suspensão do documento como punição aos que não realizaram cadastro biométrico dentro do prazo. Além do PSB, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) participaram da ação.

Confira o número dos eleitores que tiveram o título cancelado por não comparecer a biometria, entre as eleições de 2016 e 2018.

1º – Bahia – 586.333
2º – São Paulo – 375.169
3º – Paraná – 257.941
4º – Ceará – 234.487
5º – Goiás – 219.426
6º – Maranhão – 216.576
7º – Minas Gerais – 213.172
8º – Pará – 204.914
9º – Rio Grande do Sul – 167.116
10º – Pernambuco – 150.260
11º – Santa Catarina – 125.585
12º – Paraiba – 123.885
13º – Piauí – 100.260
14º – Rio Grande do Norte – 92.663
15º – Rio de Janeiro – 71.598
16º – Mato Grosso do Sul – 61.502
17º – Espírito Santo – 48.807
19º – Tocantins – 40.890
20º – Rondônia – 33.611
21º – Mato grosso – 18.074
22º – Acre – 13.564
23º – Roraima – 12.614
* O TSE não disponibilizou os dados de Alagoas, Amapá, Amazonas e Distrito Federal

(Com O POVO Online)

Decisão sobre benefícios que Palocci terá por delação só sairá após o primeiro turno da eleição

A decisão sobre os benefícios que o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, terá por ter fechado delação premiada só deve sair depois do primeiro turno da eleição. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo, adiantando que o caso está nas mãos do desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal – 4ª Região.

Quem acompanha os trabalhos no tribunal diz que o mesmo deve acontecer com o recurso em que Palocci pede redução da pena de 12 anos por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Os dois processos devem ser analisados por Gebran em conjunto.

(Foto – Reprodução de TV)

Ibama ganha destaque em evento do ramo da reciclagem

O superintendente estadual do Ibama, Herbert Lobo, foi agraciado com o Troféu Sindiverde, premiação na categoria “Ambientalista Destaque”. Foi durante a Exporecicla, evento que acontece no Centro de Eventos. O Exporecicla congrega segmentos que trabalham e atuam no ramo da reciclagem de resíduos sólidos.

Herbert destacou, no ato, a importância do Ibama para economia do Estado principalmente por atuar, mesmo com poucos recursos, no combate a crimes ambientais e buscando a sustentabilidade.

Ele destacou também que o Ibama realiza sua reestruturação e que vem buscando fazer parcerias com setores que estão de fato interessados em unir interesse econômico com cuidado com o meio ambiente.

(Foto – Divulgação)

Banco Central reduz previsão de crescimento da economia para 1,4% neste ano

O Banco Central (BC) reduziu a previsão de crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 1,6% para 1,4%, de acordo com o Relatório de Inflação, divulgado hoje (27), em Brasília.

“A revisão reflete a incorporação dos resultados do PIB no segundo trimestre e o arrefecimento na atividade econômica após a paralisação no setor de transporte de cargas, ocorrida em maio, como sugerido por indicadores”, diz o BC, no relatório.

A previsão do BC ficou próxima da estimativa de crescimento do PIB feita pelo mercado financeiro, que é 1,35% este ano.

(Agência Brasil)

Zé Dirceu usa ônibus fretado para percorrer o Nordeste

O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (PT), em seu giro pelo Nordeste, onde lança seu livro de memórias, não usa jatinho nem avião de carreira. Mas um ônibus fretado pela editora da publicação.

Ontem, na ACI, Dirceu fez discurso e ouviu o corinho do “Lula Livre” constantemente.

Por falar nisso, ele seguiu nesta manhã para Teresina(PI), onde ali cumprirá mesmo script seguido em Fortaleza.

Senador Ciro Nogueira é alvo de operação da Polícia Federal

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O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, é alvo de operação da Polícia Federal. Na manhã desta quinta-feira, a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Teresina, no Piauí, mais precisamente na casa do parlamentar, candidato à reeleição no Senado. Ele liderava a última pesquisa de intenções de voto divulgada com 36%.

Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito que apura corrupção envolvendo o político e a Odebrecht. As investigações, segundo o Portal G1, tiveram início a partir de acordos de colaboração premiada firmados por executivos da empreiteira junto à Procuradoria-Geral da República.

Os depoimentos dos empresários apontaram os caminhos percorridos pelos valores que teriam sido desviados de obras públicas concedidas à empresa.

São investigados crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa supostamente praticados por empresários, políticos e doleiros.

(Foto – Agência Senado)

Tasso e Anastasia já teriam jogado a toalha sobre chances de Alckmin

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Um tucano que conversou recentemente com os tucanos Antonio Anastasia, de Minas, e Tasso Jereissati, do Ceará, revela que ambos já tratam a derrota do candidato a presidente da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, como fato consumado.

A informação é da Coluna Radar, da Veja Online.

Difícil, à essa altura, é encontrar quem ainda acredite no milagre.

(Foto – Agência Brasil)

Fies – Mais da metade dos beneficiados está com pagamento atrasado

Mais da metade dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em fase de amortização em junho está com pagamento atrasado. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de um total de 727.522 contratos, 416.137 (57,1%) estão irregulares. As dívidas já totalizam cerca de R$ 20 bilhões.

Na avaliação do diretor de gestão do Fies, Pedro Pedrosa, o déficit pode triplicar nos próximos anos, caso o nível de inadimplência não seja controlado. Um dos argumentos do governo federal para justificar a reestruturação do programa foi, justamente, a quantidade de estudantes que não conseguiam manter suas parcelas em dia. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), já no ano passado eram constatados aumentos consecutivos no percentual de inadimplência.

No início de 2018 o Fies foi reformulado e passou a contar com três linhas de financiamento. Na primeira, para estudande com renda familiar mensal até três salários mínimos, o aluno paga as prestações sem juros. Já as outras modalidades de financiamento, reunidas sob a classificação P-Fies, são destinadas a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesses casos, uma taxa de juros incide sobre a prestação, com um valor determinado pela instituição bancária na qual foi fechado o contrato. Em todas as modalidades do programa, o universitário começa a quitar seu débito somente após sua formatura em seu curso.

Inicialmente, o governo decidiu destinar 100 mil das 310 mil vagas à modalidade de prestações com juros zero. Para as modalidades P-Fies, foram abertas 150 mil vagas para estudantes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 60 mil vagas distribuídas em todo o Brasil.

Desemprego

Pedrosa diz que foi por estar ciente do possível impacto da crise econômica que o governo federal buscou incorporar ao Novo Fies a prévia do valor das prestações a serem pagas. Com isso, haveria, em tese, uma tendência de o aluno reservar a quantia necessária para quitá-las dentro do prazo de vencimento. “Antes, ele não sabia o total da dívida, ia descobrindo quando ia fazendo os aditamentos. O que trouxemos para o novo modelo foi uma maior transparência. [Atualmente] Quando for fazer o cálculo, vai saber qual a taxa percentual de correção que a mantenedora pode cobrar.”

O diretor informou, ainda, que o governo deve definir, até o mês que vem, medidas capazes de reduzir o alto índice de inadimplência entre os beneficiários do programa.

Dados do Censo da Educação Superior, apresentado pelo Ministério da Educação na semana passada, demonstram que, desde 2015, tanto o Fies como o ProUni têm sido trocados por outras formas de financiamentos e bolsas estudantis, como aqueles oferecidos pelas próprias instituições de ensino e governos municipais e estaduais.

Conforme o levantamento, em 2015, o Fies foi a porta de acesso para quase metade (49,5%) dos alunos matriculados na rede privada mediante bolsa ou financiamento. Em 2017, a porção caiu para 37,1%, ficando em uma faixa intermediária na preferência de universitários com esse perfil, entre ProUni (21,1%) e demais formas de aportes (41,8%).

(Agência Brasil)

Morre Joaquim Roriz, ex-governador do Distrito Federal

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Morreu, nesta quinta-feira, após um choque séptico decorrente de complicações de infecção pulmonar, o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz. Ele tinha 82 anos. A informação foi confirmada pela família e pelos médicos e divulgada pelo Portal G1.

Roriz estava internado havia um mês no Hospital Brasília, após sofrer um quadro de pneumonia e febre.

Nesta quarta (26), o quadro clínico do ex-governador piorou. Segundo familiares, ele sofreu um infarto à tarde e duas paradas cardíacas e respiratórias no fim da noite, além de enfrentar um quadro infeccioso. Nas primeiras horas da noite, um padre foi chamado para ministrar a extrema-unção, ligada à tradição católica.

Nos últimos anos, Roriz lidava com diversas doenças crônicas como diabetes, mal de Alzheimer, demência, hipertensão e insuficiência renal (veja detalhes abaixo). Ele deixa a mulher, Weslian, três filhas – Jaqueline, Liliane e Wesliane – e quatro netos.

(Foto – Reprodução de Youtube)

Termina nesta quinta-feira prazo para solicitar segunda via do título eleitoral

Eleitores têm até hoje, 27, para solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde estão cadastrados. O lembrete é do Tribunal Superior Eleitoral. Para a emissão da segunda via do título, o eleitor deve estar em dia com a Justiça Eleitoral.

No dia da eleição, o eleitor pode utilizar outro documento oficial com foto: carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho, identidade ou carteira nacional de habilitação.

Porém, com o título de eleitor em mãos, a pessoa tem algumas informações que constam só nele, como dados sobre a zona e a seção eleitoral.

Eleições 2018 – Mais de 14 mil agentes vão garantir a segurança do pleito no Ceará

A operação de segurança para as eleições deste ano no Ceará está definida com mais de 14 mil agentes envolvidos. O plano terá efetivos das polícias Militar, Civil, Federal, Rodoviária Federal e das Forças Armadas. A maior tropa será a da PM, com 10.023 policiais destacados.

O Exército, o principal contingente das Forças Armadas, terá cerca de 3 mil homens atuando em cinco cidades – Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Sobral e Juazeiro do Norte -, todas com mais de 100 mil eleitores. A convocação foi pedido do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Uma das justificativas descritas na solicitação teria sido o reforço preventivo para locais de votação em territórios de facções criminosas.

Este total de agentes de segurança acionados ainda será um pouco maior. A Polícia Federal não repassou ao O POVO seu quantitativo, mas terá pessoal destacado em todo o Estado e com agentes de sobreaviso. Marinha e Aeronáutica ainda irão definir suas tropas para a demanda. O Ceará tem 6,3 milhões de eleitores aptos a votar e a estratégia deverá ser redimensionada entre o primeiro e segundo turnos – dias 7 e 28 de outubro, respectivamente.

Cada força acionada montou plano estratégico próprio, mas as ações funcionarão integradas. Em reunião ocorrida na última terça-feira, os órgãos acertaram detalhes finais. Para amanhã, em local e horário ainda a ser definido, outra reunião deverá ser entre a cúpula local do Exército e a do TRE, que coordena as eleições. O general de divisão Fernando José Soares da Cunha Mattos, comandante da 10ª Região Militar, irá apresentar à presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Nailde Pinheiro, mais pontos específicos da proposta de ação militar.

“O Exército só irá agir pontualmente naquilo que o TRE oficiar pedindo apoio. O trabalho geral será feito pela Segurança Pública. O que for demandado especificamente pela Justiça Eleitoral eles irão atender”, explicou o secretário estadual da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa.

Segundo ele, até ontem não havia sido recebida nenhuma denúncia de candidato sobre eventual ação das facções durante esta campanha eleitoral.

O juiz Eduardo Scorsafava, presidente da Comissão Permanente de Segurança da Justiça Eleitoral, confirma que “a dez dias das eleições (hoje), não registramos nenhum incidente grave”. Ele confirmou, sem dar detalhes, que “algumas atuações pontuais de facções em determinados bairros” influenciaram no pedido do TRE para a presença das forças militares neste pleito.

(O POVO – Repórter Cláudio Ribeiro/Foto – Evilazio Bezerra)