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Inep desmente notícia falsa de que o Enem foi cancelado

Circula nas redes sociais uma notícia falsa de que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi cancelado, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame começa a ser aplicado hoje (4), às 13h30, horário de Brasília.

Segundo nota divulgada pelo Inep, circula nas redes sociais uma imagem falsa, simulando uma notícia do G1, informando que as provas do Enem 2018 foram canceladas após suspeitas de fraudes nas regiões Norte e Nordeste.

“A imagem é #FAKE [falsa]”, diz o Instituto que confirma a aplicação do exame em todas as unidades da federação neste e no próximo domingo, 4 e 11 de novembro.

“Apenas os portais e redes sociais do Ministério da Educação e do Inep são fontes oficiais de informações sobre o Enem”, esclarece o Inep.

Os portões do Enem abrem às 12h, no horário de Brasília, e fecham às 13h. É preciso estar atento ao horário de verão, que começou hoje.

Projeto Mundo Novo Shalom promove Congresso para desenvolvimento profissional e pessoal

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“Transformando o coração do homem reconstruiremos o mundo”, esse é o tema da 6ª edição do Congresso do Projeto Mundo Novo Shalom, evento que acontecerá nos dias 17 e 18 de novembro, no Marina Park Hotel e contará com palestrantes, como: Moysés Azevedo, Emmir Nogueira e Roger Valim.

Anualmente o Congresso reúne profissionais dos mais diversos segmentos e regiões do país para refletir e dialogar sobre os grandes e atuais desafios da sociedade. Roger Valim, médico pediatra e palestrante desta edição, conta que a proposta deste ano é levar o público a refletir que para “construir um mundo novo, devemos passar pela transformação do coração do homem, das famílias, das atividades e empreendimentos dos formadores de opinião”.

Roger também destaca que o Congresso contará com momentos de pregação e oração, os quais serão favoráveis à descoberta de novas perspectivas que favorecerão uma forma inovadora de pensar, sentir e agir. As palestras desta edição possuem temas atrativos e enriquecedores para o diálogo, como: “Profissional cristão ou cristão profissional?” e “Como empreender e crescer a luz de Deus”, além da palestra principal que carrega como título o tema do Congresso.

Os ingressos para participar do evento custam R$100,00, cada, e podem ser adquiridos pelo site http://cpmn2018.eventbrite.com.br ou nos dois endereços do Projeto Mundo Novo. O pagamento pelo site pode ser feito no cartão de crédito e parcelado em até 10x.

SERVIÇO

Evento: Congresso do Projeto Mundo Novo

Data: 17 e 18 de novembro

Local: Marina Park Hotel

Contato: comunicacaofortaleza@comshalom.org

Projeto Mundo Novo

Rua Andrade Furtado, 749 – Cocó

Avenida Santos Dumont, 938 – Aldeota

Enem: mais de 5,5 milhões de inscritos farão provas em 1,7 mil cidades

Mais de 5,5 milhões de estudantes farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em mais de 1,7 mil municípios. Hoje (4), os inscritos farão provas de linguagem, ciências humanas e redação. O tempo de prova neste domingo será de 5 horas e 30 minutos.

Os estudantes devem estar atentos ao horário de verão, que começou hoje. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília, que segue o horário de verão.

As provas começam a ser aplicadas às 13h30. A partir das 13h, os alunos devem estar em sala de aula e serão realizados procedimentos de segurança.

O participante não poderá deixar o local de prova antes das duas primeiras horas e só poderá levar o seu Caderno de Questões caso deixe a sala 30 minutos antes do fim da prova.

Os candidatos deverão ter em mãos um documento válido, oficial e com foto; e guardar no envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos desligados. O candidato deve levar também caneta de tubo transparente e tinta preta. Lápis, borracha, lapiseira e canetas sem transparência não podem ser usados no dia da prova.

O gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo Inep até 14 de novembro. Já o resultado deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019.

O Enem 2018 será aplicado nos dias 4 e 11 de novembro, em 1.725 municípios brasileiros, 70 deles de difícil acesso. Ao todo, 5.513.726 estudantes estão inscritos. No dia 11 de novembro, os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

A estrutura para aplicação do Enem envolve 10.718 locais de aplicação, 155.254 salas e mais de meio milhão de colaboradores. Foram impressas 11,5 milhões de provas de doze Cadernos de Questões diferentes. Haverá ainda uma videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ao todo, são quase 600 mil pessoas envolvidas na aplicação do exame.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

(Agência Brasil)

Apareceu a margarida – Olê, olê, olá!

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (4):

Não para de repercutir a nomeação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça – agora transformado em superpoder, depois da fusão das estruturas da Justiça, Segurança Pública, Transparência, Controladoria Geral da União e o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Se fosse um governo de esquerda a fazer isso, o mundo desabaria, pois seria acusado de criar um monstro autoritário para ter em suas mãos os membros de todas as instâncias do poder público (Executivo, Legislativo e Judiciário), bem como do poder econômico nacional (não, naturalmente, do capital estrangeiro, o verdadeiro controlador) através do acesso ao bolso dos seus componentes e da “persuasão” que isso proporciona.

Mas, o questionamento que antecede a isso é ético: o que dizer de um juiz que “mobiliza o país inteiro para a prisão do candidato mais popular de uma eleição, vaza informações de forma deliberada para influenciar resultados da campanha e, ao final, recebe do candidato vencedor – aquele que, por coincidência, foi o mais beneficiado por suas intervenções – um cargo de destaque em seu governo” (indaga o professor e filósofo Vladimir Safatle). A derradeira intervenção de Moro no quadro eleitoral e político do País foi o vazamento da delação do ex-ministro Antônio Pallocci, às vésperas do 1º turno eleitoral. Aliás, ele já fora contatado ainda antes do 1º turno, segundo o vice, general Hamilton Mourão, o que torna o escândalo ético ainda maior.

Isso apenas confirma, segundo a quase totalidade dos analistas o papel político e estratégico da Operação Lava Jato como um projeto de poder, camuflado sob aparência jurídica. Pior: como parte de uma estratégia geopolítica estrangeira, de largo alcance, que tenta moldar a face do planeta e demolir o Estado Social para que o processo capitalista retorne aos moldes semelhantes aos do Estado Liberal do século XIX, o que exige subordinação total ao poder absoluto dos mercados, a anulação do Estado nacional e a submissão a um poder central internacional dominado pelo capital financeiro e concentrado nas mãos do 1% mais rico.

A revelação pela Lava Jato de alguns dos subterrâneos da corrupção foi merecedora de aplausos universais. Quem poderia ser contra? Contudo, logo foram se desvelando aspectos dissonantes:

1º) a seletividade da investigação. No caso da Petrobras, foi limitada ao período dos governos do PT. Nada de investigar as que surgiram no governo FHC (US$ 50 milhões depositados por diretores da estatal em contas na Suíça, em 1997, segundo o jornalista Paulo Francis. Já o empresário Ricardo Semler revelou, em artigo memorável, o esquema de propinas durante a ditadura). A lógica e a justiça exigiam o rastreamento dos esquemas até sua origem, se o propósito fosse realmente o de desbaratar a corrupção. Mas o plano era apenas derrubar o governo do PT.

2º) A prática prevalente nos países desenvolvidos quando surgem denúncias de corrupção é investigar, punir os responsáveis e multar as empresas, mas, evitando sua falência, pois o principal é garantir a produção, os empregos e a arrecadação. Isso poderia ter sido feito pela Lava Jato. Mas ela optou pelo desmonte da indústria naval, da petroquímica e de toda a cadeia de óleo e gás, bem como da engenharia nacional e das grandes empreiteiras que disputavam com êxito o mercado em vários continentes. Por quê? Mistério. No seu rastro, milhões de empregos desapareceram, as obras de infraestrutura estratégicas ficaram paralisadas, a arrecadação caiu e a economia nacional foi levada à breca. O que a Lava Jato recuperou para os cofres públicos é uma migalha se comparado aos prejuízos econômicos resultantes para o País e o retrocesso em todas as áreas. Moro poderia ter punido as mesmas pessoas sem levar o País à ruína.

3º) A Lava Jato abriu espaços para o estado de exceção e colocou o Estado brasileiro sob o protetorado do Departamento de Justiça do país concorrente (EUA), estabelecendo convênios diretos com uma potência estrangeira, sem passar pelos controles que regem a relação do Brasil com governos estrangeiros, o que deveria, por si só, levar ao enquadramento dos responsáveis na Lei de Segurança Nacional – tudo segundo estudiosos do assunto. No entanto, após um processo eleitoral distorcido pelo afastamento ilegal (segundo a ONU) do líder absoluto das pesquisas e de uma avalanche de fake news, se atinge a culminância de um processo conspiratório iniciado desde o primeiro governo Lula, com o engajamento de setores do empresariado, da grande mídia e do Judiciário para entregar o Brasil nas mãos do capital financeiro e seu projeto neoliberal, de acordo com os críticos.

Com a nomeação de Moro para a Justiça, finalmente apareceu a margarida.

Pesquisa constata desinformação de médicos sobre homossexualidade

Um estudo recente de três pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) evidenciou o desconhecimento de médicos heterossexuais quanto à homossexualidade. Visando identificar percepções equivocadas que podem prejudicar o atendimento de pacientes, Renata Corrêa-Ribeiro, Fabio Iglesias e Einstein Francisco Camargos questionaram 224 profissionais atuantes no Distrito Federal, a partir de um roteiro de perguntas formuladas por estudiosos norte-americanos.

Ao final do experimento, constatou-se que os participantes acertaram, em média, apenas 11,8 dos itens (65,5% das 18 respostas dadas). Alguns deles atingiram somente dois acertos.

O número de erros foi maior entre católicos e evangélicos, que indicaram 11,43 alternativas corretas, em média. A pontuação dos médicos que informaram ter outras religiões ou nenhuma foi de 12,42 acertos.

Os participantes tinham, em média, 42 anos de idade, e eram majoritariamente mulheres (149 profissionais – 66,5%). À época da aplicação do questionário, a maioria (208 pessoas – 92,9%) exercia a atividade após concluir a residência médica.

Os autores do artigo, intitulado O que médicos sabem sobre a homossexualidade? e publicado no início do ano, destacam que a sociedade médica tem alertado, há algum tempo, para comportamentos de profissionais da categoria que podem prejudicar o atendimento do segmento LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais). Com medo de serem hostilizadas, as pessoas pertencentes a esses grupos podem acabar deixando, por exemplo, de fazer consultas periódicas, tão importantes na detecção de doenças em estágio inicial.

Riscos

O estudo constatou problemas como falta de treinamento de profissionais de saúde, que têm dificuldade de abordar questões relacionadas à sexualidade, presença de barreiras e práticas institucionalizadas consideradas preconceituosas. Segundo os autores, a desinformação dos profissionais de saúde aumenta o risco de adoecimento mental, suicídio, câncer e de contração de doenças sexualmente transmissíveis.

Em alguns casos, apontou a pesquisa, a rejeição dos profissionais de saúde leva à evitação ou ao atraso no atendimento, ao ocultamento da orientação sexual, ao aumento da automedicação ou à busca de informações fora da rede médica, por meio de farmácias, de revistas, de amigos e da internet. Alguns pacientes só procuram o médico em situações de emergência ou em casos extremos, por receio de enfrentarem discursos homofóbicos, humilhações, ridicularizações e quebra de confidencialidade.

Erros

A questão que apresentou o maior percentual de erro, ressaltaram os pesquisadores, foi a 14, que pedia para classificar a informação de que quase todas as culturas têm mostrado ampla intolerância contra os homossexuais, considerando como “doentes” ou “pecadores”. Nesse caso, 154 médicos (68,8%) erraram a pergunta e julgaram o item verdadeiro, 37 médicos (16,5%) indicaram-no como falso, acertando a questão, e 33 (14,7%) não souberam responder.

Um total de 34,4% dos entrevistados não soube responder se a homossexualidade era doença (item 6), 4,9% responderam que sim. O item 10, que afirmava que uma pessoa se torna homossexual por conta própria, foi considerado verdadeiro por 32,1% dos médicos, e 13,8% não souberam responder. “Essa resposta revelou que quase metade dos médicos desconhecia os vários aspectos biopsicossociais relacionados à homossexualidade e a atribuía simplesmente a uma escolha feita pelo indivíduo”, escreveu o grupo de cientistas.

Violência contra LGBTI no Brasil

Em 2017, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) foram mortos em crimes motivados por LGBTIfobia. O número, apurado pelo Grupo Gay da Bahia, é o maior desde o início da série do monitoramento, que começou a ser elaborado pela entidade há 38 anos. O índice representa um aumento de 30% em relação a 2016.

Pelo mundo, a comunidade LGBTI tem conseguido galgar avanços na proteção a seus membros contra perseguições e ataques. Em setembro, a Índia descriminalizou a homossexualidade. A despenalização, que tinha como fundamento uma lei britânica de 150 anos, foi garantida por decisão da Suprema Corte do país.

(Agência Brasil)

Declarações de Bolsonaro sobre política externa preocupam diplomatas

A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro de que pretende romper laços diplomáticos com países com governos de esquerda e de fechar a embaixada brasileira em Cuba foi recebida com preocupação entre os diplomatas.

“Qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Foi acertado há quatro anos, quando Dilma era presidente, que se alguém pedisse exílio – no Brasil, como os médicos cubanos – seria extraditado. Dá para manter relações diplomáticas com um país que trata os seus dessa maneira?”, afirmou o presidente eleito, em entrevista ao jornal Correio Braziliense e à televisão Rede Vida.

O ex-embaixador Rubens Ricupero classifica o fechamento da embaixada brasileira em Cuba como um retrocesso para os tempos de Guerra Fria. “É uma volta ao espírito da Guerra Fria que acabou há mais de 30 anos. A Guerra Fria terminou com a queda do Muro de Berlim e o fim do comunismo. Naquela época é que havia esse tipo de atitude. A política externa brasileira sempre teve como princípio a universalidade nas relações. Nós procuramos ter relações com todos os países, qualquer que seja a orientação de cada um. É um imperativo da convivência entre as nações”, afirmou o diplomata.

O ex-embaixador Rubens Barbosa ressalta que o Brasil tem interesses comerciais com Cuba e defende que as relações diplomáticas sejam avaliadas com base no interesse brasileiro. “O Brasil tem uma tendência a ter relações com todos os países e, no caso de Cuba, nós temos interesses lá. Exportamos para Cuba e fazemos investimentos lá. Cuba tem uma dívida para com o Brasil, então a gente precisa colocar as relações do Brasil com Cuba e com todos os outros países dentro de um interesse maior do Brasil. Pegando o caso de Cuba, nós temos interesse em receber o dinheiro que o Brasil emprestou”, disse.

Em relação ao alinhamento político com os Estados Unidos, Ricupero aponta para um componente ideológico. “Os Estados Unidos têm interesses diferentes dos interesses brasileiros, em muitas coisas eles são até concorrentes do Brasil. Em comércio, por exemplo, em soja, em carne, carne bovina, carne suína, carne de frango, os EUA competem com o Brasil pelos mercados de fora. Então uma atitude como essa, de alinhar-se aos EUA é uma atitude ideológica”, pontua.

Entre as declarações de Bolsonaro com relação à política externa, a afirmação de que “a China quer comprar o Brasil” também gerou repercussão no meio diplomático por causa da importante relação comercial entre os países, sendo a China hoje o maior mercado para as exportações brasileiras.

Em entrevista para o canal de televisão norte-americano Fox News, na sexta-feira (2), Sérgio Amaral, embaixador brasileiro em Washington enfatizou a importância da relação entre os dois países.

“A China tem muitos investimentos no Brasil e tornou-se o parceiro comercial mais importante. Mas a diferença na relação entre China e Brasil em comparação com a que a China tem com outros países é, que sempre que dizemos algo, eles aceitam. Isso depende de nós e nós temos de decidir que tipo de política queremos ter com a China. Não tem razão para não continuarmos mantendo isso”, afirmou Amaral.

(Agência Brasil)

Camilo parabeniza acesso do Fortaleza e diz torcer por Clássico-Rei no próximo ano

Para o governador Camilo Santana, a conquista do Fortaleza à eleite do futebol brasileiro pertence a todos os cearenses. Camilo parabenizou o leão por meio do Facebook.

O governador disse que torce agora que o Ceará permaneça na Série A do Brasileirão, o que seria extraordinário para o Estado.

Fortaleza assegura acesso à Série A, com quatro rodadas de antecedência; Título poderá vir na terça-feira

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O Fortaleza é a primeira equipe a garantir o acesso à Série A do próximo ano, com quatro rodadas de antecedência, ao derrotar o Atlético Goianiense, neste início de noite de sábado (3), por 2 a 1, em pleno estádio Antonio Accioly, gols de Gustavo e Bruno Melo, ambos no primeiro tempo. Nos acréscimos da segunda etapa, João Paulo descontou.

Com o resultado, o Fortaleza chega 64 pontos e não mais poderá ser alcançado pelo Vila Nova, primeira equipe na boca do G4. Além disso, o time cearense aumentou a vantagem para o vice-líder, agora o CSA, com sete pontos a mais.

Com acesso garantido, a equipe do treinador Rogério Ceni busca agora o título da competição, que poderá vir já na terça-feira (6), no Castelão, em rodada completa. Para isso, o Fortaleza terá que vencer o CSA e torcer que o Avaí não vença o Atlético Goianiense, fora de casa.

O Leão enfrenta ainda o Avaí (em Florianópolis), o Juventude (Castelão) e o Coritiba, na capital paranaense.

(Foto: Divulgação)

Camilo deseja sorte aos 107 mil alunos da rede estadual que farão Enem neste domingo

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O governador Camilo Santana gravou mensagem neste sábado (3) aos mais de 107 mil alunos da rede estadual de ensino que farão as provas do Enem neste domingo (4).

Ao agradecer professores, coordenadores de ensino e colaboradores pelo empenho aos alunos, durante todo este ano, Camilo desejou sorte aos estudantes e disse que espera que o Ceará quebre o recorde de aprovações, que no ano passado somou 17 mil ingressos em universidades públicas.

Ninguém solta a mão de ninguém

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Em artigo no O POVO deste sábado, a jornalista Letícia Alves aponta que a rejeição popular a Bolsonaro não deve se sobrepor ao desejo de um País melhor. Confira:

A frase que intitula este artigo começou a ser compartilhada no domingo mesmo, após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência do Brasil ser confirmada. A rejeição inicial ao candidato eleito por parte dos que não o escolheram é natural e, desde que não seja também uma rejeição à democracia, legítima. Afinal, o pleito não define só quem comandará o País, mas também quem ocupará o papel de oposição. Se Bolsonaro foi escolhido para presidir o Brasil, sobrou ao PT de Fernando Haddad ocupar as fileiras de combate no Congresso Nacional. É assim que a política funciona lá em Brasília.

Essa rejeição popular ao novo presidente, porém, não deve se sobrepor ao desejo que todos devemos ter – seja quem votou em Bolsonaro, em Haddad ou nulo – de um País melhor. Dia desses vi um colega que compartilhou nas redes sociais “ninguém solta a mão de ninguém” publicar que não torce para que Bolsonaro faça um bom governo. Na gana egoísta de poder dizer “eu avisei” ao fim do mandato, ele soltou a mão dos milhões de desempregados e dos milhares que morrem todos os anos vítimas da violência e da falta de estrutura dos hospitais públicos.

Convenhamos, não é essa a atitude que se espera de um cidadão que respeita a democracia e que se preocupa com o seu País. Ao longo da semana, deparei-me com vários outros exemplos de falas antidemocráticas e, inclusive, histéricas. Publicações que incitavam o medo nas pessoas, medindo o perigo não de acordo com situações reais que se apresentavam, mas com o próprio temor que se sentia. Observei que, muitas vezes, o pânico era de estar errado.

Do outro lado, vi gente eufórica pregando o fim dos seus adversários – ou melhor, inimigos políticos e corroborando com o pavor criado. Vi colegas da imprensa sendo humilhados e até agredidos fisicamente em nome do pedido de uma “imprensa imparcial”. Li notícias de violência relacionada ao contexto político.

Concordo com a tal frase. As eleições acabaram, e é tempo mesmo de dar as mãos. Todos nós, seja lá em quem tenhamos votado, sofremos com brigas na família, fomos chamados do que não somos e perdemos amizades, nos últimos meses, por causa de política. O momento agora é de união: se todos votamos acreditando que a nossa escolha era a melhor para o Brasil, é possível ter esperança de um País seguro, rico e feliz. E, quem sabe, ainda manter o interesse político para cobrar o cumprimento de promessas e protestar contra o que não é bom. Ninguém solta a mão de ninguém.

Letícia Alves, jornalista do O POVO

R$ 180,7 milhões – Prefeitura define data da segunda parcela do 13º

A Prefeitura de Fortaleza definiu para o dia 20 de dezembro o pagamento da segunda parcela do 13º salário aos servidores municipais. Em junho passado, a Prefeitura adiantou 40% do valor.

“Vamos desembolsar os 60% da gratificação, o que representa a soma de R$ 180,7 milhões”, destacou o prefeito Roberto Cláudio.

Beste fim de semana, o prefeito viaja para a Tailândia, no sudeste asiático, onde será palestrante na conferência denominada de “Segurança 2018”, organizada pelo Ministério de Saúde Pública da Tailândia e co-patrocinada pela OMS, Instituto Nacional de Medicina de Emergência (NIEM) e pela Fundação de Promoção de Saúde da Tailândia

(Foto: Arquivo)

Obama adverte sobre consequências “profundas” após próximas eleições

O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Barack Obama advertiu sobre as “profundas” consequências que as próximas eleições deixarão para o futuro do país. Ele encorajou a “sair para votar”.

“Os Estados Unidos estão em uma encruzilhada, o seguro médico de milhões de pessoas está na cédula”, disse Obama durante comício em apoio aos democratas nas eleições intermediárias, nas quais, advertiu, “o caráter” dos EUA está em jogo.

“Queremos os Estados Unidos onde, nós o povo, sem importar como nos olhemos, sem importar qual é o nosso sobrenome, nem como chegaram nossos pais a este país, possamos nos unir para trabalhar por ele”, disse o ex-presidente em ato realizado na Universidade de Morehouse.

Sem se referir ao atual presidente, Donald Trump, Obama advertiu sobre os riscos de deixar que a atual retórica contra a diversidade étnica, religiosa e sexual continue ganhando terreno.

O ex-presidente manifestou assim seu apoio à candidata democrata ao governo, Stacey Abrams, que está em empate virtual com o republicano Brian Kemp, atual secretário de Estado e ao qual Obama criticou pela eliminação de milhares de eleitores, principalmente das minorias, do censo eleitoral por divergências nas assinaturas.

“Você, concorrendo ao cargo mais alto no estado, como pode tentar evitar que os cidadãos do seu estado exercitem o direito mais básico?”, perguntou Obama.

O ex-presidente afirmou que Stacey, que quer se tornar a primeira governadora afro-americana do país, tem uma “visão mais esperançosa” do governo estatal.

Barack Obama fez o comício em Atlanta após liderar outro ato de campanha em Miami, na Flórida, a favor do candidato democrata a governador, Andrew Gillum, e do senador Bill Nelson, que concorre à reeleição.

Nessa cidade do sul da Flórida, como em Atlanta, foi ovacionado de maneira constante, Obama já tinha também advertido que os EUA estão “em uma encruzilhada”.

De acordo com os mais recentes dados da empresa TargetSmart, o estado da Geórgia viu um aumento significativo no número de eleitores entre 19 a 28 anos.

Esta semana, a apresentadora de televisão Oprah Winfrey também visitou a Geórgia para fazer campanha a favor da candidata democrata e participou de vários eventos na quinta-feira, para depois ir de casa em casa pedir votos para Stacey.

(Agência Brasil com Agência EFE)

Alguns caminhos para melhorar a rentabilidade da sua empresa

Em artigo sobre rentabilidade e ascensão empresarial, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças, aponta estratégias de crescimento. Confira:

Quantos empresários já não tiveram a impressão de que estão fazendo todo o possível para melhorar o resultado financeiro da sua empresa, mas que, por algum motivo, não conseguem descobrir o(s) motivo(s) de não estarem conseguindo? Mesmo com tudo aparentemente andando como deveria: marca bem conhecida, cadeia de fornecimento devidamente em ordem, fluxo de vendas contínuo e, muitas vezes, até crescente. Mas mesmo assim, sua rentabilidade não avança.

Começam a apontar situações desconexas, sem uma estratégica de crescimento com bases fundamentais, enfim fazem de tudo, menos corrigir o problema na fonte. Vamos propor alguns caminhos a serem tomados para lhes apoiar, a fazer a sua curva de rentabilidade começar a ganhar ascensão.

A – VOCÊ REALMENTE CONHECE O SEU MERCADO?

Não há como ser o melhor ou mesmo otimizar custos, se pra você o seu mercado é qualquer um. Isso é muito amplo, e ninguém consegue atender de maneira ordenada e produtiva a todos, pois se gasta muita energia, pra não dizer dinheiro, ao não se conhecer realmente quem é o seu público alvo.

Existem várias técnicas que você pode adotar para conhecer quem realmente é o seu cliente, e uma das mais eficazes é a pesquisa de mercado, onde você pode saber onde se localiza seu cliente, quais os gostos que ele tem, quanto ele pode pagar pelo seu produto, dentre outras informações de bastante relevância para se montar um planejamento eficaz.

É muito importante também, que você entenda a dinâmica do seu mercado. Quais as políticas de preços vigentes, quais os melhores fornecedores, quais são as melhores praças para venda, etc.

B – AGORA VAMOS SEGMENTAR SEU PÚBLICO

Após você ter conhecido seu mercado, e entendido sua dinâmica, vamos buscar quem é o foco da sua empresa. Utilizemos o seguinte exemplo: Após a leitura dos relatórios provenientes da sua pesquisa de mercado, você percebeu que seu produto recebeu melhor aceitação por homens entre 18 e 25 anos, solteiros, universitários e que ainda não possuem residência própria. Com isso conseguimos estipular critérios importantíssimos para trabalharmos nossas políticas de marketing, de forma mais eficaz, ou seja, não poderemos fazer nenhuma campanha para um público que fuja a esses delimitadores que encontramos. Assim a campanha será muito mais objetiva e produtiva, e você terá mais percepção de que o custo-benefício foi compensador. Sem este nível mínimo de foco, você acabará gastando muito para conquistar um número bem reduzido de pessoas.

C – VAMOS VER O QUE SE PODE FAZER NAS VENDAS PARA MELHORAR A RENTABILIDADE DO SEU
NEGÓCIO

Estas situações que serão expostas, são uma constante em vários negócios e você poderá se ver, facilmente, em algumas delas:

CENÁRIO 1 – VENDAS ELEVADAS E BOAS MARGENS DE LUCRO

Situação muito agradável e perseguida por todos, mas vai aqui um alerta, não fique completamente confortável porque é aí que podem começar a vir os problemas. Tenha sempre um trabalho contínuo voltado para reduzir suas despesas, investir em treinamento, atrair e fidelizar seus clientes. Busque sempre estar criando situações de melhorias para seus colaboradores.

CENÁRIO 2 – VENDAS ELEVADAS E PEQUENAS MARGENS DE LUCROS

Procure entender se você não está vendendo seu produto barato demais, ao ponto de não estar cobrindo seus custos. Nesta situação reveja seu preço e o aumente, você poderá com isso perder alguns clientes, mas é melhor assim do que está operando no vermelho.

Outra situação possível é que você não está com a informação correta dos seus custos de produção, por isso será melhor você fazer uma nova apuração, antes que ele continue depredando a sua margem de lucro. Provavelmente você terá que rever todo seu processo produtivo, e ver onde podem ser cortados alguns custos.

CENÁRIO 3 – VENDAS EM BAIXA E BOAS MARGENS DE LUCROS

Esta é uma situação bem perigosa porque essa empresa terá a tendência de centralizar seus resultados nas mãos de um número pequeno de clientes, o que a deixa muito exposta às intemperes do mercado. Um cliente que seja, deixando de comprar, poderá afetar todo a sua operação.

É fato que seu preço pode estar fora da curva convencional, e isso pode estar afastando os clientes. Procure ver como o mercado está praticando o preço para o seu produto, e procure o equilíbrio com este.

Considere também em suas analises a possibilidade de você não estar fazendo nenhuma ação de marketing para mudar a sua curva de vendas. Veja quando foi a última vez que você abriu para promoções, quais estratégias de fidelização você tem usado, etc.

CENÁRIO 4 – VENDAS EM BAIXA E BAIXAS MARGENS DE LUCROS

Seguramente esta é a situação que ninguém quer enfrentar. É um somatório de situações desfavoráveis, que requerem uma atenção múltipla para sua resolução: baixo investimento por parte da empresa, produtos não possuem boa qualidade, funcionários desmotivados, ações de marketing ineficientes, ou mesmo, não possui nenhuma ação de marketing, etc.

Importante rever todas as dicas anteriores, e fazer uma análise precisa de todas as fraquezas que a empresa apresenta para se estruturar melhoramentos. Podem ser muitos itens a serem melhorados, por isso construa uma lista de prioridades e vá implantando as melhoras.

D – REDUÇÃO DE CUSTOS

Instintivamente esse é o primeiro ponto a ser pensado para se fazer uma melhora na rentabilidade da empresa, e também acaba se tornando a mais segura. Vejamos bem que, ao elevarmos os preços para tentar aumentar a rentabilidade, corremos um sério risco de perder uma boa fatia de nossos clientes, e aí pode ser o momento em que a concorrência dê “xeque-mate” em seu negócio.

Reavaliar seus custos deve estar dentro de sua rotina gerencial, e deve se dar tanto em momentos de alta como de baixa do seu negócio. Assim você vai construir uma filosofia que o ajudará a fazer a manutenção em seu ciclo de eficiência.

Com esse constante trabalho de redução de custos você acabará ganhando uma boa vantagem competitiva frente a seus concorrentes.

Vamos abordar dois pontos em que você poderá fazer uma reavaliação de seus custos:

1 – REVEJA SUA CADEIA DE FORNECIMENTO

É comum estarmos comprando de um mesmo fornecedor por muito tempo, e nunca paramos para rever prazos e preços. O tempo vai passando e como não renegociamos mais, isso acaba depredando a margem de lucro. Ninguém está dizendo que será fácil ligar para todos os fornecedores e renegociar prazos e preços, mas é uma tarefa muito necessária.

2 – AVALIE SUA ESTRUTURA DE PESSOAL

Analise a produção da sua equipe, e veja quem realmente está valendo a pena e aqueles a quem já foram dadas todas as chances. Não se pode bancar a improdutividade de ninguém. Sua empresa não suportará.

Muita cautela na distribuição e no corte de benefícios, pois você poderá estar desagradando àqueles funcionários que realmente fazem a diferença em seu negócio.

Não adianta construir um pacote com muitos benefícios aparentes. Veja quais benefícios realmente fazem a diferença na vida de seus funcionários e invista neles.

Esses foram apenas alguns caminhos possíveis para que você consiga encontrar o ponto certo para melhorar a rentabilidade da sua empresa. Espero tê-los ajudado.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário

Falsos inquilinos – Polícia investiga grupo suspeito de realizar furtos em condomínio no Cocó

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga furtos realizados nesse feriado, dia 2, em condomínio fechado no bairro Cocó. Segundo testemunhas, quatro homens teriam dado entrada em um apartamento alugado na última quarta-feira, 31, e realizado os roubos nos dias 1 e 2 de novembro.

O crime foi percebido por moradores de quatro apartamentos por volta de 12h50min dessa sexta-feira, 2. De acordo com uma testemunha, os homens foram vistos deixando o condomínio carregando malas, como mostra imagem de câmera de segurânça interna (foto). Antes de sair, eles também teriam entregue as chaves do apartamento que alugaram ao porteiro do prédio informando que uma pessoa viria realizar limpeza no local. Entre os pertences roubados estavam joias, relógios, notebooks, documentos e outros objetos menores.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) uma viatura da Polícia Militar do Ceará (PMCE) esteve no local e recolheu imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos.

Denúncia

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que possam ajudar na elucidação do caso. As denúncias podem ser feitas pelo número 181, o Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), para o (85) 3101-1144 do 9° DP. O sigilo é garantido.

(O POVO Online / Foto: Reprodução)

Bolsonaro, a imprensa e a noção de público

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (3), pelo jornalista Érico Firmo:

Os primeiros indicativos da relação do governo eleito com a imprensa preocupam. Nessa relação, Bolsonaro sinaliza para algumas práticas bem antigas, aliadas a métodos repaginados.

Característica que marcou a trajetória da candidatura desde a origem foi a hostilidade com jornalistas. Isso prosseguiu até depois da eleição, com ofensas de assessor a profissionais num grupo de WhatsApp e patada gratuita de futuro ministro até em repórter estrangeira. É um método.

Em uma das primeiras entrevistas após eleito, na Band, Bolsonaro falou sobre a censura ocorrida na ditadura militar. Segundo ele, era permitido criticar o governo. As informações censuradas teriam intenção não de proteger o regime das críticas, mas evitar o envio de mensagens cifradas para que fossem cometidos crimes por grupos subversivos. Um delírio. Esse nem mesmo era o argumento oficial alegado à época. (Em 1975, a primeira versão de Roque Santeiro foi proibida de ir ao ar. O motivo não era mensagem cifrada, mas o fato de escuta telefônica ter flagrado conversa entre o historiador Nelson Werneck Sodré e o escritor Dias Gomes, na qual o autor da novela dizia que Roque era, na verdade, uma versão disfarçada de “O berço do herói”, peça proibida em 1965.)

Bolsonaro justificou a censura, mas não me parece que tenha intenção de censurar a imprensa hoje. Seu método de hostilidade é desacreditar os meios de comunicação. Melhor que controlá-los é atacar a credibilidade deles. Tentar fazer com que as pessoas não acreditem neles. Isso só é possível quando se tem séquito de seguidores fiéis e dispostos a seguir fielmente o líder. Um perigo.

Colocar em prática esse tipo de estratégia não é algo tão novo. O PT tentou fazer o mesmo. Terminou esta campanha se apegando a alguns dos mesmos veículos que tanto combateu. Não muito diferente da eleição anterior, quando reportagem da Folha de S.Paulo sobre o aeroporto no município mineiro de Cláudio já foi arma crucial na campanha contra Aécio Neves (PSDB). Ocorre que, até pelos novos instrumentos disponíveis, isso nunca foi tão eficaz quanto agora.

Esse método não é novo e o outro é do arco da velha. Em entrevista ao Jornal Nacional, Bolsonaro disse com todas as letras que cortará verbas publicitárias como forma de retaliar veículos críticos. Não é novidade e é uma excrescência. Surpreendente é que diga com tanta transparência algo que flerta com a improbidade administrativa. Porque, qual a diferença entre não entregar verba pública a jornal que critica e entregar a quem elogia? Qual a diferença entre isso e um mensalão da imprensa?

Na quinta-feira, 1º, ele mostrou outra face de como pretende combater quem critica. Escolheu os veículos de imprensa que participariam de sua primeira entrevista coletiva. Ficaram fora Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo, Valor Econômico, CBN, O Globo e até a EBC. Num sinal de como deve tratar a empresa pública de comunicação, ele não a deixou entrar na entrevista coletiva. Tiveram acesso TV Globo, Globonews, Record, Band, SBT, RedeTV, Jovem Pan, UOL, G1 e Reuters.

O presidente eleito dá dois recados. Mostra que não entende o caráter público de sua função. E deixa claro que, além das verbas, usará a informação para favorecer determinados veículos, em detrimento de outros cuja postura desagrade.

Pode parecer problema de jornalista. Porém, a hostilidade e a tentativa de controlar a informação é característica comum a todo autoritarismo.

Comissão aprova proposta que obriga escola a informar faltas injustificadas dos alunos

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou proposta que obriga estabelecimentos de ensino a informarem pais de alunos ou responsáveis legais sobre faltas injustificadas do estudante por mais de quatro dias consecutivos ou oito intercalados.

O relator, deputado João Paulo Kleinübing (DEM-SC), recomendou a aprovação do texto na forma do substitutivo ao Projeto de Lei 1545/15, do deputado Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO), aprovado em 2016 pela Comissão de Educação.

O texto aprovado altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – 9.394/96). Essa norma exige dos alunos frequência mínima de 75% do total de horas letivas para fins de aprovação e também prevê que os pais sejam informados das faltas, mas não define quando isso deve ocorrer.

O substitutivo determina ainda que o atendimento aos alunos das escolas públicas de educação básica por psicólogos será feito por profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) – haverá prazo de um ano, a partir da publicação da futura lei, para oferta desse serviço. O projeto original obrigava todas as escolas a disporem de psicólogos em seus quadros de profissionais.

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Agência Câmara Notícias)

Bolsonaro diz que iniciou intensa agenda para “fazer diferente”

Assim como fez nessa sexta-feira (2), o presidente eleito Jair Bolsonaro deixou o condomínio na Barra da Tijuca, na manhã deste sábado (3), sem informar o destino. Ele seguiu pela Transolímpica e parou no cabeleireiro HJM, em Bento Ribeiro, onde cortou o cabelo. Não se sabe a agenda dele para o dia.

Ontem, ele deixou o condomínio à tarde para visitar o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (Cadim), que fica na Costa Verde do Rio de Janeiro. Bolsonaro chegou ao local por meio de um barco que partiu de Itacuruçá, em Mangaratiba.

Pelo Twitter, Bolsonaro disse hoje que já iniciou “intensa agenda”, com propostas para “fazer diferente de tudo que governos anteriores fizeram”, incluindo planos para “fomentar a economia, mas principalmente resgatar a confiança do brasileiro e do estrangeiro em nosso Brasil”.

No fim da tarde de ontem, também no Twitter, afirmou que “por muito tempo, nossas instituições de ensino foram tomadas por ideologias nocivas e inversão de valores, pessoas que odeiam nossas cores e Hino. Hastear uma bandeira do Brasil não tem relação com política, mas com o orgulho de ser brasileiro e a esperança de tempos melhores”.

(Agência Brasil)