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Corpo dissolvido – Príncipe saudita disse a Trump que Khashoggi era islamita perigoso

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, afirmou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o jornalista Jamal Khashoggi era um “islamita perigoso”, dias depois do seu desaparecimento.

No telefonema entre Trump e o príncipe também participaram o assessor de segurança nacional dos Estados Unidos, John Bolton, e o genro de Trump, Jared Kushner, segundo informou ontem “The Washington Post”.

De acordo com o jornal, que cita fontes que sabiam da ligação, esta aconteceu depois do desaparecimento do jornalista no dia 2 de outubro e antes que a Arábia Saudita reconhecesse seu assassinato no dia 20.

Nela, o príncipe Mohammed tenta justificar a seus interlocutores que Khashoggi pertencia aos Irmãos Muçulmanos e pediu a Kushner e a Bolton que Washington mantivesse sua forte aliança com Riad.

Um funcionário saudita negou a “The Washington Post” que o príncipe saudita tenha feito estes comentários.

A família do jornalista, por sua vez, os rejeitou em comunicado: “Jamal Khashoggi não pertencia aos Irmãos Muçulmanos. Ele negou estas acusações repetidamente ao longo dos últimos anos”.

“Jamal Khashoggi não era de nenhuma maneira uma pessoa perigosa. Afirmar o contrário seria ridículo”, acrescentou o comunicado da família.

O corpo do jornalista foi esquartejado e dissolvido em uma substância química, afirmou Yasin Aktay, assessor da Presidência da Turquia, ao jornal Hürriyet.

(Agência Brasil com Agência EFE)

Fortaleza e Jericoacoara em alta neste feriadão

O Aeroporto Internacional Pinto Martins registrou bom movimento nas últimas horas.

O clima de feriadão, turbinado por pacotes turísticos, fez pousadas e hotéis do litoral cearense manterem boa taxa de ocupação.

Fortaleza – com sua Praia do Futuro e roteiro de praias da Região Metropolitana, e Jericoacoara (Litoral Norte) estão em alta neste período, segundo as agências de turismo.

(Foto – Paulo MOska)

 

Imprensa internacional destaca perfil anticorrupção de Sergio Moro

A indicação do juiz federal Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, para o cargo de ministro da Justiça repercutiu na imprensa internacional, desde antes mesmo de Moro, aceitar o cargo, o que ocorreu ontem (1º). Jornais estrangeiros apontam que a indicação é uma sinalização de que o Brasil vai intensificar a luta contra a corrupção. Veículos também fazem críticas à conduta do juiz na Lava Jato, dizendo que as investigações teriam dado mais peso às acusações ao PT.

Moro assumirá o superministério da Justiça, que deverá englobar as áreas de Segurança Pública, Controladoria-Geral da União e Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

A indicação ganhou destaque em veículos como os americanos The New York Times e The Wall Street Journal, o inglês The Times, o espanhol El País, o francês Le Monde, a agência de notícias britânica Reuters, a empresa pública BBC e a agência americana Associated Press.

Em artigo intitulado “O juiz brasileiro que condenou Lula aceita cargo na equipe de Bolsonaro”, The New York Times mostra que o juiz é visto como agente importante de combate à corrupção, mas ressalta que na reta final das eleições, ações de Moro beneficiaram o então candidato Jair Bolsonaro (PSL). A Reuters também destaca que o juiz foi responsável pela prisão de Lula, rival do presidente eleito.

No artigo “O novo líder do Brasil escolhe juiz anticorrupção como ministro da Justiça”, The Wall Streeet Jornal afirma que “Moro estará em posição de ajudar a impulsionar as reformas estruturais. Mudanças que ele argumenta há muito são necessárias para combater as causas da corrupção”.

O inglês The Times destacou o fato de Bolsonaro oferecer um emprego no novo governo “para o juiz anticorrupção, cuja investigação levou à prisão de seu rival político”.

Para o El País, a entrada de Moro no Executivo brasileiro marca “um antes e depois nas investigações da Lava Jato”, que afeta “praticamente toda a classe política do Brasil”.

A Associated Press destaca que a decisão “será aclamada por brasileiros ansiosos por uma repressão ao suborno, mas também [será marcada] por uma profunda polarização após uma campanha presidencial contundente”.

Para a emissora britânica BBC, a nomeação de Moro deve impulsionar as alegações de que a Operação Lava Jato teve “motivações políticas”. A reportagem destaca a fala de Bolsonaro de que Moro é “uma peça muito importante para o governo dele”. A BBC informa ainda que o presidente eleito está reduzindo o tamanho do governo por meio da criação de superministérios, juntando algumas pastas.

Já o jornal francês Le Monde faz um compilado de toda a equipe já anunciada por Bolsonaro no artigo “Brasil: militar, juiz anticorrupção, astronauta…Os futuros ministros do governo Bolsonaro”.

Além de Moro, já estão confirmados no novo governo os ministros da Defesa (general Augusto Heleno), da Ciência e Tecnologia (o astronauta Marcos Pontes), o da Economia (Paulo Guedes) e o da Casa Civil (Onyx Lorenzoni).

(Agência Brasil)

De quais reformas precisamos?

Em artigo no O POVO desta sexta-feira, a conselheira Soraia Victor, do TCE, ressalta que o Brasil somente retomará o caminho do crescimento se o governo adotar medidas de reequilíbrio das contas públicas. Confira:

Passado o período de eleições, o novo Presidente da República iniciará sua gestão com uma pauta complexa de desafios a serem vencidos: o ajuste fiscal e as antipáticas, contudo, necessárias, reformas previdenciária, trabalhista
e tributária.

É consenso entre os economistas que o Brasil somente retomará o caminho do crescimento se o governo adotar medidas de reequilíbrio das contas públicas.

Contudo, as ditas “medidas de austeridade”, como enxugamento da máquina pública, congelamento de salário dos servidores públicos, privatizações e aumento de tributos são polêmicas e soam negativamente, principalmente, para o funcionalismo público.

Muitos servidores reclamam que os gastos com pessoal são elevados, mas são os primeiros que não querem pagar uma maior alíquota contributiva e abominam qualquer impacto negativo em seu regime previdenciário. Muito se reclama que o valor da aposentadoria é baixo, mas não consideram “baixo” o tempo de contribuição ou mesmo a pouca idade para se aposentar, por compreender que são pequenas filigranas jurídicas, frente a tudo que já serviu.

Nesse cenário, muitos não querem ser prejudicados, a nível individual. E, assim, não abrem mão do que consideram seu “direito fundamental inalienável” ou sua “prerrogativa como garantia da ordem pública”. Por outro lado, todos defendem ser a favor da pátria e de uma Nação unida, sem, entretanto, perder a oportunidade de estender a mão para receber mais benefícios.

Talvez mais alienado esteja quando não se consegue ceder em função da evolução coletiva, por considerar que isso prejudicaria seus próprios direitos individuais.

Indaga-se: qual classe de servidores está disposta a alterar o regime previdenciário? Quais dos juízes, conselheiros e membros do Ministério Público aceitam perder benefícios? Quem da iniciativa privada concorda em pagar mais impostos?

Na busca de sempre ter razão, falta razão ao implemento das reformas.

Em tempos de reformas, a maior reforma, é a de consciência.

Soraia Victor, conselheira do Tribunal de Contas do Estado

Banda cearense faz tributo a Tim Maia nesta sexta-feira

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A banda cearense Black.CE realiza na noite desta sexta-feira (2), no The Bar, no bairro João XXIII, um tributo ao cantor Tim Maia, falecido há duas décadas, aos 55 anos. O ingresso custa R$ 8.

A banda irá se apresentar a partir das 22h30min e seguirá com os maiores sucessos de Tim Maia até a 0h30min. O The Bar estará aberto ao público a partir das 18 horas.

SERVIÇO

Tributo a Tim Maia

Banda Black.CE

Sexta-feira, 2

Horário: 22h30min

Entrada: R$ 8

Endereço: Avenida Lineu Machado, 1514, João XXIII

(Foto: Divulgação)

Presidente eleito não reconhece e desautoriza informações de “equipe de Bolsonaro”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira (2), pelo Twitter, que desautoriza informações divulgadas por “equipe de Bolsonaro”. Segundo ele, tratam-se de especulações sobre os mais variados assuntos.

“Desautorizo informações prestadas junto à mídia por qualquer grupo intitulado Equipe de Bolsonaro, especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], Previdência, etc”.

O posicionamento ocorre após diversas notícias terem sido veiculadas na imprensa com informações atribuídas à equipe de Bolsonaro. Hoje, o jornal O Globo publicou que a CPMF pode ser recriada para financiar a Previdência. A notícia foi atribuída à “equipe econômica do presidente eleito”

Nessa quinta-feiram (1º), Bolsonaro concedeu a primeira entrevista coletiva após a eleição. Ao contrário do que é usual, apenas as TVs (exceto a TV Brasil) e algumas rádios e sites foram convocados para a entrevista, organizada pela assessoria do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente eleito.

Os jornais impressos (e seus portais online), agências de notícias nacionais e internacionais – inclusive a Agência Brasil – tiveram seus pedidos de credenciamento ignorados. O presidente eleito disse que não pediu para excluir ninguém e que desconhecia quem tinha organizado a coletiva.

(Agência Brasil)

Pena de assaltante do Banco Central de Fortaleza é reduzida de 27 anos para apenas 4 anos de prisão

O assaltante cearense Antônio Artenho da Cruz, 57, um dos integrantes da quadrilha que furtou o Banco Central (BC) de Fortaleza, em 2005, teve a pena reduzida de 27 anos e 7 meses para quatro anos de prisão. Caso só respondesse por este crime, Artenho estaria solto em 8 meses pois teria cumprido 1/6 da pena e passaria para o regime semiaberto. No último dia 18, a sexta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) extinguiu a pena em relação à lavagem de dinheiro.

Antônio Artenho, também conhecido por Bode, é um dos escavadores do túnel que chegou ao cofre do Banco do Central. Ele já havia sido beneficiado por uma decisão anterior que diminuiu o total da sentença recebida na 11ª Vara Federal de Fortaleza. O mesmo STJ tinha reduzido para 13 anos.

A pena pelo furto qualificado, antes de 8 anos, caiu para 4. A punição por formação de quadrilha foi reduzida de 3 anos para 1 ano e 6 meses. E pelo crime de lavagem de dinheiro, a defesa de Artenho conseguiu convencer aos ministros do STJ que os 16 anos aplicados pelo juiz Danilo Fontenele virassem 7 anos e 6 meses de prisão.

A advogada Erbênia Rodrigues, que defende Artenho apenas no caso do furto milionário do BC, insistiu mais ainda na modificação da sentença. Ela lançou mão do mesmo argumento jurídico usado para conseguir a extinção da pena de lavagem de dinheiro para Antônio Jussivan Alves dos Santos (o Alemão), um dos líderes do crime, e para a irmã – Geniglei Alves dos Santos.

O crime de “lavagem de dinheiro praticado por organização criminosa” não poderia ser aplicado aos condenados pelo maior roubo a banco do Brasil porque o delito não estaria “tipificado” de 2006 a 2008, segundo Erbênia Rodrigues.

De 2006 a 2008, a equipe do delegado federal Antônio Celso monitorou e esmiuçou como Alemão e 30 “laranjas” fizeram para lavar as cota recebidas da divisão dos R$ 164,7 milhões furtados na capital cearense.

De acordo com a advogada, “a definição do crime de lavagem de dinheiro praticado por organização criminosa só ocorreu com a vigência da Lei 12.850/2013”. Em janeiro de 2017, o desembargador federal Paulo Roberto de Oliveira Lima, relator do caso, acatou os argumentos da defesa e convenceu outros magistrados da turma, e até a procuradora do Socorro Paiva, que a maior parte da pena de Alemão teria de ser extinta.

Alemão se livrou da condenação de 80 anos, 10 meses e 20 dias de prisão em regime fechado. Com o fim da pena por lavagem de dinheiro/organização criminosa, restaria para o assaltante 49 anos e dois meses pelo furto qualificado e outros delitos menores.

Mas, como o TRF-5 já havia diminuído a punição para 35 anos e 10 meses, o tempo de presídio pelo BC tinha acabado. Preso em 2008, Alemão cumpriu 1/6 da pena, tinha bom comportamento e poderia responder em liberdade. Porém ele tinha condenações por outros crimes e tentou fugir.

A decisão do TRF-5, então, gerou um efeito cascata para o restante dos condenados pelo furto do BC. Antônio Artenho, foragido desde o roubo de R$ 164,7 milhões, em 2005, foi finalmente capturado no mês passado (10/10) por policiais do Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas (Ronda) de Boa Viagem – município cearense onde estava escondido na zona rural.

Com a extinção da maior parte da pena, Bode já estaria em liberdade condicional. No entanto, quando teve a casa cercada por PMs, o fugitivo foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. Ele estava com uma espingarda calibre 36 e nove cartuchos. Artenho também responde a outros crimes. Por isso, continuará preso em Fortaleza.

(O POVO Online / Demitri Tulio)

Enem: bom uso do português será diferencial na redação, diz professor

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deverá ser mais exigente este ano, e os estudantes deverão estar atentos, sobretudo ao uso da língua portuguesa, segundo o coordenador pedagógico do Vetor Vestibulares, Rubens César Carnevale, que foi corretor da redação do Enem por três anos seguidos, de 2014 a 2016.

“O que aparece na correção do Enem é a gramática instrumental. O aluno tem que ser usuário do idioma. Não precisa ser especialista, não tem que saber nomenclatura, mas tem que saber usar”, diz.

Neste domingo (4), os 5,5 milhões inscritos no Enem farão as provas de linguagem, ciências humanas e redação. Terão para isso, o tempo de 5 horas e 30 minutos. O Enem continua no dia 11 de novembro, com as provas de ciências da natureza e matemática.

O rigor da correção, segundo o professor, tem aumentado a cada ano. Em 2018, a previsão é que os corretores estejam mais exigentes, principalmente em relação ao uso da língua portuguesa. Pelo menos duas competências das cinco avaliadas no Enem cobram explicitamente o idioma.

“O Enem tem aperfeiçoado o método de correção. Não tem mais a expectativa de que aconteça o que ocorreu há quatro anos, quando alunos colocavam receitas ou hinos e tiravam nota. A expectativa não é mais essa. O treinamento dos corretores está mais rigoroso. Vai ter treinamento depois da prova. Isso é feito em todas as bancas de vestibular”, afirmou.

Para ir bem na prova, o professor dá algumas dicas, como fazer um rascunho com os principais tópicos que pretende abordar no texto. Além disso, dar atenção ao primeiro parágrafo porque ele vai definir o estilo e a linha de discurso: “O melhor é já causar uma boa primeira impressão”.

Se o tema for polêmico, Carnevale recomenda que os estudantes coloquem a visão contrária para que o avaliador entenda que o autor da dissertação compreende o panorama completo. Apesar disso, ressalta: “O texto deve ter uma conclusão clara e, embora seja possível listar outros pontos de vista na redação, não deve haver dúvida sobre a mensagem que o autor do texto pretende passar”.

Na proposta de intervenção, exigida no texto, o estudante deve deixar claro alguns elementos, primeiro, o agente, que é quem vai tomar a medida; a ação necessária; depois o meio para que seja executada e a finalidade da intervenção. Desde o ano passado, desrespeito aos direitos humanos não é mais motivo para zerar a redação inteira, mas, ainda poderá zerar uma das competências, resultando em perda de 200 pontos.

Em 2018, a correção será de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O preparo dos corretores começou em agosto. Segundo a FGV, todos os supervisores e avaliadores de redação do Enem passaram por uma capacitação a distância por cerca de um mês. A seleção dos melhores foi baseada em uma série de avaliações realizadas ao longo desse curso.

Além da capacitação a distância, os avaliadores também participarão, nos dias 24 e 25 de novembro, de uma capacitação presencial. Antes do início da correção efetiva, eles passam ainda por um pré-teste.

Durante a correção efetiva, que começará no dia 28 de novembro, os supervisores e coordenadores acompanham diariamente o desempenho dos avaliadores por meio de relatórios gerados pelo software de correção, com números em tempo real, para que os alinhamentos ocorram de forma rápida, sem prejuízos aos participantes.

(Agência Brasil)

ONG promove palestras em escolas sobre educação inclusiva

Não há deficiência, mas sim eficiência. Esse é o tema das palestras promovidas pela ONG Existir Associação Inclusiva de Fortaleza, para alunos do ensino infantil, com o objetivo de uma educação inclusiva. Esta semana, a palestra ocorreu para alunos do Colégio Master Sul, na Cidade dos Funcionários.

Para o presidente da ONG que cuida de crianças e jovens portadores da Síndrome de Down, João Manoel Silva, “é preciso conhecer e respeitar as diferenças, independente das limitações físicas e mentais”.

O palestrante pontuou a necessidade das escolas a trabalharem a temática desde cedo, evitando a discriminação social e, em contrapartida, fortalecendo boas ações no futuro.

“Devemos preparar nossas crianças para uma vida de grandes desafios e sem preconceitos, que muitas vezes aparecem de forma sutil”, completou o dirigente da entidade, que há 13 anos está à frente do projeto no bairro Bela Vista. Crianças doaram brinquedos ao projeto sem fins lucrativos.

SERVIÇO

ONG Existir
Rua Mário de Andrade, 891, bairro Bela Vista
http://sindromededownexistir.blogspot.com
Facebook.com/Associação-Inclusiva-de-Fortaleza-Existir.

(Foto: Divulgação)

Exército poderá abrir fogo se for apedrejado por migrantes, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as tropas enviadas à fronteira poderão abrir fogo caso sejam atacadas com pedras por integrantes da caravana procedente de Honduras.

“Se alguém lançar pedras ou rochas, como fizeram no México , poderá ser alvo de disparos, porque se te dão com uma pedra na cara…”, ameaçou Trump, durante coletiva na Casa Branca.

O presidente americano voltou a insistir que, ao entrar no México, os integrantes da caravana “passaram por cima” da polícia desse país e inclusive feriram militares que estavam na fronteira para impedir a entrada dos migrantes.

(Agência Brasil com Agência EFE)

Grupo de Comunicação O POVO inicia na próxima semana o projeto “Grandes Nomes 2018”

Bráulio Bessa é uma das atrações do Encontro com Fátima Bernardes, da Globo.

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta sexta-feira:

Tudo pronto para o “Grandes Nomes 2018”, um projeto do Grupo de Comunicação O POVO, que levará aos ouvintes da Rádio O POVO/CBN uma sabatina com personalidades de destaque no cenário atual do Estado.

Tendo a apresentação do jornalista Luiz Viana, produção de Letícia Lopes e coordenação de Nazareno Albuquerque, o encontro ocorrerá no período de 6 a 12 deste mês de novembro, sempre das 10 às 11 horas, no Espaço O POVO de Cultura & Arte.

Na lista, Dr. Carlos Roberto Martins Rodrigues (dia 6), idealizador do Distrito de Saúde de Porangabussu; Célio Studart (PV), vereador do PV que foi eleito deputado federal com a pauta dos pets; o poeta Bráulio Bessa (dia 8); Geraldo Luciano, vice-presidente do Grupo M. Dias Branco (dia 9); e o ator Silvero Pereira, (dia 12).

Tudo com transmissão ao vivo também pela página do Facebook O POVO/CBN, O POVO Online e TV O POVO, que exibirá as entrevistas em datas a serem divulgadas antecipadamente.

(Foto -Reprodução de TV)

Editorial do O POVO – “Um juiz na política”

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Com o título “Um juiz na política”, eis o Editorial do O POVO. Confira:

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) confirmou a nomeação do juiz da Lava Jato, Sergio Moro, para o “superministério” da Justiça e Segurança Pública. Além dessas atribuições, a pasta vai absorver as atividades do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle e parte das atividades do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), hoje subordinado ao Ministério da Fazenda. Segundo Bolsonaro, isso permitirá que Moro tenha informações em tempo real para facilitar o combate à corrupção e ao crime organizado.

As indicações de que Moro não descartava algum tipo de participação na política ficaram subentendidas na resposta que ele deu ao ser questionado porque não desautorizava o então candidato Alvaro Dias (Podemos) que o apresentava como potencial ministro em caso de vitória. Na ocasião, Moro escreveu uma nota dúbia afirmando que a “recusa ou aceitação” eram inviáveis “no momento”, pois poderiam ser interpretadas como indicação de preferências políticas partidárias, o que era “vedado para juízes”. Ou seja, a nota arrefecia as suas declarações de dois anos atrás, quando negou, enfaticamente, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo (5/11/2016), qualquer possibilidade de entrar na política, afirmando que “jamais” faria isso.

O fato é que a decisão de Moro em aceitar a indicação causou surpresa em uma parcela da sociedade brasileira e também na imprensa internacional, que reagiu negativamente. O editor da revista britânica The Economist, Michael Reid, afirmou que o fato de Moro ter aceitado o convite foi “um grande erro”, pois, agora “a prisão de Lula parece um ato político”. O Financial Time titulou: “Bolsonaro nomeia juiz que mandou prender Lula”.

Durante o período que conduziu os processos da Lava Jato, Moro construiu uma sólida reputação de integridade; de um juiz intransigente contra a corrupção e que aplicou a lei com rigor, mandando para a cadeia empresários endinheirados e políticos poderosos, algo antes nunca visto no País. No entanto – mesmo não se pondo em dúvida a sua honorabilidade -, os questionamentos são legítimos e vão ajudar a sustentar o discurso de seus opositores de que ele vinha tendo uma atuação premeditada no Judiciário para alçar voos políticos.

De qualquer modo, o discurso contra a corrupção que permeou a campanha do presidente eleito vai ganhar uma cara em seu governo – a de Moro -, que tem o respeito de uma ampla parcela da sociedade brasileira, e de quem se espera muito. Nesse aspecto, a nomeação foi um gol de Jair Bolsonaro. Agora, é preciso acompanhar os acontecimentos para verificar se as expectativas despertadas vão se confirmar.

(Editorial do O POVO)

Governo vai cobrar pelo acesso ao Diário Oficial da União

Portaria publicada hoje (1º) no Diário Oficial da União (DOU) prevê cobrança pelo acesso matutino do público em geral ao conteúdo da publicação, onde são divulgados os atos do governo, como leis sancionadas, normas e decretos. O acesso ao DOU, veiculado todos os dias no portal da Imprensa Nacional na internet, atualmente é gratuito. A partir da norma, o acesso às edições completas do DOU em formato de leitura será gratuito apenas das 12h às 23h59min, diariamente.

De acordo com a portaria, o governo vai passar a cobrar pelo acesso às edições completas do DOU em formato de leitura imediatamente após a publicação no portal da Imprensa Nacional, o acesso ao conteúdo das edições do DOU em formato aberto, o serviço de seleção e remessa diária de conteúdo publicado e o acesso a painéis analíticos baseados no conteúdo do Diário

A portaria publicada hoje informa que “os termos e os preços cobráveis pelos serviços descritos no art. 5º serão regulamentados em até 180 dias após a data de publicação desta Portaria”.

(Agência Brasil)

Cid Gomes articula bloco de oposição a Bolsonaro no Senado

Randolfe e Cid Gomes.

O senador eleito Cid Gomes (PDT) e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) estão costurando um bloco de oposição ao governo de Jairo Bolsonaro. Os dois já se reuniram na última quarta-feira para tratar do assunto. De acordo com Cid, esse bloco reuniria também PSB e PPS e teria entre 13 e 14 senadores na próxima legislatura.

“Nós pretendemos construir um bloco que tenha Rede, PDT, PPS e PSB”, disse Randolfe. O bloco atuaria no Senado independentemente do PT e, segundo Randolfe, não se classificará como “de esquerda”.

No próximo dia 21, haverá um jantar com todos os senadores eleitos ou com mandato pelas quatro legendas com o objetivo de fechar a estratégia.

(Foto – Reprodução do Instagram)

Ceará consegue adiar julgamento e técnico Lisca comandará o clube contra o Sport

O Ceará Sporting Club conseguiu adiar o julgamento do técnico Lisca, que foi expulso no jogo contra o Palmeiras, no dia 21 de outubro. Com o recurso, o treinador comandará o time na segunda-feira, 5, diante do Sport, em Pernambuco. A decisão sobre uma possível punição contrária a Lisca ainda não tem data definida.

Durante o primeiro tempo da partida contra o Palmeiras, no Pacaembu, o técnico do Vovô foi expulso por reclamação. Na súmula daquele jogo, o árbitro André Luiz de Freitas Castro informou que Lisca teria reclamado da arbitragem, enquanto gesticulava os braços de forma “acintosa e desrespeitosa”.

De acordo com André Luiz, o comandante do alvinegro também acusou os árbitros de estarem “armados” para favorecer o líder da competição.

André complementou no documento que Lisca teria afirmado ao árbitro adicional: “Isso é uma vergonha. Vocês estão roubando, cambada de vagabundos”. O treinador do time do Porangabuçu pode ser punido com suspensão de quatro a seis jogos, além de ter de pagar uma multa.

Com o adiamento do julgamento, ainda sem nova data marcada, Lisca estará na beira do gramado da Ilha do Retiro, onde o Ceará enfrentará o Sport, na segunda. Na 13ª colocação, o Vovô está a três pontos da zona do rebaixamento e na briga por uma vaga na Copa Sul-Americana de 2019.

(O POVO Online – Wanderosn Trindade/Foto – Matheus Dantas)

PF vai apurar interferências na investigação do caso Marielle Franco

A Polícia Federal vai apurar interferências na investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março deste ano. O Ministério Público e a polícia civil estaduais seguem na apuração do homicídio em si que, depois de quase oito meses, ainda não tem nenhum responsável identificado.

O anúncio da atuação da PF foi feito pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, nessa quinta-feira (1º), em Brasília. Segundo ele, o Ministério Público Federal obteve dois depoimentos com denúncias de que uma organização criminosa teria atuado para desviar as investigações e dificultar a identificação dos autores e mandantes do assassinato. A PF entra no caso, depois de um pedido da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge.

De acordo com as informações obtidas, que o ministro classificou como “gravíssima denúncia”, a organização criminosa envolveria a atuação de criminosos, contraventores, milícias e agentes públicos de diversos órgãos, inclusive relacionados ao caso. Perguntado se as testemunhas teriam apresentado provas, Jungmann disse que os indícios de práticas de corrupção, ocultamento e compra de agentes públicos para impedir a descoberta dos mandantes do crime foram relevantes.

O ministro, contudo, não quis revelar mais detalhes quanto a quais agentes de que órgãos estariam envolvidos nesse grupo. Jungmann também não informou o que acondeceu com os denunciantes, apenas comentou que um dos depoimentos teria sido tomado no Rio de Janeiro e outro fora. As oitivas teriam ocorrido no último mês.

Segundo o titular da Segurança Pública, o inquérito da Polícia Federal correrá paralelamente às investigações conduzidas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e não configura federalização do caso.

Contudo, Jungmann afirmou que as duas investigações podem cooperar e trocar informações. “Se o caso Marielle ajudar a desvendar quem está obstruindo e se, inversamente, a busca da investigação de quem está promovendo isso, segundo a testemunha, ajudar o caso Marielle, ótimo. Embora as responsabilidades sejam distintas, sem sombra de dúvida a cooperação deve ajudar mutuamente a elucidação tanto de um caso quanto de outro”.

Polícia Civil rebate

O chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Rivaldo Barbosa, rebateu as acusações feitas pelo miliciano Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando Curicica, que está preso na Penitenciária Federal de Mossoró (RN), em entrevista ao jornal O Globo, em que acusa a Polícia Civil do Rio de não ter interesse em elucidar o caso Marielle.

Além de rebater as acusações do miliciano, o delegado-chefe também prometeu resolver o duplo homicídio de Marielle Franco e Anderson Gomes em pouco tempo: “Dentro desse propósito, o chefe de Polícia Civil garante: o caso Marielle e Anderson está muito próximo de sua elucidação”.

(Agência Brasil)

Jornais são barrados na primeira coletiva de Bolsonaro

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Os jornais impressos foram barrados da primeira coletiva do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na tarde dessa quinta-feira, 1º, em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Em uma lista regulada por uma policial federal na porta do condomínio, Bolsonaro só permitiu que emissoras de TV (menos a TV Brasil), algumas rádios e dois sites entrassem. O Estado, a Folha de S. Paulo, O Globo e as agências internacionais não puderam passar da guarita do condomínio.
O credenciamento foi feito pelo assessor Tercio Arnaud Tomaz, funcionário da campanha de Bolsonaro, mas lotado no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PSC), na Câmara do Rio, com o salário de R$ 3.641. Carlos está licenciado do parlamento desde agosto deste ano. Por mensagens pelo Whatsapp, Tercio respondeu aos jornalistas dos veículos barrados que eles não poderiam entrar “por questões de espaço”. Pelo menos 20 repórteres e suas equipes entraram no local. Bolsonaro tem usado sua casa para receber grupos de parlamentares e apoiadores.

Quando jornalistas que participaram da coletiva lhe perguntaram por que alguns veículos tinham sido barrados, Bolsonaro respondeu que “não sei quem marcou isso (coletiva)” e que não mandou restringir ninguém. Desde o episódio da facada, Bolsonaro não tem concedido entrevistas a jornais impressos e privilegiado meios eletrônicos, como emissoras de televisão e rádio.

(Agência Estado)