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Eunício Oliveira deverá fazer aliança eleitoral com Camilo Santana

Em artigo sobre as eleições do próximo ano, o sociólogo e consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa avalia o fim da aliança PMDB/PSDB no Ceará e a aproximação Eunício/Camilo. Confira:

O senador Eunício Oliveira (PMDB) já vem mantendo uma aliança administrativa com o governador Camilo Santana (PT) nos últimos 90 dias. Eunício Oliveira é o grande responsável pela vinda de muitos recursos financeiros do Governo Federal para os cofres do Governo do Estado do Ceará. O PMDB cearense deverá fazer parte do novo arco de aliança de Camilo Santana, nas eleições de 2018.

O senador Tasso Jereissati (PSDB) não aceitou a candidatura ao cargo de governador do Estado do Ceará, numa chapa majoritária de agremiações partidárias oposicionistas (PMDB – PSDB – PR – SD – PSD), que na minha avaliação funcionou com uma senha política-eleitoral para o senador peemedebista estreitar a sua aliança administrativa com Camilo. Tasso é adversário do presidente Michel Temer (PMDB). Camilo Santana não é adversário do Governo Federal.

O governador tem feito muitos elogios ao senador Eunício Oliveira em eventos do Governo Estadual, diante dos recursos financeiros do Governo Federal. Camilo deverá convidar Eunício para ocupar a vaga de candidato à reeleição ao Senado na chapa majoritária governista. Os futuros eventos públicos deverão ter como principais estrelas nos palanques: Eunício Oliveira e Camilo Santana.

O fim do bloco oposicionista do PMDB e do PSDB, em solo cearense, já havia acontecido quando o senador Tasso Jereissati saiu da base aliada do presidente Michel Temer. Eunício Oliveira não encontrou resistência da parte do governador Camilo, em relação ao Governo Federal. O senador peemedebista e o governador cearense são aliados na esfera pública da área administrativa, existindo então um enorme potencial de aliança eleitoral.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Inep diz que não vai recorrer de decisão do Supremo sobre redação do Enem

Após derrota no Supremo Tribunal Federal em ação que pedia que as redações com teor ofensivo aos direitos humanos recebessem nota zero, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nota em que comunicam que acatam a decisão do Supremo Tribunal Federal e que não vão recorrer da decisão. “O MEC e o Inep entendem que os participantes do Enem 2017 precisam fazer a prova com segurança jurídica e com a tranquilidade necessária ao Exame”, diz o documento.

Diante da decisão, o MEC e o Inep reforçaram aos participantes do Enem 2017 que não haverá anulação automática da redação que violar os direitos humanos, como previa o edital do Enem. “Continuam em vigor os critérios de correção das cinco competências, conforme estabelecido na Cartilha de Participante – Redação no Enem 2017”, conclui a nota.

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu neste sábado (4) manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem, no último dia 26, foi do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e atendeu a um pedido da Associação Escola Sem Partido, que alegou que a regra era contrária à liberdade de expressão.

(Agência Brasil)

Sindiônibus alerta para crime da catraca, mas esquece do crime contra a ortografia

Não há dúvidas da melhoria no transporte público em Fortaleza, principalmente após a instalação de ares-condicionados nos ônibus, além das faixas exclusivas, veículos novos e do bilhete único.

As melhorias passaram a atrair usuários da classe média e, acredite, também da classe alta. Como resultado, um passageiro mais exigente e atento a tudo.

É o que nos mostra um estudante do Ensino Médio, leitor do Blog, que aponta três erros em um único aviso no interior da linha Grande Circular.

O primeiro ocorre na falta da crase. O segundo traz tarjeta, palavra derivada de tarja, escrita com “g”. E o terceiro aponta “identas”, ao invés de “isentas”.

(Foto: Leitor do Blog)

Cerca de 19% dos candidatos ao Enem ainda não acessaram o cartão de inscrição

Até a manhã deste sábado (4) cerca de 19% dos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 ainda não haviam acessado o Cartão de Confirmação da Inscrição. A menor porcentagem de acesso curiosamente é entre os ausentes de 2016, que se inscreveram novamente no Enem 2017. Dos 499.958 participantes nessa condição, a porcentagem de acesso é de 74%.

Entre os que já cumpriram essa obrigação, 81% dos participantes do Exame 2017 já tinham acessado seu cartão de confirmação da inscrição. Nesse grupo os chamados “treineiros”, têm a maior taxa de acesso: dos 523.415 inscritos nessa condição, mais de 92% já sabem seu local de prova.

O Enem 2017 será aplicado amanhã (5) e no próximo domingo (12), para 6.731.300 pessoas.

(Agência Brasil)

Quantos projetos há em um governo

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (4), pelo jornalista Érico Firmo:

Henrique Meirelles (PSD) disse que é pré-candidato a presidente da República. Depois da repercussão negativa, explicou que não era bem isso que queria dizer. Por sua assessoria, ele disse que o ministro da Fazenda apenas disse ter consciência de que é pré-candidato. A pergunta foi essa mesma — se ele tinha essa consciência — e ele respondeu exatamente nesse contexto. Ocorre que, se está consciente da pré-candidatura, é porque se reconhece na condição de potencial concorrente.

Mais que isso, ele analisa que há cenário fértil para alguém com o perfil dele. “O campo é favorável, sim. Favorável para o que eu chamo de um candidato reformista no sentido de alguém que toque as reformas e a modernização da economia brasileira como está ocorrendo. Não há dúvida de que hoje essa posição reformista é importante”, afirmou à Veja.

Mais que isso, ele já antevê o que acredita que será a pauta de 2018: a questão da pobreza. “A campanha será pautada na política social. Estou preparado para enfrentar esse discurso populista do PT. Diria até que estou acostumado, pois já tive embates com o PT que eram exatamente iguais quando era presidente do Banco Central no governo Lula”.

Observe-se o que ele diz: 1) Sabe que é candidato; 2) acredita que o cenário é favorável para alguém com perfil dele; 3) Já vislumbra o assunto central da campanha, e diz estar preparado para ele.

A vontade dele de se viabilizar candidato é evidente. Porém, como ele também sabe, não basta querer. Disputar a Presidência é “questão de oportunidade e destino”, Meirelles afirma. “Existem condições políticas e condições eleitorais que precisam ser analisadas”. Ele não é candidato ainda, mas quer e espera ter condições de ser.

E aí a coisa se complica. Meirelles trabalha para estar em condições de ser candidato. A informação surpreendeu e desagradou o Palácio do Planalto. O governo não quer antecipar o debate sucessório. Sabe que isso enfraquece o atual presidente, que não está lá com essas forças todas. De modo que Meirelles não é, em princípio, o candidato de Michel Temer (PMDB).

Ocorre que o maior partido da base aliada, o PSDB, também planeja ter candidato. Provavelmente Geraldo Alckmin, embora João Dória corra por fora. Também não é o candidato do presidente. Os partidos vêm em turbulência na relação e podem até romper.

De modo que dois alicerces do governo planejam candidaturas sem o presidente, cuja impopularidade é um obstáculo. O futuro da administração, desse jeito, é uma incógnita.

Meirelles apresenta seu perfil reformista como vantagem, mas sua fala atrapalha bastante as futuras reformas. Por dois motivos. O primeiro e maior: forças políticas que tenham seus próprios candidatos resistirão a apoiar uma proposta que é a principal plataforma eleitoral de outro postulante. A reforma deixa de ser de Temer, principalmente, e passa a ser de Meirelles. Outra questão passa a ser a própria disposição do ministro para se desgastar, por exemplo, com a mudança nas aposentadorias, em pleno ano eleitoral.

O projeto de Meirelles tenta reeditar, no governo Temer, o que foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no governo Itamar Franco. Naquela época, o presidente havia assumido após impeachment. FHC comandou uma grande mudança na economia e virou presidente.

Algumas diferenças: Itamar não era impopular como Temer. E, principalmente, não há um Plano Real no horizonte. Em 1994, havia a hiperinflação como espectro a combater. Meirelles controlou a inflação, mas não chegou a ser uma fração do que era há 23 anos. O crescimento retornou, mas ainda tímido. A projeção para 2018 é de 3%. Não é propriamente um índice chinês. Com Dilma Rousseff (PT), o País chegou a ter expansão de 3,9%. Com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegou a subir 7,6%. O atual governo, é óbvio, tem o mérito da recuperação após grave recessão. Mas dificilmente será o bastante para eleger alguém. No último ano de FHC, o PIB subiu 3,1%. O PSDB perdeu aquela eleição e Lula foi eleito.

Para que tenha chance um candidato ligado ao atual governo ou à equipe econômica, precisa haver uma maciça criação de empregos. É o único drama hoje equivalente minimamente ao que foi a hiperinflação. Em caso de significativa recuperação do nível de emprego, uma candidatura como a de Meirelles poderia se beneficiar. E ele sabe disso. “O que resolve a questão social é a criação de emprego. Desemprego elevado, com 13 milhões de pessoas na rua, como o governo anterior deixou, não há política social que resolva. Então, acho que o tema da campanha vai ser por aí, independentemente de quem seja o candidato de centro ou o do PT”, disse na mesma entrevista.

O problema é que emprego é indicador que demora a se recuperar. Com crescimento do PIB a 3%, dificilmente haverá uma onda capaz de eleger presidente.

STF mantém decisão que proíbe zerar redação que desrespeitar direitos humanos

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu neste sábado (4) manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

O tema foi levado ao Supremo em recursos da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem, no último dia 26, foi do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e atendeu a um pedido da Associação Escola Sem Partido, que alega que a regra era contrária à liberdade de expressão. O Inep só foi notificado da decisão judicial na quarta-feira (1), e aguardava o inteiro teor do acórdão.

O Enem será realizado amanhã (5) e no dia 12, em todo o país.

(Agência Brasil)

Ex-ministra de Dilma agora é vendedora de cosméticos

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Erenice Guerra, a amicíssima de Dilma Rousseff que deixou o governo petista afogada em denúncias, agora atua como vendedora de uma multinacional de cosméticos, a Jeunesse.  É bem difícil enxergá-la nessa condição.

A informação é da Coluna Radar, da Veja Online.

A ex-ministra foi demitida após VEJA publicar duas denúncias de que seu filho, Israel Guerra, estava ligado um suposto esquema de cobrança para intermediar projetos privados.

Ministro da Justiça deve explicações

Editorial do O POVO deste sábado (4) avalia posicionamento do ministro Torquato Jardim, que afirmou que o Rio de Janeiro não controla mais a Polícia Militar. Confira:

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, que vinha mantendo postura discreta desde a sua polêmica nomeação pelo presidente Michel Temer, irrompeu de maneira tempestuosa no noticiário. Declarou, sem meias palavras, que o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e seu secretário da Segurança, Roberto Sá, não controlam a Polícia Militar; que o comando da corporação é fruto de “acerto” com deputados estaduais e os comandantes de batalhão são “sócios” do crime organizado.

Mesmo sob duras críticas dos atingidos, o ministro não recuou, afirmando que já esperava a reação. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), deputado eleito pelo Rio de Janeiro, também entrou na contenda, afirmando que o ministro agiu “de forma infantil e irresponsável”, pois teria “jogado fora” o trabalho iniciado pela força-tarefa da segurança que está agindo no Rio. Pode-se entender, portanto, que a força-tarefa estaria investigando casos de corrupção envolvendo PMs, e o ministro teria “falado demais”, na expressão de Rodrigo Maia, atrapalhado as investigações.

Depois da explosão inicial dos que se sentiram ofendidos, as críticas ao ministros arrefeceram um pouco, porém, o mal-estar entre os aliados do presidente continua.

Agora, o caso está assim: Rodrigo Maia quer que Michel Temer venha a público dar explicações; Pezão, do mesmo partido de Temer (PMDB), interpelou judicialmente o ministro da Justiça no Supremo Tribunal Federal (STF) e a Comissão de Segurança da Câmara pretende convocar o ministro para ouvi-lo sobre o assunto.

Mas, a despeito de qualquer outra consideração, o ministro da Justiça deve explicações à sociedade. Fosse um comentarista a levantar tais suspeitas — de fato, a probabilidade de haver corrupção em setores da PM é bastante alta — seria aceitável. Mas, uma coisa é a especulação que um analista pode fazer da situação, outra, bem diferente, é o ministro da Justiça fazer acusação de tal gravidade, como se fosse mero comentarista.

Portanto, o que se espera agora é que ele apresente as provas do que afirmou e informe quais as providências estão sendo tomadas para resolver o problema.

“Tem ladrão” – Senador sugere Operação Lava Jato na Previdência

O senador Paulo Paim (PT-RS) sugeriu nessa sexta-feira (3) que seja feita uma “Operação Lava Jato” para identificar os responsáveis por fraudes e desvios no caixa da Previdência Social. Segundo Paim, o governo retirou durante décadas dinheiro do sistema para utilização em projetos e interesses próprios, protegeu empresas devedoras, aplicando uma série de programas de perdão de dívidas.

— Tem ladrão na Previdência. Por que não fazer uma Operação Lava Jato sobre os grandes devedores, sobre os que fraudam e desviam dinheiro da Previdência? – questionou o senador da tribuna do Plenário do Senado.

Paim, que presidiu a CPI da Previdência, destacou que o relatório final apresentado pelo senador Hélio José (Pros-DF) e aprovado pelo colegiado indica que a Previdência Social não é deficitária, mas sofre com má gestão.

— Nós falamos há décadas e décadas que a Previdência é superavitária. Eles diziam que não. Veio, então, a DRU e tirou 20%. Como eu tiro 20% de algo que sei que não tem caixa? Só vou tirar do que tem. Vem o governo atual e retira 30% ainda. É porque ele sabe que tem lastro, ele sabe que tem fundo – argumentou.

O senador fez um apelo para que o governo retire a PEC 286/2017, em tramitação na Câmara dos Deputados, que muda as regras para aposentadoria:

— Eu quero que esse governo do presidente Temer tenha um mínimo de bom senso, recolha essa reforma da Previdência, que a arquive. Pode dizer o que você quiser, pode dizer que tentou e que a CPI veio com outros dados e criou uma contradição. Argumente como quiser, mas retire essa reforma e deixe que um governo eleito pelo voto direto em 2018 e o Congresso se debruce sobre uma proposta com profundidade – pediu.

(Agência Senado)

Ministério das Cidades libera 2,7 mil moradias para o Ceará

O Diário Oficial da União publica na segunda-feira (6) a liberação de 2.735 moradias para o Ceará, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, por parte do Ministério das Cidades.

A informação é do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que solicitou nessa sexta-feira (3), junto à União, a liberação das moradias para nove municípios cearenses: Fortaleza, Viçosa do Ceará, Pindoretama, Tianguá, Acaraú, Iguatu, Granja, Aracati e Russas.

Em setembro último, Eunício já havia intermediado a liberação de 3.350 casas populares para 43 cidades do Ceará.

(Foto: Divulgação)

Orçamento estadual 2018 inclui conclusão do VLT entre as prioridades

A proposta do Orçamento 2018 do governo estadual, fixada em R$ 27,6 bilhões, reservou para investimentos R$ 4 bilhões.

É o que informa o secretário estadual do Planejamento e Gestão, Maia Júnior, adiantando que entre prioridades estão: a conclusão do VLT – que deveria ter ficado pronto para a Copa 2014, e construção de unidades de saúde, escolas e de segurança pública.

A Assembleia Legislativa apreciará a matéria até 15 de dezembro.

(Foto – Camila Almeida)

Chile será sede dos Jogos Pan-Americanos de 2023

O Chile foi eleito neste sábado (4), em Praga, no marco da LV Assembleia-Geral da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), sede dos XIX Jogos Pan-Americanos de 2023.

A organização, que reúne 41 comitês olímpicos da América, emitiu seu veredicto após uma votação, na qual houve unanimidade a favor de Santiago, depois que os representantes da República Dominicana, do Paraguai e do Canadá pediram publicamente o apoio à candidatura chilena.

A Odepa assinou o contrato com a cidade de Santiago, que pela parte chilena foi assinado pelo ministro de Esporte, Pablo Squella, o intendente da cidade de Santiago, Claudio Orrego, e o presidente do Comitê Olimpico do Chile, Miguel Ángel Mujica.

“É um desenvolvimento importante para nossa política esportiva. Estamos em condições de sediar um evento pan-americano”, assegurou Squella.

A presidente do país, Michelle Bachelet, enviou uma mensagem gravada à assembleia, na qual destacou o objetivo comum do Estado e do setor privado para trabalhar lado a lado.

“O país sonha em poder sediar os Jogos Pan-Americanos. O governo tem a absoluta certeza de que podemos fazer. Essa meta foi assumida com um objetivo comum”, disse Bachelet.

A ideia é que esse investimento seja assumido pelo setor privado, que depois poderá vender as instalações como moradias e estabelecimentos comerciais.

Segundo cálculos preliminares, os Jogos exigirão cerca de US$ 500 milhões de investimento, dos quais US$ 200 milhões serão para a Vila Olímpica.

(Agência Brasil)

Aplicativos de transporte – Vereador de Fortaleza diz que a Câmara Federal precisa ouvir a voz do povo

O vereador Julierme Sena (PR) destacou nesta semana, na Câmara Municipal de Fortaleza, a votação no Senado do PLC 28/2017, que regulamenta os aplicativos de transporte de passageiros, como Uber, 99pop e outros. Os senadores suavizaram a lei para os aplicativos, como a queda da exigência do uso de placas vermelhas, aprovada anteriormente pelos deputados federais.

“Acredito que o Senado fez seu papel de ouvir a população. Somente a Uber tem 500 mil motoristas e 17 milhões de usuários que precisam do serviço. Que agora a Câmara dos Deputados entenda e também possa ouvir a voz do povo que quer liberdade escolha e geração de renda”, afirmou Julierme.

O PLC 28/2017 agora retorna para a Câmara dos Deputados.

(Foto: Divulgação)

PMs e bombeiros poderão solicitar licenças para cursos, após três anos do ingresso nas corporações

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei 712/15, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que concede a policiais e bombeiros militares, com mais de três anos de efetivo exercício, licença para participar de curso de formação decorrente da aprovação em concurso público.

Atualmente, essas categorias só podem requerer a licença para tratar de assuntos particulares após 10 anos de efetivo exercício. O projeto modifica os estatutos atuais dessas corporações (leis 7.289/84 e 7.479/86).

A intenção da proposta é equiparar os militares à atual regra do Regime Jurídico Único dos Servidores Civis da União (Lei 8.112/90), admitindo a concessão da licença para tratar de interesse particular tão logo se conclua o estágio probatório de três anos.

Para o relator na comissão, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), o prazo de 10 anos é demasiadamente longo. “O mais justo é dar um tratamento isonômico entre os militares distritais e os demais servidores públicos”, afirmou.

Segundo Gonzaga, não há “qualquer justificativa plausível” para diferença entre militares e civis nessa matéria. O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Agência Câmara Notícias/Foto – Arquivo)

Setur diz que estacionamento do Centro de Turismo é cortesia para clientes

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Em nota enviada ao Blog, a Secretaria de Turismo do Ceará (Setur) informa que já preparou edital de licitação para regularizar a situação do Centro de Turismo, nas proximidades da Praça da Estação, no Centro, deixando de fora o estacionamento. A Setur afirma que o estacionamento ficará “como cortesia para os clientes, pois o impacto financeiro é irrelevante”.

A nota é em resposta à Associação dos Permissionários do Centro de Turismo, que deseja explorar o estacionamento, assim como ocorre no Mercado Central.

A Setur diz, ainda, que todos os contratos no Centro de Turismo estão vencidos e não foram renovados, “porque a intenção é regularizar a situação com uma licitação. A grande maioria dos permissionários não está pagando adequadamente”.

“Outro problema identificado pela secretaria é que alguns permissionários sublocaram seus boxes a terceiros sem permissão”, encerra a nota.

Realização do Enem contará com o trabalho de mais de 600 mil pessoas

Mais de 600 mil pessoas vão trabalhar para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, entre aplicadores de prova, coordenadores e agentes de segurança. A primeira prova acontece neste domingo (5), com questões de linguagens e ciências humanas, além da redação. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. Mais de 6.730.000 de pessoas estão inscritas para fazer o exame.

O Enem será realizado em 1.725 municípios. A aplicação das provas será feita por 197 mil chefes de sala e 195 mil aplicadores, que atuam em conjunto. Para atender as necessidades dos participantes que solicitaram recursos de acessibilidade, serão 12,7 mil aplicadores especializados. Outros 67 mil fiscais de banheiros ficarão responsáveis pela vistoria com os detectores de metais.

O exame também terá 54 coordenadores estaduais, 1.793 coordenadores municipais, 13.880 coordenadores de locais de prova e outros 22.020 assistentes locais de prova. Cerca de 40 mil professores da rede pública e servidores públicos foram capacitados para representar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nos locais de aplicação, fazendo a conferência da abertura do lacre dos malotes com prova.

Também estão envolvidos no processo 41 mil funcionários dos Correios, que trabalham na distribuição das provas e a logística reversa, que envolve o transporte dos cartões-resposta e das folhas de redação dos locais de prova até a estrutura de correção do consórcio aplicador. Na operação reversa, serão 200 colaboradores da Fundação Getúlio Vargas e 500 da Fundação Cesgranrio.

Responsável pela correção das redações, a Fundação Vunesp contará com 9 mil professores. Também haverá cerca de 500 servidores do Inep trabalhando no processo, com representantes em todos os estados.

Cerca de 23 mil agentes de segurança pública trabalham na segurança do exame, fazendo a escoltas das rotas, de distribuição e da operação reversa; na vigilância dos locais de armazenamento e no monitoramento dos processos no período da aplicação. O Enem reúne o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

A segurança do Enem 2017 contará, também, com a atuação do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), com sede em Brasília, além de 12 Centros Integrados de Comando e Controle Regional (CICCR), com sede nas cidades que sediaram a Copa 2014; e com 15 centros de operações localizados nos demais estados brasileiros.

(Agência Brasil)

Fortaleza é sede do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (4):

Fortaleza será sede do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. O evento, que percorre vários estados, ocorrerá na próxima sexta-feira (10), às 14 horas, na Assembleia Legislativa.

Segundo o deputado federal Odorico Monteiro (PSB), que integra essa frente como vice-presidente, o objetivo é colher subsídios para a formatação de um projeto que garanta a soberania do País e que será mote de discussões em 2018. Para o evento, virão o presidente da frente, senador Roberto Requião (PMDB/PR), e o deputado federal Patrus Ananias (PT/NG), que é o secretário-geral.

O ato reunirá deputados federais e estaduais, lideranças dos movimentos sociais e terá a presença de Ciro Gomes, na condição de advogado e não como presidenciável, informa a organização.

O lançamento dessa frente foi pedido por Elmano de Freitas (PT). Espera-se que permaneçam unidos. Até a próxima eleição.

EUA divulgam relatório sobre clima contrário ao discurso de Trump

O Relatório Especial de Ciência Climática divulgado nessa sexta-feira (3) pela administração de Donald Trump afirma ser extremamente provável que as atividades humanas, especialmente a emissão de gases do efeito estufa, sejam a causa dominante do aquecimento global observado desde a metade do século 20.

“Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século que seja baseada na mesma extensão de evidências observadas”, diz o estudo de um grupo de mais de 50 cientistas do governo norte-americano.

O relatório afirma que os Estados Unidos sofrem os impactos das mudanças climáticas, com tempestades mais frequentes e intensas, os incêndios florestais mais extensos e maior número de inundações.

Há ainda um alerta para o risco de elevação do nível do mar. De acordo com o relatório, a média global do nível do mar deve crescer “ao menos diversos centímetros nos próximos 15 anos” por conta do aumento de temperaturas.

A publicação do relatório é uma exigência de uma lei aprovada em 1990 pelo Congresso dos Estados Unidos e apresenta estudos produzidos por diversas agências federais e por acadêmicos.

A comunidade científica chegou a especular que o governo de Donald Trump pudesse editar o conteúdo ou impedir a publicação do documento, uma vez que as informações contradizem o discurso e a política de Trump para a questão do clima.

Em diversas ocasiões, o presidente questionou a responsabilidade humana sobre os efeitos do aquecimento global. Nos últimos meses, a Casa Branca tem trabalhado para impulsionar a indústria de combustíveis fósseis e revogar leis criadas pelo ex-presidente Barack Obama para incentivar a produção de energia limpa.

Em junho, Trump anunciou a saída do país do Acordo de Paris, assinado por 195 nações para combater os efeitos das mudanças climáticas. Diversas empresas e estados confrontaram o presidente e afirmaram que vão cumprir as metas, mesmo que os Estados Unidos abandonem o pacto. Apesar da decisão do presidente, os Estados Unidos vão participar da Conferência do Clima em Bonn, na Alemanha, marcada para semana que vem. O encontro vai discutir a implementação do Acordo de Paris. Os Estados Unidos participarão do evento porque o tratado determina que nenhum país pode abandoná-lo antes de 2020.

O porta-voz da Casa Branca Raj Shah disse nessa sexta-feira que “o governo apoia análises científicas rigorosas e debate e encoraja comentários públicos sobre esboços de documentos”.

(Agência Brasil)

Em rodada ruim para o G4, Ceará perde para Juventude

Após a derrota do Paraná para o Oeste, na terça-feira (31), em plena Curitiba, os times que compõem o G4 também não tiveram vida fácil nessa sexta-feira (3), no seguimento da 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Internacional não passou de um 0 a 0 com o CRB, no Beira Rio, o Ceará foi derrotado pelo Juventude, por 1 a 0, em Caxias do Sul. No fechamento da rodada, o América Mineiro, que também compõe o G4, enfrenta neste sábado (4) o Guarani, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Caso seja a única equipe do G4 a vencer na rodada, o time mineiro desbancará o Ceará da vice-liderança.

Com chance de praticamente garantir o acesso à Série A do próximo ano, em caso de vitória em Caxias do Sul, o Ceará não conteve a motivação do Juventude, que estreava o treinador Antônio Carlos Zago, ex-Fortaleza, e que ainda sonha com o acesso à Série A. O gol do time gaúcho ocorreu aos 17 minutos do segundo tempo, após o atacante Ramon aproveitar de carrinho a bola cruzada rasteira na área alvinegra.

O Ceará volta a campo na terça-feira (7), em rodada cheia, contra o Guarani de Campinas, no Castelão.