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Prefeito do Rio diz que vai manter corte nas verbas das escolas de samba

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse hoje (19) que vai manter os cortes de verbas às escolas de samba do Grupo Especial para o carnaval 2018. Segundo o prefeito, ele não pode voltar atrás em relação a esses cortes porque a crise orçamentária não permite. Crivella participou hoje da inauguração de um enorme grafiti no muro de uma escola municipal, no centro da cidade.

Segundo a Riotur, empresa de turismo municipal responsável pela organização do carnaval carioca, as escolas de samba receberão R$ 13 milhões para o próximo carnaval. Segundo Crivella, o valor é inferior ao do ano passado, mas similar ao de anos anteriores. Em 2016, o prefeito Eduardo Paes dobrou o orçamento das escolas de samba para R$ 24 milhões.

“Eu não posso voltar atrás. Eu sou premido pelas circunstâncias. O que estamos fazendo é voltar ao orçamento do carnaval de todos os anos anteriores ao ano passado. No ano passado teve um aumento num momento de euforia, mas que deu no que deu: ‘olha a crise hoje sobre a qual a cidade do Rio de Janeiro se debate’”, disse Crivella.

Crivella voltou a explicar que o dinheiro cortado do orçamento das escolas de samba será destinado às creches municipais. Representantes da Riotur e da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) se reúnem na tarde de hoje para discutir a questão.

(Agênia Brasil)

Após 62 dias, morre vítima em acidente com carro alegórico no carnaval carioca

Morreu na manhã deste sábado (29), no Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro, a radialista Elizabeth Ferreira Joffe, conhecida como Liza Carioca, 55. Ela é uma das 20 vítimas do acidente com o carro alegórico da escola de samba Paraíso do Tuiuti, no carnaval deste ano.

Em nota, a escola de samba declarou estar “profundamente consternada com o falecimento” e que não deixou de arcar com os custos do tratamento médico das vítimas.

O acidente ocorreu quando um dos carros da escola perdeu o controle e prensou pessoas na grade que separa a arquibancada da pista.

(com agências)

Pelo bloco das parcerias contra a violência

Com o título “Uma medida simples para o clima de paz”, eis o Editorial do O POVO desta sexta-feira. Aborda as estatísticas pós-Carnaval, mas sugere parceria – com gestos simples, como forma de reforçar a prevenção contra a violência no período. Confira:

É de se mencionar com alguma esperança que o balanço geral da criminalidade no período de Carnaval tenha apresentado queda em seu principal índice (Crimes Violentos Letais Intencionais). Comparado ao ano passado, o índice que engloba homicídios, lesões corporais e latrocínios diminuiu em 13,21%. Foram 56 casos em 2016 contra 46 em 2017.

Um total de 46 assassinatos jamais pode ser considerado razoável ou tolerável. Muito menos “satisfatório”, termo usado pela Secretaria da Segurança para caracterizar o somatório menor quando comparado a igual período do ano passado. Quando se relaciona com a vida humana, a meta é tornar esse índice insignificante.

Jamais posta em prática nas políticas de segurança do Ceará, ações em parceria com municípios nas festas populares com grande propensão à violência deveriam entrar no radar do Governo. As prefeituras podem contribuir muito para o clima de paz e tranquilidade caso estabeleçam regras menos permissivas na realização das festas públicas.

Uma delas é simples e de grande efeito: definir horários para começo e fim dos eventos a fim de evitar que adentrem a madrugada. É depois das 23 horas que a maioria dos problemas acontece. É na madrugada que as forças policiais mais são demandadas. É claro que os conflitos físicos e, muitas vezes, armados, mantêm forte relação com as bebedeiras incessantes.

O governador Camilo Santana se envolve pessoalmente na execução das políticas de segurança. A liderança do chefe do Estado é a força capaz de abrir essa discussão com as prefeituras, com os parlamentos e com o Ministério Público. Aqui, as festas públicas atravessam a noite e geram um óbvio clima de insegurança. Um horário razoável para o fim das festas e do consumo de álcool em espaços públicos daria um grande alívio ao trabalho das forças de segurança pública.

De quebra, a medida influenciaria também no sempre crescente índice de acidentes envolvendo carros e, principalmente, motocicletas. O IJF atendeu 155 vítimas de acidentes envolvendo motos durante o Carnaval. Por fim, é assustador que a PM tenha apreendido 91 armas de fogo ilegais no período de quatro dias. Um resultado que certamente tem relação com a queda do número de assassinatos.

Carnaval 2017 – Homicídios e acidentes com mortes registram queda

Os números de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) e acidentes durante a Operação Carnaval, que começou às 18 horas da sexta-feira, 24, e terminou às 6 horas da quarta-feira, 1º, caíram no Ceará em comparação com o ano passado. Foram 46 mortes violentas neste ano, sete casos a menos que em 2016 — uma queda de 13,21%. Os dados foram divulgados ontem pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Estado, André Costa.

Já as mortes em acidentes nas rodovias estaduais (CEs) passaram de 13, em 2016, para 11, neste ano — uma queda de 15,39%. As rodovias federais (BRs) mantiveram o mesmo número do ano passado, com duas mortes.

A operação, que teve reforço de 3.140 profissionais por dia, distribuídos nas 18 Áreas Integradas de Segurança (AISs) do Estado, registrou neste período, em Fortaleza, 10 homicídios, o mesmo número do ano passado. O dia com mais mortes violentas foi o domingo, com quatro casos. A Região Metropolitana de Fortaleza teve diminuição de 18 casos para 10 (44,4%).

O Interior Norte aumentou de 12 para 13 casos. Já o Interior Sul manteve o número do ano passado, com 13 mortes violentas. Em todo o Ceará, o dia com maior número de casos foi a segunda-feira, 27.

O balanço do Corpo de Bombeiros registrou 59 resgates de afogados. Todos os 11 óbitos por afogamento registrados no Ceará aconteceram em áreas que não possuíam a cobertura do Corpo de Bombeiros. Os locais com guarda-vidas não registraram mortes do tipo. Treze crianças que se perderam dos familiares foram encontradas.

A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) atuou em patrulhamento no Litoral, transporte de equipes da Perícia Forense, apoio a vítimas de afogamento e acidentes de trânsito, um total de 33 intervenções.

Rodovias

Em relação às rodovias estaduais, o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRE) realizou 4.830 notificações de veículos, recolheu 373 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e apreendeu 355 veículos. Das 11 mortes em acidentes nas CEs, quatro vítimas estavam em motocicletas.

Somente a PRE contou com 601 policiais empregados na Operação Carnaval, mas, ao todo, 3.140 profissionais de segurança pública participavam das ações a cada dia.

No balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por sua vez, além das duas mortes, foram registrados 42 feridos em rodovias federais que cortam o Ceará. Segundo o órgão, 4.322 autuações foram realizadas neste ano e, dos 3.109 testes de etilômetro, 45 pessoas foram autuadas por infringirem a Lei Seca. Além disso, 4.456 casos de veículos em excesso de velocidade foram flagrados pelos fotossensores.

(O POVO – Repórter Jessika Sisnando)

Vozes da África e Nação Iracema ganham o Carnaval da Domingos Olímpio

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Os maracatus Nação Iracema e Vozes da África venceram o tradicional desfile de Carnaval da avenida Domingos Olímpio, realizado entre sábado, 25, e terça-feira, 28 de fevereiro. O anúncio dos vencedores foi feito pela Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), na noite dessa quinta-feira, 2, em apuração de votos dos jurados no Ginásio Paulo Sarasate.

Vampiros da Princesa foi o primeiro lugar na categoria Cordões. Em segundo ficou As Bruxas. Entre os dois Afoxés que desfilaram, a vitória ficou com o Filhos de Oyá, que disputou a primeira colocação com o Obá Sá Rewá.

Unidos do Acaracuzinho ficou com o primeiro lugar da categoria Escolas de Samba com o tema em homenagem ao samba e levou para casa pela 17ª vez o título. Mocidade da Bela Vista ficou em segundo lugar e Imperadores da Parquelândia, em terceiro. O primeiro lugar dos Blocos foi para o A Turma do Mamão, seguido do bloco Doido é Tu, que ficou em segundo lugar, e do Barão da Folia, em terceiro.

Resultado geral das agremiações:

Afoxés

1º lugar: Filhos de Oyá (138 pontos)
2º lugar: Obá Sá Rewá (136 pontos)

Blocos

1º lugar: A Turma do Mamão (118 pontos)
2º lugar: Doido é Tu (112 pontos)
3º lugar: Barão Folia (110 pontos)

Cordões

1º lugar: Vampiros da Princesa (113 pontos)
2º lugar: As Bruxas (107 pontos)

Escolas de samba
1º lugar: Unidos do Acaracuzinho (175 pontos)
2º lugar: Mocidade da Bela Vista (169 pontos)
3º lugar: Imperadores da Parquelândia (158 pontos)

Maracatus

Desfile de sábado

1º lugar: Nação Iracema (113 pontos)
2º lugar: Rei Zumbi (111 pontos)
3º lugar: Axé de Oxóssi (110 pontos)

Desfile de domingo

1º lugar: Vozes da África (119 pontos)
2º lugar: Rei de Paus (118 pontos)
3º lugar: Nação Baobá (116 pontos)

Portela – Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar

Após 33 anos, Portela volta ganhar o Carnaval do Rio

Foram 33 anos de espera, mas a Portela voltou a soltar o frito de campeã do Carnaval do Rio, após apuração na tarde desta quarta-feira (1º), na Marquês do Sapucaí. É o 22º título da escola de samba, que este ano completa 84 anos de fundação.

Na avenida, a Portela desfilou sob o enredo “Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar”, em uma homenagem a Paulinho da Viola, integrante da escola.

O título da Portela foi garantido somente na apuração do último quesito, o Enredo, quando a escola superou a Mocidade Independente de Padre Miguel, vice-campeã.

(com agências)

Escolas de samba do Rio decidem suspender rebaixamento em 2017

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) decidiu não rebaixar nenhuma agremiação neste ano. O desfile foi marcado por acidentes que deixaram mais de 30 feridos durante a passagem da Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca no sambódromo.

A decisão foi tomada em uma reunião nesta tarde, que contou com representantes de todas as escolas. Como consequência da mudança, o Grupo Especial terá 13 escolas no carnaval de 2018, e duas serão rebaixadas, para que, em 2019, a elite do samba volte a ter 12 escolas.

Segundo o presidente da Portela, Luiz Carlos Magalhães, a decisão foi praticamente unânime e agora pede a discussão de como essa regra funcionará no futuro.

“Em função da dimensão da tragédia e do número de vítimas, os presidentes entenderam que deveriam dar um tratamento especial neste ano.”

A Mocidade Independente de Padre Miguel se posicionou contra a mudança. O vice-presidente da agremiação, Rodrigo Pacheco, defendeu que a regra não deveria ser modificada, e que as escolas que desfilam estão cientes dos critérios de julgamento.

“Infelizmente mudou o jogo e a gente vai ter que desfilar assim em 2018”, disse Pacheco, que ponderou que os recursos que as escolas recebem para preparar os desfiles terão que ser divididos para mais uma escola. Além disso, ele também considerou um problema que mais uma escola ocupe a Cidade do Samba.

O regulamento dos desfiles prevê que, todo ano, a escola com menor pontuação desça para a Série A, enquanto a campeã deste grupo suba para o Grupo Especial.

Há pouco, a Liesa confirmou, na Praça da Apoteose, que a decisão foi tomada em solidariedade aos episódios. O anúncio foi seguido de vaias pela plateia que aguarda a apuração do resultado da campeã deste ano.

(Agência Brasil)

Enredo será principal critério de desempate para escolas de samba do Rio

O quesito enredo será o principal critério de desempate para as escolas de samba do Rio de Janeiro. O critério foi definido em um sorteio feito nesta quarta-feira (1º) à tarde na sede da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Como sempre ocorre, o quesito será o último a ter suas notas apuradas hoje na Praça da Apoteose.

Ao todo, as escolas de samba são avaliadas em nove quesitos. Cada quesito é avaliado por quatro jurados independentes. Eles concederam as notas no dia do desfile em envelopes que foram lacrados e guardados pela Liesa. Estes envelopes só serão abertos hoje, durante a apuração, na frente de representantes de todas as escolas.

A apuração das notas será feita na seguinte ordem: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo. Para o critério de desempate é considerada a ordem inversa da divulgação das notas, o que significa que, depois de enredo, os principais quesitos são mestre-sala e porta-bandeira, harmonia e assim, sucessivamente. A previsão é que a apuração comece às 16h45min.

(Agência Brasil)

A ditadura dos paredões

Editorial do O POVO desta quarta-feira (1º) comenta da atuação dos paredões, onde o problema é maior no interior do Estado. Confira:

Ao fim do Carnaval, mais uma vez se torna necessário chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o abuso dos paredões de som. O problema ocorre principalmente nas cidades do Interior, onde a força policial é menor e raramente há a presença do juiz e do representante do Ministério Público tanto nos fins de semana quanto nas festas, como é o caso do período carnavalesco.

O maior problema costuma ser causado pelos sistemas de som de grande potência instalados em carros particulares. Os proprietários destes equipamentos se acham no direito de impor o som a todo volume a qualquer hora e em qualquer lugar. O fato foi verificado em diversas cidades. Várias reclamações chegaram ao comando das forças de segurança, que até orientava a repressão, mas sem o devido resultado.

Trata-se de um problema de saúde pública. O som importuna a vida de quem prefere ficar em casa, dos mais velhos, de crianças e até de quem quer divertir-se de uma forma saudável e de baixo potencial de conflito. Como esses delitos costumam ocorrer nas praças das cidades, invariavelmente cercadas de residências, até o simples ato de assistir TV se torna impossível. A dormida, então, é um tormento.

É também uma questão de segurança pública. O entorno desses veículos com paredões de som costuma ser um aglomerado de problemas com boas chances de gerar conflitos físicos, inclusive entre os que cometem a infração da poluição sonora e os que são importunados pela violência do barulho.

O uso desses equipamentos é um traço negativo de um comportamento social bem típico do Brasil. Um desvio comportamental que não respeita o espaço público e o direito de quem quer o sossego. É claro que as sociedades com maior histórico de civilidade não toleram esse abuso que aqui se repete com imensa frequência.

Nesse ponto, Fortaleza avançou bastante. A sociedade reclamou com veemência e o setor público reagiu com a necessária firmeza. As virtudes reveladas na Capital precisam chegar com força às cidades do Interior. A ditadura dos aficionados pela poluição sonora precisa ser derrotada. Não faltam leis para isso. Basta que sejam aplicadas.

A permanente recriação do Carnaval

Da Coluna Política, no O POVO desta quarta-feira (1º), pelo jornalista Érico Firmo:

O Carnaval se comporta quase como organismo vivo. O atual momento da festa em Fortaleza nasceu, por assim dizer, de parto cesárea, induzido pelos editais do poder público a partir do Pré-Carnaval. Hoje, a festa já deixou o colo da Prefeitura. Ainda há aporte governamental, que é importante, sobretudo para agremiações mais tradicionais e de grande relevância cultural, como maracatus e blocos da Domingos Olímpio. Também tem papel de viabilizar, naquilo que lhe cabe, para que a comemoração não se transforme em problema. Porém, a folia não é dependente da Prefeitura. Há dinâmicas próprias, que mudam a cada ano e dão vida à festa.

Durante muito tempo, o fortalezense desejou um Carnaval tão bom quanto o Pré. Isso já acontece. Em momento algum o espaço público é tão aproveitado e compartilhado como nesses dois primeiros meses do ano. Esse fato guarda em si profunda potência política.

Alguns espaços já se consolidaram perante a população. Não mais se permite que sejam ocupados durante o Carnaval. Se deixa de sair o Sanatório Geral, primeira grande força a movimentar o ressurgimento do Carnaval de blocos sem suporte público, o espaço da Gentilândia é imediatamente preenchido. Com menção de Pingo de Fortaleza ao fato de que era a primeira vez que todos os blocos dividiam o mesmo palco na praça, numa referência aos desencontros e dificuldades de convívio em outros anos.

Vácuos não são mais aceitos, nem mesmo temporalmente. Se no sábado de manhã eram escassas as opções, a mesma praça João Gentil recebeu o inusitado e irreverente Simelano. O fim de bloco tão marcante quanto o Sanatório fez com que se temesse pelo fim do Carnaval no Benfica. O espaço, porém, mostrou já ter vida própria, com até mais programação que em outros anos. Isso é resultado de quem, por anos, trabalhou pela sua consolidação, quase sempre à margem do poder público. O Sanatório foi, sem dúvida, a maior força para que isso ocorresse. O legado sobrevive ao bloco.

E surgem novos espaços. O Iracema Bode Beat foi um acontecimento. O Centro Dragão do Mar era espaço central nos sábados Pré-Carnaval, mas se tornava desértico no Carnaval. As baterias saíram de lá para desfilar no aterro de Iracema. Então, o espaço se reinventou e se tornou referência nos domingos de Pré. E foi fenômeno absoluto deste ano. O Carnaval é uma força poderosa e inescapável em Fortaleza.

Muito se discute como revitalizar espaços como Centro, Praia de Iracema, praças. O Carnaval tem sido mais bem-sucedido nessa tarefa do que o poder público jamais conseguiu. Pode-se aproveitar de muitas maneiras essa força que se torna cada vez mais espontânea. Ao impulsionar o uso de espaços degradados, embora referenciais. Como potencial econômico e turístico. Em meados da década passada, muitos shoppings não abriam nem os cinemas. Hoje, bares e restaurantes que, não faz muito tempo, ficavam fechados hoje lucram. Pode-se ganhar muito mais. Há o ganho de sociabilidade. Da alegria das pessoas – isso é inestimável. O Carnaval é um patrimônio da Cidade. É hoje o maior momento de congraçamento do povo consigo mesmo.

Internautas repercutem Theatro José de Alencar no desfile da Beija-Flor

A diretora do Theatro José de Alencar, Selma Santiago, ressaltou a importância da presença do TJA no desfile, em momento de grande destaque, em meio à homenagem da escola a “Iracema” e ao grande escritor cearense.

“O Theatro José de Alencar brilhou encerrando o belíssimo desfile da Beija-Flor de Nilópolis. Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel, tomou conta da avenida e fez o povo cantar. Agradecemos à Beija-Flor pela homenagem e ao Ilclemar Nunes pelo maravilhoso enredo. Foi lindo!”, ressaltou.

O Theatro José de Alencar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) e um dos teatros-monumentos do Brasil, tombado pelo patrimônio em nível federal, foi destacado para todo o País no desfile da escola de samba Beija-Flor, no carnaval do Rio de Janeiro.

O carro alegórico que representou o Theatro foi um dos mais elogiados do desfile, com grande repercussão também nas redes sociais. Apenas na página do TJA no Facebook, já são quase 32 mil pessoas alcançadas por um post sobre o desfile, com mais de 800 curtidas.

(Governo do Ceará – Secult)

Maria Rita encerra Ciclo Carnavalesco de Fortaleza nesta noite

Maria Rita vai se apresentar na noite desta terça-feira, 28, em Fortaleza. A cantora encerra o Ciclo Carnavalesco da Capital cearense junto com outras atrações. O evento acontece no Aterrinho da Praia de Iracema.

O secretário da Cultura de Fortaleza, Evaldo Lima, destacou o sucesso do Ciclo Carnavalesco 2017 ao oferecer opções de folia em vários espaços públicos da cidade. “O balanço é só de alegria. A felicidade do povo de Fortaleza ocupando os espaços públicos da cidade é algo muito sério. O resultado é positivo. A Prefeitura de Fortaleza está de parabéns”.

Em disputa emocionante, Acadêmicos do Tatuapé vence o Carnaval em São Paulo

Após ser derrotada pela Império da Casa Verde, no Carnaval do ano passado, a escola Acadêmicos do Tatuapé deu a volta por cima, atropelou o favoritismo da Império nos instantes finais da apuração e conquistou o inédito título.

O samba enredo “A Mãe África Conta a sua História. Do Berço Sagrado da Humanidade à Terra Abençoada do Grande Zimbabwel” empolgou o Sambódromo do Anhembi, na madrugada do sábado (25).

Em 2015, a escola por muito pouco não foi rebaixada para o Grupo de Acesso.

Império da Casa Verde segue rumo ao bicampeonato em São Paulo

A escola Império da Casa Verde, campeã no ano passado do Carnaval de São Paulo, segue rumo ao bicampeonato, na apuração que ocorre neste momento no Anhembi.

Sem carnaval oficial, famílias acabam realizando festas mais animadas

O município de Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, é um dos mais de 80 que não realizaram carnaval com investimento público. Mas, nem por isso deixou de ter festa.

Segundo o ex-prefeito da cidade, George Valentin (PCdoB), as famílias se reuniram em grupos e entraram na folia no melhor estilo do carnaval, com direito a marchinhas antigas, mela-mela e muita paz.

Valentim brincou com a família na Serra do Lagedo, no distrito de Antônio Marques, a 76 quilômetros de Fortaleza. Nem o friozinho de 18°C esfriou os foliões.

Maria Rita fecha o Carnaval de Fortaleza

A cantora Maria Rita é a atração deste último dia do Ciclo Carnavalesco 2017 de Fortaleza. Ela vai se apresentar no Aterrinho da Praia de Iracema. Antes, no mesmo local, Erivan Produtos do Morro abrirá a programação a partir das 17 horas, e Marcos Lessa subirá ao palco logo depois. Maria Rita vai apresentar um repertório de músicas que contemplam o samba.
A partir de 16h40min, a Avenida Domingos Olímpio receberá desfiles de grupos de Afoxés, além das tradicionais Escolas de Samba do Ceará. Passarão pela avenida, o grupo Acabaca, Omorisá Odé, Obá Sá Rewá, Filhos de Oyá, Corte no Samba, Unidos do Acaracuzinho, Mocidade Bela Vista, Girassol de Iracema, Tradição da Bela Vista, Império Ideal, Imperadores da Parquelândia e Colibri.
Ainda nesta terça-feira, o tradicional Carnaval da Mocinha receberá às 18 horas, o Bloco Num Ispaia Sinão Ienche. Já o Mercado dos Pinhões contará, a partir de 16 horas, com a apresentação do grupo Os Bicho de Urêia.
No Mercado da Aerolândia,  o músico Tarcísio Sardinha e a banda Fortaleza Alegria continua animando a festa dos foliões, a partir das 17 horas. Por sua vez, o Mercado dos Peixes e o Mercado da Pontes Vieira contarão com marchinhas de Carnaval, a partir das 17 horas.

Luan Santana foi a atração no Carnaval de Granja

A praça principal de Granja (Zona Norte) lotou de caravanas de vários municípios para o show o sertanejo Luan Santana, em pleno Carnaval do Ceará.

O artista emocionou o público até o começo da madrugada desta terça-feira. Cantou seus sucessos, brincou com os fãs e agitou uma festa que custou, segundo a prefeitura, R$ 250 mil de cachê.

(Foto – Facebook)