Arquivos da categoria: Economia

Senador quer a CPI do BNDES

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) protocolou, neste começo de noite, em Brasília, um requerimento pedindo a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o BNDES.

A comissão teve 37 assinaturas, informa a Veja Online.

A CPI pretende investigar os empréstimos concedidos pelo banco no programa de internacionalização de companhias brasileiras.

AJE Fortaleza e Shopping Iguatemi promoverão o Feirão do Imposto

Com o tema “Chega de Mão Grande”, vem aí o XV Feirão do Imposto. O projeto é Associação dos Jovens Empresários (AJE) Fortaleza e acontecerá, nesta sexta-feira,  envolvendo diversas lojas do Shopping Iguatemi. o objetivo, segundo a coordenação da AJE, é levar a população a refletir sobre o impacto da corrupção e a importância do retorno dos impostos

Dentre as lojas confirmadas para ação estão: Itamaraty, Extrafarma, Frikotes concept, Frikotes 1 etapa, Scala, Feitiço, Via Direta, Contém 1g, Mmartan, Ezams. Cada loja calculará o seu imposto – que será retirado do produto-, pois cada uma tem um sistema de tributação diferente dependendo do porte. Nacionalmente, a ação acontece dia 27 de maio, em mais de 100 cidades do Brasil.

De acordo com o coordenador-geral da AJE, Fernando Laureano, cada lojista colocará a seu critério a quantidade de produtos sem impostos. “Não é uma liquidação e sim uma campanha de conscientização e cidadania, por isso que os produtos são limitados”. A ação acontecerá das 10 às 15 horas. Muitos vão se assustar com o peso dos impostos que pagam sobre determinados produtos.

Joesley Batista pode voltar ao Brasil

O dono da JBS, Joesley Batista, deve voltar ao Brasil nos próximos dias. Segundo a Veja Online, em conversas com seus executivos, o delator chegou a mencionar que pode desembarcar em São Paulo já no final de semana.

Nesses diálogos, ele se diz muito preocupado com a situação da empresa e com a repercussão que sua estada nos EUA vem causando por aqui.

Resta saber se, desta vez, Joesley está falando a verdade para seus executivos ou apenas blefando.

Fretar Logística comemora 15 anos de mercado expandindo serviços

A empresa Fretar Logística está completando 15 anos de mercado. A data é comemorada com nova fase da empresa, segundo seus gestores, acompanhando as novas tendências do mercado. Ao longo desse período, a Fretar mantém-se atenta aos avanços de um competitivo segmento e às expectativas de um consumidor exigente.

Dentro das comemorações, a empresa apresenta nova imagem corporativa em suas ferramentas de gestão interna, comunicação e, principalmente, de sua frota.

Hoje, a Fretar atende a grandes empresas em todo o Ceará nas áreas da indústria, turismo, hotelaria e faculdades, em regime 24 horas, com motoristas capacitados, carros revisados e equipados com wi-fi, GPS e seguro para passageiros, orgulham-se seus gestores.

No momento, o grupo dá continuidade à renovação da sua frota, 40% no último ano, investindo na compra dos cinco primeiros ônibus com chassi da Iveco no Ceará No seu portfólio, conta ainda com veículos para atender melhor a demanda de seus clientes, micro-ônibus, van, ônibus urbanos e executivos.

(Foto – Divulgação)

Caixa Econômica lucra R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre deste ano

A CAIXA registrou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2017, com crescimento de 81,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado recorrente, que desconsidera os efeitos extraordinários, totalizou R$ 1,7 bilhão, 49,6% maior que o verificado no primeiro trimestre de 2016. O resultado operacional alcançou R$ 1,9 bilhão no trimestre, avanço de 420,0% em 12 meses.

O aumento do lucro líquido foi gerado pelo crescimento das receitas com operações de crédito, diminuição nas despesas com captação de recursos, avanço nas receitas com prestação de serviços e controle das despesas com pessoal, administrativas e operacionais. A informação é da assessoria de imprensa da Instituição.

Ao final de março, a carteira de crédito da CAIXA alcançou saldo de R$ 715,0 bilhões, avanço de 4,5% em 12 meses e participação de 22,8% no mercado. O crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura, e crédito consignado, foram os principais responsáveis pela evolução da carteira no período.

As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 189,6 bilhões, redução de 4,1% em 12 meses, impactadas, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica, que apresentou queda de 7,8%.

O índice de inadimplência encerrou o trimestre com redução de 0,7 p.p em 12 meses, alcançando 2,83%, permanecendo abaixo da média de mercado de 3,84%.

As receitas com prestação de serviços cresceram 13,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, totalizando R$ 6,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de crédito, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 21,6%, 19,1% e 17,3% em 12 meses.

As outras despesas administrativas diminuíram 1,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2016, reflexo de ações focadas na melhoria da eficiência operacional implementadas pela CAIXA.

As despesas de pessoal foram impactadas pelo Plano de Demissão Voluntária Extraordinária – PDVE e cresceram 17,2%. Sem esse efeito, as despesas de pessoal aumentariam 6,1%.

Por uma economia que leve em conta as pessoas

Com o título “Oportunidades de trabalho”, eis artigo do deputado federal Ariosto Holanda (PDT), que pode ser conferido no O POVO desta quarta-feira. “Creio e defendo que devemos pensar numa economia que leve em conta as pessoas”, diz o texto. Confira:

Num futuro bem próximo, surgirão indústrias com poucos operários porque a inovação dos seus processos industriais ou agroindustriais levará à automação ou à robotização de suas linhas de fabricação, decorrendo daí a substituição de muitos trabalhadores por máquinas. O que fazer com esses e outros milhões de desempregados, na sua maioria analfabetos funcionais?

Creio e defendo que devemos pensar numa economia que leve em conta as pessoas. Temos de planejar um modelo de desenvolvimento voltado para produção em massa (quantidade) a partir das massas (povo). O fortalecimento das pequenas empresas e um amplo programa de extensão com base nos trabalhos das universidades e dos institutos tecnológicos seriam bons caminhos.

Como estamos diante de uma população que precisa trabalhar e não tem mais tempo de ir para escola, lembrei-me das tecnologias apropriadas e adequadas ao nosso meio. Por que não definir um grande programa de compras governamentais, como fez o Tasso no seu primeiro governo?

O que o governo compra, de bens e serviços que pode ser feito pelas pequenas empresas? Como seu secretário, fui autorizado a lançar o programa. Foi um sucesso porque passamos a comprar dos pequenos: mobiliário escolar, produtos de limpeza, merenda escolar, pequenas obras, serviços de manutenção e outros itens.

Se fizermos um levantamento do que as universidades e institutos já desenvolveram, vamos encontrar um elenco de tecnologias que poderiam ser repassadas à população. Por meio da Fundação Demócrito Rocha, chegamos a publicar, via Centec, a série Como fazer isso?.

Para não ficar só na retórica, gostaria de citar e defender algumas tecnologias apropriadas: 1) tecnologia da solo cal – para produção de argamassa para pavimentação de estradas e fabricação de tijolos; 2) tecnologia dos paralelepípedos – para aplicação nas cidades; 3) tecnologia do biodiesel – para o pequeno produtor rural; 4) tecnologia dos fitoterápicos; 5) tecnologias para processamento dos frutos, leite e pescado; 6) tecnologias para agricultura; 7) tecnologia das rochas ornamentais.

Há que fazer esse levantamento para que o governo, junto com Nutec, Centec, Embrapa, Universidade, Institutos, Ematerce, Sebrae, Fiec, Faec e outros, possa planejar um grande programa de extensão voltado para o empreendedorismo dos pequenos. O Ceará poderia dar esse exemplo ao País.

Ariosto Holanda

ariostoholanda@terra.com.br

Deputado federal (PDT)

Efeito JBS – Renato Roseno pede que Assembleia solicite informações da PGR, STF e Sefaz

O deputado estadual Renato Roseno (PSOL) deu entrada em três requerimentos pedindo que a Assembleia Legislativa solicite formalmente ao Supremo Tribunal Federal, à Procuradoria Geral da República e à Secretaria da Fazenda informações sobre as delações dos sócios e diretores do grupo empresarial JBS. Essas delações envolvem políticos e pessoas públicas do Estado.

Renato quer da PGR a instauração de procedimento investigatório criminal para apurar os fatos revelados pela delação. Ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, solicita informações sobre os depoimentos divulgados, na semana passada, pela imprensa, mais especificamente as cópias das delações e dos documentos indicados como provas constantes do processo.

O parlamentar quer ainda que o legislativo estadual peça à Secretaria da Fazenda os valores efetivamente pagos a título de restituição tributária e de ressarcimento de ICMS nos exercícios financeiros correspondentes aos anos de 2014, 2013, 2012, 2011 e 2010. “Queremos que a Sefaz especifique os beneficiários e o volume empenhado e efetivamente pago, discriminando sob qual título jurídico o gasto foi efetuado, bem como o exercício financeiro de surgimento da dívida e o exercício financeiro em que a despesa foi realizada”, complementou Roseno.

Presidente do CRE/CE falará sobre Planejamento Municipal no Encontro Nordestino de Economistas

O presidente do Conselho Regional de Economia, Lauro Chaves Neto, participa, no Recife, do Encontro de Economistas do Nordeste. O evento é realizado pelo Conselho Pernambuco de Economia e objetiva discutir cenários do Brasil e situação do Nordeste.

Lauro Chaves vai ministrar palestra, nesta quinta-feira, sobre o tema ‘Planejamento Municipal como Estratégia de Desenvolvimento”.

Além de professor da Uece, ele é também articulista do O POVO.

(Foto – Divulgação)

 

Confiança do consumidor aumenta 2 pontos em maio

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 2 pontos de abril para maio e acumula alta de 11,1 pontos nos primeiros cinco meses do ano indo a 84,2 pontos. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

A evolução favorável da confiança dos consumidores em maio recupera parte da queda de 3,1 pontos no mês anterior, quando o índice atingiu 82,2 pontos. Para a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda Bittencourt, “o resultado foi influenciado pela melhora das expectativas com relação à situação financeira das famílias e o ímpeto de compras, ambos os quesitos positivamente influenciados pela inflação mais baixa e os juros nominais em queda”.

Viviane lembra, porém, que ainda não foram registradas as consequências da delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, com acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), entre outras pessoas.

“O aprofundamento da crise política no país a partir do dia 17 ainda não foi detectado na pesquisa deste mês, embora o resultado da coleta de dados posterior a esta data sinalize que o aumento de incertezas no ambiente político possa motivar uma maior cautela dos consumidores nos próximos meses”, declarou.

De acordo com o critério da pesquisa, quando o índice fica abaixo de 100 pontos, a interpretação técnica é de que os entrevistados estão pessimistas e quando fica acima, estão otimistas.

(Agência Brasil)

PGR insistiu para saber se filho de Lula era o dono de fato da Friboi

Há anos, sussurra-se nos corredores de Brasília que o filho de Lula, Lulinha, era sócio de Joesley Batista e, de fato, o verdadeiro dono da Friboi.

Os procuradores da PGR questionaram Joesley, mais de uma vez, sobre a relação do executivo com o herdeiro do ex-presidente.

O delator do momento jurou de pé junto que a tese não passa de boato e que nenhum dos filhos do petista dá cartas em empresas da J&F, informa a Veja Online.

Oito cidades vão ficar sem água nesta quarta-feira

Para realizar melhorias no sistema que abastece o Complexo Jaburu, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) deixará de abastecer nesta quarta-feira, 24, das 7 às 14 horas, as cidades que são abastecidas pelo sistema: Carnaubal, Guaraciaba do Norte, Ibiapina, Mucambo, São Benedito, Tianguá, Ubajara e Viçosa do Ceará.

De acordo com a companhia, o equilíbrio total do sistema deve acontecer em até 72 horas nas áreas mais elevadas ou distantes da estação de tratamento. O abastecimento funciona por pressão, por isso, a água voltará primeiramente nas áreas mais centrais.

SERVIÇO

*Central de Atendimento (0800.275.0195) e ainda o aplicativo Cagece Mobile (disponível para Android e iOS) ou por meio do chat online, no portal da Cagece (www.cagece.com.br).

Contas externas registram o melhor resultado para abril desde 2007

As contas externas do Brasil fecharam o mês de abril com resultado positivo. De acordo com dados divulgados hoje (23) pelo Banco Central (BC), o saldo positivo das transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo) chegou a US$ 1,153 bilhão. É o segundo mês seguido de resultado positvo, o melhor para abril desde 2007 (US$ 1,744 bilhão).

O resultado positivo foi influenciado pelo superávit recorde da balança comercial que chegou a US$ 6,742 bilhões, em abril. A conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou déficit de US$ 3,227 bilhões. A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros) teve resultado negativo de US$ 2,515 bilhões. A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) ficou positiva em US$ 152 milhões.

De janeiro a abril, a conta corrente fechou negativa em US$ 3,5 bilhões, contra US$ 7,184 bilhões em igual período do ano passado.

Investimento estrangeiro

Os dados do balanço de pagamentos do país também incluem os investimentos estrangeiros. Em abril, o investimento direto no país (IDP) – recursos que entram no Brasil e vão para o setor produtivo da economia – chegou a US$ 5,577 bilhões. Nos quatro meses do ano, ficou em US$ 29,530 bilhões.

O país registrou saída líquida (descontada a entrada) de investimento em ações negociadas em bolsas de valores no Brasil e no exterior e em fundos de investimento, no total de US$ 383 milhões, em abril, e de US$ 1,040 bilhão, nos quatro meses do ano. Houve entrada de investimentos em títulos negociados no país de US$ 4,351 bilhões, no mês passado, e de US$ 3,235 bilhões, de janeiro a abril.

(Agência Brasil)

Edisca ganhará bazar beneficente

Vem aí mais um Bazar La Boutique. Acontecerá no período de 1º a 3 de junho próximo, no Centro e eventos, das 10 ás 12 horas. Desta vez, batizado de Edição Metamorfose, em alusão a espetáculo da ONG a ser beneficiada, no caso a Escola de Dança Edisca.

Bom lembrar que a Edica, criada em 1991, tem como seu maior objetivo promover, por meio da arte e da dança, o desenvolvimento de crianças e adolescentes que se encontram em circunstância de vulnerabilidade social, residentes em comunidades que apresentam risco para a infância e a adolescência.​

(Foto – Divulgação)

Banco Central projeta continuidade de resultados positivos nas contas externas de maio

As contas externas devem registrar em maio deste ano o terceiro resultado positivo seguido. A projeção do Banco Central (BC) é que o superávit em transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, fique em US$ 1,5 bilhão. De acordo com dados divulgados hoje (23), em abril, o saldo positivo ficou em US$ 1,153 bilhão.

A expectativa do BC é de resultado positivo mesmo com a crise política gerada após a divulgação pelo jornal O Globo de parte da delação da empresa JBS, envolvendo o presidente da República, Michel Temer, e o senador afastado do PSDB, Aécio Neves.

“Com o evento da semana passado, tivemos aumento de incertezas, mas a mensagem é que o Banco Central atua para manter o bom funcionamento do mercado”, disse o chefe adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha.

No dia 18, primeiro dia de funcionamento do mercado financeiro após a divulgação da delação, houve mais entrada de dólares do que saídas nos segmentos comercial e financeiro, no total de US$ 2,338 bilhões. No dia seguinte (19), o saldo também foi positivo: US$ 1,124 bilhão. “Nesses dois dias, houve ingressos líquidos no mercado de câmbio doméstico. Quanto às incertezas, tem que ver como esse cenário evolui”, acrescentou.

“É muito difícil definir precisamente o que está acontecendo em um dia específico no mercado de câmbio. Teve um aumento na taxa de câmbio que pode ser favorável para o exportador que decida internalizar [trazer o dinheiro para o país] recursos”, acrescentou Rocha.

Investimento estrangeiro

Rocha disse ainda que o BC projeta continuidade da entrada de investimento estrangeiro direto no país, recursos aplicados no setor produtivo. Neste mês, até a última sexta-feira (19), houve ingresso de US$ 1,4 bilhão. A projeção para todo o mês de maio é de US$ 2,8 bilhões. “Para os próximos períodos a expectativa é que o investimento direto continue sendo a principal fonte de financiamento do déficit em transações correntes”, disse Rocha.

(Agência Brasil)

Conta de luz pressiona inflação, diz FGV

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou elevação de 0,35%, na terceira apuração do mês, taxa que é 0,05 ponto percentual maior em relação ao último levantamento (0,30%). Dos oito grupos pesquisados, cinco tiveram acréscimos com destaque para habitação que subiu de 0,44% para 0,93% sob influência da tarifa de eletricidade residencial, que passou de 1,52% para 5,78%.

O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), nas seguintes capitais: Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. A atual pesquisa ocorreu entre os dias 23 de abril e 22 de maio, comparados aos 30 dias imediatamente anteriores.

Moda inverno

Em vestuário, o índice aumentou de 0,55% para 0,72% e o principal item de alta neste grupo foi a blusa de malha infantil (de 1,85% para 2,26%). Também ocorreu leve aceleração em despesas diversas (de 0,21% para 0,26%) com a correção da tarifa postal (de 1,99% para 3,97%). Em educação, leitura e recreação diminuiu a intensidade de queda (de -0,53% para -0,25%). O mesmo ocorreu em transportes (de -0,17% para -0,15%).

Em alimentação, foi constatada queda de 0,11% ante uma alta de 0,16%, com uma mudança expressiva no comportamento dos preços das hortaliças e legumes que tinham aumentado 4,40%, na pesquisa passada e, nesta apresentou redução de 0,53%.

No grupo saúde e cuidados pessoais, a taxa desacelerou ao passar de 1,08% para 0,90% sob o efeito dos medicamentos em geral (de 2,77% para 1,96%) e, em comunicação, houve decréscimo com o índice atingindo 0,75% ante 1,22%. Neste último caso, o ritmo de alta foi reduzido em consequência da tarifa dos pacotes de telefonia fixa e internet (de 2,53% para 0,64%).

Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram: tarifa de eletricidade residencial (5,78%); plano e seguro de saúde (0,98%); condomínio residencial (1,39%); batata-inglesa (13,73%) e refeições em bares e restaurantes (0,25%).

Em sentido contrário, os que ajudaram a equilibrar a inflação foram: o tomate (-10,52%); passagem aérea (-12,50%); laranja-pera (-11,02%); etanol (-2,06%) e gasolina (-0,67%).

(Agência Brasil)

Que a política economia seja preservada

Com o título ‘Que a política econômica seja preservada”, eis o Editorial do O POVO desta terça-feira. “Com o ambiente político repleto de suspeitas, contaminações e ainda por cima deflagrado, é muito importante que haja uma equipe econômica competente e dotada de credibilidade…” diz o texto. Confira:

O turbilhão político gera mais e mais incertezas. Por isso, quanto mais rápido for o desfecho da crise política, maiores serão as chances de a economia, que, assim como a política, tem suas próprias lógicas, não ser arrastada para o brejo. Para o momento, a tarefa tão difícil quanto primordial é manter viva a agenda das reformas que estavam em andamento.

Com o ambiente político repleto de suspeitas, contaminações e ainda por cima deflagrado, é muito importante que haja uma equipe econômica competente e dotada de credibilidade intocada para dar seguimento à política econômica vigente, mantendo os fundamentos da atual política.

Não será tarefa fácil a execução de tais premissas. É clássico: a volatilidade da política costuma chegar à economia. Já a partir da fatídica noite de quarta-feira, 17 de maio, a resposta da economia aos acontecimentos da política se deu de forma imediata e da pior forma possível com a queda vigorosa do mercado de ações e a forte oscilação do câmbio. Além, é claro do efeito psicológico que se concretiza da seguinte forma: quem ia investir, recuou. Quem ia se endividar consumindo, suspendeu.

Na ponta, está a economia real como a maior prejudicada. A emergência é a retomada do crescimento econômico. Com isso, a retomada das contratações de um exército que está sem emprego. Com o cenário de incertezas se impondo restou a certeza de que o ciclo que estava prestes a se estabelecer também entrou em estado de suspensão. Isso, para dizer o mínimo.

A hora é de exigir a máxima responsabilidade de protagonistas e coadjuvantes. Sejam os políticos e seus partidos. Sejam as instituições da democracia. É preciso ter a clareza de que a virtude de uma democracia se relaciona fortemente com o respeito à Constituição. Independentemente do tamanho da crise, não há saída virtuosa e segura fora dos preceitos constitucionais.constitucionais.

Em defesa da Vila Vicentina

Moradores da Vila Vicentina (Bairro Dionísio Torres), juntamente com diversos profissionais, pesquisadores e estudantes de várias áreas, se uniram, sob a orientação do professor e arquiteto Romeu Duarte (UFC). Dos encontros saiu uma sugestão de norma de instrução de tombamento municipal para a Vila Vicentina da Estância.

Hoje, às 16 horas, o grupo irá à sede da Secretaria da Cultura de Fortaleza entregar documento que traz dados sobre a relevância arquitetônica, cultural e social da Vila, uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis), para que seja preservada como “parte viva do patrimônio histórico da Capital”.

Em outubro do ano passado, houve demolição de algumas casas da Vila Vicentina, quando uma construtora obteve mandado de reintegração de posse. Após mobilização dos moradores, com apoio de entidades e órgãos ligados aos direitos humanos, o despejo e a demolição foram temporariamente suspensos. 

Sindifort vai à Câmara Municipal pressionar contra taxação de aposentados da Prefeitura

Nesta manhã de terça-feira, o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort) estará na Câmara Municipal. Levará uma caravana de servidores. Segundo a direção do sindicato, hora de protestar contra mensagem do Paço que quer taxar os aposentados do município.

O alerta foi dado pelo vereador Guilherme Sampaio (PT), lembrando que, na época da administração Luizianne Lins, o governo federal decidiu taxar aposentadoria dos servidores municipais. Para compensar, Luizianne criou abono que, agora, está sob ameaça na reforma administrativa do prefeito, em tramitação na Câmara.

Orçamento 2017 – Em busca de apoio parlamentar, governo reduz contingenciamento

O governo federal informou hoje (22) que diminuirá em R$ 3,1 bilhões o contingenciamento do Orçamento de 2017. Isso significa uma redução do contingenciamento de R$ 42,1 bilhões anunciado em março. Os números estão no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas. O documento do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão atualiza as estimativas de gastos e ingresso de recursos para o Poder Público federal.

Embora preveja uma frustração de R$ 8,4 bilhões nas receitas tributárias, um aumento de R$ 3,7 bilhões das despesas primárias e a necessidade de destinar R$ 242,6 milhões para compensar o resultado primário das estatais federais, a União espera que isso seja compensado pelo ingresso de outras receitas.

Entre as receitas previstas está a entrada de recursos com o parcelamento de débitos previdenciários de estados e municípios, autorizada pela Medida Provisória (MP) 778, assinada na semana passada pelo presidente Michel Temer. Também está previsto um aumento da receita previdenciária devido ao fim da desoneração da folha de salários para a maior parte dos setores da economia. Juntas, as medidas acrescentam R$ 3,9 bilhões aos recursos da Previdência.

O governo incluiu também no cálculo receitas estimadas com a reprogramação dos pagamentos de outorgas de aeroportos (R$ 2,5 bilhões), com a possibilidade de renegociação de débitos tributários com autarquias e fundações públicas federais (R$ 3,38 bilhões) e com a terceira rodada de licitação de áreas de produção de petróleo (R$ 4,3 bilhões).

No fim de março, os ministérios da Fazenda e do Planejamento divulgaram uma edição extraordinária do relatório de receitas e despesas prevendo um contingenciamento de R$ 42,1 bilhões no Orçamento da União para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2017, que tem um déficit primário de R$ 139 bilhões. A distribuição do montante que não precisará ser contingenciado entre os órgãos públicos será definida em decreto a ser publicado no dia 30 de maio.

(Agência Brasil)

Feirão da Caixa da Casa Própria ocorrerá em Fortaleza

A Caixa Econômica Federal realiza, de 26 de maio a 25 de junho, o Feirão CAIXA da Casa Própria. Considerado o maior do ramo imobiliário, o evento contará, em 2017, com mais de 228 mil imóveis novos e usados, que serão ofertados em todas as modalidades de crédito habitacional do banco. O Feirão será realizado em dois finais de semana, entre os dias 26 e 28 de maio e 23 e 25 de junho, em 14 cidades.

No primeiro final de semana o evento acontecerá nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belém (PA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG). No segundo final de semana, o evento chegará a Brasília (DF), Fortaleza (CE) e Curitiba (PR).

Oferta

O Feirão CAIXA da Casa Própria de 2017 conta com 548 construtoras, 261 correspondentes imobiliários e 185 imobiliárias que ocuparão os estandes do evento durante os dois fins de semana. O número de imóveis ofertados supera a marca de 228 mil. Nesta edição, mais de 3 mil empregados do banco estarão envolvidos na realização do evento, em especial, no atendimento ao público.

Atendimento

Para requerer o crédito da casa própria, no Feirão, basta levar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e residência atualizados. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA, no site www.caixa.gov.br ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos fins de semana.

SERVIÇO

*Data: de 26 a 28 de maio, e de 23 a 25 de junho (sexta-feira a domingo)

*Hora: sexta-feira e sábado, das 10h às 20h – domingo, das 10h às 18h.

(Site da Caixa Econômica)