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IBGE reconhece erro em dados de pesquisa

Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azevedo, “o problema não é relevante”, mas 7,1 milhões de brasileiros passaram a ser considerados analfabetos, em apenas três meses, e salários de trabalhadores subiram de modo significativo, apesar do momento de maior crise financeira no País.

Os erros na pesquisa do IBGE, sobre mercado de trabalho, teriam sido provocados por uma mudança na metodologia dos questionários, que estariam passando por um “aprimoramento”. O órgão avalia passar a rodar duas pesquisas simultâneas: uma com a nova metodologia e a outra com a antiga.

Como a pesquisa teve como foco o setor da economia, Cimar Azevedo acredita que um dado equivocado na área da educação não seria de tamanha relevância.

Outro erro…

(com agências)

Camilo visita obra que deverá abrigar pesquisas da Fiocruz no Ceará

O governador Camilo Santana (PT) participou nessa sexta-feira (26) de uma visita à obra que deverá abrigar a unidade da Fundação Oswaldo Cruz a ser instalada no Ceará ainda neste ano. Os trabalhos se aproximam dos 100% de execução.

“O Ceará tem uma expertise muito grande na área da Saúde. Esse polo é onde nós estamos recebendo uma das instituições mais conceituadas do mundo, que é a Fiocruz. O prédio vai ser um grande centro de formação de pesquisa, não só para o Ceará, mas para o Brasil inteiro. Então isso é geração de emprego, é desenvolvimento de pesquisa, qualificação da saúde pública e privada, e também fazer do Ceará referência nesta área de saúde”, afirmou o governador.

Pesquisa FGV – Câmara Municipal é a mais transparente do País nos trabalhos legislativos

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, por meio da dissertação de mestrado “Transparência das Câmaras Municipais das Capitais do Brasil”, apontou a Câmara Municipal de Fortaleza como a mais transparente do país com relação aos trabalhos legislativos.

O presidente do Legislativo de Fortaleza, Salmito Filho (PDT), destacou os resultados da pesquisa, que ainda apontou a Câmara Municipal como a terceira colocada no país com relação às redes sociais, diante de uma média de 10 curtidas por mil habitantes.

“Vamos continuar avançando nesse nosso objetivo de garantir o máximo de transparência. Todas as informações da Câmara Municipal de Fortaleza já estão no Portal da Transparência do Tribunal de Contas dos Municípios e estamos com o objetivo e com o compromisso de trazermos essas informações para o nosso portal, ampliando esse acesso ao cidadão”, afirmou Salmito.

A pesquisadora Andressa Fioravanti Falconiery avaliou a acessibilidade dos vereadores, proposições legislativas, votações nominais, pareceres das comissões, ordem do dia, ata das sessões, comissões, remuneração dos servidores e frequência dos vereadores. Atrás de Fortaleza, Curitiba ocupa o segundo lugar e São Paulo aparece na terceira colocação.

(Foto – Divulgação)

Mães deixam mercado de trabalho cinco vezes mais que os pais

Uma pesquisa divulgada pela empresa de recrutamento Catho, mostra que, após a chegada dos filhos, as mulheres deixam o mercado de trabalho cinco vezes mais que os homens. A pesquisa foi feita com 13.161 pessoas. O levantamento concluiu que 28% das mulheres deixaram o emprego após a chegada dos filhos, versus 5% dos homens.

Os dados mostram ainda que 21% das mulheres levam mais de três anos para retornarem ao trabalho. A mesma situação para os homens ocorre em apenas 2% dos casos.

A pesquisa realizada pela empresa mostra que houve um aumento da participação feminina em diferentes cargos, subiu de 54,99% em 2011 para 61,57% em 2017. No entanto, as desigualdades permanecem. Elas ocupavam, em 2011, 22,91% dos cargos de presidência; em 2017, esse número passou para 25,85%.

(Agência Brasil)

Negros têm IDH que brancos tinham em 2000 no Brasil, aponta pesquisa

Apesar dos avanços obtidos na qualidade de vida neste século, a população negra brasileira ainda tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) menor que a população branca e foi somente em 2010 que os negros alcançaram um patamar que os brancos já possuíam desde 2000.

As constatações foram obtidas pelos pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP), que nesta quarta-feira (10) lançam um documento com dados desagregados do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) com objetivo de evidenciar essas desigualdades.

Os órgãos querem que, por meio dessa análise, seja possível subsidiar a elaboração de políticas públicas que visem a promoção da igualdade racial, de gênero e das condições. A questão racial é um dos aspectos abordados na análise: enquanto os negros chegaram ao índice de 0,679 em 2010, os brancos já tinham 0,675 em 2000, tendo evoluído para 0,777 na década seguinte – uma “desigualdade que precisa ser reparada”.

O IDH brasileiro considera as mesmas três dimensões do IDH global, que são longevidade, educação e renda. Para chegar ao índice, são usados fatores como expectativa de vida ao nascer, escolaridade da população adulta, fluxo escolar da população jovem e renda per capita. O IDH é um número que varia entre 0 e 1 e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

Apesar disso, a diferença entre o IDHM de negros e brancos reduziu-se significativamente no período de 2000 a 2010. Em 2000, o IDHM da população branca era 27,1% superior ao IDHM da população negra, ao passo que, em 2010, o IDHM dos brancos passou a ser 14,42% superior ao IDHM dos negros”, destacaram os pesquisadores.

Quando os fatores são observados por Estados, as maiores diferenças percentuais entre o IDHM da população branca e o IDHM da população negra, em 2010, foram observadas no Rio Grande do Sul (13,9%), Maranhão (13,9%) e Rio de Janeiro (13,4%) e, por outro lado, as menores diferenças percentuais foram registradas nos Estados de Amapá (8,2%), Rondônia (8,5%) e Sergipe (8,6%).

“Isso significa dizer que em algumas Unidades da Federação, como o Rio de Janeiro, a renda domiciliar per capita média da população branca é mais de duas vezes maior do que a renda domiciliar per capita da população negra: R$ 1.445,90 ante R$ 667,30”, explica o relatório. “Ou então, em Alagoas, que o percentual da população branca acima de 18 anos com o ensino fundamental completo é mais de um terço maior do que da população negra, 50% ante 36%.”

Já a maior redução na diferença entre o IDHM dos brancos e negros, em 2000 e 2010, foi observada em Santa Catarina, que apresentou uma redução de 0,047. O Espírito Santo (0,042) e o Mato Grosso do Sul (0,042) também apresentaram elevada redução na diferença do IDHM de brancos e negros, de um ano ao outro. Em contrapartida, Roraima apresentou aumento de 0,033 na diferença entre o IDHM de brancos e negros, de 2000 a 2010.

(Agência Estado)

Número de inadimplentes cai, mas ainda representa 39% da população

O número de consumidores inadimplentes caiu, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A estimativa é de 59 milhões de pessoas físicas negativadas no país, ao final de abril. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (10), o número representa 39,19% da população com idade entre 18 e 95 anos.

Na variação anual, o indicador teve queda de 1,6%, comparado ao resultado de abril de 2016. Essa foi a segunda vez, desde o início da série histórica em 2010, que há uma queda anual. Na passagem de março para abril, a inadimplência no país registrou queda de 0,35%. Após crescer a taxas próximas a 5% entre o final de 2015 e início de 2016, o indicador teve sucessivos recuos mensais ao longo do ano passado.

“Essa desaceleração do crescimento da inadimplência ocorre desde o segundo trimestre de 2016 e reflete tanto a recessão econômica, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, quanto a redução da tomada de crédito por parte dos consumidores e sua propensão a consumir”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, em nota: “O consumidor tem tido maior cautela com o consumo, além de maior dificuldade para conseguir crédito. Assim, ele se endivida menos e, com isso, torna-se mais difícil ficar inadimplente”.

A estimativa por faixa etária indica que a maioria dos negativados tem entre 30 e 39 anos. Em abril, metade da população (49,83%) com essa idade estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito – de um total de 17 milhões de pessoas. Também é significativo o percentual de endividados entre 40 e 49 anos (47,06%), bem como entre os consumidores de 25 a 39 anos (46,34%).

O levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito mostra também que os bancos concentram a maior parte das dívidas no país (48,36% do total). Em seguida, vem o comércio (20,26%) e o setor de comunicação (13,51%).

Os dados por setores revelam que o segmento de água e luz foi o único a apresentar crescimento anual do número de pendências em abril, com alta de 3,19%. Já o setor de comunicação teve a maior queda, de -17,35%. Em seguida aparecem os bancos (-5,02%) e o comércio (-7,10%).

(Agência Brasil)

Datafolha: Bolsonaro sobe e briga pelo 2.º lugar; Lula aumenta liderança

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu e atingiu a segunda posição – em empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – em pesquisa do Instituto Datafolha sobre a eleição presidencial de 2018, divulgada neste domingo, 30, pelo jornal Folha de S. Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a liderança na sondagem em dois cenários pesquisados. Os dois principais cenários da pesquisa divulgada neste domingo são comparados pelo instituto com levantamento feito em 16 e 17 de dezembro de 2015.

Esse é o primeiro levantamento do Datafolha depois da divulgação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Bolsonaro subiu de 4% para 15% e de 5% para 14% nos dois principais cenários pesquisados pelo Datafolha. No cenário 1, em que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), é incluído, Lula aparece com 30% (ante 20% da última pesquisa), seguido por Bolsonaro (15%), Marina (14%), Aécio (8%), Ciro Gomes/PDT (5%), o presidente Michel Temer (2%) e Luciana Genro/PSOL (2%). Ronaldo Caiado/DEM e Eduardo Jorge/PV aparecem empatados com 1% cada. Votos em branco, nulos e em nenhum dos candidatos somam 17% e não sabem, 4%. Neste cenário, Aécio caiu de 26% para 8% e Marina caiu de 19% para 14%.

No cenário 2, quando o candidato tucano é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Lula permanece com os mesmos 30% (ante 22% da pesquisa de 2015). Neste panorama, Marina caiu de 24% para 16% e Bolsonaro subiu de 5% para 14%. Depois, vem Alckmin, que caiu de 14% para 6%. Ciro ficou com 6% e Temer, com 2%. Luciana Genro e Caiado têm 2% cada e Eduardo Jorge, 1%. Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 16% e não sabem 4%.

No cenário 3, em que não há base de comparação com pesquisa anterior, Lula tem 31%, Marina aparece com 16% e Bolsonaro, com 13%. Neste recorte, foi incluído o nome de Doria, que tem 9%. Em seguida, vêm Ciro Gomes, com 6%, e Temer, com 2%. Luciana Genro também aparece com 2%. Caiado e Eduardo Jorge figuram com 1% cada. Em branco, nulos ou em nenhum dos nomes, 15%. Não sabem 4%.

No cenário 4, em que não são pesquisados os nomes de Lula e Temer, mas é incluído o de Doria, o levantamento é liderado por Marina, com 25%, seguida por Bolsonaro, com 14%, Ciro (12%), Doria (11%), Luciana (3%), Eduardo Jorge (2%) e Caiado (2%). Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 25% e não sabem, 6%. Neste cenário, também não há base de comparação com pesquisa anterior.

Num quinto cenário, sem Lula e Temer, mas com Alckmin, Marina lidera com 25%. Depois vêm, Bolsonaro (16%), Ciro (11%), Alckmin (8%), Luciana (4%), Caiado (2%) e Eduardo Jorge (2%). Em branco, nulos e nenhum somam 27% e não sabem, 6%. Também não há base de comparação com pesquisa anterior neste cenário.

O Datafolha realizou ainda um sexto cenário. Os números são os seguintes: Lula (29%); Marina (11%), Bolsonaro (11%), juiz Sérgio Moro (9%), Aécio (5%), Doria (5%), ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (5%), Ciro (5%), Alckmin (3%) e apresentador Luciano Huck (3%). Neste cenário, votos em branco, nulos e em nenhum nome somam 11% e não sabem, 4%, e também não há base de comparação.

(O POVO Online)

Inflação do IPC-S cai em cinco capitais na segunda semana de abril

A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), recuou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a primeira e a segunda semanas de abril. A maior queda foi observada em Belo Horizonte: 0,26 ponto percentual, caiu de 0,28% para 0,02%.

Também tiveram quedas na taxa de inflação Porto Alegre (0,09 ponto percentual, indo de 0,46% para 0,37%), Salvador (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,16%), Recife (0,05 ponto percentual, indo de 0,65% para 0,60%) e Rio de Janeiro (0,03 ponto percentual: de 1% para 0,97%).

Duas capitais tiveram leve avanço na inflação: São Paulo (0,02 ponto percentual: de 0,23% para 0,25%) e Brasília (0,01 ponto percentual: de 0,58% para 0,59%).

(Agência Brasil)

Inadimplência tem a maior queda em 7 anos, mas 52 milhões têm dívidas

O volume de dívidas em atraso de pessoas físicas caiu 4,42% em março sobre o mesmo período de 2016, na menor variação da série histórica da pesquisa iniciada em 2010 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O maior recuo ocorreu no setor de comunicação (-18,10%), seguido do comércio (-6,11%), serviços de água e luz (-1,53%) e bancos (-0,05%).

No entanto, a grande concentração de inadimplência está no segmento onde a retração foi mais inexpressiva: os bancos. Quase a metade das dívidas (48,9%) é de pendências com as instituições bancárias. No comércio estão 20,5% dos débitos não quitados e na área de comunicação, (13,9%).

Apesar de ter caído o volume de dívidas, o total de inadimplentes cresceu no primeiro trimestre, somando 59,2 milhões ante 58,7 milhões em igual período de 2016. Esse universo equivale a 39,36% da população adulta, entre 18 e 95 anos. A maior parte, mais da metade (50,12%), tem entre 30 e 39 anos.

O maior número de consumidores negativados (25,1 milhões) é da região Sudeste, seguido pelo Nordeste com 15,57 milhões; Sul (8,34 milhões); Norte (5,31 milhões) e o Centro-Oeste (4,84 milhões).

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, observou, porém, que diminuiu a intensidade do crescimento da inadimplência. “Essa desaceleração ocorre desde o segundo trimestre de 2016 e reflete tanto a recessão econômica, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, quanto a redução da tomada de crédito por parte dos consumidores e sua propensão a consumir. O consumidor tem tido maior cautela com compras, além de maior dificuldade para conseguir crédito. Assim, ele se endivida menos e, com isso, torna-se mais difícil ficar inadimplente”, disse.

(Agência Brasil)

Saques do FGTS podem ajudar retomada do comércio, aponta federação

Os recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), liberados para saque pelo governo no início deste ano, podem acrescentar até 2,4% ao faturamento do comércio varejista nacional em 2017, considerando a injeção total dos R$ 45 bilhões no varejo brasileiro. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que avaliou que o volume de dinheiro a ser sacado das contas inativas vai ajudar no processo de retomada da economia.

A assessoria técnica da FecomercioSP avaliou que “ainda que nem todo o dinheiro seja destinado para o consumo, o varejo pode se beneficiar no médio e longo prazo já que, se o consumidor optar por quitar dívidas ou aplicar, tais recursos entrarão no mercado financeiro elevando a capacidade bancária de conceder empréstimos”.

Além disso, com o dinheiro, “os consumidores endividados ou inadimplentes poderão reequilibrar seu orçamento doméstico, limpar o nome e se tornar novamente elegível a novos crediários, em condições mais vantajosas”, acrescentou.

(Agencia Brasil)

Fortaleza deixa ranking das dez cidades mais violentas do mundo

Fortaleza deixou o ranking das dez cidades mais violentas do mundo, segundo a pesquisa de uma ONG mexicana. Os dados analisados correspondem ao ano de 2016, e a Capital cearense conseguiu reduzir os homicídios e ficar na 35ª posição da lista das 50 mais violentas do mundo, que tem Caracas, na Venezuela, em primeiro. No ano de 2014, a pesquisa divulgada com os dados de 2013 colocava Fortaleza como a 7ª mais violenta do mundo e 1ª entre as cidades brasileiras.

Entre as 19 cidades brasileiras no ranking divulgado neste ano, Fortaleza ocupa a 12ª posição. A mais violenta do Brasil, segundo a pesquisa, é a cidade de Natal (RN). A maioria está localizada na região Nordeste. O estudo divulgado anualmente é realizado pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal.

O ranking considera municípios com pelo menos 300 mil habitantes e leva em conta o contingente populacional e número de homicídios. Conforme a ONG, Fortaleza obteve uma queda de uma taxa de 60.77 homicídio de por cada 100 habitantes em 2015 para uma de 44.98 em 2016, alcançando uma baixa de 26% em um ano.

Ranking:

  1. Caracas – Venezuela (Taxa de homicídio por 100 mil habitantes: 130,35)
  2. Acapulco – México (Taxa: 113,24)
  3. San Pedro Sula – Honduras (Taxa: 112,09)
  4. Distrito Central – Honduras (Taxa: 85,09)
  5. Victoria – México – (Taxa: 84,67)
  6. Maturín – Venezuela – (Taxa: 84,21)
  7. San Salvador – El Salvador – (Taxa: 83,39)
  8. Ciudad Guayana – Venezuela – (Taxa: 82,84)
  9. Valencia – Venezuela – (Taxa: 72,02)
  10. Natal – Brasil – (Taxa: 69,56)
  11. Belém – Brasil – (Taxa: 67,41)
  12. Aracaju – Brasil – (Taxa: 62,76)
  13. Cape Town – África do Sul – (Taxa: 60,77)
  14. St. Louis – EUA – (Taxa: 60,37)
  15. Feira de Santana – Brasil – (Taxa: 60,23)
  16. Vitória da Conquista – Brasil – (Taxa: 60,10)
  17. Barquisimeto – Venezuela – (Taxa: 59,38)
  18. Cumaná – Venezuela – (Taxa: 59,31)
  19. Campos dos Goytacazes – Brasil – (Taxa: 56,45)
  20. Salvador e RMS – Brasil – (Taxa: 54,71)
  21. Cali – Colômbia – (Taxa: 54,00)
  22. Tijuana – México – (Taxa: 53,06)
  23. Guatemala – Guatemala – (Taxa: 52,73)
  24. Culiacán – México – (Taxa: 51,81)
  25. Maceió – Brasil – (Taxa: 51,78)
  26. Baltimore – EUA – (Taxa: 51,14)
  27. Mazatlán – México – (Taxa: 48,75)
  28. Recife – Brasil – (Taxa: 47,89)
  29. João Pessoa – Brasil – (Taxa: 47,57)
  30. Gran Barcelona – Venezuela – (Taxa: 46,86)
  31. Palmira – Colômbia – (Taxa: 46,30)
  32. Kingston – Jamaica – (Taxa: 45,43)
  33. São Luís – Brasil – (Taxa: 45,41)
  34. New Orleans – EUA – (Taxa: 45,17)
  35. Fortaleza – Brasil – (Taxa: 44,98)
  36. Detroit – EUA – (Taxa: 44,60)
  37. Juárez – México – (Taxa: 43,63)
  38. Teresina – Brasil – (Taxa: 42,84)
  39. Cuiabá – Brasil – (Taxa: 42,61)
  40. Chihuahua – México – (Taxa: 42,02)
  41. Obregón – México – (Taxa: 40,95)
  42. Goiânia e Aparecida de Goiânia – Brasil – (Taxa: 39,48)
  43. Nelson Mandela Bay – África do Sul – (Taxa: 39,19)
  44. Armenia – Colômbia – (Taxa: 38,54)
  45. Macapá – Brasil – (Taxa: 38,45)
  46. Manaus – Brasil – (Taxa: 38,25)
  47. Vitória – Brasil – (Taxa: 37,54)
  48. Cúcuta – Colômbia – (Taxa: 37,00)
  49. Curitiba – Brasil – (Taxa: 34,92)
  50. Durban -África do Sul – (Taxa: 34,43)

(O POVO Online)

Comércio varejista tem queda de 0,7% entre dezembro e janeiro

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 0,7% entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano. É a segunda redução consecutiva do indicador, que já havia recuado 1,9% entre novembro e dezembro do ano passado. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

As vendas também recuaram 0,6% na média móvel trimestral, 7% na comparação com janeiro de 2016 e 5,9% no acumulado de 12 meses.

Na comparação com dezembro de 2016, houve queda em seis das oito atividades pesquisadas pelo IBGE, com destaque para equipamentos e material de informática (-4,8%) e combustíveis e lubrificantes (-4,4%).

Também tiveram redução os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-1,1%) e móveis e eletrodomésticos (-0,1%).

Ao mesmo tempo, tiveram aumento os setores de supermercados, alimentos, bebidas e fumo (0,2%) e tecidos, vestuário e calçados (4,1%).

(Agência Brasil)

José Airton lamenta corte de recursos para pesquisa de emprego no Ceará

Desde julho do ano passado, o Ministério do Trabalho e Emprego (Mtb) não repassa recursos para a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Ceará (STDS) e para o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho IDT/SINE, para pesquisa e produção de informações sobre o mercado de trabalho, além de intermediação de mão de obra, habilitação ao seguro-desemprego, qualificação profissional, dentre outras atividades.

A crítica é do deputado federal José Airton Cirilo (PT), que esta semana destacou no plenário da Câmara Federal o empenho do Governo do Estado em manter as atividades com recursos próprios.

“Os recursos, no valor de R$ 500 mil, estão empenhados desde julho de 2015, mas não chegam ao Ceará, no momento em que o trabalhador mais necessita de alternativas nessa crise aguda do mercado de trabalho. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), somente nos últimos doze meses o país perdeu 1,2 milhão de empregos com carteira assinada, sendo mais de 36 mil no Ceará”, afirmou o parlamentar cearense.

UFC é a segunda melhor instituição de ensino superior no Nordeste e a décima no Brasil

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (11):

O reitor da Universidade Federal do Ceará, Henry Campos, divulgou na solenidade pelos 40 anos da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura, no auditório da Instituição, dados oriundos de vários rankings na área do ensino superior.

A UFC está em 10º lugar no País, obteve o segundo lugar no Norte/Nordeste, entre as universidades – perdendo por um décimo para a UFPE, conquistou o 18º lugar na América Latina, emplacou o 30º lugar entre as universidades que integram os Brics (Brasil-Rússia-Índia-China-Africa do Sul), e obteve a posição de número 600 no ranking mundial.

“Tivemos ainda conquistas significativas como, por exemplo, o melhor curso de design do Brasil e o segundo melhor curso de secretariado executivo do País”, adiantou Henry Campos.

A ordem agora é ampliar parcerias com instituições do Exterior.

Indicador de Incerteza da Economia recua e atinge menor nível desde maio de 2015

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 8,5 pontos entre janeiro e fevereiro, deste ano. O índice passou de 127,3 para 118,8 pontos, o menor nível desde maio de 2015 (116,8 pontos).

O Indicador de Incerteza da Economia é composto por três componentes: na frequência de notícias com menção à incerteza nas mídias impressa e online; nas dispersões das previsões de especialistas para a taxa de câmbio e para a inflação oficial e na volatilidade do mercado financeiro.

De acordo com a FGV, o resultado parece refletir notícias favoráveis, como a redução da inflação e da taxa de juros, além da promulgação da Emenda à Constituição 95, que limita os gastos públicos. No entanto, segundo a FGV, é preciso ter cautela com os resultados, uma vez que fatores externos, o andamento da Operação Lava Jato e contratempos durante a tentativa de aprovação de outras medidas podem reverter a tendência de queda do indicador.

(Agência Brasil)

Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos é de 4,11% em 12 meses

A inflação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), acumula 4,11% em 12 meses. A taxa é menor que a registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que acumula variação de 4,57% no período.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apenas em fevereiro, a inflação medida pelo IPC-C1 ficou em 0,07%, taxa inferior ao percentual de janeiro: 0,54%.

A queda do IPC-C1 foi provocada por recuos em seis das oito classes de despesas que compõem o índice, entre elas, alimentação, que passou de uma inflação de 0,34% em janeiro para uma deflação (queda de preços) de 0,45% em fevereiro.

A inflação dos transportes, por exemplo, recuou de 2,07% para 0,72%. Os custos com vestuário, que já tinham caído 0,14% em janeiro, tiveram uma queda ainda maior em fevereiro: 0,37%.

(Agência Brasil)

Ipea mostra duas décadas de desigualdades de gênero e raça no Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgará na segunda-feira (6), em seu portal, o Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça no Brasil. A maior parte dos dados disponíveis é composta por séries históricas de 1995 a 2015, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE e recortes de gênero e cor/raça.

O texto traz informações em 12 blocos temáticos: população; chefia de família; educação; saúde; previdência e assistência social; mercado de trabalho; trabalho doméstico remunerado; habitação e saneamento; acesso a bens duráveis e exclusão digital; pobreza, distribuição e desigualdade de renda; uso do tempo; e vitimização.

O intuito é apresentar estatísticas descritivas que possam compor um retrato atual da situação de brasileiros e brasileiras sob a perspectiva das desigualdades de gênero e raça no país, bem como um histórico que permita analisar os principais avanços e continuidades de assimetrias ao longo de duas décadas.

(Ipea)

Lula ressurge mais forte

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (20):

A última pesquisa CNT/MDA, divulgada na quarta-feira, 15, coloca Lula como o nome mais forte para as eleições presidenciais de 2018. Sua liderança nos seis cenários desenhados pela pesquisa, no primeiro e segundo turnos não deixa dúvidas.

Quando os candidatos são nominados, o ex-presidente fica em primeiro lugar com 30,5%. No voto espontâneo, lidera com 16,6%. O resultado deixou o establishment apavorado. O candidato mais próximo, Jair Bolsonaro, está muito distante dele, com 11,3% (tecnicamente empatado com Marina, 11,8%), e, na espontânea, com 6,5%. Ademais, Bolsonaro é um nome da extrema direita troglodita, sem nenhuma experiência administrativa e que, provavelmente, iria afundar ainda mais o Brasil, seja economicamente, pois seu modelo de economia, pelo que se prenuncia, não se diferenciaria do mesmo neoliberalismo que desgraça o Brasil atualmente; e o seu modelo político teria tudo para atirar o País na convulsão social e na ditadura (da qual ele é defensor).

As pessoas que apoiaram o impeachment fajuto estão descobrindo que caíram num logro. Anseiam pela volta dos tempos felizes de crescimento de renda e emprego. Convencem-se, cada vez mais, de que o único nome capaz de tirar o País do buraco e fazê-lo progredir novamente é Lula.

O proponente presidencial mais próximo do programa do ex-presidente é Ciro Gomes – que já lançou pré-candidatura pelo PDT, semana passada. Ele também é contrário ao modelo recessivo e antinacional implantado pelo golpe. O que se espera, daqui para frente, é o encarniçamento da campanha de perseguição a Lula, procurando condená-lo, mesmo sem provas convincentes. É a forma de impedir uma candidatura imbatível.

Inca: média de mortes por câncer em jovens ficou estável entre 2009 e 2013

A taxa média de mortalidade por câncer na faixa etária entre 15 e 29 anos, os chamados adultos jovens, permaneceu estável no Brasil no período entre 2009 e 2013, de acordo com estudo divulgado nessa sexta-feira (10) pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). Segundo os dados, nos cinco anos do estudo ocorreram 17.527 mortes por câncer nesta faixa etária, com uma taxa média de 67 mortes por um milhão de habitantes, mas é um número que permanece estável.

As informações estão no “Incidência, Mortalidade e Morbidade Hospitalar por Câncer em Crianças, Adolescentes e Adultos Jovens no Brasil: Informações dos Registros de Câncer e do Sistema de Mortalidade”, uma versão atualizada e ampliada do estudo publicado em 2008 e, que pela primeira vez, faz um panorama do câncer em adolescentes e adultos jovens (15 a 29 anos) no Brasil.

A técnica da Divisão de Vigilância e Análise de Situação do Inca, Marceli Santos, da equipe que elaborou o estudo, disse que os dados mostram também que há uma tendência de estabilização nos casos de leucemia “Essas tendências mostram que a leucemia já estabilizou no que diz respeito à incidência e a gente tem aumento na incidência dos tumores no sistema central. Isso também é um fenômeno que a gente tem visto em outros países, onde a leucemia também está decrescendo na faixa etária de até 19 anos”, disse.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, disse na cerimônia que o ministério conseguiu uma economia nos gastos equivalentes a R$ 1,9 bilhão. Com isso, credenciou vários serviços de média e alta complexidade no Brasil, entre eles, 79 serviços de oncologia, que já estavam funcionando, mas não eram incluídos na lista da pasta. “Conseguimos ampliar o que a população precisa”, indicou.

O secretário disse que outro desafio do Sistema Único de Saúde (SUS) é poder fazer diagnósticos precoces. Figueiredo disse que o problema é que o SUS é muito descentralizado, com responsabilidades divididas entre a União, estados e municípios, por isso, o ministério está em entendimentos com os governos estaduais e municipais.

(Agência Brasil)

USP terá o primeiro centro de pesquisas em canabidiol do Brasil

A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) na cidade de Ribeirão Preto terá o primeiro centro do Brasil de pesquisas em canabidiol, uma substância derivada da maconha. O centro vai funcionar numa ampliação do prédio de saúde mental da universidade e deve estar pronto no segundo semestre deste ano.

Há décadas, os cientistas vêm obtendo bons resultados no uso do canabidiol para tratar pacientes com esquizofrenia, doença de Parkinson e epilepsia. Em estudos clínicos, o canabidiol se mostrou eficaz na redução de sintomas psicóticos em pacientes com doenças mentais.

Antonio Waldo Zuardi, professor USP e coordenador do novo centro, conta que começou a estudar a substância em 1976, durante o doutorado que fez na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em 1982, Zuardi passou a realizar as pesquisas na USP.

O estudo na USP vai analisar a resposta do canabidiol em mais de 120 crianças e adolescentes que sofrem com epilepsia refratária, ou seja, quando medicamentos tradicionais não fazem efeitos. Nessa pesquisa, o novo centro terá uma ala destinada à pesquisa básica de laboratórios e outra voltada à pesquisa clínica com os pacientes e voluntários.

Antes proibido, o canabidiol recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março do ano passado. Foi permitida a prescrição médica e a importação, por pessoa física, de medicamentos e produtos com canabidiol e tetrahidrocannabinol (THC) em sua formulação para uso próprio e tratamento de saúde.

O canabidiol, no entanto, ainda não está registrado no país, pois não teve a sua segurança e eficácia comprovadas pela vigilância sanitária brasileira. Para isso, os pesquisadores da USP vão usar o centro para testar a substância e, futuramente, disponibilizá-la para a população.

(Agência Brasil)