Arquivos da categoria: Sociologia

Há 15 anos morria o sociólogo francês Pierre Bourdieu

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Há 99 anos morria o sociólogo francês Émile Durkheim

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Betinho, que nesta quinta-feira faria 81 anos

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Há 159 anos morria o filósofo Auguste Comte, fundador da Sociologia e do Positivismo

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Sociólogo francês Pierre Bourdieu, que nesta segunda-feira faria 86 anos

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Há 124 anos nascia o filósofo e sociólogo alemão Walter Benjamin

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Há 96 anos morria o sociólogo alemão Max Weber

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Há 19 anos morria o sociólogo e educador Paulo Freire

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IPECE disponibiliza em seu site o Anuário Estatístico do Ceará 2015

Flavio Ataliba Diretor Geral IPECE (1)

O Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) está disponibilizando, nesta quarta-feira, em sua página, o Anuário Estatístico do Ceará 2015 (http://www2.ipece.ce.gov.br/publicacoes/anuario/anuario2015/index.htm). O documento contempla variáveis, indicadores, tabelas e mapas que permitem a análise dos aspectos socioeconômicos e geográficos do Estado e de seus 184 municípios.

Segundo o diretor-geral do IPECE, Flávio Ataliba, o objetivo desse produto é possibilitar à sociedade e a pesquisadores e os órgãos de governo, acesso “a uma ampla base de dados sobre o estado do Ceará”. O documento, nessa edição 2015, está estruturada em seis seções.

A primeira seção, Território, apresenta uma descrição espacial do Estado do Ceará e encontra-se subdividida em cinco subseções: Posição e Extensão do Território, Recursos Naturais e Meio Ambiente, Divisão Político-Administrativa e Regional, Características dos Municípios e os Mapas.

A segunda seção, Demografia, apresenta os mais importantes temas para análise populacional no Estado do Ceará, pois tratam das questões ligadas à evolução da População, Famílias, Migração, Fecundidade, Natalidade, Mortalidade e Nupcialidade, além de Indicadores Demográficos.

Na terceira seção são apresentados os indicadores de Qualidade de Vida, que procuram retratar a realidade social do Estado do Ceará a partir da análise de diversos indicadores, resumidos em oito subseções: Educação, Saúde, Trabalho e Rendimento, Previdência e Assistência Social, Eleições e Representações de classes, Justiça e Segurança Pública, Cultura e Índices de Desenvolvimento.

A quarta seção, Infraestrutura, destaca informações relacionadas aos Recursos Hídricos, tais como: a presença de Recursos Hídricos, Energia, Rodovias, Habitação e Saneamento no Estado do Ceará, sendo que esses indicadores estão representados espacialmente na seção Mapas.

Na quinta seção são abordadas informações sobre Aspectos Econômicos, tais como: Contas Regionais, Agropecuária e Extração Vegetal, Indústria, Comércio, Transportes, Comunicações, Turismo, Intermediários Financeiros, Administração Pública, Prestação de Serviços e Índices, Preços e Custos seguido dos mapas com representação espacial dos indicadores.

Por fim, na sexta seção, são apresentadas informações sobre as Finanças da União, do Estado do Ceará e de seus Municípios, com dados provenientes da Secretaria da Receita Federal (SRF), da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) e do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

Em linhas gerais, destacam-se no Anuário Estatístico do Ceará 2015 algumas informações, como, por exemplo, os dados de Produto Interno Bruto (PIB-Municipal) para os 184 municípios cearenses, no período de 2010 a 2013, calculados com base na nova metodologia elaborada pelo IBGE. Além disso, o Anuário traz, ainda, os indicadores de Demografia que mostram que a maioria dos municípios do Estado vem apresentando um aumento considerável da densidade demográfica e um aumento da expectativa de vida da sua população (o Ceará aumentou em 10 anos a esperança de vida ao nascer nos últimos 20 anos).

Há 14 anos morria o sociólogo francês Pierre Bourdieu

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Há 217 anos nascia o sociólogo francês Auguste Comte, que morreu 59 anos depois, no dia do aniversário

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O que tem a ver o Brasil com teorias do pensador Anibal Quijano?

Com o título “A América Latina no olhar de Anibal Quijano”, eis artigo que Uribam Xavier, sociólogo e professor da UFC, manda para o Blog. “No momento em que o Brasil passa por um processo de avanço do conservadorismo onde o tema do racismo e o fundamentalismo religioso ganha espaço como normatização da vida política e social, as teorias de Aníbal Quijano nos oferecem uma luz para pensamos a América Latina…”, diz Uribam. Confira: 

Em “Os Fantasmas da América Latina (2006, p. 60-61)”, Aníbal Quijano afirma que a produção histórica da ideia de América Latina, por parte de nossos colonizadores teve início com a ação perversa de destruição de todo um mundo histórico, ou seja, das cosmologias ameríndias e de seus produtores. Para ele, talvez, a invenção da América Latina se constitua na maior destruição sociocultural e demográfica da história, trata-se:

1 – da desintegração dos padrões de poder e de civilização de algumas das mais avançadas experiências históricas da espécie;

2 – do extermínio físico, em pouco mais de três décadas, as primeiras do século XVI, de mais da metade da população dessas sociedades, cujo total imediatamente antes da sua destruição é estimado em mais de 100 milhões de pessoas:

3 – da eliminação deliberada de muitos dos mais importantes produtores, não apenas portadores, daquelas experiências, seus dirigentes, intelectuais, engenheiros, cientistas, artistas;

4 – da continuada repressão material e subjetiva dos sobreviventes, durante os seguintes séculos, até submetê-los à condição de camponeses iletrados, explorados e culturalmente colonizados e dependentes. Ou seja, até o desaparecimento de qualquer padrão livre e autônomo da objetivação de ideais, imagens, símbolos. Em outras palavras, de símbolos, alfabeto, escrita, artes visuais, sonoras e audiovisuais.

O mesmo movimento histórico que forjou a ideia de América Latina criou um sistema de dominação, padrão de conflito e exploração social que teve como elemento fundante a idéia de raça. Para Quijano, raça foi a primeira categoria social de modernidade:

“foi um produto mental e social especifico daquele processo de destruição de um mundo histórico e de estabelecimento de uma nova ordem, de um novo padrão de poder, e emergiu como um modo de naturalização das novas relações de poder impostas aos sobreviventes desse mundo em destruição: a ideia de que os dominados são o que são, não como vítimas de um conflito de poder, mas sim como inferiores em sua natureza material e , por isso, em sua capacidade de produção histórico-cultural. Essa ideia de raça foi tão profunda e continuamente imposta nos séculos seguintes sobre o conjunto da espécie, que para muitos, lamentavelmente muitos mesmo, ficou associada não só à materialidade das relações sociais, mas à materialidade das próprias pessoas (2006, p.62).”

A ideia de raça e identidade racial foram estabelecidas como instrumentos de classificação básica da sociedade, foram criadas para outorgar legitimidade às relações de dominação importa pela conquista; relações que eram baseadas em valores de superioridade/inferioridade. Em torno da ideia de raça foram se associando novas identidades no novo padrão de poder: brancos, índio, negros (cor conhecida pelos europeus dedes os romanos, sem que a ideia de raça estivesse em jogo), criollos, mestiços, amarelos, mulatos. Articulado ao sistema de dominação racial emergiu um sistema de exploração social do trabalho voltado para produção de mercadoria para o mercado mundial.

No momento em que o Brasil passa por um processo de avanço do conservadorismo onde o tema do racismo e o fundamentalismo religioso ganha espaço como normatização da vida política e social, as teorias de Aníbal Quijano nos oferecem uma luz para pensamos a América Latina a partir do sul, das nossas interpretações sobre o que fizeram de nós ao longo desses séculos para que possamos encontrar alternativas de emancipação a partir do que somos.

* Uribam Xavier,

Professor da UFC e Socíólogo.

Há 107 anos nascia a socióloga, feminista e escritora francesa Simone de Beauvoir

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UNISF promove palestra sobre “Ânsia por Status”

A Universidade Sem Fronteiras (UNISF) promoverá nesta quinta-feira, a partir das 19 horas, uma conferência a ser ministrada pela professora Ângela Leitão Carvalho (Unifor). Ela abordará o tema “A ânsia por status”.

Focará mais precisamente a luta desesperada que alguns desenvolvem em busca da fama, do prestígio e do poder, o que, muitas vezes, pode se transformar no desespero da solidão e da frustração existencial.

Essa conferência faz parte de um projeto que a universidade vem realizando sempre nas últimas quinta-feira do mês.

SERVIÇO

Universidade Sem Fronteiras – Rua Nunes Valente, 919 (Aldeota).

Mais informações – (85) 3224 0909).

Entrada franca.