Blog do Eliomar

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Pesquisa diz como amor e sexo são encarados pelas classes A e C

Amor, sexo e paquera são temas encarados da mesma maneira pelas classes A e C? A pesquisa “Relações beta”, que mapeou os novos hábitos de relacionamento do brasileiro, indica que não. O estudo foi feito pela consultoria Consumoteca, que ouviu 1.000 brasileiros com idades entre 18 e 50 anos. A informação está na Coluna de Lauro Jardim, colunista do O Globo.

A ideia de que sexo e amor não precisam estar ligados, por exemplo, foi aceita por 81% dos entrevistados da classe A. Já na classe C, 64% concordam com essa premissa. De acordo com a pesquisa, crenças religiosas tiveram mais influência nas respostas do grupo.

Quando o assunto é casamento, 45% da classe A disse acreditar que só se deve ter uma união estável na vida — trata-se de um projeto, um planejamento para própria trajetória. Para 70% da classe C, porém, é normal se casar várias vezes ao longo dos anos.

Os brasileiros com maior poder aquisitivo também se mostraram mais propensos a mentir na construção de um perfil de aplicativo de relacionamento. Esse comportamento foi admitido por 5% dos entrevistados da classe A, contra 1% da classe C. Em todas as classes, valores como companheirismo, fidelidade e cumplicidade se mostraram mais importantes do que a compatibilidade sexual.

Camilo Santana apresenta nesta sexta-feira a situação hídrica no Ceará

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A situação hídrica no Estado e os investimentos que o Governo do Ceará vem realizando para a segurança hídrica são temas de um debate que o governador Camilo Santana participa nesta sexta-feira (2), no Palácio da Abolição. A informação é do chefe de gabinete do Governo do Estado, Élcio Batista.

E nada dessa de “tô namorando todo mundo…”

Com o título “Namoro, a ciência dos principiantes – Para Luciana”, eis artigo do jornalista e sociólogo Demétrio Andrade. Ele destaca os apaixonados que não são nada apaixonados por datas e que, a cada dia, renovam o namoro. Confira:

O título acima, evidentemente, é uma alusão ao vindouro Dia dos Namorados. Mas, principalmente, aos namorados que não precisam de dia algum. Explico melhor: a grande virtude das relações duradouras, no meu modesto ponto de vista, é continuar um namoro. Não importa se casado, junto, amancebado ou quaisquer outros adjetivos que qualifiquem seu vínculo com o outro. Vencer o passar dos dias com paixão é tarefa diária, competindo diretamente com louça na pia, roupa por lavar, grito de menino, supermercado, contas e afins.

É como um sapato novo. Você é atraído pela beleza, experimenta, verifica que cabe perfeitamente, acha o máximo mostrar aos outros. Aos poucos, a novidade é substituída pelo conforto que só os calçados mais velhos, adaptados à forma dos seus pés, podem lhe dar. O diabo é que, muitas vezes, as peças já estão gastas demais para seguir adiante. O apelo do novo, como diria Belchior, sempre vem, por mais ajustada que esteja a sintonia entre pés e sapatos.

Novidades se apresentam ao nosso redor desde que o mundo é mundo. Mas agora, com a avalanche proporcionada pelos múltiplos canais de informação e entretenimento, elas não só existem: polulam, prendem, gritam no seu ouvido, se mostram explicitamente. E num intervalo de tempo cada vez mais curto.

Não se desespere, porém, você que ama, com esta dicotomia entre perenidade e novidade. Ela existe desde sempre. Aposto que você um dia, no começo do namoro, deu doces, flores e poesias. Nada mais passageiro: flores murcham, papéis rasgam e doces estragam com facilidade, por melhor que seja a geladeira. Porém, nada é mais permanente que o gesto de mostrar o afeto através do que é efêmero. Há uma relação direta entre a constância das ações e a reafirmação do amor e do desejo.

Nada é mais passageiro que nossa própria vida. Sempre haverá crises que abalarão convicções e carinhos. O medo da perda e o ciúme, aliados ao sentimento de posse, perturbam o juízo de quem ama. Mas o que seria nossa existência sem problemas? Quão chata seria nossa vida sem riscos? Sem surpresas? Sem angústias? Como crescer sem dor? Com as relações não é diferente: alegrias e tristezas amalgamam caminhos, constroem atalhos, alicerçam escadas, e não para ambos, pelo menos para um dos dois. Tanto mais o mar revolto, mais se admira a beleza do equilíbrio de um surfista.

O namoro, esta entidade tão querida, o é justamente por isso: por ser a lembrança do princípio, do despertar, da conquista, do nervosismo, do frio na espinha, do pisar em ovos, do desconforto da ansiedade superado pela descoberta. É a ciência dos principiantes, mesmo os que já passeiam no mesmo barco há tempos. Mas sabem se guiar com destemor por mares nunca dantes percorridos. Amantes que aprenderam a viver “assim como era no princípio, agora e sempre”.

*Demétrio Andrade
Jornalista e sociólogo.

Dia dos Namorados deve movimentar R$ 7,7 bilhões no comércio, diz pesquisa

Pesquisa nacional da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos feita com 1,2 mil consumidores, em 72 municípios brasileiros, mostra que a intenção de gasto médio com presentes e comemorações no Dia dos Namorados, nesta sexta-feira (12), subiu 5% em comparação ao ano passado, com tíquete médio de R$ 155,69.

A intenção de compras se revelou estável, em torno de 34%. A estimativa é que a data movimentará em torno de R$ 7,7 bilhões no comércio brasileiro. O levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) foi feito entre os dias 15 e 28 de maio.

A pesquisa revela que roupas lideram a preferência dos consumidores, com alta de seis pontos percentuais em relação a 2014. Travassos destacou que há maior adesão dos namorados a programas como ir ao teatro ou ao cinema, jantar fora ou mesmo viajar. Essas alternativas representavam 5% das opções no ano passado, e agora superam 16%. Um em cada três brasileiros pretende presentear ou fazer alguma comemoração nesse dia 12 de junho.

(Agência Brasil)

É preciso resgatar, nos dias de hoje, a afetividade

Com o título “Resgatando o afeto, eis artigo da psicóloga e sexóloga Zenilce Bruno publicado no O POVO deste domingo. Ótima leitura. E bom para reflexões. Confira: 

O afeto é um sentimento simples, em que se acolhe o outro em sua inteireza, do jeito que ele é. Da infância até a morte, o afeto é vital, e dá sustentação e sentido ao nosso conviver. Nas parcerias, há uma tendência a garantir a posse do outro, como se ele fosse um troféu, uma tábua de salvação, não uma pessoa com quem se partilha afeto. Os “machões” dizem que afeto é coisa de mulher, ou de gente frágil.

Lamentavelmente em nossa cultura, afeto e ternura, tornaram-se sinônimos de fragilidade. Talvez se privem do afeto em seu endurecimento, mas por fraqueza, por medo de fazer vínculos, de gostar de alguém. “A doçura”, diz Sponville, “é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera”. Penso assim também em relação ao afeto, como uma força tranquila, parecida com o amor.

Devemos converter nosso olhar em relação ao outro para que a harmonia e afeto possam encontrar espaços entre nós. O modo como o olhamos, produz vínculos ou afastamentos. Um olhar é como um discurso. Diz, revela, condena, perdoa, acaricia ou pune. Pelo olhar, escutamos a dor, a alegria, a inquietação, a solidão, o prazer. Precisamos valorizar a força que tem o olhar e o poder da comunicação do rosto. Na mostra banalizada dos corpos em nossa cultura, esquecemos que é pelo rosto que nos encontramos com o outro, que é pelo olhar que nasce o afeto. O deslocamento de nosso olhar para regiões “siliconadas”, como lócus de prazer, afasta-nos do sentido humano de ver o homem todo, a pessoa.

Os dias atuais apontam para uma necessidade maior de afeto e menos violência. É preciso ensaiar de novo o amor, resgatar a afetividade, para que possamos ver “os cinquenta tons de cinza do arco íris”, a vida nos olhos dos outros, a generosidade das pessoas, a dor do irmão que sofre, a carência do filho que chora, o som da chuva. Precisamos reaprender o exercício de pequenas expressões civilizadas e afetivas. Desarmar nossa internalidade e não ter a vergonha de ser afetivo.

Minha preocupação tem se voltado para a frequente condição de mal estar em que estamos vivendo. De certo modo, estamos contagiados pela agonia coletiva da humanidade e falar disso é uma tentativa de pensá-la, preveni-la, atenuá-la. Talvez devamos começar a pensar também em caminhos que possibilitem algumas saídas desse círculo vicioso do sofrimento, da violência, dos crimes, das corrupções e dos abusos de álcool e drogas. São múltiplas as possibilidades de tornar a vida mais humanizada, mais calorosa, mais significativa. Resgatar em nós a afetividade é uma dessas possibilidades construtivas.

Sempre que escrevo sobre sentimentos, sinto saudade dos abraços que não dei, dos afetos que não troquei, dos gestos que não foram feitos, dos afagos que economizei, dos olhares que não troquei. A vida tem pressa e ontem já se foi. Amanha é agora. A boa notícia é que se corrermos… ainda dá tempo!

Zenilce Vieira Bruno

zenilcebruno@uol.com.br

Psicóloga, sexóloga e pedagoga.

Paróquia de Fortaleza terá Missa dos Namorados

A Paróquia do Cristo Rei vai celebrar a “Missa do Amor”, comeorandoo Dia dos Nmorados. O ato ocorrerá a partir das 19 horas de sábado, segundo informa o padre Eugênio Pacelli.

“Nada melhor do que celebrarmos a experiência do amor, na casa do amor que é a igreja”, explica o religioso, convocando casais para a celebração, que virou uma das tradições deste mês de festas juninas.

Por um gesto de amor neste Natal

bebe

Do querido Ítalo Gurgel, jornalista e presidente da Associação dos Orquidófilos do Ceará, recebemos a seguinte nota:

Caro Eliomar,

Há 13 anos, um grupo de amigos realiza, em Fortaleza, o “Natal de Amor”. Durante meses, eles arrecadam doações e, no dia 25 de dezembro, vão a vários hospitais públicos distribuí-los. Não há, nessa ação solidária, inspiração política, religiosa ou de qualquer outra índole que não seja, simplesmente, levar conforto e alegria a quem está hospitalizado no Dia de Natal.

Qualquer pessoa pode participar doando:

– Brinquedos novos (de preferência, bonecas e carrinhos),

– Kits de higiene pessoal (creme dental, sabonete, escova de dentes, pentes e aparelhos de barbear descartáveis),

– Fraldas de tecido e descartáveis, camisetinhas para bebês,

– Absorventes noturnos.

Se alguém gosta de cantar ou toca algum instrumento, pode fazer parte do Coral de Músicas Natalinas, contribuindo para que as visitas aos hospitais sejam motivo de alegria ainda maior para os internos.

A distribuição dos donativos arrecadados ocorrerá no dia 15/12, durante visita aos hospitais, que será feita por seis grupos previamente formados, com no máximo 40 pessoas cada, saindo a caravana, às 15 horas, do local da concentração na Praça do Hospital Militar de Fortaleza (Av. Desembargador Moreira, 1500 – Aldeota).

As pessoas que desejarem participar da caravana para a entrega dos donativos poderão fazer sua inscrição por meio de um dos contatos abaixo relacionados, devendo apresentar-se ao local da concentração, no dia do evento, com antecedência de uma hora, para a melhor organização das atividades.

Instituições a serem visitadas

– Hospital Waldemar de Alcântara

– Gonzaguinha de Messejana

– Frotinha de Messejana

– Frotinha de Parangaba

– CROA – Centro de Assistência à Criança

– Maternidade Assis Chateaubriand

– Hospital das Clínicas

– Hospital São José

– Hospital Infantil Luís França

– Frotinha de Antônio Bezerra

– Hospital Nossa Senhora da Conceição (Conjunto Ceará)

– IJF

– Santa Casa de Misericórdia

– Hospital Geral Dr. César Cals

As doações deverão ser entregues, até o dia 22 de dezembro, exclusivamente nos seguintes endereços:

Rua Tomaz Lopes, 200 – Aptº 707 – Praia de Iracema

– Contato: Miguel Pereira ou Fábia – 3086-6248 / 8806-0931

e-mail: miguelpl42@gmail.com

Rua Ildefonso Albano, 262 – Apto. 1104 – Aldeota

– Contato: Fernando ou Sâmia – 3087-6686 / 8825-1136 / 8846-1511

e-mail: fadpaiva@hotmail.com / samiasg@bol.com.br

Rua Tibúrcio Cavalcante, 2777 – Apto. 1002 – Dionísio Torres

– Contato: Silvana Feitoza – 3247-1808 / 9997-3147

e-mail: silvanafeitoza@hotmail.com

Rua Inglaterra, 150 – Casa 36 – Condomínio Maraponga Sul – Parangaba

– Contato: Rosane Célia – 3232-0437 / 8823-2246

e-mail: rca_reis@hotmail.com

Rua General Silva Júnior, 800 – Apto. 703 – Fátima 

– Contato: Ana Clarissa – 3256-0709

e-mail: anaclarissa@bnb.gov.br / anaclarissa_81@hotmail.com

Dona Rosinha completa 93 anos. E ainda usa salto alto

rosinha

Essa senhora é dona Rosinha Correa, viúva do deputado estadual falecido Otacílio Correa, que reuniu a família toda neste fim de semana para comemorar 93 anos. Dona Rosinha, lúcida e cheia de saúde, conserva algo de fazer inveja a muita mocinha: usa, com perfeição, sapato salto alto.

Quem com ela convive e conversa, acaba aprendendo que o melhor da vida é o respeito às pessoas. Este Blog saúda essa mulher maravilhosa de Váreza Alegre (CE). Com uma saudade danada do Otacílio Correa, aquele que levava alegria por onde passava.