Blog do Eliomar

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Cachaça cearense ganha prêmio na 28ª Expocachaça de Minas

A cearense Ypióca, do Grupo Diageo – líder mundial na produção de bebidas alcoólicas, ganhou prêmio em Minas, a terra da cachaça. Foi na 28ª Expocachaça 2018, em Belo Horizonte, no começo deste mês de junho. N evento, uma das maiores e mais importantes feiras da cadeia produtiva da cachaça, a Ypióca marcou presença com estande de mostra de produtos e também concorreu ao Concurso Expocachaça 2018, tendo Ypióca Ouro conquistado a medalha de prata da categoria Madeiras Brasileiras.

O concurso classifica as cachaças dos expositores em uma competição com degustação às cegas. A competição avalia a evolução e a qualidade dos produtos de diversas regiões produtoras de cachaça do Brasil, com o intuito de sinalizar para o mercado nacional e internacional o alto nível de produção da cachaça.

Premiações

Em março deste ano a marca foi contemplada com duas medalhas de ouro durante na 5th Annual Berlin International Spirits Competition e na mesma competição ganhou o prêmio de Destilaria do Ano. Em 2017, pelo segundo ano consecutivo, foi reconhecida em duas respeitadas e influentes competições internacionais de destilados: a “New York World Wine and Spirits Competition” e a “Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles”. A edição 2017 da competição nova-iorquina foi responsável por premiar Ypióca com oito medalhas ao todo, entre ouro, prata e bronze. Já o concurso belga premiou Ypióca com duas medalhes de Prata para Ypióca 160 e Ypióca Brasilizar Ouro Reserva Especial. Já o Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles 2017, considerado a ‘’Copa do Mundo’’ de destilados, reconheceu com medalha de Prata dois produtos da marca: Ypióca Brasilizar Ouro Reserva Especial e Ypióca 160.

Ypióca também foi destaque no Concurso Mundial de Bruxelas 2017, um dos mais importantes concursos de vinhos e destilados do mundo. Em 2015, Ypióca 160 ganhou medalha de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas – “Spirits Selection”. Esse diferencial da marca cearense também foi reconhecido em 2016, quando a marca recebeu seis no “New York World Wine and Spirits Competition” e no “Spirits Selection by Concurso Mundial de Bruxelas”.

(Foto – Divulgação)

Cervejeiro cearense investe agora no mercado nacional

Considerado um dos pioneiros na difusão da cultura cervejeira no Ceará, Rodrigo Campos Oliveira ganhou quatro medalhas, somente no ano passado, no concurso nacional que elege as melhores cervejas caseiras do Brasil.

Bem, com a premiação, o homebrewer recebeu o título de “Panela de Ouro”, sendo o cervejeiro mais premiado do País em 2017. A partir daí, Rodrigo virou empreendedor e sua mais recente conquista é a Bold Brewing, cervejaria cigana.

Através dela, vem lançando no mercado nacional algumas de suas receitas mais premiadas.

(Foto – Sérgio Gotthard)

Presidente do Fortaleza diz que liberar a venda de bebida alcoólica nos estádios é retrocesso

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O presidente do Fortaleza Esporte Clube, Luis Eduardo Girão, em artigo que assina no O POVO desta segunda-feira, posiciona-se contra a venda de bebida alcoólica nos estádios cearenses. Para ele, seria um retrocesso. Confira:

Além de presidente do Fortaleza, sou “torcedor de arquibancada” desde que me entendo por gente. Nessa jornada de amor ao futebol, infelizmente, já vi muita violência nos estádios: brigas, atos de barbaridade gratuitos e recorrentes, ódio e rivalidade potencializados pelos efeitos do álcool somados à emoção de uma partida. O álcool era, quase sempre, o combustível dos infortúnios. O fato é que a Assembleia Legislativa do Ceará está em vias de aprovar a liberação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios.

Alguns países desenvolvidos também sofrem com a violência na arquibancadas, oriunda da bebida. Por isso, baniram essas bebidas alcoólicas dos estádios. Como é o caso da Inglaterra, Itália e Argentina, por exemplo. Nos campeonatos mais importantes do mundo, como Eurocopa, Liga dos Campeões e Liga da Europa, a venda também é vedada. Por sinal, esses são os torneios mais lucrativos do mundo. E isso não é um paradoxo. Faz todo o sentido.

O professor Maurício Murad, autor do livro Para entender a violência no futebol, pesquisou e constatou uma redução drástica de violência nos estádios desde que a bebida foi proibida. Em 2008, primeiro ano da proibição, só em Pernambuco houve redução de 63% no índice de violência. Em São Paulo, 57% e em Minas Gerais, 45%. Agora, os estados começam a liberar o consumo visando apenas o lucro pelo lucro, sem perceber o dano às vidas de muitos torcedores e ao espetáculo dos jogadores no gramado. É um retrocesso que pode, inclusive, prejudicar os clubes cearenses com eventuais perdas de mandos de campo por confusões oriundas dos efeitos do álcool. E quem vai se responsabilizar por eventuais tragédias dentro dos estádios?

O Ministério Público é contra, a Polícia Militar também é contra, assim como muitos movimentos de cidadania que estudam cientificamente há tempos o tema. Precisamos (políticos, torcedores, clubes de futebol, entidades sociais) refletir sobre esses pontos que coloquei acima e não querer liberar esse grande mal a “toque de caixa” para o nosso povo.

Como dirigente, não abro mão da paz nos estádios. Por tudo isso, não ficaria com a minha consciência tranquila se não me posicionasse contra esse equivocado projeto de lei, pois sei o quanto o tema nos é caro e digno de atenção para uma sociedade verdadeiramente fraterna. Se mantivermos banida do futebol a venda de bebidas alcoólicas e incrementarmos ações pela paz no entorno das praças esportivas, poderemos ainda sonhar em ter nossas famílias de volta aos jogos. Para torcer e exercitar o bem-estar que o esporte propicia e poder comungar de ideais de um país melhor, menos violento e mais humano.

*Luís Eduardo Girão

opiniao@opovo.com.br

Presidente do Fortaleza Esporte Clube.

Impostos podem cair 40% com volta da cachaça ao Simples, prevê setor

Os micro e pequenos produtores de cachaça terão redução de cerca 40% nos impostos sobre a bebida quando o setor retornar ao Simples Nacional, regime tributário simplificado para pequenos empresários. A estimativa é do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac). A inclusão da bebida, ao lado do vinho e da cerveja artesanais, foi sancionada pelo presidente Michel Temer no fim de outubro.

O aval de Temer foi dado em meio a um pacote de medidas do governo chamado Crescer sem Medo. A possibilidade de opção pelo Simples começa a valer somente em 2018. As medidas também ampliaram de 60 para 120 meses o prazo de parcelamento de dívidas por empresas optantes do Simples e elevou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões o teto de faturamento para participar do regime.

O diretor executivo do Ibrac, Carlos Lima, destaca que a cachaça saiu do Simples Nacional em 2001, junto com outros setores. Na avaliação dele, a resistência ao retorno da atividade ao regime simplificado tem relação com preconceito, pelo fato de tratar-se de uma bebida alcóolica.

De acordo com Lima, atualmente há cerca de 1,5 mil fabricantes de cachaça registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Desses, 90% são micro e pequenos produtores. Ele acredita, contudo, que o retorno ao Simples em 2018 aumentará essa contagem.

“O censo agropecuário do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] de 2006 levantou 11.124 [produtores de cachaça]. Ou seja, temos uma informalidade de cerca de 80%. Com certeza [o número de produtores clandestinos] vai diminuir com a possibilidade de aderir ao Simples”, diz.

(Agência Brasil)

Comissão rejeita proposta que proíbe consumo de bebidas alcoólicas em jogos de futebol

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou proposta que proibia a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol nos dias de jogos. A proibição atingiria estabelecimentos comerciais nas proximidades dos estádios em dias de jogos com atletas profissionais ou amadores. Foi rejeitado o Projeto de Lei (PL) 4457/16, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF). Segundo o autor, “o poder público não pode ficar parado diante da violência que vem destruindo o futebol”.

No entanto, o relator, deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE), argumentou que muitos tumultos com consequências drásticas poderiam ser evitados se houvesse policiamento dimensionado para as partidas.

Para Côrte Real, a realização de um trabalho de prevenção antes e após as partidas, incluindo o monitoramento de locais com mais chance de conflito entre torcidas, seria potencialmente mais efetivo do que a simples proibição de bebidas alcoólicas nos estádios. “A simples proibição puniria o lazer de tantos torcedores pacíficos”, avaliou o relator.

O relator lembrou ainda que, desde 2010, uma alteração no Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03) deixou clara a proibição de bebidas alcoólicas em todos os locais onde ocorrem eventos esportivos, não apenas em estádios. O texto proíbe o “porte de bebidas suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Mas, segundo Real, como a Lei Geral da Copa (Lei 12.663/12) retirou provisoriamente o efeito de alguns artigos do Estatuto do Torcedor, entre os quais o da proibição, diversos municípios adaptaram suas legislações para permitir a venda de bebidas alcoólicas em estádios novamente.

Essas alterações, segundo o relator, já são objeto de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF).

(Agência Câmara Notícias)

Guaraná Jesus é vendido em Fortaleza

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guarana jesus

O tradicional refrigerante do Maranhão, Guaraná Jesus, comercializado desde 1927, será vendido nas lojas da rede Mercadinho São Luiz. A novidade foi anunciada na última quinta, 28, na página de Facebook da empresa.

A bebida de cor rosa e de sabor peculiar, sucesso de vendas em seu Estado de origem, foi comprada pela The Coca-Cola Company em 2001.

Cai em 54,1% número de adultos em Fortaleza que bebem e dirigem

No conjunto das 27 capitais estudadas pela pesquisa, 5,5% dos indivíduos referiram conduzir veículos após o consumo de bebidas alcoólicas, contra os 7% de 2012 – uma queda nacional de 21,5%. Assim como foi constatado em Fortaleza, a proporção nacional é maior entre homens (9,8%) do que entre mulheres (1,8%). Apesar disso, desde o endurecimento da lei seca menos homens têm assumido os riscos da mistura álcool/direção na média das 27 capitais pesquisadas: a redução foi de 22,2%, entre 2012 e 2015, na população masculina.

Entre as capitais brasileiras, quatro se destacaram com queda superior a 50% nos últimos três anos: Fortaleza (54,1%), Maceió (53,2%), João Pessoa (51,4%) e Vitória (50,7%). Algumas capitais, contudo, apresentaram aumento do número de adultos que referiram assumir o volante após consumir qualquer quantidade de álcool: Cuiabá e Boa Vista apresentaram alta de 15,8% e 13,2%, respectivamente, desde 2012.

A população adulta de Florianópolis (13%), Palmas (11,9%) e Cuiabá (11,7%) estão entre as que mais abusam da combinação álcool e direção. Na contramão, Recife (2,6%), Maceió (2,9%) e Vitória (3,2%) se destacaram com o menor percentual de entrevistados que declararam beber e dirigir. “É cada vez mais notória a importância da Lei Seca em inibir a população brasileira de se arriscar na mistura do álcool com o volante. Agora temos que continuar nessa batalha, principalmente entre os jovens de 25 a 34 anos, que apresentaram o maior índice da infração entre todas as faixas etárias pesquisadas”, declarou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

De acordo com a pesquisa de 2015, 8,7% da população de 25 a 34 anos admitem beber e dirigir. O número é duas vezes maior do que o registrado na população de 18 a 24 anos e quatro vezes maior do indicado em homens e mulheres de 65 anos ou mais. Outro índice importante é o nível de escolaridade: a pesquisa detectou que, quanto maior o grau de instrução, maior é o número de pessoas que assumem o risco.

Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2015) que realizou mais de 54 mil entrevistas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal. O levantamento é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde. Os dados são coletados e analisados por meio de uma parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP).

(Agência Saúde)

Duas sugestões de mudanças para o Brasil

Em artigo no O POVO deste sábado (28), o juiz Michel Pinheiro sugere eliminar a carga tributária dos combustíveis e a produção de cimento por parte do Exército. Confira:

Venho a este espaço apresentar duas ideias de mudanças para tornar melhor a vida dos brasileiros: a primeira consiste em eliminar toda a carga tributária que incidem sobre os combustíveis, transferindo-a para as bebidas alcoólicas; a segunda é criar uma divisão do Exército Brasileiro para o fim de produzir cimento destinado à construção e reforma permanente das estradas brasileiras, ficando os militares também com o encargo de manutenção das referidas vias.

O Exército investe muito em cursos de engenharia de excelência, o que tem garantido ótima qualidade nas obras. Cabe lembrar que rodovias feitas com cimento duram muito mais do que as confeccionadas com asfalto.

Justifico a primeira com dois argumentos fortes: o Brasil tem consumo de 14 bilhões de litros de cerveja por ano (dados que não incluem outras centenas de bebidas alcoólicas), sendo o terceiro consumidor mundial, perdendo somente para os EUA e para a China. Somando todas as bebidas alcoólicas, teríamos mais arrecadação tributária em produto que faz mal à saúde, desonerando os preços dos alimentos e serviços se os combustíveis não forem tributados.

É absurdo desmedido cobrar um dólar por um litro de gasolina, levando o País aos primeiros lugares do planeta no preço do derivado do petróleo. Justifico a segunda pela necessidade de retirar das empreiteiras o encargo de construir e manter rodovias, considerando que em vários escândalos financeiros envolvendo políticos elas atuam com propinas vultosas, comprando a consciência das pessoas e financiando campanhas eleitorais.

Não é raro encontrar provas de superfaturamento em obras que seriam menos onerosas ao povo se fossem realizadas pelo Exército.

Mulheres são maioria entre atendidos por excesso de bebida alcoólica em Salvador

Mais da metade das pessoas alcoolizadas atendidas neste carnaval nos postos de saúde montados em Salvador são mulheres, informou a Secretaria Municipal de Saúde. Os dados mostram que, entre as 515 ocorrências, 57% dos pacientes são do sexo feminino. Porém, o número de casos caiu 12% em relação ao ano passado.

Segundo a Prefeitura Municipal de Salvador, a informação reforça pesquisa do Ministério da Saúde, de 2011, que aponta Salvador como a capital brasileira onde mais se consome bebida alcoólica de forma excessiva, principalmente entre as mulheres.

A nutricionista Isis Lima explicou que as mulheres são mais suscetíveis aos efeitos do álcool por apresentarem menor peso corporal, menor teor de água no organismo e níveis mais baixos de álcool desidrogenase, enzima de importância crucial na metabolização do etanol.

(Agência Brasil)

Tá liberada – Comissão rejeita punição para a venda de bebida alcoólica em padarias e lanchonetes

A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados rejeitou proposta que transforma a venda e o fornecimento de bebidas alcoólicas por lanchonetes e padarias em infração sanitária.

A medida, prevista no Projeto de Lei 2132/15, do deputado Sóstenes Cavalcante (PSD/RJ), tem a finalidade de evitar o constrangimento de mulheres, crianças e idosos que frequentam esses espaços, segundo o autor. No entanto, o relator da matéria, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), acredita que banir as bebidas alcoólicas exclusivamente desses lugares é medida discriminatória que prejudica o comerciante.

“Lanchonetes e padarias são micro e pequenas empresas, que obtêm boa parte de sua receita da venda de bebidas alcoólicas, além de empregar a população da vizinhança”, argumentou Vergilio, que defende que o consumo de álcool seja discutido de forma ampla, nos moldes do que foi feito durante as reformas ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97).

(Agência Câmara Notícias)

Líder do Governo quer a liberação da cerveja nos estádios

EVANDRO-LEITO

Da Coluna Vertical, no O POVO desta sexta-feira (20):

A liberação da venda de bebida alcoólica nos estádios cearenses. Eis o que propõe projeto de lei do deputado estadual Evandro Leitão (PDT), que também é presidente do Ceará Sporting Clube.

O parlamentar já deu entrada no projeto e, entre as justificativas, destaca que a venda de cerveja, por exemplo, não só foi liberada durante a Copa do Mundo como marcas desse produto patrocinaram o certame. Fortaleza foi uma das subsedes da Copa.

Evandro, também líder do Governo, quer a venda liberada nos primeiros 15 minutos de partida e nos 15 minutos restantes do jogo. Deixa claro que inclui esse limite para não incentivar a bebedeira. Hoje muitos torcedores ingerem bebida nas barracas e nos barzinhos no entorno do “PV “e do Castelão.

SSPDS decide: Lei Seca vale no domingo

A venda, consumo e fornecimento de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes e estabelecimentos congêneres e demais locais abertos ao público estarão proibidos em todo o Estado do Ceará no domingo (5), por ocasião das Eleições 2014.

A proibição vale de zero hora às 18 horas do dia da eleição e valerá também para o dia 26 de outubro de 2014, no mesmo intervalo, em um eventual segundo turno.

Após a realização de reuniões de alinhamento para as eleições com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Polícia Federal (PF), a portaria n.º 1386/2014, que estabelece tal medida, foi assinada pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Servilho Silva de Paiva, e será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).

“É dever da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE) a preservação e manutenção da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”, diz o texto.

A decisão publicada na portaria considera que o uso exacerbado de bebidas alcoólicas pode vir a prejudicar a normalidade dos trabalhos eleitorais. A fiscalização das disposições desta Portaria fica atribuída a todas as instituições policiais que compõem o Sistema de Segurança Pública do Estado do Ceará.

(SSPDS)

Projeto proíbe aplicativos na internet que alertem sobre blitz no trânsito

A Câmara analisa o Projeto de Lei 5596/13, do deputado Major Fábio (Pros-PB), que proíbe o uso de aplicativos e de redes sociais na internet para alertar motoristas sobre a ocorrência de blitz de trânsito.

Segundo a proposta, o provedor de internet deverá tornar indisponível esse tipo de conteúdo. Em caso de descumprimento da norma, será aplicada multa de até R$ 50 mil.

O internauta que fornecer informações sobre a localização de blitz também estará sujeito à multa. “Essa conduta – além de representar um desserviço à coletividade, ao limitar a efetividade das ações de combate à violência nas estradas – beneficia criminosos de todo gênero, que se valem dessas ferramentas para escapar da fiscalização do Estado”, diz Major Fábio.

O deputado lembra que já existem decisões do Poder Judiciário para que os provedores de internet bloqueiem o acesso às páginas das redes sociais que prestam informações sobre blitz no trânsito. Ele afirma, no entanto, que ainda não há consenso entre os juristas de que a conduta fere a legislação em vigor.

Lei Seca

Os aplicativos com informações sobre blitz no trânsito surgiram após a entrada em vigor da Lei Seca (Lei 11.705/08), em 2008. Major Fábio afirma que a lei tem contribuído para reduzir o número de acidentes de trânsito, mas ressalta que o seu cumprimento depende de uma fiscalização firme e efetiva por parte do Poder Público.

(Agência Câmara Notícias)

Oba! Inventaram uma cerveja que não dá ressaca

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Com o título “Australianos inventam a cerveja que não dá ressaca”, eis a coluna “Papo de botequim”, do jornalista Felipe Araújo, no O POVO desta sexta-feira. Ele aborda uma invenção australiana que promete acabar com o que estamos sentindo nesta manhã, depois de um coquetel promovido pelo jornal. Confira:

“Um grupo de pesquisadores da Australia pode estar promovendo uma revolução no campo da boemia: uma cerveja que não dá ressaca. Isso mesmo, uma bebida – com aspecto de cerveja, com gosto de cerveja, com os mesmos ingredientes da cerveja (ou quase todos) e que, melhor de tudo, é cerveja(!) – que imuniza seu portador daquela sensação de rebordosa que, para muitos, é um dos maiores dissabores da existência.

Cientistas da área de nutrição da Griffith University’s Health Institute criaram uma fórmula que evita que os bebedores fiquem desidratados após o consumo de cerveja. O segredo é a adição de eletrólitos à composição, o mesmo tipo de ingrediente encontrado nas bebidas esportivas. Segundo os pesquisadores , os eletrólitos ajudam a manter o corpo hidratado e por isso atenuam a ressaca. Com o detalhe: sem alterar o gosto da cerveja . A única mudança foi uma pequena redução do teor alcóolico.

Os cientistas acrescentaram o ingrediente em quatro cervejas com teores alcoólicos diferentes. A cerveja mais leve com eletrólitos revelou-se 30% mais eficaz em evitar a ressaca que as demais. “Das quatro cervejas consumidas, a com baixo teor alcoólico foi, de longe, a mais bem retida pelo corpo, o que significa que foi a mais eficaz para reidratar os consumidores”, disse o líder do estudo, Ben Desbrow, professor associado do Instituto de Saúde da Universidade de Griffith, em entrevista ao jornal Sydney Morning Herald. (bit.ly/16gje7e)

Este hebdomadário balcão tem lá suas dúvidas sobre se a descoberta representa efetivamente um dia histórico para os bebedores porque considera que a ressaca possui certas virtudes e prerrogativas morais. Gosto de pensar, por exemplo, que a ressaca restitui ao ser humano sua percepção de finitude. Ou como diria Luiz Fernando Veríssimo: “As bebedeiras de antigamente eram mais dignas, porque você as tomava sabendo que no dia seguinte estaria no inferno. Além de saúde era preciso coragem. As novas gerações não conhecem ressaca, o que talvez explique a falência dos velhos valores. A ressaca era a prova de que a retribuição divina existe e que nenhum prazer ficará sem castigo”.

CAS avalia em audiência novas restrições a pontos de venda de cigarros

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realiza na terça-feira (14), audiência pública para debater o PLS 139/2012, que inclui os postos de gasolina, locais de venda ou consumo de alimentos, supermercados, lojas de conveniência e bancas de jornal entre os locais nos quais não será permitido comercializar tabaco e produtos dele derivados.

O requerimento para realização da audiência foi apresentado pelo autor da proposição, senador Paulo Davim (PV-RN). O relator da matéria na CAS, senador José Pimentel (PT-CE), apresentou voto favorável à sua aprovação. Em seu relatório, José Pimentel argumenta que “a restrição proposta, com certeza, produzirá impacto em termos de redução do consumo desses produtos, seja pelo aumento da dificuldade de acesso a eles, seja pela redução da propaganda do tabaco”.

A permissão da publicidade de produtos fumeiros nos locais de venda, para o relator, “é ainda um ponto frágil da política de controle do uso do tabaco no país”, já que, nestes locais, “há grande circulação de crianças e adolescentes”. O relator argumenta que a permissão da publicidade em padarias, lojas de conveniência e supermercados, por exemplo, “mantém a exposição do público infantil e jovem a esse tipo de propaganda, o que aumenta a vulnerabilidade desse grupo”. Ele afirma que o projeto aperfeiçoa a legislação vigente e pode contribuir para a melhoria do nível de saúde da população.

O projeto altera a Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996, que dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumeiros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas.

A proposta será ainda avaliada pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), cabendo a esta última a decisão terminativa.

(Agência Senado)

“Nem todo morador de rua é drogado”

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Há cerca de um ano e meio, Antônio Márcio Bié, 32, era um dos cozinheiros mais disputados por restaurantes de culinária mexicana. Mas uma desilusão amorosa levou o homem que se orgulhava de suas misturas de temperos ao alcoolismo e depois às ruas de Fortaleza.

“Eu larguei mulher e três filhos por algo que julgava ser amor verdadeiro. Mas depois que consegui montar uma casa com tudo de bom dentro, fui surpreendido ao voltar do trabalho e encontrar um imóvel vazio. Até o dinheiro que eu havia juntado e também pedido emprestado, ela levou”, contou para o Blog o renomado cozinheiro, que atualmente mora debaixo de lajes entre o Centro e a Beira Mar.

Bié revelou que passou a beber todos os dias e a trabalhar alcoolizado. Sem condições de elaborar bons pratos, saiu da cozinha para a função de auxiliar de garçom. E depois amargou o desemprego e as ruas.

“Sei que um dia vou dar a volta por cima, principalmente se conseguir um tratamento contra o alcoolismo. Até lá, aceito o que a vida me submete para pagar pelos meus erros. Já fui roubado, maltratado e discriminado”, afirmou.

Para sobreviver, o especialista em comida mexicana aprendeu a fazer artesanato com latinhas de refrigerante. “Sempre me virei e sabia que podia produzir algo nas ruas. Às vezes, as pessoas perguntam se o dinheiro é para comprar drogas. Sou alcoólatra, nunca peguei droga. Já tenho problemas demais. Nem todo morador de rua é drogado. Tem muita gente com história mais interessante que a minha, você ficaria surpreso”, disse.

Estados Unidos reconhecem cachaça como produto de origem brasileira

Os Estados Unidos reconheceram a cachaça como produto de origem exclusiva brasileira. A decisão vale a partir de 11 de abril e significa que, para levar no rótulo o nome de cachaça, o produto deverá ser fabricado no Brasil e de acordo com os padrões de qualidade brasileiros. Atualmente, o destilado é vendido nos EUA sob o nome genérico de brazilian rum.  O Brasil também reconhecerá como destilados exclusivos norte-americanos o bourbon e o tenessee whiskey em um prazo de 30 dias.

O reconhecimento foi divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Na avaliação do secretário de Relações Internacionais da pasta, Célio Porto, a mudança abrirá o mercado dos EUA para a cachaça brasileira. Para Vicente Bastos, presidente do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), haverá desenvolvimento da produção do destilado, com aumento das exportações, atualmente em um patamar modesto. “No ano passado foram apenas US$ 20 milhões, dos quais US$ 2 milhões foram para os Estados Unidos”, disse. De acordo com ele, a cadeia produtiva da cachaça emprega cerca de 600 mil pessoas em todo o país.

Para Bastos, além de impulsionar o mercado, a alteração nas regras norte-americanas é o primeiro passo para assegurar a manutenção da qualidade do produto. “Nós temos que evitar o que ocorreu com a vodca e com o rum. Um era da Rússia e o outro do Caribe, mas transformaram-se em destilados genéricos, que qualquer país pode fabricar. Além da perda de mercado, isso traz perda de qualidade. Com o reconhecimento, para levar o nome de cachaça [a bebida] terá que se espelhar em nossos padrões. No Brasil há um decreto definindo o que é cachaça, mas tem que obter a regulamentação do restante dos países”, disse, referindo-se ao Decreto n° 4062/2001.

Segundo o presidente do Ibrac, o reconhecimento dos EUA é resultado de negociações iniciadas em 2001 com a participação do governo e do setor privado. Há conversações iniciadas também com a União Europeia sobre o assunto. “Na Comunidade Europeia há vários exemplos de marcas de destilados, vinhos e queijos que são considerados exclusivos. Isso ajuda a assegurar mercado para o país produtor”, disse.

(Agência Brasil)

Sindicato dos Comerciários de Fortaleza denuncia exploração do trabalho por empresa multinacional

O Sindicato dos Comerciários de Fortaleza realiza na manhã desta quarta-feira (27) uma manifestação em frente à Atlântica Distribuidora de Bebidas / Schincariol, a partir das 6 horas, no bairro Antonio Bezerra.

Segundo o sindicato, em nota enviada à imprensa, a empresa de capital estrangeiro estaria desrespeitando as leis brasileiras do Trabalho, impondo aos funcionários uma carga horária maior que a adotada no Brasil, além de negar direitos trabalhistas, como férias, 13º salário, hora extra, FGTS e INSS.

Ministro da Saúde apresenta pesquisa sobre o impacto do uso do álcool no trânsito

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta na manhã desta terça-feira (19), em Brasília, os resultados de pesquisa que mostram o impacto do uso de álcool e sua relação com acidentes de trânsito e agressões.

Os resultados fazem parte do Viva, publicação do Ministério da Saúde que reúne dados sobre os atendimentos em unidades de urgência e emergência no Sistema Único de Saúde (SUS).

(Agência Saúde)