Blog do Eliomar

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O Réveillon da terra do Padim Ciço

Com o título “Na virada, um mar…”, eis artigo de Cristina Holanda, historiadora e presidente da Fundação Memorial Padre Cícero. Ela aborda o Réveillon de Juazeiro do Norte e suas contradições e peculiaridades. Confira:

No Juazeiro do Norte, o ritual da “virada” de um ano inclui reunir a parentada e amigos, seja na pequena área rural ou na cidade. Cada esquina um estilo de música, com as cadeiras e mesas nas calçadas. Ou debandar para os passeios nas praças, restaurantes e bares, abertos em profusão, por todos os cantos.

Quem quer ambientes mais sofisticados e restritos, vai para a Lagoa Seca, essa “Aldeota” que em nada consegue dialogar com outros bairros, muito menos os periféricos que, aliás, interrompem as Festas de Reis, iniciadas perto do Natal, nesse último dia do ano, e até as tradicionais Renovações, para dar passagem ao ano vindouro. Aqui também investem no réveillon, sob os mesmos argumentos da capital: marketing cultural, promoção turística, geração de ocupação e renda. Fazem a queima de fogos e organizam os shows de forró e sertanejo que tocam em todo País, na principal praça da cidade, com decoração natalina, de presépio a trenó de Papai Noel.

O logradouro que leva o nome do patriarca local é o deleite de inúmeros romeiros que são, há tempos, seu principal público, a despeito do grande número de pessoas que ainda fixa residência no perímetro central, onde está o intenso comércio popular. Tem quem queira ficar mais perto do Padim e vai aguardar a passagem de ano no Horto, abandonando o sacrifício pela contemplação festiva. Alguns optam pelo grande restaurante, quase ao lado da estátua, com vista panorâmica, criado há algum tempo.

Mas há os que buscam lugares ermos como a Pedra do Vento, de clima ameno e paisagem bucólica, que atrai pessoas de todas as tribos e cultos, inclusive os que afirmam ser o Juazeiro “de Jesus” e não somente do Padre Cícero.

Seja de onde for, a visão noturna, do alto do Horto, é impressionante. Outro oceano, feito de luzes cintilantes, nos banha por todos os lados. Nessa data, esse “mar” ganha um colorido especial e saltitante, em razão dos fogos de artifício em diversos pontos do território juazeirense e das cidades vizinhas, como outro ritual de “passagem”, sem que a gente saiba com exatidão onde começa e termina o espetáculo de cores e sons.

*Cristina Holanda

crisrholanda@gmail.com

Historiadora e presidente da Fundação Memorial Padre Cícero.

Venda de carros novos no País cresceu 14,6% em 2018

A venda de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no país cresceu 14,60% no ano passado em relação a 2017, com 2.566.235 unidades emplacadas. É o segundo ano seguido de crescimento. No ano passado, estes segmentos apresentaram crescimento de 9,23%. O dado foi divulgado hoje (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No mês, estes segmentos cresceram 1,70% e, na comparação com o mesmo mês de 2017, o aumento foi de 10,33%.

Considerando apenas automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), houve alta de 13,74% no ano passado na comparação com 2017, com o emplacamento de 2.470.654 unidades. A expectativa para este ano é de aumento de 11% nestes dois segmentos.

Em relação ao emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o aumento foi de 13,58% em 2018, com a venda de 3.653.500 unidades. Para 2019, a expectativa é de que todos os segmentos automotivos apresentem crescimento de 10,1%.

“Iniciamos 2018 com uma expectativa de alta mais moderada, porém, em função da melhora, mais acentuada, da economia e da confiança do consumidor e investidores, ao longo do ano, o desempenho do setor automotivo foi maior do que o esperado. Mesmo com acontecimentos negativos, como a greve dos caminhoneiros, em maio, e a indefinição política – no período pré-eleitoral, o mercado continuou em ritmo de alta”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Dezembro

No mês de dezembro, a venda de todos os segmentos registrou alta de 3,36% na comparação com novembro, totalizando 331.153 emplacamentos. Com relação a dezembro de 2017, o crescimento foi de 9,93%.

Já os emplacamentos de carros e comerciais leves somou 225.001 unidades licenciadas em dezembro, com crescimento de 1,67%, se comparada ao mês de novembro, e de 9,85% na comparação a dezembro do ano passado. “A queda da taxa de juros e a melhora da inadimplência geraram uma maior oferta de crédito, impulsionando, assim, a venda de automóveis e comerciais leves”, disse Assumpção Júnior.

(Agência Brasil)

O que esperar de 2019?

Com o título “O que esperar de 2019?”, eis artigo de Rodrigo Saraiva Marinho, advogado, professor de Direito, mestre em Direito Constitucional e membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil. Ele exalta a chega dos liberais ao comando da economia do País. Confira:

O ano de 2018 terminou, e para quem acompanha meus artigos, aqui, neste espaço, sabe o quanto foi difícil este ano. Que bom que alguém pensou em medir a vida em anos: um ciclo se encerra, outro se inicia, novas possibilidades se abrem e, sem dúvida, teremos boas emoções para quem acredita nas ideias de liberdade.

Parafraseando um senhor que está preso, nunca na história deste País houve tantas possibilidades para as ideias de liberdade. Paulo Guedes tomou posse como ministro da Economia e, pela primeira vez, um liberal com conhecimento dessas ideias, ainda que da Escola de Chicago (seria ainda melhor alguém ligado à Escola Austríaca), assumiu a pasta. E muito há de ser feito para melhorar o País.

Precisamos voltar um pouco para entender o quão importante é isso. Os liberais, há alguns séculos, fundaram os Direitos Humanos: vida, liberdade e propriedade. Direitos esses que permitiram a maior evolução na história do planeta Terra. Nunca o mundo foi tão rico, tão próspero e tão seguro. A pobreza vem caindo em todos os lugares onde as ideias de liberdade são implantadas. Liberdades de escolha, inclusive com quem vai se compartilhar a vida, são muito mais respeitadas em países que defendem a liberdade. Por sua vez, em todos, repito, todos os regimes socialistas, homossexuais foram dizimados.

Além disso, nos países que acreditam nas ideias de liberdade há maior oferta de água potável e de esgoto, a mortalidade infantil é menor e há muito mais liberdade de escolha para as pessoas. Só para se ter uma dimensão de como tudo mudou, em 1800, ano em que a Revolução Industrial ainda estava em seus primórdios, o homem vivia em média quarenta anos. Estamos no início do século XXI e caminhando para uma expectativa média de vida de oitenta anos. A população era de cerca de setecentos milhões de pessoas, hoje já passamos de sete bilhões de pessoas e que continua crescendo.

Tudo isso é para demonstrar o benefício da aplicação das ideias liberais no mundo e o quanto elas podem ser impactantes no Brasil e, em especial, no Nordeste. Hoje, o nosso País está entre os últimos colocados no ranking de liberdade econômica da Fundação Heritage, uma posição na frente do Afeganistão. O Brasil está entre os piores países para se fazer negócios no mundo, segundo o relatório Doing Business, é o segundo país mais fechado do mundo com relação às importações/PIB, perdendo somente para Sudão do Sul.

A partir desse ano serão desfeitas várias medidas protecionistas e burocráticas que emperram o desenvolvimento do Brasil, buscando uma valorização da autodeclaração, revogando uma série de legislações esdrúxulas e trazendo muito mais responsabilidade individual.

Passaremos, finalmente, a ter uma bancada liberal que acredita que são os empreendedores o motor do desenvolvimento e não o Estado. Que entendem que é possível fazer muito mais, com muito menos recursos. Que entendem que o dinheiro não deve ficar no governo, e sim nos bolsos das pessoas. Que entendem que a liberdade é um valor fundamental e virá com tudo nesse ano!

*Rodrigo Saraiva Marinho

rodrigo@marinhoeassociados.com.br

Advogado, professor de Direito, mestre em Direito Constitucional e membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil.

Abih nacional prestigia posse do novo ministro do Turismo

O novo ministro Turismo entre Manuel Cardoso, que estava com sua esposa, Morgana

O presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria e Hotéis (Abih), o cearense Manuel Cardoso Linhares, conferiu a posse do novo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Na ocasião, entregou a pauta de reivindicações do segmento que quer investimentos em maior capacitação e promoção do setor turístico.

(Foto – Divulgação)

Presidente da China diz estar disposto a trabalhar com Bolsonaro

O presidente da China, Xi Jinping, enviou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro afirmando que está disposto a trabalhar com o novo governo brasileiro para desenvolver a economia dos dois países, salvaguardar a paz mundial e realizar uma cooperação bilateral “pragmática”. Também desejou felicidades no governo.

Na carta, o presidente chinês disse que desde o estabelecimento das relações entre China e Brasil, há 44 anos, os “laços entre os dois países resistiram dos cenários internacionais e se desenvolveram de maneira integral e profunda’.

Segundo o presidente chinês, a base dessas boas relações do princípio de respeito mútuo. Xi Jinping disse ter apreciado a declaração feita por Jair Bolsonaro, logo após ganhar as eleições, que a China é um grande sócio de cooperação com o Brasil.

O presidente chinês afirmou ainda que está disposto a realizar esforços conjuntos com o presidente Bolsonaro para respeitar os interesses centrais de cada país e desenvolver uma perspectiva estratégica a longo prazo.

A carta foi entregue ontem (2) em mãos a Bolsonaro pelo enviado especial do presidente chinês Ji Bingxuan, segundo informou a Embaixada da China, em Brasília, nesta quinta-feira (3). Ji Bingxuan é vice-presidente do Comitê da Assembleia Popular Nacional e participou da cerimônia de posse do presidente da República há dois dias.

(Agência Brasil)

STJ autoriza Grupo Oi a retomar atividades e participar de licitações

O Superior Tribunal de Justiça autorizou o Grupo Oi, que está em processo de recuperação judicial, a retomar as atividades. A decisão do presidente da corte, ministro João Otávio de Noronha, suspendeu os efeitos de liminar que impedia as empresas de atuar e de participar de licitações até a apresentação de certidões negativas fiscais. A informação é do site do STJ.

Na origem, a União impetrou mandado de segurança contra decisão proferida pelo juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro que dispensou às requerentes a exigência de apresentação de certidões negativas para o exercício de suas atividades e para a participação em licitações com o poder público.

Em junho passado, o relator no Tribunal Regional Federal da 2ª Região declarou, nos autos do mandado de segurança, a incompetência daquela corte para julgar o feito e determinou o encaminhamento do processo ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em agosto, a União interpôs agravo interno contra a decisão que declarou a incompetência da Justiça Federal, o qual foi provido.

Assim, no último dia 3 de dezembro, o TRF-2 deferiu medida liminar à União para suspender os efeitos da decisão da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, entendendo que, no processo de recuperação judicial, o benefício de dispensa das certidões concedido às empresas seria uma flagrante violação às regras de competência constitucional e ao devido processo legal, já que o provimento judicial proferido em processo em que a União não seja parte, por expressa disposição legal, não pode abranger créditos tributários federais nem vincular a administração pública federal.

No pedido ao STJ, as empresas requereram a suspensão da liminar proferida pelo TRF-2, alegando que a manutenção da decisão geraria grave lesão à ordem administrativa, social e econômica. Segundo elas, a liminar concedida reduziria em aproximadamente R$ 960 milhões as receitas previstas para o Grupo Oi.

Para as empresas, o interesse público estaria refletido na necessidade de assegurar condições efetivas para que o Grupo Oi prossiga com as suas atividades, garantindo a continuidade da prestação dos serviços de telecomunicações em todo o país. De acordo com elas, além das lesões aos bens jurídicos, haveria o risco de colapso dos serviços de telecomunicações em todo o território nacional, concentração de mercado e perdas financeiras.

Demonstração de lesão

Segundo o presidente do STJ, o deferimento da suspensão de segurança é condicionado à demonstração da ocorrência de grave lesão à ordem, à saúde, à segurança ou à economia públicas. “Esse instituto processual é providência extraordinária, sendo ônus do requerente indicar e comprovar na inicial, de forma patente, que a manutenção dos efeitos da medida judicial que busca suspender viola severamente um dos bens jurídicos tutelados, pois a ofensa a tais valores não se presume”, disse.

Para ele, a excepcionalidade a que se refere a legislação foi demonstrada pelos requerentes. “Ainda que exista dúvida sobre o valor do dano à ordem econômica decorrente da decisão impugnada, o fato é que ele existe, pois a suspensão da decisão do juízo falimentar compromete diretamente o exercício das atividades desempenhadas pelas requerentes”, disse.

Em sua decisão, Noronha entendeu que a manutenção da liminar proferida pelo TRF-2 “afeta o interesse público e gera grave lesão à ordem e à economia públicas, pois foram comprovados pelas requerentes, de forma efetiva e concreta, os impactos para a continuidade do serviço público de telecomunicações por elas prestado”.

Bolsonaro reúne ministros para definir prioridades de cada pasta

Diante de 22 ministros já empossados, o presidente Jair Bolsonaro iniciou há pouco, no Palácio do Planalto, a primeira reunião do primeiro escalão de seu governo. O encontro, que ocorre dois dias depois da posse, deve concentrar temas prioritários de cada ministério.

Desburocratização e enxugamento da máquina pública e melhoria da qualidade de serviços prestados à população brasileira estarão sobre a mesa. Hoje, mais de 300 funcionários comissionados que integravam a Casa Civil da Presidência da República na última gestão foram exonerados. A medida foi adotada para uma nova composição de equipe mais alinhada com o novo governo.

Temas mais específicos – como o avanço da reforma da Previdência – que exige esforço redobrado das equipes econômicas e de articulação política, também devem tomar grande parte das conversas.

Ao longo de toda a transição, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, conversou com parlamentares para tentar construir uma relação entre o Legislativo e o Executivo dentro de novos moldes.

Determinado a pôr fim à política do “toma lá, dá cá”, baseada na concessão de cargos em troca de apoio em votações no Congresso Nacional, Onyx costurou, ao longo das últimas semanas, um diálogo em busca de uma base forte que possa garantir o avanço de projetos como a revisão da lei previdenciária. O tema é defendido como fundamental para o equilíbrio das contas públicas.

Paralelamente, a equipe comandada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, busca o melhor formato de texto com o propósito de garantir o avanço da proposta.

(Agência Brasil)

Governo Bolsonaro estuda aumentar IR para rendas mais altas, avisa secretário

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O novo governo estuda o aumento da alíquota de Imposto de Renda para as faixas mais altas de Imposto de Renda (IR), disse o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Ele não detalhou de quanto seria a nova alíquota nem sobre qual faixa incidiria, mas confirmou que a medida está em discussão pela equipe econômica.

“O sistema tributário brasileiro precisa ter uma certa progressividade. Não iremos ao extremo de ter apenas uma alíquota. Poucas alíquotas são absolutamente adequadas e uma alíquota adicional para altas rendas, altos rendimentos”, declarou o secretário, após a cerimônia de transmissão de cargo para o ministro da Economia, Paulo Guedes.

A progressividade tributária caracteriza-se por onerar os mais ricos e reduzir o peso dos impostos sobre os mais pobres. Atualmente, quem ganha até R$ 1.903,98 por mês é isento do IR. Quem recebe de R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 paga 7,5%. Quem ganha de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 paga 15%. Quem recebe de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 paga 22,5% e quem recebe acima de R$ 4.664,68 é tributado em 27,5%.

Alíquotas

Além de aumentar a alíquota para os mais ricos, Cintra disse ser possível reduzir o IR para pessoas de renda menor e ampliar a faixa de isenção. Ele, no entanto, ressaltou que a extensão dos benefícios dependerá do ajuste fiscal que o governo conseguir executar, porque o caixa do governo não pode ser comprometido.

Em relação aos demais tributos, Marcos Cintra admitiu que pretende criar um imposto único, desde que a medida estimule a progressividade do sistema tributário.

O secretário disse que esse imposto pode incidir sobre operações financeiras, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), sobre o valor adicionado a uma mercadoria em cada etapa da produção e do comércio ou sobre o faturamento de empresas.

“Estamos ainda analisando as varias alternativas [para o imposto único]. Podemos trabalhar em um IVA [Imposto sobre Valor Agregado], podemos trabalhar em um imposto sobre movimentação financeira, em um imposto sobre faturamento. Nós temos de fazer um complexo de ações. Antes de qualquer coisa, é importante que a gente faça uma limpeza em nosso sistema tributário”, disse Cintra.

O secretário afirmou que o novo governo pretende reduzir a carga tributária, que fechou 2017 em 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).

“Ainda analisamos alternativas”, disse o novo secretário que, além de comandar a Receita Federal, elaborará uma proposta de reforma tributária. Antes de enviar a proposta, no entanto, o secretário afirmou que o Ministério da Economia se concentrará em simplificar a tributação, aproveitando a proposta elaborada pelo governo anterior para unificar o Programa de Integração Socal (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

“A unificação de tributos é processo que deve ocorrer paralelamente [à reforma tributária]”, afirmou Cintra.

(Agência Brasil)

Cearense assume órgão responsável pelas provas do Enem

Vélez e Marcus Vinícius.

O cearense Marcus Vinícius Rodrigues, 63, é O novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é o cearense Marcus Vinícius Rodrigues (63). Com isso, ele passa a ser o responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Blog do jornalista Jocélio Leal, do O POVO Online, havia antecipado a informação em 18 de dezembro do ano passado.

Empossado ontem pelo novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, Marcus Vinícius é doutor em Engenharia da Produção pela COPPE/UFRJ, Mestre em Administração de Empresas pelo CEPEAD/UFMG, Especialista em Formação de Executivos pela ESAP/DF e Engenheiro Eletricista pela EE/UFC. É executivo, consultor organizacional, palestrante, professor em cursos de pós-graduação (MBA, Mestrado e Doutorado) e escritor.

(Foto – Divulgação)

José Guimarães diz que reforma da Previdência não passa

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De José Guimarães (PT), que deve permanecer como líder da minoria na Câmara dos Deputados:

“Tudo faremos para que a Reforma da Previdência não seja aprovada. Ela é danosa para o Pais”.

Bem, faltou o parlamentar apresentar alternativas para o quadro da Previdência que é grave e um problemão enfrentado hoje por vários países.

(Foto – Agência PT)

Confiança do empresário atinge maior nível desde março de 2014, diz FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,0 ponto em dezembro, indo a 95,9 pontos, o maior nível desde os 97,8 de março de 2014. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,9 ponto.

Os dados fazem parte da Sondagens de Índices de Confiança Empresarial, e foram divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE).

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: indústria, serviços, comércio e construção.

Os dados indicam que o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 1,1 ponto, para 91,2, o maior valor desde os 92,8 pontos de junho de 2014.

Já o Índice de Expectativas (IE-E) avançou 0,2 ponto, indo para 101,0. É segundo mês consecutivo em que o IE-E ultrapassa 100 pontos.

Na avaliação do superintendente de Estatísticas Públicas da FGV, Aloisio Campelo Jr., o índice de confiança do empresariado vem se aproximando da normalidade.

“Após a terceira alta consecutiva, a confiança empresarial se aproxima de níveis que retratam uma situação de normalidade” disse.

Para ele, a segunda boa notícia de dezembro foi que o índice que mede a percepção sobre o momento atual (ISA) avançou mais que o índice de expectativas (IE), “o que acontece pela primeira vez desde julho de 2018”.

O economista afirmou, porém, que, apesar dessas constatações, “a distância ainda superior a 15 pontos entre ISA e IE no comércio e na construção sugere que os ganhos recentes da confiança devem ser explicados por uma efetiva melhora gradual do ambiente econômico, mas também pelo efeito favorável do fim do período eleitoral sobre as expectativas”.

Confiança por setores

O estudo da FGV indica, ainda, que, pelo segundo mês consecutivo, houve aumento da confiança na margem em todos os setores que integram o ICE.

Já na métrica de média móveis trimestrais, a variação foi negativa apenas na indústria, com queda de 0,4 ponto. Com expressiva alta no mês, a confiança do comércio passa dos 100 pontos pela primeira vez desde março de 2014.

A indústria e os serviços avançaram menos e apresentam agora níveis de confiança muito próximos entre si. Já a confiança da construção subiu pelo quarto mês consecutivo, mas continua sendo a mais baixa entre os quatro setores.

Difusão da Confiança

Em dezembro, houve alta da confiança em 65% dos 49 segmentos que integram o Índice de Confiança Empresarial.

No mês passado, no entanto, a alta havia alcançado 84% dos segmentos.

Para a edição de novembro de 2018, foram coletadas informações de 4.701 empresas entre os dias 3 e 21 de dezembro. A próxima divulgação do ICE será no dia 31 de janeiro.

(Agência Brasil)

A tarefa em defesa do Brasil

Com o título “Nossa tarefa em defesa do Brasil”, eis artigo do escritor Ruy Câmara. Ele faz pregação contra possíveis boicotes ao governo de Jair Bolsonaro. Confira:

A partir de hoje, 02/01/2019, o Brasil retoma a sua caminhada de recuperação do tempo perdido rumo ao futuro glorioso que tanto desejamos, para nós e para as futuras gerações.

A tarefa maior que compete a cada cidadão e cidadã brasileiro responsável e consciente é combater e enfrentar com altivez os bandos de abutres e sabotadores das esquerdas lacaias e revanchistas que farão tudo para que os projetos não sejam aprovados, para que a Nação não se desenvolva e para que nada dê certo no Brasil.

Outra importante tarefa nossa é ajudar a expurgar e a banir de todas as instituições do nosso QUERIDO e AMADO BRASIL tudo de ruim que deriva da mentalidade petista, comunista, socialista e comuno-socialista.

A faxina que faremos desses tipos nocivos de mentalidades atrofiadas e danosas deve ser iniciada agora e já, principalmente nas escolas e universidades, mesmo que isso nos custe algumas velhas ou novas amizades.

De minha parte, estejam certos: enfrentar e combater de frente essas mentalidades que tantos males causaram ao nosso país e ao povo brasileiro é mera continuidade do que eu venho fazendo desde os anos 90.

*Ruy Câmara,

Escritor.

Jair Bolsonaro e uma cutucada em Eunício Oliveira

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Entrevistado, cm exclusividade, pela Rede Record, o presidente Jair Bolsonaro bateu duro na forma de composição das agências reguladoras federais.

Até fez alusão à recém-criada Agência Nacional de Mineração que, coincidência ou não, conta com dois conselheiros indicados por Eunício Oliveira.

São eles: o ex-deputado estadual Tomás Figueiredo Filho, ex-PSDB e hje MDB, e o advogado Vicente Aquino. Eles foram nomeados em novembro e dezembro, respectivamente, por Michel Temer. Cumprirão mandato de dois anos.

(Foto – Agência Câmara)

Brasileiro quer juntar dinheiro para pagar dívidas, diz pesquisa

Pesquisa divulgada hoje (2) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas.
Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e “sair do vermelho”. Sete em cada dez entrevistados (72%) dizem estar otimistas com a economia neste ano e que a vida financeira será melhor, enquanto 8% do total revela pessimismo, dizendo que a economia vai piorar.

“À medida em que o novo governo anuncia seus projetos para o país, aumenta o clima de otimismo com a retomada da economia, que deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre”, disse José César da Costa, presidente da CNDL.

Entre os otimistas, as perspectivas para este ano são manter os pagamentos das contas em dia (69%), fazer reserva financeira (59%) e realizar algum sonho de consumo (57%).

Foram entrevistadas 702 pessoas, entre os dias 27 de novembro e 10 de dezembro de 2018, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras.

Crise

Seis em cada dez entrevistados (58%) acreditam que os efeitos da crise terão impacto ainda neste ano. Para evitar o impacto dela no cotidiano, os entrevistados dizem que pretendem organizar ou controlar mais as contas da casa (51%), pesquisar mais os preços (50%), aumentar a renda com trabalho extra e bicos (44%) e evitar o uso do cartão de crédito (44%).

Temores

Entre os principais temores para este novo ano foram citados: não conseguir pagar as contas (61%), não guardar dinheiro (45%), abrir mão de determinados confortos no dia a dia (34%), não obter um emprego (28%) e perder o emprego (20%).

“Apesar de os brasileiros continuarem sentindo os efeitos da crise, a possibilidade de crescimento da economia impõe novos desafios para o sucesso de projetos pessoais, que passará pela capacidade do consumidor de controlar o orçamento, planejar e poupar”, disse Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.

(Agência Brasil)

Ciro diz torcer “genuinamente” por Bolsonaro, mas destaca que a equipe dele é inexperiente

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Com o título “O que esperar de 2019”, eis artigo de Ciro Gomes, que saiu publicado na Folha de S.Paulo. “Torço genuinamente que as coisas possam melhorar e até acho que melhorarão ainda que modestamente”, diz o ex-ministro, que disputou a presidência da República. Confira:

Para quem, como eu, tem o coração ligado na vida do povo, é inevitável a percepção de que as esperanças da maioria dos brasileiros se renovaram; em larga escala pelo encontro sazonado, início de um novo ano com a posse de um novo governo. Estas energias, ainda que algo supersticiosas ou meramente psicológicas, não são estéreis. Podem ajudar muito a construir coisas práticas na direção da sofrida agenda nacional.

Não seria eu a botar areia neste sentimento. Torço genuinamente que as coisas possam melhorar e até acho que melhorarão ainda que modestamente.

É que, pouco importam as ficções de contagem do tempo tão necessárias à nossa psicologia humana,o problema de partida em nosso País é objetivamente muito difícil e grave. A política pode produzir rupturas, reorientações, e rumos novos. Mas não por si ou por qualquer fatalismo como o que deriva da mera troca de governo.

É preciso diagnostico correto, terapêutica bem administrada, equipe, disciplina, bons ventos exteriores, bom equilíbrio entre autoridade e habilidade políticas, senso de urgência e …compromisso! Uma pitada de sorte é sempre bem-vinda.

Nesta conjunção reside minha descrença objetiva em grandes mudanças. Alguns números: 13 milhões de pessoas desempregadas, 17 milhões de pessoas vivendo de bico na informalidade, 63 milhões de pessoas com nome sujo no SPC, endividamento empresarial recorde, déficit público de R$ 130 bilhões de reais, dívida pública superior R$5,2 trilhões de reais, um quarto disto vencendo em poucos dias; 63.800 homicídios nos últimos 12 meses, 60.000 estupros no mesmo período, dengue, chikungunya, malária e sarampo epidêmicos e um grave problema de atenção básica de saúde agravado pela saída dos médicos estrangeiros.

Em resumo, estes são alguns dos números que desenham provavelmente a mais aguda crise sócio econômica da história moderna do Brasil. Para qualquer um, a reversão deste quadro não seria fácil. Para quem permitiu a percepção simplificada ao extremo dos problemas e se deixou ver como capaz de resolver tudo a golpes de frases feitas ou de uma radicalizada retórica que mistura moralismo com ideologia estreita…Eis as razões de meus temores.

Realisticamente, para alguém com minha experiência, talvez a palavra correta em relação ao cenário de 2019, seja uma grande interrogação. Ninguém sabe, a meros momentos do inicio do novo governo o que vai ser. Nenhuma proposta concreta, nenhum dialogo sistemático com a intrincada federação politica do País, e os primeiros escândalos já tem o velho tratamento de antanho : “fiz mas eles (PT) fizeram também “. Familiares apontando potencial escandaloso também é história velha. Assim como a relativização de valores com que se olham a si e aos adversários.

A equipe é, para dizer o mínimo, inexperiente. O mais importante assessor não tem um dia sequer de vivência no setor público. Outros… bem, há os que fraudam mapas para privilegiar interesses econômicos, e aqueles que já se apresentam com práticas questionáveis. O diagnóstico, travado por um liberalismo tosco, é, para dizer pouco, equivocado.

Depois de afundarmos na terapêutica Dilma Temer, alguma reversão é de se esperar. Que venha, nosso povo precisa e merece. Mas o potencial de confusão, por esta mistura de graves problemas, grave incompetência e despreparo, equipe fraca e desconhecimento do País me permitem apostar mais na sorte…Que ela ajude nosso Brasil!

Uma palavra sobre a oposição, neste quadro. É preciso evitar o oportunismo rasteiro e demagógico; atrair o governo para o jogo democrático, força-lo a atuar dentro da institucionalidade, oferecer alternativas praticas ao equívocos sem negar a complexidade dos problemas muito menos explorar as muitas contradições derivadas da retorica tosca . A cada bobagem, uma proposta! E fiscalizar sem tréguas.

*Ciro Gomes,

Ex-ministro e ex-governador do Ceará. 

Maria do Rosário, insultada por Bolsonaro, é autora da lei que criou a profissão de tradutor de Libras

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Ironia do destino. A deputada federal reeleita Maria do Rosário (PT-RS), que ouviu do presidente Jair Bolsonaro em 2003 que não merecia ser estuprada, é a autora do projeto de lei que regulamentou, em 2010, a profissão de tradutor e intérprete de Libras. A informação é da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Durante a posse de Bolsonaro, nesta terça-feira (1), a primeira-dama Michelle fez um inédito discurso no parlatório do Palácio do Planalto em que se dirigiu ao público por meio da linguagem, que é a sigla de Língua Brasileira de Sinais.

Michelle aprendeu a linguagem para se comunicar melhor com um tio surdo, e é intérprete de Libras em uma igreja evangélica que frequentava, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

(Foto – Reprodução de TV)

Cid e Ciro apoiam Tasso para a presidência do Senado

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O senador eleito Cid Gomes (PDT) e o candidato derrotado à Presidência da República, Ciro Gomes, definiram o apoio à Tasso Jereissati (PSDB) à presidência do Senado Federal. Questionados separadamente antes da solenidade de posse do governador Camilo Santana (PT), ontem na Assembleia Legislativa, os irmãos apontaram que o senador tucano reúne aspectos que não seriam “nem de uma situação automática e nem de uma oposição sistemática” ao governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Cid disse se dedicar à tarefa de formar um bloco de “15 ou 16” senadores de cinco partidos para atuar “além da formação da mesa e da composição das comissões”. Os partidos, não detalhados ontem por Cid, poderiam ser PDT, PRB, PRP, PPS e setores do PSDB.

“Existe o sentimento de colocar o Senado como um poder independente, compreendendo o papel relevante que terá de poder moderador, de manter estabilidade para o País num governo de muita imponderabilidade, que, creio, será o governo Bolsonaro. Imagino que a quantidade de pessoas que tenham esse sentimento em comum possa chegar a 50 senadores”, desenhou Cid. Para ele, Tasso “é um nome que define esse sentimento”. O número representaria 61% dos 81 senadores que compõem a Casa.

Pensando em um cenário de articulação federal com o Ceará, Ciro foi ainda mais enfático quanto às declarações em relação a Tasso. “Evidentemente é o Cid que comanda essas coisas, mas eu vibraria muito com a eleição dele (Tasso)”, afirmou.

Ciro foi apadrinhado de Tasso no início da carreira política. Os Ferreira Gomes e o senador tucano se distanciaram desde o mandato do Cid Gomes à frente do Governo do Estado. Durante esse tempo, Tasso e o PSDB têm se apresentado como oposição aos Ferreira Gomes localmente, tanto na Assembleia, quanto durante as campanhas eleitorais. A declaração de Ciro pode indicar uma reaproximação dos então adversários políticos, e é representativa de como será a postura nacional de oposição do PDT ao governo de Bolsonaro – distante de laços com PT e parte da esquerda, e mais próxima de setores de centro e de direita.

O senador eleito diferenciou a situação local, por serem aliados do PT cearense, da conjuntura nacional, declarando que, nacionalmente, a relação entre PDT e PT é de mais “animosidade”. “O que eu desejo é que o PDT possa marcar nossa identidade, somos diferentes a nível nacional. Mas certamente é razoável que em muitas situações nós estejamos na mesma estratégia e defendendo as mesmas bandeiras”, declarou.

Sobre a não presença do PT na posse do presidente Bolsonaro, Ciro voltou a tecer duras críticas ao partido, antes aliado. “(É uma postura) Desrespeitosa com a maioria do eleitorado (que elegeu o Bolsonaro). Acho uma infantilidade, mais uma aberração dessa burocracia corrompida do PT, que é um desastre”, criticou. Ainda assim, Ciro afirmou que não iria à posse de Bolsonaro. “A propósito, não fui sequer convidado, mas, se fora, não iria”.

(O POVO – Domitila Andrade e Carlos Mazza/Fotos – Agência Câmara  Facebook)

Camilo não vai à posse de Bolsonaro, mas quer apoio

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Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta quarta-feira:

O governador Camilo Santana (PT) afirmou ontem, em clima de posse, para este colunista que, mesmo não sendo do partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL), espera que ele cumpra a promessa feita recentemente em várias entrevistas: ser o presidente de todos os brasileiros.

“Ele tem dito que vai trabalhar para todos. Que seja o presidente para todos”, reforçou Camilo, um dos governadores nordestinos ausentes à sessão solene do Congresso Nacional que empossou nessa quarta-feira Jair Bolsonaro.

O governador espera apoio de Brasília para ações do Ceará, assegurando que o Estado tem projetos e vem mostrando, na prática, evolução na gestão e, fundamentalmente, cumprindo o ajuste fiscal, hoje a pregação número um do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Outra. Camilo destacou que manterá neste ano a parceria do “Juntos por Fortaleza” com o prefeito Roberto Cláudio (PDT) em áreas como saúde, educação e mobilidade urbana.

Nesse quesito, aliás, mais do que nunca, Camilo e RC já estão de olho também no pleito de 2020 na Capital, onde um bolsonarista vem circulando à vontade: o deputado federal eleito e presidente estadual do PROS, Capitão Wagner.

(Fotos – Paulo MOska)

Núcleo duro da equipe de Bolsonaro assume nesta quarta-feira suas tarefas

Um dia depois da cerimônia de posse do governo Jair Bolsonaro, será a vez de os ministros receberem os cargos dos antecessores. Haverá solenidades praticamente durante toda esta quarta-feira (2), a partir das 9 horas até as 18 horas. Bolsonaro participará da cerimônia de transmissão de cargo de cinco dos 22 ministros nomeados – Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência, general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e general Augusto Heleno (Segurança Institucional). As quatro áreas são diretamente vinculadas à Presidência da República.

No final do dia, Bolsonaro também deve comparecer à solenidade de transmissão do cargo do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo.

De manhã, há transmissão de cargo do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para Marcos Pontes, e da Justiça e Segurança Institucional para Sérgio Fernando Moro, além de Minas e Energia, almirante Bento Costa e Lima, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

À tarde, as solenidades são dos ministros de Cidadania e Ação Social, Osmar Terra, da Saúde, Luiz Mandetta, da Economia, Paulo Guedes, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, além do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

No final da tarde, haverá transmissão de cargo da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

(Agência Brasil)