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Haddad alcança o dobro de intenções de votos de Bolsonaro no segundo turno em Pernambuco

A força do lulismo no Nordeste fica clara nas simulações de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro em Pernambuco, por exemplo. O petista alcança o dobro das intenções de votos do adversário no estado: 53% a 26%. A informação é da Folha de S.Paulo.

Fernando Haddad, que perdeu a reeleição para prefeito de São Paulo em 2016, venceria Bolsonaro na capital, indica o Datafolha. Os dois marcam empate técnico no primeiro turno, mas o petista abre 45% a 34% sobre o rival na fase seguinte.

(Foto – Folhapress)

Papa Francisco condena ações de intolerância contra imigrantes

O papa Francisco apelou hoje (20) para que as pessoas evitem sentimentos negativos, como desconfiança, medo e desprezo em relação aos imigrantes. O pedido foi feito durante audiência com integrantes da Conferência Mundial sobre Xenofobia, Racismo e Nacionalismo Populista no Contexto da Migração Global. Segundo ele, os que exploram os estrangeiros “devem fazer um profundo exame de consciência” porque terão de prestar contas a Deus.

Na audiência, o papa mencionou os ensinamentos do Novo Testamento, que destaca que todos os homens são iguais independentemente de sua etnia e credo religioso. “[Aquele que mantém] sentimentos de desconfiança, medo, desprezo e até ódio contra indivíduos ou grupos considerados diferentes por causa de sua etnia, origem e religião, como tal, não é digno o suficiente para participar plenamente na sociedade.”

O papa ressaltou que esses sentimentos são inspirados pela intolerância, afetando a dignidade das pessoas envolvidas e seus direitos fundamentais. “Infelizmente acontece também na política quando cede à tentação de explorar os medos e as dificuldades de alguns grupos e usar as promessas ilusórias a interesses eleitorais míopes.”

Francisco lembrou que todos estão vinculados ao Criador e que Deus criou o homem à “imagem e semelhança” Dele. Citando as Cartas de São Paulo, o papa defendeu o respeito à dignidade como “unidade fundamental” entre os seres humanos.

“Não há judeu ou grego; não há escravo ou livre; não há homem nem mulher, porque todos [somos] um em Cristo Jesus”, disse o pontífice, citando o Novo Testamento.

(Agência Brasil)

Mega-Sena especial sorteará nesta quinta-feira R$ 17 milhões

O apostador que acertar sozinho o prêmio principal do concurso 2.080 da Mega-Sena poderá colocar em sua conta bancária o prêmio de R$ 17 milhões. O sorteio, que será feito nesta quinta-feira, faz parte da Mega Semana do Apostador, que já teve uma extração especial na última terça-feira (18), mas sem ganhador, com o prêmio acumulando para hoje.

O sorteio acontece no Caminhão da Sorte, que está estacionado na cidade de Oliveira, em Minas Gerais. Segundo a Caixa, caso aplicado na poupança o prêmio renderia cerca de R$ 63 mil por mês.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país.

(Agência Brasil)

Dólar abre em baixa nesta quinta-feira: cotado a R$ 4,1010

A cotação da moeda norte-americana abriu o pregão de hoje (20) registrando baixa de 0,56%, cotada a R$ 4,1010 para venda, mantendo a tendência do fechamento de ontem (29) quando fechou em R$ 4,12.

O Ibovespa, índice da B3, começou o dia operando em alta de 0,14%, com 78.280 pontos às 10h50min.

As ações da Petrobras iniciaram valorizadas em 0,45%.

(Agência Brasil)

A batalha dos rejeitados e o País que vai sair das eleições

Com o título “A batalha dos rejeitados e o País que vai sair das eleições”, eis artigo de Henrique Araújo, jornalista do O POVO. “Novamente, a eleição parece se desenhar numa polarização ideológica e regional, com um Nordeste pró-PT e um Sul/Sudeste anti-PT”, diz o articulista. Confira:

A se preservar o quadro eleitoral mostrado pelas últimas pesquisas de intenção de voto, teremos uma batalha de rejeitados na reta final da campanha presidencial. Pelo menos um terço do eleitorado não pretende votar seja em Jair Bolsonaro (PSL), líder nas sondagens de intenção, seja em Fernando Haddad (PT), que aparece em segundo lugar.

Essa é a primeira dicotomia da disputa política atual. A segunda é de extração socioeconômica. Novamente, a eleição parece se desenhar numa polarização ideológica e regional, com um Nordeste pró-PT e um Sul/Sudeste anti-PT.

Há, no entanto, uma terceira clivagem nessa polarização: a do “velho”, representado por um candidato de esquerda que, bem ou mal, representa a classe política. E o novo, que, a muito custo, é simbolicamente levado a campo por um deputado federal que está no sétimo mandato.

Na prática, tampouco Haddad é velho – como prefeito, apresentou uma agenda inovadora em São Paulo -, nem Bolsonaro é novo – exerce mandato há mais de duas décadas.

Mas, como num jogo de falsos contrários no qual cada candidato precisa incorporar um papel, os dois candidatos foram à caça do voto travestidos a gosto do freguês.

E aí mora precisamente o risco de que as diferenças explicitadas nas eleições deste ano se aprofundem, de modo a produzir uma fratura que não vai se remediar ao cabo da escolha do mandatário.

Que País emergirá de outubro? Ninguém sabe.

De partida, é possível antever dificuldades que, sendo Haddad ou Bolsonaro o ungido pelas urnas, cada candidato terá de recompor o tecido social.

Bolsonaro por priorizar uma plataforma inflamada no centro da qual figura o ódio como afeto mobilizador e elemento que potencializa instabilidades – impedido de fazer campanha, o candidato vê seus auxiliares imediatos meterem os pés pelas mãos, num sinal extra de fragilidade do militar.

E Haddad por representar 14 anos de governos petistas no curso dos quais se combinaram distribuição de renda e casos rumorosos de corrupção, expostos pelos mecanismos de investigação ironicamente aperfeiçoados pela própria gestão do partido com Lula e depois Dilma.

A falência das candidaturas mais ao centro, como Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), é sintoma de uma passionalidade exacerbada que dificilmente vai se limitar ao processo eleitoral.

Os problemas do futuro governo, quem quer que seja o presidente, começam desde já, com a sugestão de sabotagem e acusações de fraude eleitoral, sobretudo da campanha de Bolsonaro. E os compromissos que Haddad eventualmente assuma dentro do próprio partido.

Disso resulta a encalacrada que esse dualismo político implica para todos nós. A queda de braço entre Bolsonaro e Haddad aprofunda um processo cujo início remonta a 2013, passando pelo impeachment e se agravando com o governo de Michel Temer.

Numa jovem democracia como a brasileira, com apenas três décadas de história mais recente, trata-se de um grande teste de fogo. Não é o Brasil de agora que preocupa, mas o que vai despertar depois das eleições.

*Henrique Araújo

henriquearaujo@opovo.com.br

Jornalista do O POVO.

Patrícia Pillar vota Ciro Gomes

Eu sempre gostei de política. Política como possibilidade de diálogo, como uma troca de ideias, uma coisa positiva pra vida das pessoas. E o que eu defendo é um caminho novo, um caminho diferente do que está aí. O meu candidato é o Ciro Gomes, porque eu acredito no projeto que ele tem para o Brasil. Eu conheço o Ciro e voto no Ciro Gomes. Boas eleições para todos nós e não deixe de votar. O seu voto é muito importante.

Publicado por Patricia Pillar em Quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A atriz Patrícia Pillar abriu seu voto, em sua página no Facebook. Ela diz que vota em Ciro Gomes para presidente, no que afasta de vez o fake news difundindo nas redes sociais de que apanhava do ex-marido.

Ipea confirma tendência ao desalento no mercado de trabalho

As mulheres, parte da população da Região Nordeste, pessoas com baixa escolaridade, jovens adultos (de 18 a 24 anos) e pessoas que não são chefes de família são os grupos sociais que mais desistem de ingressar no mercado de trabalho ou retornar alguma ocupação para ter renda.

O fenômeno, chamado de desalento pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é confirmado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O Ipea publica nesta quinta-feira (20) estudo que avaliou os microdados extraídos da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), feita pelo IBGE, relativos ao 2º trimestre de 2018.

No período, 4,833 milhões de pessoas desocupadas deixaram de procurar trabalho, 203 mil mais do que no trimestre anterior. O Ipea observa que dessas, 59% moram no Nordeste, 54,3% são mulheres, 50% não concluíram o ensino fundamental e quase 70% não são chefes de família.

A taxa de desalento considera as pessoas que não procuraram emprego nos 30 dias antes de responder à Pnad. Apesar de menos afetados pelo desalento, a proporção de homens nessa condição aumentou em um ano, entre o 2º trimestre de 2017 (44,1%) e 2º trimestre de 2018 (45,3%).

Entre os dois períodos também cresceu a proporção de pessoas qualificadas que, apesar do desemprego, desistiram de buscar uma ocupação. Esse é o caso de quem tem nível superior (aumento da taxa de desalento de 4,8% para 5,3%) e de quem tem o ensino médio (de 21% para 22,8%).

Além da observação entre os períodos, o Ipea comparou o perfil das pessoas desalentadas com o perfil da população em idade ativa (PIA). “Pelo perfil etário, observa-se que, enquanto os jovens entre 18 e 24 anos representam 15% da PIA, eles correspondem a aproximadamente 25% dos desalentados”, descreve o estudo.

Conjuntural e estrutural

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, assinalou que a redução das taxas de desalento e de desocupação dependem da retomada do crescimento do Produto Interno Bruto e também da melhor formação da força de trabalho.

Segundo Lozardo, a retomada do crescimento segue em aberto à espera da aprovação de reformas econômicas, como da Previdência Social e tributária. Ele lembra que as reformas equacionam um “problema conjuntural”, o endividamento do Estado, incentivam investimentos empresariais que geram emprego e podem dar garantias para o financiamento público para áreas estratégicas, como a educação.

A educação é um “aspecto estrutural”, lembra Lozardo ao descrever que a qualificação da mão de obra no Brasil tem em média quatro a cinco anos a menos de escolaridade em comparação a de outros países.

Conforme o presidente do Ipea, a qualidade do ensino público no país, acessado pela maioria da população, também afeta a empregabilidade. “A formação que receberam não se adequa às exigências do mercado de trabalho, quer na área de serviço, quer na área industrial. Isso é estrutural”, explicou.

(Agência Brasil)

Ciro, Alckmin e a mercadoria

Da Coluna Política, do jornalista Érico Firmo, no O POVO desta quinta-feira, o típico “Comércio da alma” Confira:

Ciro Gomes (PDT) disse, na sabatina da Rádio O POVO/CBN, que Alckmin (PSB) vendeu a alma por tempo no horário eleitoral. Fazia referência à aliança com o centrão.

Ciro tentou o quanto pôde atrair o centrão. Inclusive, como tinha muita gente no DEM a quem ele já ofendeu, o pedetista pediu: “Falei ao (presidente nacional do DEM) ACM Neto: faça uma lista de quem você acha que eu preciso ligar, que eu ligo, sem problemas”, afirmou.

Ciro não vendeu a mesma mercadoria de Alckmin, porque o comprador não quis levar.

(Foto – Reprodução de TV)

Eleições 2018 – Mais de 10,6 mil brasileiros votarão em cédula de papel no Exterior

A votação em cédulas de papel ainda é uma realidade para eleitores brasileiros que moram no exterior, mas nem todos. A Justiça Eleitoral informou que 10.698 brasileiros votarão em cédulas em 171 cidades fora do país. O uso das urnas de lona foi opção diante das dificuldades de acesso à energia elétrica e dos embaraços alfandegários para a entrada de equipamentos eletrônicos.

As 64 urnas de lona (quatro delas de reserva) serão enviadas para países da África, do Caribe, da América Central, da América do Sul, bem como para países europeus com poucos brasileiros. O transporte de todas as urnas ficará a cargo do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Com um total de 2.353 eleitores brasileiros aptos a participar do pleito eleitoral, a cidade boliviana de Santa Cruz de La Sierra é a que tem o maior colégio eleitoral entre as que farão votação manual. Nos locais em que serão utilizadas as urnas de lona, a apuração ficará a cargo das equipes das embaixadas, cabendo ao embaixador o papel de juiz eleitoral. Às equipes de servidores das embaixadas serão oferecidos treinamentos a distância para uso do equipamento.

Dados

No total, segundo a Justiça Eleitoral, 500.727 brasileiros estão aptos para votar em 171 cidades no exterior. O maior colégio eleitoral é Boston, nos Estados Unidos, para onde serão enviadas 46 urnas eletrônicas. Depois, Miami (EUA), com 45 urnas. Os Estados Unidos, Japão e Portugal são os países com maior número de eleitores brasileiros.

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) iniciou o processo de preparação de 680 urnas que serão usadas no exterior durante as eleições presidenciais.

Perfil

De acordo com a Justiça Eleitoral, 58,4% dos eleitores brasileiros no exterior são mulheres, e 41,6% homens. A faixa etária mais predominante é a compreendida entre 35 e 39 anos.

Em relação ao nível de escolaridade, 34,26% dos brasileiros aptos a votar têm nível superior completo; 28,51% têm ensino médio completo; e 13,46% superior incompleto.

(Agência Brasil)

Bolsonaro ganha apoio da Confederação de Pastores do Brasil

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A centralização do embate entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) já no primeiro turno da eleição fez igrejas evangélicas anteciparem uma tomada de lado na disputa. Segundo a Painel, da Folha de S.Paulo desta quinta-feira, a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, que congrega as principais agremiações neopentecostais, decidiu declarar apoio ao capitão reformado. À frente da entidade e da Sara Nossa Terra, o bispo Robson Rodovalho diz que, com “a divisão entre direita e esquerda, não dá mais para ficar em cima do muro”.

Rodovalho, que apoiou Haddad em 2012 para prefeito de SP, diz agora que só Bolsonaro é capaz de “colocar um freio de arrumação no Brasil”. Ele comanda cerca de 1,5 milhão de fiéis.

O novo Datafolha reforça a tendência de polarização entre o candidato do PSL e o do PT. A pesquisa mostra que, entre os evangélicos, o deputado abre larga vantagem sobre o petista nas sondagens sobre um eventual segundo turno: 51% a 34%.

Os conselhos regionais de pastores ligados a Rodovalho vão mapear agremiações evangélicas para identificar simpatizantes de Haddad. A ideia é que, com os dados, os líderes religiosos atuem para virar esses votos.

Haddad, que perdeu a reeleição para prefeito de São Paulo em 2016, venceria Bolsonaro na capital, indica o Datafolha. Os dois marcam empate técnico no primeiro turno, mas o petista abre 45% a 34% sobre o rival na fase seguinte.

(Foto – Reprodução de TV)

PSB vai ao Supremo para evitar cancelamento de títulos sem biometria

O PSB deu entrada, nessa noite de quara-feira, com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria em todo o país. Segundo os advogados do partido, cerca de 4 milhões de eleitores não poderão votar nas eleições de outubro porque não cumpriram o prazo de recadastramento.

Segundo a legenda, as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que disciplinaram o cancelamento do título, como penalidade ao eleitor que não realizou o cadastro biométrico obrigatório dentro do prazo, são inconstitucionais porque resultaram no indevido cerceamento do direito de votar. Na avaliação do partido, “tudo indica que a maioria dos eleitores privados do direito ao voto é de cidadãos humildes” e que não tiveram acesso à informação para cumprir a formalidade.

“Os prováveis mais de 4 milhões de títulos eleitorais cancelados representam a totalidade de eleitores de estados como Goiás e Maranhão. Equivalem à soma do total de eleitores dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Para ilustrar a magnitude do volume de eleitores excluídos das próximas eleições, convém recordar que a diferença de votos entre os candidatos a presidente da República no 2º turno das últimas eleições gerais foi de menos de 3,5 milhões de votos”, argumenta o PSB.

Nas eleições de outubro, o cadastramento biométrico foi obrigatório para eleitores de cerca de 2,8 mil municípios. O objetivo da Justiça Eleitoral com a biometria é prevenir fraudes, já que o cadastro limita a intervenção humana no processo eleitoral.

A expectativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de que toda a população brasileira esteja cadastrada até 2022. Atualmente, mais de 81 milhões de eleitores já fizeram o cadastro biométrico e 10 estados já completaram o cadastramento de seus eleitores.

De acordo com dados atualizados do TSE, 5,5 milhões de títulos foram cancelados pela falta de recadastro biométrico.

(Agência Brasil)

Filho de Bolsonaro grava vídeo defendendo Anitta de “perseguição covarde”

Depois de Anitta ser criticada por fãs por seguir uma página em apoio ao candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, o filho dele, Flavio Bolsonaro ,gravou um vídeo defendendo a cantora.

“Há uma perseguição covarde sobre artistas que se posicionam publicamente a favor de Bolsonaro. Eu nunca vi Anitta na minha vida, nunca troquei mensagem com ela, não sei quem ela é”, disse.

Veja abaixo o vídeo completo:

(Com Veja Online)

Justiça Eleitoral proíbe Dra Mayra de veicular na propaganda “montagens” contra Eunício Oliveira

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O Tribunal Regional Eleitoral, por meio do seu colegiado, determinou a imediata retirada da propaganda eleitoral gratuita da TV da candidata ao Senado pelo PSDB, Dra. Mayra, de recursos gráficos e montagens contra o senador Eunício Oliveira (MDB).

Na propaganda, Eunício aparece como se estivesse envolvido em escândalos como a Lava Jato.

Além de mandar retirar, o colegiado do TRE determinou que a campanha de Dra. Mayra se “abstenha” de fazer tais citações. Foram duas liminares acatadas, durante sessão do tribunal, nessa noite de quarta-feira, interpostas pelos advogados do senador emedebista.

Eunício Oliveira garante que é ficha limpa.

(Foto – Divulgação)

Órgão da SSPDS vira modelo para Ministério da Segurança

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta quinta-feira:

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, André Costa, foi recebido em audiência ontem, em Brasília, pelo ministro Raul Jungmann, titular do Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Do encontro, uma novidade: será criado um órgão com a função de promover a defesa dos agentes de segurança no âmbito judicial.

O novo organismo terá como modelo o Conselho de Defesa do Profissional no Exercício da Função que já existe no Ceará e que tem como titular o advogado Ricardo Valente Filho. Jungmann delegou, inclusive, ao estado do Ceará a missão de organizar todo o aspecto técnico e de legislação desse novo organismo.

Claro que não entra nessa história algum pleito pró-extinção da Coordenadoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança (CGD).

(Foto – MESP)

Datafolha: Bolsonara lidera; Haddad e Ciro estão no empate técnico

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Saiu a pesquisa Datafolha sobre o desmepenho dos presidenciáveis. Foi divulgada na madrugada desta quinta-feira, 19. Jair Bolsonaro (PSL) cresceue chega aos 28% de prefeerência, bem como o petista Fernando Haddad (PT), que aparece com 16% das intenções de votos. Mas Ciro Gomes (PDT) está tecnicamente empatado com Haddad na segunda colocação, com 13%.

Confira os números

Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 16%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Marina Silva (Rede): 7%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 5%

Comparativo com levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (11):

Jair Bolsonaro foi de 26% para 28%;
Haddad passou de 13% para 16%;
Ciro se manteve em 13%;
(Haddad e Ciro estão empatados dentro da margem de erro)
Alckmin se manteve com 9%;
Marina foi de 8% para 7%.

O Datafolha também questionou em quais candidatos o entrevistado não votaria no primeiro turno das eleições deste ano.
Neste levantamento, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Confira os resultados da rejeição

Bolsonaro: 43%
Marina: 32%
Haddad: 29%
Alckmin: 24%
Ciro: 22%
Vera: 19%
Cabo Daciolo: 19%
Boulos: 18%
Eymael: 17%
Meirelles: 17%
João Goulart Filho: 15%
Alvaro Dias: 15%
Amoêdo: 15%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
Não sabe: 5%

Simulações de segundo turno

Bolsonaro 42% x 41% Marina (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)

Ciro 41% x 34% Alckmin (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)

Alckmin 40% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe: 2%)

Alckmin 39% x 36% Marina (branco/nulo: 23%; não sabe: 2%)

Ciro 45% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 14%; não sabe: 2%)

Alckmin 39% x 35% Haddad (branco/nulo: 24%; não sabe: 3%)

Haddad 41% x 41% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 2%)

Ciro 45% x 31% Marina (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)

Marina 37% x 37% Haddad (branco/nulo: 24%; não sabe: 2%)

Ciro 42% x 31% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)

*Foram entrevistad so 8.601 eleitores em 323 cidades nos dias 18 e 19 de setembro. A margem de rro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

*Registro no TSE: BR-06919/2018
Nível de confiança: 95%

*Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo” .

Receita identifica indícios de sonegação fiscal de 600 empresas de Fortaleza

A Receita Federal (RF) identificou indícios de sonegação fiscal de 600 empresas do setor de serviços, todas sediadas em Fortaleza. De acordo com a fiscalização, o valor sonegado é de R$ 170 milhões.

Ao O POVO Online, a assessoria da Receita informou que se trata de nova modalidade de combate à sonegação, onde informações de notas fiscais foram cruzadas com as informações declaradas pelas empresas ao fisco federal, encontrando indícios de sonegação fiscal no lançamento de tributos.

As empresas são optantes pelo lucro presumido, forma de tributação simplificada para determinar a base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). As alíquotas cobradas variam de 1,6% a 32%, e são determinadas pelas atividades exercidas. Para optar por esse tipo de tributação, a empresa não pode ter faturamento anual superior a R$ 78 milhões.

De acordo com o levantamento feito pela RF, algumas empresas declaravam serviços onde a alíquota cobrada era menor, deixando de pagar impostos. “Por exemplo, uma empresa que declara alíquota de 8% em cima de um faturamento de R$ 1 milhão, mas, na verdade, tem atividade que determina alíquota de 32%, deixou de pagar 24% de impostos”, explicou Vitor Casimiro, assessor da Receita Federal.

As empresas que foram identificadas na investigação foram notificadas, e devem acessar as informações declaradas para corrigir as divergências informadas. Os tributos que deixaram de ser pagos poderão ser regularizados até o final de outubro. A partir de então, as empresas que não executarem a regularização passarão a ser alvos de fiscalização, onde poderão pagar multas a partir de 75% do valor devido.

A assessoria também ressaltou que a modalidade da investigação, que cruza informações de notas fiscais com as declarações ao fisco emitidas pela própria empresa, é uma nova rotina, que se mostrou eficaz e deve passar a ser integrada em todo o Estado.

(O POVO Online – Isadora Paula)

Preço do GLP industrial sobe 5% a partir desta quinta-feira

Petrobras vai reajustar em 5% o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) industrial e comercial às distribuidoras, a partir de amanhã (20). O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que suas empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras na tarde de hoje (19) sobre o novo reajuste de preço do GLP empresarial (para embalagens acima de 13 kg). O aumento de preço será entre 4,8% e 5,2%, dependendo do polo de suprimento, válido a partir de zero hora de amanhã (20), nas unidades da petroleira.

Com o aumento, o preço praticado pela Petrobras está em cerca de 15% em relação ao praticado no mercado internacional, segundo o Sindigás. Atualmente, o preço do granel na Petrobras está 65,38% acima do valor do botijão P13 (até 13kg).

Na avaliação do Sindigás, “esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma fundamental, as empresas que operam com uso intensivo de GLP”.

De acordo com a Petrobras, a política de preços para o GLP de uso industrial e comercial vendido nas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias. Segundo a empresa, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço médio considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).

(Agência Brasil)

CNI diz que comportamento da inflação justifica manutenção da taxa de juros

O comportamento da inflação justificou a manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) no menor nível da história, informou hoje (19) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em nota, a entidade ressaltou que as expectativas das instituições financeiras apontam que a inflação ficará dentro da meta tanto em 2018 como em 2019, o que impede elevações nos próximos meses.

Para a CNI, a alta do dólar é transitória e não deve ter impacto nos índices de preços. “As atuais oscilações do câmbio são associadas às incertezas sobre o processo eleitoral e não se constituem ameaças à dinâmica da inflação. Por isso, a previsão é de que a Selic permaneça em 6,5% ao ano nos próximos meses”, destacou o comunicado.

Na avaliação da entidade, a queda dos juros é necessária para que a economia se recupere mais rapidamente, impulsionando o consumo e os investimentos. Para que isso ocorra, no entanto, a CNI pediu compromisso do próximo governo com o ajuste das contas públicas.

(Agência Brasil)

BC mantém juros básicos em 6,5% ao ano pela quarta vez seguida

Pela quarta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (19) a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Em comunicado, o Copom, que é composto pelo presidente e pelos diretores do BC, informou que o nível de ociosidade da economia contribui para manter a inflação em níveis baixos. O texto, no entanto, ressaltou que poderá subir os juros caso aumentem os riscos de frustração de reformas estruturais que reduzam o déficit nas contas públicas e de instabilidade na economia internacional.

“O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora”, destacou a nota do Copom.

Em maio, o BC interrompeu uma sequência de quedas da Selic e manteve a taxa em 6,5% ao ano, numa decisão que surpreendeu o mercado financeiro. Na ocasião, o BC alegou que a instabilidade internacional, que se manifestou na valorização do dólar nos últimos meses, influenciou a decisão.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 4,19% nos 12 meses terminados em agosto, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. O índice foi o menor para meses de agosto desde 1998, depois de a inflação ter subido em junho e julho por causa da greve dos caminhoneiros, que provocou escassez de produtos e alta de preços.

Até 2016, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para 2017 e 2018, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

Inflação

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2018 em 4,2%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,09%.

Do fim de 2016 ao final de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Os índices haviam voltado a cair no início deste ano, afetados pela demora na recuperação da economia, mas voltaram a subir depois da greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e provocou desabastecimento de alguns produtos no mercado.

(Agência Brasil)