Blog do Eliomar

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Mantega avalia como bom o resultado do IPCA de novembro

MANTEGA

“O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerou positivo o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em novembro, divulgado hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador, que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,51%. “Acho que foi um bom resultado”, disse Mantega ao chegar há pouco ao Ministério da Fazenda.

O IPCA do mês passado supera o de outubro (0,42%), mas é inferior ao de novembro de 2013 (0,54%). No ano, a inflação oficial acumula taxa de 5,58% e, em 12 meses, de 6,56%, acima, portanto, do teto da meta estipulada pelo governo (6,5%).

Mantega, que está no Ministério da Fazenda há oito anos, não continuará à frente da política econômica no segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff. Ele será substituído por Joaquim Levy, ex-secretário do Tesouro Nacional. Ontem (4), no fim da tarde, os dois estiveram reunidos, mas não deram declarações à imprensa.”

(Agência Brasil)

Pelé apresenta melhora nas funções renais

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“A função renal do ex-jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, de 74 anos, apresenta melhora, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pelé teve boa evolução clínica com melhora progressiva e continua internado na unidade semi-intensiva.

Ontem (4), o cateter que estava sendo usado no tratamento de hemodiálise do ex-jogador foi retirado. Pelé foi internado no último dia 24 com uma infecção urinária, constatada durante revisão médica.

No dia 12 de novembro, Pelé havia sido internado após se sentir mal e, no dia seguinte, foi submetido a uma cirurgia para a retirada de cálculos renais e na vesícula.”

(Agência Brasil)

Produção industria cresce erm outubro em sete localidades pesquisadas pelo IBGE

“A produção industrial cresceu em sete locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de setembro para outubro deste ano, apesar da estabilidade na média nacional. Entre os destaques estão os estados da Bahia (3,6%), do Rio de Janeiro (1,9%), Amazonas (1,7%) e de São Paulo (1,1%). Outros locais com alta na produção industrial foram Santa Catarina (0,8%), o Pará e o Espírito Santo – ambos com 0,6%. Por outro lado, sete locais tiveram recuo na produção, principalmente o Ceará (-4,9%), Pernambuco (-4,6%) e Minas Gerais (-3,3%).

Também tiveram queda, na passagem de setembro para outubro, o Rio Grande do Sul (-2,2%), a Região Nordeste (-2%), Goiás (-0,6%) e o Paraná (-0,4%).

O IBGE também analisou, também, o comportamento da indústria no estado do Mato Grosso. Em todos eles, houve queda em dez e alta em cinco dos locais pesquisados. Na comparação com outubro do ano passado, a principal queda foi no Amazonas (-9,9%). São Paulo teve queda de 5,2%. Já a maior alta no Espírito Santo (11,7%).

No acumulado do ano, o principal recuo foi observado no Paraná (-6,1%). A queda em São Paulo foi 5,7%. Dos cinco estados que tiveram alta, o destaque foi o Pará (9%). No acumulado de 12 meses, a maior queda foi em São Paulo (-5,1%), enquanto o maior crescimento ocorreu no Pará (8,2%).”

(Agência Brasil)

Custo da construção civil subiu em novembro

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Obras de ampliação do Aeroporto Pinto Martins paradinhas.

“A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi 0,2% em novembro deste ano. A taxa é inferior à observada no mês anterior, que foi 0,3%. O Sinapi, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), acumula taxas de 5,5% no ano e 6,54% em 12 meses.

Enquanto o custo com materiais caiu 0,07%, passando a ser de R$ 494,93 por metro quadrado, a mão de obra ficou 0,52% mais cara, com custo de R$ 412,50 por metro quadrado. No total, o custo médio da construção civil por metro quadrado foi R$ 905,65, em novembro.

Entre os estados, Pernambuco teve a maior alta (3,98%), e foi o único com inflação acima de 1%. Dez estados tiveram deflação (queda de preços), com destaque para os recuos de preços de 0,57% em Minas Gerais e 0,5% no Maranhão.”

(Agência Brasil)

DETALHE – Por falar em custos, isso nos faz lembrar a obra de ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Pinto Martins. Estão paralisadas aguardando que a terceira concorrente da licitação diga se assumirá ou não esse fardo. É que o problema reside nos preços. O tempo passa, o tempo voa e os custos sobem.

Ariosto Holanda faz balanço do mandato e apresenta projetos ao governo

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O deputado federal Ariosto Holanda (Pros) fará pronunciamento da tribuna da Câmara dos Deputados, nesta sexta-feira, no grande expediente, com transmitido por volta das 11h pela TV Câmara. Ele fará um relato das suas atividades parlamentares no período de 1990 a 2014. Destacará as ações nas áreas de educação, ciência e tecnologia, foco da sua atuação parlamentar.

Como membro titular das Comissões de Ciência, Tecnologia; Educação; Conselho de Altos Estudos e da Comissão Especial do Plano Nacional de Educação – ele disse – teve oportunidade de discutir, analisar e estudar projetos voltados para apontar caminhos do progresso econômico, social e cultural do país. Diagnósticos, indicadores, argumentos, metas, projetos e outros dados, conforme o deputado, lhe deram suporte aos trabalhos que desenvolveu e à sua luta, no Parlamento, pela educação, ciência e tecnologia.

O deputado apresentou cinco estudos por ele realizados, anexados ao pronunciamento, e solicitou que sejam enviados para o ministro chefe da Cada Civil, Aloisio Mercadante, como contribuição do Parlamento ao governo, dada a relevância dos temas tratados. Os cinco projetos tratam do Centro de Ciências e Linguagens; Seca: Análises, Diretrizes e Pressupostos; Assistência Tecnológica às Micro e Pequenas Empresas (MPE); Telemedicina e Central de Laudos; Infovias a Serviço da Transparência.

Ariosto Holanda informou ainda ter trabalhado e relatado – no Conselho de Altos Estudos da Câmara, cujo objetivo principal é discutir temas relevantes, principalmente os da área de ciência e tecnologia -, os estudos Biodiesel e Inclusão Social; Capacitação Tecnológica da População e Assistência Tecnológica às Micro e Pequenas Empresas. Os estudos desenvolvidos resultaram em projetos de lei já aprovados.

Ao abordar a questão do analfabetismo funcional ele procura apontar o caminho da extensão como uma ação que pode levar conhecimento ao trabalhador, para o novo mercado de trabalho. Para isso, Ariosto disse ter apontado a necessidade de se implantar, no país, Centros Vocacionais Tecnológicos (CVT) e Centros de Educação a Distância.

Na defesa dessa recomendação, o deputado observou ter aprovado o projeto de indicação Nº. 551/2007, que sugere ao presidente da República a criação de um amplo programa de capacitação tecnológica da população no país envolvendo a implantação dessas unidades de ensino. Também foi aprovado o projeto de lei 7394 / 2006 resultante do estudo, que cria o fundo de financiamento para as atividades de extensão.

A partir desse estudo – acrescenta o deputado – o governo criou os programas nacionais CVT – Centro Vocacional Tecnológico, no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; a UAB – Universidade Aberta do Brasil, no Ministério da Educação e o Pronatec – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, no Ministério da Educação.

O terceiro estudo, segundo Ariosto Holanda, tratou da Assistência Tecnológica às Micro e Pequenas Empresas. “Esse trabalho que relatei mostra a fragilidade das micro e pequenas empresas frente à política da inovação e procura apontar, pela rota da extensão, uma política que venha lhes assegurar a devida assistência técnica com serviços de metrologia, propriedade industrial, serviços laboratoriais, capacitação e inovação”, disse o deputado.

O estudo constatou que as micro e pequenas empresas não conseguem inovar porque estão distantes de quem tem o conhecimento: as instituições de ensino superior e os institutos de tecnologia. Para garantir recursos para essa assistência técnica, o deputado informou ainda ter apresentado o Projeto de Lei 3728/2012 que dispõe sobre o apoio às micro e pequenas empresas.

No Conselho, Ariosto afirmou ter discutido a necessidade de se implantar no país um sistema de informações contra a corrupção. Na ocasião, apresentou o projeto Infovias a Serviço da Transparência, que trata da implantação de uma estrutura de processamento de informações que disponibilizaria para a população informações sobre a aplicação de recursos públicos nas esferas municipal e estadual. Conforme o projeto, este sistema deveria contar com o apoio do Ministério Público no acompanhamento, divulgação e denúncias sobre a aplicação indevida dos recursos.

Como membro da Bancada Federal do Nordeste, Ariosto Holanda assinalou ter elaborado três estudos sobre temas relevantes para a região. O primeiro tratou de um Plano de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para o Nordeste, em 2009, com a proposta de instalação de um Conselho Deliberativo presidido pelo ministro da Ciência e Tecnologia para deliberar sobre programas e projetos prioritários de cada estado do Nordeste. Tendo como agente financeiro o BNB, sua principal fonte de recursos seria parte da parcela dos fundos setoriais que a Constituição define como de 30% para as regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.

O segundo estudo resultou da análise que feita pelo deputado sobre o fenômeno da Seca, que aponta projetos, diretrizes e metas para a convivência com a seca e as rotas de planejamento para um novo Nordeste. Como terceiro tema, foi apresentado o projeto Telemedicina. Tendo como suporte uma central de laudos nas capitais e redes eletrônicas ligando centrais receptoras nos municípios, esse sistema processaria sinais biológicos para fins de diagnóstico e por videoconferência promoveria cursos voltados para educação em saúde.

IPM resgatou R$ 17 milhões do dinheiro levado pelo falido Banco Santos

Da Coluna Vertical, do O POVO desta sexta-feira:
 

Você ainda se lembra do escândalo envolvendo dinheiro do Instituto de Previdência do Município (IPM) e o falido Banco Santos? O caso surgiu na época em que o falecido Juraci Magalhães era prefeito e, à frente do órgão, estava Rosemary Maciel.

Na época, 1999, o IPM aplicou recursos nesse estabelecimento bancário, mas tal operação só veio á tona quando da falência da Instituição e o rombo de mais de R$ 30 milhões nas contas do Instituto.

De lá para cá, iniciou-se uma demorada luta para se recuperar parte do dinheiro. Mário Mamede, que comandou o IPM, abriu essa briga e, as poucos, veio o resgate. Hoje, sob o comando de José Barbosa Porto, essa conta de recuperação chegou a R$ 17 milhões.

Quanto ao resto do dinheiro, pelo visto, acabará indo para as calendas. Adicionado de impunidades?

Sérgio Machado prorroga por mais um mês sua licença da Transpetro

sergiomachado

Sérgio Machado prorrogou por mais um mês sua licença da Transpetro. O primeiro pedido de licença expirou ontem. Até os guindastes dos estaleiros brasileiros sabem que Machado não voltará mais ao comando da enrolada subsidiária da Petrobras.

Aparentemente, seu objetivo é virar o ano como presidente licenciado e, portanto, não quer se demitir antes de o primeiro mandato de Dilma Rousseff acabar.

Em janeiro, quando expira a nova licença, Machado aí, sim, sairia definitivamente – claro que, se até lá, o bafo quente que sopra das delações premiadas não atingi-lo.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Tiririca, que votou contra interesses do governo, passa fim de semana em Fortaleza

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tiririca

O deputado federal Tiririca pode até não saber direito o que um deputado faz e apresentar poucos projetos de lei (leia mais aqui), mas já aprendeu a votar contra a orientação de seu partido.

Na madrugada desta quinta-feira, quando o Congresso aprovou a manobra fiscal de Dilma Rousseff, Tiririca, segundo a Coluna Radar, da Veja Online, foi o único entre os 22 deputados do PR a votar contra os interesses do governo.

DETALHE – Tiririca está em Fortaleza. Veio passar o fim de semana com a família e, quem sabe, bem longe da pressão da direção nacional do seu partido.

Governo federal reduz para 9,8% projeção de crescimento econômico para 2015

“Menos de duas semanas depois de reduzir de 3% para 2% a estimativa de crescimento da economia em 2015, o governo voltou a diminuir a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) para o próximo ano. Documento enviado hoje (4), pelo Ministério do Planejamento, à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional reduziu para 0,8% a previsão de crescimento do PIB no ano que vem.

A estimativa aproxima-se das previsões do mercado financeiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, o mercado acredita em crescimento de 0,77% do PIB em 2015. A nova previsão será incorporada ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015, em discussão no Congresso. O Ministério do Planejamento prevê crescimento de 2% do PIB em 2016 e de 2,3% em 2017.

Com o crescimento de 0,8%, o superávit primário – economia de gastos para pagar os juros da dívida pública – corresponderá a R$ 66,3 bilhões no próximo ano para União, estados e municípios, segundo valores atualizados pelo Ministério do Planejamento. Além dos novos cenários econômicos, o valor foi definido com base na meta de 1,2% do PIB de esforço fiscal para 2015, anunciada na semana passada pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

De acordo com o Ministério do Planejamento, a meta de R$ 66,3 bilhões leva em conta o abatimento de R$ 28,7 bilhões de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desse montante, o governo federal economizará R$ 55,3 bilhões (1% do PIB). Os estados e municípios entrarão com os R$ 11 bilhões restantes (0,2% do PIB). Diferentemente deste ano, o governo federal será obrigado a economizar mais, caso as prefeituras e os governos estaduais não consigam atingir a meta em 2015.”

(Agência Brasil)

André Figueiredo: Câmara dos Deputados não deve virar um “puxadinho” do Palácio do Planalto

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O deputado federal André Figueiredo (PDT) afirmou, nesta quinta-feira, que seu nome está na lista de candidato a presidente da Câmara, dentro de um projeto de dar maior autonomia à Casa.

Embora seja de um partido que faz parte da base aliada de Dilma Rousseff, André Figueiredo  disse que o objetivo é não deixar a Câmara se transformar num “puxadinho” do Palácio do Planalto nem ver Eduardo Cunha, do PMDB, assumindo o comando da Câmara.

 

Brasileiro depositou mais na poupança em novembro

“O Banco Central (BC) informou hoje (4) que os brasileiros depositaram R$ 2,534 bilhões a mais do que retiraram da caderneta de poupança em novembro. A captação é a menor para o mês, desde novembro de 2011, quando o volume ficou em R$ 30,6 milhões. No mês passado, os depósitos na caderneta somaram R$ 139,2 bilhões, enquanto os saques chegaram a R$ 136,7 bilhões. O valor total nas contas passou de R$ 647,5 bilhões, em outubro, para R$ 653,7 bilhões, em novembro. O volume dos rendimentos creditados nas cadernetas dos investidores alcançou R$ 3,6 bilhões.

Do saldo das cadernetas de poupança em novembro, R$ 514,7 bilhões pertencem ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos e R$ 138,9 bilhões à poupança rural.

Pela regra atual, quando a taxa Selic é maior que 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a Taxa Referencial (TR), que é variável. Essa fórmula está em vigor desde agosto do ano passado, quando a Selic foi reajustada para 9% ao ano. Quando os juros básicos da economia estão iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a TR.

A fórmula só vale para o dinheiro depositado na poupança a partir de 4 de maio de 2012. Para os depósitos anteriores, o rendimento segue a regra antiga, de 0,5% ao mês mais a TR. Os demais direitos de quem aplica na caderneta foram mantidos, como a isenção de taxa de administração e de impostos.”

(Agência Brasil)

MP-CE quer suspender venda de chips da Claro, Oi, Tim e Vivo

“O Ministério Público Federal no Ceará (MPF/CE) ajuizou uma ação civil pública contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e as empresas de telefonia móvel Claro, Oi, TIM e Vivo para que apresentem, no prazo de 90 dias, planos de melhoria da qualidade do serviço prestado no estado. Na ação, a procuradora da República Nilce Cunha pede que seja determinado que as quatro operadoras deixem imediatamente de vender chips, novos acessos e novos planos pelo prazo mínimo de 180 dias, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

A ação, encaminhada à Justiça Federal, é baseada no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada na Assembleia Legislativa para investigar a prestação dos serviços da telefonia móvel no estado. Entre as deficiências apontadas estão a ausência de investimentos das operadoras em relação ao crescimento da demanda, a ausência de sinal, queda nas chamadas, lentidão na internet, cobranças indevidas, dificuldade de acesso à banda larga móvel, preços exorbitantes e dificuldades para cancelar o vínculo com as prestadoras.

O MPF quer o detalhamento dos valores investidos e das medidas a serem adotadas pelas operadoras para suportar a demanda e superar as deficiências e falhas no serviço. Também pede a fixação de um cronograma com início imediato e prazo máximo de dois anos para conclusão das medidas de melhorias. A procuradora também sugere que a Anatel analise os planos apresentados, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A ação busca ainda a condenação das empresas operadoras à indenização por danos morais coletivos.

A operadora Vivo disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que a empresa não foi incluída no relatório final da CPI, pois demonstrou que atende às metas estabelecidas pelo regulamento do setor. “A área jurídica da empresa já está em contato com o Ministério Público para esclarecer os fatos”, informou. As empresas TIM, Claro e Oi informaram que não foram notificadas da ação. A Anatel disse que irá responder no âmbito do processo.”

(Agência Brasil)

 

João Jaime: Defender a volta de CPMF como apregoa Camilo Santana é um “retrocesso”

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O deputado estadual reeleito João Jaime (DEM) manda artigo. Ele avalia a disposição do governador eleito Camilo Santana (PT) de defender a volta da CPMF. O parlamentar analisa a questão. Para ele, o petista começará a gestão com o pé esquerdo. Ele vê a CPMF como retrocesso. Confira:

Temos acompanhado nos noticiários as articulações dos primeiros passos do governador eleito, Camilo Santana, para gerir nosso Estado a partir de janeiro próximo. Tomamos conhecimento de sua mobilização em favor da volta da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira, vulgo CPMF, o famoso imposto do cheque.

Desta forma, eu diria que o novo Governador estaria começando sua gestão com o pé esquerdo, uma vez que inicia seu mandato encabeçando um movimento de retrocesso. Reavivando um imposto num País que já é recordista na cobrança deles.

Foi com muita luta e pressão popular que o Congresso Nacional rejeitou a prorrogação da contribuição para 2011, extinguindo-o, assim, desde janeiro de 2008. Um movimento vitorioso contra a carga tributária e contra a tirania fiscal.
Essa história de que o fim do imposto causou danos para o financiamento da saúde, não convence. Afinal, quando a CPMF acabou, a Receita decidiu fazer uma série de ajustes tributários para compensar as perdas. O IOF é um exemplo. Ele foi elevado para o crédito e passou a ser cobrado sobre novas movimentações.

Portanto, o diagnóstico de que o governo federal precisava da CPMF para fechar suas contas estava errado. A contribuição não era crucial para as contas públicas. Não é dessa maneira que o financiamento da saúde pública do Brasil vai aumentar. Uma boa saída seria a aprovação da PEC 29, que obriga a União a contribuir com a saúde pública junto aos estados e municípios do País.

Com isso, me custou acreditar que o próximo Governador esteja trabalhando em prol de resgatar um imposto que foi extinto com tanta luta e que não tem justificativa para voltar. E pior, num momento crítico para o nosso Ceará, que enfrenta a maior seca dos últimos 60 anos, que necessita de medidas emergenciais para atravessar esse duro período. Além disso, num momento em que receberá um Estado violento, com graves problemas de segurança, sem planejamento e políticas públicas para o setor.

* João Jaime,

Deputado estadual do DEM.

Operação Lava-Jato – MPF pede condenação de Costa Yussef e mais sete envolvidos

“O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que condene por lavagem de dinheiro e organização criminosa nove suspeitos de envolvimento com o esquema investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). Entre eles estão o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, beneficiários de acordos de delação premiada.

Ao justificar o pedido, apresentado ontem (3), os procuradores federais que integram a força-tarefa do MPF alegam ao juiz federal Sérgio Moro que Costa e Youssef comandavam uma das “organizações criminosas” que fraudavam contratos da Petrobras, usando empresas reais ou de fachada para “lavar” o dinheiro obtido ilicitamente. Ao negociar o acordo de delação premiada, com o qual espera atenuar uma eventual punição, Costa admitiu ter recebido suborno. Ele ocupou a diretoria da estatal entre maio de 2004 e abril de 2012.

O MPF também pediu a condenação do sócio da empresa Sanko-Sider Márcio Andrade Bonilho; do dono da MO Consultoria, Waldomiro Oliveira; do contador das empresas RCI Software e Empreiteira Rigidez Antônio Almeida Silva; dos sócios da Labogen Leonardo Meirelles, Leandro Meirelles e Esdra de Arantes Ferreira; e do sócio da Piroquímica Pedro Argese Júnior. Os procuradores pediram que Murilo Tenio Barros, sócio da Sanko-Sider, seja absolvido.

Nas alegações, os procuradores afirmam que já foram encontrados elementos de que os acusados “constituíram e integraram organizações criminosas com o objetivo de obter vantagens econômicas, mediante a prática de diversas infrações penais, notadamente crimes financeiros e de lavagem de dinheiro”. A “complexa organização criminosa”, segundo os procuradores, tinha “tentáculos nacionais e internacionais” que lhes permitiram movimentar grandes quantias em dinheiro ilícito.”

(Agência Brasil)

Camilo começa a tratar de secretariado com partidos aliados

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Camilo e o presidente do PV do Ceará, Marcelo Silva.

O governador eleito Camilo Santana (PT) iniciou nesta quinta-feira reuniões individuais com os presidentes dos 18 partidos que lhe deram apoio nas últimas eleições. O primeiro a ser ouvido foi De Assi Diniz, dirigente do seu partido.

Camilo já conversou com o deputado federal eleito Ronaldo Martins (PRB), com Almicir Pinto (PSD) e Tin Gomes (PHS). As reuniões continuarão até esta sexta-feira.

Após o dia 10, Camilo deve começar a fechar os nomes de sua equipe. A divulgação pode ocorrer em blocos, mas todo o secretariado será conhecido antes do Natal.

(Foto – Divulgação)

Livro defende comunicação como forma de inclusão política

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O livro “Comunicação Pública e Inclusão Política – Reflexões sobre cidadania ativa e democracia participativa” será lançado nesta quinta feira (4), às 19 horas, no Espaço de Cultura e Arte do O POVO. De autoria do jornalista e professor Alberto Perdigão, traz 38 artigos e duas entrevistas sobre comunicação pública, televisão pública e ciberdemocracia.

Os textos, publicados nos últimos quatro anos, analisam novos comportamentos dos governos e de cidadãos diante das possibilidades de diálogo político, proporcionadas pelas tecnologias da informação e comunicação. No ato de lançamento, o jornalista e a obra serão apresentados pelo deputado federal Artur Bruno (PT). O autor autografará o livro no local.

“Comunicação Pública e Inclusão Política”, de 170 páginas, traz prefácio de Cosette Castro, da Universidade Católica de Brasília, e apresentação de Gilmar de Carvalho, da Universidade Federal do Ceará. A ilustração de capa é de Sérvulo Esmeraldo. O projeto gráfico é de Sérgio Fujiwara. A impressão é da RDS Editora, de Fortaleza.

Felipão diz ainda ter muito a falar sobre a Copa, mas hoje prefere o silêncio

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Essa é de Luiz Felipe Scolari, ex-técnico da Seleção Brasileira, que, ao ser procurado pelo jornalista Demitri Túlio, do O POVO, para dar uma entrevista, em clima de retrospectiva e Copa 2014:

Respeito e admiro o Sérgio (Ponte) e seu jornal e as pessoas aí do nosso Ceará,  mas não dei entrevista nenhuma falando de Copa para nenhum órgão jornalístico e continuarei assim. Um dia, daqui um tempo – não sei quando, vou falar o que sei e vivi e o que foi feito e muita coisa mais. Mas, o tempo vai me dizer quando. Agradeço sua consideração e desejo um bom final de ano e tudo de bom!

André Figueiredo faz artigo já posando de candidato a presidente da Câmara dos Deputados

Com o título “Os desafios da próxima legislatura”, eis artigo do deputado federal André Figueiredo (PDT), cujo nome é cotado para disputar a presidência da Câmara. Ele diz nesse artigo, publicado pelo site Congresso em Foco, que “o momento aponta para a necessidade de uma presidência da Casa que não faça oposição ao governo, visando desestabilizá-lo e, nem no outro extremo, que utilize a Câmara como correia de transmissão do Poder Executivo”. Confira:

Depois do exaltado clima das eleições presidenciais, o Congresso Nacional tem diante de si uma pauta extensa e complexa, antes do término da atual legislatura. Mesmo antes de seu encerramento, desde logo o balanço de suas atividades pode ser considerado bastante positivo. Para mencionar apenas duas matérias, a destinação dos royalties do petróleo do pré-sal para as áreas de educação e saúde e a aprovação do novo Plano Nacional de Educação são importantes legados da atual legislatura para a sociedade brasileira. No próximo mês de fevereiro, uma nova legislatura terá início, e não são pequenos os desafios que aguardam deputados e senadores reeleitos ou eleitos pela primeira vez. É forçoso reconhecer queo cenário econômico já não é tão favorável como nos últimos anos. O governo federal certamente necessitará dialogar com a Câmara dos Deputados e o Senado para adotar medidas indispensáveis à retomada do crescimento da economia, que vem a ser a única verdadeira garantia de melhoria das condições de vida dos brasileiros no longo prazo.

Além das reivindicações dos mais diversos setores da sociedade, Câmara e Senado também deverão lidar com o desafio da reforma política, demanda reiterada a cada nova legislatura, mas que desta vez não parece comportar novas protelações. Se essa reforma é inevitável, isso não significa, porém, que deva ser feita de qualquer modo ou a qualquer preço. As regras vigentes resultam em diversas distorções — e o custo das campanhas eleitorais certamente não é a menor delas —, mas elas também propiciaram o maior período de estabilidade democrática da história brasileira. Não é o caso, portanto, de recomeçar do zero, e sim de aperfeiçoar a nossa democracia, o que é indispensável e inadiável.

Especificamente quanto a Câmara dos Deputados, a que pertenço — e à qual tive a honra de ser reconduzido pelo povo do Estado do Ceará —, a renovação significativa de sua composição se soma a um cenário inédito de fragmentação partidária. Os atuais 22 partidos com representantes na Casa passarão a ser 28 a partir do ano que vem, cenário provocado pela redução das maiores bancadas e crescimento do número de representantes de partidos médios e pequenos. Some-se a isso o acirramento do antagonismo entre governo e oposição, por conta da eleição presidencial mais disputada de nossa jovem democracia.

O cenário que se desenha exigirá do novo comando da Casa uma grande capacidade de negociação e articulação, de modo a dar conta dos múltiplos desafios na política e na economia. A relação com o Poder Executivo deverá ser pautada por um diálogo respeitoso e voltado para os interesses do País, e esse mesmo espírito se fará necessário nos entendimentos com a base aliada e a oposição, por maiores que sejam atualmente as tensões herdadas do processo eleitoral recém-concluído. Em um momento como esse, não é conveniente para o Parlamento que o processo de escolha de seu novo presidente seja refém de polarizações partidárias, nem se torne mecanismo de pressão ou barganha na formação do ministério do novo governo recém-eleito. É ruim para o governo, que pode se ver pressionado a ter critérios menos rígidos na escolha de seus quadros ministeriais e de outros órgãos de Estado. É péssimo para a oposição, que pode a qualquer momento ser atropelada em suas prerrogativas regimentais, quando o presidente estiver comprometido com acordos que extrapolem as funções do legislativo e avancem em uma seara de interesses da máquina administrativa do Poder Executivo.

O momento aponta para a necessidade de uma presidência da Casa que não faça oposição ao governo, visando desestabilizá-lo e, nem no outro extremo, que utilize a Câmara como correia de transmissão do Poder Executivo, fazendo do Legislativo um mero cartório carimbador dos projetos do governo. Mas pior cenário, ainda, seria a Câmara dos Deputados estar à serviço do interesse hegemônico de partido ou grupo que busque aumentar de forma insaciável, nos próximos dois anos, seu espaço de poder dentro do governo federal. O próximo presidente da Câmara precisará estar acima de tudo isso, demonstrando que suas preferências e rivalidades políticas não são maiores de que seu amor ao Brasil.

Em nosso passado recente, a Câmara dos Deputados tem dado contribuição decisiva para a construção de um país democrático, com economia estável e capaz de melhorar as condições de vida de seu povo. Tenham tido elas origem no Executivo ou no próprio Congresso Nacional, as medidas fundamentais para a consolidação dessas conquistas foram discutidas e aperfeiçoadas pelo trabalho de deputados e senadores. E nesse momento, em que o Brasil precisa de ajustes importantes, é fundamental que os rumos da futura legislatura estejam à altura dos desafios que temos diante de nós.

* André Figueiredo,

Deputado federal pelo PDT-Ceará.

Índice de Confiança do Empresário do Comércio registra queda

“O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 1% na passagem de outubro para novembro deste ano. Essa foi a terceira queda consecutiva do indicador na comparação mensal. Já na comparação com novembro do ano passado, houve um recuo de 11%. Os dados foram divulgados hoje (4) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação mensal, a queda de 1% foi puxada principalmente pela piora de 2% da confiança do empresário do comércio no momento atual. A avaliação sobre a economia caiu 4%, enquanto as opiniões sobre o setor comercial e própria empresa recuaram 1,4% e 1,2% respectivamente.

As expectativas do empresário em relação aos próximos meses pioraram 0,5%, devido ao menor otimismo em relação ao futuro da economia (-1,5%) e do setor (-0,5%). A confiança em relação ao futuro do próprio negócio, no entanto, melhorou 0,2%. As intenções de investimentos também caíram (0,8%), já que os empresários esperam contratar menos (-0,5%) e investir menos na empresa (-1,3%) e em estoques (-0,9%).”

(Agência Brasil)

Presidente do PTB do Ceará é otimista sobre o Brasil e o Ceará em 2015

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O PTB está otimista no que diz respeito ao que vai fazer a nova equipe econômica de Dilma Rousseff. É o que revela o deputado federal José Arnon, presidente regional do partido e membro do diretório nacional petebista.

Segundo o deputado federal José Árnon,  com a entrada de Armando Monteiro como ministro do Desenvolvimento, o PTB vai crescer e trabalhar pelo sucesso de Dilma.

José Arnon também adianta que o PTB apoiará o Governo Camilo Santana, não tendo dúvidas de que o petista corresponderà à expectativas do cearense.