Blog do Eliomar

Categorias para Brasil

Deputado vê queda de popularidade de Dilma como descrença do povo na classe política

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=T6k_Vvtfnlo[/youtube]

O deputado federal Moses Rodrigue s(PPS) avalia como descrença na classe política o fato de Dilma Rousseff ter caído na preferência do eleitorado. Ele afirma que esse quadro deve ser revertido quando o Congresso Nacional aprovar a tão buscada Reforma Política.

Dedé de Castro – Desaparece um dos últimos jornalistas românticos

Com o título “Dedé de Castro  – desaprece um dos últimos jornalistas românticos”, eis artigo do jornalista Paulo Verlaine, que conviveu com Dedé. Ele conta um pouco da trajetória do amigo e de um tempo em que jornalismo se confundia com ideologia mais do que nunca. Confira:

Com o falecimento de Edmundo de Castro, ocorrido na madrugada de segunda-feira, desaparece um dos últimos ícones da geração genial e romântica do jornalismo cearense. Para mim, baseado na vivência que tive com cada um deles, os seis grandes foram, por ordem alfabética: Durval Ayres, Edmundo de Castro, Fenelon de Almeida, J. C. de Alencar Araripe, Moraes Né e Odalves Lima. Houve outros grandes jornalistas desse período, claro, mas estou a referir-me apenas aos que tive a honra e o prazer de conviver pessoalmente.

Dos seis citados, três – Durval Ayres, Moraes Né e Odalves Lima – eram egressos de O Democrata, jornal do antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB) e se consagraram depois no jornal O Povo. A escola da esquerda que ainda pontifica até hoje nesses inglórios tempos de “nova direita”..

Dedé de Castro era um ex-udenista (simpatizante do antigo partido União Democrática Nacional-UDN), posteriormente convertido ao marxismo e ao PCB. Perambulou (o verbo é esse mesmo, porque ele não era de esquentar lugar e engolir sapos) em todos os jornais de Fortaleza.

Durval Ayres era também escritor consagrado, membro da Academia Cearense de Letras, editorialista de Gazeta de Notícias e O Povo. Um grande romancista, de espírito aberto e desprendido. Estilo elegante no manuseio do texto.

Fenelon Almeida, também escritor, era esquerdista cristão e, nos seus últimos anos, voltado mais para a doutrina espírita, sem jamais abandonar a defesa das causas sociais. Com este convivi mais de perto – foi meu chefe no antigo Departamento de Pesquisa de O Povo – e com ele hauri inesquecíveis lições.
Moraes Né era outro titã do jornalismo cearense. Dotado de impressionante cultura, escrevia sobre qualquer assunto com grande conhecimento de causa. Tinha temperamento explosivo, mas era homem pacato, simples, generoso e sempre disposto a ajudar os que se iniciavam na profissão. Foi o primeiro jornalista cearense a tratar com seriedade do problema do meio ambiente neste Estado. Mas era perfeito em tudo o que fazia.

Odalves Lima, que se destacava como editorialista também no O Povo, tinha um dos melhores textos do Brasil, sem exagero. Um ás das “pretinhas” (gíria usada para designar as letras das velhas, hoje peças de museu, máquinas de escrever).

J. C. de Alencar Araripe destoa do sexteto em termos ideológicos, não de competência e honradez: era, digamos, um centro-direitista, mas sempre valoroso e íntegro, que sabia reconhecer qualidades nos colegas dos quais ele discordava. Fez toda sua carreira no O Povo. Com ele, meu chefe superior (Fenelon era chefe imediato), aprendi ensinamento que nunca esqueço: “Tudo pode ser dito. Depende da maneira com que você diz”.
Parafraseio Shakespeare (Júlio César, no discurso de Marco Antônio) e digo: “Perdoai-me, mas tenho o coração neste momento, no ataúde de Dedé de Castro (Marco Antônio, no texto shakespeariano, referiu-se a César); é preciso calar até que ao peito ele me volte”.
Conheci Edmundo de Castro antes de eu sonhar em ser jornalista. Em 1968, eu com 18, 19 anos, no meu primeiro emprego: operador de telefones da Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT), ainda com cara de DCT (Departamento dos Correios e Telégrafos), mas a mudança formal de repartição pública para empresa estatal já havia se realizado.

Tomei susto ao saber que, a meu lado, trabalhava, na mesma função, um jornalista consagrado, autor de reportagens famosas e ganhador de vários prêmios de jornalismo. Era o Dedé de Castro, na época um quarentão. O setor: a Radiofonia da ECT. Era difícil (como ainda é hoje sobreviver apenas com salário de jornalista). Não havia discagem direta à distância e as ligações era feitas pelos Correios, em turmas divididas em três turnos: manhã, tarde e noite, ligadas à central no Rio de Janeiro. Éramos da turma da noite. Chamava-me a atenção a maneira altiva com que Dedé tratava os colegas cariocas (alguns, não todos, eram meio boçais), com os quais nos comunicávamos para completar as ligações.

Reencontrei-o dois anos depois no jornalismo, mais famoso ainda. Passamos então a conviver com mais frequência, principalmente nos bares de Fortaleza. Nas conversas, no meio das quais ele se autodenominava Dedé Beira D´Água, aprendi a admirar aquele cidadão de Itapipoca, mais precisamente do Córrego dos Cajueiros, lugar que ele sempre fazia questão de citar. Gostava de repetir o verso da canção Argumento, de Paulinho da Viola: “Sem preconceito, sem mania de passado, seu querer ficar do lado de quem não quer navegar”, que usou como slogan do Unitário, na sua curta e marcante temporada como editor deste jornal dos Diários Associados. Eu vibrava com os prêmios por ele conquistados (foram muitos). Em 1987 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo (o Nobel da imprensa brasileira) com a série “O Nordeste por trás das grades”, publicada no Diário do Nordeste. Dedé de Castro editou também a revista cultural O Saco, fundada pelo poeta e livreiro Manoel Coelho Raposo, que revelou grandes talentos literários: Nilton Maciel, Carlos Emílio Corrêa Lima, Jackson Coelho, entre outros.

A convivência se tornou maior quando fundamos, em 1977, o jornal alternativo Mutirão, juntamente com Francis Vale, Célia Guabiraba, Gervásio de Paula, Maria Luiza Fontenele, Rosa da Fonseca, Luiz Carlos Antero, Agamenon Almeida, Silas de Paula e outros. Edmundo de Castro assinava a coluna O Cacete do Dedé Incomodava muita gente (os poderosos e os coleguinhas petulantes eram seu alvo predileto). Mutirão era mais influenciado pelo pessoal do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), embora abrigasse pessoas de outras tendências.

Em 1985, novo reencontro: desta vez no Diário do Nordeste, onde ele era pauteiro. Dedé foi um mestre do jornalismo, um guru, e nessa condição, teve discípulos, entre os quais eu também me incluo, juntamente com Francisco Bilas (falecido), Carlos Alberto Alencar, Neno Cavalcante, Mozarly Almeida e muitos outros. Nesses intervalos de locais de trabalho, sempre frequentava, periodicamente a casa de Dedé de Castro nas Damas, perto da Casa do Português, onde vivia ao lado da esposa, dona Nenen, e do filho Paulo Afonso, quando este era solteiro. Dedé de Castro foi e sempre será um dos meus tipos inesquecíveis. Adeus, amigo.

* Paulo Verlaine,

Jornalista. 

IBGE – Número de trabalhadores na indústria caiu 3,2% em 2014

“Depois de oito meses de queda, o indicador de emprego na indústria subiu 0,4% em dezembro. Contudo, a alta não foi suficiente para compensar o ano ruim do setor e o total do número de trabalhadores na indústria recuou 3,2% no acumulado de 2014, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o terceiro ano seguido que a taxa apresenta queda. Em 2013, a taxa anual havia caído também, mas menos, 1,1%. Em 2012, a baixa foi de 1,4%.

Na comparação de dezembro passado com o de 2013, o emprego industrial caiu 4%. Este é o 39º resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação.

O principal impacto negativo sobre a média geral foi observado em São Paulo, onde o número de pessoal ocupado caiu 4,7%. Também ficaram no campo negativo as regiões Nordeste (queda de 4,4%), Minas Gerais (4,5%), Norte e Centro-Oeste (4,4%), Rio Grande do Sul (3,3%), Paraná (2,8%) e Rio de Janeiro (4,0%).”

(Veja Online)

Governo cria comissão interministerial para combater violência contra segmento LGBT

“O governo formalizou hoje (10) a criação da Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). O grupo é composto por representantes das secretarias de Direitos Humanos (SDH), de Políticas para as Mulheres, da Secretaria-Geral da Presidência e dos ministérios da Justiça e da Saúde. A comissão foi instituída no último dia 29 e será coordenada pelo Departamento de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. A portaria de criação do grupo foi publicada na edição desta terça-feira (10) do Diário Oficial.

Com a criação da comissão interministerial, as ações dos cinco ministérios nas áreas de prevenção, enfrentamento e redução das diversas formas de violência contra a população LGBT poderão ser integradas. De acordo com a SDH, o grupo interministerial também vai possibilitar o acesso a dados sobre estatísticas e o perfil dos crimes contra a população LGBT.

Dados da Ouvidoria Nacional e do Disque Direitos Humanos (Disque 100) mostram que, entre 2011 e 2014, foram registradas mais de 7,6 mil denúncias de violência contra a população LGBT. Em 2014, os estados com maior número de registros foram São Paulo (53 denúncias), Minas Gerais (26) e Piauí (20). A discriminação foi a causa de 85% das denúncias e a violência psicológica motivou 77% dos registros.”

(Agência Brasil)

No Ministério do PCdoB, um técnico para o CNPq

“O bioquímico Hernan Chaimovich foi nomeado hoje (10) para o cargo de presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A nomeação está no Diário Oficial da União desta terça-feira. Ele vai substituir Glaucius Oliva na presidência do órgão, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Chaimovich é vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências e coordenador do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Graduado na Faculdade de Ciência Farmacêuticas e Químicas da Universidade do Chile, em 1962, Chaimovich fez doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado nas universidades da Califórnia, em Santa Bárbara, e Harvard, ambas nos Estados Unidos. Foi professor nas universidades do Chile e livre docente, professor adjunto e professor titular de bioquímica do Instituto de Química da USP.”

(Agência Brasil)

 

Eduardo Cunha, o conferecista

175 1

A XVI Conferência Anual de CEOs, promovida pelo BTG Pactual e que começa nesta terça-feira em São Paulo,  terá dois palestrantes principais, além dos mais de 30 presidentes de grandes empresas.

André Esteves, presidente do BTG, que abre a conferência, e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que falará à plateia na quinta-feira.

Não será um ambiente estranho para Cunha, talvez um dos políticos mais conectados com as grandes empresas que o Brasil já viu.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Reforma Política – Câmara dos Deputados instala comissão especial nesta terça-feira

“A comissão especial destinada a discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Política será instalada nesta terça-feira, às 14h30min. Na ocasião, serão eleitos o presidente e os vices e designado o relator da matéria. A PEC foi apresentada por um grupo de trabalho da Câmara criado para discutir a matéria.

Por mais de um ano, a proposta ficou parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aguardando a votação da admissibilidade. Como não havia acordo para a aprovação, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avocou a matéria para o plenário, que aprovou a admissibilidade da PEC. Com isso, ele criou a comissão especial destinada a apreciar a reforma política.

A PEC prevê, entre outras mudanças, o voto facultativo, o fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito, a coincidência do pleito eleitoral e um sistema misto de financiamento de campanhas – público e privado.”

(Agência Brasil)

Eduardo Cunha: “Aborto eu não vou pautar nem que a vaca tussa!”

Eduardo Cunha: novo presidente rejeita aborto na pauta

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), se nega a colocar em votação qualquer projeto que trate da legalização do aborto. “Aborto eu não vou pautar (para votação) nem que a vaca tussa”, disse, em entrevista ao site do jornal O Estado de S. Paulo. 

Assim como o projeto de regulação da mídia, afirmou que projetos sobre o tema só vão passar “por cima do meu cadáver”. “O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. Regulação econômica de mídia já existe. Você não pode ter mais de cinco geradoras de televisão. No aborto, sou radical.”

O deputado, evangélico, também é reticente quando perguntado sobre garantias de direitos dos homossexuais. “Isso é mais discurso. Para pautar um projeto, ele tem que ter apoio suficiente. Não tenho que ser bonzinho. Eles querem que isso seja a agenda do País, mas não é. Não tem um projeto deles na pauta para ir a votação. Tenho que me preocupar com o que a sociedade está pedindo, e não é isso”, afirmou.

(Com Estadão)

Para Raimundo Gomes, queda de popularidade de Dilma significa que a máscara também caiu

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=JxhHPHeaYv0[/youtube]

A queda de popularidade da presidente Dilma, segundo pesquisa Datafolha, foi avaliada pelo deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB) como prova de que caiu a máscara da mentira do atual governo.

Raimundo Gomes observou que no Nordeste, onde Dilma registrou a grande maioria de votos na sua reeleição, também registrou queda significativa.

Indagado se é a favor do impeachment da presidente Dilma, o tucano Gomes de Matos preferiu aguardar o que ocorrerá no Congresso Nacional, quando deve vir a lista dos políticos envolvidos com os escândalos da Petrobras.

Defensores públicos darão assistência jurídica a jovens do Programa ViraVida

A Associação dos Defensores Públicos do Ceará (Adpec) e o Programa Vira Vida – dirigido a jovens e adolescentes entre 14 e 24 anos, vítimas de abuso ou exploração sexual – acabam de assinar um termo de cooperação. Pelo acordo, os defensores públicos oferecerão aos participantes do ViraVida, inciativa do SESI, assistência jurídica, apoiando ações civis, penais e em medidas protetivas, além de palestras e oficinas. 

O acordo prevê, ainda, a inclusão dos beneficiários do programa nos projetos sociais promovidos pelas Defensorias Públicas em qualquer unidade federativa. Outro tópico importante do acordo é o fornecimento de atendimento aos adolescentes e jovens para o acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), desde marcação de consultas e exames, aquisição de medicamentos, cirurgias, tratamentos contra drogadição, e internações psiquiátricas e compulsórias.

Projeto ViraVida

Criado pelo pelo Conselho Nacional do SESI em 2008, o ViraVida apoia adolescentes e jovens em vulnerabilidade social através de um processo socioeducativo que promove transformação e inclusão produtiva. O programa é desenvolvido pelo Sistema S em parceria com a rede de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes e instituições do Sistema de Garantia de Direitos. Já matriculou mais de 5,3 mil alunos, promovendo a inserção de 1,6 mil alunos concluintes no mercado de trabalho.

Lojas do Grupo Pão de Açúcar abrirão normalmente durante o Carnaval

Este Blog recebeu o seguinte comunicado do Grupo Pão de Açúcar:

No feriadão de Carnaval, de 14 a 18 deste mês, todas as lojas da Rede Pão de Açúcar em Fortaleza terão funcionamento normal, bem como as cinco lojas Extra Hipermercado e as quatro lojas Extra Supermercado.

As lojas da Rede Assaí Atacadista, localizadas em Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte e Sobral, também terão funcionamento normal durante o período momino.

MME admite campanha para racionalizar uso de energia e prorrogação do horário de verão

“O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse hoje (9) que o governo não terá problema para promover uma campanha de racionalização do consumo de energia elétrica, se isso for necessário em função falta de chuva. Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira mostrou que 65% dos entrevistados em todo o país apoiariam a adoção imediata do racionamento de energia.

“Se tivermos a necessidade, em função de ritmo hidrológico, não teremos nenhum problema em fazê-lo. Mas continuamos trabalhando firme para termos alternativa de energia vinda do Norte, do Sul e do Sudeste para podermos abastecer a nossa ponta de carga [suprir necessidade no horário de maior consumo]”, disse o ministro.

Ele adiantou que técnicos do governo federal vão analisar amanhã (10) a possibilidade de prorrogação do horário de verão. Segundo o ministro, uma reunião para decidir o tema está marcada para quinta-feira (12), mas o governo recebeu estudos adicionais e avaliará os efeitos que a medida poderá ter para a economia de energia.

“Não há definição. Estamos analisando os efeitos que isso pode ter do ponto de vista da economia de ponta de carga, já que, do ponto de vista energético, meio que se anula neste período de março a abril”, disse Braga. O horário de verão começou no dia 19 de outubro para os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e acabaria no dia 22 de fevereiro.”

(Agência Brasil)

Bancos fecham durante o Carnaval

As agências bancárias vão fechar as portas para o público na segunda-feira (16) e na terça-feira (17) de Carnaval e só reabrirão, a partir das 11 horas da quarta-feira de cinzas (18), horário local. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febrabran)

As contas de consumo (água, energia, telefone e etc.) e carnês que tiverem marcados essas datas para o vencimento, poderão ser pagas no primeiro dia útil após o feriado (18/02), sem acréscimo. Outras transações financeiras poderão ser realizadas através do internet banking e caixas eletrônicos, normalmente.

 

Balança comercial tem déficit de US$ 25 milhões na primeira semana de fevereiro

“A balança comercial – diferença entre exportações e importações – iniciou fevereiro com déficit de US$ 25 milhões, divulgou há pouco o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Na semana passada, o país exportou US$ 3,678 bilhões e importou US$ 3,703 bilhões.

O resultado elevou para US$ 3,199 bilhões o déficit acumulado em 2015. Apesar desse desempenho, o déficit da balança comercial caiu 44,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2014, o indicador registrava resultado negativo de US$ 5,771 bilhões até a primeira semana de fevereiro.

O déficit da balança comercial está caindo porque as importações estão recuando mais do que as exportações. No ano, as importações somam US$ 20,781 bilhões, recuo de 14,7% pela média diária. As vendas externas somam US$ 17,382 bilhões, com retração de 6,4% também pela média diária.

Na comparação entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2014, os produtos básicos lideram o recuo das exportações, com retração de 9%, motivada principalmente pela queda no preço das commodities – bens agrícolas e minerais com cotação internacional. A queda é puxada por soja (em grão e farelo), carne bovina, carne suína e minério de ferro.”

(Agência Brasil)

 

José Guimarães – “Quem quer impeachment de Dilma não é afeito à democracia” e teme Lula

115 2

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=LFhYqVu-HJQ[/youtube]

O líder do Governo na Câmara dos Deputados, José Nobre Guimarães (PT), afirmou, nesta segunda-feira que quem defende impeachment da presidente Dlma Rousseff são aqueles não afeitos à democracia. O parlamentar reagiu assim ao ser indagado sobre articulações da oposição querendo impeachment baseado na onda de corrupção registrada na Petrobras.

Guimarães garante que tudo está sendo apurado no governo petista, ao contrário de um passado onde FHC era o “engavetador maior da República”. Para ele, quem age dessa forma quer privatizar a Petrobras e teme a volta de Lula, o que pode ocorrer em 2018.

Indagado sobre a queda da popularidade de Dilma, conforme pesquisa Datafolha, José Guimarães considerou resultado de um momento de dificuldade vivido pelo País.

As academias brasileiras precisam repensar seus desígnios

Com om título “Eleição acadêmica, as crítricas e om presente”, eis artigo que o imortal João Soares Neto manda para o Blog. Ele aborda a peleja, que ocorrerá nesta terça-feira pela vaga aberta com a morte de Artur Eduardo Benevides, om “Príncipe dos poetas cearenses”. Confira:

Neste próximo dia 10, a Academia Cearense de Letras, a mais antiga das academias brasileiras, realizará sessão eleitoral para preencher a vaga aberta com a perda do grande poeta, ensaísta, professor e cidadão Artur Eduardo Benevides. São quatro os candidatos.

Esta introdução serve apenas para analisar artigo de Mário Sérgio Conti, jornalista e escritor, sob o título “Conformismo e coonestação”, publicado em 28 de novembro de 2014, em que critica a Academia Brasileira de Letras, a maior e a mais bem aquinhoada em nomes e prendas.

Ele começa dizendo: “A desimportância da Academia Brasileira de Letras emudeceria até Lobão (refere-se ao cantor, grifo meu). Ninguém liga para ela, exceto os 40 autoproclamados imortais. Que eles desfrutem em sossego do privilégio de se fantasiarem de fardão pela eternidade afora”.

Uma primeira observação: por que Mário Sergio Conti não emudeceu. Se ninguém liga para ela, qual o sentido e a razão de seu artigo tão candente?

Ele argui, em seguida: “A Academia é um clube cujos sócios, em graus variados de senectude, se reúnem para tomar chá e trocar dois dedos de prosa acerca de seus sublimes antecessores”. Não precisa ter lido Freud, Jung ou Melanie Klein, para ver réstias de ressentimento explícito em cada frase do articulista.

Ele continua: “É perda de tempo criticar a Academia. Não importa que ela sobreviva à sombra do Estado. Que jamais tenha emitido um sussurro contra a censura e os outros paus-de-arara na vida cultural”. E aduz: Que cultive a mediocridade literária (Nélida Pinõn, Murilo Melo Filho etc.) e a bajulação de poderosos (Fernando Henrique Cardoso, Marco Maciel etc.). Ninguém liga”.

Claro que alguém liga. Ele próprio, Conti, está ligando e dando cavaco. Qual a razão desse seu artigo grave?

Mais lá na frente, passo para evitar detalhes menores, ele se contradiz, ao afirmar: “A Academia só deixa de ser inócua quando nela entra um poeta de verdade. Isso é chato porque as más companhias têm influência e a instituição os diminui individualmente: todos os ratos são pardos no Petit Trianon” (nome da sede da ABL).

Ele está falando do poeta Ferreira Gullar e acrescenta texto do próprio vate maranhense: “A Academia já fez tudo para eu entrar lá, e eu digo: não. Jamais entrarei para a Academia… Como eu não tenho cabeça acadêmica, como não é a minha, não vou entrar lá”.

Parêntesis meu: Ferreira Gullar entrou na ABL em dezembro do ano passado.

Sem esquecer que havia elogiado Gullar (poeta de verdade, ele disse), mais a frente, muda de ideia e o ataca: “Nem sempre conseguiu o que buscava. Seus poemas são às vezes discursivos ou demagógicos; o credo stalinista o fez tropeçar; seus versos perderam voltagem com a passagem do tempo”. Em seguida, elogia: “O resultado final, porém, é largamente positivo. Pelo que sua poesia tem de inventividade formal e insubmissão”.

Como se vê, há um “morde e assopra” no escrito de Mário Sérgio Conti sobre a entrada na ABL de Ferreira Gullar, o autor, entre outros, do “Poema Sujo”.

Como afirmou Tchekhov, escritor russo: “De inveja fica-se estrábico”. Por outro lado, está claro que as academias brasileiras, sejam de letras, ciências e artes, precisam repensar seus desígnios. Mudar e evoluir, ter a coragem de ajustar-se ao tempo em que vivem, às mudanças definitivas dos processos anacrônicos de escolhas de novos candidatos (por que não um debate entre os candidatos? por que não uma prova de conteúdo?), dos seus modelos de gestão em que só o presidente faz tudo. Isto não é desrespeitar a tradição, mas ter coerência com o tempo em que se vive.

Sem menosprezar a tradição e os costumes, incorporar o que há de saudável e lógico nestes tempos em que antigo passa a ser tudo aquilo substituído pela voragem da inovação. A senectude, a que se refere Conti, não é a idade dos componentes, mas a permanência de métodos e ações que já não mais fazem sentido e pouco produzem resultados efetivos.

* João Soares Neto,

Da Academia Cearense de Letras. 

VAMOS NÓS – Disputam a vaga de imortal da Academia Cearense de Letras o médico e poeta Ernani Rocha, as professoras Vera Albuquerque e Révia Herculano e o desembargador Durval Aires Filho.

OAB/CE faz balanço da mobilização pró-Reforma Política

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=nbUK_Twck8k[/youtube]

A CNBB , OAB e outras entidades dos movimentos sociais prosseguem campanha para coletar assinaturas em favor de um projeto de iniciativa popular peal Reforma Política. O presidente da OAB do Ceará, Valdetário Monteiro, fez um balanço desse trabalho para o Blog nesta segunda-feira.

Valdetário considera que a Reforma Política é a mãe de todas as reformas tão reivindicadas pela população.