Blog do Eliomar

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Movimentos sociais duvidam que reforma política saia do papel

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Sob a descrença de movimentos sociais, os deputados que fazem parte do grupo de trabalho da reforma política da Câmara terão o desafio de chegar nesta semana a um texto que concilie os interesses dentro e fora do Congresso. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) questiona o sucesso da discussão do tema no Congresso. “Há um pessimismo sobre o que este Congresso pode produzir sobre reforma política”, disse o advogado especialista em direito eleitoral do MCCE, Luciano Santos. Para ele, até agora, todas as vezes que deputados e senadores se movimentaram “foi para retroceder, facilitar a vida de quem hoje já detém mandato”.

O advogado lembrou que a mais recente comissão fracassada sobre o tema, que teve como relator do deputado gaúcho Henrique Fontana (PT), trabalhou por mais de dois anos. A proposta foi engavetada antes de ser votada em plenário. “Foi gasto muito dinheiro nisso, a comissão realizou audiências públicas em todo o país”, disse.

Hoje o projeto (PL 5735/13) que serve de base para a discussão do novo grupo que trata do assunto tem vários pontos polêmicos como o que autoriza candidatura de quem teve as contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Ainda pela proposta, as despesas pessoais do candidato, como deslocamento em automóvel próprio, remuneração de motorista particular, alimentação, hospedagem e chamadas telefônicas de até três linhas registradas no nome do candidato não precisarão ser comprovadas na prestação de contas.

Na avaliação de movimentos que militam nessa causa, a única alternativa viável para uma verdadeira reforma política é a aprovação de um projeto de iniciativa popular. Duas propostas estão em fase de recolhimento de assinaturas. A do MCCE batizada de eleições limpas, sugere em um dos pontos a adoção do sistema eleitoral em dois turnos para o legislativo. “No primeiro turno o eleitor votaria só na plataforma do partido e no segundo turno escolheria que candidato deveria executar o plano”, explicou Luciano Santos.

A outra proposta, elaborada pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, propõe um texto mais amplo que do MCCE: defende que determinados temas como, por exemplo, aumento dos salários dos parlamentares, grandes obras e privatizações, só possam ser decididos pelo povo por meio de plebiscito e referendo. Para que um projeto de iniciativa popular seja apresentado ao Congresso é necessário que ele venha avalizado por 1,5 milhão de assinaturas.

Para que as novas regras tenham validade nas eleições de 2014, o texto teria de ser votado pelo Congresso e sancionado pela presidenta Dilma Rousseff até o dia 3 de outubro. A dois meses do fim desse prazo representantes dos movimentos reconhecem que as chances são pequenas.

Na avaliação da Plataforma dos Movimentos Sociais apesar de chamar de reforma política, o Congresso até hoje só propôs mudanças restritas à questão eleitoral. “O Congresso nunca aceitou, por exemplo, o fortalecimento de mecanismos democráticos de participação popular. Uma proposta de reforma política tem que pensar numa melhor representação dos grupos: mulheres, negros, indígenas e homoafetivos”, ressaltou José Antônio Moroni, membro da Plataforma.

Na tentativa de mostrar transparência e disposição de ouvir a sociedade foi lançada há pouco mais de uma semana, dentro do portal da Câmara dos Deputados, uma comunidade virtual para discutir o tema. A ferramenta já teve mais de 16 mil acessos. O financiamento de campanha e sistema eleitoral são os assuntos que mais despertaram interesse até agora.

Sobre financiamento de campanha, Geraldo César Rodrigues, participante de um dos fóruns, defendeu que ele passe a ser exclusivamente público. “Doações podem sugerir sutilmente tráfico de influência e troca de favores – ou intenções de favorecimento – no meio político”. Para ele, campanhas eleitorais financiadas exclusivamente com recursos públicos inibem essas práticas.

“Penso que não se deva proibir a doação de pessoas físicas. Foi com base nessas doações que Obama se elegeu. O que é preciso é estabelecer limites. Além disso, a doação de pessoas físicas pressupõe a participação efetiva do cidadão que puder contribuir. O financiamento exclusivo não impede a existência de caixa-dois pelos candidatos poderosos”, avaliou outro participante, Claudionor Rocha.

Para a coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), o canal virtual que foi aberto para receber sugestões da sociedade não supre a necessidade de novos debates com a sociedade. Ela acredita que a proposta em discussão é um grande retrocesso para o país já que estimula o abuso do poder econômico e flexibiliza a Lei da Ficha Limpa.

Ainda segundo a deputada, os protestos de junho, realizados em várias cidades brasileiras, não explicitaram com força a necessidade de realização de uma reforma política no país. Erundina lembrou ainda que na legislatura passada, a Frente apresentou uma proposta que nem sequer chegou a ser votada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. “Na verdade não há vontade política. O Congresso não vai dar uma resposta a todo esse marco legal que está obsoleto. Lamentavelmente será mais uma frustração que só contribui para desqualificar o poder legislativo”, disse.

(Agência Brasil)

Comissão de Educação realiza audiência pública sobre o Programa Pró-Infância

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A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza audiência pública na próxima quarta-feira (7), para discutir o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Pró-Infância) que a partir de 2011 passou a fazer parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do governo federal.

De acordo com informações do site do PAC 2, o governo federal pretende construir com o Pró-Infância 6 mil escolas de educação infantil no país. Até o momento, foi aprovada a construção de 4.050 unidades de educação infantil e a previsão é que até 4.916 unidades sejam financiadas nos municípios das cinco regiões do país até 2014.

Em seu requerimento para a realização da audiência, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) observa que com o programa o governo deverá construir, pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), creches premoldadas, contratadas por meio do pregão eletrônico, nas cinco capitais do país, as quais serão testadas pela Fundação Falcão Bauer e pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).

(Agência Senado)

Número de turistas estrangeiros pode ter queda na Copa e nas Olimpíadas, dizem especialistas

O sucesso turístico da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que atraiu 2 milhões de visitantes e injetou R$ 1,2 bilhão na economia do Rio de Janeiro, dificilmente deverá se repetir nos dois próximos grandes eventos que ocorrerão no país, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O número de visitantes estrangeiros nas principais cidades turísticas do país deve registrar queda, na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, em relação a anos normais. A retração é esperada porque os megaeventos esportivos atraem público específico. O visitante normal, defendem eles, desiste de viajar para evitar preços altos e escapar da movimentação.

“Os grandes eventos são marcados pela interação de dois efeitos opostos. Por um lado, atraem um tipo determinado de turista. Só que simultaneamente afastam o turista regular, que quer fugir da confusão, da alta generalizada de preços e da piora na qualidade dos serviços”, diz o vice-presidente de Assuntos Internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Leonel Rossi.

Ele lembra que essa situação ocorreu nas Olimpíadas de Londres, no ano passado. De acordo com a prefeitura da capital britânica, 900 mil turistas passaram pela cidade durante os jogos, dos quais 300 mil estrangeiros e 600 mil britânicos. Considerando apenas os visitantes internacionais, a queda chega a 75% em relação a 2010, quando 1,2 milhão de turistas de outros países visitaram a cidade por mês.

O vice-presidente da Abav acredita que o cenário deve se repetir na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016. Ele, no entanto, acredita que a queda no volume de turistas estrangeiros no país será menor e variará de 20% a 30% em relação a um ano normal. “A queda deve ser menor porque muitos turistas latino-americanos vão aproveitar a distância menor para visitar o Brasil durante esses eventos. Já temos informações de que haverá uma grande quantidade de mexicanos no Brasil durante a Copa”, ressalta.

Dados divulgados na quinta-feira (1º) pelo Ministério do Turismo mostram que a imagem da cidade do Rio de Janeiro melhorou para turistas brasileiros e estrangeiros depois da JMJ. O resultado é que a maioria dos visitantes de fora (92,1%) e turistas brasileiros (96,1%) pretende retornar à capital fluminense. No total, 3,1 mil brasileiros e 1.350 estrangeiros de 175 países contaram suas impressões sobre a infraestrutura turística da cidade do Rio.

“Os resultados da pesquisa mostram que o evento foi positivo. As avaliações apontam que o Rio de Janeiro foi aprovado como local para realização de megaeventos, especialmente na rua. Essas considerações também são muito importante para o desenho do futuro religioso do país”, explica o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Lopes.

(Agência Brasil)

Após cinco altas consecutivas, dólar cai e fecha o dia em R$ 2,28

O dólar encerrou a semana em queda após cinco altas consecutivas. A moeda norte-americana fechou em R$ 2,288, nesta sexta-feira (2), com recuo de 0,61% em relação ao encerramento dessa quinta-feira (1°), quando a moeda havia ultrapassado R$ 2,30 pela primeira vez desde 31 de março de 2009, fechando cotada em R$ 2,302.

As oscilações do dólar são causadas pelo temor dos investidores de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) retire os estímulos monetários à economia dos Estados Unidos por entender que ela não necessita mais de suporte. Nesta sexta-feira, o mercado mostrou-se indeciso quando aos dados da maior economia do planeta. O ritmo de contratações diminuiu em julho naquele país, mas a taxa de desemprego recuou para o menor nível em quatro anos.

Após reunião na quarta-feira (31), o Fed informou que a economia dos Estados Unidos ainda precisa de suporte, o que foi interpretado como sinal que não haveria uma retirada imediata do apoio aos EUA. Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a volatilidade da moeda norte-americana prosseguirá até o Banco Central do país efetivamente promover a desativação dos estímulos.

(Agência Brasil)

Caixa Cultural apresenta a premiadíssima peça "Estamira"

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A Caixa Cultural Fortaleza apresentará, de 9 a 11 próximos, a peça “Estamira – Beira Do Mundo”, premiada montagem teatral com Dani Barros e direção de Beatriz Sayad. Figura na lista dos melhores espetáculos teatraise ganhou importantes premiações como o Shell de Melhor Atriz, APTR Melhor Atriz, APCA de Melhor Atriz e Prêmio Questão de Crítica, entre várias indicações.

A montagem teatral, livremente adaptada do também premiado documentário “Estamira”, de Marcos Prado, conta a história da catadora de lixo, doente mental crônica, cuja surpreendente e devastadora percepção do mundo foi descoberta pelo cineasta num aterro sanitário.

SERVIÇO

Caixa Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema)

Horário: Sexta-feira e sábado, às 20 horas. Domingo, às 19 horas.

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 65 anos, mediante apresentação de documento com foto)

Classificação Indicativa: 14 anos

Mais informações: (85) 3453.2770.

(Foto – Divulgação)

Lula: Momento não é de pensar em Plano B

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Lula ainda acredita que não é o momento de se preocupar com a brutal queda de Dilma Rousseff nas pesquisas e suas consequências em relação a 2014.

Sinal amarelo mesmo, segundo Lula tem dito a alguns interlocutores, só quando os índices de popularidade de Dilma estiverem menores do que os seus no auge do mensalão – o que ainda não aconteceu.

A propósito, de Lula para um interlocutor, sobre as manifestações recentes e a crise política que tomou conta do país nas últimas semanas:

– O mar está revolto, é melhor desligar o motor.”

(Coluna Radar – Veja Online)

Ministério da Integração facilita adesão ao Cartão de Pagamento de Defesa Civil

Com objetivo de ampliar o número de municípios brasileiros que possuem o Cartão de Pagamento de Defesa Civil, o Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, realizará, a partir de agora, a abertura de contas bancárias para as cidades que ainda não aderiram ao cartão. Antes, apenas os municípios podiam solicitar a abertura de conta junto ao Banco do Brasil. A ferramenta garante agilidade e transparência no repasse de recursos para regiões em situação de emergência ou estado de calamidade pública. Atualmente a adesão ao Cartão alcança 1.151 municípios.

O MIN trabalha nessa primeira fase com a abertura de conta dos 821 municípios prioritários, conforme a definição do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais. Desse total, 636 municípios já contam com o cartão, sendo que 289 aderiram por iniciativa própria e 347 tiveram a abertura de conta realizada pela Defesa Civil Nacional. A segunda fase da abertura de conta irá priorizar os municípios da região semiárida do país que ainda não têm a ferramenta.

A diretora de Articulação e Gestão do ministério, Karine Lopes, explica que, após a abertura da conta feita pela Defesa Civil Nacional, os representantes dos municípios deverão comparecer às agências do Banco do Brasil para o preenchimento de formulários e oficializar a operação. “É importante destacar que a conta vai permanecer bloqueada enquanto o representante legal, que no caso é o prefeito, não tomar essa providência”, destaca.

(Site do MIN)

Programa Mais Médicos – MEC define regras para supervisão de resistentes

“O Ministério da Educação definiu os procedimentos para adesão de instituições públicas como as estaduais e municipais de educação superior e de saúde, escolas e programas de residência médica ao Programa Mais Médicos. Estabeleceu também as regras para atuação de supervisores e tutores que vão supervisionar os médicos residentes do programa. Os procedimentos estão em portaria publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União. As instituições interessadas em aderir devem preencher um termo de pré-adesão entre 05 a 12 de agosto. Serão selecionadas instituições, escolas e programas de residência apenas nas unidades da federação onde não houver adesão de instituição federal de educação superior.

De acordo com a portaria, podem aderir ao Mais Médicos as instituições públicas estaduais e municipais de educação superior com curso de medicina gratuito; os programas de residência em medicina de família e comunidade, de medicina preventiva e social e clínica médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica; as escolas de governo em saúde pública, com, no mínimo, um programa de residência médica ou de pós-graduação na área de saúde coletiva ou afins; e as secretarias municipais e estaduais de saúde com ao menos um programa de residência médica vinculado a elas.

No momento da pré-adesão, as instituições, escolas e programas de residência devem indicar um tutor acadêmico responsável pelas atividades. Os tutores receberão bolsa-tutoria e serão responsáveis pela orientação acadêmica e planejamento das atividades do supervisor. Caberá aos tutores coordenar as atividades acadêmicas da integração entre ensino e serviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os supervisores serão selecionados por meio de edital e também receberão bolsa, conforme avaliação e autorização das instituições. Eles terão atribuições como acompanhar periodicamente as atividades dos médicos participantes do Programa Mais Médicos e devem estar disponíveis para esses profissionais por meio de telefone e internet. Serão responsáveis também por aplicar a avaliação.”

(Agência Brasil)

Presidente da ABAD confirma Felipão em convenção nacional dos atacadistas

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Tudo pronto para  33ª Convenção Nacional dos Atacadistas e Distribuidores. O encontro ocorrerá a partir da próxima segunda-feira, no Centro de Eventos, sob expectativa de reunir cerca de 30 ml visitantes. Os debates ocorrerão até o dai 8 próximo.

José do Egito, presidente da Associação Brasileira do Comércio Atacadista (ABAD), dá detalhes sobe a convenção, que terá mesmo o técnico Felipão como primeiro conferencista.

Acredite. Bancos são punidos por desrespeito ao direito do consumidor

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“O Ministério da Justiça multou o Banco do Brasil, o Banco Itaucard e o Bradesco. De acordo com decisões do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, publicadas na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União, o Itaucard terá de pagar multa de R$ 532,050 mil, por descumprimento de normas sobre cartões de crédito.

O Bradesco pagará multa de R$ 666,2 mil, por ferir o direito a informação. Já o Banco do Brasil recebeu multa de R$ 532,050 mil. Nessa decisão, não há explicação do motivo da punição. Os valores serão recolhidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.”

(Agência Brasil)

Por que Danilo Forte nunca fala da candidatura de Eunício Oliveira?

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Essa é do deputado federal Danilo Forte (PMDB), ao ser indagado sobre sucessão estadual 2014 e o nome do senador Eunício Oliveira, dirigente da legenda peemedebista, no páreo governamentável:

“Infelizmente, o governador Cid Gomes (PSB), que está fazendo um excelente trabalho, é um grande executivo, mas vai ter que ser renovado, pois já se encontra em reeleição. Uma nova candidatura deve ser construída com o compromisso de desenvolvimento implantado pelo governo Cid Gomes”.

* Danilo, no entanto, nunca fala abertamente que quer apoiar Eunício para o governo.

(Com Blog Sobral de Prima)

E por falar na categoria dos médicos…

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Com o título “Programa Mais Médicos: solução racional e democrática”, eis artigo da jornalista Regina Ribeiro, publicado no O POVO desta sexta-feira. Ela volta ao tema, depois de ter sido alvo de muita, muita crítica dos médicos por ter dito que a maioria não quer perder as facilidades de se morar na Capital. Confira: 

Depois de várias manifestações públicas da categoria médica em torno do programa Mais Médicos, a comissão de especialistas encarregada de analisar os pontos divergentes apresentou uma solução satisfatória acolhida pelo governo. Em vez de dois anos a mais no currículo da graduação, os últimos dois anos da formação regular serão destinados à residência médica obrigatória no Sistema Único de Saúde (SUS).

A alternativa resultou do trabalho de uma comissão de especialistas encabeçada pelo ex-ministro da Saúde Adib Jatene. O primeiro ano da residência médica será em atenção básica e emergência, como postos de saúde e prontos-socorros. A proposta prevê que 40% das vagas de residência oferecidas até 2017 sejam em medicina de família e comunidade. Também será feita alteração nos currículos da graduação de Medicina, de forma que o estudante tenha mais proximidade com a atenção básica da rede pública.

O programa Mais Médicos é destinado à fixação de médicos no Interior e nas periferias do País, desprovidas em sua maior parte da presença desses profissionais. As formas de atraí-los para essas áreas até agora não haviam tido sucesso. Os profissionais alegavam falta de condições mínimas de trabalho, em decorrência da precariedade dos contratos (atrelados à injunções eleitoreiras dos prefeitos) e da falta de equipamentos mínimos. Razões justas – sem dúvida –, mas que o governo agora se dispõe a corrigir. Evidentemente, não seria possível garantir que todas as condições estivessem dadas para só então os médicos iniciarem seu trabalho. Isso não existe na vida real, terá de ser uma construção simultânea, processual.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), órgão da Organização Mundial de Saúde (OMS), aplaudiu o programa Mais Médicos por ser “coerente com suas resoluções e recomendações sobre cobertura universal em saúde, fortalecimento da atenção básica e primária no setor saúde e equidade na atenção à saúde da população”.

A expectativa, agora, é que todos saiam ganhando: as populações carentes, o SUS (um dos programas mais aplaudidos do mundo em termos de assistência médica social) e os alunos de Medicina que terão a oportunidade de uma formação profissional sólida, retribuindo à sociedade brasileira o que esta investiu em sua formação.

* Regina Ribeiro,

Jornalista.

Uma fusão que implodiu sob ritmo das vaidades?

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O presidente regional do PPS, Alexandre Pereira, gostou do fim da fusão que seu partido estava fechando nacionalmente com o PMN.

“Achei muito bom que isso não tenha se efetivado. Estava igual a casamento em que só os pais queriam”, disse Pereira. O problema é que nos Estados ninguém queria abrir mão do comando partidário.

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Por aqui, Reginaldo Moreira, que preside o PMN e também a Ceasa, não aceitou ficar sem o mando, o que ocorria com Alexandre Pereira, também presidente do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico (CEDE).

Essa fusão teria como foco abrir vez para que o tucano José Serra tentasse, via MD – o que seria o Partido da Mobilização Democrática, caso viesse mesmo a fusão PPS/PMN, disputar a presidência a República em 2014.

Brasil é o 91º no ranking da ONU sobre expectativa de vida

“A expectativa de vida do brasileiro aumentou 11,24 anos de 1980 (62,52 anos) a 2010 (73,76 anos). O resultado faz parte da pesquisa Tábuas de Mortalidade 2010 – Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, divulgada hoje (2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o gerente de Componentes de Dinâmica Demográfica do IBGE, Fernando Albuquerque, com o resultado de 2010, o Brasil ocupa o 91º lugar no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre expectativa de vida. O Chile está na 34ª posição e a Argentina, na 59ª. No grupo Brics (formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o país fica atrás apenas da China (70º). Depois do Brasil, estão Rússia (134º), Índia (149º) e África do Sul (179º).

Na Região Nordeste, para cada mil pessoas que atingiram 60 anos de idade, 656 não chegaram aos 80 anos em 1980. Trinta anos depois, o número caiu para 503. “É um fato importante porque está ligado ao envelhecimento da população. Cada vez mais as pessoas estão chegando a idades mais avançadas. Isso foi de maneira geral. Na Região Sul, em 1980, para cada mil pessoas que atingiam 60 anos de idade 635 não chegavam aos 80. Em 2010, nesta mesma faixa, 427 não atingiriam os 80.” O gerente destacou que, além dos avanços tecnológicos da medicina, as políticas sociais contribuem para a diminuição da mortalidade. “Os programas de transferência de renda permitem ao idoso ter acesso aos medicamentos. Nesta faixa etária, as enfermidades são diferentes das do restante da população. São doenças crônicas que têm que ter assistência do governo. Isso está sendo feito”, acrescentou.

A maior diferença das expectativas de vida entre homens de mulheres foi registrada no estado de Alagoas. De acordo com a pesquisa, as mulheres vivem 9,37 anos a mais que os homens. O estado foi o que mostrou o maior índice de sobre mortalidade (7,4 vezes), resultado da divisão da taxa de mortalidade dos homens pela das mulheres, na faixa entre 20 e 24 anos, determinando a possibilidade de um homem não chegar aos 25 anos. Em 1980 o índice era de 1,7 vez. “Esse crescimento de 1,7 em 1980 para 7,4 em 2010 evidencia um aumento muito forte dos atos violentos na população masculina em Alagoas. Os óbitos são por causas diversas, homicídios, suicídios acidentes de trânsito. Nesse grupo, entre 20 e 24 anos, a maioria é homicídios e acidentes de trânsito”, explicou.

A região com a taxa mais alta de expectativa de vida em 2010 foi a Sul (75,84 anos), seguida da Sudeste (75,40), Centro-Oeste (73,64 anos), Nordeste (71,20 anos) e Norte (70,76 anos). O gerente explicou que o desenvolvimento da Região Sul é um processo percebido ao longo dos anos.”

(Agência Brasil)

* Confira a situação do Ceará aqui.

Unilab dispõe de 144 vagas em sua lista de espera para cursos de graduação

“A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), localizada em Redenção (Ceará), divulga o edital de seleção de candidatos inscritos na Lista de Espera da segunda edição do Sistema de Seleção Unificada (SiSU 2013.2). Também estão disponíveis, no site da instituição, a lista geral e por curso dos candidatos aptos para as vagas. Para este edital, serão considerados os resultados obtidos pelos candidatos no Enem 2012. Ao todo, são 144 vagas sendo distribuídas nos seguintes cursos: Administração Pública (14), Agronomia (13), Ciências da Natureza e Matemática (10), Enfermagem (18), Engenharia de Energias (17), Humanidades (56) e Letras – Língua Portuguesa (16).

A primeira chamada de matrículas da Lista de Espera será realizada nos dias 14 e 15 de agosto. No dia 14, das 9h30min às 12h30min, serão efetuadas as matrículas dos cursos de Ciências da Natureza e Matemática, Enfermagem e Engenharia de Energias, e das 14 às 16h30min será para os inscritos nos cursos de Administração Pública, Agronomia e Letras – Língua Portuguesa. No dia 15, das 9h30min às 12 horas, será a matrícula dos novos alunos do Bacharelado em Humanidades. A reunião acontecerá no Auditório do Campus da Liberdade da Unilab, em Redenção.

SERVIÇO

Os candidatos optantes das vagas de ação afirmativa deverão portar, além dos documentos mencionados no edital, a documentação específica à classe de cotas à qual está concorrendo. Não será permitida a entrada de candidatos ou de seus representantes no local de realização da chamada de Lista de Espera após a hora prevista para o início da reunião. Os ausentes serão excluídos da Lista de Espera.

* Para conferir o edital e as listas de candidatos aptos, divididas por curso, acesse o site da Unilab: www.unilab.edu.br ou ligar para (85) 3332.1471.

(Site da Unilab)

Ibope – Dilma foi quem mais perdeu com a onda das manifestações

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“Todas as principais instituições perderam boa parte da confiança dos brasileiros após os protestos de junho. Mas, entre elas, nenhuma perdeu mais do que a presidente da República: três vezes mais do que o resto. É o que mostra uma pesquisa nacional do Ibope, chamada Índice de Confiança Social. Feita anualmente desde 2009, a edição de 2013 foi divulgada nessa quinta-feira.

Entre 2012 e julho passado, todas as 18 instituições avaliadas pelo Ibope se tornaram menos confiáveis aos olhos da opinião pública. É um fato inédito nas cinco edições da pesquisa. O índice de confiança nas instituições caiu 7 pontos, de 54 para 47, e, pela primeira vez, ficou na metade de baixo da escala, que vai de 0 a 100. Na primeira edição, em 2009, marcava 58.

Nenhuma instituição passou incólume pela onda de protestos. Dos bombeiros aos partidos políticos, das igrejas aos sindicatos, todas as instituições se tornaram menos confiáveis para a população – inclusive os meios de comunicação, governo federal, prefeituras, Congresso e Judiciário. Uns mais, outros menos.

A confiança na instituição “presidente da República” foi a que mais sofreu. Perdeu 21 pontos em um ano. É três vezes mais do que a perda média de confiança das 18 instituições pesquisadas. Em 2010, com Lula no cargo, a Presidência era a 3º instituição mais confiável, atrás apenas dos bombeiros e das igrejas.”

(O Estado de S.Paulo – José Roberto de Toledo)

Sarney é transferido para UTI do Hospital Sírio-Libanês

O Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, divulgou boletim na noite dessa quinta-feira (1º) em que informa que o quadro de saúde do senador José Sarney (PMDB-AP) apresentou “febre acompanhada de tremores”. Segundo o boletim, Sarney foi submetido a exames laboratoriais e de imagem.

“As tomografias de encéfalo, seios da face e abdome demonstraram derrame pleural bilateral, infiltrado intersticial e uma nova opacificação da base do pulmão direito”.

Em função disso, a equipe médica optou pela transferência do senador para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “O paciente está sendo atendido pelas equipes dos médicos. David Uip, Roberto Kalil e Carlos Gama”, diz o boletim.

Sarney está internado no Sírio-Libanês, desde o dia 31 de julho. Ele chegou ao hospital, na capital paulista, vindo de São Luís (MA), onde estava internado no Hospital UDI para tratamento de uma infecção pulmonar.

Político e escritor, o maranhense José Sarney está na vida pública há 60 anos. Ele foi governador do Maranhão, presidente do Senado e presidente da República de 1985 a 1990. Autor de diversos livros, Sarney é membro da Academia Brasileira de Letras.

(Agência Brasil)

Dilma sanciona sem vetos lei que apoia vítimas de violência sexual

“A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (1°) integralmente, sem vetos, a lei que obriga os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atendimento emergencial e multidisciplinar às vítimas de violência sexual. O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Senado no começo de julho. O atendimento a vítimas de violência deve incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, a realização de exames para detectar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. A lei também determina a preservação do material coletado no exame médico-legal.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a sanção transforma em lei práticas que já eram recomendadas pelo Ministério da Saúde. “Ao ser sancionado, [o projeto] transforma em lei aquilo que já é uma política estabelecida em portaria, que garante o atendimento humanizado, respeitoso a qualquer vitima de estupro. Estou falando de crianças, adolescentes, pessoas com deficiência mental, homens e mulheres, qualquer cidadão brasileiro.”

O governo manteve na lei a previsão de oferecer às vítimas de estupro contraceptivos de emergência – a chamada pílula do dia seguinte – e vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementando a forma como a prescrição está descrita na lei. De acordo com Padilha, o termo “profilaxia da gravidez” será complementado com uma explicação sobre a “administração da medicação com eficiência precoce para a gravidez decorrente de estupro”, que estava no projeto original.”

(Agência Brasil)