Blog do Eliomar

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Começa mais uma temporada do projeto "O POVO Quer Saber"

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Começa às 10 horas desta segunda-feira a temporada 2013 do programa “O POVO Quer Saber”. O entrevistado é Pedro Brandão, 28, integrante do Movimento Passe Livre, que ganhou projeção nacional ao promover protestos de rua contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo. A entrevista terá duas horas de duração e será apresentada simultaneamente pela TV O POVO (Canal 48, TV Show 48 e NET 23), rádio O POVO/CBN (FM 95.5) e pelo portal O POVO Online. Na apresentação, o jornalista Felipe Araújo, editor-executivo do Núcleo de Cultura & Entretenimento do O POVO.

Os protestos organizados pelo Movimento Passe Livre, grupo de cunho anticapitalista, acabaram atraindo e inspirando manifestantes com palavras de ordem diversas, não só em São Paulo como em várias cidades brasileiras. A bandeira do transporte público foi perdendo espaço para o discurso contra a corrupção e o repúdio aos partidos de esquerda que tentavam participar das manifestações, o que incomodou o Movimento Passe Livre.

Pedro Brandão será entrevistado pelos jornalistas Plínio Bortolotti, diretor institucional do Grupo de Comunicação O POVO; Ítalo Coriolano, editor-adjunto do núcleo de Conjuntura do O POVO; e Marcos Robério, repórter do núcleo de Conjuntura.

SERVIÇO

* O debate estará aberto a perguntas de leitores, que podem enviá-las pelos telefones (85) 3066 4030 e 3366 3770. 

Líder do PDT confirma reunião de Dilma com aliados para acertar pauta de consenso

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Líder do PDT na Câmara dos Deputados, André Figueiredo confirma: nesta segunda-feira, em Brasília, as lideranças dos partidos aliados do Governo terão encontro com a presidente Dilma Rousseff. O objetivo é fechar uma pauta de votações e avaliar matérias que podem ser polêmicas.

André Figueiredo, por exemplo, é relator do projeto dos royalties e acha que os destaques podem ser votados nesta semana. O pedetista não abre mão de 50% de recurso dos royalties para a educação e saúde.

Dilma negocia com líderes aliados pauta indigestas para o governo

“Com a perspectiva da votação de propostas indigestas para o governo nesta semana, quando deputados e senadores retornam das férias, a presidente Dilma Rousseff vai entrar em campo para enquadrar os aliados. Dilma vai se reunir hoje com líderes de partidos de sua base de apoio, no Palácio do Planalto, para acertar a pauta dos próximos dias. Descontentes com o governo, até mesmo aliados prometem aprovar o Orçamento impositivo e derrubar vetos presidenciais que aumentam os gastos públicos.

“O que temos conversado é sobre como melhorar a relação do governo com a base aliada e vice-versa. O fato de a presidente Dilma indicar que vaifazer reuniões é um ótimo sinal, porque cria uma expectativa positiva”, disse o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Antes da reunião com Dilma, os aliados terão um encontro com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, alvo de críticas por causa de problemas enfrentados pelo governo na articulação política.

A iniciativa de Dilma, porém, é criticada por aliados descontentes com a articulação política. “Não acho que seja papel da presidente nem de Aloizio Mercadante (ministro da Educação) fazer isso. Acho que é preciso dar poderes para a Secretaria de Relações Institucionais, para Ideli, o que não foifeito até agora”, disse o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Entre os temas que tiram o sono do Planalto está a votação do Orçamento impositivo, que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pautou para quarta-feira.”

(Jornal do Commercio)

Ainda em greve, aeroportuários farão enterro simbólico de Dilma, Infraero e ANAC

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Cartazes difundem o movimento pelo terminal.

A greve dos aeroportuários entra no seu quinto dia nesta segunda-feira. No Aeroporto Internacional Pinto Martins, as operações não sofreram problemas. Todos os pousos e decolagens foram realizados e poucos foram os atrasos registrados. Os grevistas resolveram reforçar a divulgação do seu movimento junto aos passageiros espalhando cartazes por todos os setores: no embarque, desembarque, nas portas de acesso do terminal aeroportuário e, também, na área do check-in.

A Infraero sinaliza com uma reunião em Brasília, com a categoria, para esta terça-feira. Já os aeroportuários, em luta por 6,5% de reposição da inflação e 9% de produtividades, além de posição contra a exploração de terminais pela iniciativa privada, prometem radicalizar.

Nesta segunda-feira, haverá o enterro simbólico da presidente Dilma e das presidências da Infraero e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O ato está marcado para as 10 horas, n saguão do aeroporto.

(Foto – Paulo MOsKa)

Congresso retomará trabalhos com longa lista de votações

“Na volta do recesso branco nesta semana, deputados e senadores têm uma longa lista de votações. A pauta começa a ser definida em várias reuniões de bancadas e líderes previstas para esta terça-feira (6). Entre as matérias que dependem de análise em sessão conjunta do Congresso, os parlamentares já vão encontrar a pauta trancada por dezenas de dispositivos vetados pela presidenta Dilma Rousseff.

Na lista estão temas polêmicos que prometem encher as galerias do plenário, como os vetos ao projeto de lei sobre o ato médico (Lei 12.842/13), o veto total ao Projeto de Lei Complementar 200/12, que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores em casos de demissão sem justa causa, e o veto à Lei Complementar 143/13, que trata da distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Sem a votação de todos esses vetos, que devem ser apreciados em sessão convocada para o dia 20 de agosto, o Congresso não pode avançar na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que deveria ter sido votada até 17 de julho. Ela serve como base para a elaboração da proposta do Orçamento Geral da União que deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso até o dia 30 de agosto. Caso a LDO não seja votada a tempo, a peça orçamentária terá que ser feita com base na do ano passado.

Fora a pauta conjunta, os deputados precisam concluir a votação do projeto de lei que destina recursos dos royalties do petróleo para educação e saúde (PL 323/07). Quatro destaques apresentados ao texto têm urgência constitucional e trancam a pauta. A votação de um marco regulatório para a mineração – PL 5807/13 – é outra matéria importante que vai exigir muita negociação entre os deputados. A expectativa é que a tramitação em regime de urgência seja derrubada para que uma comissão mista debata o tema antes da votação em plenário, prevista para o final de outubro. A Câmara também deve votar em agosto a proposta que torna a corrupção crime hediondo. Projeto nesse sentido foi aprovado em julho no Senado (PLS 5900/13).

Além de propostas como a que cria o passe livre no transporte público para estudantes (PLS 248/2013) e o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012), estão prontas para votação no plenário do Senado as propostas de emenda à Constituição que tornam mais severas as punições disciplinares para magistrados e membros do Ministério Público (PEC 53/2011 e PEC 75/2011). Na volta dos trabalhos também deve ser incluída na pauta do plenário do Senado a PEC 20/2013 que acaba com o voto secreto em exame de indicação de autoridades, cassação de mandatos e vetos.”

(Agência Brasil)

Projeto de iniciativa popular Saúde+10 chega ao Congresso com 2 milhões de assinaturas

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Todos os secretários estaduais da saúde e cerca de 100 entidades médicas vão entregar, no fim da tarde desta segunda-feira, ao Congresso nacional, o projeto de iniciativa popular Saúde + 10. O projeto garante a aplicação de 10% do PIB para o setor da saúde e entrará no Congresso com cerca de dois milhões de assinaturas.

O secretário da Saúde do Ceará, Arruda Bastos, vice-presidente do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais da Saúde (Conasses), embarcou na madrugada desta segunda-feira para o ato, em Brasília. Arruda Bastos considera a entrega do projeto de iniciativa popular um momento histórico para a saúde.

Movimentos sociais duvidam que reforma política saia do papel

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Sob a descrença de movimentos sociais, os deputados que fazem parte do grupo de trabalho da reforma política da Câmara terão o desafio de chegar nesta semana a um texto que concilie os interesses dentro e fora do Congresso. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) questiona o sucesso da discussão do tema no Congresso. “Há um pessimismo sobre o que este Congresso pode produzir sobre reforma política”, disse o advogado especialista em direito eleitoral do MCCE, Luciano Santos. Para ele, até agora, todas as vezes que deputados e senadores se movimentaram “foi para retroceder, facilitar a vida de quem hoje já detém mandato”.

O advogado lembrou que a mais recente comissão fracassada sobre o tema, que teve como relator do deputado gaúcho Henrique Fontana (PT), trabalhou por mais de dois anos. A proposta foi engavetada antes de ser votada em plenário. “Foi gasto muito dinheiro nisso, a comissão realizou audiências públicas em todo o país”, disse.

Hoje o projeto (PL 5735/13) que serve de base para a discussão do novo grupo que trata do assunto tem vários pontos polêmicos como o que autoriza candidatura de quem teve as contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Ainda pela proposta, as despesas pessoais do candidato, como deslocamento em automóvel próprio, remuneração de motorista particular, alimentação, hospedagem e chamadas telefônicas de até três linhas registradas no nome do candidato não precisarão ser comprovadas na prestação de contas.

Na avaliação de movimentos que militam nessa causa, a única alternativa viável para uma verdadeira reforma política é a aprovação de um projeto de iniciativa popular. Duas propostas estão em fase de recolhimento de assinaturas. A do MCCE batizada de eleições limpas, sugere em um dos pontos a adoção do sistema eleitoral em dois turnos para o legislativo. “No primeiro turno o eleitor votaria só na plataforma do partido e no segundo turno escolheria que candidato deveria executar o plano”, explicou Luciano Santos.

A outra proposta, elaborada pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, propõe um texto mais amplo que do MCCE: defende que determinados temas como, por exemplo, aumento dos salários dos parlamentares, grandes obras e privatizações, só possam ser decididos pelo povo por meio de plebiscito e referendo. Para que um projeto de iniciativa popular seja apresentado ao Congresso é necessário que ele venha avalizado por 1,5 milhão de assinaturas.

Para que as novas regras tenham validade nas eleições de 2014, o texto teria de ser votado pelo Congresso e sancionado pela presidenta Dilma Rousseff até o dia 3 de outubro. A dois meses do fim desse prazo representantes dos movimentos reconhecem que as chances são pequenas.

Na avaliação da Plataforma dos Movimentos Sociais apesar de chamar de reforma política, o Congresso até hoje só propôs mudanças restritas à questão eleitoral. “O Congresso nunca aceitou, por exemplo, o fortalecimento de mecanismos democráticos de participação popular. Uma proposta de reforma política tem que pensar numa melhor representação dos grupos: mulheres, negros, indígenas e homoafetivos”, ressaltou José Antônio Moroni, membro da Plataforma.

Na tentativa de mostrar transparência e disposição de ouvir a sociedade foi lançada há pouco mais de uma semana, dentro do portal da Câmara dos Deputados, uma comunidade virtual para discutir o tema. A ferramenta já teve mais de 16 mil acessos. O financiamento de campanha e sistema eleitoral são os assuntos que mais despertaram interesse até agora.

Sobre financiamento de campanha, Geraldo César Rodrigues, participante de um dos fóruns, defendeu que ele passe a ser exclusivamente público. “Doações podem sugerir sutilmente tráfico de influência e troca de favores – ou intenções de favorecimento – no meio político”. Para ele, campanhas eleitorais financiadas exclusivamente com recursos públicos inibem essas práticas.

“Penso que não se deva proibir a doação de pessoas físicas. Foi com base nessas doações que Obama se elegeu. O que é preciso é estabelecer limites. Além disso, a doação de pessoas físicas pressupõe a participação efetiva do cidadão que puder contribuir. O financiamento exclusivo não impede a existência de caixa-dois pelos candidatos poderosos”, avaliou outro participante, Claudionor Rocha.

Para a coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), o canal virtual que foi aberto para receber sugestões da sociedade não supre a necessidade de novos debates com a sociedade. Ela acredita que a proposta em discussão é um grande retrocesso para o país já que estimula o abuso do poder econômico e flexibiliza a Lei da Ficha Limpa.

Ainda segundo a deputada, os protestos de junho, realizados em várias cidades brasileiras, não explicitaram com força a necessidade de realização de uma reforma política no país. Erundina lembrou ainda que na legislatura passada, a Frente apresentou uma proposta que nem sequer chegou a ser votada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. “Na verdade não há vontade política. O Congresso não vai dar uma resposta a todo esse marco legal que está obsoleto. Lamentavelmente será mais uma frustração que só contribui para desqualificar o poder legislativo”, disse.

(Agência Brasil)

Comissão de Educação realiza audiência pública sobre o Programa Pró-Infância

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A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza audiência pública na próxima quarta-feira (7), para discutir o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Pró-Infância) que a partir de 2011 passou a fazer parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do governo federal.

De acordo com informações do site do PAC 2, o governo federal pretende construir com o Pró-Infância 6 mil escolas de educação infantil no país. Até o momento, foi aprovada a construção de 4.050 unidades de educação infantil e a previsão é que até 4.916 unidades sejam financiadas nos municípios das cinco regiões do país até 2014.

Em seu requerimento para a realização da audiência, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) observa que com o programa o governo deverá construir, pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), creches premoldadas, contratadas por meio do pregão eletrônico, nas cinco capitais do país, as quais serão testadas pela Fundação Falcão Bauer e pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).

(Agência Senado)

Número de turistas estrangeiros pode ter queda na Copa e nas Olimpíadas, dizem especialistas

O sucesso turístico da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que atraiu 2 milhões de visitantes e injetou R$ 1,2 bilhão na economia do Rio de Janeiro, dificilmente deverá se repetir nos dois próximos grandes eventos que ocorrerão no país, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O número de visitantes estrangeiros nas principais cidades turísticas do país deve registrar queda, na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, em relação a anos normais. A retração é esperada porque os megaeventos esportivos atraem público específico. O visitante normal, defendem eles, desiste de viajar para evitar preços altos e escapar da movimentação.

“Os grandes eventos são marcados pela interação de dois efeitos opostos. Por um lado, atraem um tipo determinado de turista. Só que simultaneamente afastam o turista regular, que quer fugir da confusão, da alta generalizada de preços e da piora na qualidade dos serviços”, diz o vice-presidente de Assuntos Internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Leonel Rossi.

Ele lembra que essa situação ocorreu nas Olimpíadas de Londres, no ano passado. De acordo com a prefeitura da capital britânica, 900 mil turistas passaram pela cidade durante os jogos, dos quais 300 mil estrangeiros e 600 mil britânicos. Considerando apenas os visitantes internacionais, a queda chega a 75% em relação a 2010, quando 1,2 milhão de turistas de outros países visitaram a cidade por mês.

O vice-presidente da Abav acredita que o cenário deve se repetir na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016. Ele, no entanto, acredita que a queda no volume de turistas estrangeiros no país será menor e variará de 20% a 30% em relação a um ano normal. “A queda deve ser menor porque muitos turistas latino-americanos vão aproveitar a distância menor para visitar o Brasil durante esses eventos. Já temos informações de que haverá uma grande quantidade de mexicanos no Brasil durante a Copa”, ressalta.

Dados divulgados na quinta-feira (1º) pelo Ministério do Turismo mostram que a imagem da cidade do Rio de Janeiro melhorou para turistas brasileiros e estrangeiros depois da JMJ. O resultado é que a maioria dos visitantes de fora (92,1%) e turistas brasileiros (96,1%) pretende retornar à capital fluminense. No total, 3,1 mil brasileiros e 1.350 estrangeiros de 175 países contaram suas impressões sobre a infraestrutura turística da cidade do Rio.

“Os resultados da pesquisa mostram que o evento foi positivo. As avaliações apontam que o Rio de Janeiro foi aprovado como local para realização de megaeventos, especialmente na rua. Essas considerações também são muito importante para o desenho do futuro religioso do país”, explica o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Lopes.

(Agência Brasil)

Após cinco altas consecutivas, dólar cai e fecha o dia em R$ 2,28

O dólar encerrou a semana em queda após cinco altas consecutivas. A moeda norte-americana fechou em R$ 2,288, nesta sexta-feira (2), com recuo de 0,61% em relação ao encerramento dessa quinta-feira (1°), quando a moeda havia ultrapassado R$ 2,30 pela primeira vez desde 31 de março de 2009, fechando cotada em R$ 2,302.

As oscilações do dólar são causadas pelo temor dos investidores de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) retire os estímulos monetários à economia dos Estados Unidos por entender que ela não necessita mais de suporte. Nesta sexta-feira, o mercado mostrou-se indeciso quando aos dados da maior economia do planeta. O ritmo de contratações diminuiu em julho naquele país, mas a taxa de desemprego recuou para o menor nível em quatro anos.

Após reunião na quarta-feira (31), o Fed informou que a economia dos Estados Unidos ainda precisa de suporte, o que foi interpretado como sinal que não haveria uma retirada imediata do apoio aos EUA. Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a volatilidade da moeda norte-americana prosseguirá até o Banco Central do país efetivamente promover a desativação dos estímulos.

(Agência Brasil)

Caixa Cultural apresenta a premiadíssima peça "Estamira"

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A Caixa Cultural Fortaleza apresentará, de 9 a 11 próximos, a peça “Estamira – Beira Do Mundo”, premiada montagem teatral com Dani Barros e direção de Beatriz Sayad. Figura na lista dos melhores espetáculos teatraise ganhou importantes premiações como o Shell de Melhor Atriz, APTR Melhor Atriz, APCA de Melhor Atriz e Prêmio Questão de Crítica, entre várias indicações.

A montagem teatral, livremente adaptada do também premiado documentário “Estamira”, de Marcos Prado, conta a história da catadora de lixo, doente mental crônica, cuja surpreendente e devastadora percepção do mundo foi descoberta pelo cineasta num aterro sanitário.

SERVIÇO

Caixa Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema)

Horário: Sexta-feira e sábado, às 20 horas. Domingo, às 19 horas.

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 65 anos, mediante apresentação de documento com foto)

Classificação Indicativa: 14 anos

Mais informações: (85) 3453.2770.

(Foto – Divulgação)

Lula: Momento não é de pensar em Plano B

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Lula ainda acredita que não é o momento de se preocupar com a brutal queda de Dilma Rousseff nas pesquisas e suas consequências em relação a 2014.

Sinal amarelo mesmo, segundo Lula tem dito a alguns interlocutores, só quando os índices de popularidade de Dilma estiverem menores do que os seus no auge do mensalão – o que ainda não aconteceu.

A propósito, de Lula para um interlocutor, sobre as manifestações recentes e a crise política que tomou conta do país nas últimas semanas:

– O mar está revolto, é melhor desligar o motor.”

(Coluna Radar – Veja Online)

Ministério da Integração facilita adesão ao Cartão de Pagamento de Defesa Civil

Com objetivo de ampliar o número de municípios brasileiros que possuem o Cartão de Pagamento de Defesa Civil, o Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, realizará, a partir de agora, a abertura de contas bancárias para as cidades que ainda não aderiram ao cartão. Antes, apenas os municípios podiam solicitar a abertura de conta junto ao Banco do Brasil. A ferramenta garante agilidade e transparência no repasse de recursos para regiões em situação de emergência ou estado de calamidade pública. Atualmente a adesão ao Cartão alcança 1.151 municípios.

O MIN trabalha nessa primeira fase com a abertura de conta dos 821 municípios prioritários, conforme a definição do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais. Desse total, 636 municípios já contam com o cartão, sendo que 289 aderiram por iniciativa própria e 347 tiveram a abertura de conta realizada pela Defesa Civil Nacional. A segunda fase da abertura de conta irá priorizar os municípios da região semiárida do país que ainda não têm a ferramenta.

A diretora de Articulação e Gestão do ministério, Karine Lopes, explica que, após a abertura da conta feita pela Defesa Civil Nacional, os representantes dos municípios deverão comparecer às agências do Banco do Brasil para o preenchimento de formulários e oficializar a operação. “É importante destacar que a conta vai permanecer bloqueada enquanto o representante legal, que no caso é o prefeito, não tomar essa providência”, destaca.

(Site do MIN)

Programa Mais Médicos – MEC define regras para supervisão de resistentes

“O Ministério da Educação definiu os procedimentos para adesão de instituições públicas como as estaduais e municipais de educação superior e de saúde, escolas e programas de residência médica ao Programa Mais Médicos. Estabeleceu também as regras para atuação de supervisores e tutores que vão supervisionar os médicos residentes do programa. Os procedimentos estão em portaria publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União. As instituições interessadas em aderir devem preencher um termo de pré-adesão entre 05 a 12 de agosto. Serão selecionadas instituições, escolas e programas de residência apenas nas unidades da federação onde não houver adesão de instituição federal de educação superior.

De acordo com a portaria, podem aderir ao Mais Médicos as instituições públicas estaduais e municipais de educação superior com curso de medicina gratuito; os programas de residência em medicina de família e comunidade, de medicina preventiva e social e clínica médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica; as escolas de governo em saúde pública, com, no mínimo, um programa de residência médica ou de pós-graduação na área de saúde coletiva ou afins; e as secretarias municipais e estaduais de saúde com ao menos um programa de residência médica vinculado a elas.

No momento da pré-adesão, as instituições, escolas e programas de residência devem indicar um tutor acadêmico responsável pelas atividades. Os tutores receberão bolsa-tutoria e serão responsáveis pela orientação acadêmica e planejamento das atividades do supervisor. Caberá aos tutores coordenar as atividades acadêmicas da integração entre ensino e serviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os supervisores serão selecionados por meio de edital e também receberão bolsa, conforme avaliação e autorização das instituições. Eles terão atribuições como acompanhar periodicamente as atividades dos médicos participantes do Programa Mais Médicos e devem estar disponíveis para esses profissionais por meio de telefone e internet. Serão responsáveis também por aplicar a avaliação.”

(Agência Brasil)

Presidente da ABAD confirma Felipão em convenção nacional dos atacadistas

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Tudo pronto para  33ª Convenção Nacional dos Atacadistas e Distribuidores. O encontro ocorrerá a partir da próxima segunda-feira, no Centro de Eventos, sob expectativa de reunir cerca de 30 ml visitantes. Os debates ocorrerão até o dai 8 próximo.

José do Egito, presidente da Associação Brasileira do Comércio Atacadista (ABAD), dá detalhes sobe a convenção, que terá mesmo o técnico Felipão como primeiro conferencista.

Acredite. Bancos são punidos por desrespeito ao direito do consumidor

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“O Ministério da Justiça multou o Banco do Brasil, o Banco Itaucard e o Bradesco. De acordo com decisões do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, publicadas na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União, o Itaucard terá de pagar multa de R$ 532,050 mil, por descumprimento de normas sobre cartões de crédito.

O Bradesco pagará multa de R$ 666,2 mil, por ferir o direito a informação. Já o Banco do Brasil recebeu multa de R$ 532,050 mil. Nessa decisão, não há explicação do motivo da punição. Os valores serão recolhidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.”

(Agência Brasil)

Por que Danilo Forte nunca fala da candidatura de Eunício Oliveira?

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Essa é do deputado federal Danilo Forte (PMDB), ao ser indagado sobre sucessão estadual 2014 e o nome do senador Eunício Oliveira, dirigente da legenda peemedebista, no páreo governamentável:

“Infelizmente, o governador Cid Gomes (PSB), que está fazendo um excelente trabalho, é um grande executivo, mas vai ter que ser renovado, pois já se encontra em reeleição. Uma nova candidatura deve ser construída com o compromisso de desenvolvimento implantado pelo governo Cid Gomes”.

* Danilo, no entanto, nunca fala abertamente que quer apoiar Eunício para o governo.

(Com Blog Sobral de Prima)

E por falar na categoria dos médicos…

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Com o título “Programa Mais Médicos: solução racional e democrática”, eis artigo da jornalista Regina Ribeiro, publicado no O POVO desta sexta-feira. Ela volta ao tema, depois de ter sido alvo de muita, muita crítica dos médicos por ter dito que a maioria não quer perder as facilidades de se morar na Capital. Confira: 

Depois de várias manifestações públicas da categoria médica em torno do programa Mais Médicos, a comissão de especialistas encarregada de analisar os pontos divergentes apresentou uma solução satisfatória acolhida pelo governo. Em vez de dois anos a mais no currículo da graduação, os últimos dois anos da formação regular serão destinados à residência médica obrigatória no Sistema Único de Saúde (SUS).

A alternativa resultou do trabalho de uma comissão de especialistas encabeçada pelo ex-ministro da Saúde Adib Jatene. O primeiro ano da residência médica será em atenção básica e emergência, como postos de saúde e prontos-socorros. A proposta prevê que 40% das vagas de residência oferecidas até 2017 sejam em medicina de família e comunidade. Também será feita alteração nos currículos da graduação de Medicina, de forma que o estudante tenha mais proximidade com a atenção básica da rede pública.

O programa Mais Médicos é destinado à fixação de médicos no Interior e nas periferias do País, desprovidas em sua maior parte da presença desses profissionais. As formas de atraí-los para essas áreas até agora não haviam tido sucesso. Os profissionais alegavam falta de condições mínimas de trabalho, em decorrência da precariedade dos contratos (atrelados à injunções eleitoreiras dos prefeitos) e da falta de equipamentos mínimos. Razões justas – sem dúvida –, mas que o governo agora se dispõe a corrigir. Evidentemente, não seria possível garantir que todas as condições estivessem dadas para só então os médicos iniciarem seu trabalho. Isso não existe na vida real, terá de ser uma construção simultânea, processual.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), órgão da Organização Mundial de Saúde (OMS), aplaudiu o programa Mais Médicos por ser “coerente com suas resoluções e recomendações sobre cobertura universal em saúde, fortalecimento da atenção básica e primária no setor saúde e equidade na atenção à saúde da população”.

A expectativa, agora, é que todos saiam ganhando: as populações carentes, o SUS (um dos programas mais aplaudidos do mundo em termos de assistência médica social) e os alunos de Medicina que terão a oportunidade de uma formação profissional sólida, retribuindo à sociedade brasileira o que esta investiu em sua formação.

* Regina Ribeiro,

Jornalista.

Uma fusão que implodiu sob ritmo das vaidades?

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O presidente regional do PPS, Alexandre Pereira, gostou do fim da fusão que seu partido estava fechando nacionalmente com o PMN.

“Achei muito bom que isso não tenha se efetivado. Estava igual a casamento em que só os pais queriam”, disse Pereira. O problema é que nos Estados ninguém queria abrir mão do comando partidário.

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Por aqui, Reginaldo Moreira, que preside o PMN e também a Ceasa, não aceitou ficar sem o mando, o que ocorria com Alexandre Pereira, também presidente do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico (CEDE).

Essa fusão teria como foco abrir vez para que o tucano José Serra tentasse, via MD – o que seria o Partido da Mobilização Democrática, caso viesse mesmo a fusão PPS/PMN, disputar a presidência a República em 2014.