Blog do Eliomar

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Ibope aponta crescimento de vegetarianos no Brasil

No Brasil, 14% da população se declara vegetariana. É o que diz pesquisa do Ibope Inteligência realizada em abril deste ano. Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro este percentual sobe para 16%. A estatística representa um crescimento de 100% em relação a 2012, quando a mesma pesquisa indicou que a proporção da população brasileira nas regiões metropolitanas que se declarava vegetariana era de 8% . Hoje, isto representa quase 30 milhões de brasileiros que se declaram adeptos a esta opção alimentar – um número maior do que as populações de toda a Austrália e Nova Zelândia juntas – em um grupo que inclui cada vez mais personalidades, como Xuxa Meneghel, Júnior Lima, Tatá Werneck, Yasmin Brunet, Luisa Mell, João Gordo, Isabelle Drummond e Giulia Gayoso. As informações são do site do Ibope.

A pesquisa mostra ainda o crescimento rápido no interesse por produtos veganos (ou seja, livres de qualquer ingrediente de origem animal) na população em geral: mais da metade dos entrevistados (55%) declara que consumiria mais produtos veganos se estivessem melhor indicados na embalagem ou se tivessem o mesmo preço que os produtos que estão acostumados a consumir (60%). Nas capitais, esta porcentagem sobe para 65%.

O salto surpreendente no número de pessoas que exclui alimentos de origem animal de seu cardápio reflete tendências mundiais consolidadas de busca por uma alimentação mais saudável, sustentável e ética. Por um lado, o reconhecimento dos benefícios de uma alimentação vegetariana para a saúde é cada vez maior, com grandes organizações – como a Organização Mundial de Saúde – se pronunciando sobre os riscos do consumo elevado de carnes. Por outro lado, o crescimento no número de pessoas que opta por excluir as carnes e derivados do cardápio, ou reduzir seu consumo, é impulsionado pela preocupação crescente da população com os impactos de seus hábitos de consumo. Dentre estas, estão as preocupações com o impacto ambiental negativo da pecuária e a indignação com as condições de vida impostas aos animais usados nos processos de produção.

Nada de justiça social apregoada pelos populistas

Com o título “Justiça Social?”, eis artigo do professor e cientista político Pedro Henrique Antero Neto, que pode ser conferido também no O POVO desta segunda-feira. “Que se faça, no Brasil, a verdadeira justiça e não a chamada “justiça social”, apregoada pelos populistas que rasgam e esbanjam o dinheiro público em proveito próprio”, diz o texto. Confira:

Boas notícias estão chegando, oriundas da Petrobras. No primeiro trimestre de 2018, a empresa deu um resultado de 7 bilhões de reais, em consequência de uma administração segura de Pedro Parente. Isso mostra que o impeachment de Dilma ocorreu na hora certa, antes que o Brasil se tornasse uma grande Venezuela.

Entretanto, o País continua dirigido por um bando do MDB que, aliado ao PT por mais de 12 anos, fez um estrago no Brasil. É lamentável que os quadros históricos e atuais do MDB, PSDB e PT tenham fingido ter lutado pela democracia. Na verdade, pensaram, antes, no poder e no gozo do enriquecimento. A mentira e o furto têm estado presentes, quase sempre, nos governos da nova república brasileira.

As expressões “tudo pelo social”, de Sarney, e os benefícios do “bolsa família”, de Lula, perderam-se no espaço, em meio aos bilhões de reais surrupiados do povo e caídos nos bolsos dos políticos e empreiteiros. Gedel Vieira encheu malas com 53 milhões, destinados a amigos e comparsas. Mais recentemente, as investigações constataram que Lula e Gleisi Hoffman se beneficiaram de 40 milhões, subtraídos de um empréstimo de um bilhão de reais que o BNDES havia destinado a Angola.

Em meio a todo esse turbilhão de crimes perpetrados, há aqueles que se dizem mais democratas que os demais, defendem a libertação do criminoso e chefe, realizam peregrinações a Curitiba e dão suporte moral a Lula, Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Antonio Palocci e a tantos outros presidiários do gênero.

As eleições estão próximas. Espera-se que a população afaste legisladores e executivos envolvidos no tráfico do dinheiro público e escolha quadros idealistas e comprometidos com o real desenvolvimento do País. Que se faça, no Brasil, a verdadeira justiça e não a chamada “justiça social”, apregoada pelos populistas que rasgam e esbanjam o dinheiro público em proveito próprio.

*Pedro Henrique Antero

phantero@gmail.com

Professor de Ciências Políticas.

Bárbara de Alencar para adolescentes

Com o título “Bárbara de Alencar vive!”, eis artigo do pesquisador e poeta Gilmar Chaves. Ele conta como elaborou livro sobre essa personagem, só que buscando agora o públcio adolescente. Confira:

A história de vida de Bárbara de Alencar é muito cativante pelos traços universais do feminino bravio que carrega, por sua paixão pela política e por sua gesta heróica.

No início do ano 2000, me debrucei sobre os fatos para construir uma narrativa histórica adornada pelas vergas da oralidade e das lendas, e de um laborioso trabalho bibliográfico, extraindo desses marcos da pesquisa, episódios inusitados.

Nascida no século 18 (11/02/1760), Bárbara de Alencar, ou dona Bárbara do Crato, como assim se tornou conhecida, me embrenhou nas trilhas do nosso processo colonizatório, conduzindo-me pela mão à tentativa de desvendar sua ancestralidade em terras brasileiras e portuguesas, conviver com sua família, ouvir sua fala, cavalgar as margens dos rios e sentir a dor que ela, três de seus filhos, um irmão, um dos cunhados, e muitos outros que aderiram a construção do ideário republicano, sofreram em cárceres imperiais do Ceará, de Pernambuco e da Bahia.

Parte dessa travessia histórica está impressa no livro A Invenção de Bárbara de Alencar, que escrevi para adolescentes. Mais de dezessete mil exemplares já foram distribuídos em Escolas Públicas urbanas e rurais, e Assentamentos, realizando assim em torno de trezentas palestras, Bárbara de Alencar e a construção do sentimento de cidadania.

Ainda este ano, faremos mais 52 palestras, contempladas pelo X Edital Mecenas do Ceará, da Secult, e será publicada a narrativa para o público adulto, sobre a qual me debrucei durante longos quinze anos.

A importância única dessa mulher de vanguarda, profética no fundo do seu ser, é, portanto, um exemplo para os tempos atuais.

*Gylmar Chaves,

gilmarchaves@hotmail.com

Pesquisador, escritor e poeta.

PIB do Brasil cresce 0,9%, no primeiro trimestre, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado, do Monitor do PIB, foi divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O crescimento de 0,9%, no entanto, foi o menor desde o segundo trimestre de 2017 (0,4%), já que no terceiro trimestre daquele ano a alta chegou a 1,4% e, no último trimestre, a 2,1%.

De acordo com a FGV, o PIB do primeiro trimestre também registrou crescimento de 0,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Em 12 meses, o PIB acumula taxa de crescimento de 1,2%. Na comparação com março de 2017, o PIB recuou 0,4% no mês de março deste ano.

Setores

Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, sob a ótica da produção houve alta de 1,8% na indústria e de 1,3% nos serviços. Por outro lado, a agropecuária registrou queda de 5,2%. Os segmentos industriais que puxaram a alta do PIB foram a indústria da transformação (com avanço de 4,6%) e eletricidade (0,4%). A indústria extrativa mineral teve queda de 1,6% e a construção recuou 2,5%.

No setor de serviços, a alta foi influenciada pelos segmentos de comércio (4,8%), transporte (1,3%), serviços imobiliários (2,9%), intermediação financeira (0,4%), outros serviços (0,3%) e administração pública (0,1%). A única queda foi observada nos serviços de informação (-3,3%). Sob a ótica da demanda, as principais altas ficaram com os investimentos (3,7%) e o consumo das famílias (1,5%). O consumo do governo cresceu apenas 0,1%. No setor externo, a queda de 4,4% das exportações freou o PIB no trimestre. As importações também caíram: -0,4%.

(Agência Brasil)

Petrobras anuncia novo aumento no preço dos combustíveis para esta terça-feira

Os preços do diesel e da gasolina voltam a subir nas refinarias a partir de amanhã (22). Segundo informações do site da Petrobras, a gasolina subirá 0,9% e o diesel 0,97%. Com a alta, o preço da gasolina passará a custar R$ 2,0867, enquanto o do óleo diesel sobe para R$ 2,3716.

Este é o 11º aumento do preço da gasolina nos últimos dezessete dias. A exceção ocorreu entre os dias 12 e 15 deste mês, quando a estatal interrompeu a sequência de altas ao manter o preço da gasolina em R$ 1,9330, e entre os dias 19 e 21 quando os preços passaram para R$ 2,0680. Ao longo do mês de maio, o preço da gasolina subiu 16,07%.

produto iniciou o mês custando R$ 2,0877 na porta das refinarias, sem a incidência de impostos, e passará a valer a partir da meia-noite de hoje R$ 2,0867, contra os R$ 2,0680 que vigora desde o último aumento, no sábado passado (19).

Já o óleo diesel, que aumentará 0,97%, acumula alta de 12,3% desde o dia 1º de maio. Com o último aumento, o preço do produto passará de R$ 2,3488 – preço que passou a valer também no último sábado – para R$ 2,3716. É o sétimo aumento consecutivo do produto.

A Petrobras rebate as criticas às altas constantes dos derivados a atribui as elevações de preços às oscilações do preço do barril do petróleo no mercado externo. Segundo a estatal, “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo”.

(Agência Brasil)

Mercado aumenta estimativa de inflação para 3,5% neste ano

O mercado financeiro aumentou a projeção de inflação para este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,50%. Para 2019, a projeção foi ajustada de 4% para 4,01%. As estimativas são do Boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), na internet.

As expectativas para a inflação estão abaixo da meta que é 4,5% neste ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Taxa básica de juros

Para alcançar a meta, o banco usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Para cortar a Selic, o BC precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Na última semana, surpreendendo o mercado, o Copom decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano. A decisão interrompeu um ciclo de 12 quedas consecutivas. A taxa Selic, no entanto, permanece no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos.

O comitê avaliou que o “cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade [fortes oscilações]”. Essa decisão ocorreu dias depois do país enfrentar uma valorização expressiva do dólar, o que torna produtos importados mais caros. Para o mercado, a Selic deve voltar a subir no próximo ano. A previsão é que a taxa encerre 2019 em 8% ao ano.

Crescimento econômico

O mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, desta vez, passou de 2,51% para 2,50%. Essa foi a terceira redução consecutiva. Para 2019, a previsão permanece em 3%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao final do ano subiu de R$ 3,40 para R$ 3,43. Para o fim de 2019, passou de R$ 3,40 para R$ 3,45. Na última semana, o dólar teve valorização 3,85% e fechou cotado a R$ 3,74.

De acordo com os analistas, a alta do dólar ocorre devido à expectativa de aumento mais intenso dos juros nos Estados Unidos, o que o que atrai dinheiro para economias avançadas, provocando a fuga de capitais financeiros de países emergentes, além das incertezas sobre as eleições no Brasil.

A projeção para o superávit comercial subiu de US$ 55,6 bilhões para US$ 56,1 bilhões, neste ano, e de US$ 46 bilhões para US$ 47,6 em 2019.

(Agência Brasil)

Socialismo não é comunismo

Com o título “Socialismo não é comunismo”, eis artigo do professor universitário e sociólogo André Haguette, que pode ser lido também no O POVO. “Para elevar o debate político e ideológico faz-se necessário reencontrar o significado dos termos que usamos e discutir ideias e não lançar afrontas”, diz o texto. Confira:

É fato que estamos vivendo um momento de exacerbação ideológica emocional. Vivemos uma onda de fanatismo, fundamentalismo e obscurantismo que encobre tanto posicionamentos de esquerda quanto de direita. Aliás, está ficando difícil saber o que certos termos significam de tanto serem utilizados mais como insultas do que como conceitos analíticos capazes de esclarecer determinadas situações econômicas, sociais e culturais. As pessoas acusam-se mutuamente de serem coxinhas, petralhas, direitistas, esquerdistas, comunistas sem que se saiba exatamente seus sentidos. Assim recebi, via WhatsApp, um retrato de Karl Marx com os dizeres: “200 anos de Karl Marx e o socialismo ainda não deu certo”.

Para elevar o debate político e ideológico faz-se necessário reencontrar o significado dos termos que usamos e discutir ideias e não lançar afrontas. Ocorre que socialismo não é comunismo e uma pessoa (um candidato) pode ser socialista sem jamais ter sido nem querer ser comunista. Historicamente, o movimento socialista é anterior a Marx e surgiu como um protesto contra as desigualdades intoleráveis que acompanhavam o início da Revolução Industrial. É que a acumulação primitiva do capital, que iria financiar a industrialização capitalista na Europa Ocidental, foi acompanhada pela pauperização da maioria da população, o mesmo processo se repetindo com a consolidação do capitalismo no Brasil. O socialismo foi e continua sendo uma reação à pauperização das massas trabalhadoras e suas primeiras reivindicações foram a limitação, por via legislativa, das horas diárias trabalhadas, a proibição do trabalho infantil etc. O socialismo nasce, portanto, sob o sinal da solidariedade, da justiça social, da distribuição da riqueza entre todos os agentes econômicos, contrapondo-se à violência do mercado, que acumula riqueza numa ponta e, noutra, dependência e exclusão. Se o capitalismo visa a acumulação do lucro através do assalariamento do trabalhador, o socialismo se guia pelos valores de equidade, igualdade e solidariedade. Socialismo, portanto, não é comunismo, não é totalitarismo. Desde 1917, ocorre uma ruptura definitiva entre o socialismo que recebe também o nome de social-democracia e o comunismo burocrático e totalitário, soviético ou não.

Pouco a pouco, a exigência do socialismo em matéria de redistribuição penetra profundamente na cultura moderna e exprime-se hoje com uma intensidade talvez ainda mais forte na medida em que não é satisfeita, sobretudo no Brasil. Contrariando os dizeres de que o “socialismo não deu certo”, é forçoso constatar que os países que deram certo em termos de participação democrática, dignidade humana, condições de trabalho e de remuneração, ética na política, igualdade das mulheres, segurança, habitação, educação e saúde públicas de qualidade etc. São países socialistas (social-democratas) como Dinamarca, Suécia, Finlândia, Noruega, Alemanha, Portugal etc, ou países influenciados pelo socialismo, como o Canadá. Em suma, socialismo é a afirmação de um conjunto de valores universais. O desafio é encontrar meios de implementar esses valores fortemente democráticos e humanistas na nossa sociedade, essa sim que não vem dando muito certo por falta de políticas socialistas.

*André Haguette

haguetteandre@gmail.com.

Sociólogo e professor titular da UFC.

Junta Comercial utiliza tecnologia avançada para reforçar segurança do seu banco de dados

A Junta Comercial do Estado do Ceará está implementando a tecnologia blockchain, de última geração, para garantir a segurança e a imutabilidade dos documentos registrados no seu banco de dados. Nesta terça-feira (22), às 10 horas, no auditório da autarquia, a presidente da Jucec, Carolina Monteiro, apresentará essa tecnologia. O evento contará com apresentação do especialista em tecnologia e presidente da TCI, Mário Lima, e da especialista em Blockchain e cofundadora da Star Labs, Nathalia Nicoletti.

A tecnologia Blockchain é o que há de mais moderno em termos de transparência de transações, tornando o banco de dados dos registros ainda mais seguro, garante a Juced que, nos últimos meses, tem investido em tecnologia O objetivo é simplificar e agilizar o processo de registro de empresas no Ceará, iniciado com o armazenamento de dados em nuvem para utilização pelo Sistema de Registro Mercantil, lançado em maio de 2017.

A Jucec será o primeiro órgão do Estado e a primeira junta do país a utilizar a inovação tecnológica blockchain (também conhecido como “o protocolo da confiança”). Essa tecnologia traz como benefícios a alta qualidade de dados, integridade do processo, transparência e imutabilidade, confiabilidade e longevidade, pois devido às redes serem descentralizadas, a blockchain não tem um ponto central de falha e é mais resistente a ataques maliciosos, adianta a dirigente da Jucec.

Ciro Gomes: Bolsonaro é o mais fácil de ser batido porque nunca administrou nem boteco

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O presidenciável Ciro Gomes (PDT) afirmou, nesta segunda-feira, que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) é o adversário mais fácil de ser derrotado em um eventual segundo turno. Foi o que ele disse durante sabatina promovida por UOL, Folha de S. Paulo e SBT.

“Ele nunca administrou boteco nem dos pequenos”, afirmou Ciro, que complementou: “Um sujeito autoritário, é uma promessa certa para a crise.”

Para o presidenciável pedetista, Bolsonaro seria o candidato “menos difícil” de ser enfrentado no segundo turno porque tem “soluções muito toscas”. O pré-candidato também não poupou críticas ao plano de flexibilização do desarmamento promovido pelo deputado. “Ele está promovendo um banho de sangue”, disse.

A flexibilização, na avaliação de Ciro, promoveria um “morticínio” no país e teria como principal vítima pessoas inocentes. “O bandido está preparado, quem morre é o cidadão”, declarou o pré-candidato..

Denatran suspende uso de cartões de débito ou crédito no pagamento de multas

Uma portaria assinada pelo diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maurício José Alves Pereira, foi divulgada no Diário Oficial da União

No conteúdo, suspende outra portaria do órgão que permitira o uso de cartões de débito ou crédito para o pagamento parcelado das multas de trânsito.

O órgão não da maiores detalhes da decisão.

 

Rodrigo Maia defende redução de impostos e fim da Cide para baratear combustíveis

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu, pelo Twitter, nesta segunda-feira, o fim da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e a redução de impostos como o PIS/Confins. “No curto prazo, o governo federal deve avaliar a possibilidade de zerar a Cide e diminuir o PIS/Cofins”. Na avaliação de Maia, “os estados podem avaliar o mesmo para o ICMS”. Essa reação de Maia veio como uma resposta aos protestos convocados por caminhoneiros contra o aumento no preço dos combustíveis,

O presidente da Câmara defendeu que essas “são ideias de políticas compensatórias para enfrentar o momento atual. E estão distantes do congelamento de preços que vimos no passado”.

Comissão geral

Por meio de nota divulgada pela presidência da Câmara, Maia anunciou que os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis no país serão discutidos em uma comissão geral conjunta, no plenário da Câmara dos Deputados, na próxima quarta-feira (30).

Segundo o documento, serão convidados para participar do debate representantes da Petrobras, de distribuidoras, de postos, do governo e especialistas do setor. O objetivo, segundo Maia, é buscar ações imediatas para enfrentar a crise geopolítica global que encarece os combustíveis.

(Agência Brasil)

IFCE aguarda dotação orçamentária para preencher 550 vagas de professor e técnico-administrativo

O Instituo Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) não está entre contemplados com a portaria nº 447, do Ministério da Educação que autoriza a contratação de mais 1.205 professores e técnico-administrativos, divulgada na última semana.

É o que informa a assessoria de imprensa do reitor Virgílio Araripe, do Instituto, adiantando que a instituição ainda está com 550 vagas dessas categorias prontas para preenchimento. O problema é a falta de dotação orçamentária para proceder as nomeações.

No total, serão 810 vagas para professores e 395 para técnico-administrativo em educação.

Brasil não reconhece a reeleição de Maduro

Nicolás Maduro enfrenta protestos.

O Ministério das Relações Exteriores afirmou, por meio de nota oficial, que a eleição presidencial na Venezuela não teve “legitimidade” nem “credibilidade”. Na nota, o Itamaraty disse que o governo venezuelano não atendeu as reivindicações internacionais para uma eleição “livre e justa”.

“Nas condições em que ocorreu – com numerosos presos políticos, partidos e lideranças políticas inabilitados, sem observação internacional independente e em contexto de absoluta falta de separação entre os poderes – o pleito do dia 20 de maio careceu de legitimidade e credibilidade”, afirmou o Itamaraty.

(Portal G1 – Foto – Marco Bello, a Reuters)

Camilo apoiará Lula, se Lula ganhar condição legal

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O governador Camilo Santana (PT) conversou, por mais de três horas, na Residência Oficial, nesse domingo à noite, com os deputados federais Luizianne Lins e José Guimarães e com o deputado estadual Elmano de Freitas. O mote principal foi a busca para conciliar interesses do governador com interesses do PT no processo eleitoral.

Da reunião, que se pautou por alguns pontos, ficou certo que Camilo, embora apregoa a união Ciro-Fernando Haddad, apoiará a candidatura de Lula a presidente, caso o petista ganhe condição legal de disputar, informa para o Blog o deputado Elmano de Freitas.

Haverá nova reunião dos cinco governadores petistas na quarta-feira com a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hofmann, para avaliar o cenário da sucessão presidencial, na qual Camilo se fará presente..

Também ficou certo que o grupo apoiará a reeleição de Camilo ao governo.

Sobre vaga de senador reivindicado pelos parlamentares, Camilo informou que haverá debate geral sobre o assunto, o que foi aceito pelo grupo. Ele destacou, no entanto, o apoio administrativo do senador Eunício Oliveira (MDB) ao Governo. Ouviu deles, que há cetas dificuldades de apoio ao emedebista, mas Camilo pediu tempo e novas conversas sobre o assunto.

Com relação ao desejo do PT de marchar sozinho na disputa por cargos proporcionais, o governador disse que entende o apelo, mas observou que deverão surgir vários blocos na base aliada. Os petistas ficaram de avaliar esse cenário da disputa.

Enem 2018 – Taxa de inscrição deve ser paga até quarta-feira

Os candidatos que se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até a próxima quarta-feira (23) para fazer o pagamento da taxa de inscrição, de R$ 82, para quem não for isento. O pagamento deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), que é gerada ao fim da inscrição. A guia pode ser paga em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios, respeitados os horários de compensação bancária.

A inscrição só será confirmada após o processamento do pagamento. Segundo o Inep, a inscrição cujo pagamento não tenha sido efetuado até 23 de maio não será confirmada. É responsabilidade exclusiva do participante acompanhar a situação de sua inscrição e a divulgação do seu local de prova no endereço http://enem.inep.gov.br/participante.

“Não haverá prorrogação do prazo para pagamento da taxa de inscrição, ainda que o último dia do prazo, 23 de maio de 2018, seja feriado estadual, distrital ou municipal no local escolhido pelo participante para o pagamento da taxa”, diz o edital do Enem.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta os participantes a selecionar a data de pagamento, porque alguns bancos agendam automaticamente o débito para a data de vencimento da Guia de Recolhimento da União (GRU), no caso, 23 de maio. Todos os inscritos devem retornar à Página do Participante para conferir a situação de sua inscrição.

O prazo de inscrição terminou às 23h59 de sexta-feira (18). O último balanço divulgado pelo Inep foi na manhã de sexta-feira, quando o número de inscritos tinha chegado a 6 milhões. No ano passado, 6,7 milhões de pessoas se inscreveram para participar do Enem.

Ao todo, 3.361.468 pessoas foram beneficiadas com a gratuidade por se enquadrarem em um dos quatro perfis que davam direito à isenção.

(Agência Brasil)

Lula prepara na prisão manifesto para lançamento de candidatura presidencial

Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira, informa: Lula está escrevendo na prisão, em Curitiba (PR), um manifesto que será apresentado pelo PT nos atos de lançamento de sua candidatura ao Planalto.

“O petista deve aproveitar trechos da nova Carta ao Povo Brasileiro que discutia com os aliados antes de ir para a cadeia”, diz a coluna.

Na última quarta-feira (16), o PT voltou a sondar o PCdoB sobre a possibilidade de uma aliança em torno de Lula antes do primeiro turno da eleição. Ouviu que a sigla não abre mão da candidatura da deputada Manuela D’Ávila.

PDT aposta fichas em Mauro Filho

No PDT, as apostas são altas para o nome de Mauro Filho como líder da votação para a Câmara dos Deputados.

O ex-secretário da Fazenda do Estado tem, por conta disso, um padrinho forte: o presidenciável Ciro Gomes. E há também uma expectativa. Ciro ganhando a disputa ao Planalto, terá Mauro Filho como um dos seus principais ministros.

(Foto – Fco Fontenele)

Saiba como pedir aposentadoria por idade pela internet ou telefone

A partir desta segunda-feira (21), aposentadorias por idade e salário-maternidade urbanos poderão ser concedidos automaticamente pela internet, no site Meu INSS, ou pelo telefone 135. A expectativa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é que de 15% a 20% dos pedidos possam ser atendidos imediatamente por esses canais, sem a necessidade de comparecer presencialmente às agências.

Como fazer

O pedido poderá ser concedido automaticamente, no caso da aposentadoria por idade, caso os solicitantes tenham completado pelo menos 15 anos de contribuição e tenham a idade mínima de 60 anos, se forem mulheres, e 65, homens. Além disso, o segurado não pode estar aposentado.

Já o salário-maternidade poderá ser concedido automaticamente para as mães após o nascimento dos filhos. O sistema checará a certidão de nascimento da criança e o vínculo empregatício da mãe. Os benefícios solicitados antes do parto não serão atendidos imediatamente; serão encaminhados pelo próprio sistema para a análise.

Caso se enquadrem nos requisitos, os processos serão concluídos em até 30 minutos, após a análise do próprio sistema, que consultará automaticamente os bancos de dados disponíveis para verificar as informações.

O atendimento por telefone funciona de segunda a sábado, de 7h às 22h. No início da manhã e fim do dia ou início da noite, segundo o INSS, a demanda é menor e os horários podem ser aproveitados pelos segurados. A ligação é gratuita de telefone fixo ou público e tem o preço de ligação local pelo celular.

Pela internet, basta acessar o Meu INSS, pelo computador ou pelo celular. Segundo o INSS, o canal tem mais de 7 milhões de usuários cadastrados.

Mais comodidade

A orientação do INSS é que todos os pedidos de aposentadoria e salário-maternidade urbanos sejam feitos prioritariamente pela internet ou por telefone. Aqueles pedidos que precisarem de uma análise adicional serão encaminhados pelo próprio sistema a servidores do INSS. O segurado será acionado posteriormente e poderá ter o pedido atendido, ainda sem a necessidade de comparecer a uma unidade do INSS, ou precisar ir presencialmente entregar os documentos que faltarem.

Os sistemas do INSS já especificarão quais documentos o segurado deverá levar e em qual agência deverá comparecer. Será indicada a agência mais próxima da casa do contribuinte. Ele terá até 30 dias para ir até o local.

“Essas medidas tendem a reduzir o número de atendimentos nas agências e oferecer mais comodidade ao cidadão”, diz o chefe substituto da Divisão de Atendimento da Superintendência Regional Norte e Centro-Oeste do INSS, Jair Guerra.

Antes, o contribuinte precisava fazer o agendamento prévio para, então, comparecer presencialmente à uma agência do INSS e entrar com o pedido do benefício. Para se ter ideia, apenas no Distrito Federal, o tempo de agendamento para aposentadoria é de 26 dias, em média, e para o salário-maternidade, 16 dias.

Quem não tem telefone e internet

Em último caso, se não puder usar nem o telefone, nem a internet, o segurado ainda poderá ir presencialmente a agência para solicitar os dois serviços. Não haverá mais, no entanto, o agendamento.

Plantão de atendimento

A partir desta segunda-feira, equipes da Diretoria de Atendimento do INSS estarão de plantão nas centrais telefônicas do 135 e nas principais agências do país para acompanhar a entrada em operação do requerimento de benefícios sem agendamento.

Pensões

De acordo com Guerra, nos próximos meses, a concessão automática do benefício será ampliada para outros tipos de aposentadoria e pensões.

“Isso vai refletir nos demais serviços do INSS, uma vez que o servidor não terá a necessidade de analisar esses processos. O tempo deles poderá ser usado para analisar outros benefícios. Pesa como um todo no serviço, reduz o tempo de atendimento do cidadão e evita deslocamento”, diz.

(Agência Brasil)

Governo promete aprovar MP que garante venda da Eletrobras ainda neste semestre

O governo federal decidiu se empenhar para aprovar, no Congresso Nacional, a Medida Provisória que trata da venda da Eletrobras. Prorrogada por 60 dias desde 26 de março, a MP 814, de 2017, propõe a realização de um leilão para privatizar as distribuidoras da estatal em maio e a empresa como um todo até o final do ano. Paralelo a essa proposta, segue em comissão especial na Câmara a discussão da privatização da estatal. De acordo com o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, o Palácio do Planalto deve focar suas articulações junto à base aliada para que a MP seja aprovada nas próximas semanas.

Para ele, vender parte das ações da maior companhia de capital aberto do ramo de energia da América Latina é uma prioridade do presidente Michel Temer neste semestre. Caso contrário, a União teria que aplicar recursos próprios na empresa, deixando de investir em outras áreas estruturais do país. “Nós estamos propondo que essa capitalização aconteça a partir de recursos privados. Se não for, nós vamos ter que capitalizar a Eletrobras com recursos do Estado, recursos públicos. Isso significa menos cerca de 15 bilhões de reais na saúde, na educação, na segurança, na habitação, na infraestrutura, e nós entendemos que, neste momento, isso não é o mais correto”, disse Marun.

Ele informou ainda que a aprovação da MP que trata da venda da Eletrobras está no foco do pacote de propostas que o governo quer aprovar no Congresso. “É prioridade. Nós temos aqui algumas prioridades no sentido de melhoria do ambiente econômico e outras que são medidas necessárias também em termos fiscais”, completou.

Controle

Relator da comissão especial da Câmara que trata da venda da Eletrobras, o deputado José Carlos Aleluia, do DEM da Bahia, reafirma que investimentos na companhia são fundamentais e que seu parecer, apresentado na última semana, mantém a base do que foi proposto pelo governo. “A União não vai controlar. Não será uma estatal, mas a União terá o controle sobre grandes decisões. Desnacionalizar a empresa não era possível. Portanto, a União garantirá que essa empresa será, no conceito de jargão do mercado, uma corporação. E não uma empresa de propriedade de nenhum dos empresários do setor, nem do Brasil nem de fora”, concluiu.

A oposição já adiantou que pedirá vista do relatório tão logo ele seja colocado em votação, ou seja, vai querer mais tempo para analisar a proposta de José Carlos Aleluia. Diante disso, a expectativa é de que esse relatório seja votado até o final deste mês.

(Blog do Planalto)