Blog do Eliomar

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Caixa oferece condições especiais para servidor público

Servidores públicos contarão, até o fim deste mês de outubro, com vantagens e benefícios em crédito e investimentos na Caixa Econômica Federal. Os pacotes de ofertas, segundo informa a assessoria de imprensa da Instituição, incluem condições especiais em crédito consignado, Crédito Direto Caixa com taxas diferenciadas para quem trouxer o salário para a Caixa, isenção de anuidade e bonificação extra de pontos para cartão de crédito, isenção de cesta de serviços por até um ano na conta corrente e Fundos de Investimento Caixa com aplicação inicial reduzida.

Para contratação do CDC, conforme relacionamento, a taxa pode chegar a 3,15% a.m. para quem recebe salário no banco. No cartão de crédito, a primeira anuidade será gratuita nas variantes Visa, Master e Elo, além de desconto vitalício de 50% nas demais anuidades nas variantes do cartão Elo. Já em fundos de investimentos, foi estabelecida redução de 50% no valor da aplicação inicial no Caixa FIC Investidor Renda Fixa LP e no Caixa FIC Personal Renda Fixa. A Caixa também tem condições diferenciadas para contratação de seguros de vida, de automóveis e residenciais, além de consórcios, previdência e capitalização.

SERVIÇO

*Na página Semana do Servidor, é possível consultar todos os benefícios e produtos ofertados durante a semana de comemoração ao Dia do Servidor Público, dia 28 de outubro. No próprio portal, o cliente interessado pode solicitar o contato de um gerente da CAIXA para mais informações sobre as condições oferecidas.

Bolsonaro unirá o Brasil?

Com o título “Bolsonaro unirá o Brasil?”, eis artigo do jornalista Hélio Gurovitz. No texto ele diz; “O discurso que desperta paixões, escandaliza e faz sucesso eleitoral não funcionará se ele quiser governar num clima de paz para todos os brasileiros, inclusive os derrotados.” Confira:

Em condições normais, as declarações do deputado Eduardo Bolsonaro dizendo que bastam “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) seriam tomadas pelo que foram: uma figura de linguagem sem cabimento, um exagero retórico, uma piada de péssimo gosto, um arroubo infeliz. Ele pediu desculpas, o pai pediu desculpas, todos se retrataram.

Em condições normais, o caso se encerraria aí. Mas não vivemos condições normais. Quatro ministros do STF, entre eles o presidente Dias Toffoli, viram a público repudiar a manifestação, revelada num vídeo gravado em julho. A reação desproporcionai só se justifica pelo clima de apreensão ante o compromisso de um futuro governo de Jair Bolsonaro com as instituições democráticas.

Não é a primeira vez, nem provavelmente será a última, que palavras descabidas sobre essas instituições saem do grupo mais próximo a Bolsonaro. No mesmo domingo em que veio à tona o arroubo de Eduardo, seu pai fez à distância um discurso em que trata o partido rival de “gangue”, chama o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “cachaceiro de Curitiba”, ameaça o adversário, Fernando Haddad, de “apodrecer na cadeia”, diz que a polícia fará “valer a lei no lombo” da “petralhada” e coisas do tipo.

Nada que espante quem se acostumou a acompanhar as declarações de Bolsonaro nas últimas décadas. Mais preocupante, em seu discurso, foi a ameaça velada à imprensa e ao jornal Folha de S.Paulo, que publicou uma denúncia contra sua campanha no WhatsApp semana passada. “Vocês não terão mais verba publicitária do governo”, disse. “Imprensa livre, parabéns. Imprensa vendida, meus pêsames.”

Nesse ponto, Bolsonaro não inventou nada. A divisão da imprensa em duas alas – uma que “merece” a liberdade; outra que “merece” punição – é um item clássico dos discursos autoritários, a começar pela ditadura na Venezuela, que parece obcecar os brasileiros nesta eleição.

O uso da publicidade do Estado para agradar “publicações amigas” e punir a imprensa que incomoda tabém é tática conhecida. No Brasil, quem a aperfeiçoou e a levou a um nível de sofisticação inédito foi o PT, que Bolsonaro tanto critica, financiando com verbas públicas uma rede de blogs e o noticiário paralelo tecendo loas a Lula e ao partido.

Enquanto isso, a imprensa profissional sobreviveu, pois, ao contrário do que prega a lenda que circula pelas redes sociais, não depende de verbas do Estado. Não fosse o jornalismo profissional, não teria havido as duas principais denúncias de corrupção que resultaram na prisão de Lula: o caso do triplex no Guarujá foi revelado pelo jornal O Globo; o do sítio em Atibaia, pela Folha de S.Paulo.

Isso não significa que a imprensa seja infalível. A própria denúncia contra a campanha de Bolsonaro está apoiada em evidências frágeis. Outros veículos dificilmente publicariam uma reportagem naqueles termos. As investigações se encarregarão de desvendar a realidade.

Divergências e atritos desse tipo estão na natureza do trabalho jornalístico num regime de liberdades. A “mídia” que age como um bloco, onde jornalistas seguem orientações de cima qual marionetes, só existe na fantasia conspiratória da propaganda a serviço de interesses políticos.

A competição feroz pode conduzir a erros, corrigidos à medida que a cobertura evolui. A possibilidade de erros é intrínseca à liberdade. Na imagem do juiz Warren Burger, da Suprema Corte americana, a Constituição não determina que a imprensa seja boa, mas que seja livre. Para fiscalizar os poderes. Quem quer jornalismo sempre acanhado, dócil e submisso são candidatos a autocratas. Numa democracia, funciona de outro jeito.

Não há, por enquanto, nenhum sinal de que as frases de Bolsonaro resultarão em algo além daquilo a que se destinam: inflamar a massa de eleitores que o apoia cegamente. Mas é importante que, depois de domingo, ele entenda que o jogo mudará.

Bolsonaro não será mais um candidato que corre por fora da raia da política bem-comportada e precisa escandalizar para despertar a paixão e simpatia em seus eleitores. Ocupará o principal cargo no Executivo da República. Será o presidente de todos os brasileiros, inclusive os cerca de 40% que, segundo as pesquisas, não votarão nele e não deixarão de discordar dele quando acabarem as eleições.

Ou bem ele demonstra estar à altura das instituições democráticas – entre elas, STF e imprensa –, ou bem respeita a liturgia do cargo para conseguir unificar e governar todo o país, ou então o Brasil viverá um clima de divisão na sociedade e tensão política sem precedente, cujo resultado ninguém pode crer que será positivo.

*Hélio Gurovitz,

Jornalista e colunista da Época e  Estado de S. Paulo.

*Leia mais sobre o tema no O POVO aqui.

Bolsonaro manda carta para Celso de Melo dizendo ter “apreço” pelo Supremo

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, enviou ontem (22) uma carta ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), em que diz ter “apreço” pelo magistrado e que a Corte é guardiã da Constituição e, por isso, merece o prestígio de todos. A inciativa ocorre após a repercussão de um vídeo em que um dos filhos do candidato, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, fala que seria preciso “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo, em caso de embate com o Executivo.

As declarações do deputado, proferidas durante uma aula de cursinho para concursos em julho, repercutiram mal no Supremo. Na segunda-feira, Celso de Mello classificou de “inconsequente e golpista” a manifestação.

Ordem democrática

“Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!!”, disse o ministro, o mais antigo do Supremo, em nota enviada a um jornal.

Outros ministros também repercutiram o assunto ontem. Em palestra, Alexandre de Moraes disse que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deveria abrir procedimento para investigar a fala sobre fechar o STF. Sem citar Eduardo Bolsonaro, ele afirmou ser “inacreditável que tenhamos que ouvir tanta asneira da boca de quem representa o povo”.

Após as manifestações descontentes de seus pares, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, divulgou uma nota oficial em que afirma, também sem citar o deputado federal, que “atacar o Poder Judiciário é atacar a democracia”.

Sem mencionar o vídeo na carta enviada a Celso de Mello, Bolsonaro diz ao decano do Supremo querer deixar claro que “manifestações mais emocionais, ocorridas nestes últimos tempos, se mostram fruto da angústia e das ameaças sofridas neste processo eleitoral”.

O presidenciável do PSL acrescenta que o “Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição e todos temos de prestigiar a Corte”.

Em postagem publicada em redes sociais na tarde de domingo, Eduardo Bolsonaro se retratou. “Se fui infeliz e atingi alguém, tranquilamente peço desculpas e digo que não era a minha intenção”, disse.

(Agência Brasil)

Cid apoia Haddad, mas evita atos de campanha com medo da vaia dos “babacas”

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Depois daquela sua cobrança pública por mea culpa do PT, o senador eleito Cid Gomes (PDT) não quer saber de eventos pró-Haddad que contem com a militância petista.

Em entrevista à jornalista Naiana Gomes, no O POVO desta terça-feira, Cid deu o porquê: “Quero evitar a possibilidade de vaia, o que já aconteceu.”

Na prática, quer evitar confronto com os “babacas” do PT.

(Foto – O POVO)

Caso Odebrecht – Condenado, ex vice-presidente do Equador se diz preso político e faz greve de fome

O ex-vice-presidente do Equador, Jorge Glas, condenado no ano passado por conta de um caso relacionado com a construtora Odebrecht, confirmou que entrou em greve de fome em protesto por ter sido mudado de prisão e, além disso, armou temer pela sua vida. Glas, em carta publicada nas redes sociais, insistiu que é “um preso político” e que o governo do presidente Lenín Moreno, do qual foi seu vice-presidente no ano passado, ordenou sua transferência de Quito para uma prisão de segurança máxima na cidade de Latacunga.

“Eu sou um preso político. Pelo ódio sem limites, me transferiram de prisão sem motivo, só para me humilhar, só por vingança. A minha vida corre perigo”, diz a carta assinada por Glas e divulgada no Twitter e outras redes sociais.

Glas foi ministro e vice durante o mandato do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017) e se apresentou para repetir em 2017 a fórmula eleitoral com o atual mandatário Lenín Moreno, do qual se distanciou. O ex-vice-presidente foi condenado a seis anos de prisão por um caso de suposta formação de quadrilha relacionada com a corrupção da Odebrecht, que nega e cuja sentença foi contestada por considerar ser uma vingança política de seus adversários.

(Agência Brasil com EFE/Foto – Arquivo)

Carlos Lupi confirma apoio crítico a Haddad. Mas nada de subir no palanque

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, reiterou, no O POVO desta terça-feira, o “apoio crítico” ao candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad.

“Vamos votar no Haddad, mas a direção não vai se envolver na coordenação de campanha”, disse Lupi para a jornalista Naiana Gomes.

Com isso, o dirigente pedetista reforça a tese de que o partido já pensa longe: em 2022. Com Ciro Gomes voltando a disputar a Presidência. Embora o ex-ministro tenha dito que essa foi sua última vez nesse tipo de peleja.

(Foto – Paulo MOska)

Enel ganha última licença ambiental para tocar obra de ampliação da rede de energia de Jeri

Os trabalhos já estão começando.

Saiu a licença do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) para as obras de revitalização e expansão da rede de energia elétrica da Vila de Jericoacoara (Litoral Oeste). Com isso, a Enel Distribuição pode tocar o serviço.

A informação é do diretor institucional do grupo, José Nunes, adiantando que as licenças municipal e da Semace já haviam sido liberadas. Agora é tocar a obra, orçada em R$ 32 milhões e que deve ficar pronta ainda no primeiro semestre de 2019.

De acordo com José Nunes, com o reforço do sistema de energia, Jeri poderá ampliara suas pousadas, receber novos hotéis e ter um comércio gerando mais emprego e renda.

(Foto – Enel)

Sucessão de falas radicais do clã Bolsonaro ajuda articulação pró-Haddad

A sucessão de falas radicais do clã Bolsonaro (PSL) deu tração à tentativa do PT de organizar uma frente a favor de Fernando Haddad (PT) na reta final da eleição. É o que informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta terça-feira.

Depois de Eduardo Bolsonaro tecer comentários sobre o fechamento do STF, e Jair, o patriarca, insinuar perseguição a opositores em discurso na av. Paulista, ala do PSDB decidiu discutir a elaboração de um manifesto. Um aliado dos petistas resumiu: com seus rompantes, os Bolsonaro vão construir a aliança que Haddad não conseguiu.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participa das discussões sobre o documento em defesa do Estado Democrático de Direito. Haddad telefonou para ele nessa segunda-feira (22). O PT também previa um telefonema ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Ministros do Supremo que já estavam estupefatos com a fala de Eduardo Bolsonaro também manifestaram incômodo com os termos do discurso de Jair Bolsonaro. “Até aqui, seguiram a regra do jogo. Se usarem o poder para perseguir adversários, usaremos mecanismos legais”, disse um integrante da corte.

Camilo Santana: “O próximo presidente, independente de quem seja, terá que exercitar o diálogo”

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O governador Camilo Santana (PT) afirmou, nesta terça-feira, em entrevista à Rede CBN, que o próximo presidente, seja quem for, terá que exercitar o diálogo. “O Brasil não cabe mais viver com ódio ou intolerância!”, disse o chefe do executivo cearense, lembrando que, na sua primeira eleição, obteve 53% dos votos e agora chegou a quase 80% de sufrágios porque apostou no diálogo e no respeito aos adversários.

Camilo reiterou que votará em Haddad porque só consegue enxergar no petista condições para que se tenha um Brasil sem intolerância e em paz. Chegou a criticar, como fez o senador eleito Cid Gomes (PDT): O PT cometeu erros e era importante ter reconhecido que houve erros”.

Sobre Jair Bolsonaro, disse que chegou a ficar assustado com declaração do postulante do PSL avisando que não trataria bem governador que não fosse seu aliado.

“Aqui no Ceará sempre tratei todos os 184 prefeitos com respeito, liberando obras..” Camilo observou que o próximo presidente precisa e deve agir com diálogo e adotando postura institucional e republicana. “O próximo presidente tem que respeitar as urnas!”, acentuou.

(Foto – Fabio Lima)

O discurso da vitória de Jair Bolsonaro

Se vencer mesmo a eleição no próximo domingo, conforme indicam as pesquisas, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, pretende fazer um discurso de conciliação na noite da vitória — como é de praxe.

Mas, em nenhum momento, vai citar o PT ou chamar seus dirigentes para conversar, informa o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo.

(Foto – Reprodução de TV)

BNB eleva limite de empréstimos do Crediamigo

O Crediamigo, programa de microcrédito do Banco do Nordeste (BNB), elevou seu limite de crédito: passou de R$ 8 mil para R$ 15 mil. Segundo a assessoria de imprensa da Instituição, esse valor de empréstimo é voltado a investimentos, como compra de máquinas, construções e reformas.

De acordo com o superintendente de Microfinança e Agricultura Familiar do BNB, Alex Araújo, a ampliação visa dar maior poder de compra aos microempreendedores, de forma que possam realizar mais investimentos, em virtude da proximidade das vendas de final de ano.

O valor limite de R$ 15 mil passa a valer também para a modalidade de capital de giro solidário, crédito usado essencialmente para compra de mercadoria e insumos de produção.

O Crediamigo é uma oferta de crédito com prazo de pagamento de até 24 meses e inclui linhas com até seis meses de carência. Tem como foco pessoas que trabalham por contra própria, individualmente ou em grupos solidários.

(Foto – Reprodução do Youtube)

Grupo de empresários que soma 32% do PIB nacional anuncia apoio a Jair Bolsonaro

Empresários das áreas química, automobilística, têxtil, de maquinário, construção civil, aço e siderurgia prestaram apoio, nessa segunda-feira (22), ao candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. O grupo de dez empresários liderado pelo deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS), apontado como possível futuro ministro da Casa Civil, assinou um manifesto em favor do presidenciável.

“Os setores industriais que representam 32% do PIB industrial e geram 30 milhões de empregos diretos e indiretos e R$ 250 bilhões em pagamento de impostos colocam-se a favor do diálogo com o candidato Jair Messias Bolsonaro (PSL) na Presidência da República para encontrar caminhos para a retomada do desenvolvimento da indústria, crescimento do país e geração de empregos”, diz o texto.

Em uma foto postada na conta de Bolsonaro no Twitter e na página dele no Facebook, o candidato agradece o apoio. Os empresários seguram a carta compromisso, firmada na casa do presidenciável, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

“Hoje me reuni com muitos empresários de diversos setores do Brasil! Deixo o registro de uma destas produtivas reuniões. Vamos juntos livrar o Brasil das garras ideológicas da esquerda”, diz o texto postado nas redes sociais.

Participantes

Estiveram presentes no encontro os representantes Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), do Instituto Aço Brasil e da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Os executivos em destaque na foto, postado nas redes sociais, são Fernando Figueiredo (Abiquim), Marco Polo de Mello Lopes e Sergio Leite de Andrade (Aço Brasil), José Augusto de Castro (AEB), Sérgio Leite de Andrade (Usiminas/Aço Brasil), Cristiano Buarque Franco Neto (Firjan) e Fernando Pimentel (Abit).

O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Mello Lopes, elogiou o estado de saúde do candidato do PSL, que há 45 dias levou uma facada no abdômen. “Prazer em vê-lo com saúde”, disse Mello Lopes. Bolsonaro respondeu: “Passei maus momentos, mas eles se deram mal”.

(Com Agência Brasil)

Petrobras recupera R$ 3 bi após acordos de leniência e delações

A Petrobras informou que já passa de 3 bilhões de reais os valores obtidos com o ressarcimento de danos por meio de acordos de leniência e delações premiadas. Só em um dos acordos, com o grupo holandês SBM, a petrolífera receberá a devolução de 549 milhões de reais, além do abatimento de 179 milhões de dólares com pagamentos futuros devidos à companhia.

O acordo de leniência com a SBM foi assinado em julho com o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia-Geral da União (AGU).

Com o acordo, a SBM ficou apta a participar das licitações em curso e de contratações futuras. Nesse caso, a SBM terá de passar por todos os controles de conformidade a que estão submetidos os fornecedores da Petrobras.

A SBM Offshore, fornecedora de plataformas para exploração de petróleo, admitiu ter pago propina para conseguir contratos com a Petrobras. Além desse acordo com a SBM, a Petrobras já havia recuperado 2,5 bilhões de reais no âmbito da Operação Lava-Jato.

A Petrobras atua como coautora do Ministério Público Federal e da União em 16 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 54 ações penais.

(Com Veja)

Ciro chega sexta-feira só para votar em Haddad?

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O ex-ministro Ciro Gomes desembarcará em Fortaleza na próxima sexta-feira, após curta temporada de descanso na Europa. Não se sabe ainda se terá recobrado o ânimo para se engajar nos últimos atos da campanha pró-Fernando Haddad, mas espera-se que tenha amenizado sua frustração com relação ao PT.

Ciro chegou a acreditar na hipótese de que poderia ser o candidato, no segundo turno, apoiado pelos petistas e tendo Fernando Haddad como vice, o que queria o governador Camilo Santana e até o ex-governador baiano Jaques Wagner (PT).

Mesmo distante da campanha, acabou deixando por aqui seu recado aos companheiros não só pela arribação aeroportuária, mas via seu irmão, Cid Gomes.

Ou alguém está convicto de que o senador eleito falou cobrando mea culpa do petismo sem conversar antes com o mano mais velho?

(Foto – Facebook)

Globo ainda aguarda resposta de Bolsonaro para o debate

Apesar do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, já ter decido não participar dos debates presidenciais, a Rede Globo ainda não foi avisada oficialmente. A informação é da Coluna Radar, da Online.

Caso Bolsonaro confirme à emissora que não irá mesmo debater, uma possibilidade é fazer uma sabatina com Fernando Haddad.

A outra opção é não ter qualquer programação com os candidatos.

CNI quer permanência de ministério que pode ser extinto por Bolsonaro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota hoje (22) defendendo a manutenção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, lembrou que a pasta é importante para elaborar, executar e coordenar as políticas públicas para o setor industrial e monitorar seus impactos.

“A indústria não pode estar ligada a uma área que tem como prioridades o aumento de receitas e a redução de despesas. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento desempenham papéis específicos. Quem vai defender as políticas industriais?”, disse em nota.

A manifestação da CNI vem com a possibilidade de incorporação das atribuições do MDIC pelo Ministério da Economia, criado em um eventual governo Jair Bolsonaro. De acordo com programa de governo do PSL, o Ministério da Economia incorporaria as atuais estruturas e atribuições dos ministérios da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio e a Secretaria do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI).

Para justificar a importância do MDIC na estrutura do Executivo, Andrade afirmou que o setor industrial contribui com R$ 1,2 trilhão para a economia brasileira e emprega 9,6 milhões de trabalhadores. Além disso, destacou Andrade, a indústria responde por 51% das exportações e 25% da arrecadação previdenciária.

“Para a indústria brasileira, o próximo governo tem o desafio de colocar o Brasil de volta no caminho do desenvolvimento econômico e social. Precisamos avançar nas reformas, garantir investimentos em infraestrutura e desburocratizar a economia de modo geral”, concluiu.

(Agência Brasil)

Marina anuncia apoio crítico a Haddad

A candidata da Rede à Presidência da República no primeiro turno, a ex-ministra Marina Silva informou, nesta segunda-feira (22), que dará “voto crítico” ao candidato do PT, Fernando Haddad. Após o primeiro turno, a Rede Sustentabilidade já havia recomendado aos filiados que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL).

Ao embasar seu apoio, Marina afirmou que votará em Haddad porque este “não prega a extinção dos direitos”, nem a repressão aos movimentos. “A política democrática deve estar fortemente aliançada no respeito à Constituição e às instituições, exercida em um ambiente de cultura de paz e não violência”, disse.

“Outro motivo importante para a definição e declaração de meu voto é a minha consciência cristã, valor central em minha vida. Muitos parecem esquecer, mas Jesus foi severo em palavras e duro em atitudes com os que têm dificuldade de entender o mandamento máximo do amor.”, completou.

Críticas

Em texto divulgado pelas redes sociais, Marina ressaltou que a frente democrática e progressista defendida por Fernando Haddad não se mostrou capaz de inspirar uma aliança ou mesmo uma composição política. A ex-ministra destacou que alianças só são viáveis “em um ambiente de confiança em que, diante de inaceitáveis e inegáveis erros, a crítica é livre e a autocrítica é sincera.”

“Mantém o jogo do faz de conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing, sem que o candidato inspire-se na gravidade do momento para virar a própria mesa, fazer uma autocrítica corajosa e tentar ser o eixo de uma alternativa democrática verdadeira”, argumentou.

Por outro lado, Marina Silva criticou o projeto defendido por Jair Bolsonaro, que, segundo ela, “atenta contra o interesse da sociedade e o futuro do país”, além de promover “a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação”.

“[Há] risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: primeiro, promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura”, afirmou. “É melhor prevenir. Crimes de lesa-humanidade não têm como se possa reparar”, completou.

Oposição democrática

Apesar de criticar os dois candidatos e assegurar que se manterá em “oposição, independentemente de quem seja o próximo presidente do Brasil”, Marina disse que seu posicionamento é “simbólico”, já que obteve votação inexpressiva no primeiro turno da eleição presidencial.

“Cada um de nós tem, em sua consciência, os valores que definem seu voto. Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la”, afirmou.

“Darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, ‘pelo menos’, e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad”, concluiu.

Haddad

Após a divulgação do apoio deMarina, o presidenciável Fernando Haddad usou o Twitter para agradecer à ex-adversária.

“O voto de Marina Silva me honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende. Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho”, afirmou Haddad.

(Agência Brasil)

Encontros Universitários 2018 – Vice da Academia Brasileira de Ciências abrirá o evento

Maior evento de divulgação científica do Ceará, os Encontros Universitários 2018 terão início nesta quarta-feira (24), a partir das 9 horas, no Auditório Ícaro Moreira, do Centro de Ciências, no Campus do Pici. O encontro, que engloba ainda a Corrida da Universidade, que ocorrerá no sábado (27), contará com uma apresentação musical do Quarteto de Cordas Radamés Gnatalli, seguida pela conferência, às 10h30min, do professor Oswaldo Luiz Alves, vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências e docente do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

O pesquisador falará sobre “Nanotecnologia das Coisas: a emergência da inter, multi e transdisciplinaridade”. A mediação será feita pelo Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFC (PRPPG), Antonio Gomes Souza Filho. A informação é da assessoria de imprensa da UFC.

Ainda nesta quarta-feira, no Instituto de Cultura e Arte, terá início a V Mostra ICA, que celebra os 10 anos da unidade acadêmica, através de mostras de dança, teatro, música e performance, oficinas, exposições, feiras de artesanato e gastronomia. No prédio do ICA, os visitantes poderão conferir instalações, esculturas, mostras fotográficas e a abertura das exposições Arte sob o microscópio, que apresentará 40 imagens artísticas feitas através da técnica de microscopia óptica, óptica confocal e eletrônica; e Iniciart, que trará trabalhos produzidos por estudantes do Programa de Bolsa de Iniciação Acadêmica.

A programação cultural do primeiro dia dos Encontros segue às 12 horas, com Lu Capistrano e Banda, no Palco Mix, que estará montado durante todo o período dos Encontros em frente ao Restaurante Universitário.

A saúde física e emocional da comunidade acadêmica será outro foco dos EU 2018. Também no ICA, os visitantes conferem atendimentos de saúde promovidos pelo Curso de Enfermagem, com testes rápidos para HIV, sífilis e hepatite. No Centro de Convivência, informações sobre dicas de remédios fitoterápicos serão disponibilizadas por integrantes do Projeto Farmácia Viva, do Horto de Plantas Medicinais da UFC.

Na quinta-feira (25), às 8h30min, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis realiza uma oficina sobre relaxamento, com o psicólogo Pedro Câmara, e às 14 horas, a oficina Arte Terapia: Ateliê do Autoconhecimento, atividades que integram uma programação de 11 oficinas oferecidas pela PRAE nos Encontros. Outro destaque da PRAE é o lançamento de seu aplicativo.

Ainda na quinta-feira, às 10h30min, no Auditório Ícaro Moreira, do Centro de Ciências, os professores João Macedo e Jarbas Roriz, da Faculdade de Medicina, conduzem debate sobre “Envelhecimento e doenças degenerativas”, mediado pela professora Geanne Matos, coordenadora de pesquisa da PRPPG. Já às 14 horas, no mesmo local, o professor Eduardo Silva, do Instituto de Educação Física e Esportes (IEFES), realiza palestra sobre “Melhores práticas para corredores de rua”.

Palhaçaria, saúde vocal, consciência corporal para mulheres com dor menstrual ou pélvica, criação de estampas no Photoshop, balé, debate sobre o PIBID e lançamento de livros fazem parte da sexta-feira (26), que se encerra, às 19h30min, com a estréia do espetáculo D’água, produção mais recente do Coral da UFC e da Orquestra Sonial.

No sábado (27), a Corrida da Universidade conecta os EU 2018 com a Semana do Servidor, que ocorre de 29 a 31 deste mês.

Produção científica

Os Encontros Universitários contam, nesta edição, com 5.496 trabalhos, sendo 2.886 apresentações orais, 2.556 pôsteres, 5 painéis, 4 experimentos estratégicos didáticos pedagógicos e 45 apresentações artísticas. Isso representa um crescimento de 9,8% no número de resumos submetidos.

Englobam ainda o XXXVII Encontro de Iniciação Científica, o XI Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação, o XXVII Encontro de Iniciação à Docência, o X Encontro de Docência no Ensino Superior, o X Encontro de Aprendizagem Cooperativa – PACCE, o XXVII Encontro de Extensão, o XI Encontro de Experiências Estudantis, o VIII Encontro de Bolsistas de Apoio a Projetos de Graduação.

Incluem, ainda, o V Encontro de Programas de Educação Tutorial, o V Encontro de Cultura Artística, o IV Encontro de Tecnodocência, o III Encontro de Iniciação Acadêmica, o II Encontro de Estágios, o XII Encontro de Práticas Docentes / V Seminário Institucional de Iniciação à Docência e o X Encontro de Aprendizagem Cooperativa – eixo PRECE – Programa de Estímulo à Cooperação na Escola.

SERVIÇO

Mais Informações – 85 3366 7331.

(Foto – Divulgação)

Bolsonaro passará por uma terceira cirurgia em dezembro

O vice é o General Mourão.

Um mês e meio após o ataque que sofreu, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, prepara-se para, em dezembro, ser submetido à terceira cirurgia, desde que levou uma facada, no início de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Será uma operação para restabelecer o trânsito intestinal, abrindo a incisão, na qual ele levou 35 pontos, e retirando a colostomia – uma espécie de bolsa que funciona como intestino externo.

Os detalhes da terceira cirurgia foram revelados em reportagem especial levada ao ar pela TV Record. A equipe da emissora acompanhou o exame médico, na semana passada, e conversou com especialistas. Segundo os jornalistas , a recuperação após a operação é de uma semana a 10 dias.

Bolsonaro foi esfaqueado pelo mineiro Adélio Bispo Oliveira, que está preso em Campo Grande.

Na reportagem da Record, o candidato aparece sorrindo. “Tô me sentindo muito bem em casa e bem tratado”, afirmou o candidato, que fez duas cirurgias: a primeira, a laparoscopia, para estancar a hemorragia e a segunda, para a colostomia.

Nas redes sociais, ele comemorou hoje (22) à tarde o número de mais de 2 milhões de seguidores no Youtube.

(Agência Brasil)