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Editorial do O POVO – O compromisso dos empossados

Com o título “O compromisso dos empossados”, eis  Editorial do O POVO desta quarta-feira:

Empossados presidente e governadores, é tarefa urgente dos novos mandatários liderarem um amplo esforço para identificar as prioridades de estados e da União. Há um sem número de desafios a esperar pelos gestores: da retomada do crescimento econômico à segurança, passando por áreas sensíveis nas quais a presença do poder público é crucial, como saúde e educação.

Os novos representantes deixam para trás uma disputa no centro da qual figurou o desejo de renovação expresso pelo eleitorado e começam a colocar em prática a agenda com a qual se saíram vitoriosos. Não podem esquecer, todavia, que governam para todos e todas e não apenas para os seus seguidores. Eleitos pelo povo, terão de aprender a conviver permanentemente com o dissenso. É assim que uma democracia saudável funciona.

Como discurso inicial, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez bem em colocar no horizonte de sua gestão a construção de um país sem discriminação, num aceno à união dos brasileiros. Esse é o aspecto positivo de seus dois pronunciamentos inaugurais, no Congresso e no Palácio do Planalto.

A posse do pesselista aponta para dois excessos preocupantes, no entanto: o da militarização vista na cerimônia em Brasília, que carreou um esquema de segurança inédito para o qual talvez não houvesse necessidade e que embaraçou o trabalho da imprensa, cuja circulação esteve inexplicavelmente restrita – pela primeira vez desde a redemocratização, jornalistas tiveram de escolher onde estariam baseados, se na Esplanada ou no Planalto.

O risco é o de que, a pretexto de assegurar a integridade presidencial, esse cerco passe a constranger frequentemente jornalistas na cobertura do novo governo.

O outro exagero relaciona-se ao teor excessivamente ideológico do discurso do próprio presidente, que trai, de partida, suas promessas recém-feitas de pacificar um País que saiu fraturado das eleições.

Ao pretender livrar o Brasil de uma espectral ameaça socialista e garantir que a bandeira nacional jamais se torne vermelha, revivendo uma retórica de campanha, o presidente perde a oportunidade de se despir do figurino de candidato e passar a se comportar como o chefe de Estado que de fato é.

Militar reformado que se tornou o 38º chefe do Executivo nacional, Bolsonaro tem obstáculos pela frente que lhe exigirão uma habilidade sem a qual o novo mandatário estará em dificuldades: o diálogo. Ao vestir a faixa presidencial, o deputado federal não é mais o parlamentar que se lançou por um partido nanico e derrotou políticos graúdos. É o presidente de milhões de brasileiros de todas as cores, credos, gêneros e ideologias, goste-se ou não delas.

(Editorial do O POVO)

Filhos de Bolsonaro evitaram a imprensa no ato de posse do pai

Enquanto Fabrício Queiroz habita os pesadelos da família do presidente eleito, seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) evitaram os microfones.

A dupla chegou ao Congresso para a cerimônia de posse do pai, nessa terça-feira, e não parou para falar com os jornalistas.

Ambos cruzaram o Salão Verde da Câmara em silêncio.

(Veja Online)

Bolsonaro dedicará boa parte desta manhã de quarta-feira à política externa

O presidente Jair Bolsonaro terá um dia bastante intenso hoje (2), pois há compromissos começando às 9h e seguindo até o final da tarde. Inicialmente, ele vai se dedicar à política externa, com reuniões com presidentes, chanceleres e representantes de governos estrangeiro. Em dois momentos, ele participa de cerimônias de transmissão de cargo de cinco ministros.

Às 10h, Bolsonaro se reúne com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em seguida, a conversa será com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.

Depois, ele se reúne com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, e o vice-presidente do Parlamento da China, Ji Bingxuan.

O presidente participa da cerimônia de transmissão do cargo dos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência), general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e general Augusto Heleno (Segurança Institucional).

No final do dia, Bolsonaro também deve comparecer à solenidade de transmissão do cargo do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo.

(Agência Brasil)

Expectativa é de economia liberal na Era Bolsonaro, dizem especialistas

O governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL), deve conduzir uma agenda econômica com ações para reduzir despesas governamentais e estimular o crescimento. Deverá dar atenção a demandas “conservadoras” de aliados e eleitores, mas agirá com pragmatismo político para que suas propostas sejam aprovadas no Legislativo e obtenha bons resultados.

A avaliação é de intelectuais ouvidos pela Agência Brasil. O sociólogo Simon Schwartzman, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1994-1998), diz que na área macroeconômica as prioridades estão bem definidas: “Reforma da Previdência, medidas para redução do déficit público, abertura da economia”.

Para Antônio José Barbosa, professor de História Contemporânea da Universidade de Brasília (UnB), o novo governo, sob o ponto de vista político e econômico, será “liberal”, disse ao lembrar da promessa de Bolsonaro “em cumprir a Constituição Federal” e da decisão de escolher Paulo Guedes, “com carta branca”, para o Ministério da Economia.

Prioridades

Para Barbosa, o novo presidente fará “acenos” ao eleitorado conservador preocupado com os “costumes”, mas deverá dar prioridade à economia. “Ele é inteligente e sabe que o ponto central é a economia que criar milhões de empregos.”

O historiador analisa que, assim como Bolsonaro, os ministros serão pragmáticos. “O novo ministro da Educação [Ricardo Vélez Rodríguez] rapidamente vai compreender que a realidade é muito mais ampla”, disse.

Simon Schwartzman espera que, para melhorar a formação escolar e aumentar a produtividade da força de trabalho qualificada, o novo governo avance “na implementação da reforma do ensino médio e na melhoria da qualidade da educação básica, aperfeiçoando a implementando a Base Nacional Curricular Comum e apoiando e ampliando as experiências bem-sucedidas de educação pública de qualidade”.

Modelo Novo

A adoção de medidas econômicas, da pauta social, como educação, e a “agenda de costumes”, a serem propostas pelo novo governo, vai depender do relacionamento com o Congresso Nacional, onde ainda não dispõe de maioria para aprovar reformas constitucionais (3/5 de votos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, em votações em dois turnos).

O cientista político Lúcio Rennó, da UnB, autor de estudo sobre o reposicionamento conservador dos brasileiros nas eleições de outubro deste ano, destaca a força que as lideranças partidárias têm na Câmara e no Senado.

“Questões transversais não têm como não ser negociadas sem essas lideranças”, ponderou. Ele lembra que as regras de funcionamento do Congresso nas últimas eleições “fortalecem os partidos”, por isso “suas estruturas institucionais não poderão ser ignoradas”.

Para o especialista, é possível que o novo governo adote uma forma inédita de relacionamento com as lideranças partidárias. Em substituição à política baseada em troca de apoio, por meio de cargos e recursos do Orçamento, o Palácio do Planalto orientaria as negociações para que avancem com a maior participação das lideranças, também responsáveis pela concepção e elaboração das propostas. “Essa construção conjunta seria um modelo novo.”

(Agência Brasil)

Bolsonaro assume a presidência sob forte esquema de segurança

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Jair Messias Bolsonaro, de 63 anos, toma posse nesta terça-feira, 1º, em Brasília, como o 38º presidente da República do Brasil. Eleito em outubro com 57 milhões de votos, após sobreviver a um atentado ainda durante o primeiro turno da campanha, o deputado federal e capitão reformado do Exército assumirá o cargo sob o mais forte esquema de segurança já visto em uma troca de guarda do Palácio do Planalto, diante de um público que pode variar de 250.000 a 500.000 pessoas.

Mais de 10.000 agentes, incluindo Forças Armadas, polícias e setor inteligência, atuarão na posse. A parte ostensiva da segurança terá cerca de 4.600 homens do Exército, 200 da Marinha, 200 da Aeronáutica, 4.700 policiais militares, incluindo cavalaria e cães farejadores, e os 46 policiais federais que não sairão de perto de Bolsonaro. Outros 300 policiais civis do Distrito Federal e agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estarão infiltrados em meio à multidão. No teto do Planalto, ficarão posicionados atiradores de elite.

A partir das 12h, duas horas antes do início da cerimônia, o espaço aéreo da capital será fechado em um raio de 7,4 quilômetros em torno da Esplanada dos Ministérios. Caças da Aeronáutica e bases de lançamento de mísseis teleguiados têm ordens para derrubar qualquer aeronave que ultrapassar o limite na região – exceção feita a um helicóptero e um drone autorizados.

(Veja Online/Foto- Agência Brasil)

Luizianne passa o réveillon na vigília pró-Lula Livre em Curitiba

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Quem passou o Réveillon numa vigília pró-Lula Livre, em Curitiba (PR), foi a deputada federal reeleita Luizianne Lins (PT).

Ela estava com um grupo de políticos e correligionários que prometem: 2019 será o ano da resistência e da luta para que o ex-presidente, réu na Lava Jato, seja libertado.

O petista está preso na carceragem da PF curitibana desde abril de 2018.

Bolsonaro terá que definir valor do novo salário mínimo

 

O presidente Michel Temer deixou para o sucessor, Jair Bolsonaro, definir a nova política para o salário mínimo. A regra atual para cálculo perde validade amanhã (1). O valor atual do salário mínimo é de R$ 954.

No Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2019, o valor fixado para o mínimo a partir de 2019 é de R$ 1006. Porém, é necessário confirmar o valor e definir também as regras que vão vigorar para os próximos reajustes.

Tradicionalmente, o decreto é editado nos últimos dias do mês de dezembro. A Agência Brasil apurou que Michel Temer não irá assinar mais nenhum ato que envolva impactos futuros.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. Bolsonaro tem até o dia 15 de abril para decidir se mantém a regra ou se muda.

Pela regra atual, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento informaram que o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%. O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, têm valores diferenciados para o salário mínimo, acima do piso nacional.

(Agência Brasil)

Ex-deputado tucano articula para ocupar espaços na Era Bolsonaro

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Mesmo tendo perdido a reeleição, o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB) deve ser aproveitado em algum cargo na Era Bolsonaro. Ele, nos últimos dias deste 2018, esteve em Brasília articulando junto a setores do futuro governo.

Por enquanto, Gomes de Matos evita falar no assunto, mas ele marcou posição firme em defesa de estatais como o Dnocs e projetos prioritários para o Nordeste como a Ferrovia Transnordestina.

(Foto – Agência Câmara)

Que tal falarmos de cidadania e voluntarismo neste último dia de 2018?

Com o título “Cidadania e voluntarismo”, eis artigo de Rui Martinho Rodrigues, historiador. Um tema dos mais interessantes e que merece reflexões neste último dia do ano. Confira: 

Eric Hobsbawm apresentou uma periodização da História, identificando um era dos impérios, das revoluções e outras mais. Hoje temos a Era das Manifestações. Desde 2013 mais de oitenta países viveram grandes manifestações. Não são arrebanhadas por vaqueiros da boiada cidadã, profissionais de reivindicações a serviços de partidos, diferentes dos rebanhos que dominaram as ruas no século XX. Motivações difusas, falta de liderança, presença de postulações contraditórias equivalem a uma certidão de autenticidade e espontaneidade. Mais democráticas e menos poderosas, é o que elas são. Ainda assim, destituíram governos e impuseram políticas em muitos países.

Na Grécia, as manifestações do novo tipo afastaram um governo por recusar a dureza de um ajuste fiscal. O sucessor, que fora crítico do “ajuste perverso”, teve que adotar medidas de austeridade ainda mais duras do que pretendia o antecessor. Na Argentina, as manifestações à moda antiga, desde do tempo de Peron (1895 – 1974) impõem decisões aos governos, levando o país ao suicídio econômico.

O voluntarismo é imune ao pensamento lógico. Abriga interesses corporativistas e paixões políticas. Tem as limitações do saber que é obstáculo epistemológico, no dizer de Gaston Bachelard (1884 – 1962). A crise do distributivismo fiscal evidenciou os limites do voluntarismo. Mas a imunização cognitiva é indiferente ao óbvio. O Estado provedor é oneroso para os países desenvolvidos, com alta produtividade e com a maioria da população próspera financiando um Estado rico, capaz de arcar com mais custos. Ainda assim a crise fiscal chegou na velha Europa.

Nós temos uma minoria próspera e uma maioria carente. A assistência aos carentes é muito mais pesada no Brasil. Temos produtividade baixa e estagnada. Pensamos em colher, não em plantar. Nosso investimento produtivo é baixo. As despesas públicas crescem automaticamente por lei. A imunização cognitiva fixou a ideia do Estado provedor. A reserva do possível é esquecida.

Rui Martinho Rodrigues

rui.martinho@terra.com.br

Historiador.

Jair Bolsonaro convida Mauro Benevides, a quem trata de “Meu tenente”, para sua posse

O ex-senador Mauro Benevides, que já presidiu o Congresso Nacional, está entre convidados vips do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Ele, aliás, trata o ex-parlamentar cearense na intimidade de “Meu tenente”.

Além de Mauro, outros cearenses como o presidente nacional da Abih, Manuel Cardoso Linhares, o deputado federal eleito Capitão Wagnr (PROS) e o presidente estadual do PSL, Heitor Freire, com suas esposas, prestigiarão atos da posse e, em especial, o baile a ser oferecido aos convidados por Bolsonaro.

(Foto – Agência Câmara)

Bolsonaro prepara discurso da posse, diz irmão

Na véspera da posse, o presidente eleito Jair Bolsonaro prepara seu discurso para amanhã. Ele deve falar em dois momentos distintos – primeiro, no Congresso Nacional, durante a solenidade de posse, e depois, no parlatório no Palácio do Planalto. No parlatório, tradicionalmente é um pronunciamento mais curto.

A informação é do irmão de Bolsonaro, Renato, que está hospedado na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília, com parentes desde ontem (30).

“Ele está preparando seu discurso. Nós não interferimos. É um ambiente familiar”, afirmou Renato hoje (31), ao deixar a área de segurança da residência para cumprimentar populares que se aglomeram desde cedo no local.

Renato, que veio de Miracatu (SP), afirmou que todos os familiares estão na casa, inclusive, a mãe de Bolsonaro, Olinda, de 91 anos. A família do presidente eleito é de Eldorado e da região do Vale da Ribeira.

“Toda minha família está lá. Está normal. É um ambiente familiar como na casa de vocês. Não falamos nada de política”, afirmou.

A família deve passar a virada do ano no local. Bolsonaro não tem compromissos oficiais e deve aproveitar o dia de hoje para descansar e se preparar para as cerimônias de amanhã (1º) que começam por volta das 14h e só devem terminar depois das 21h.

(Agência Brasil)

Fortaleza terá segundo maior Réveillon do País

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta segunda-feira:

O Réveillon do Aterro da Praia de Iracema será aberto, nesta segunda-feira, a partir das 18 horas, seguindo uma tradição: sem discursos e com muita, muita música tocada por bandas locais. Mas o prefeito Roberto Cláudio (PDT) ali vai estar recebendo alguns convidados em área reservada por patrocinadores da festa como a Ambev.

A imprensa de todo o País também acompanhará o evento que se constitui hoje como o segundo maior do gênero do País, perdendo apenas em presença de público para o Rio de Janeiro.

Nesta edição, no entanto, com maior peso em matéria de atrações nacionais. Claro que depois de toda a animação, com saldo para a economia local e turbinada no turismo, nada como uma boa prestação de contas. O contribuinte, feliz, agradecerá.

(Foto – Arquivo)

Aeroporto de Aracati recebe certificação operacional da Anac

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O Aeroporto de Aracati, situado no Litoral Leste cearense, já está apto a receber voos comerciais. A certificação que autoriza esse tipo de operação foi assinada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na última sexta-feira (28), informa o gerente de aeroportos do Departamento Estadual de Rodovias (DER), coronel Paulo Edson. A a portaria será publicada até esta segunda-feira, 31, no Diário Oficial da União.

O documento é emitido após o operador aeroportuário prover os requisitos de infraestrutura e segurança exigidos pela ANAC para operação de voos no local. “No conjunto da certificação está a operação de voos por instrumentos – IFR, o que garante a operação de pouso e decolagem de aeronaves em condições de tempo e visibilidade desfavoráveis. Era o que faltava para o Aeroporto de Aracati começar a receber voos domésticos comerciais”, destaca Paulo Edson.

Azul

A empresa Azul informou que, a partir de fevereiro de 2019, iniciará a operação com três frequências semanais, saindo do Recife para Aracati, com escala em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Com a operação comercial, o Aeroporto de Aracati vai proporcionar uma nova dinâmica ao turismo do Litoral Leste do Estado, dando apoio aos empreendimentos turísticos que se instalam na região, especialmente nos municípios de Beberibe, Icapuí, Fortim e Aracati.

Fac-símile do D.O.U.

(Foto – DER)

Renan Calheiros ganha apoio de Serra contra Tasso

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O candidato a presidente do Senado pelo MDB, Renan Calheiros, está ganhando um importante eleitor. Só que dentro do PSDB de Tasso Jereissati, que já entrou no páreo contra as pretensões do emedebista: o paulista José Serra.

Num passado recente, FHC disputou a reeleição quando Tasso estava com seu nome acertado para sair candidato. A paulistada, com José Serra e outros, barrou essa pretensão.

Conseguirá Serra esse novo tento agora?

(Com Veja Online/Foto -Sergio Lima, do Poder 360)

Novos ministros tomam posse no dia 2 de janeiro

Um dia depois da cerimônia de posse de Jair Bolsonaro para a Presidência da República, os 22 nomes confirmados para o primeiro escalão do futuro governo assumirão, em diferentes horários, o comando das pastas que comporão a Esplanada dos Ministérios a partir de 2019.

Nomes que dividirão os andares do Palácio do Planalto, mantendo relações mais diretas com o futuro presidente, serão os primeiros a ocupar postos. As primeiras transmissões de cargos marcadas para as 9h serão, conjuntamente, dos novos ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, da Secretaria de Governo, General Santos Cruz, e da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

Sergio Moro assumirá a Justiça e Segurança Pública também pela manhã. A pasta comandada pelo ex-juiz federal abarcará atribuições de áreas que, atualmente, estão distribuídas em outros Ministérios como o de Segurança Pública e Trabalho (registros sindicais).

Ainda pela manhã, Marcos Pontes recebe o bastão das áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação e do atual Ministério das Comunicações na Esplanada e o Almirante Bento Costa e Lima, o de Minas e Energia.

A primeira mulher confirmada para o primeiro escalão de Bolsonaro, atual deputada Tereza Cristina, assume a Agricultura. Depois de um pronunciamento, a nova ministra já empossa os secretários da pasta.

No período da tarde, ocorrem as transmissões de cargo de ministro da Cidadania e Ação Social para Osmar Terra e da Saúde para Luiz Mandetta.

Três dos atuais ministros do governo Temer repassam suas atribuições a Paulo Guedes às 15h. O futuro Ministério da Economia abarcará funções que hoje são divididas entre Eduardo Guardia (Fazenda), Esteves Colnago (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão) e Marcos Jorge (Indústria, Comércio Exterior e Serviços).

A partir das 16h, assumem ainda Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), General Fernando Azevedo (Defesa), Ricardo Vélez Rodriguez (Educação), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

No fim do dia, o diplomata Ernesto Araújo toma posse na sede do Ministério de Relações Exteriores, em solenidade marcara para as 18h.

Com a manutenção de Wagner Rosário no comando da Controladoria-Geral da União, não haverá solenidade neste caso. Ainda há definições de horários em aberto, como é o caso das pastas do Meio Ambiente, a ser ocupada por Ricardo Salles, e do Desenvolvimento Regional, que terá o atual secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, Gustavo Canuto, como ministro. Canuto administrará funções que hoje estão divididas entre os ministérios das Cidades e da Integração Nacional.

(Agência Brasil)

Juíza libera acesso a advogados de Dilma a todo inquérito que deu origem à Operação Lava Jato

Substituta de Sergio Moro  à frente dos processos da Lava Jato, a juíza federal Gabriela Hardt liberou à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) acesso ao inquérito que deu origem à operação, cuja primeira fase foi deflagrada em 14 de março de 2014. A informação é do Portal Uol.

A defesa da petista havia solicitado “acesso a todo conteúdo” do inquérito, pois seria alvo da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, seu ex-ministro da Casa Civil.

Em manifestação, o Ministério Público Federal foi contrário, alegando que a defesa se baseava “exclusivamente em informações publicadas na imprensa e que negativa de acesso também teria por nalidade preservar a ecácia de eventuais investigações ou diligências em curso”.

Ao decidir, Gabriela Hardt armou que não via “com facilidade de que maneira o acesso aos autos pela Defesa de Dilma Vana Rousseff poderia prejudicar investigações sigilosas em curso”. Segundo a magistrada, o acesso da defesa ao inquérito inicial não permitiria “acesso a investigações sigilosas, a processos nos quais tramitam acordos de colaboração ou leniência e nem a processos nos quais há medidas cautelares e coercitivas pendentes”.

A juíza observou que Dilma foi responsável pela indicação política de investigados ou condenados no âmbito da Lava Jato, como a do ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine, e dos ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega. Dilma também presidiu o Conselho de Administração da Petrobras enquanto foi ministra de Minas e Energia do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também condenado na Lava Jato. “Sem qualquer juízo de valor, é visível que há uma certa proximidade de Dilma Vana
Rousseff aos fatos investigados perante este juízo.”

A juíza ainda anotou que mesmo Dilma não sendo “diretamente investigada nos presentes autos, considerando que se trata de inquérito-mãe da Operação Lava Jato, que tramita com sigilo baixíssimo, reputo razoável franquear acesso a sua defesa”.

(Foto – Agência Brasil)

Troféu Mário Lago vai para seis artistas consagrados

Aracy Balabanian e Milton Gonçalves

Nada de um Trofú Mário Lago só par um artista. Neste domingo, o Programa Dmingão do Faustão surpreenderá seis artistas. Receberão a homenagem Aracy Balabanian, Arlete Salles, Ary Fontoura, Francisco Cuoco, Milton Gonçalves e Nicette Bruno

O programa encerrará este ano reconhecendo o trabalho dos veteranos, cujas trajetórias ajudam a contar a própria história da televisão no Brasil.

Na 18ª edição do Troféu Mário Lago, o público tem a chance de conhecer um pouco mais da vida profissional e pessoal deles. A expectativa é de muita emoção, pois, também, no quesito entrega outra novidade: Glória Menezes, Laura Cardoso, Lima Duarte e Tarcísio Meira vão estar no palco para esse ato.

(Com Agências/Foto – Divulgação)

Réveillon de Fortaleza – Xand Avião fará a contagem regressiva na festa do Aterro da Praia de Iracema

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Caberá a Xand Avião o ato principal da festa de Réveillon do Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza: ele fará a contagem regressiva para a entrada do Ano Novo, ao lado do prefeito Roberto Cláudio e de outras autoridades e artistas. A informação é da assessoria de comunicação do Paço Municipal.

Xandy é uma das principais atrações do evento que espera reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas.

Além de Xand, estão na programação artistas omo Cláudia Leite, Alcione, Waldonys, Marília Mendonça, Jorge Vercillo, Ednardo e Marília Mendonça.

(Foto – Divulgação)