Blog do Eliomar

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Dilma nega reforma ministerial

A presidente Dilma Rousseff negou nesse sábado (6) a intenção de fazer uma reforma ministerial. Em nota oficial, a presidente reafirmou que espera dos ministros empenho nos cinco pactos firmados com governadores e prefeitos.

“O que espero de meus ministros é empenho nos cinco pactos firmados com os governadores e prefeitos de capital: responsabilidade fiscal para garantir a estabilidade da economia e o controle da inflação; reforma política com plebiscito; melhoria profunda nos serviços públicos de saúde; pacto nacional da mobilidade urbana que permita um salto de qualidade no transporte público; e destinação dos royalties do petróleo para educação.

Dilma destaca ainda que dos ministros quer “determinação para manter o Brasil no caminho do crescimento, da inclusão social, da geração de emprego e renda e da estabilidade econômica”.

A presidente se reuniu com os ministros Aloizio Mercadante (Educação), José Eduardo Cardozo (Justiça), Fernando Pimentel (Indústria e Comércio) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil) no Palácio da Alvorada. O assunto da reunião não foi divulgado.

(Agência Brasil)

Transporte público ruim afeta a saúde, educação e cultura da população, dizem especialistas

mobilidade urbana

Os efeitos negativos de um transporte público caro e de má qualidade não estão restritos à questão da mobilidade urbana. Prejudicam também outras áreas vitais para a vida do cidadão, como saúde, educação, finanças e cultura. Especialistas e integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) consultados pela Agência Brasil avaliam que a mobilidade urbana está diretamente relacionada à qualidade de vida, além de ser um dos maiores causadores de estresse da vida das pessoas.

“É um trauma para todo mundo. Principalmente para quem fica em pé, duas horas, crucificado, com alguém tentando pegar bolsa, apalpar. Não é à toa que as pessoas estão preferindo usar motocicletas, mesmo que isso represente risco a própria integridade física por causa dos acidentes, e não é à toa que essas manifestações conseguiram tantas adesões”, disse à Agência Brasil o doutor em Políticas de Transporte pela Universidade Dortmund, na Alemanha e professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília (UnB), Joaquim Aragão.

As manifestações citadas pelo especialista foram iniciadas pelo MPL em São Paulo. O movimento tem, como um de seus interlocutores, o professor de História Lucas Monteiro. “Defendemos Tarifa Zero porque, além de ser a única forma de as pessoas terem acesso à cidade, o transporte público beneficia áreas vitais como saúde e educação. Por isso já imaginávamos que nossa luta se espalharia pelo país, mas não que iria alcançar a dimensão que alcançou”, disse à Agência Brasil.

De acordo com o representante do MPL, o incentivo ao uso de transportes individuais causa também problemas como aumento da poluição e do número de atropelamentos, o que resulta em mais gastos e problemas para a saúde pública. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2010, 42.844 pessoas morreram nas estradas e ruas do país. Deste total, 10.820 acidentes envolveram motos. No mesmo ano, o gasto total do Sistema Único de Saúde (SUS) com acidentes de trânsito foi R$ 187 milhões. Só com internação de motociclistas foram gastos R$ 85,5 milhões.

Além disso, acrescenta Monteiro, diversos tratamentos de saúde deixam de ser feitos porque os pacientes não têm condições de pagar pelo deslocamento. E o problema relacionado à falta de condições para custear os transportes também afeta o direto e a qualidade da educação.

“Frequentei muitas escolas públicas. É comum alunos faltarem aulas por não terem dinheiro para ir à escola. Além do mais, direito à educação não está restrito a apenas ir à escola ou ao banco escolar. Os estudantes precisam ter acesso à cultura, a visitar museus. E, sem circular, não há como ter acesso a isso. A grande maioria não vai ao centro da cidade, museus, centros culturais para complementar sua formação”, disse Monteiro.

Segundo Aragão, dificuldades para mobilidade urbana afetam diretamente o rendimento escolar de jovens e crianças, que ficam cansados e com o sono sacrificado. “É um fator a mais a prejudicar o rendimento, além da qualidade de instalações do ensino público. Da mesma forma, afeta também a evasão escolar, a formação de profissionais e a produtividade do país”, disse o especialista.

“A mobilidade bloqueia inclusive a vida social do cidadão de baixa renda, que fica sem acesso a entretenimento, cultura e lazer. Estes são privilégios das pessoas motorizadas. Uma família de quatro pessoas que queira se deslocar da periferia até um parque no centro da cidade gastará R$24, caso a passagem unitária custe R$3. Para quem recebe salário mínimo, isso é impossível”, disse.

Arquiteto, urbanista e especialista em transporte público, Jaime Lerner diz que por trás das manifestações iniciadas pelo MPL está o descrédito nas políticas públicas e a falta de respostas à sociedade, sobre os diversos serviços públicos prestados a ela. “E tudo fica mais fácil em todas as áreas quando se tem um bom transporte público”, disse o ex-prefeito de Curitiba (PR).

Muitas das mobilidades anunciadas sequer estudaram a própria cidade, avalia Lerner. Segundo ele, é importante entender a cidade como um sistema de estrutura de vida, trabalho, movimento e mobilidade. No fundo, acrescenta, falta decisão política, e, em geral, essas decisões são voltadas para soluções mais caras.

“O Brasil é rápido em fazer coisa errada e demora em fazer a coisa certa”, disse. “Sustentabilidade é equação entre o que você poupa e o que você desperdiça. Portanto, se tiver de se deslocar por distâncias cada vez maiores, é óbvio que a coisa não vai funcionar”.

(Agência Brasil)

Matrículas para o Sisu terminam na terça-feira

Termina na próxima terça-feira (9) o prazo de matrícula para os estudantes que foram selecionados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os estudantes devem ficar atentos ao local e horário marcado pelas instituições que fizeram a convocação. Se perder esse prazo, os alunos que foram selecionados pela nota que obtiveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), perdem também a vaga.

As informações sobre a seleção da segunda chamada foram divulgadas no último dia 1º e podem ser conferidas no site do programa. Essa é a segunda edição do ano do Sisu. Mais de 788 mil pessoas se inscreveram para disputar vagas em uma das 54 instituições públicas de ensino superior integradas ao sistema.

Foram oferecidas 39,7 mil vagas em 1.179 cursos. As matrículas de candidatos selecionados na primeira chamada terminou no dia 25 de julho. Os estudantes puderam fazer até duas opções de curso, por isso, o número de inscrições superou 1,5 milhão. Mais de 653 mil inscrições foram feitas no Nordeste, o que corresponde a 42,7% do total. A segunda região com o maior volume de inscrições foi o Sudeste, com 628,7 mil registros (41,2%).

Os estudantes que não forem convocados em nenhuma das chamadas podem entrar na lista de espera até o dia 12 de julho. O candidato deve acessar o site do Sisu e, no boletim, clicar no botão que confirma o interesse em participar da lista de espera. As convocações da lista de espera começam no dia 17, caso haja vaga não preenchida.

(Agência Brasil)

Comissão de Defesa do Consumidor pede investigação sobre a Anatel

A Comissão de Defesa do Consumidor pediu que o Tribunal de Contas da União (TCU) realize auditoria operacional sobre os procedimentos de regulamentação e fiscalização adotados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto aos serviços de telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.

Os deputados querem saber se as regras em vigor são capazes de assegurar níveis mínimos de excelência na oferta dos serviços; e se a Anatel tem sido capaz de se antecipar às demandas por mudanças nessas regras e propor aperfeiçoamentos aos regulamentos, contratos de concessão e termos de autorização em vigor.

A proposta de fiscalização e controle (PFC 96/12) foi feita pelo deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) e acatada pelo relator, deputado Augusto Coutinho (DEM-PE). “O agravamento da situação da já caótica prestação dos serviços de telecomunicações teria levado a Anatel a reconhecer a incapacidade das operadoras em ampliar a base instalada de assinantes, o que revelaria aspectos preocupantes no ambiente regulatório do setor”, explicou Coutinho

(Agência Câmara Notícias)

Mantida liminar que suspendeu proibição de cigarros aromatizados

O presidente em exercício do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Gilson Dipp, manteve liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que suspendeu os efeitos dos artigos 6º e 7º da Resolução 14/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A resolução dispõe sobre os limites máximos de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono nos cigarros, e restringe o uso de aditivos nos produtos derivados do tabaco. O artigo 6º da resolução proíbe a importação e comercialização de cigarros com sabores e aromas produzidos por aditivos acrescentados ao fumo.

A Anvisa recorreu ao STJ sustentando que a manutenção da liminar acarretaria lesão à ordem pública, já que a administração pública ficaria impossibilitada de assegurar o direito fundamental à saúde. Alegou ainda que a Lei 9.782/99 estabelece e legitima as atribuições da autarquia para regulamentar os produtos que envolvem risco à saúde pública, entre eles o cigarro.

(STJ)

CAS pode votar férias parceladas para menores de 18 e maiores de 50 anos

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) pode votar em decisão terminativa, na quarta-feira (10), projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS), que altera o artigo 134 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para garantir o parcelamento das férias anuais aos menores de 18 e aos maiores de 50 anos, o que atualmente é proibido. O projeto (PLS 62/2005) estabelece que, como autorizado aos demais trabalhadores, esses também terão direito a férias fracionadas em dois períodos.

O relator da matéria na CAS, senador Armando Monteiro (PTB-PE), apresentou voto favorável ao projeto, na forma de substitutivo. Ele rejeitou o PLS 286/2007, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que tramita em conjunto e propõe a concessão de férias proporcionais aos empregados que tenham sido contratados há, pelo menos, seis meses.

Em relação a esse ponto adicional, Armando Monteiro enfatiza que “não há precedente legislativo autorizando o gozo de férias antes de o empregado ter completado o período aquisitivo, que é de um ano”, mas prevê uma concessão mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho, em caráter excepcional.

Já para defender o fracionamento do período de férias anuais para menores de 18 anos e maiores de 50, o relator argumentou que a rigidez na legislação, que vedava o direito a esses trabalhadores, se baseou na idade com que as pessoas começavam a trabalhar e à expectativa de vida, na época da edição da lei.

A flexibilização da norma trabalhista tem em vista a adequação à realidade presente e, acrescenta o relatório, “observa o princípio de proteção ao trabalhador e torna seus efeitos menos onerosos para o patrão, sem ocasionar prejuízos ou impor excessivos sacrifícios aos trabalhadores menores de 18 e maiores de 50 anos”.

(Agência Senado)

Projeto Eleições Limpas tem mais de 53 mil assinaturas

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O projeto de iniciativa popular Eleições Limpas, elaborado pelo Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE) – o mesmo que idealizou a Lei da Ficha Limpa – recolheu mais de 53 mil assinaturas até essa sexta-feira (5). O cálculo considera apenas as assinaturas virtuais, sem levar em conta as que foram recolhidas em papel. Para que a proposta seja oficialmente apresentada ao Congresso Nacional e comece a tramitar é preciso do apoio de 1% do eleitorado, ou 1,6 milhão de pessoas.

O projeto propõe acabar com o financiamento feito por empresas privadas e coloca um limite de R$ 700 para doações de pessoas físicas aos candidatos. A decisão de incluir as medidas no projeto decorreu da constatação de que apenas três setores da economia fazem doações de forma significativa: as empreiteiras, os bancos e as mineradoras. “É uma pequena fração do empresariado que tem interesses imediatos na ação do Congresso Nacional. Pesquisa da Universidade do Texas mostra que para cada real investido nas campanhas [pelas empresas] houve um retorno da ordem de R$ 8,5. Não se trata de doar, mas de adiantar um dinheiro que voltará na forma de dinheiro público”, explicou o coordenador do MCCE Márlon Reis.

De acordo com o MCCE, dos 513 deputados atualmente eleitos, 369 foram os que tiveram as campanhas mais caras. “Não há igualdade de disputa entre aqueles que dispõem dos milhões das empreiteiras, dos bancos e das mineradoras e os outros, que não têm acesso a esses recursos. É desigual e o resultado são eleições dirigidas economicamente”, disse Reis.

(Agência Brasil)

Restrição à venda de cigarros volta à pauta da CAS

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) pode votar, em reunião na quarta-feira (10), projeto do senador Paulo Davim (PV-RN) que restringe os pontos de vendas de cigarros (PLS 139/2012). A proposição proíbe a comercialização de tabaco e produtos derivados em postos de gasolina, supermercados, estabelecimentos de venda ou consumo de alimentos, lojas de conveniência e bancas de jornal.

Na justificação da matéria, Davim lembra que o tabaco está associado ao crescimento de diversas doenças crônicas, responsáveis pela maior parte das mortes de brasileiros atualmente. Ele também ressalta o impacto da publicidade nos pontos de venda sobre crianças e adolescentes.

“Restringir os locais onde se pode comprar cigarro constitui não apenas a imposição de maiores dificuldades para o consumo, mas também uma estratégia efetiva para reduzir sua promoção e contribuir para o controle do tabaquismo em nosso país”, conclui.

O relator da matéria na CAS, senador José Pimentel (PT-CE), deu voto favorável à aprovação da matéria.

Em debate na CAS, no dia 14 de maio, representantes de entidades médicas e antitabagistas apoiaram as medidas restritivas. Luiz Carlos Correa da Silva, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) disse que, se as pessoas parassem de fumar, a incidência de câncer de pulmão e enfisema pulmonar cairia 90%.

O secretário executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Carlos Fernando Galant, ressaltou, porém, o impacto econômico e social na medida, inclusive na arrecadação tributária. Ele alegou, ainda, que a restrição incentivaria o contrabando.

Depois da CAS, a matéria será examinada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde receberá decisão terminativa.

(Agência Senado)

Banco Central não consegue segurar dólar, que fecha em alta de 0,09%

A intervenção do Banco Central (BC), que vendeu US$ 1,934 bilhão no mercado futuro, não conseguiu segurar a moeda norte-americana. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (5) vendido a R$ 2,2595, com alta de 0,09%. O câmbio fechou a semana com aumento de 1,25%. No ano, o dólar acumula alta de 10,51%.

O aumento do dólar, no entanto, poderia ter sido maior. Por volta das 11h40, a moeda norte-americana chegou a subir para R$ 2,2675, o valor mais alto do dia. A cotação oscilou bastante nas horas seguintes até cair para R$ 2,2520 por volta das 16h, subindo novamente até encerrar praticamente estável em relação ao fechamento de ontem (4). A mínima do dia foi registrada por volta das 9h30, quando o dólar chegou a R$ 2,2484.

Além de vender dólares no mercado futuro, por meio dos leilões de swap cambial tradicional, o BC tomou medidas para segurar a alta da moeda norte-americana. Na quarta-feira (3), a autoridade monetária eliminou as restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados.

Antes, os exportadores que quisessem antecipar o recebimento das receitas com as vendas para o exterior poderiam pegar empréstimos de até cinco anos. O BC derrubou esse limite, permitindo que financiamentos de prazos mais longos sejam concedidos. A medida aumenta a oferta de dólares no mercado, empurrando a cotação para baixo.

(Agência Brasil)

Dilma reúne bancada do PT e reforça apoio para fazer reformas

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Dilma, com a bancada, posa ao lado do líder do PT, José Guimarães.

Em reunião com a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (5), a coordenação da Bancada do PT na Câmara reafirmou o apoio incondicional ao pacto proposto pela chefe de Estado para o enfrentamento de problemas do País, entre eles o plebiscito para a reforma política. A presidenta ressaltou, na reunião, o  compromisso com o combate à inflação e com o rigor fiscal.

Dilma apresentou dois pedidos aos parlamentares petistas, de acordo com o líder da Bancada, José Guimarães (CE): recompor a base e garantir a governabilidade, não aprovando projetos que comprometam o rigor fiscal que o momento impõe e manter um diálogo permanente com a sociedade. “Não podemos votar tudo aquilo que possa sinalizar um desequilíbrio fiscal do País”.

Segundo o líder, é necessário “afinar a viola” com toda a base,  para a votação de matérias de interesse estratégico, mas também para evitar outras que possam comprometer as contas públicas. “A presidente pediu apoio para nós ajudarmos na recomposição da base, principalmente, no diálogo com o PMDB”, resumiu Guimarães.

Sociedade – Na avaliação do líder, foi inaugurado “um novo tempo” na relação da Bancada com a presidenta da República. Uma ação definida é que haverá, periodicamente, reuniões da coordenação do partido na Câmara com ministros do PT, para tratar tanto da agenda política como da implementação de ações que cheguem até à sociedade.

Conforme relatou Guimarães, o pacto proposto pela presidenta visa a transformar radicalmente  o cenário no país, aprofundando as ações iniciadas no governo Lula e que tiveram continuidade no governo atual.  “Nesses dez anos tivemos avanços extraordinários em termos de desenvolvimento econômico com justiça social, e vamos avançar mais”, destacou o líder do PT.

Na reunião, falou-se sobre a necessidade de o governo federal divulgar de forma profissional  as conquistas do último decênio. O endividamento público, por exemplo, em 2002, último ano do governo tucano de FHC, correspondia a quase 60% do Produto Interno Bruto (PIB) (soma das riquezas produzidas no País)  e hoje é de 34%.  “Vamos dar um salto a partir de agora , sob a liderança de Dilma, que é o que a sociedade quer- melhor serviços público em todas as áreas”, disse o líder.

Combustível – As bandeiras levantadas recentemente por multidões que foram às ruas em cidades de todo o País, na expressão de Guimarães, são “combustível”  para a presidenta e para o PT darem impulso e aprofundar uma série de políticas públicas que têm transformado positivamente o Brasil.

“Expressamos à presidenta que o PT não tem medo das ruas, pois é um partido de origem popular e que surgiu das ruas. Temos de defender o legado do governo Lula e o que tem sido feito pelo governo atual. E é o que vamos fazer”, disse o líder do PT. Ele admitiu que a popularidade de Dilma caiu nas últimas semanas, mas caiu junto com a “de todos, como a de governadores, por exemplo”.

(Com Agências/Foto – Roberto Stuckert Filho)

Ciro diz que Petrobras é "caixa preta" e teme "cheiro de enrolação" com refinaria

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“O ex-ministro Ciro Gomes (PSB-CE) subiu o tom contra a Petrobras ao criticar os atrasos do início das obras de construção da Refinaria Premium II, no Estado do Ceará. Ciro disse sentir “cheiro de enrolação” e que a estatal é uma “caixa preta”. A saraivada verbal de Ciro Gomes foi proferida durante um encontro promovido pela Assembleia Legislativa do Ceará, em Camocim, no litoral Oeste do Estado, com o objetivo de mobilizar a sociedade em torno do projeto.

A briga pela implantação da refinaria é antiga. O empreendimento foi prometido ao Ceará ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reiterado pela sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff (PT). Apesar disto, a obra ainda não foi iniciada. “A Petrobras é uma caixa preta. Eu estou sentindo o cheiro da enrolação nessa história. Nós temos que lutar, porque se depender da Petrobras a Refinaria não virá para o Ceará”, afirmou o ex-ministro.

“Há uma promessa repetida, faz parte do acordo que deu ao Lula e à Dilma 80% da boa vontade do povo cearense. Nós confiamos que essa palavra empenhada e repetida será cumprida. Mas temos que lutar, porque se depender da Petrobras ela acaba nos enrolando de novo”, complementou.

O governador Cid Gomes e o vice Domingos Filho encontram-se em missões empresariais no exterior, onde tentam adquirir equipamentos destinados a ampliar o sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Fortaleza. Cid pretendia, ainda, estender sua viagem à Coréia do Sul para encontrar os diretores da GS Energy, que assinou um protocolo de intenções para desenvolver os estudos da refinaria de forma conjunta com a Petrobras.”

(Site 247 – DF)

Senado corta 53% das verbas do royalties que iriam para educação

“O projeto de lei que o Senado aprovou na última terça-feira, 2, destinando recursos dos royalties para educação e saúde, reduziu em 62% as verbas direcionadas às duas áreas em relação ao que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados. Com a mudança, o repasse total caiu de R$ 279,08 bilhões para R$ 108,18 bilhões.

No caso da educação, o percentual diminuiu 53%, saindo de R$ 209,3 bilhões para R$ 97,4 bilhões. Já na saúde, a redução foi de 84%, fazendo a verba cair de R$ 69,7 milhões para R$ 10,7 bilhões. A estimativa é da Consultoria Legislativa de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara, com dados da Agência Nacional do Petróleo.

Retrocesso 

Para especialistas, trata-se de um retrocesso. O projeto aprovado na Câmara, em meio à mobilização de protestos por todo o País, previa acréscimo de 1,1% do PIB para a educação até 2022, chegando a 7%. Atualmente são 5,8%.

“A redução feita pelo Senado derrubou o porcentual de 1,1% para apenas 0,4% do PIB. Foi o anticlímax. Existia um ganho que não era o ideal, mas melhorava bem. Agora voltamos quase ao zero”, diz o professor Luiz Araújo, especialista em financiamento e políticas públicas, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

(O POVO Online)

Copa das Confederações e protestos atenuaram inflação

“A Copa das Confederações e as manifestações em várias cidades brasileiras no mês de junho tiveram impacto sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação. No mês passado, a taxa chegou a 0,26%, 0,11 ponto percentual menor que a de maio. “Além de o comércio ter sido fechado por muitos dias por causa dos protestos, o clima da Copa modifica hábitos de consumo, como comer mais fora, ou direciona para determinados bens de consumo. Houve um junho atípico”, avaliou a coordenadora de índice de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.

Com as manifestações, comerciantes tiveram de fechar seus estabelecimentos mais cedo, o que causou queda nos preços em diversos grupos, como o de alimentos, pela redução da demanda. A queda das passagens de ônibus, que se deu a partir do dia 20 em algumas capitais, terá influência sobre a taxa de julho. No Rio de Janeiro, os itens trens e ônibus urbanos devem cair 5%, e o metrô, 6,5%. Em São Paulo, a queda será de 4,5% para os três. Recife, Fortaleza e Curitiba devem ter redução de 3% nos ônibus urbanos. Em Goiânia essa redução alcançará 5%.

Já a Copa das Confederações, além de ter influenciado hábitos de consumo, contribuiu para aumentar o preço das passagens aéreas. Em maio, o índice chegou a -3,43% e, em junho, a 6,71%, com mais de 9 pontos percentuais de diferença. Os alugueis também foram influenciados pela Copa, segundo Eulina, com alta de 0,29 ponto percentual em junho (1,04%) em relação a maio (0,75%).”

(Agência Brasil)

Montanhista cearense já se prepara para escalar o Everest

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O montanhista cearense Rosier Alexandre já está em ritmo de treinamento físico intenso. Além de ter o acompanhamento de um educador físico, um médico e uma nutricionista, a maratona de treinos está em 2 horas por dia, seis dias por semana. Ele se prepara para nova expedição, que ocorrerá entre abril e maio de 2014.
Segundo Rosier, será a mais difícil e a que também exigirá maior técnica, tempo, esforço físico e psicológico do montanhista: o Everest (8.848 metros), a maior de todas as montanhas da terra.

O Projeto Sete Cumes consiste na escalada da maior montanha de cada continente (Europa, Ásia, África, Oceania, América do Norte e América do Sul, além da Antártica), e Rosier está partindo para a última etapa.

DETALHE – Bom ressaltar que até hoje pouco mais de 200 pessoas no mundo realizaram este desafio.

Modelo da polícia Civil de Sergipe em exposição em Fortaleza

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O modelo da Polícia Civil de Sergipe será exposto agora à tarde em Fortaleza, no auditório do Centro de Ensino Técnico (CTS Cursos), que fica na avenida Tristão Gonçalves, 1177 – Centro, em frente ao Metrofor. A iniciativa é do Sindicato dos Policiais Civis do Estado.

Em Sergipe, a Polícia Civil conseguiu o maior salário do Nordeste, regulamentou carga horária e traça um plano de carreira onde o escrivão pode chegar à promoção de delegado.

Aberto ao público, o evento visa traçar novos rumos para o movimento dos policiais civis cearenses na conquista dos pontos da pauta atual, que se concentra na reposição salarial.

 

Renan diz que vai devolver dinheiro de custo com jatinho da FAB

“O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recuou e disse hoje que vai devolver o dinheiro equivalente ao custo pela utilização de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último dia 15 de junho. Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, o senador usou a aeronave para ir ao casamento da filha do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), em Trancoso (BA). Ontem (4), Renan respondeu, ao ser perguntado por jornalistas, que não devolveria o valor correspondente às passagens, já que havia usado o avião para cumprir compromisso como presidente do Senado.

De acordo com nota divulgada pela presidência do Senado hoje (5), “o senador está recolhendo aos cofres públicos os valores – R$ 32 mil – relativos ao uso da aeronave em 15 de junho entre as cidades de Maceió, Porto Seguro e Brasília”.

Ainda conforme o documento, o Senado” é o único [órgão] a ter um Conselho de Transparência com representantes da sociedade civil “que não deixam dúvidas quanto aos propósitos da Casa de ser referência em controle social”. A nota diz que Renan Calheiros vai consultar o conselho sobre o uso de aeronave da FAB para cargos de representação.”

(Agência Brasil)

Como está seu relacionamento de pai com seus filhos?

O livro “Carta ao pai, de Franz Kafka, analisada por Paulo Marchon”, será lançado nesta sexta-feira, às 19 horas, na livraria Cultura. Com linguagem simples e acessível a qualquer público, a publicação faz um estudo detalhado de uma carta deixada por Franz Kafka, um talentoso autor tcheco, que tinha uma relação conflituosa com seu pai.

O autor, Paulo Marchon, por sinal, vai coordenar uma mesa sobre Kafka no Congresso da Associação Psicanalítica Internacional (IPA), em Praga, agora em julho. Se estivesse vivo, Kafka completaria 130 anos.

SERVIÇO

* Livraria Cultura – Av. Sen. Virgílio Távora, 845-1009 – Aldeota, Fortaleza.

Como diria Cazuza, o tempo não para…

Do jornalista e radialista Paulo Limaverde, recebemos nota que merece, com certeza, boas reflexões:

“E pensar que, há um mês, a Dilma ainda venceria a eleição no 1º turno, a seleção da Espanha era imbatível, o Felipão era ultrapassado, o Neymar era o pipoqueiro-mor da República, o reajuste da passagem de ônibus era irrevogável, a cura gay era a vedete de deputado atuante, ninguém sabia quem era Edward Snowden, o Eike Batista era o futuro homem mais rico do mundo, a reforma política era só tópico das aulas de Política II, o vinagre não era arsenal de guerra, pneus Pirelli não explodiam, Le Lek Lek tocava mais que “sou brasileiro com muito orgulho” e ninguém mais se lembrava do Arnaldo Jabor…

Que dias amigos, que dias….”

* Paulo Limaverde.

O Executivo não pode estar mandando no Congresso, desabafa peemedebista

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A Reforma Política é uma exigência da população, é urgente terá que sair. Quem apregoa é o deputado federal Mário Feitoza, lembrando que o povo foi às ruas cobrar e cabe ao Congresso acatar. “O Congresso não pode fica mais preso ao governo”, acentua o parlamentar.

Mário Feitoza aproveitou para desabafar contra o governo, que não atende aos pleitos dos parlamentares, no que cria uma situação onde o Executivo acaba mandando no Congresso.