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Livro sobre Paes de Andrade é lançado em Brasília

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), participou, nesta quarta-feira (19), na Câmara dos Deputados, do lançamento da publicação “Paes de Andrade, o político, o jurídico, o militante democrático”. A obra conta a trajetória do deputado cearense Paes de Andrade, que presidiu a Câmara dos Deputados entre 1989 e 1991.

Paes de Andrade atuou na política por mais de 40 anos. Foi deputado estadual, federal, presidente nacional do PMDB e embaixador do Brasil em Portugal. Por ter sido constituinte, a obra faz parte das comemorações dos 30 anos da Constituição.

“O Paes de Andrade foi uma referência para todos nós que fazemos política. Ele foi um dos homens que teve coragem de enfrentar a ditadura militar. Ele era um exemplo de história, coragem e ética e foi obstinado na defesa do desenvolvimento de uma região pobre como o Nordeste brasileiro. [..] Toda sua vida pública foi marcada pela luta por um país democrático e mais justo. Ele ajudou a escrever uma das mais importantes páginas do Brasil “, afirmou Eunício.

Eunício é autor da apresentação contida na obra, a qual faz referência a força e coragem do ex-parlamentar. “A biografia parlamentar austera daquele político saído de Mombaça e dono de uma coragem ímpar para denunciar tanto as carências de seu povo quanto as atrocidades da ditadura militar pavimentaram o caminho de uma liderança respeitada dentro e fora do MDB”, ressaltou o presidente do Senado na publicação.

Participaram da solenidade a esposa do homenageado, Zilda Paes de Andrade; as filhas, Mônica, Patrícia, Isabel e Carla, netos, genros, deputados, embaixadores, amigos e familiares que fizeram questão de prestar essa homenagem ao saudoso Paes de Andrade.

(Com Agência Senado/Foto – Divulgação)

Assembleia aprova projeto que proíbe nome de quem viola direitos humanos em prédios públicos

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O Governo do Ceará fica proibido de batizar equipamentos públicos com nome de pessoa que conste no Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade como responsável por violações de direitos humanos.

Eis o que define um projeto, de autoria do deputado Renato Roseno (PSOL), que foi aprovado nesta semana pela Assembleia Legislativa.

Agora é aguardar se será ou não sancionado pelo governador Camilo Santana (PT).

(Foto – ALCE)

Marco Aurélio manda soltar todos os presos em 2ª instância. Medida alcança Lula

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O ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, mandou soltar todos os presos com condenação em segunda instância. A medida alcança o ex-presidente Lula, preso na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR).

Lula foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e tem recursos pendentes de análise nos tribunais superiores (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).

A decisão do ministro do STF afirma que deve ser mantido o artigo 283 do Código de Processo Penal, que estabelece que as prisões só podem ocorrer após o trânsito em julgado, ou seja, quando não couber mais recursos no processo.

“Defiro a liminar para, reconhecendo a harmonia, com a Constituição Federal, do artigo 283 do Código de Processo Penal, determinar a suspensão de execução de pena cuja decisão a encerrá-la ainda não haja transitado em julgado, bem assim a libertação daqueles que tenham sido presos, ante exame de apelação, reservando-se o recolhimento aos casos verdadeiramente enquadráveis no artigo 312 do mencionado diploma processual”, diz o ministro na decisão.

O ministro concedeu a liminar dois dias depois de o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, marcar para o dia 10 de abril do ano que vem o julgamento sobre o tema. Nessa data, está marcada a análise de três ações que pedem que as prisões após condenação em segunda instância sejam proibidas em razão do princípio da presunção da inocência.

(Com G1/Foto – Agência PT)

Tempo médio de abertura de empresa cai de 8 para 5 dias, diz Receita

O tempo médio de abertura de empresas caiu de cerca de 8 para 5 dias, na comparação entre o final deste ano e de 2017. A informação foi divulgada hoje (19) pela Receita Federal, que também registrou aumento de 20% no número de empresas abertas em até 3 dias.

A quantidade de empresas que levavam mais de 7 dias para serem registradas caiu 30%. Entre 3 e 5 dias, foi mantido o percentual de 22% na comparação do último trimestre de 2017 com o mesmo período deste ano.

A Receita destacou que, neste ano, entrou no ar o novo Portal da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que está se tornando a janela única dos órgãos do grupo para interação com o cidadão empreendedor.

“O lançamento da Área do Usuário marca uma mudança no paradigma da relação do cidadão com a Redesim. Esse é o primeiro passo para que sejam acessados, com uma única senha e em um único local, todos os sistemas envolvidos nas diversas esferas de Governo”, diz a Receita.

De acordo com a Receita, desde julho de 2018, quando foi implantado o Portal da Redesim, foram contabilizados cerca de 8 milhões de acessos. A nova versão da Área do Usuário, implantada em 10 de dezembro, recebeu, nos primeiros quatro dias, mais de 350 mil acessos e 65 mil novos cadastros.

A Redesim, criada pela Lei nº 11.598, de 3 de dezembro de 2007, é composta por diversos órgãos que integram o processo de registro e de legalização de pessoas jurídicas, entre entidades federais, estaduais e municipais.

São mais de 3 mil municípios integrados a esta grande rede, abrangendo cerca de 85% das pessoas jurídicas ativas do país, de acordo com a Receita Federal.

(Agência Brasil)

Grupo de pesquisas com abelhas da UFC publica artigo em publicação internacional

O artigo “Agricultural area losses and pollinator mismatch due to climate changes endanger passion fruit production in the Neotropics” (Perda de área agrícola e desencontro com polinizador devido a mudanças climáticas ameaça a produção de maracujá nos Neotrópicos), elaborado por integrantes do Grupo de Pesquisas com Abelhas da Universidade Federal do Ceará, em parceria com o professor Guy Smagghe, da Universidade de Ghent, na Bélgica, foi publicado na revista Agricultural Systems. Foi neste mês no periódico internacional que lida com questões relacionadas aos sistemas agrícolas.

A publicação, segundo a assessoria de imprensa da UFC, é resultado da tese de Antônio Diego de Melo Bezerra, que concluiu neste ano Doutorado Integrado em Zootecnia na UFC. Orientado pelo professor Breno Magalhães Freitas, do Departamento de Zootecnia, o estudo aborda a questão do impacto das mudanças climáticas sobre a cultura do maracujá e as abelhas polinizadoras (mamangavas). Também são autores do artigo os pesquisadores Alípio José de Souza Pacheco Filho e Isac Gabriel Abrahão Bomfim, integrantes do Grupo de Pesquisas com Abelhas.

Maracujá

No artigo, os autores apresentam o papel das mudanças climáticas na polinização considerando o efeito dessas mudanças tanto sobre os polinizadores como sobre a cultura do maracujá para toda a região Neotropical. Além disso, projetam os cenários de impactos moderado e pessimista do Painel Internacional das Mudanças Climáticas (IPCC) em dois momentos futuros (2060 e 2080).

Os resultados obtidos na pesquisa mostram que as mudanças climáticas podem levar a consideráveis perdas de habitat para as abelhas mamangavas e de áreas propícias ao cultivo do maracujá.

Os modelos preveem uma redução potencial de 31% a 54% nas áreas adequadas à coocorrência das abelhas e da cultura, aumentando consideravelmente o desencontro espacial entre o cultivo do maracujá e suas abelhas polinizadoras naturais, o que agrava uma situação já crítica, a qual força o uso de polinização manual.

O trabalho conclui que, caso providências não sejam tomadas para assegurar populações dos polinizadores nas áreas remanescentes adequadas, a cultura do maracujá estará ameaçada na região Neotropical.

SERVIÇO

*O trabalho está disponível para download gratuito até 26 de janeiro no site da revista: https://bit.ly/2A3m6KU.

(Foto – UFC)

Presidente, em clima de despedidas, diz já estar com saudades do “Fora Temer!”

Em tom descontraído e bem-humorado, o presidente Michel Temer disse hoje (19) que sentirá falta das manifestações intituladas “Fora, Temer”, que enfrentou desde que assumiu o Palácio do Planalto, em maio de 2016. O desabafo ocorreu durante sua última reunião com a equipe ministerial, na qual cumprimentou cada assessor e destacou suas habilidades.

“Havia manifestações no início do nosso governo, uma manifestação política, que eu até vou sentir muita falta, do ‘Fora, Temer’. Mas eram manifestações políticas, que quando falavam ‘Fora, Temer’ é porque eu estava dentro”, disse o presidente, provocando risadas entre os presentes.

Segundo Temer, a situação a partir de janeiro, quando assume o novo presidente, será outra. “Agora, estarei fora mesmo. Mas levou tempo, levou dois anos e meio. Levou dois anos e oito meses não só com protesto de natureza política, mas com empenho extraordinário de parte da imprensa que tentou nos derrubar”, acrescentou o presidente, informando que apesar de enfrentar protestos, seu governo seguiu “adiante amparado” pelo trabalho de sua equipe.

Popularidade

Temer destacou a pesquisa de opinião realizada por uma consultoria que aponta que ele deixa o governo com a aprovação do mercado. “Há uma dissonância em termos de popularidade, mas quando o mercado assim age em brevíssimo tempo isso chegará ao ouvido de todos”, disse.

O presidente disse que com o tempo “se formulará a verdade” e haverá um reconhecimento de seu governo. “O reconhecimento é diferente do conhecimento. Você se torna conhecido, mas não é reconhecido. Somos conhecidos, mas já começa um certo reconhecimento.”

Previdência

Depois de ressaltar o trabalho de todos os ministros em suas respectivas pastas, mais uma vez, Temer destacou a aprovação da reforma trabalhista em seu governo e disse que só não teve êxito na da Previdência, por ter sido vítima de uma trama cujos “detratores acabaram presos”.

Ainda sobre a reforma da Previdência, Temer disse ter certeza de que a matéria será aprovada durante a gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro. “Não tenho a menor dúvida de que será feita”, afirmou.

Avaliação

Na última reunião com seus ministros, Temer lembrou que ao assumir o governo, em maio de 2016, a inflação estava em alta e o PIB negativo. Também ressaltou que enfrentou apenas uma grande greve nesse período de governo, a dos caminhoneiros. Não citou números nem dados estatísticos, preferiu um tom mais sentimental, em que agradeceu os ministros e destacou suas virtudes.

Antes de se despedir e finalizar a reunião, o presidente disse que iria “até mandar servir um café [aos ministros] para mostrar que o café está quente ainda. Sem café também é demais”. O comentário é uma alusão à expressão “servir café frio” que costuma ser associada ao fim de ciclos.

(Agência Brasil)

Partido Novo – O desafio do discurso começa agora

Com o título “O que há de Novo?”, eis artigo de Ricardo Alcântara, que aborda o desempenho do partido Novo, de João Amoêdo nas últimas eleições. Com a conquista do Governo de Minas e algumas cadeiras no Parlamentar, para o articulista, o desafio do discurso desse nova legenda começa a partir de agora. Confira:

Sem presença na propaganda eleitoral, sem sabatinas em telejornais, sem participação nos debates e no contexto de uma eleição que cedo convergiu para a polarização, em sua primeira disputa pelo voto o Partido Novo deu a seu candidato presidencial, João Almoêdo, uma votação modesta, mas superior a de nomes conhecidos como Marina Silva, Henrique Meireles e Álvaro Dias. Não só. Vai gerir um dos maiores orçamentos públicos da federação, Minas Gerais, e elegeu uma bancada de oito deputados federais, escapando da necessidade de fusão com outras siglas pelos imperativos da Cláusula de Barreira, algo que gente com mais tempo na praça não conseguiu.

O novo partido alcançou êxito inicial porque soube conectar sua mensagem com as aspirações de amplos setores da população formulando seu discurso em três conteúdos centrais: o combate à corrupção, a crítica à má aplicação dos tributos e o estímulo ao espírito empreendedor – sustentados sobre a plataforma de um liberalismo radical.

A parte mais difícil começa agora: governar um estado com 853 municípios e sólida cultura política e demonstrar, na Câmara Federal, um desempenho competente.

Numa perspectiva mais ampla, o Novo tem dois grandes desafios.

Em primeiro lugar: partido de corte liberal, mas reformador, precisa resistir à atração gravitacional do conservadorismo dominante na elite brasileira. No Brasil, movimentos liberais são natimortos: costumam fenecer antes do primeiro suspiro sob a pressão patrimonialista de uma elite econômica que só é liberal para lucrar, mas aprecia dividir com o Estado o ônus dos riscos.

Em segundo lugar: com mensagem mais centrada nas questões econômicas, mas atuando no contexto de um país extremamente desigual, o partido precisa ter propostas consistentes de políticas públicas nas áreas sociais. Tem-se aí, por exemplo, um Sistema Único de Saúde já quase quebrado, a estratégica premência de elevar a qualidade do Ensino Médio e a complexa crise em segurança pública. Enfim, o Novo precisa saber onde aperta o calo de quem mais precisa das atenções do Estado.

*Ricardo Alcântara

Escritor e publicitário.

Temer fará pronunciamento na noite de Natal

O presidente Michel Temer (MDB) decidiu gravar um pronunciamento para ser exibido em rede nacional de rádio e televisão na noite de Natal. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Prestes a deixar o cargo, ele quer fazer um agradecimento à população e deixar uma mensagem pela pacificação do país.

(Foto – Pedro Ladeira, da Folhapress)

Gilberto Kassab diz em nota acreditar na Justiça

O ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, alvo de mandados de busca e apreensão executados hoje (19) pela Polícia Federal (PF), disse que “seus atos seguiram a legislação e foram pautados pelo interesse público”. Em nota divulgada nesta manhã, ele afirmou que confia na Justiça e está à disposição para prestar esclarecimentos.

“O ministro confia na Justiça brasileira, no Ministério Público e na imprensa, sabe que as pessoas que estão na vida pública estão corretamente sujeitas à especial atenção do Judiciário, reforça que está sempre à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, ressalta que todos os seus atos seguiram a legislação e foram pautados pelo interesse público”, diz na nota.

As investigações se sustentam em informações transmitidas durante delações premiadas de executivos da J&F. O objetivo é apurar suposto recebimento de vantagens indevidas por parte de Kassab enquanto era prefeito de São Paulo, no período de 2010 a 2016.

Os policiais federais chegaram cedo ao apartamento de Kassab, no bairro dos Jardins em São Paulo. Também são investigados candidatos ao governo do Rio Grande do Norte e um deputado federal eleito.

(Agência Brasil)

PIB cresce 1,2% no trimestre encerrado em outubro, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,2% no trimestre encerrado em outubro deste ano, na comparação com o trimestre fechado em julho. Já na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2017, o crescimento chegou a 1,3%.

Os dados são do Monitor do PIB, divulgado hoje (19) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando-se apenas o mês de outubro, houve queda de 0,3% na comparação com setembro e alta de 1,7% em relação a outubro do ano passado.

A alta de 1,2% do trimestre encerrado em julho para o trimestre fechado em outubro foi puxada por crescimentos de 1,4% na indústria e de 1,2% nos serviços. A agropecuária foi o único dos grandes setores com queda no período: 0,5%.

Entre os segmentos industriais, houve avanço na indústria da transformação (1,8%) e na construção (2,1%). Quedas foram observadas na indústria extrativa mineral (0,7%) e na geração de eletricidade (0,5%).

Entre os serviços, as principais altas foram observadas nos segmentos de transportes (5%) e comércio (2,1%). A única queda foi registrada nos serviços de informação (0,8%).

Sob a ótica da demanda, a alta de julho para outubro foi impulsionada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que cresceu 4% no período. Também houve altas de 1,1% no consumo das famílias e de 0,9% no consumo do governo. As exportações cresceram 6,7% e as importações, 1,7%.

(Agência Brasil)

Gilberto Kassab é alvo de operação da PF por suspeitas de receber R$ 30 milhões em mesadas da JBS

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma que há suspeitas de que executivos do frigorífico JBS repassaram R$ 58 milhões ao ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, e ao PSD, partido fundado por ele. Essas informações foram repassadas por ela, em documento encaminhado ao Supremo Tribunal Federal. A informação é do Portal G1.

Essas suspeitas embasaram os mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta quarta-feira (19), autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal – secretário de Transportes durante a gestão de Kassab na Prefeitura de São Paulo

Ao G1, Kassab disse que “não há nada que macule” sua imagem. “Ao longo de todos esses anos de vida pública não há nada que me comprometa no campo da imoralidade. Estou tranquilo porque sempre respeitei os princípios da ética. Estou à disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário”, disse por telefone.

Kassab foi nomeado secretário da Casa Civil do governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB). Considerado um homem forte do governo devido às suas habilidades de negociação, ele será o articulador político do Palácio dos Bandeirantes com os deputados na Assembleia Legislativa.

O ministro passou à condição de investigado após os executivos da JBS Wesley Batista e Ricardo Saud narrarem, em delação premiada, narrarem pagamentos a ele em troca de apoio político enquanto ele era prefeito de São Paulo e, depois, como ministro de Estado, além de apoio ao PT na disputa presidencial de 2014.

(Foto – Agência Brasil)

Grupo J. Macêdo compra Hipercor do Grupo Edson Queiroz

O Grupo Edson Queiroz e a Hidracor, empresa pertencente ao Grupo J. Macêdo, anunciaram, nesta quarta-feira, 19, que a Hidracor adquiriu o negócio Hipercor, do Grupo Edson Queiroz. A transação compreende a transferência da propriedade da marca, assim como as suas respectivas linhas de produtos no segmento de tintas imobiliárias.

Como parte do acordo de negociação, a Hidracor garante a marca Hipercor como integrante do seu portfólio, dando continuidade à sua produção, comercialização e distribuição no mercado de tintas, com sua já conhecida qualidade e variada cartela de cores.

A incorporação do negócio Hipercor pela Hidracor, que tem expertise de 55 anos neste segmento, representa uma expansão importante da sua presença nos mercados e canais de distribuição.

A venda do negócio de tintas imobiliárias faz parte de uma decisão estratégica do Grupo Edson Queiroz, que pretende focar seus esforços na consolidação e inovação nas áreas de GLP, alimentos e bebidas, eletrodomésticos, incorporação, comunicação, agropecuária, tintas industriais e mineração. Em 2018, o Grupo adquiriu o negócio de água mineral natural da Nestlé, a Nestlé Waters; e inaugurou um novo momento no Sistema Verdes Mares, com uma nova redação, totalmente integrada e inovadora para todos os seus veículos.

“A Hidracor vem apresentando uma sequência de resultados muito positivos e confiamos que esta transação vai acelerar ainda mais o seu crescimento rumo à liderança nas regiões Norte e Nordeste”, afirma Paulo Janousek, diretor superintendente de Tintas Hidracor S.A.

“O Grupo Edson Queiroz está em um novo momento. Ficamos muito felizes com o resultado da negociação, pois temos a certeza que o negócio de tintas, tocado a partir de agora pelo Grupo J. Macêdo, estará em excelentes mãos, através de um trabalho sério e reconhecido”, conclui Abelardo Rocha, presidente do Grupo Edson Queiroz.

(Foto – Divulgação)

Entidades patronais buscam apoio para manter controle dos recursos do Sistema S

Dirigentes de associações patronais que conversaram com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, para tentar entender o que ele pretende fazer com os recursos bilionários do Sistema S ficaram com a impressão de que ele está mal informado sobre o assunto e ainda não tem proposta definida. É o que relata a Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Eles têm procurado outros integrantes do próximo governo para tentar convencê-los da importância do trabalho realizado pelas entidades que administram e manter controle sobre o dinheiro.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, teve uma conversa de três horas com o próprio Guedes há três semanas, no Rio. Além do Sistema S, trataram de subsídios à indústria e incentivos ao desenvolvimento regional.

Nesta semana, em evento na sede da entidade, em Brasília, o empresário entregou a colaboradores de Guedes relatórios sobre o Sesi e o Senai e decisões judiciais que reconheceram a natureza privada dos recursos recolhidos das indústrias.

Na visão do futuro ministro da Economia, acabar com a obrigatoriedade das contribuições do Sistema S seria uma forma de aliviar a carga tributária das empresas e obrigar as entidades a serem mais eficientes na gestão do seu dinheiro.

“A contribuição do Sistema S é indecente”, diz Marcos Cintra, que chefiará a secretaria do Ministério da Economia que terá como missão formular a reforma tributária que o novo governo pretende propor ao Congresso. “É o tributo mais regressivo e injusto que temos.”

(Fotos – Folha e CNI)

BNB fecha 2018 batendo recorde em suas operações

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta quarta-feira:

O balanço do Banco do Nordeste neste 2019 foi repassado, ontem, em Brasília, pelo presidente da Instituição, Romildo Rolim, para os ministérios da Integração Nacional e da Fazenda. Pelo largo sorriso do dirigente da Instituição, sentimento dele e da equipe foi de dever cumprido neste exercício dos mais apertados para o mercado.

De acordo com Romildo, o saldo foi de “batida de recorde” na maioria das aplicações. “Até o Natal, estamos fechando o FNE com R$ 30 bilhões. Superamos a meta e, para o ano que vem, já teremos pelo menos R$ 23 bilhões desse fundo para investimentos”, acrescentou o dirigente do BNB, deixando claro que “todo o orçamento estimado foi cumprido”.

VAMOS NÓS – Sobre o futuro do BNB na Era Bolsonaro, há expectativas de que seja fortalecido, já que o presidente eleito tem dito sempre que o Nordeste, que não lhe deu boa votação, será prioridade, destacando até ligações sentimentais com o Ceará, terra do sogrão.

Ah, bom!

(Foto – BNB)

Editorial do O POVO: “O aumento no número de servidores”

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Com o título “O aumento no número de servidores”, eis o Editorial do O POVO desta quarta-feira:

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o número total de servidores públicos aumentou 60% em 20 anos, considerando-se as três esferas do governo – federal, estadual e municipal -, excluídos os trabalhadores das empresas estatais. O número absoluto de funcionários passou de 7,5 milhões (1995) para 12 milhões (2016). O maior percentual de aumento deu-se nos municípios, com salto de 175%, passando de 2,4 milhões para 6,5 milhões no período. O Ipea atribui o crescimento do número de servidores nas cidades, devido ao aumento cada vez maior da municipalização dos serviços públicos, como saúde, educação e assistência social. Quanto ao governo federal, o índice cresceu 25%, passando de 950 mil funcionários para 1,2 milhão.

A despesa com o funcionalismo vem mantendo estabilidade em relação ao Produto Interno Bruto, desde 2004, quando representava 9,6% do PIB; percentual que variou para 10,5% em 2017. Tomando-se somente o governo federal, a despesa em termos reais com servidores ativos passou de R$ 106 bilhões (2,6% do PIB, em 2004), para R$ 177 bilhões (2,7% do PIB, em 2017). Mesmo não havendo crescimento em relação ao PIB, o aumento de gastos com o funcionalismo é fonte de preocupação dos governos, que não podem ultrapassar o limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). No caso da União, o gasto atual com servidores representa 41,8% da receita corrente líquida, quando o limite estabelecido pela LRF é de 50%.

A gestão de Michel Temer abordou o assunto com a proposta do ministro do Planejamento, Esteves Colnago, de reduzir o número de carreiras da União – que hoje são 309 -, diminuir o salário inicial do servidor, para equipará-los aos da iniciativa privada, e aumentar o tempo que os servidores levam para chegar aos níveis salariais mais altos. Para Colnago, o excesso de carreiras bloqueia a transferência dos servidores de um órgão para outro e dificulta acordos, pois é preciso negociar com mais de 200 sindicatos.

Como candidato, Bolsonaro disse que o funcionalismo público era o grande problema da Previdência e classificou o setor como “fábrica de marajás”, prometendo uma série de reformas. O indicado ministro da Economia, Paulo Guedes, também falou sobre o assunto, apresentando propostas como o fim da estabilidade e da progressão automática na carreira.

Para implementar as medidas, seria preciso enviar um projeto de lei para ser aprovado no Congresso. A questão é saber até onde vai a disposição dos eleitos – o presidente e os parlamentares que vão compor o novo Congresso Nacional -, para enfrentar um tema que sempre provoca duras reações corporativas do funcionalismo.

(Editorial do O POVO)

Bolsonaro faz primeira reunião com ministros nesta quarta-feira em Brasília

O presidente eleito Jair Bolsonaro fará hoje, em Brasília, a primeira reunião ministerial com sua equipe completa. Os 22 ministros já indicados deverão estar presentes na residência oficial da Granja do Torto, utilizada por Bolsonaro como residência oficial quando está em Brasília. A previsão é de que a reunião comece por volta das 10 horas e termine às 16 horas.

Não há detalhes sobre pauta nem entrevistas. Bolsonaro pretende retornar para o Rio de Janeiro às 19 horas. Depois, só voltará a Brasília às vésperas da cerimônia de posse. A data ainda está sendo fechada entre 27 e 29 de dezembro.

Ontem (18), vários ministros já indicados se reuniram com suas equipes no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, que se transformou em gabinete de transição desde 5 de novembro. Eles usaram o dia para finalizar o desenho da estrutura e as prioridades que terão de tocar a partir de janeiro.

A expectativa é de que esse tema seja tratado na reunião pelo presidente eleito. Ontem, em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro reconheceu que a “barra vai ser pesada”, tão logo assuma o poder, e pediu ajuda de todos para governar.

(Com Agência Brasil)

Paulo Maluf tenta reaver mandato na Câmara

Paulo Maluf ainda teria um mês e meio de mandato, se não tivesse sido cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em agosto.

Não à toa, seus advogados, segundo informa o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, apresentaram mais um recurso no Supremo Tribunal Federal.

O pedido é para que a Câmara revise a decisão sobre a cassação de Maluf e leve o caso a plenário.

(Foto – Reprodução de TV)