Blog do Eliomar

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São Paulo terá novo protesto nesta 5ª feira

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O Movimento Passe Livre, de São Paulo, já convocou o sétimo grande ato contra o aumento da tarifa do transporte coletivo para esta quinta-feira, a partir das 17 horas, na praça do Ciclista, na avenida Paulista, região central da cidade.

Até à 0h47, mais de 9 mil pessoas, segundo o site da Folha Online, já haviam confirmado a participação na passeata.

No convite, o movimento diz que o “tamanho das últimas manifestações e a radicalidade assumida pelos manifestantes só evidenciam o caráter insustentável da opção de Alckmin e Haddad pela intransigência”.

 

IBGE – 15 mil adolescentes fumam "crack"

“Aproximadamente 75 mil alunos do último ano do ensino fundamental nas escolas brasileiras fumavam maconha e 15 mil fumavam crack no ano passado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dos números representarem 2,5% e 0,5%, respectivamente, dos cerca de 3,15 milhões de escolares do 9º ano, a situação serve de alerta para as autoridades e a sociedade como um todo, de acordo com o gerente de Estatísticas de Saúde do IBGE, Marco Antonio Andreazzi.

“Estamos falando de adolescentes, em sua maioria, entre 13 e 15 anos de idade, que frequentam a escola, que relataram ter usado essas drogas nos últimos 30 dias”, comentou. Ele demonstrou maior preocupação em relação ao crack. “Esse percentual de 0,5%, embora pareça bastante pequeno, merece cuidado e análise mais aprofundada: o crack é uma droga debilitante, que provoca o afastamento da escola, da família e do convívio social”, disse ele.

O estudo aponta que quase metade (45,5%) dos alunos nesse ano escolar tinha 14 anos de idade. Entre os entrevistados, 7,3% disseram ter experimentado algum tipo de droga ilícita como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy. Desse total, 2,6% tinham menos de 13 anos. Dentre os entrevistados, 34,5% haviam provado maconha e 6,4%, crack. O Centro-Oeste é a região com o maior percentual de alunos do 9º ano que haviam experimentado alguma droga, com 9,3%. A Região Nordeste aparece com o menor percentual. Analisando os resultados por capitais, o maior percentual foi encontrado em Florianópolis (17,5%), Curitiba (14,4%) e os menores em Palmas e Macapá (5,7% em ambas).”

(Agência Brasil)

 

O passivo do Governo Lula

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Com o título “Sucessão em 2014”, eis artigo que o pesquisador Felipe Bastos Gurgel Silva, mestre em Engenharia Financeira pela Cornell University e doutorando do Finance PhD, da S C Johnson School of Management – Cornell University, manda para o Blog. Ele analisa o passivo do Governo Lula. Confira:

Quem me conhece sabe que é muito difícil para uma pessoa como eu dizer o que vou dizer agora. Mas, pelo que estou vendo (não dos protestos, mas da situação econômica do Brasil), a pior coisa que poderia acontecer para o País, no longo prazo, seria a Dilma não se reeleger. Sempre fui um crítico do modelo petista de state capitalism que infla o estado e “seleciona os vencedores” no pior estilo animal farm. Por que então falo isso? Porque qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de macroeconomia verá que é uma questão de poucos anos para uma grande crise econômica chegar ao Brasil – e, dessa vez, os motivos principais são internos, não externos. Ou melhor, não o que foi feito, mas o que deixou de ser feito na gestão Lula (questões semânticas à parte).

Infelizmente na grande maioria das sociedades democráticas (senão todas, embora em níveis diferentes), os eleitores sempre associam governo atual com momento atual. Apenas lembrando, nos idos de 2003 o Lula em si não tinha índices de aprovação superiores a 38%. Como tudo isso mudou? Bom, em 2005, nosso amigo Jim O’Neill cria a sigla BRIC e, em conjunto com outros fatores, o Brasil passa a soar aos olhos do investidor como uma democracia estável, um País com forte potencial consumidor e com um sistema político bipartidário (PT / PSDB) que garantia que, independente de quem ganhasse, não haveria um idiota pregando o calote fiscal ou expropriando empresas privadas (vide Venezuela ou mesmo Dona Cristina). Estabilidade com alternância de poder – associada a 180 milhões de habitantes que poderiam começar a consumir. Em paralelo, começa-se um super-ciclo de alta nos preços das commodities (puxado por Índia e, principalmente, China). Cenários externo e interno cuidadosamente desenhados para o País de fato sair da condição de subdesenvolvimento.

Engana-se quem julga que a popularidade recorde do Lula, entre 2005 e 2010, foi fruto apenas dos programas sociais voltados para as classes mais pobres. O Bolsa Família certamente garante a popularidade do governo entre os seus beneficiários, mas 85% de aprovação certamente vêm de algo a mais. Ela vem do funcionário público que viu seu salário duplicar em cinco anos. Vem do cidadão de classe média alta que aprendia a “brincar” na bolsa de valores e via suas ações renderem 40% ao ano. Vem do universitário recém-formado, que passou a ter três propostas de emprego (ao invés de batalhar por uma). Vem da classe média que conseguia viajar para Miami com dólar a 1,55 reais. Vem da própria elite que conseguia captações recordes de recursos quando vaziam seus IPOs. Do Oiapoque ao Chuí, do sertanejo ao Eike, havia um consenso de que “o Brasil hoje é um País melhor”.

Esse conjunto de obra é a receita infalível para a alta popularidade de qualquer governante. Isso ofusca qualquer escândalo do tipo Mensalão. Não é errado julgar que o País melhorou, O erro crasso é atribuir toda essa melhora a uma única pessoa. De fato, as principais reformas estruturais que permitiram que o País se tornasse o que se tornou foram feitas no governo FHC – e pasmem seus próprios partidários, no seu segundo mandato (não no primeiro). O País poderia sim (e deveria) aproveitar esse momento único, no qual os cenários externo e interno totalmente favoreceriam seu desenvolvimento sustentável. Infelizmente, eleitores não julgam seus representantes pelo que os mesmos de fato fizeram, muito menos pelo que deixaram de fazer. Eles olham, ou melhor, sentem o conjunto de eventos do parágrafo anterior. Parafraseando Obama, a famosa pergunta de Are you better off than 4 years ago?

Obviamente que a resposta para essa pergunta aplicada ao povo brasileiro em 2006 era um sim volumoso. E era para assim ser, tendo em vista o momento que o País vivia. O problema é que as pessoas não julgam ações – tampouco enxergam bombas relógios. Pessoas simplesmente analisam, sentem estados de bem-estar social. Abaixo uma pequena lista de o que o PT (Lula) deveria ter feito para o Brasil ter, de fato, rumado no caminho da prosperidade.

Do do list (not accomplished): o governo deveria ter aproveitado o momento do super-ciclo de alta das commodities e o fluxo de FDI que o País recebeu para implementar as reformas estruturais de que o Brasil tanto precisava, tais como reforma política e reforma tributária. Aproveitado a crescente renda (e receita com tributos) para aumentar a produtividade (e consequentemente nossa competitividade) através de investimento em infraestrutura e educação básica. Implementado um modelo de gestão no setor público que tente, ao menos, ser minimamente meritorático, o que garantiria que não pagássemos os “impostos escandinavos para serviços africanos”. Reduzido o tamanho da máquina pública. Modernizado a CLT (o que novamente aumentaria a competitividade da indústria nacional). Transformado nossas universidades (inclusive via atração de alunos e pesquisadores internacionais) em celeiros de conhecimento (novamente, isso afeta a produtividade do País). Modernizado nosso código penal (e a efetividade do mesmo). Em resumo, o PT deveria ter feito o que deveria ser feito para o Brasil se tornar uma economia diversa e de conhecimento.

Obviamente, nada disso garante a reeleição (ou eleição de seu sucessor do mesmo partido). Não é preciso dizer que o que foi feito foi justamente o oposto. Aumento indiscriminado dos gastos públicos. Hiper-exposição em commodities (das dez maiores empresas brasileiras, nove são ligadas diretamente a matérias primas). País com índices crescentes (e epidêmicos) de violência urbana. Epidemia de crack que até hoje o governo federal ignora. Dentre outros fatos (não teorias) que não preciso listar.

Hoje, o modelo brasileiro – se é que podemos chamar de modelo – já mostra claramente que não consegue mais se sustentar. E os sinais são múltiplos. Boom de crédito insustentável (obviamente, os bancos privados já perceberam isso e começaram a dar marcha ré, mas os bancos públicos, como existem para fazer política pró-PT, vão continuar a receita destrutiva). Gargalos estruturais que fazem o País só despencar nos rankings internacionais de produtividade. Inflação fora de controle e crescimento pífio (estagflação), apesar das previsões de Guido, the forecaster. Ibovespa batendo seus 49 mil pontos. Dólar disparando, o que apesar de melhorar a competitividade da indústria, pesa na inflação e possivelmente na dívida de empresas denominadas em dólar. No cenário externo, o fim do super-ciclo de alta e a mudança no perfil do PIB da China pode (e deve) fazer com que a demanda por commodities caia consideravelmente.

A bomba relógio está armada. E foi armada por aquele que hoje dá palestras por 200 mil reais para plateias de líderes e (de)formadores de opinião ouvi-lo falar mal das elites – as mesmas que pagam seus 200 mil reais. Armada pela não ação daquele que com seu maniqueísmo de ricos contra pobres matou o pouco espírito empreendedor que o brasileiro tinha, transformando nossos possíveis futuros Zuckerbergs em concurseiros. Quando a bomba vai estourar, não sabemos ao certo.

O problema é: e SE a oposição ganhar em 2014 e ela estourar nas mãos da oposição, digamos, em 2015? Quem levará a culpa? Dilma? Lula? PT? Então, pergunto: se a bomba for de fato estourar entre 2015 e 2018, não será melhor ter como governante alguém mais apto a desarmá-la, pelo menos, para o desastre ser menor? A resposta seria sim, SE pelo menos dois entre dez brasileiros (eleitores) conseguissem entender o texto acima. Novamente, pagamos agora o maior preço pela falta de investimentos em educação. Acho que o cenário mais provável seria o seguinte: A crise vem na gestão da oposição e o Lula (ele mesmo) aparece para expor a “ineficiência” da gestão atual e comparar de forma descarada os números brutos de seu mandato com os atuais. Volta nos braços do povo – e o pior, como salvador da pátria.

Parafraseando Steve Jobs: It was an awful medicine, but I guess the patient needed. O remédio Dilma 2014 é o do que precisamos. Poderá ser ruim no começo, mas sairemos mais fortes, como sociedade. Exporemos a má gestão do PT aos olhos das pessoas, passaremos a liability do governo Lula ao seu partido, desmascaremos o mito de Santo Inácio Lula da Silva, deixaremos de ver o nome “empresário” como um ente maléfico e veremos que o conceito de governo como um grande elefante branco é insustentável no mundo em que vivemos. Acima de tudo, aprenderemos a usar melhor a mais importante arma que a democracia nos outorga – o voto.
Agora é Dilma 2014 na cabeça! E que um novo Brasil nasça em 2018!

* Felipe Gurgel,

Engenheiro Aeronáutico, ITA, 2006, e mestre em Engenharia Financeira, pela Cornell University. Atualmente, doutorando do Finance PhD, da S C Johnson School of Management – Cornell University.

Onda de protestos – Prefeitos de SP e Port Alegre vão discutir tarifas de ônibus

“A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado promoverá nesta quarta-feira, a partir das 11 horas, uma  audiência pública para discutir a redução de tarifas de transporte público por meio da desoneração tributária,de acordo com o Projeto 310/2009. Será na Sala 19 da Ala Alexandre Costa. Os prefeitos de São Paulo, Fernando Haddad, e de Porto Alegre, José Fortunati, confirmaram presença. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também foi convidado.

O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 310 institui o Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros (Reitup), condicionado à implantação do bilhete único temporal ou a uma rede integrada de transportes. O PLC tramita há cerca de dez anos no Congresso Nacional.

Uma onda de manifestações vem ocorrendo em várias cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas de transporte público. A mobilização começou em São Paulo na última semana. A principal razão foi o aumento da passagem de R$ 3 para R$ 3,20.”

(Agência Senado)

Ceará ganha três bases móveis para monitorar o "crack"

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A assessora especial de Políticas sobre Drogas do Estado, Socorro França, começará, na prática, a mostrar serviço a partir de agora. Amanhã, às 10 horas, no Palácio da Abolição, ela receberá três bases móveis (caminhões) de videomonitoramento para acompanhar áreas críticas do tráfico de drogas em Fortaleza.

A ordem é identificar pontos de drogas, traficantes e, em seguida, fechar ações de polícia e de apoio a vítimas. Também na ocasião, ela assinará o termo de adesão dos município de Caucaia, Juazeiro do Norte e Maracanaú ao programa “Crack, é possível vencer”, do governo federal.

O ato terá a presença da secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Micki, e do secretário nacional de Políticas Antidrogas do MJ, Vitore Maximiano.

(Coluna Vertical, do O POVO)

Onda de protestos – Fortaleza pode ter passeata com mais de 30 mil pessoas

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Nesta quarta-feira, a partir das 10 horas, vários grupos ligados ao movimento “Copa para quem?”, estarão concentrados em frente ao Makro, na avenida Alberto Craveiro para, dali, seguir em clima de protesto, rumo à Arena Castelão. A ordem é mostrar indignação contra os altos investimentos da Copa das Confederações e do Mundial de 2014. A expectativa dos organizadores, que fazem mobilização pelas redes sociais, é atrair cerca de 30 mil pessoas.

A manifestação, que se autoproclama pacífica e contrária a agressões e vandalismo, não conta com comissão organizadora única e bem definida, e inclui várias pautas, uma delas a luta contra a corrupção.

Alguns políticos prometeram participar do ato como os vereadores João Alfredo (PSOL) e Capitão Wagner (PR), ambos de oposição ao Governo Cid Gomes (PSB). Já a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social garante que não permitirá acesso a ninguém em área próxima ao Castelão, local do jogo do Brasil contra o México.

Ronaldo, o "Fenômeno", já está em Fortaleza

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Ronaldo e Ariston Júnior (TAF Linhas Aéreas).

O ex-jogador da Seleção Brasileira, Ronaldo Nazário, o “Fenômeno”, desembarcou, no começo da madrugada desta quarta-feira em Fortaleza. Ele chegou de jatinho particular pelo terminal alternativo do Aeroporto Internacional Pinto Martins, o “TAG”, e seguiu para o hotel.

Ronaldo, hoje empresário, chegou para atuar como comentarista durante o jogo do Brasil contra o México, a partir das 16 horas, na Arena Catelão, engajado à equipe da Rede Globo.

Onda de protestos – Para Dilma, a culpa é do Haddad

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“Na avaliação do Palácio do Planalto, Fernando Haddad errou – e muito – neste imbróglio todo das manifestações. Primeiro, por que não foi capaz de dimensionar em tempo hábil o tamanho do movimento. Até a manifestação de quinta-feira passada, Haddad insistia nas conversas que mantinha com o governo federal que aquilo tudo não passava de agitação estimulada por pequenos partidos radicais, como PSTU e PSOL. Nada que fosse ganhar corpo.

Ainda na avaliação do Planalto, se Haddad tivesse alertado ou pedido ajuda ao governo a situação não teria chegado ao ponto que chegou. Neste ponto, claro, falta certa auto-crítica do Palácio, que poderia do mesmo modo ter percebido a tempo o tamanho da encrenca.

Na visão do governo, Haddad terá dificuldade para tratar de qualquer movimento grevista a partir de agora. Até segunda ordem, passa a ser um prefeito fraco. Virou um pato manco – ou seja, aquele político que perdeu parte do poder que as urnas lhe deram. Em resumo, Dilma acha que a culpa é do prefeito.”

(Coluna Radar – Veja Online)

Onda de protestos – Presidente do PV/CE diz que instituições políticas estão ultrapassadas

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O presidente regional do Partido Verde, Marcelo Silva, embarcou, nesta madrugada de quarta-feira, para Brasília. Ele participará de reunião da executiva nacional da legenda que avaliará a onda de protestos que se irrompeu no País em clima de Copa das Confederações.

Marcelo Silva diz que não se surpreendeu com essas manifestações, chegando a citar a Lei de Newton – toda cada ação, corresponde uma reação. Para o dirigente do PV cearense, esses protestos mostram que os partidos estão ultrapassados em matéria de agenda de luta.

Senado aprova projeto que estabelece competências exclusivas dos médicos

“O plenário do Senado aprovou no fim da noite de hoje (18) o projeto do Ato Médico, que regulamenta o exercício da medicina e estabelece atividades que serão privativas dos médicos e as que poderão ser executadas por outros profissionais de saúde. Pelo parecer da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), aprovado anteriormente na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, estabelece como atividades exclusivas das pessoas formadas em medicina a formulação de diagnósticos e prescrição terapêutica. Além disso, somente os médicos poderão executar procedimentos como intubação traqueral, sedação profunda e anestesia geral, indicação de internação e alta médica, atestação médica e de óbito – exceto em casos de localidade em que não haja médico –, além de indicação e realização de cirurgias.

O texto também estabelece os procedimentos que podem ser compartilhados com outras profissões da área da saúde. É o caso de diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamentais e das capacidades mental, sensorial e cognitiva.

Os não médicos também poderão prestar atendimento a pessoas sob risco de morte iminente, fazer exames citopatológicos e emitir seus laudos, coletar material biológico para análises laboratoriais e fazer procedimentos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular e tecidual.”

(Agência Brasil)

Onda de protestos – Para sociólogo, manifestações não vão parar tão cedo

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A onda de manifestações contra a Copa do Mundo, corrupção e outros prolema que afligem o brasileiro. Nesta quarta-feira, o sociólogo Pedro Albuquerque, que costuma participar nos comentários deste Blog, mostrou sua cara e comentou o assunto antes de embarcar para compromisso particular em Brasília.

Para Pedro Albuquerque, essas manifestações não vão parar mesmo que se reduz tarifas, pois luta por mudanças estruturais do País.

CDH debate casamento civil entre pessoas do mesmo sexo

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza nesta quarta-feira (19), a partir das 9h, audiência pública para debater o casamento civil igualitário para os casais homoafetivos. O debate, sugerido pelos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Lídice da Mata (PSB-BA), deve ter a participação da ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário; dos deputados federais Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF); e do advogado Paulo Vecchiatti, autor do livro Manual da homoafetividade.

A audiência discutirá a possibilidade de previsão legal do casamento civil, indo além do que já foi assegurado por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que em 14 de maio adotou resolução para obrigar os cartórios a formalizar casamentos homoafetivos.

O CNJ levou em conta decisão do STJ favorável à possibilidade de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu há dois anos a união estável homoafetiva.

(Agência Senado)

Senado aprova projeto que estabelece competências exclusivas dos médicos

O plenário do Senado aprovou no fim da noite dessa terça-feira (18) o projeto do Ato Médico, que regulamenta o exercício da medicina e estabelece atividades que serão privativas dos médicos e as que poderão ser executadas por outros profissionais de saúde.

Pelo parecer da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), aprovado anteriormente na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, estabelece como atividades exclusivas das pessoas formadas em medicina a formulação de diagnósticos e prescrição terapêutica. Além disso, somente os médicos poderão executar procedimentos como intubação traqueal, sedação profunda e anestesia geral, indicação de internação e alta médica, atestação médica e de óbito – exceto em casos de localidade em que não haja médico –, além de indicação e realização de cirurgias.

O texto também estabelece os procedimentos que podem ser compartilhados com outras profissões da área da saúde. É o caso de diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamentais e das capacidades mental, sensorial e cognitiva.

Os não médicos também poderão prestar atendimento a pessoas sob risco de morte iminente, fazer exames citopatológicos e emitir seus laudos, coletar material biológico para análises laboratoriais e fazer procedimentos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular e tecidual.

A relatora negou que o projeto supervalorize os médicos, tornando as demais profissões de saúde “subalternas”. “O projeto não apresenta nenhuma evidência dessa argumentação, mesmo porque foi finalizado com a participação de especialistas encaminhados por todos os conselhos federais, discutindo-se palavra por palavra e vírgula por vírgula”, disse a relatora.

Contrário à aprovação da matéria, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que o texto é excessivamente minucioso e não abarca questões próprias da modernidade como as ressalvas práticas terapêuticas alternativas – caso da acupuntura e da homeopatia. “Eu penso que uma regulamentação minuciosa como essa, que chega a exageros que podem gerar uma certa curiosidade, desconhece o fato de que no mundo global nós recebemos influência de outras tradições terapêuticas e científicas”, disse o senador antes de se manifestar contrário à aprovação.

(Agência Senado)

Protestos populares precisam ser entendidos pelos políticos, diz Lídice da Mata

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Em pronunciamento nesta terça-feira (18), a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) disse que é preciso entender o significado dos protestos populares em curso no país, que começaram em torno do aumento de tarifas de transporte, lembrando que o tema é recorrente nas ações do movimento estudantil e entre as classes menos favorecidas.

Para Lídice da Mata, a ausência de partidos políticos claramente identificados como líderes na manifestação também torna necessário compreender a crise de representação política por que passam os partidos existentes hoje no Brasil.

Lídice da Mata observou, no entanto, que os protestos atuais não são articulados pelas tradicionais lideranças estudantis, mas criados por um movimento que se articula nas redes sociais e que se expressa no momento em manifestações vigorosas, com pauta um tanto quanto confusa, mas que na sua essência expressa insatisfação com a qualidade de vida pela qual passa a juventude brasileira.

Lidice da Mata avaliou, porém, que as manifestações não negam as conquistas que foram realizadas pelo Brasil, nos últimos dez anos; com a retirada de mais de 30 milhões de pessoas da pobreza absoluta; nem a existência de políticas públicas de inclusão que buscam a igualdade social.

Lídice da Mata ressaltou que os manifestantes “querem que a política se expresse e se efetivar de uma outra maneira”.

– Nós, que somos políticos, precisamos compreender isso também para compreender o limite da nossa ação, o limite da democracia representativa, os instrumentos de participação popular que estão sendo criados – afirmou.

(Agência Senado)

Manifestantes em São Paulo tentam invadir prefeitura

Parte dos manifestantes do protesto contra o aumento do transporte público em São Paulo tentou na noite desta terça-feira (18) invadir a Prefeitura de São Paulo. Os ativistas derrubaram uma grade de ferro da entrada do prédio. Houve confronto com a Guarda Civil Municipal (GCM).

A manifestação teve início pacificamente na Praça da Sé e reuniu cerca de 10 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. O grupo dividiu-se em duas frentes: parte seguiu para o Parque Dom Pedro e um grupo maior está na prefeitura.

Além da reivindicação principal, pela redução do preço do transporte, os ativistas ergueram faixas e cartazes contra os gastos excessivos com as obras da Copa do Mundo, pedindo mais recursos para a saúde e educação. Não foram notadas bandeiras de partidos políticos. 

(Agência Brasil)

FHC afirma que onda de protestos é um alerta de que as coisas não vão bem

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SAO PAULO/SP 05/09/2006 - 16:00 H - FHC / ENTREVISTA - VARIEDADES JT - Entrevista com ex Presidente da Republica, Fernando Henrique Cardoso em seu escritorio no Instituto.

“As manifestações ocorridas ontem (17) demonstram a vontade das novas gerações de colaborar para um Brasil melhor, segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Ao que nós assistimos não é outra coisa senão a vontade das novas gerações de participar, contribuir e colaborar. Estão sentindo que está na hora, quem sabe, de uma virada no Brasil para melhor”, disse, após a inauguração da mostra dos 25 anos do PSDB, na Câmara dos Deputados.

O ex-presidente avaliou como positivo o movimento em várias cidades brasileiras. Segundo ele, cada geração tem que passar por essa experiência. “É importante que as pessoas mais jovens, não só os jovens, expressem suas vontades, mesmo quando não sabem muito bem para que lado vão e que sejam muito dispares suas vontades.”

“É um conjunto [de ações]. E não é dirigido contra uma pessoa, é geral. É uma insatisfação”, disse. “Isso é a democracia. É claro que precisa, a partir dai, que os responsáveis, os que estão no governo, percebam que as coisas não vão tão bem. Sempre há coisas para melhorar. Isso é um sinal”, acrescentou.

Perguntado se a oposição deveria tirar proveito político desses movimentos, o ex-presidente Fernando Henrique mandou um recado: “Quem quiser tirar proveito disso já perdeu, porque não é o momento político, é o momento social, é o momento de expressão de várias camadas da sociedade. Quem pensar que vai dirigir essas camadas se engana.”

Para o ex-presidente, os partidos que quiserem se recompor com o povo têm que chegar mais perto e sentir as demandas. “Não sei o que fazer, como fazer, ninguém sabe. É um país que cresceu muito depressa, que tem muitas aspirações, muitas insatisfações, que fez alguns erros estratégicos. A infraestrutura está apertada. É um momento de pensar, ouvir, e não de dar ordem.”

(Agência Brasil)

Vereador do PT: Onda de protestos deve ser tema de reflexões para a classe política

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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Y_i6fApgC3I[/youtube]

As manifestações avaliadas por alguém que sempre se envolveu em atos populares. O vereador Guilherme Sampaio (PT) disse, nesta terça-feira, que essa onde de protestos precisa ser motivo de muitas reflexões por parte de todos aqueles que fazem política hoje no País. Todos, segundo Guilherme, precisam entender esse fenômeno que surge a partir de questionamentos sobre gastos com a Copa do Mundo.

BC intervém no mercado, mas não segura dólar

“As intervenções do Banco Central (BC), que ofertou dólares no mercado futuro, não conseguiram conter a alta da moeda norte-americana. O dólar comercial fechou esta terça-feira (18) em R$ 2,1782 para venda, com alta de 0,56% e no maior nível desde 30 de abril de 2009. Esta foi a terceira sessão seguida em que a moeda norte-americana encerra em alta. A princípio, a cotação caiu com as atuações seguidas do Banco Central. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu US$ 4,49 bilhões em leilões de swap cambial tradicional (que equivalem à venda de dólares no mercado futuro) depois que o dólar chegou a R$ 2,1832, na máxima do dia.

Depois das operações do BC, o dólar chegou a cair a R$ 2,1605, por volta das 13h20min. No entanto, a cotação voltou a subir nas horas seguintes, até se aproximar de R$ 2,18 no fim da sessão. Mais cedo, o presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para a alta do dólar. Segundo ele, o câmbio flutuante protege as reservas internacionais dos choques externos. Tombini ressaltou que as pressões sobre o dólar intensificou-se com a reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano.

Hoje e amanhã, os diretores do Fed discutem se retiram os estímulos monetários que sustentaram os Estados Unidos nos últimos anos por causa da recuperação da economia do país. Com menos dólares em circulação, a moeda norte-americana fica mais cara em todo o planeta.”

(Agência Brasil)