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Senador aponta propostas contra desigualdade social no País

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“Em pronunciamento nesta segunda-feira (26), o senador João Costa (PPL-TO) disse que há quatro grandes distâncias a serem vencidas no Brasil, entre elas a “distância social” entre ricos e pobres, que pode ser reduzida com a atuação dos políticos. De acordo com João Costa, somente o sistema da democracia participativa “afastará o povo da servidão” e o aproximará do exercício do poder livre e consensual. A justiça social, em sua opinião, não se concretizará por meio da luta de classes, mas com a cooperação solidária.

A segunda distância a ser vencida, explicou João Costa, é a “distância federativa”, a desproporção de forças, poder, influência e riqueza entre os estados brasileiros. Segundo João Costa, embora o país atravesse um momento de prosperidade, o Brasil do século 21 mostra-se tão infeliz e desamparado quanto o Brasil na época colonial ou do Império.

– Ainda temos muitos Brasis dentro da mesma Federação. Há uma conspiração silenciosa para que os estados mais ricos continuem mais ricos, e os estados mais pobres continuem mais pobres – criticou o senador, ao defender a redistribuição de impostos para permitir o desenvolvimento regional.

O terceiro obstáculo a ser superado é a “distância físico-intelectual”, que se expressa em termos da infraestrutura deficiente que separa os estados, municípios e os cidadãos da informação e do conhecimento, disse João Costa.

– Essa distância tem que ser superada por melhores ligações rodoviárias, marítimas, fluviais, aeroportuárias e pelas estradas da informação e do conhecimento, a via do saber, que nos aproxima do labirinto da luz e nos afasta das trevas – afirmou. Por último, João Costa citou a “distância política”, ressaltando que o elo entre o eleito e o eleitor não pode se resumir ao período eleitoral.

– É possível administrar o bem público com honestidade, retidão e respeito ao próximo. A força do voto popular e o pleno exercício da cidadania podem transformar a vida do povo. Basta escolher candidatos comprometidos com o bem e a felicidade, pois o objetivo da política é proteger a vida, no sentido mais amplo – observou.”

(Agência Senado)

Presidente da Petrobras defende aumento de etanol na mistura com a gasolina

“Graça Foster, presidenta da Petrobras, disse hoje (26) na capital paulista que torce para que o Ministério de Minas e Energia anuncie no próximo ano a elevação do nível de etanol na mistura com a gasolina. “Estamos com 20% de etanol e torcemos para que, no ano de 2013, possamos ter uma sinalização de quem decide o assunto, que é o governo, sobre a volta do etanol para 25%”, disse.

Graça disse, durante encontro do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que o etanol é a prioridade da Petrobras Combustível e o classificou como solução para o país. “O etanol é uma solução para o Brasil. O Brasil tem a cara do etanol”, disse. “Eu sou uma das grandes torcedoras para que o etanol volte o mais rapidamente possível e resolva os problemas, não só daqueles que comercializam o etanol unicamente, mas também nos ajude a resolver a equação do preço de combustível que sofre o impacto da fuga do etanol”.

A presidenta da Petrobras negou que o país possa ter de enfrentar falta de combustível em razão da atual política de preços da gasolina e sua crescente demanda. “Quando o mercado está comprador, extremamente aquecido, não é possível que a gente possa pecar no planejamento. A Petrobras não deixará faltar combustível”, disse.”

(Agência Brasil)

UFC abre concurso público para professor adjunto e titular em Fortaleza

A Universidade Federal do Ceará está inscrevendo para concursos públicos que selecionarão professores titular e adjunto para Fortaleza. Estão disponibilizadas, nos setores de estudo Geociências e Planejamento e Análise Ambiental, duas vagas de professor titular no Instituto de Ciências do Mar (Labomar) para as quais o candidato deverá possuir título de doutor ou livre-docente há, pelo menos, 10 anos.

Para o cargo de professor adjunto, estão disponíveis sete vagas, em cinco departamentos, todos os contratos em regime de 40 horas, com dedicação exclusiva:

• Departamento de Matemática (Centro de Ciências), setor de estudo Singularidades e Topologia – uma vaga;
• Departamento de Química Orgânica e Inorgânica (Centro de Ciências), setor de estudo Química Orgânica – uma vaga;
• Departamento de Computação (Centro de Ciências), setor de estudo Computação de Alto Desempenho e Linguagens de Programação – uma vaga;
• Departamento de Economia Agrícola (Centro de Ciências Agrárias), setor de estudo Teoria Econômica Aplicada e Métodos Quantitativos – uma vaga;
• Departamento de Clínica Odontológica (Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem), setores de estudo Clínica Integrada/Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial; Clínica Integrada/Radiologia Odontológica e Clínica Integrada/Pacientes Especiais – três vagas.

DETALHE – As inscrições para o concurso de professor titular ficam encerradas em 21 de janeiro de 2013, e as do concurso de adjunto, em 20 de dezembro deste ano. Mais informações no site da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (www.progep.ufc.br), onde constam os editais nº 456/2012 e nº 451/2012.

(Com Site da UFC)

Especialista em marcas dá palestra em Fortaleza

Como título “Está difícil! Mas vai piorar!, eis artigo de José Roberto Martins, especialista em branding (marcas) que, a partir das 18h30min desta segunda-feira, no Gran Marquise Hotel,dará palestra e abrirá assim o projeto “Grandes Nomes da Comunicação”, chancelado VSM Comunicação do Ceará. Ele falará sobre o tema “Capital intangível”. Confira:

Os mais jovens, ou, pior, aqueles que leem pouco, não irão se lembrar. Até meados dos anos 1980 o Brasil era um paraíso de poucas marcas. Só para ajudar a lembrar, tínhamos apenas quatro montadoras: Ford, Volkswagen, GM e Fiat, que chegou por último em 1976 e hoje é a marca líder. No último salão do automóvel, em São Paulo, pudemos registrar a presença física e produtiva no Brasil de mais de vinte marcas, e isso incluindo as “marquinhas” BMW e Audi, que tem grandes planos para o país. Motos? Era escolher entre Honda e Yamaha. Atualmente? São também cerca de vinte marcas produzindo no país.

Gosta de cerveja? Bem, no mesmo período tínhamos praticamente duas marcas: Brahma e Antactica. O restante não tinha mais que 10% de participação de mercado. Hoje são cerca de duzentas marcas produzindo e vendendo, ainda que a Ambev, por razões que só o futuro justificará, tenha 68% de participação. Ainda assim, marcas outrora irrelevantes como Itaipava, Crystal, Nova Schin, dentre outras, respondem pelo restante das vendas, que ainda tem muito para crescer. Mas a participação de mercado da Ambev tem caído, e, não nos esqueçamos, grandes marcas globais como Sab Miller, Heineken e Kirin estão começando a arregaçar as mangas no Brasil e prometem dar muito trabalho.

A foto que ilustra esse texto é de minha autoria. Ela foi tirada em 16 de outubro de 2012 às 15:30. Revela, lado a lado, o Frans Café e a Starbucks, duas marcas importantes de cafeterias na Rua Haddock Lobo, Jardins, SP. A loja da paulistana Frans ocupa o local há muitos anos, e passou recentemente por uma maquiagem, já prevendo a iminente invasão da Starbucks, que apenas na região da Avenida Paulista já tem quase dez lojas.

Poderíamos continuar mostrando dezenas de exemplos, em todos os setores de negócios, e no país inteiro. Bancos, sabonetes, macarrão, mostarda, biscoitos, temperos, consultorias, máquinas e equipamentos, restaurantes, sabão em pó, detergente, modas masculina e feminina, perfumes, e assim por diante.

Mas vamos nos limitar aos nomes Frans Café e Starbucks. O Frans, como é chamado em São Paulo, era um lugar “tipo” Starbucks. Confortável, um café que, na minha opinião, nunca foi grande coisa, ar condicionado, lanches, salgados, doces e bolos que consumi poucas vezes, porque nunca os achei surpreendentes a ponto de colocar em risco a minha meta permanente pela boa forma física.

O Frans viveu muitos anos com pouca ou nenhuma concorrência. Dai vieram as marcas Cafés Floresta, Pilão, Três Corações, Casa do Pão de Queijo, dentre outras, que, mesmo pouco posicionadas em cafés, tomaram porções de mercado do Frans, embora muitos também não fossem grande coisa. Podemos também incluir o então modelo bem sucedido da Casa do Pão de Queijo, cujo padrão erodiu, enquanto outros melhoraram e progrediram, como a rede Café do Ponto.
Mas o Frans continuou na sua, julgando que mantinha um padrão que agradava quem não entendia muito de café. E, é claro, veio a zona de conforto. Por exemplo, bem depois, mas bem depois mesmo, é que o Frans passou a incorporar o copinho de água com gás para limpar as papilas e facilitar a degustação do café. Mas fizeram isso apenas porque novas pequenas cafeterias elitizadas nos Jardins, em especial, começaram a seguir o modelo italiano, o mesmo que inspirou a Starbucks. O Café Suplicy, também de São Paulo, acredito, foi uma inspiração quase certa para aquela decisão.

Mas apenas a qualidade do café explica todo esse movimento no setor? Não! O segredo da rede global Starbucks não está necessariamente nos seus tipos de cafés e a sua qualidade, mediana na minha opinião. Tomo cafés muito melhores e pagando muito menos em cafeterias pequenas, e, igualmente, confortáveis.

Mas a marca Starbucks é um pacote de inspiração italiana, que, convenhamos, ensinou o povo americano a tomar café. O modelo começa realmente pelo cardápio essencialmente italiano: café espresso, macchiato, café latte, cappuccino, moccaccino e derivações que a Starbucks criou, como o Frappuccino. Mas as coincidências param por aí. A reputação da Itália de ter o melhor café do mundo não está apenas na matéria-prima, em grande parte brasileira e colombiana, mas sim no preparo talentoso pelos baristas. Além disso, os italianos criaram máquinas de preparo de grande qualidade, que, controladas com competência, produzem um café perfeito, o qual idealmente deve ser tomado sem açúcar ou adoçante. Custou-me mais de um ano de treino, mas só tomo bons cafés sem qualquer tipo de adoçante.

O segredo do Starbucks é vender uma “experiência de consumo”. Bons espaços, cool jazz, ninguém te enchendo para comprar, wi-fi grátis na maioria das lojas… Enfim, uma sala de lazer grátis e com ar-condicionado que cobra caro, mas entrega conforto. Muita gente até abusa, não compra nada e dorme nos sofás. Mas é o preço a pagar pelo modelo, exatamente como nas megalivrarias, nas quais as pessoas passam o dia inteiro lendo de graça e, ainda assim, esses negócios proliferam. Vai entender a cabeça das pessoas…

Além das lojas, o consumidor pode ter um ótimo café em sua própria casa. A italiana Illy foi a primeira a chegar no Brasil com os seus sachês, sendo muito tempo depois ultrapassada pela Nespresso. Tive a máquina da Illy, mas deixei de usar porque os sachês ficaram muito caros. Ainda utilizo a Nespresso, mas devo confessar que com essa história de pegar senha para ser atendido começo a desconfiar que o modelo premium que erigiu a marca pode ter começado a se esfacelar. Mas, nos casos Illy e Nespresso, e também para quem não sabe, as duas marcas utilizam cerca de 60% de café brasileiro para compor os seus blends. Ou seja, vendemos café a preço de commodity e o recompramos a preço de grifes. Talvez seja a nossa sina. Até hoje não conseguimos superar o excelente trabalho de comunicação do café colombiano, que vende menos do que nós e ganha muito mais, porque tem uma reputação superior de qualidade.

Voltando ao Frans, à foto e maquiagem, o café continua de médio para bem ruim e o atendimento uma lástima. Claro que algumas lojas podem ser exceções, mas em um negócio no qual você tem que enfrentar uma marca gigante como a Starbucks, o Frans tem ainda muito para aprender. Conheçam duas experiências pessoais.

Moro em São Paulo a menos de uma quadra da loja Fnac da Avenida Paulista, a qual elegeu o Frans para ser a sua cafeteria. Num sábado pela manhã fui até a Fnac e resolvi tomar um café no Frans, já que as minhas cafeterias preferidas fecham nos finais de semana. Nelas, pago R$2.70 por um ótimo expresso. Pedi um café que me custaria R$3,70 e dei uma nota de R$50,00, a única que tinha. A caixa disse que não poderia me atender porque não tinha troco.

Surpreso, pedi que chamasse o gerente, mas, o que é muito comum, a loja não tinha um gerente. Ou seja, ninguém com poder para resolver uma simples questão de falta de troco, cuja obrigação de fornecer é do vendedor, e não do comprador. Bom, reclamei e tive que deixar a loja sem tomar o meu café.

Cerca de duas semanas depois a mesma situação, só que agora com a falta de troco para uma nota de vinte reais. Também deixei a loja sem tomar o meu café, mesmo protestando sobre a reincidência. Conclusão: dois fatos desagradáveis, e de conhecimento apenas meu e das atendentes, que ganham pouco e não tem nenhum poder ou visão do que estão fazendo, transformou-se em um case, agora do conhecimento de milhares de pessoas. Valeu a pena a economia que a marca fez? As duas oportunidades de contentar o consumidor que a marca perdeu? Não teria custado bem menos oferecer o café sob o meu compromisso de retornar e pagar quando eu tivesse troco? Isso já aconteceu comigo, e com contas muito mais altas. Como sou honesto e sei que se eu não pagasse o dinheiro sairia dos bolsos dos empregados, enquanto eu não saldasse as “dívidas” eu não ficava tranquilo.

Agora, lado a lado com a Starbucks, o Frans terá mais uma oportunidade, talvez a última, para rever o seu modelo de negócios, as suas decisões gerenciais, de comunicação de marcas e de economias tolas com mão de obra desqualificada, destreinada e sem nenhum poder para resolver conflitos idiotas, como a falta de troco para a venda de um café nada surpreendente. E porque a Starbucks pode tomar mais fregueses do Frans? Simples: porque tem a reputação de oferecer uma experiência agradável de consumo. Aproveitando, quando você viu um comercial de TV da Starbucks no Brasil?

De modo geral, e mais uma vez sem considerar as exceções, muitos empresários não estudam. Com isso, acabam comprando soluções de comunicação que são meras maquiagens e que não resolverão os grandes desafios adiante. Claro que isso é ótimo para o meu negócio de consultoria, mas lições valiosas são grátis e, algumas, até muito antigas, são surpreendentemente simples e contemporâneas em sua finalidade de educar:

“Todas as organizações ou grupos de pessoas que trabalham juntos durante algum tempo desenvolvem uma filosofia, um conjunto de valores, uma série de tradições e costumes. Tudo isso será a identidade da empresa. (…) Cada pessoa dentro da empresa é importante e todas as funções desempenhadas também o são. (…) Grande parte do nosso sucesso se deve ao fato de transferirmos a responsabilidade até o nível em que ela pode ser exercida com eficácia; normalmente, no nível mais baixo da organização, o que está mais próximo do consumidor”. (The HP Way: como Bill Hewlett e eu Constrímos nossa empresa. Campus, 1995.

São lições de vencedores, e datam dos anos 1940. Bem, para encurtar, é importante ensinar que marca não é um logotipo, coisa que já falávamos em O império das marcas, meu primeiro livro publicado em 1996. Marca é um “pacote” que inclui qualidade, bom serviço na venda e pós-venda, gente qualificada, ótimo design, comunicação inteligente e uma infraestrutura que não seja boa apenas em fazer promessas, mas, principalmente, em entregá-las porque isso faz parte da sua cultura e não de suas traquinagens administrativas ou de comunicação.

Finalmente, a respeito do provocativo tom pessimista no título desse artigo. Se você viu nele um copo meio vazio, então provavelmente a sua marca está com problemas. Caso você tenha percebido o contrário; um copo meio cheio, então provavelmente a sua marca tem um ótimo futuro. Talvez sejam necessários apenas alguns pequenos ou grandes ajustes.

* José Roberto Martins,

Presidente da GlobalBrands e autor de vários livros, incluindo: Branding: um manual para você criar, gerenciar e avaliar marcas (2006) e Capital intangível: guia de melhores práticas para a avaliação de ativos intangíveis (2012). É pioneiro brasileiro em avaliação e comunicação de marcas, desde 1995.

Cid participará de encontro do Sistema Confea/CREA

As obras de engenharia voltadas para a Copa 2014 serão discutidas durante a VI Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua, nesta quarta-feira, no Ponta Mar Hotel.

O governador Cid Gomes, que é engenheiro, confirmou sua presença na abertura do evento que se encerrará com a inauguração da Praça dos Engenheiros, situada na avenida Padre Antonio Tomaz com avenida Engenheiro Santana Júnior e com rua Andrade Furtado (Bairro Cocó).

Essa inauguração ocorrerá na sexta-feira.

TCU e Subcomissão de Acompanhamento das Obras da Copa 2014 visitam o Catelão

Membros do Tribunal de Contas da União e parlamentares da Subcomissão Permanente para Acompanhamento, Fiscalização e Controle de Recursos Públicos destinados à Copa 2014 e às Olimpíadas 2016 farão uma visita às obras do Castelão nesta terça-feira. O grupo acompanhará os preparativos da cidade para os eventos e quer conferir de perto os últimos detalhes da reforma e modernização do estádio.

Além do Castelão, a Subcomissão também irá vistoriar outras obras que estão em andamento no Estado visando beneficiar moradores e turistas que vierem a Fortaleza em 2014. A visita técnica faz parte do roteiro de trabalho da Subcomissão às cidades-sede, que também inclui idas a outras capitais como Natal (28), Recife (29) e Belo Horizonte (30).

O secretário especial da Copa 2014, Ferruccio Feitosa, considera “importante mostrar ao resto do País que o Ceará cumpre os compromissos firmados para a Copa”. Ele informa que a obra está com 96% de conclusão e será o primeiro estádio entregue para 2014, quatro meses antes do previsto. A presidente Dilma Rousseff estará dia 16 de dezembro conferindo a inauguração.

Banco do Brasil vai criar empresa de seguro e previdência

“O Banco do Brasil (BB) quer criar empresa na área de seguros, previdência aberta e capitalização. Segundo comunicado divulgado hoje (26) ao mercado, a sociedade vai chamar BB Seguridade. A decisão foi tomada em reunião do Conselho de Administração do banco no último dia 23. De acordo com o comunicado, o BB pretende consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades do banco nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e atividades afins.

Para o banco, com uma única companhia será possível obter ganhos de escala nas operações, reduzir custos e despesas no segmento de seguridade e ampliar a atuação da atual BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens. O banco passará a comercializar produtos de terceiros, nos ramos onde não possui acordos de exclusividade com empresas parceiras.

O BB informou também que a ideia é que a BB Seguridade seja uma companhia aberta. Sendo assim, o BB pretende, em 2013, promover uma oferta pública primária e secundária de ações de emissão da nova companhia na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), no chamado Novo Mercado (que exige mais transparência das empresas e compromissos que garantem maior equilíbrio de direitos entre acionistas).

O banco quer ainda expandir operações com corretagem de seguros para os ramos de planos odontológicos e de saúde, utilizando a rede de distribuição do BB e outros canais. A ideia é inclusive atender a não correntistas do Banco. Inicialmente, a BB Seguridade não atuará como uma seguradora de saúde, não assumindo, dessa forma, riscos de operações de seguro saúde.”

(Agência Brasil)

ECT lança campanha “Papai Noel dos Correios”

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A ECT lança nesta segunda-feira, às 18 horas, no Shopping Iguatemi, a Campanha Papai Noel dos Correios. Nessa estratégia, de caráter nacional, a criançada de entidades filantrópicas escreve cartas fazendo pedidos.

A população é convocada a atender esses pedidos, enquanto os Correios cumprem a tarefa de fazer chegar a elas os presentes natalinos.

Durante o lançamento da Campanha Papai Noel dos Correios, a assessoria de imprensa do órgão dará todos os detalhes de como a população poderá participar.

Ciro, Eunício e a sucessão 2014 no Ceará

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Álbum Eleitoral – Cid Gomes, Leônidas Cristino, Eunício e Ciro Gomes

Com o título “Consórcio político–eleitoral PSB-PMDB e a sua dependência dos interesses do Planalto para 2014. E o fator Ciro Gomes?”, eis artigo do sociólogo Luiz Cláudio Ferreira Barbosa. Ele aborda cenários da disputa governamental, onde Eunício Oliveira quer ser candidato e o PSB de Ciro Gomes apostaria no ministro dos Portos, Leônidas Cristino. Com isso, o PMDB se reaproximaria do PT? Confira:

O governador Cid Gomes (PSB) tem o controle da maior condomínio administrativo – partidário a frente do executivo do Governo estadual. A imensidão dessa base de apoio já traz uma disputa de punhais silenciosos, onde o ex–ministro Ciro Gomes (PSB) trabalha pelo lançamento do ministro dos Portos, o ex–prefeito de Sobral Leônidas Cristino, para a sucessão estadual de 2014, em detrimento da aliança do PMDB com o chefe do executivo estadual.

O senador Eunício Oliveira (PMDB) não espera em vão a decisão interna na executiva estadual do Partido Socialista Brasileiro, em seu favor ou em reconhecimento do seu valor estratégico, como candidato natural do governador Cid Gomes, para sucessão estadual de 2014. Isso já causa uma rachadura na frágil aliança do PSB com o PMDB, onde ambos estão à frente da administração pública da Prefeitura de Fortaleza (2013 – 2016). A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Fortaleza pode ser o início do deslocamento do PMDB, para bem distante dos interesses eleitorais do governador Cid Gomes (PSB), já para o pleito eleitoral de 2014.

Cid Gomes está refém das negociações do governador Eduardo Campos (PSB) e da presidente Dilma Rousseff (PT) para sucessão presidencial de 2014. A cúpula nacional do Partido Socialista não aceita dissidência entre os seus quadros, por isso o presidente estadual da seção do Ceará, o engenheiro Cid Gomes, somente vai chancelar a decisão do circulo duro sobre o comando do cearense: o ex–ministro Roberto Amaral, o eterno aliado do governador de Pernambuco.

Eunício Oliveira espera a decisão final para reedição da aliança nacional entre o PT e o PMDB para reeleição da chapa majoritária da presidente Dilma Rousseff (PT) e do seu atual vice – presidente Michel Temer (PMDB). Os peemedebistas cearenses já começaram um movimento para diminuir as arestas com a direção nacional do Partido dos Trabalhadores, visando a construção de uma chapa majoritária para Governo estadual com apoio do Planalto.

O ex–deputado federal Ciro Gomes (PSB) procura fortalecer a pré–candidatura do ministro Leônidas Cristino para a sucessão estadual, como indicação do Partido Socialista Brasileiro seção local, em detrimento do interesse do maior aliado na seara política estadual: o PMDB do senador Eunício Oliveira.

Ciro Gomes não vai aceitar os rearranjos da política nacional, como orientação definitiva das decisões internas do PSB estadual. A vitória do deputado estadual Roberto Cláudio (PSB), no pleito eleitoral de Fortaleza em 2012, foi fruto de orientação interna de acordo com os interesses privados dos irmãos Gomes, com base no xadrez partidário estadual, em detrimento do enfoque nacional. O modelo da vitória do Ciro Gomes no pleito eleitoral de 2012 já é matriz ideológica dos irmãos Gomes para o pleito eleitoral de 2014.

* Luiz Cláudio Ferreira Barbosa,

Sociólogo.

Orçamento 2013 – Bancada federal cearense terá último encontro nesta 3ª feira

O deputado federal Antônio Balhmann (PSB) confirma para esta terça-feira, em Brasília, mais uma reunião da bancada cearense. Segundo o parlamentar, que é o coordenador-geral da bancada, o encontro definirá tudo sobre as emendas ao Orçamento Geral da União 2013.

São 19 emendas de bancada, que deverão atender, conforme Antônio Balhmann, os interesses dos grandes projetos estruturantes do Governo do Estado, pedidas da Prefeitura de Fortaleza – especialmente o que quer o prefeito eleito Roberto Cláudio, algumas reivindicações de órgãos federais e parte da Região Metropolitana.

DETALHE – Termina quinta-feira o prazo final para entrega das emendas ao Orçamento 2013.

Caso Rosemary – Senador quer convocar ministro da Justiça

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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) vai dar entrada, nesta segunda-feira, na Comissão de Constituição e Justiça com pedido para convocar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Simon argumenta que o ministro deve detalhar a operação da PF que envolveu a ex-chefe de Gabinete da Presidência em São Paulo Rosemary Nóvoa Noronha, demitida no sábado por ordem da presidente Dilma Rousseff, num esquema de organização criminosa infiltrada em órgãos públicos. A assessoria do Ministério da Justiça destacou que Cardozo só irá ao Congresso se for convocado.

Pedro Simon avalia que o escândalo no escritório da Presidência em São Paulo é “grave demais”, pois ocorreu na “alma do governo”. Ele diz, no entanto, que o Congresso não tem condições no momento de propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso.

(Com Estadão)

Brasileiro trabalha cinco meses do ano para pagar impostos

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Cinco meses de trabalho por ano do brasileiro são apenas para pagar tributos, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). O cálculo considera os impostos sobre a renda, o patrimônio e o consumo. Em média, há comprometimento de 40,98% da renda bruta do trabalhador para os fiscos federal, estadual e municipal. A “alforria” tributária dos contribuintes, segundo o IBPT, foi concedida, neste ano, pelo governo brasileiro, apenas em 30 de maio, o que significa dizer que, somente a partir dessa data a pessoa começou a trabalhar para si mesma, sem intervenções fiscais. São 150 dias de trabalho para os três fiscos – um a mais que no ano passado.

Além disso, a alíquota mais elevada (27,5%) recai sobre renda mais baixa do que em países como Estados Unidos, Inglaterra e Argentina, de acordo com estudo da consultoria Ernst & Young Terco. Os brasileiros com renda mais baixa também recolhem, em proporção, mais do que trabalhadores de extratos superiores.

Menos reembolsos para a sociedade

Segundo ainda o IBPT, entre os 30 países com cargas tributárias mais altas, o Brasil é o que menos devolve em serviços e investimentos à sociedade. Além de trabalhar cinco meses no ano só para pagar impostos, o brasileiro precisa dedicar a renda de outros quatro meses para suprir a lacuna deixada pelos maus serviços prestados pelo Estado.

Os investimentos em áreas básicas são menos eficazes que em outros países, segundo dados do Instituto. O Brasil e a Coreia do Sul investem o mesmo percentual do Produto Interno Bruto (PIB) na área, em torno de 4,5%. Porém, enquanto os alunos sul-coreanos estão entre os mais bem avaliados nos testes internacionais Pisa, os brasileiros estão entre os piores.

Segundo o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, o aumento da eficiência na gestão e nos gastos públicos permitirá fazer muito mais com menos, melhorando os serviços com redução da carga tributária. Ele explicou que não se justifica o aumento de tributos, uma vez que vivemos num dos países que mais cobram impostos e “os valores recolhidos não retornam em serviços como segurança, rodovias sem pedágio e saneamento básico”, apontou.

O economista Paulo Rabello de Castro, da RC Consultores, explicou que o crescimento da carga tributária tem freado a taxa de eficiência da economia de modo significativo nos últimos anos que se poderia afirmar que o Brasil perdeu, pelo menos, um ano de PIB a cada década.

Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, disse que a elevação da carga tributária nos últimos anos foi destinada em sua grande maioria para custear o aumento dos gastos correntes dos governos, incluindo benefícios sociais e salários de funcionários públicos.”

(POVO Online – Canal Economia)

Estiagem – Presidente da CUT/CE cobra políticas de trabalho e renda no semiárido

Com om título Semiárido agoniza com mais uma seca”, eis artigo da presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Ceará, Joana Almeida. Ela elogia as políticas públicas de apoio aos agricultores atingidos pela estiagem, mas cobra políticas de trabalho e renda no campo. Confira:

O homem e a mulher do campo enfrentam dificuldades com a estiagem. A sobrevivência da população e do rebanho está comprometida com a maior seca dos últimos 50 anos. Os reservatórios do Ceará estão abaixo da capacidade de armazenamento de água. Por isso, municípios com os maiores açudes do estado, como Banabuiú, Jaguaretama, Orós, Nova Jaguaribara, estão sendo abastecidos por carro-pipa. As fontes de alimentação humana e animal também estão prejudicadas. Em função do período da entressafra, o preço de itens da cesta básica, como feijão, arroz, fubá dispararam.

Reconhecemos que ações emergenciais executadas a nível federal, como o Programa Garantia Safra, têm sido valiosas. Em 2012, as 5 parcelas oferecidas ao agricultor foram insuficientes. O governo federal garantiu então mais 2 parcelas. Porém, defendemos que é preciso elaborar políticas de trabalho e renda para famílias do campo, tendo em vista que essa mão-de-obra fica ociosa no período da entressafra.

Outra importante iniciativa do governo federal foi o Programa Bolsa Estiagem. Mas acreditamos que o valor de quatrocentos reais, distribuído em 5 parcelas, é pequeno em comparação ao preço da saca de 60 quilos de milho, que custa cinquenta reais.

Existem vários outros programas, mas nem todos funcionam em sua totalidade. Os Programas 1 Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2) são importantes para garantia da segurança hídrica. No entanto, as cisternas estão vazias. O Programa Carros-Pipa é insuficiente para a demanda. As políticas de implantação, revitalização de poços e adutoras dessalinizadores são executadas em uma década e não em 6 meses de estiagem. É preciso implantar políticas para disponibilizar água dos açudes públicos para a produção de suporte forrageiro e para abastecimento da população. Hoje, as águas do canal da integração são utilizadas para fins industriais, enquanto nas margens, pessoas sofrem com a Seca.

Portanto, é essencial efetivar medidas emergenciais com a maior rapidez para minimizar os efeitos da Seca no Ceará. A convivência com o semiarido não significa apenas o combate à seca ou só a construção de infraestrutura hídrica para abastecimento humano e animal, requer também ações de promoção do desenvolvimento rural sustentável e solidário no semiárido brasileiro e cearense.

Joana Almeida

imprensa@cutceara.org.br

Presidente da CUT-Ceará.

Polícia Federal apreende documentos na casa de vice-presidente da CBF

“Marco Polo del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), prestou depoimento à Polícia Federal na madrugada desta segunda-feira, em São Paulo. O dirigente teve documentos e computadores apreendidos em sua casa. Del Nero, o cartola mais poderoso do país na atualidade – é considerado nome certo para disputar a presidência da CBF na próxima eleição na entidade, às vésperas da Copa do Mundo de 2014 -, não revelou o motivo da operação de busca em sua residência. Ele disse apenas que o assunto não envolve sua atuação no futebol. Em nota divulgada pela FPF, o cartola diz que foi “surpreendido em uma operação da Polícia Federal” e afirma que os agentes estavam “em busca de documentos não relacionados à sua atividade na entidade e de seu escritório de advocacia”. No escritório, Del Nero tem como sócio o deputado petista Vicente Cândido, que foi relator da Lei Geral da Copa. Também nesta segunda, Del Nero participaria do seminário Soccerex, no Rio de Janeiro. Ao chegar para o evento, Marin evitou comentar o episódio envolvendo seu vice.

“Conhecido advogado criminalista, Marco Polo Del Nero prestou depoimento regulamentar na Polícia Federal sendo liberado em seguida. O teor do depoimento segue em sigilo de justiça”, afirma a nota da FPF. Na semana passada, Del Nero e o presidente da CBF, José Maria Marin, anunciaram a demissão de Mano Menezes do comando da seleção brasileira. A decisão foi atribuída em grande parte a Del Nero, que indicou Marin à vice-presidência da CBF e, assim, possibilitou sua chegada à presidência da entidade (ele assumiu no lugar de Ricardo Teixeira por ser o vice de mais idade dentro da CBF). Em entrevista ao portal UOL, Marco Polo del Nero se disse “absolutamente tranquilo” e afirmou que a ação da PF “não atrapalha em nada neste momento” de transição no comando da seleção brasileira. “A polícia chegou em casa, pediu documentos, eu dei. Depois prestei depoimento por cerca de 20 minutos. Como advogado, a gente não se assusta com essas coisas.”

Marco Polo del Nero é presidente da FPF desde 2003. Em 2007, ele assumiu um lugar no Comitê Executivo da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Neste ano, com a saída de Ricardo Teixeira do comando da CBF, passou a acumular mais um cargo, agora no Comitê Executivo da Fifa. Ligado ao Palmeiras, advogado especialista em Direito Penal, é considerado o homem forte do futebol brasileiro desde a queda de Teixeira – tudo por causa da relação muito próxima com Marin, que assumiu tanto a presidência da CBF como a chefia do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014. A operação da PF, aliás, acontece em um momento delicado para Del Nero. No sábado, São Paulo recebe o sorteio dos grupos da Copa das Confederações de 2013. Por causa disso, a cúpula da Fifa estará na cidade a partir da quarta-feira. Del Nero seria o anfitrião de diversos compromissos importantes, como a reunião do comitê organizador do torneio e a visita às obras do Itaquerão, que será o palco da abertura da Copa de 2014.”

(Veja Online)

E por falar em Gestão de Marcas…

Com o título “Relações Públicas na Gestão das Marcas”, o jornalista e controlador da VSM Comunicação, Marcos André Borges, manda artigo intitulado “Relações Públicas na Gestão de Marcas”. Ele chama a atenção para esse tema que, inclusive, será aprofundado durante palestra, a partir das 18h30min desta segunda-feira, no Gran Marquise Hotel, por José Roberto Martins, especialista em branding (marcas). A exposição de José Roberto abrirá o projeto  “Grandes Nomes da Comunicação”.

Não é fácil construir uma marca de sucesso. Desafio maior é manter a confiança desta junto a seus públicos. Em uma sociedade planetária voltada para o consumo, o dever não é apenas de gigantes multinacionais como Coca-Cola, Nike e McDonald’s, mas de toda iniciativa, pública ou privada, que deve destinar e administrar recursos para cumprir suas promessas de marca, sob a pena de colocar em risco esse inestimável capital de confiança. A “Marca Brasil” e própria “Marca do Estado do Ceará”, são exemplos de capital intangível (?) que vêm se valorizando significativamente nos últimos anos graças as gestões implementadas em nível Federal e Estadual.

Mas por que é importante fazer branding? Segundo José Roberto Martins que é Administrador de Empresas, Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, com 30 anos de experiência corporativa “ tendo sua marca uma atuação mundial, ou uma apenas local, você deve buscar a otimização do valor dela em relação ao faturamento gerado. Branding não é um trabalho fácil, e não se trata apenas de criar logotipos, desenhar embalagens e vender sacadinhas de propaganda que afaguem o ego dos envolvidos”.

Outra ferramenta relevante para o fortalecimento das marcas ocorre no plano interno das instituições, como é o caso a comunicação corporativa nas relações com os investidores (RI) nas corporações com capital aberto. Para isso é fundamental que o consultor de comunicação lance mão de recursos que mensurem as necessidades desse público e, ao mesmo tempo, saiba encontrar as melhores formas e ferramentas para traduzir, de forma transparente e confiável, as diretrizes, perspectivas de êxitos nas metas e decisões tomadas pelas corporações. Nesse aspecto o trabalho de relações públicas é fundamental.

Aloisio Anhalt, presidente da FIRB – Financial Investor Relations Brasil, ex-presidente executivo e atual membro do conselho de administração do IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores destaca, entre outras questões, a importância da comunicação e do relacionamento no processo de gestão das relações com os investidores. Ele diz:

“‘Só é possível gerenciar aquilo que pode ser controlado”. Esta é uma velha máxima da Administração que até hoje não foi refutada por grande parte dos gestores das companhias, sejam elas abertas ou não. E continua: “na gestão de RI fica evidente que não é possível dissociar a atividade de planejamento da atividade de controle, pois planejamento sem controle reflete apenas intenções e controle sem planejamento resulta apenas em burocracia. Planejamento com controle define gestão”.

No mercado cearense, há muito que se trabalha pelo investimento na administração da marca, promovendo seu relacionamento com os públicos. Embora existam esforços de gestão nesse sentido, a maioria, no entanto, concentra-se em ações de marketing e publicidade e mais algumas poucas ferramentas da comunicação corporativa e mídias sociais, apostando serem suficientes para garantir uma exitosa experiência de marca. Administrar suas relações com o mercado e tornar públicas suas promessas são, certamente, premissas básicas na gestão de uma marca.

No entanto, ao longo de mais de 23 anos atuando no gerenciamento de reputação de diversas marcas, posso afirmar que esse investimento se revela insuficiente quando a relação passa a ser questionada pela opinião pública. Sem falar que para que se crie um “capital de credibilidade”, para enfrentar momentos de crise, é preciso investir em comunicação a longo prazo. Do contrário as instituições públicas ou privadas terão sempre que recorrer aos consultores de comunicação como “bombeiros” ´para debelar “incêndios” que poderiam ter muito menos intensidade – e até terem sido evitados – caso existisse um trabalho eficaz anterior de relações públicas junta a opinião pública em geral e públicos de interesse. Mesmo porque cabe também ao especialista em gerenciar reputação, atuar preventivamente, dentro das corporações, no sentido de se evitar a instalação das crises.

Quando tais medidas aqui elencadas não são implementadas, as instituições são obrigadas a investir quantias significativas para gerencias crises pontuais e sofrem prejuízos incalculáveis em suas marcas que – muitas vezes – têm dificuldades para recuperar a boa imagem institucional. Sem falar que esse processo demanda tempo e mais investimento em comunicação a longo prazo.

Então o que falta? Relacionamento. Na sociedade de consumo, as marcas são personificadas, adquirem as mesmas características de valor atribuídas às pessoas: tradicional, moderna, confiável, reconfortante, rápida, eficiente etc. Cada vez mais as empresas têm procurado refletir e traduzir essas promessas de valor em suas marcas. Muitas, porém, esquecem que, ao se personalizarem, absorvem também um dos valores mais importantes que caracterizam o homem: a falibilidade.

Admitindo-se a cultura de personificação das marcas na sociedade de consumo, temos que admitir que, assim como as pessoas, as marcas são falíveis mesmo que, como também nós, humanos, não saiam por aí propagando seus erros. Como então nos diferenciarmos positivamente? Pela habilidade de reconhecer erros e melhorar-se a partir dessas experiências. Desta forma, marcas que melhor administram a dicotomia entre a possibilidade de cumprir ou não suas promessas, têm, na crise, a oportunidade de melhoria.

Uma segunda chance, no entanto, nem sempre é possível. Diante de uma promessa não cumprida, que põe em risco a confiança na marca, nem sempre a soma de todo o investimento em marketing e publicidade são suficientes para permitir sua recuperação ou sobrevivência, e seu capital de relacionamento precisa ser acionado.

Torna-se necessário, no entanto, sensibilizar para o conceito de relacionamento da marca com seus públicos. Para discutir essas questões a VSM Comunicação está trazendo à Fortaleza, realizando um evento direcionado para gestores e profissionais da comunicação, nesta segunda-feira (26/11), com o palestrante e escritor José Roberto Martins, especialista em branding que vem ajudando as instituições públicas e privadas a calcular o capital intangível de suas marcas. Se a dinâmica das relações humanas é material de pesquisa de diversas ciências, o relacionamento entre instituições e seus públicos, que se dá em ambiente de rica complexidade, não difere, e tem, nas Relações Públicas, a disciplina necessária para o estudo e desenvolvimento dessas relações.

Instituições, públicas e privadas devem, portanto, ampliar seu leque de recursos para assegurar que a gestão de suas marcas tenha as ferramentas necessárias para administrar bem suas promessas de valor junto ao maior número de segmentos sociais possível, construindo assim uma reserva de capital em momentos de crise. Assim como no erro, onde a prevenção é o melhor caminho, na crise, identificar seus pontos fracos e prevenir também é a melhor saída. Não sendo possível, quem melhor administra as relações de sua marca pode valer-se do capital de boa reputação acumulado.

* Marcos André Borges é controlador da VSM Comunicação e Diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Comunicação Social – SINCO.

PT acredita que pode reverter pate da condenção de Dirceu, Genoíno e Delúbio

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“Como a esperança é a última que morre, parte do PT ainda acredita que é possível reverter as condenações de José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares por formação de quadrilha no mensalão. A aposta é num recurso chamado de embargo infringente, que, em tese, possibilitaria a realização de um novo julgamento quando o condenado recebe pelo menos quatro votos a seu favor. Como os embargos infringentes devem ser sorteados, o recurso não cairá diretamente nas mãos de Joaquim Barbosa.

A turma do PT ainda faz o seguinte cálculo: com a chegada de Toria Zavascki, e de um outro ministro para a vaga de Ayres Britto, a Corte que vai analisar os recursos não é a mesma que condenou os mensaleiros.

O melhor dos cenários ainda traz duas outras possibilidades: a aposentadoria precoce de Celso de Mello, permitindo não dois, mas três novos ministros na Corte, e que o processo, no sorteio, caia nas mãos de Dias Toffoli.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Estiagem – Deputado lamenta que burocracia atrase liberações

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O deputado federal José Arnon (PTB) lamenta que a burocracia federal esteja atrapalhando a liberação de recursos para o combate à seca no Nordeste. O parlamentar também lamenta que mais uma vez a estiagem ocupe espaços na mídia quando muito já poderia ter sido feito para prevenir dificuldades.

Custo da construção cresce mais de 7% em um ano

” O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), aumentou 0,23% em novembro, variação ligeiramente inferior à de setembro (0,24%). No acumulado do ano, o índice apresentou variação de 6,93% e, nos últimos 12 meses, 7,3%. O resultado foi influenciado pelo grupo de despesas materiais, equipamentos e serviços, que sofreu decréscimo, passando de 0,49% para 0,22%. Na média, o INCC-M só não foi menor porque, no período, ocorreram reajustes salariais em Recife, um dos sete locais pesquisados, onde a taxa saltou de 0,48% para 2,21%.

Os cálculos relativos à mão de obra nas sete capitais indicam elevação de 0,01% para 0,24%. Desde janeiro, o custo da mão de obra ficou 9,21% mais caro e, em 12 meses, 9,72%, praticamente, o dobro do índice de materiais, equipamentos e serviços com variação de 4,63% e 4,87%, respectivamente. Das sete localidades pesquisadas, apenas Recife teve elevação do INCC-M (de 0,48% para 2,21%). Nas demais, ocorreram decréscimos: Brasília (de 0,32% para 0,07%) e Rio de Janeiro (de 0,22% para 0,08%); Salvador (de 0,14% para 0,13%); Belo Horizonte (de 0,28% para 0,18%); Porto Alegre (de 0,28% para 0,11%) e São Paulo (de 0,2% para 0,13%).”

(Agência Brasil)

Mercado reduz projeção para crescimento da economia do País

“Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram, pela segunda semana seguida, a projeção para o crescimento da economia, este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país, este ano, caiu de 1,52% para 1,50%. Para 2013, a projeção oscilou de 3,96% para 3,94%. Os dados constam do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo BC. Para a produção industrial, a projeção de queda neste ano passou de 2,39% para 2,30%. Para 2013, a expectativa é que haverá recuperação, com retorno ao crescimento. A estimativa de expansão passou de 4,15% para 4,20%.

A projeção para a cotação do dólar foi mantida em R$ 2,03, neste ano, e em R$ 2,02, em 2013. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi alterada de US$ 19,2 bilhões para US$ 19,6 bilhões, neste ano, e foi mantida em US$ 15,52 bilhões, em 2013. A estimativa para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 35,2%, este ano, e em 34%, em 2013.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), houve ajuste na projeção de US$ 54,6 bilhões para US$ 54 bilhões, este ano. Para 2013, a estimativa é de US$ 65 bilhões, a mesma da semana passada. A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões, neste ano. Para 2013, passou de US$ 60 bilhões para US$ 59 bilhões.”

(Agência Brasil)