Blog do Eliomar

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O Brasil dos donos de possantes de luxo

O Brasil continua, mais do que nunca, cheio de contradições.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, ano passado, foram vendidas 97 Ferraris, Rolls-Royces, Lamborghinis e Maseratis no país.

Os modelos mais baratos saem por cerca de R$ 600 mil e os mais caros a R$ 5 milhões. Só em dezembro, foram 17 — e certamente não por causa do 13º salário.

(Foto – Divulgação)

Camilo Santana – Partida prematura de Boechat foi grande perda para a comunicação brasileira

Do governador Camilo Santana (PT), em sua página no Facebook sobre a morte do jornalista Ricardo Boechat:

Recebi com muito pesar a notícia da morte do jornalista Ricardo Boechat, que atuava no Grupo Bandeirantes de Comunicação e Revista Isto É, além de ter passado por alguns dos principais veículos de comunicação do país.

A partida prematura de Boechat representa grande perda para a comunicação brasileira.

Aos familiares, amigos e fãs, minha solidariedade.

Fundadora da Dudalina falará sobre Empreendedorismo em Fortaleza

O Grupo Mulheres do Brasil, núcleo de Fortaleza, está retomando atividades neste mês.

O primeiro encontro está marcado para a próxima sexta-feira, 15, a partir das 18 horas, e ocorrerá no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Na programação, Sonia Hess, fundadora da marca Dudalina, que abordará o tema Empreendedorismo.

(Foto – Divulgação)

Ricardo Boechat – A saudade de um dos maiores jornalistas do País

Ricardo Boechat (66), que morreu em um acidente de helicóptero na Rodovia Anhanguera, nesta segunda-feira, era um dos jornalistas mais respeitados do país. Âncora do Jornal da Band, apresentador da BandNews FM e colunista da revista Istoé, passou também, ao longo de sua carreira de quase cinco décadas no jornalismo, por jornais impressos de grande circulação, como O Globo, O Estado de S.Paulo, Jornal do Brasil e O Dia. O piloto do avião, Ronaldo Quattrucci, também morreu.

Filho de um diplomata brasileiro, Boechat nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 13 de julho de 1952. Mal saído da adolescência, trabalhava como assessor de imprensa, mas tentava dar início a uma carreira como repórter. Seu primeiro trabalho em uma redação surgiu na década de 1970, no extinto Diário de Notícias, como assistente de Ibrahim Sued.

Na década seguinte, assumiu a Coluna do Swann, do jornal O Globo, onde ficou até 1997, quando ganhou outra coluna no periódico, com seu próprio nome.

Por dois anos, entre 1986 e 1988, escreveu para o jornal O Estado de S. Paulo. Nesse meio tempo, em 1987, por alguns meses, atuou como secretário de Comunicação Social do governo de Moreira Franco, no Rio de Janeiro. Sua passagem pela política também incluiu, anteriormente, o trabalho como assessor de imprensa de Moreira Franco, quando este era prefeito de Niterói, e como coordenador de campanha do político para o governo do Rio em 1982.

Nos anos 1990, passou pela Rede Globo, como comentarista do Bom Dia Brasil. Também trabalhou no SBT antes de ingressar na Band como diretor de jornalismo da sucursal do Rio de Janeiro. Em 2006, tornou-se âncora do principal jornal da casa, o Jornal da Band, transmitido de São Paulo, quando precisou se mudar de cidade.

Lançou o livro Copacabana Palace – Um Hotel e sua História, sobre o famoso hotel carioca da praia de Copacabana, em 1998. Ganhou três Prêmios Esso e dezoito prêmios Comunique-se, tendo se tornado o maior ganhador da premiação.

No ano passado, foi um dos entrevistados do fórum Amarelas ao Vivo, organizado por VEJA. Falou sobre o jornalismo profissional e a importância dessa atividade em tempos de notícias falsas na internet. Tinha uma visão até otimista sobre o assunto. “A sociedade não está tão vulnerável à mentira. Nós esquecemos que a tecnologia que dá essa dimensão à mentira é a mesma que a desmascara”, afirmou. “Tratamos as fake news como se fossem um mal sem cura. Está na própria natureza da notícia falsa a tecnologia, que é o antídoto que a matará no menor tempo do que sempre se propagou.”

Em sua última coluna na Istoé, falou sobre a movimentação no Senado após a eleição de Davi Acolumbre como presidente, processos na Justiça Trabalhista e a tragédia em Brumadinho (MG), entre outros assuntos. Em seu último comentário, nesta segunda-feira, na BandNews FM, o jornalista falou sobre as tragédias da cidade mineira e do CT do Flamengo, que deixou dez adolescentes mortos, na semana passada.

Boechat era casado com Veruska Seibel e deixa seis filhos.

(Veja)

Ceará lidera ranking da energia solar distribuída

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O Ceará liderou no País o ranking de geração distribuída de energia solar – aquela onde a geração de energia é feita pelo consumidor – com total de 31.239Kw no ano. A informação é do Observatório da Indústria, organismo ligado à Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

No ranking nacional geral da energia solar, o Estado ficou na sexta colocação.

Neste ano, o segmento solar do país espera crescer 44% e, de olho nesse mercado, a Sou Energy, empresa cearense, participa do Fórum de Distribuição de Energia, em Minas Gerais.

De acordo com Adriana Viturino, Gerente Comercial da Sou Energy, a expectativa de crescimento da empresa para 2019 pode chegar a 300%.

(Foto – Arquivo)

Livro de cearenses quer mostrar radiografia do sistema prisional brasileiro

Nos bastidores do sistema prisional brasileiro.

Os agentes penitenciários cearenses Manoel Serafim e Adailson d Silva, também psicólogo, filósofo, teólogo e escritor de 10 livros, estão finalizando o livro “Encarceramento em massa no Brasil: um raio x do sistema prisional brasileiro.” Serafim conta que é agente há mais 11 anos e que foi candidato a presidente do Sindasp por três vezes, com formação em Letras pela UFC.

Ele diz que o livro é dedicado a todos os agentes penitenciários do Brasil, mas enfrenta dificuldade para concretizá-lo, em razão do custo: cerca de RS 9.000,00. “Este valor se refere a diagramação, registo catalográfico, editora, arte gráfica etc. Já investimos uma quantia e, embora a obra já esteja pronta, não chegamos a este montante para materializá-la” explica Serafim.

Os dois autores pedem o apoio da sociedade para concretizar a obra. “Qualquer valor será prestimoso para finalização do projeto. Aquele que porventura queira e possa doar RS 50,00 ou mais, no ato do lançamento, receberá o livro sem qualquer ônus”, acentua.

SERVIÇO

Doações

Manoel Serafim da Silva – Bradesco
AG. 693
C/C 16739-8.

(Foto – Mauri Melo)

UFC inscreve para seleção de professor em Fortaleza e Sobral

A Universidade Federal do Ceará lançou o Edital nº 21/2019 (http://www.progep.ufc.br/edital-21-2019/) para seleção de professor substituto. São ofertadas três vagas, distribuídas entre o Departamento de Psicologia, em Fortaleza, e os cursos de Música e de Medicina, em Sobral. As inscrições começam na quarta-feira, dia 13, informa a assessoria de imprensa da Instituição.

Em Fortaleza, a vaga é para o setor de estudo Análise do Comportamento. O regime de trabalho é de 40 horas semanais e é exigido título de doutor. As inscrições ocorrerão presencialmente ou por procuração até o dia 15 de fevereiro, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, no Departamento de Psicologia, localizado na área 2 do Centro de Humanidades da UFC (Avenida da Universidade, 2762, Benfica). A inscrição poderá ser reaberta com titulação menor em caso de inexistência de candidatos doutores.

Em Sobral, a vaga para o Curso de Música é no setor de estudo Regência, Linguagem e Estruturação Musical. O regime de trabalho é de 40 horas semanais e é exigido diploma de graduação. Os interessados podem se inscrever até o dia 19 de fevereiro, na coordenação do curso (Rua Coronel Estanislau Frota, 563, Centro), no horário das 14 às 20 horas.

A outra vaga do Campus da UFC em Sobral, para o Curso de Medicina, é no setor de estudo Endocrinologia/Semiologia Médica/Internato, com jornada de trabalho de 20 horas semanais. São aceitas inscrições de candidatos com título de mestre ou diploma de graduação. As inscrições ocorrem até o dia 19 de fevereiro, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, na coordenação do curso (Av. Comandante Maurocélio Rocha Pontes, 100, Derby).

SERVIÇO

*Informações sobre inscrição, remuneração e programas de estudos estão detalhadas no Edital nº 21/2019 (http://www.progep.ufc.br/edital-21-2019/).

*Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas – (85) 3366 7407.

Tragédia no Flamengo – Atleta cearense ganha alta médica

O cearense Cauan Emanuel (14) recebeu alta médica e vai para casa. A informação foi divulgada neste começo de tarde de segunda-feira pelo Flamengo. O jogador de 14 anos deixa nas próximas horas o Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde está internado desde sexta-feira. Ele será o primeiro dos três feridos no incêndio no Ninho do Urubu a voltar para o lar, informa o Portal G1.

No último domingo, o jovem já havia deixado o CTI e sido transferido para o quarto, devido sua evolução. Após visitar o filho na manhã desta segunda, o pai de Cauan, Jhon Emanuel, já demonstrava otimismo com a alta médica:

– Está com a respiração boa, fala normal, se alimentando bem. Está feliz por estar no quarto. O coração de pai está feliz por estar fora total de perigo. Agora é esperar as decisões médicas. Esperamos que seja avaliação positiva e ele saia em breve.

Os outros dois feridos seguem internados. Francisco Dyogo, de 15 anos, está no mesmo hospital que Cauan, mas continua no CTI. O estado mais grave é de Jonatha, 15 anos, que teve 35% do corpo queimado e está no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, também na Zona Oeste do Rio.

(Foto – Re´produção)

Tasso defende que PSDB se afaste de “visões de extrema-direita”

No ano passado, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) liderou um movimento para que o seu partido desembarcasse da gestão de Michel Temer. Agora, em meio à aproximação entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), e o presidente Jair Bolsonaro, o tucano volta a defender que o partido deva se afastar “de visões de extrema-direita” presentes no Palácio do Planalto.

Para Jereissati, a única afinidade entre tucanos e bolsonaristas é na política econômica, em prol da reforma da Previdência. “Eu não enxergo o PSDB totalmente integrado ao governo, até pelas diferenças que nós temos. A grande afinidade que nós temos é em relação à política econômica”, afirmou Jereissati em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Neste ponto, o senador disse que “nunca houve um momento tão propício” no Senado para a aprovação da reforma e que entre os senadores tucanos existe “a convicção” sobre uma reforma “imediata” e “de certa profundidade”.

AGÊNCIA ESTADO – O que o sr. achou da eleição para a Mesa do Senado? Houve desgaste de imagem da Casa?

TASSO JEREISSATI – Foi o ápice do desgaste, mas o ponto mais alto da crise do Senado foi necessária para a ruptura com o passado. Com certeza, foi um espetáculo degradante, que desnudou alguns personagens para o Brasil, mas foi um momento em que foi rompido o predomínio de um grupo depois de quase 30 anos. Acho que consolidou o fim do monopólio desse grupo no Senado durante esses anos.

AE – Preocupa o fato de o novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ter o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, como padrinho?

TJ – Ele, com certeza, teve o apoio do ministro Onyx, mas a teia de compromissos que ele firmou aqui dentro do Senado vai dar a independência que ele necessita e, com certeza, quer.

AE – O governo tem condições de aprovar uma reforma da Previdência no Senado?

TJ – O governo sozinho não tem essa maioria no Senado. O governo, inclusive, é muito heterogêneo, tem alas diferentes e visões diferentes. É difícil você quantificar. Agora, nunca houve um momento tão propício dentro do Senado para fazer essas reformas. Não podemos desperdiçar essa oportunidade.

AE – Na gestão Temer, o PSDB ficou dividido sobre proposta de reforma da Previdência. E agora?

TJ – É uma boa vontade unânime aqui dentro do PSDB do Senado. Evidentemente que tem pontos aqui e ali, ninguém é unânime em todos os pontos. Mas a convicção de que tem de haver uma reforma da Previdência, de certa profundidade e imediata, isso é unânime dentro do partido aqui no Senado.

AE – Qual será a posição do PSDB em relação ao governo? No ano passado, o sr. defendeu desembarcar da gestão Temer e, este ano, Doria tem se movimentado em direção ao governo…

TJ – Não enxergo o PSDB integrado totalmente no governo, até pelas diferenças que nós temos, que eu já fiz referência. A grande afinidade que nós temos é em relação à política econômica. Mas, com certeza, estamos bastante afastados de visões de extrema-direita que estão sendo externadas aí por alguns grupos.

AE – Como o sr. avalia o primeiro mês de gestão do governo Bolsonaro?

TJ – É muito cedo, temos um pouco mais de um mês com um presidente afastado por uma cirurgia, internado num hospital. Evidentemente, há uma falta de organização no governo ainda. Não dá para identificar para onde o governo vai, porque tem muito bate-cabeça entre as próprias lideranças que dão apoio ao governo. Há grupos diferentes dentro do governo: um grupo ligado a fulano, um grupo ligado a sicrano. Há impressão de que esses grupos não se entendem. Mas acho que naturalmente, com o tempo e a consolidação do governo, essas coisas vão tendo maior organicidade. Eu não digo (que o governo precisa) acelerar, mas ter uma coordenação, ter uma organicidade desses diferentes grupos.

AE – Na Câmara, por exemplo, o líder do governo está sendo muito questionado. Aqui no Senado, ainda não definiram isso…

TJ – Faz parte dessa aparente desorganização do governo hoje.

AE – Como o sr. avalia a política externa do governo nesse período?

TJ – Algumas declarações do ministro (Ernesto Araújo) não só me preocupam, me cheiram a delírio, altamente fora do mundo terrestre. Evidente que estamos (o PSDB) completamente afastados da linha que ele diz, do que ele pensa. O problema não é só a imagem externa arranhada. O País está sendo levado ao ridículo. É uma visão inclusive diferente da visão do (ministro da Economia) Paulo Guedes, que é totalmente globalista. O ministro das Relações Exteriores é oposto de tudo isso. Vejo com o mesmo rigor e espanto as declarações da ministra (da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves). Algumas, eu não quero nem comentar.

AE – Qual será a posição do sr. na eleição do PSDB?

TJ – Eu defendo renovação. Tem de vir um nome ajustado a essa renovação. E que tenha liberdade, independência para liderar essa visão de futuro que o partido vai ter. Volto a defender uma autocrítica. O partido tem de rever, assumir os erros do passado e assumir o compromisso com a sociedade de não aceitar conviver com esses erros.

AE – O Doria é essa nova cara?

TJ – O governador João Doria é uma das caras do partido. Tivemos também a eleição do Anastasia (como vice-presidente do Senado), que é um nome relativamente novo, vem de uma outra geração, já é muito respeitado no Senado e no Brasil. E outros também: o Eduardo Leite, no Rio Grande do Sul, é uma esperança que a gente tem, uma cara nova, ideias novas.

(Agência Estado/Foto – Agência Senado)

Tragédia no Flamengo – Corpos de cinco atletas serão enterrados nesta segunda-feira

Os corpos de mais cinco dos atletas de base que morreram em consequência do incêndio no alojamento do Centro de Treinamento do Flamengo, na última sexta-feira (8), serão sepultados hoje (11).

Dos cinco, apenas um será enterrado no Rio, Samuel Thomas de Souza Rosa, de 15 anos, no período da tarde, no Cemitério de Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

O corpo de Jorge Eduardo Santos, 15 anos, será levado para Além Paraíba, na Zona da Mata Mineira (MG); o corpo de Áthila Souza Paixão, de 14 anos, vai ser sepultado em Lagarto, em Sergipe; e os de Rykelmo de Souza Viana, de 16 anos, e de Gedson dos Santos, 14 anos, serão enterrados no interior de São Paulo. O primeiro em Limeira, e o segundo em Itararé.

O incêndio, que ocorreu nas primeiras horas da última sexta-feira, teria começado no ar-condicionado do quarto de número seis do Centro de Treinamento do Flamengo, em Vargem Grande, na zona oeste da cidade, e causou a morte de dez atletas da categoria de base do rubro-negro, deixando três feridos, um em estado grave.

Todas as vítimas eram jogadores da categoria de base do time e tinham entre 14 e 16 anos. O fogo destruiu parte dos alojamentos do centro técnico. Dos dez atletas, cinco foram enterrados, em meio a muita comoção, no domingo: Arthur Vinícius de Barros Silva Freitas, 14 anos, Bernardo Pisetta, 14 anos, Christian Esmério, 15 anos, Pablo Henrique da Silva Matos, 14 anos, e Vitor Isaías, 15 anos.

O incêndio deixou três atletas feridos: Jonathan Ventura, de 15 anos, que segue internado em estado grave no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio; e Cauan Emanuel e Francisco Dyogo, que continuam internados no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, e apresentam em estado de saúde estável.

(Agência Brasil)

Decreto do indulto humanitário é publicado no Diário Oficial da União. Exclui condenados por corrupção

O decreto de indulto humanitário para conceder liberdade a presos portadores de doenças graves e em estado terminal está publicado no Diário Oficial da União, na seção 1, página 4. O decreto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Bolsonaro assinou o decreto na semana passada, enquanto se recupera da cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A assinatura foi na presença do subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Jorge Antônio de Oliveira Francisco.

Direitos

O texto autoriza o indulto em casos específicos, como paraplegia, tetraplegia ou cegueira adquirida posteriormente à prática do delito ou dele consequente. A condição precisa ser comprovada por laudo médico oficial ou por médico designado pelo juiz executor da pena.

No decreto, estão beneficiados também os presos com doença grave, permanente, que, simultaneamente, imponha severa limitação de atividade e que exija cuidados contínuos que não possam ser prestados no estabelecimento penal, desde que comprovada por laudo médico oficial, ou, na falta do laudo, por médico designado pelo juízo da execução.

O indulto se estende ainda para os detentos com doença grave, neoplasia maligna ou síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids), desde que em estágio terminal e comprovada por laudo médico oficial, ou, na falta do laudo, por médico designado pelo juízo da execução.

Sem indulto

Há restrições no decreto, como a proibição do indulto aos condenados por corrupção (ativa e passiva), crimes hediondos, de tortura e tráfico de drogas. Também não serão libertados presos condenados por crimes cometidos com grave violência contra pessoa, por envolvimento com organizações criminosas, terrorismo, violação e assédio sexual.

Também estão vetados ao benefícios os condenados por estupro de vulnerável, corrupção de menores, satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou de vulnerável.

O decreto proíbe ainda o indulto aos condenados por peculato, concussão e tráfico de influência. A medida também exclui aqueles que tiveram a pena privativa de liberdade substituída por restritiva de direitos ou multa, que tiveram suspensão condicional do processo e nos casos em que a acusação recorreu após o julgamento em segunda instância.

De acordo com o texto, não vai ser concedido indulto para aquele que, condenado, não cumpriu a pena correspondente ao crime impeditivo do benefício.

Defensoria Pública

A lista de pessoas com direito ao indulto deverá ser encaminhada à Defensoria Pública, ao Ministério Público, ao Conselho Penitenciário e ao juízo da execução pela autoridade que detiver a custódia dos presos.

O decreto informa que o indulto poderá ser concedido ainda que a sentença tenha transitado em julgado para a acusação, sem prejuízo do julgamento de recurso da defesa em instância superior e que não tenha sido expedida a guia de recolhimento.

O indulto não é aplicável se houver recurso da acusação de qualquer natureza após o julgamento em segunda instância.

(Agência Brasil)

Morre Aderson Maia, ex-presidente da APCDEC e do Sindicato dos Radialistas do Ceará

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Morreu, nesta manhã de segunda-feira, o radialista Aderson Maia (82). Ele estava internado, há semanas, no Hospital Otoclínica e morreu vítima de complicações do diabetes.

Aderson Maia foi presidente do Sindicato dos Radialistas do Ceará e da Associação dos Profissionais da Crônica Desportiva do Estado (Apcdec), bem como dirigente do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) do Estado.

Ele também presidiu a Associação Brasileira dos Cronistas Esportivos (Abrace) e ocupou a vice-presidência da Associação Internacional de Imprensa Esportiva.

O velório ocorrerá na Igreja Presbiteriana (Rua Visconde do Rio Branco – Centro), a partir das 12 horas. A família não informou ainda sobre o enterro.

(Foto – Divulgação)

Documentário cearense indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

O documentário “Aqueles Dois”, dirigido pelo jornalista do O POVO Émerson Maranhão, é um dos indicados para concorrer no 1º turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019, organizado pela Academia Brasileira de Cinema. A premiação agracia as melhores produções audiovisuais brasileiras em diversos formatos.

O curta-metragem conta a história do paramédico Caio José, 25, e do pesquisador Kaio Lemos, 38, ambos homens transgêneros que vivem no Ceará. Em entrevista, Émerson disse que está empolgado com o sucesso que o documentário vem alcançando. “Eu estou muito feliz com a indicação. São instituições que indicam as produções que irão concorrer. Saber que o nosso filme está lá é sensacional”, revela.

A estreia nacional do documentário ocorreu em novembro do ano passado, em São Paulo, durante o 26º Festival Mix Brasil, ocasião em que ganhou o prêmio Canal Brasil de Incentivo ao Curta-Metragem. O curta também foi premiado no 6º Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero (Recifest), em Recife, e no 12º Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual (For Rainbow), em Fortaleza. Ainda de acordo com Émerson, o filme vai fazer parte da programação televisiva e de streaming do Canal Brasil a partir de agosto deste ano. Segundo o jornalista, a expectativa para 2019 é de alcançar ainda mais resultados com o curta-metragem, que está inscrito em vários festivais
nacionais e internacionais.

Aqueles Dois é resultado de uma série de pesquisas e entrevistas feitas pelo realizador audiovisual, que assina o roteiro e a direção do filme. A produção executiva é de Allan Deberton, a direção de produção é de Natasha Silva, a montagem é de P.H. Diaz e a fotografia é do pernambucano Breno César.

(O POVO – Nut Pereira/Foto – O POVO)

Energia elétrica – Consumo deve crescer 7% em fevereiro

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê crescimento de 7% na demanda por energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN), neste mês, em comparação com fevereiro do ano passado. A expansão será de 5,3 pontos percentuais em relação ao crescimento de 1,7% relativo a fevereiro do ano passado.

A informação foi dada à Agência Brasil pelo diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata. Para ele, no entanto, não há motivo para preocupação, porque o carnaval deste ano cai em março – no ano passado, foi em fevereiro. “As pessoas logo pensam: ‘poxa, vai crescer tanto assim a carga? Então, aí acende o sinal amarelo. Acontece que, em fevereiro do ano passado, nós tivemos o carnaval, que este ano será em março.”

Barata explicou que, no período de carnaval, o consumo cai bastante com a redução no ritmo de algumas atividades, principalmente na indústria. “Então, o consumo de energia em fevereiro deste ano vai ser muito maior do que no ano passado, uma vez que a semana do carnaval é de baixo consumo, por ser de baixa produção no país.”

Temperatura

Lembrando as altas temperaturas verificadas em janeiro, que já levaram à quebra de cinco recordes de demanda de carga de energia ao SIN nas últimas três semanas, Eduardo Barata disse acreditar que a situação não deverá se repetir agora em fevereiro. “Nossa expectativa é de que, obviamente, vai haver crescimento de consumo, mas nada exagerado em relação às demandas que tivemos em janeiro, até porque é possível que as temperaturas não fiquem tão alta em fevereiro quanto estiveram no mês passado.”

Nas últimas três semanas, o país já bateu cinco recordes de demanda de energia ao Sistema Interligado Nacional. O último foi batido no dia 30 de janeiro, quando a demanda máxima do SIN chegou a 90.525 MW às 15h50. O recorde anterior, de 89.114 MW, foi batido no dia 23 de janeiro.

O Subsistema Sul também registrou recorde de carga por dois dias consecutivos. No dia 29 de janeiro, foi registrado pico de 18.554 MW, às 14h28. No dia seguinte, um novo recorde: 18.883 MW, às 14h08. Anteriormente, o recorde era de 17.971 MW, no dia 6 de fevereiro de 2014. Os recordes se devem às altas temperaturas registradas no país.

(Agência Brasil)

Tragédia em Brumadinho – Comissão de deputados e senadores debaterá o assunto

As consequências do rompimento da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, serão discutidas nesta semana em Comissão Geral, no plenário da Câmara dos Deputados. Com o retorno das atividades legislativas, deputados e senadores se articulam para viabilizar a criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para averiguar as condições das mineradoras em todo país. Até o momento, no entanto, só foram formalizados pedidos para criação de CPIs nas duas Casas separadamente.

De acordo com o coordenador da Comissão Externa da Câmara, deputado Zé Silva (SD-MG), o Parlamento vai trabalhar para modernizar a legislação e evitar que desastres como os ocorridos em Brumadinho, no dia 25 de janeiro, e em Mariana, há três anos, voltem a acontecer no país.

“Estivemos em Brumadinho para ouvir a comunidade, e é inexplicável o sentimento de desesperança, as pessoas estão desacreditadas em punição. Há uma indignação, revolta com a impunidade”, disse o deputado à Agência Brasil. Parlamentares estiveram na região na última sexta-feira (8).

Segundo Zé Silva, a comissão, composta por 16 deputados federais, trabalhará para garantir que “tragédias como essas não aconteçam mais no país”. As atividades estão divididas em dois eixos. A primeira etapa é a realização audiências públicas e a revisão das leis referentes à barragens e mineração no país, como a Política Nacional de Segurança de Barragens (Lei 12.334/10). O outro eixo é a análise de tecnologias para o monitoramento das barragens.

“A legislação brasileira não pode mais ser leniente em casos como esses. Existem países como Itália, Estados Unidos e África do Sul, por exemplo, que tiveram problemas semelhantes nos últimos 30 anos, e isso nunca mais aconteceu com eles. É preciso conhecer e trazer essas experiências para o Brasil”, afirmou o deputado.

Na terça-feira (12), a comissão externa deve apresentar a Carta de Brumadinho, com um panorama da situação na região e possíveis alternativas para a população local. Na quarta-feira (13), às 9h, haverá a Comissão Geral, no plenário da Câmara, para discutir o assunto. A perspectiva do coordenador da comissão externa é que, em março, haja uma semana de esforço concentrado para que a Câmara analise os projetos sobre segurança de barragens no Brasil que estão parados na Casa.

(Com Agência Brasil)

Cantor Beto Barbosa deixa a UTI

O cantor Beto Barbosa deixou a UTI do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Em janeiro, ele havia passado por uma cirurgia para retirada da bexiga após quimioterapia contra câncer no órgão, que se propagava para a região da próstata. De volta a um quarto do hospital, ele publicou no Instagram um vídeo em que aparece fazendo exercício fisioterápico.

Beto Barbosa recebeu o diagnóstico de câncer em julho do ano passado e, em novembro, compartilhou o momento em que realizou a última sessão de quimioterapia. Depois das sessões, o cantor passou por uma cirurgia para retirada e reconstrução da bexiga, além da retirada completa da próstata e dos gânglios.

Na última quarta-feira, 6, Beto Barbosa já havia comemorado nas redes sociais a melhora na saúde e o fato de ter uma música na novela Verão 90, da Globo.

(Agência Estado)

Palácio do Planalto vê Igreja Católica como potencial opositora ao governo Bolsonaro

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O Palácio do Planalto quer conter o que considera um avanço da Igreja Católica na liderança da oposição ao governo Jair Bolsonaro, no vácuo da derrota e perda de protagonismo dos partidos de esquerda. Na avaliação da equipe do presidente, a Igreja é uma tradicional aliada do PT e está se articulando para influenciar debates antes protagonizados pelo partido no interior do País e nas periferias.

O alerta ao governo veio de informes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e dos comandos militares. Os informes relatam recentes encontros de cardeais brasileiros com o papa Francisco, no Vaticano, para discutir a realização do Sínodo sobre Amazônia, que reunirá em Roma, em outubro, bispos de todos os continentes.

Durante 23 dias, o Vaticano vai discutir a situação da Amazônia e tratar de temas considerados pelo governo brasileiro como uma “agenda da esquerda”.

O debate irá abordar a situação de povos indígenas, mudanças climáticas provocadas por desmatamento e quilombolas. “Estamos preocupados e queremos neutralizar isso aí”, disse o ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que comanda a contraofensiva.

Com base em documentos que circularam no Planalto, militares do GSI avaliaram que os setores da Igreja aliados a movimentos sociais e partidos de esquerda, integrantes do chamado “clero progressista”, pretenderiam aproveitar o Sínodo para criticar o governo Bolsonaro e obter impacto internacional. “Achamos que isso é interferência em assunto interno do Brasil”, disse Heleno.

Escritórios da Abin em Manaus, Belém, Marabá, no sudoeste paraense (epicentro de conflitos agrários), e Boa Vista (que monitora a presença de estrangeiros nas terras indígenas ianomâmi e Raposa Serra do Sol) estão sendo mobilizados para acompanhar reuniões preparatórias para o Sínodo em paróquias e dioceses.

O GSI também obteve informações do Comando Militar da Amazônia, com sede em Manaus, e do Comando Militar do Norte, em Belém. Com base nos relatórios de inteligência, o governo federal vai procurar governadores, prefeitos e até autoridades eclesiásticas que mantêm boas relações com os quartéis, especialmente nas regiões de fronteira, para reforçar sua tentativa de neutralizar o Sínodo.

O Estado apurou que o GSI planeja envolver ainda o Itamaraty, para monitorar discussões no exterior, e o Ministério do Meio Ambiente, para detectar a eventual participação de ONGs e ambientalistas. Com pedido de reserva, outro militar da equipe de Bolsonaro afirmou que o Sínodo é contra “toda” a política do governo para a Amazônia – que prega a defesa da “soberania” da região. “O encontro vai servir para recrudescer o discurso ideológico da esquerda”, avaliou ele.

Conexão

Assim que os primeiros comunicados da Abin chegaram ao Planalto, os generais logo fizeram uma conexão com as críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Órgãos ligados à CNBB, como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), não economizaram ataques, que continuaram após a eleição e a posse de Bolsonaro na Presidência. Todos eles são aliados históricos do PT. A Pastoral Carcerária, por exemplo, distribuiu nota na semana passada em que critica o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, que, como juiz, condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato.

Na campanha, a Pastoral da Terra divulgou relato do bispo André de Witte, da Bahia, que apontou Bolsonaro como um “perigo real”. As redes de apoio a Bolsonaro contra-atacaram espalhando na internet que o papa Francisco era “comunista”. Como resultado, Bolsonaro desistiu de vez da CNBB e investiu incessantemente no apoio dos evangélicos. A princípio, ele queria que o ex-senador e cantor gospel Magno Malta (PR-ES) fosse seu candidato a vice. Eleito, nomeou a pastora Damares Alves, assessora de Malta, para o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Histórico

A relação tensa entre militares e Igreja Católica começou ainda em 1964 e se manteve mesmo nos governos de “distensão” dos generais Ernesto Geisel e João Figueiredo, último presidente do ciclo da ditadura. A CNBB manteve relações amistosas com governos democráticos, mas foi classificada pela gestão Fernando Henrique Cardoso como um braço do PT. A entidade criticou a política agrária do governo FHC e a decisão dos tucanos de acabar com o ensino religioso nas escolas públicas.

O governo do ex-presidente Lula, que era próximo de d. Cláudio Hummes, ex-cardeal de São Paulo, foi surpreendido, em 2005, pela greve de fome do bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio. O religioso se opôs à transposição do Rio São Francisco.

Com a chegada de Dilma Rousseff, a relação entre a CNBB e o PT sofreu abalos. A entidade fez uma série de eventos para criticar a presidente, especialmente por questões como aborto e reforma agrária. A CNBB, porém, se opôs ao processo de impeachment, alegando que “enfraqueceria” as instituições.

‘Vamos entrar a fundo nisso’

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno Ribeiro, afirmou que há uma “preocupação” do Planalto com as reuniões e os encontros preparatórios do Sínodo sobre a Amazônia, que ocorrem nos Estados.

“Há muito tempo existe influência da Igreja e ONGs na floresta”, disse. Mais próximo conselheiro do presidente Jair Bolsonaro, Heleno criticou a atuação da Igreja, mas relativizou sua capacidade de causar problemas para o governo.

“Não vai trazer problema. (O trabalho do governo de neutralizar impactos do encontro) vai apenas fortalecer a soberania brasileira e impedir que interesses estranhos acabem prevalecendo na Amazônia”, afirmou. “A questão vai ser objeto de estudo cuidadoso pelo GSI. Vamos entrar a fundo nisso.”

Tanto o ministro Augusto Heleno quanto o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, hoje na assessoria do GSI e no comando do monitoramento do Sínodo, foram comandantes militares em Manaus. O vice-presidente Hamilton Mourão também atuou na região, à frente da 2.ª Brigada de Infantaria de Selva, em São Gabriel da Cachoeira.

(O Estado de S. Paulo)

Ministro da Saúde defende educação sexual nas escolas

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu hoje (8) a educação sexual nas escolas. “Acho que tem que fazer, não dá para não fazer”, disse à Agência Brasil. A pergunta foi feita após cerimônia de assinatura de parceria entre ministérios para prevenção da gravidez na adolescência.

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de gravidez na adolescência no Brasil é de cerca de 56 adolescentes a cada grupo de 1 mil. Número maior que a taxa internacional, que é de cerca de 49 a cada 1 mil. Segundo a pasta, embora esse número esteja alto, houve, entre 2010 e 2017, redução de 13% de bebês de mães adolescentes. Meninas negras representam a maior proporção entre essas mães: 19,7% pardas e 15,3% pretas, seguindo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o ministro da Saúde, a educação tem um papel importante na redução desses indicadores. Ele disse que a gravidez está relacionada ao abandono escolar, que, por sua vez, leva a um aumento da mortalidade infantil. “A evasão escolar é problema para a saúde pública”, disse.

Saúde na Escola

Também presente na cerimônia, o ministro da Educação, Ricardo Vélez, disse que o programa Saúde na Escola poderá ser atualizado. “No contexto do Ministério da Educação, temos as pautas de formação, de educação de nossos adolescentes, [que] serão mantidas. No entanto, no contexto desse acordo, veremos o que será necessário atualizar. No momento ficam as pautas conforme estão estabelecidas e, em diálogo, sobretudo, com as famílias”.

Vélez acrescentou que serão levados em consideração “novas demandas da sociedade e novos conhecimentos científicos que sempre estão aparecendo”.

O Programa Saúde na Escola foi instituído em 2007 com o objetivo de levar às escolas públicas ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, para enfrentar vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens. Entre as ações do programa estão a promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva, em conformidade com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde.

Parceria

Hoje (8), os Ministérios da Saúde, da Mulher, Família e Direitos Humanos, da Educação e da Cidadania assinaram parceria para traçar ações conjuntas até 2022 para reduzir a gravidez precoce.

Dentre os objetivos estão promover apoio profissional qualificado em prevenção à gravidez na adolescência, ampliar e qualificar o acesso da população adolescente aos serviços de atenção básica, fomentar ações educativas voltadas para adolescentes, famílias, sociedade civil e toda a comunidade. Além disso, estão entre os objetivos disseminar informações sobre o cenário brasileiro de gravidez na adolescência e avaliações que gerem evidências de melhores práticas para subsidiar o aperfeiçoamento das ações públicas sobre o tema.

A carta de compromisso foi assinada no âmbito da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, estipulada do dia 1º de fevereiro até esta sexta-feira. A semana foi instituída pela Lei 13.798/2019, uma das primeiras sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

(Agência Brasil)

Leônidas Cristino critica ameaças de trevas na cultura


Leônidas Cristino critica ameaças de trevas no horizonte da cultura

Tenebrosos tempos em que a cultura é menosprezada e a arte, refinamento da sensibilidade humana, vista com desconfiança. Este foi o comentário do deputado federal Leônidas Cristino (PDT), ao ver  postagem do presidente Jair Bolsonaro no Twitter em que critica os programas da Petrobras de apoio à cultura.

Leônidas Cristino observou que este governo extinguiu o Ministério da Cultura, relegou o setor a mera secretaria do Ministério da Educação. Não satisfeito, agora ameaça de corte uma das mais relevantes ações de responsabilidade social da empresa petrolífera nacional. Se a cultura é colocada sob suspeita, que se oferece para preencher este vácuo? – indaga o deputado. É o império da mediocridade – ele responde.