Blog do Eliomar

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Filme “Area Q” terá pré-estreia 5ª feira no Ceará

O filme “Área Q”, do cineasta cearense Halder Gomes, terá pré-estreia em Fortaleza. Isso ocorrerá na próxima quinta-feira, às 19h30min, no Cine Iguatemi.

Já a estreia nacional será na sexta-feira em 14 Capitais, informa o produtor Luís Eduardo Girão (Estação da Luz).

O filme foi rodado em Quixadá, Quixerambim e em Los Angeles (EUA) e o roteiro conta a hisrtória de avistamento de ovnis na região do Sertão Central.

No elenco, o global Murilo Rosa e as cearenses Hiramisa Serra e Karla Karenina.

Caixa deve anunciar nesta 2ª feira corte nos juros

“A Caixa Econômica Federal deve anunciar, nesta segunda-feira, às 11 horas, um corte “agressivo” nos juros de suas linhas de crédito tanto para o consumidor como para empresas. O novo pacote de tarifas faz parte do programa Caixa Melhor Crédito e é uma das iniciativas do governo para aquecer a economia.

Embora a instituição não confirme, fontes de mercado acreditam que a taxa de cheque especial será oferecida a partir de 1,35% ao mês. O valor praticado até então é de 8,25%, segundo levantamento realizado pela Fundação Procon de São Paulo em março.

O corte ocorre apenas alguns dias depois do anúncio de redução de juros de outra instituição financeira estatal, o Banco do Brasil.” 

(Com 7.com)

Dilma diz que mais de 140 mil estudantes contrataram o Fies neste ano

“De janeiro até o início de abril, mais de 140 mil estudantes contrataram o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de acordo com balanço divulgado hoje (9) pela presidenta Dilma Rousseff. “Isso significa que vamos atingir quase o mesmo número de contratos, em quatro meses, do que tudo que fizemos no ano passado”, disse. Atualmente, 500 mil universitários estudam graças à iniciativa.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma ressaltou que ao financiar cursos em universidades privadas, o Fies permite que milhares de jovens estudem mesmo quando não podem pagar as mensalidades. Para ela, o programa representa um instrumento importante na democratização do acesso ao ensino superior no país.

A presidenta lembrou que, em 2010, o Fies passou por grande reformulação, que derrubou a taxa de juros de 9% para 3,4% ao ano, além de ampliar o prazo de carência de seis meses para um ano e meio. Dessa forma, o aluno, depois de formado, passou a ter um tempo maior para começar a pagar as parcelas do financiamento. A inscrição para o Fies pode ser feita pela internet em qualquer época do ano. Os dados do estudante são analisados por uma comissão da própria faculdade ou universidade escolhida. Atualmente, mais de 1.500 instituições de ensino superior estão credenciadas no programa.

(Agência Brasil)

Cachaça será reconhecida por Obama como produto tipicamente brasileiro

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“As relações comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos vão parar muitas vezes na Organização Mundial do Comércio (OMC) por divergências na imposição de barreiras tributárias e elevados impostos. Mas, na reunião hoje (9) entre os presidentes Dilma Rousseff e o norte-americano Barack Obama as tensões ficarão de lado devido ao reconhecimento da cachaça como produto tipicamente brasileiro, facilitando sua exportação para os Estados Unidos.

Obtida pela destilação do caldo de cana de cana-de-açúcar fermentado, a cachaça é tradicionalmente usada na elaboração da caipirinha, que virou marca do Brasil no exterior. No país, são produzidos por ano cerca de 1,5 bilhão de litros de cachaça – a maioria em destilarias e uma parte de fabricação artesanal, em pequenos alambiques. São mais de 30 mil produtores e 5 mil marcas.

Paralelamente, Obama e Dilma negociarão acordos sobre aviação e comunicações. Também foi solucionada a pendência sobre o suco de laranja, pois os norte-americanos vetaram a entrada do produto brasileiro no país. No entanto, após a interferência da OMC, os Estados Unidos aceitaram rever suas leis.

Estarão ainda em discussão acordos sobre a carne suína e a lei agrícola. O mercado dos Estados Unidos se abriu para a carne suína de Santa Catarina, e os negociadores tentam ampliar a parceria para que a certificação beneficie outras áreas. As discussões sobre a nova lei agrícola norte-americana são acompanhadas pelos negociadores brasileiros, pois isso pode causar impacto nas exportações nacionais.”

(Agência Brasil)

Ministro da Saúde passou feriadão no Ceará

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, passou o feriadão no Ceará. Ele aproveitou para decansar, mas, mesmo assim, ainda foi conhecer o projeto Quatro Varas, que trabalha com terapia comunitária no Grande Pirambu.

Padilha ainda conheceu uma OCA Comunitária (abrigo de terapia) na cidade de Beberibe. 

Em sua estada no Ceará, ele foi ciceroneado pelo secretário nacional de Gestão Estratégica e Participativa do MS, Odorico Monteiro.

(Foto – Bruno Ricci/Secom)

PMDB vai indicar novo presidente do Conselho de Ética que avaliará caso Demóstenes Torres

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Demóstenes Tomes continua sem legenda e sem apoio no Senado
O PMDB irá indicar hoje o novo presidente do Conselho de Ética do Senado. A indicação virá acompanhada da decisão sobre o acatamento ou não da denúncia contra o senador Demóstenes Torres por quebra de decoro parlamentar. Se o novo presidente do conselho decidir acatar a representação, um processo de investigação será aberto contra o senador.

Demóstenes Torres deve ser investigado por seu envolvimento com Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, suspeito de comandar o jogo ilegal em Goiás e por se utilizar da condição de senador para favorecer o bicheiro. O assunto deve ser discutido com os outros membros do conselho na terça-feira.

A representação com pedido de abertura de processo contra Torres foi apresentada pelo PSol em março, mas cabe ao presidente do órgão a decisão unilateral de acatar ou não o pedido. Como o Conselho de Ética vinha sendo presidido interinamente pelo senador Jayme Campos (DEM-TO), até então colega de partido de Demóstenes Torres, um nova eleição foi requisitada por ele, que se considerou impedido de decidir sobre o assunto.

Apesar de a indicação do presidente do Conselho de Ética caber ao PMDB por ser o partido com maior bancada no Senado, o PT sugeriu o nome do senador Wellington Dias (PT-PI). O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL) ainda não decidiu se irá acatar a sugestão.

(Com agências)

Heraldo Pereira: “Só eu e minha família sabemos o que eu sofri”

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O site Brasil 274 traz entrevista que o jornalista Heraldo Pereira concedeu à revista Raça Brasil. Heraldo fala da indenização na Justiça que conseguiu contra ataque racista da parte do também jornalista Paulo Henrique Amorim. Heraldo, que está passando este feriadão religioso em Fortaleza, diz que essa situação causou sofrimento para ele e para sua família. “Só eu e minha família sabemos o que eu sofri”. Heraldo ainda deixa claro: “Não vou permitir que um indivíduo que faz propaganda do que é ser negro em suas rodinhas de convertidos tardios ao esquerdismo, venha me dizer o que é ser negro. Confira:

Raça Brasil – Como recebeu a notícia sobre a condenação do jornalista Paulo Henrique Amorim, que teve que se retratar e pagar uma indenização de R$ 30 mil. O que esse episódio representou para você?
Heraldo Pereira – Para ser exato, antes que o juiz civil julgasse a ação indenizatória, por danos moral e à imagem, o réu aceitou tudo aquilo que eu exigia como forma de reparação pela grande injúria que sofri: pagamento de R$ 30 mil reais para uma instituição de caridade, retratação cabal feita no próprio blog dele, que vai permanecer em arquivo por mais de dois anos, e a publicação da mesma retratação, cujos termos falam por si só, nos jornais Folha de S. Paulo e Correio Braziliense. Tudo pago por ele.
Raça Brasil – Você ficou satisfeito com a condenação?
Heraldo Pereira – O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar. É uma sentença definitiva. Claro, houve sobressaltos. Apesar de assinar o acordo em que nega tudo o que afirmara por longos três anos, meu ofensor fez outros comentários junto à retratação no blog em vez de publicá-la pura e simplesmente como mandou a decisão judicial. Meu advogado, Dr. Paulo Roque Khouri, imediatamente, deu ciência ao juiz Daniel Felipe Machado, da 5ª Vara Civil do TJDFT, que mandou retirar os comentários. No Correio Braziliense, isso não aconteceu. E, na Folha de S. Paulo, a retratação só foi publicada com atraso e na edição paulista. Tudo isso ainda voltou para que o juiz examinasse se o acordo foi honrado. De todo modo, creio que a Justiça que eu esperava na área cível foi feita em boa parte. E, agora, aguardo a definição do processo criminal, movido pelo Núcleo de Enfrentamento à Discriminação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Tenho para mim que na esfera criminal a ofensa será dupla e qualificadamente punida por crimes de racismo e injúria racial.
Raça Brasil – O que o racismo do Paulo Henrique Amorim representou para você?
Heraldo Pereira – No mundo de hoje, ninguém pode ser ofendido, como fui, pelo fato de ser negro. O agressor não faz uma análise profissional, política ou comportamental da minha pessoa. Ele faz uma leitura intolerante a partir da racialidade. Destaca sempre como fato a ser distinguido a cor da minha pele e desmerece a minha pessoa num gesto de crueldade. Nós negros sabemos bem qual foi a intenção do réu ao dizer que eu, com mais de 30 anos de carreira jornalística e um título de mestre em direito constitucional, não tenho “nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”. São expressões racistas que foram seguidas de um jargão máximo da intolerância: “é um negro de alma branca”. É algo abjeto, que não posso admitir, sobretudo, partindo de quem deve fazer da comunicação um ofício ético e democrático e não uma ferramenta da intolerância. Fora as outras agressões raciais que ele fez diretamente e admitiu em forma de comentários em seu blog no papel de moderador. Sou negro, sempre me empenhei em todas as lutas contra os preconceitos e as intolerâncias desde garoto. Sou de uma família de operárias, empregadas domésticas, pessoas residentes em conjunto habitacional de Cohab e que sempre sofreram o racismo na carne. Não vou permitir que um indivíduo que faz propaganda do que é ser negro em suas rodinhas de convertidos tardios ao esquerdismo, todos criados em berço de ouro, venha me dizer o que é ser negro. Nas minhas veias corre, com muito orgulho, sangue de quem foi escravo e ajudou a fazer deste o nosso país. Exigimos respeito com a história de quem construiu o Brasil. Por isso, não poderia deixar essa campanha imunda, com contornos de inveja, passar como se nada tivesse acontecido. Não honraria o meu passado e nem a luta de negros e brancos que combatem o racismo. O meu agressor chegou a dizer, em sua defesa judicial, que se considera um expoente da luta pela igualdade racial, num gesto de arrogância desmedida. E recebeu uma firme reprimenda do juiz criminal do TJDFT, Márcio Evangelista Ferreira da Silva, para quem, só adere à Lula pela igualdade racial, os que veem diferença entre raças, fato já rechaçado pela genética. Numa das peças de sua defesa, o réu chegou a dizer que ao usar a expressão “negro de alma branca”, o fez para me elogiar. Pode isso? Só eu e a minha família sabemos a dor que sofri ao ler todo aquele lixo em formato de texto. É algo indescritível e que, no fundo, jamais será reparado, eu bem sei. O próprio juiz Daniel Felipe no julgamento da ação civil disse isso. Entretanto, eu sempre acreditei na Justiça e continuo acreditando.
Raça Brasil – O que você acha das cotas e dos movimentos negros?
Heraldo Pereira – Sou francamente favorável às cotas, porém, respeito os que pensam em outro sentido. O aumento da participação do negro na esfera pública é um desafio que está colocado àqueles que pensam num projeto de nação para o Brasil. Sempre defendi este ponto de vista. Não sou propagandista de ocasião. Quem me convenceu sobre a necessidade de uma ferramenta para aumentar a representação de negros nos postos-chave da nossa sociedade foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No intervalo de uma das viagens com o ex-presidente, quando eu cobria a rotina presidencial, falamos sobre o tema. Ele, em tom professoral, discorreu longamente sobre as políticas de inclusão que deveriam ter sido implementadas desde o Primeiro Império. Agora o Brasil mostrou amadurecimento para tal ação e fez das cotas uma realidade, com aprovação da sociedade. Precisamos, daqui para a frente, implementar práticas daí decorrentes. Penso sempre que é positiva uma medida que pode levar mais educação aos negros, e educação é tudo. É preciso, entretanto, fazer uma separação entre a defesa de cotas, que é ampla hoje em dia, e a necessidade de se incentivar todo movimento que tenha por objetivo acabar com o racismo.
Também neste aspecto devemos estar unidos, todos nós, cidadãos brancos e negros. Sou contra radicalismos, coisa que, sejamos justos, não vejo em certas organizações que se travestem de movimentos negros no rótulo e que não poderiam agir livremente para propagar ainda mais formas de intolerância revestidas em ódio. O nosso desafio é instituir os direitos humanos como pano de fundo para a construção de uma cidadania adulta que, ao refutar todas as formas de racismo e de intolerância, possam admitir práticas de inclusão participativas cada vez mais significativas numa esfera pública com a qual todos nós sonhamos. Gostaria, para encerrar este episódio de discriminação que me envolveu, de lembrar figuras de expressão da intelectualidade brasileira como Sueli Carneiro. Ela diz que “um negro pode ser corrupto, se posicionar contra os interesses de sua gente. O que podemos fazer, diante disso, é lamentar e combatê-lo politicamente, jamais atribuir essa característica à sua condição racial. Aí mora o racismo, ao tentar encontrar a razão da “falha” na negritude da pessoa ou na suposta ausência dessa negritude em uma regra como propõe a frase, “negro de alma branca.” Ana Maria Gonçalves quando se referiu a este episódio sintetizou: “Paulo Henrique Amorim usou a cor de Heraldo Pereira para atacá-lo. É racismo e ponto. Tá na lei. Quem não concorda deve brigar para mudar a lei, e não para que Paulo Henrique Amorim esteja acima dela. Que o defendam porque o acham bom amigo, bom jornalista, bom ser humano; mas que entendam que pessoas assim também podem ter atitudes racistas.” Estou com as duas!

“A história de Cristo é muito fantasiada pela Igreja, seja ela católica ou evangélica”, diz Odair José

Idolatrado na música brega, mas polemizado em suas idéias, Odair José continua arrancando suspiros e grunhidos, 40 anos depois, desde que apareceu como artista. Em entrevista ao Estadão, neste fim de semana, o cantor admitiu que a letra da música “O Filho de José e Maria”, de 1979, trata-se de fato de sua visão sobre a vida de Jesus.

“A história de Cristo é muito fantasiada pela Igreja, seja ela católica ou evangélica. Na verdade, aquilo deve ter sido uma dureza, vivida por ele com vários tipos de emoções terrestres. As pessoas colocam num plano lá em cima, mas eu não vejo dessa forma. O que está ali é uma visão minha das coisas que eu li sobre Jesus Cristo, mas também me colocando dentro da própria história, eu, você, qualquer outro”, comenta o cantor, durante a entrevista.

A interpretação, no entanto, resultou em excomunhão em ato de um bispo de Campo Grande (MS). “Você só pode ser excomungado se tiver sido batizado”, rebateu Odair José, de acordo com seu estilo polêmico.

Apesar da decisão da Igreja, Odair José também possui músicas que agradam a religiosos, como “Cristo, quem é você?” e “Pare de tomar a pílula”, essa última contra métodos anticoncepcionais. Além dos três sucessos, a cantos ainda se consagrou nas músicas “Eu vou tirar você desse lugar”, “As minhas coisas”, “Cadê você”, “A noite mais linda do mundo”, “Eu tenho” e “Deixe essa vergonha de lado”.

Leia entrevista completa em http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,odair-jose-contesta-as-divisoes-da-musica-popular-brasileira,858130,0.htm

Termina prazo para secretários deixarem o cargo de olho em vaga de vereador

“Termina neste sábado o prazo para que secretários estaduais e municipais ou magistrados e defensores públicos que pretendam concorrer nas eleições de outubro a um mandato para o legislativo municipal deixem suas funções. A legislação eleitoral em vigor determina que os detentores desses cargos têm que deixar suas funções seis meses antes das eleições. Já os candidatos a prefeito que detêm cargos públicos terão até 7 de junho – quatro meses antes das eleições – para deixar seus cargos.

Quem descumprir os prazos estabelecidos em lei estará automaticamente fora da disputa nas eleições de 2012. A Constituição Federal, por sua vez, estabelece que são inelegíveis cônjuges de prefeitos além de parentes consanguíneos ou afins até segundo grau ou adotados. A regra vale aos substitutos dos prefeitos que assumiram o cargo até seis meses antes das eleições.

De acordo com o calendário eleitoral elaborado pelo tribunal, os prazos para desimcompatibilização que devem ser obedecidos pelos candidatos variam, em regra, de três a seis meses. Os candidatos à reeleição, no entanto, não se incluem nesses prazos, uma vez que, por lei, podem concorrer a um novo mandato no comando das prefeituras. A mesma regra vale para parlamentares candidatos a prefeitos.”

(O POVO)

DETALHE – O secretário estadual das Cidades, Camilo Santana, vai se afastar do cargo. Ele é um dos cinco pré-candidatos do PT à Prefeitura de Fortaleza e, se não sair candidato, retorna ao posto. Mas só em junho, pois a meta é cargo majoritário.

Xuxa consegue na justiça proibir exibição de filme

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Essa é da Coluna Radar, da Veja Online:

Xuxa acaba de obter uma vitória na Justiça do Rio de Janeiro para, pelo menos por enquanto, garantir que o passado não voltará a assombrá-la.

Xuxa conseguiu proibir mais uma vez que o produtor Aníbal Massaini Neto exiba Amor Estranho Amor, filme de 1982 em que aparece numa cena de sexo com um adolescente.

Massaini alegava que Xuxa não pagara em dia os 60 000 dólares acordados entre as duas partes para que o filme ficasse longe das telas e, por isso, se sentia livre para exibi-lo. Uma liminar, no entanto, proibiu a cessão dos direitos da obra para terceiros.

Futuro presidente do STF diz que caso mensalão será o julgamento do século

O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, parece atrair causas de grande repercussão. Foi dele o voto que abriu o debate sobre a necessidade de políticos terem ficha limpa para se candidatar — um marco de progresso no processo político brasileiro.

Ele também relatou processos determinantes para a sociedade, que resultaram na proibição do nepotismo no serviço público e na liberação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e de pesquisas com células-tronco. Sergipano de Propriá, poeta, vegetariano e praticante de meditação, Ayres Britto assume no próximo dia 19 a presidência do STF.

Ficará no cargo até novembro, quando completa 70 anos, e terá no julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, a missão mais difícil e, certamente, a mais marcante de sua carreira.

* Da Veja Online, confira aqui.

Ex-presidente da OAB Nacional vai defender Carlinhos Cachoeira

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O ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Márcio Thomaz Bastos, cobrou 15 milhões de reais para assumir a defesa de Carlinhos Cachoeira. Serão pagos em três prestações mensais. A primeira já está na conta-corrente do advogado.

Carlionhos Cachoeira é o bicheiro apontado como chefe de uma bancada no Congresso que defende a liberação do jogo. Ele ganhou maior notoriedade agora depois de operação da PF que grampeou seus contatos com o senador Demóstenes Torres (sem partido/GO), aquele que posava de príncipe da moralidade.

(Com Radar Online)

AMB quer projeto de iniciativa popular garantindo recursos para a saúde

A Associação Médica Brasileira (AMB), presidida pelo cearense Florentino Cardoso, vai deflagrar uma campanha nacional com o objetivo de assegurar recursos para a saúde. Segundo Cardoso, isso será feito por meio de um projeto de iniciativa popular que precisa, para ser viabilizado, de 1,4 milhão de assinaturas.

A AMB mobilizará entidades médicas ou ligadas ao setor saúde e convocará também os estudantes das faculdades de medicina de todo o País. O esforço é para garantir verbas para a saúde que, recentemente, perdeu R$ 5 bilhões do seu orçamento.

Seguirá os mesmos caminhos da Lei da Ficha Limpa e tentará fixar um percentual do PIB para que seja cumprido pela União.


Fundação Telefônica/Vivo apoia caravana contra o trabalho infantil no Ceará

Até 15 de junho, o Ceará recebe a Caravana do Nordeste contra o Trabalho Infantil, que começará as atividades por Fortaleza. A iniciativa faz parte do projeto de fortalecimento dos Fóruns Estaduais das regiões Norte e Nordeste e das redes municipais de atenção à criança e ao adolescente das duas regiões, formulado pela Fundação Telefônica/Vivo, em conjunto com o Instituto Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Inpeti).

O objetivo é coordenar, juntamente com os fóruns estaduais, ações de mobilização, como campanhas, discussões pela Internet e realização de caravanas pelas cidades, visando à sensibilização da opinião pública. A primeira caravana será conduzida pelo Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente do Ceará. As atividades começarão primeiramente pela Internet. Desde o dia 2 de abril, foi lançada uma marcha virtual, que poderá ser acessada pela Rede Pró-Menino, da Fundação Telefônica|Vivo (www.promenino.org.br).

As ações presenciais iniciam-se no dia 9, às 7h, quando está prevista panfletagem, para sensibilização da população, nos terminais de Messejana, Parangaba e Papicu, em Fortaleza.  O lançamento da Caravana do Nordeste está previsto para acontecer no mesmo dia, às 14h, durante audiência pública na Assembleia Legislativa.

INTERIOR

Na próxima segunda-feira, nova planfletagem ocorrerá nos terminais de Antonio Bezerra, Conjunto Ceará, Lagoa e Siqueira, a partir das 7 horas. Já no dia 11, entre 8 e 12 horas, a caravana prevê a realização de marcha entre o Aterro da Praia de Iracema até o Palácio do Bispo, sede da Prefeitura, passando pelo Palácio da Abolição, sede do Governo do Estado, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ministério Público do Trabalho, Fórum, Câmara e Assembleia, entre outros organismos responsáveis pela implementação de políticas públicas de prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Na sequência, a Caravana segue para outras regiões: entre 16 e 19 de abril, percorrerá municípios do Litoral Leste e Vale do Jaguaribe; entre 2 e 4 de maio, estará no Cariri; entre 14 e 17 de maio, no Centro Sul, Sertão Central e Inhamuns; entre 28 de maio e 1º de junho, na Região Norte e Ibiapaba e Litoral Oeste; e, finalmente, entre 11 e 15 de junho, a caravana estará na Região Metropolitana, Maciço do Baturité e Sertão Central.

(Com assessoria da Vivo)

Agronegócio brasileiro fechou 2011 em alta

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“O agronegócio brasileiro registrou superávit em sua balança comercial de US$ 15,09 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, as exportações cresceram 8,7%, atingindo US$ 19,41 bilhões, e as importações aumentaram 9%, chegando a US$ 4,32 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Lideraram as exportações do setor nos três primeiros meses do ano o complexo soja, com US$ 4,83 bilhões, as carnes, US$ 3,61 bilhões, o complexo sucroalcooleiro, US$ 2,33 bilhões, os produtos florestais, US$ 2,24 bilhões, e o café, US$ 1,76 bilhão. No segmento carnes, a de frango rendeu US$ 1,76 bilhão, a bovina, US$ 1,22 bilhão, e a suína, US$ 313,63 milhões.

O maior comprador da produção do agronegócio brasileiro é a China, com US$ 2,96 bilhões no acumulado do primeiro trimestre de 2012. O valor é 84,5% maior que o do mesmo período do ano passado. Outros grandes compradores, no entanto, como os Países Baixos, a Alemanha e Rússia diminuíram suas compras.

A situação mais crítica foi com a Rússia, que reduziram as importações do agronegócio brasileiro de US$ 1,216 bilhão no primeiro trimestre de 2011 para US$ 565 milhões, uma queda de 53,5%. A redução é resultado, principalmente, do embargo russo aos produtos de vários frigoríficos nacionais, em vigor desde junho de 2011.”

(Agência Brasil)