Blog do Eliomar

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Unilab – Reitor divulgará data do início das aulas

Eis nota que este Blog recebeu, nesta quarta-feira, da assessoria de imprensa da Unilab:

 A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) informa aos estudantes matriculados e à sociedade em geral que o início das aulas fica adiado para o próximo mês de maio.

 O reitor da Instituição, Paulo Speller, em coletiva de imprensa na próxima sexta-feira (11), divulgará detalhes sobre a data do início das aulas.

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROGRAD) divulgará no próximo dia 15 o período de Orientação Acadêmica com todos os estudantes matriculados, oportunidade na qual a lista de ofertas do 1º trimestre letivo será distribuída.

Reafirma-se o compromisso da UNILAB com a necessária qualidade social e acadêmica da formação humana e profissional, bem como a firme decisão de que as atividades de ensino, pesquisa e extensão sejam implementadas em condições físicas e materiais satisfatórias.

Redenção, 03 de março de 2011.

Número de mortos nas estradas federais aumenta 32% em relação ao Carnaval 2010

“Balanço parcial da Polícia Rodoviária Federal informa que o número de mortes no feriadão de Carnaval deste ano superou o ano passado em 32%. No total, 189 pessoas morreram nas rodovias federais em 2011, da 0h de sexta-feira até meia-noite desta terça-feira. A PRF só encerra o balanço do feriadão nesta quarta-feira, com divulgação prevista para quinta-feira . No ano passado, a PRF registrou 143 mortes nos seis dias.

A quantidade de acidentes também ultrapassou a do ano passado. Em 2011, até o momento foram contabilizados 3.563 acidentes, o que dá uma média de 29,7 acidentes por hora ou mais de um acidente a cada dois minutos. No ano passado, o total foi de 3.233.

Somente nesta terça-feira, 23 pessoas morreram e outras 369 ficaram feridas em 534 acidentes nas rodovias federais. O dia mais violento do Carnaval continua sendo sábado, com 58 mortos e 555 feridos em 1.046 acidentes. O relatório divulgado na manhã desta quarta-feira mostra também que 437 pessoas foram presas por conta de embriaguez durante a operação.

A Operação Carnaval 2011 conta com um aumento do efetivo de policias nos 66 mil quilômetros de estradas federais do país, responsáveis pelo policiamento e fiscalização das vias. A operação começou à 0h de sexta-feira e vai até a meia-noite desta quarta-feira.”

(Do site da PRF)

Quase metade dos suplentes que assumiram a Câmara tem mandato ameaçado

“Quase metade dos suplentes que já assumiram mandato na Câmara dos Deputados correm o risco de perder o cargo na Justiça. Levantamento feito pelo Congresso em Foco, com base em informações da Casa, mostra que, por conta da ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para tomarem posse os substitutos dos partidos, e não das coligações, 22 dos 46 novos parlamentares podem ser obrigados a voltar à suplência.

As mudanças atingiriam as bancadas de 12 estados e o do Distrito Federal. Em São Paulo, por exemplo, dois eleitos pelo PSDB, chamados para compor o primeiro escalão do governo local, foram substituídos por deputados do DEM. Eleuses Paiva (DEM-SP) entrou no lugar de Edson Aparecido (PSDB-SP), enquanto Walter Ihoshi substituiu Júlio Semeghini (PSDB-SP).

No caso dos dois tucanos, outros dois suplentes, ambos do PSDB, chegaram a assumir provisoriamente os mandatos. Silvio Torres e Walter Feldman tomaram posse na Câmara, mas logo depois se desligaram. Eles também são secretários do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), e deixaram a Câmara por conjunturas da política paulista. Com os mandatos, Alckmin tenta segurar parte de sua base nos partidos de origem.

Com a possibilidade de criação de um novo partido pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), deixar os suplentes do DEM assumirem é uma tentativa de eles não seguirem o mandatário paulistano na sua aventura de fundar o Partido Democrático Brasileiro (PDB). Caso a decisão do Supremo seja validada pelo resto do plenário, Torres e Feldman seriam convocados a assumir novamente os cargos. Como ocupam, respectivamente, as secretarias de Habitação e de Esportes, outros tucanos é que teiram de tomar posse.”

(Congresso em Foco)

Governo estuda mudanças no Incra para evitar loteamento

“O governo estuda mudanças na estrutura administrativa do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Um dos objetivos, explicitado em minuta de texto que circula no Ministério do Desenvolvimento Agrário, é obter maior controle sobre as superintendências regionais da instituição – cujos chefes são, quase todos, nomeados por indicações de políticos.

O Incra tem 30 superintendências pelo País (uma por Estado, com exceção do Pará, que possui três, e Pernambuco, com duas). Cada uma tem ampla autoridade para definir os planos da reforma agrária e a aplicação dos recursos. Uma das reclamações mais frequentes no comando da instituição é o reduzido poder de Brasília sobre as superintendências. Além disso, a eficiência do órgão vem sendo questionada no contexto do programa nacional de combate à miséria, ainda em gestação.

O governo estuda formas de reduzir a autonomia e, ao mesmo tempo, dar um caráter mais técnico às regionais, cujas chefias são disputadas por correntes do PT e partidos da base aliada do governo. No Nordeste, segundo um alto dirigentes do Incra, o PT assumiu o papel das velhas oligarquias políticas, antes criticadas pelos petistas.”

(Agência Estado)

Filha de Eunício Oliveira tem quadro estável

Da Assessoria de Imprensa do senador Eunício Oliveiera (PMDB), recebemos nota sobre a situação de sua filha, Marcela, que estava entre passageiros de helicóptero que, domingo ultimo, fez pouso forçado no interior de Goiás. Confira:

É estável o quadro de saúde de Marcela Paes de Andrade Lopes de Oliveira, 22 anos, filha do senador Eunício Oliveira, após cirurgia para correção de fratura na vértebra L1 da coluna vertebral. Ela estava entre os passageiros de um helicóptero que fez um pouso forçado no último domingo (6).
 
O acidente ocorreu a cerca de 150km de Brasília, próximo à rodovia GO-225, nos limites de Corumbá com Cocalzinho e Águas Lindas. Uma falha mecânica obrigou o piloto a realizar procedimento de pouso forçado. Além de Marcela, estavam no helicóptero o namorado, Ricardo Fenelon Júnior, 24 anos, e o piloto Sérgio Alexandre Martins. Ambos tiveram apenas escoriações leves.

No próximo sábado, Marcela deve ser submetida a uma cirurgia complementar para correção da fratura.

Campanha da Fraternidade alerta sobre aquecimento global

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“A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança nesta quarta-feira (9) a Campanha da Fraternidade 2011. Com o tema “Fraternidade e a vida no planeta”, a campanha será lançada pelo secretário-geral da CNNB, dom Dimas Lara Barbosa, no auditório dom Hélder Câmara, em Brasília, a partir das 14h30min.

Entre os principais objetivos da campanha deste ano, está a conscientização sobre o aquecimento global e as consequências nas mudanças climáticas. Esta é a 47ª edição da campanha, criada em 1964. Com o tema, a igreja pretende incentivar ações que preservem a vida no planeta.

Segundo o secretário-executivo da campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, a preocupação da igreja com o meio ambiente está relacionada com a defesa da vida. “A igreja demonstra suas preocupações com o estado do nosso planeta, que precisa de cuidados para que possa oferecer as condições necessárias para a vida nele instalada”, disse o padre ao site da CNBB.

O tema meio ambiente já foi tratado em outros campanhas da Fraternidade. A primeira vez foi em 1979. A mais recente, em 2007, tratou da Amazônia com o tema “Fraternidade e Amazônia – vida e missão neste chão”.

(Portal G1)

Filha de Roriz deve deixar comissão da Câmara

“Flagrada recebendo dinheiro para a campanha de 2006, a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) pode ser forçada a deixar a comissão de reforma política da Câmara, para a qual fora indicada. Segundo reportagem de Gerson Camarotti na edição desta quarta-feira do jornal O GLOBO, a filha do ex-governador Joaquim Roriz (PSC-DF) está sendo aconselhada a sair dos holofotes e entregar de forma espontânea a vaga, para evitar constrangimentos.

O vídeo em que Jaqueline é flagrada recebendo dinheiro do operador do mensalão do DEM , Durval Barbosa, seria o primeiro de uma nova série que compromete o grupo de Roriz. Isso deve aprofundar o isolamento político não só da deputada, mas também do ex-governador. Tanto na Câmara dos Deputados como na Distrital não há mobilização pela defesa de Jaqueline.

Aliados de Joaquim Roriz foram alertados durante o carnaval de que há mais vídeos e provas da participação de integrantes do grupo político. Por isso, a estratégia do grupo será evitar uma defesa mais enfática. A ordem é aguardar para evitar contradições numa reação antecipada.

Aliados de Roriz foram advertidos de que um arsenal foi produzido contra o grupo, com a mesma tecnologia que atingiu o ex-governador José Roberto Arruda, em 2009, no episódio que culminou com sua renúncia.”

(O Globo)

Forças Armadas resistem à Comissão da Verdade

“Apesar da decisão da presidente Dilma Rousseff de bancar como prioridade a criação da Comissão Nacional da Verdade, as Forças Armadas resistem ao projeto e elaboraram um documento com pesadas críticas à proposta.

No texto, enviado mês passado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, os militares afirmam que a instalação da comissão “provocará tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados à nova discussão”.

Segundo reportagem de Evandro Éboli na edição desta quarta-feira do jornal O GLOBO, para eles, vai se abrir uma “ferida na amálgama nacional” e o que se está querendo é “promover retaliações políticas”. 

Elaborado pelo Comando do Exército, o documento tem a adesão da Aeronáutica e da Marinha. No texto, os militares apontam sete razões para se opor à Comissão da Verdade, prevista para ser criada num projeto de lei enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional em 2010.

Os militares contrários à comissão argumentam que o Brasil vive hoje outro momento histórico e que comissões como essas costumam ser criadas em um contexto de transição política, que não seria o caso.

“O argumento da reconstrução da História parece tão somente pretender abrir ferida na amálgama nacional, o que não trará benefício, ou, pelo contrário, poderá provocar tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados à nova discussão”.

As Forças Armadas defendem que não há mais como apurar fatos ocorridos no período da ditadura militar e que todos os envolvidos já estariam mortos.

“Passaram-se quase 30 anos do fim do governo chamado militar e muitas pessoas que viveram aquele período já faleceram: testemunhas, documentos e provas praticamente perderam-se no tempo. É improvável chegar-se realmente à verdade dos fatos”.

(O Globo, com Blog do Noblat)

Hora do pobre – Agricultores cearenses podem renegociar dívidas rurais com Banco do Brasil

O Banco do Brasil (BB) oferece condições especiais para renegociação de dívidas de beneficiários do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) dos municípios cearenses que tiveram suas perdas superiores a 30% da receita esperada em razão da estiagem, ocorrida no primeiro semestre de 2010. As facilidades para negociação de operações de custeio incluem a prorrogação do prazo de pagamento do valor em atraso de 1 para até 3 anos, ou seja, o agricultor poderá regularizar sua dívida efetuando o pagamento do valor inadimplido em até três parcelas anuais nas mesmas condições do contrato.

Para os agricultores com operações de investimento com vencimento em 2010, o BB oferece a possibilidade de alongamento do prazo de pagamento do valor da dívida para até 1 ano após o término do contrato. Os agricultores que desejarem regularizar suas dívidas devem procurar sua agência de relacionamento do Banco do Brasil ainda neste mês de março.

De acordo com Paulo Sucupira, gerente de Agronegócio do Banco do Brasil, essa medida deve beneficiar até 90% dos agricultores familiares cearenses com operações de custeio ou investimento em atraso com vencimento para 2010. “Quanto mais rápido regularizarmos as pendências da safra passada, mais oportunidades os agricultores terão com a atual Safra (2010/2011), que se encerra em junho deste ano.

(Com Assessoria do BB)

Inãcio diz que aumento da taxa de juros é herança neoliberal

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O senador Inácio Arruda, líder do PCdoB, manda artigo para o Blog sobre a economia brasileira. Ele bate duro na política de juros do governo federal, avaliando como resquício do Neoliberalismo. Confira: 

A nova majoração, de 0,5% da taxa Selic, decidida dia 2 de março pelo Comitê de Política Monetária (Copom), corrói a economia brasileira. Os cortes no orçamento para o ano de 2011 R$ 50 bilhões e, logo em seguida, o aumento da taxa básica de juros para 11,75%, dão indicações de favorecimento ao capital financeiro, em detrimento do desenvolvimento do país. Essas medidas levam ao esfriamento da economia, como denunciam as entidades de trabalhadores e também as entidades dos empresários vinculados à produção. Fazem parte do receituário neoliberal, que tanto jogou para trás a economia de vários países do mundo – inclusive do Brasil, em governos anteriores que o adotavam por completo. Prejudicam os setores produtivos, os trabalhadores e o povo, e beneficiam os grandes investidores do mercado.

A nova majoração, de 0,5% da taxa Selic, decidida dia 2 de março pelo Comitê de Política Monetária (Copom), corrói a economia brasileira. Os cortes no orçamento para o ano de 2011de 50 bilhões de reais e, logo em seguida, o aumento da taxa básica de juros para 11,75%, dão indicações de favorecimento ao capital financeiro, em detrimento do desenvolvimento do país. Essas medidas levam ao esfriamento da economia, como denunciam as entidades de trabalhadores e também as entidades dos empresários vinculados à produção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 7,5% em 2010 na comparação com o ano anterior – o maior desde 1986 – e foi o consumo das famílias brasileiras que sustentou esse crescimento.

Esse índice foi alcançado graças ao aumento dos investimentos públicos, ao crescimento na geração de empregos e aos aumentos reais do salário mínimo e das conquistas salariais das categorias. Mas as altas taxas de juros, que o Copom insiste em perpetrar, abatem o consumo e freiam a produção. Segundo o economista Márcio Pochmann, apenas 20 mil famílias de super-ricos são beneficiadas por 70% dos juros da dívida pagos pelo governo. No ano passado, estes juros chegaram a R$ 200,5 bilhões, dos quais R$ 140 bilhões foram embolsados por esta minoria, que certamente está festejando a nova resolução do Copom.

Ao tempo em que realizam cortes orçamentários na área social, previdenciária, na manutenção da máquina pública e em investimentos para alavancar a economia, os que comandam a política econômica não incluem em suas metas de corte a parte dos juros pagos aos rentistas. Na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, foi revelado que cada 1% na taxa básica de juros representa um gasto governamental de 0,28% do Produto Interno Bruto do Brasil (cada 0,5% representam cerca de R$ 5 bilhões), e essa taxa tem crescido a cada reunião do Copom, quando todos anseiam, e o Brasil necessita, a sua diminuição! O Banco Central tem colocado como questão primordial o problema da inflação, a necessidade de controlá-la, e com isso tenta justificar a taxa de juros mais alta do mundo.

Ora, ainda em fevereiro último, o Banco da Inglaterra, como é conhecido o Banco Central britânico, anunciou a manutenção da taxa de juros do país em 0,5% ao ano, embora a taxa de inflação do país (3,7%) tenha sido quase o dobro da meta (2%) fixada pelo governo. E o presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, justificou a decisão alegando que, mesmo que a inflação aumente nos próximos meses, o índice pode cair no ano que vem e a prioridade é recuperar a produção, pois a economia inglesa sofreu uma retração de 0,5% em 2010. O mesmo problema – a ameaça inflacionária –, com soluções opostas: lá, a busca do crescimento; aqui, a desaceleração. É importante notar: enquanto os juros brasileiros vão para 11,75%, os da Rússia estão em 7,75%, os da Índia em 6,5% e os da China em 6,06% – isso para citar apenas os países que formam o chamado Bric. Descontada a inflação, as taxas desses países vão mais para baixo ainda.

O enfoque da política macroeconômica brasileira tem que mudar. É preciso focar na produção, na geração de empregos, na distribuição de renda, na manutenção do desenvolvimento. É necessária uma nova orientação para a política macroeconômica. A atual está esgotada, ainda é herança que veio de alguns tempos atrás. O Brasil – governo e sociedade civil – precisa debater e estabelecer novos rumos para a nossa economia, que contemplem desenvolvimento, crescimento com distribuição de renda e reafirmação da soberania do país.

* Inácio Arruda é senador e líder do PCdoB no Senado Federal.

Câmara dos Deputados estende benesses para os sem-mandato

“Na Câmara, os deputados aposentados têm direito a um plano de saúde familiar ao preço de R$ 280,00 por mês. No Senado, a mordomia é maior: ex-senadores usufruem pelo resto de suas vidas de um sistema de saúde bancado pelos cofres públicos. Os senadores no exercício do mandato não têm limite de gastos com saúde.

Ato da Mesa Diretora da Câmara de 27 de janeiro último permitiu que deputados não reeleitos e ainda não aposentados, mas que já estavam filiados ao plano de saúde, continuem com o benefício. Até agora, 18 ex-deputados optaram por permanecer no Pró-Saúde. A contribuição deles, no entanto, será em torno dos R$ 900 mensais.

Isso ocorre porque o deputado não reeleito tem de arcar com a parte patronal da Câmara para o plano de saúde.”

 (Globo)

Conar rejeita ação contra comercial de Havaianas

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“O Conar rejeitou uma ação de dois consumidores contra a campanha Havaianas – Patrulheiro. No anúncio de TV, o ator Henri Castelli é flagrado por um guarda dirigindo de chinelo.

Segundo a denúncia, a propaganda pregava o desrespeito à legislação de trânsito. O bom senso prevaleceu e o Conar arquivou o processo.”

(Radar Online)

Sob Lula, Brasil abriu 79 representações no Exterior. Até na Micronésia

“A herança que Lula deixou para Dilma Rousseff incluiu uma tarefa entre prosaica e insólita: incrementar as relações diplomáticas do Brasil com a Micronésia. Você talvez não saiba, mas o país existe. Acredite. É um arquipélago assentado na Oceania. Tem cerca de 700 km2.

Trata-se de um paraíso. Banhado pelo pacífico. Em 22 de dezembro, dez dias antes de deixar o governo, Lula baixou o decreto 7401, criando a embaixada brasileira em Palikir, capital da Micronésia. Funciona cumulativamente com a de Manila (Filipinas).

Pela lógica, dois fatores determinam a instalação de representações no exterior: 1) o interesse econômico; 2) a presença de grande comunidade de brasileiros no país. A novíssima representação da Micronésia, por ilógica, foge aos padrões. Difícil achar brasileiros entre seus cerca de 110 mil habitantes.

Dono de um PIB miúdo –pouco mais de US$ 200 milhões— o país tampouco oferece grandes perspectias de parceria comercial. A força de trabalho da Micronésia soma 20 mil pessoas. Dedicam-se ao atendimento de turistas, à pesca e à agricultura (coco, banana, mandioca, batata doce e castanha).

Essa foi a 79ª representação criada por Lula no estrangeiro –57 embaixadas e 22 consulados. Média de 10 por ano. Quase uma por mês.

Sob FHC, o Itamaraty fora mais comedido. Nos oito anos da Era tucana, inauguraram-se 16 novas representações –12 embaixadas e quatro consulados. O expansionismo diplomático do Brasil de Lula pautou-se pela flexibilização ideológica e pelo desejo de obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

A maleabilidade política resultou em vexame. Abriram-se embaixadas em países notáveis pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desapreço aos valores democráticos. Entre eles, por exemplo, Guiné Equatorial, Sudão, Mianmar e, veja você, até a Coréia do Norte do companheiro-ditador Kim Jong-Il.

Quanto ao sonho da cadeira permanente no principal conselho da ONU, resultou irrealizado a despeito da proliferação de novos parceiros diplomáticos. Restou o legado das quase oito dezenas de novas representações. Coisa para Dilma Rousseff administrar. A fúria inauguratória de Lula levou o Brasil a países pequenos e de relevância diplomática duvidosa.

O grosso das novas embaixadas e consulados foi instalado em nações ex-comunistas, países africanos pobres e ilhas do Pacífico e do Caribe. Além dos neoparceiros já mencionados, a lista inclui: Albânia, Croácia, Azerbaijão, Casaquistão, Zâmbia, Tanzânia, Benin, Togo, Sri Lanka…Guiné, Botsuana, Congo, Dominica, Bahamas, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, Dominica e um interminável etc..

Antes de despertar para a abrir a Micronésia, Lula editou o decreto 7376. Datado de 1º de dezembro de 2010, criou a embaixada brasileira em Tarawa, capital do Kiribati. Neste caso, funciona cumulativamente com a de Wellington, na Nova Zelândia.

Vinte dias antes, em 11 de novembro, o Kiribati havia sido pendurado nas manchetes em posição algo desesperadora. Pequeno arquipélago do Pacífico, o país anunciou ao mundo que pode ter de deslocar toda sua população –cerca de 100 mil pessoas— para outra localidade.

Por quê? O aquecimento global faz com que o mar avance sobre o território de Kiribati, encobrindo-o aos poucos. “Para algumas comunidades, já é tarde demais. Não há como protegê-las”, disse o presidente de Kiribati, Andote Tong. Gestor de uma ilha vulcânica condenada ao desaparecimento, Tong guindou ao topo de suas prioridades a obtenção de terras onde possa acomodar seu povo.

A representação de Kiribati foi ao bololô da política externa de Lula como uma espécie de cereja. Chama-se Samuel Pinheiro Guimarães o ideólogo da estratégia. Coisa implementada com o apoio do ex-chanceler Celso Amorim e sob aplausos do assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

Samuel ocupou a secretaria-geral do Itamaraty até 2009. Na fase final do governo Lula, chefiou a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Os dados que recheiam essa notícia foram recolhidos nos arquivos do Senado. Cabe aos senadores aprovar a criação de novas embaixadas e consulados. Aprovou-se tudo o que Lula propôs.”

(Blog do Josias de Souza)

PRF já contabiliza 129 mortes nas estradas federais

“Cento e vinte e nove pessoas morreram em acidentes nas estradas federais do país entre sexta-feira e domingo, segundo balanço parcial da divulgado pela Polícia Rodoviária Federal. Foram 2.619 acidentes no período, que deixaram também 1.473 feridos.

O maior número de acidentes foi registrado no sábado, com 1.046 ocorrências.

Os policiais rodoviários realizaram 16.423 testes de alcoolemia nas estradas e 584 motoristas foram flagrados dirigindo embriagados. Destes, 262 foram presos em flagrante por embriaguez ao volante, por ultrapassar o limite de tolerância.

[Ontem], último dia do balanço parcial, foram registrados 611 acidentes, com 524 feridos e 34 mortos. Os policiais prenderam 152 pessoas que dirigiam embriagadas.

A contagem começou na sexta-feira e o balanço parcial foi até 23h59m de [ontem].”

(Globo)

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Grupo Folha lança site em três idiomas

“Entrou no ar, desde quinta-feira, o novo site do Grupo Folha. Informações sobre todas as empresas do grupo podem ser acessadas em grupo.folha.com.br. O site é trilíngue e pode ser visualizado em inglês (group.folha.com.br) e em espanhol (grupo.folha.com.br/es).

Há notícias de interesse geral e informações para o mercado em relação às cinco empresas e 11 unidades de negócios do Grupo Folha. Além da Folha, o grupo publica o jornal “Agora” e tem participação de 50% no “Valor”, em parceria com as Organizações Globo.

O portal é dividido nas áreas de atuação do grupo: revistas, livros e guias, distribuição e impressão, internet e TI e serviços.

Entre as publicações, é possível obter informações sobre revistas (como sãopaulo e Serafina), guias e livros (editados pela Publifolha). Entre os jornais, a Folha tem no site um espaço próprio, que também pode ser acessado em www.folha.com.br/sobre. Nele, há informações sobre a história da Folha, sua linha editorial e dados de circulação, além de resumos sobre as seções diárias e suplementos do jornal. Assim como ocorre em todo o site, as informações sobre a Folha estão acessíveis em inglês (www.folha.com.br/english) e espanhol (www.folha.com.br/espanol).

No espaço reservado à área de internet e TI do grupo há informações sobre o UOL, maior empresa brasileira de conteúdo e serviços da internet, e sobre a Folha.com, primeiro jornal em tempo real do país. Nesta seção, entre os 20 itens, o internauta pode conferir desde a Livraria da Folha (on-line) até os diversos sites e unidades do UOL, que incluem um shopping virtual. Com a compra da Díveo Broadband Networks, em dezembro, o UOL se tornou a terceira maior empresa de serviços de infraestrutura de tecnologia da informação da América Latina.

Na área específica de serviços do grupo, o internauta encontra informações sobre o Datafolha, um dos maiores institutos de pesquisa do país, sobre a Folhapress, agência de notícias, e sobre o Banco de Dados Folha.

Entre as unidades de distribuição e impressão, o internauta poderá conferir informações sobre a Plural, indústria gráfica com maior capacidade produtiva do Brasil (na qual o grupo detém 51% de participação), e sobre as distribuidoras Transfolha e SPDL, que é uma parceria entre a Folha e o Grupo Estado.”

(Folha.com)

Brasil perde posições no ranking do turismo mundial

“O Brasil perdeu posições em um ranking mundial de competitividade no setor do turismo, embora tenha obtido pontuação semelhante à de 2009. Em sua última edição, relativa a 2011, o relatório elaborado pelo Fórum Econômico Mundial coloca a sede da próxima Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 na posição 52 entre 139 países avaliados. A pontuação, 4,36 em uma escala de um a sete, foi praticamente a mesma que em 2009 (4,35), quando foi elaborado o ranking anterior. Naquele ano, quando foram consideradas 133 nações, o país ficou em 45º lugar. Em 2011, o Brasil foi ultrapassado por outros países que registraram incremento mais expressivo, como México e Porto Rico.

“O Brasil ficou em sétimo lugar no ranking das Américas e 52º no ranking geral. O país é o que tem a melhor pontuação entre todos os países no que tange aos recursos naturais e 23º em recursos culturais, com muitos lugares considerados patrimônio da humanidade, uma grande proporção de área protegida e a fauna mais rica do mundo”, afirma o relatório. “Isto é reforçado por uma ênfase na sustentabilidade ambiental (posição 29 do ranking), uma área que vem melhorando ao longo dos últimos anos. A segurança também melhorou de forma impressionante desde a última avaliação”, informa o texto. Em 2009, o relatório aponta preocupação com a qualidade da rede de transporte terrestre e aéreo brasileira, bem como o nível de insegurança.

Sobre o panorama atual, o relatório avalia que “o transporte rodoviário continua subdesenvolvido, com a qualidade das rodovias, portos e ferrovias requerendo melhoras”. “O país continua a sofrer com a baixa competitividade de preços, atribuída em parte a altas taxas aeroportuárias e sobre os bilhetes aéreos, e o nível fiscal em geral”, assinala o texto. “Além disso, o ambiente de negócios não é particularmente propício para o desenvolvimento do setor, com regras restritivas para os investimentos externos, os longos prazos para abrir uma empresa e requerimentos de certa maneira restritivos à abertura de negócios no setor de turismo.”

O relatório destaca a superação da crise econômica mundial pela indústria do turismo internacional. Depois de se contrair em 2009, o setor voltou a se recuperar no ano passado, atingindo neste ano o seu nível pré-crise. Combinando atividades diretas e indiretas, o relatório estima que o setor de viagens e turismo responda hoje por 9,2% do PIB global, mesma proporção dos investimentos mundiais e 4,8% das exportações do planeta. Suíça, Alemanha e França foram considerados os países com melhor ambiente para desenvolvimento da atividade.”

(Agência Basil)

Mulheres poderão tirar de graça o CPF a partir desta 4ª feira

“A Caixa Econômica Federal vai oferecer às mulheres, a partir desta quarta-feira e até o próximo dia 11, o serviço de inscrição gratuita no Cadastro de Pessoa Física (CPF) em todas as agências do banco. O intuito da iniciativa é comemorar o Dia Internacional da Mulher (8 de março).

Segundo a Caixa, o objetivo é possibilitar o acesso das mulheres às políticas públicas do governo federal: Programa Fome Zero, Bolsa Família e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de facilitar o acesso à inclusão bancária e ao microcrédito.”

(Agência Brasil)