Blog do Eliomar

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Missa da Resurreição lembra empresário cearense vítima de acidente aéreo no Recife

Será celebrada nesta terça-feira, às 19 horas, na Igreja do Cristo Rei, a missa pela ressurreição do empresário André Louis Pimenta Cordeiro, filho do presidente da CDL Fortaleza, Freitas Cordeiro.

Ele foi uma das 16 vítimas da queda de aeronave da empresa NoAr, o que se registrou na semana passada no Recife (PE).

Prefeitos e ex-prefeitos são 45% dos réus em ações de fraudes, diz AGU

“Prefeitos e ex-prefeitos estão em maior número entre os réus nas ações de fraudes ajuizadas pela Advocacia Geral da União (AGU), com base em condenações impostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). De dezembro de 2009 a novembro de 2010, das 2.449 pessoas envolvidas em desvios de verba nas diversas áreas da administração pública , 1.115 (45,53%) eram prefeitos ou ex-prefeitos.

De longe, é o grupo mais numeroso, bem à frente dos servidores e ex-servidores públicos, em segundo lugar, com 354 pessoas (14,45%).

Segundo o diretor do Departamento de Patrimônio e Probidade, André Mendonça, o grande número de administradores municipais é uma demonstração de como recursos pulverizados por meio de pequenos repasses tornam mais difícil a fiscalização.

No caso dos ex-prefeitos, o tempo que passou entre a ocorrência da irregularidade e a cobrança do prejuízo dificulta a recuperação do dinheiro. Essa espera pode levar até 17 anos. Nesse período, o suspeito de desvio já teve tempo para transferir os recursos desviados para a conta de um parente ou intermediário, o que torna ainda mais difícil a recuperação do dinheiro.”

(Globo)

Michel Temer diz que Dilma merece "aplausos" por bem conduzir a crise

“O vice-presidente, Michel Temer (PMDB), saiu em defesa das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff na crise envolvendo o Ministério dos Transportes e órgãos ligados. Para o vice, a presidente teve uma condução que merece “aplausos de todos”.
Após as denúncias de superfaturamento em obras e pagamento de propina atingindo a cúpula do setor, a presidente determinou o afastamento de quatro servidores. Dilma ainda oficializou Paulo Sérgio Passos, ex-secretário executivo, no comando do ministério. A troca foi feita sem o aval do PR, que comanda a pasta desde o início do governo Lula.
“A presidente está tomando todas as medidas adequadas, acho que com aplauso de todos. Não há dúvidas de que as medidas são esperadas por quem se preocupa com esse tema.”
O vice não respondeu se a presidente tende a determinar novas demissões como a do petista Hideraldo Caron, diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e do diretor afastado Luiz Pagot.
Responsável por controlar a assinatura de aditivos de obras rodoviárias, Caron foi até agora poupado das mudanças nos Transportes. O suposto descontrole na liberação de recursos adicionais para obras foi um dos motivos que fizeram o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR) deixar o cargo. Segundo Temer, a crise não foi tratada na reunião da coordenação política, que reúne os principais ministros.”
(Folha.com)

Oh! Senadores lamentam desclassificação da Seleção Brasileira

A eliminação da Seleção Brasileira de Futebol na Copa América diante do Paraguai motivou muitos comentários de senadores na internet. Além de criticar o desempenho dos atletas durante a partida, os parlamentares aproveitaram para comentar outras questões relativas aos dois países.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), por exemplo, comparou os índices de alfabetização de ambos.
“Empatamos no futebol, antes dos pênaltis, mas na alfabetização perdemos para o Paraguai: 94,5 x 90% (Unesco)” – disse o parlamentar pelo Twitter. “Fala sério: você sente mais vergonha pelos pênaltis perdidos, ou por perdemos para o Paraguai na alfabetização?” – acrescentou.
Veja abaixo algumas das palavras dos senadores sobre a eliminação do Brasil:
– Rodrigo Rollemberg (PSB-DF): “Que vergonha. Perder 4 pênaltis. 3 pra fora. É demais!”
– Paulo Bauer (PSDB-SC): “Depois dos 200 milhões de dólares por ano via Itaipu que o Lula deu (com o aval da Dilma) ao Paraguai (sem meu voto no Senado) eles nos desclassificaram”.
– Roberto Requião (PMDB-PR): “Como um país com tantas carências aposta bilhões de recursos na copa e perde pênaltis para o Paraguai? Indigência mental?”
– Delcídio Amaral (PT-MS): “Os ‘desmotivados’ paraguaios venceram. Os jogadores brasileiros demonstraram perfeita sintonia. Erraram os 4 pênaltis!”
– Alvaro Dias (PSDB-PR): “De quem é o pé frio brasileiro? Perdemos tudo nos últimos dias. Vôlei masculino, futebol feminino e futebol masculino.”
– Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB): “Lamentei também neste domingo a eliminação do Brasil da Copa América. Entendo que o Brasil não é mais o melhor do mundo, como a mídia sugere.”
– Paulo Davim (PV-RN): “Ridículo! Que danado é isso gente? Nunca vi isso na minha vida!”
(Agência Senado)

Sebrae prorroga prazo para inscrição em processo seletivo

As inscrições para o processo seletivo do Sebrae Nacional foram prorrogadas até o dia 1° de agosto. São sete vagas, de ampla concorrência, disponíveis para o cargo superior de Analista Técnico nas áreas de Administração de Empresas, Biblioteconomia, Relações Públicas, Comunicação Social, Marketing, Ciências Contábeis, Economia e Engenharia. Os salários oferecidos são de R$ 4.287,93 a R$ 8.913,79 mais benefícios.

As provas serão realizadas pelo CESPE/UNB. Os interessados devem acessar o site www.cespe.unb.br/concursos/sebrae012011, preencher e enviar o “Currículo Padrão” conforme as orientações disponíveis no “Comunicado de Abertura”.

Jorge Ben Jor vai resgatar em DVD sucessos do LP "Tábua de esmeralda"

Este repórter do Blog ao lado do cantor e compositor Jorge Benjor

O cantor Jorge Ben Jor deixou o Ceará nesta segunda-feira depois de realizar shows em cinco cidades. No roteiro dele, Juazeiro do Norte, Barbalha, Limoeiro do Norte, Fortaleza e Crateús. “Foi muito bom. Adorei conhecer um pouco da terra de vocês!”, disse o artista, que circulava sozinho no saguão do Aeroporto Internacional Pinto Martins, enqunanto aguardava chamado do voo que o levaria de volta para o Rio.

Ben Jor, reconhecido por alguns, distribuiu autógrafo e posou para fotos como essa aí de cima. Num papo rápido e descontraído, deu uma dica: até outubro próximo, gravará DVD ao vivo para recuperar sucessos do LP “Tábua de esmeralda”, de 1974. Nesse trabalho, o carro-chefe foi “Os alpinistas estão chegando”. Ele diz que está ensaiando com sua banda há alguns meses.

(Foto – Paulo MOska)

Eleições 2012 – PT dividido em São Paulo

“A disputa para concorrer à prefeitura de São Paulo volta a dividir aliados do governo. Na briga estão Marta Suplicy (PT) e Fernando Haddad (PMDB). Ele conta com um trunfo a mais: o apoio do ex-presidente Lula, que em reuniões e eventos tem deixado bastante clara sua preferência pelo ministro da Educação.

Entre petistas, há o sentimento de que sem o aval e apoio de Lula, dificilmente Marta Suplicy conseguirá emplacar seu nome para a disputa.”

(Informe JB – JB Online)

Copom deve elevar Selic para 12,75%

“Analistas do mercado financeiro esperam por elevação de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, na reunião de amanhã (19) e quarta-feira (20) do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano. Além do aumento da taxa nesta semana, os analistas esperam por mais uma elevação de 0,25 ponto percentual neste ano. Assim, de acordo com essa expectativa, a taxa encerrá o período em 12,75% ao ano. De acordo com a mediana das expectativas dos analistas, ao final de 2012, a Selic estará em 12,63% ao ano e não mais em 12,50% ao ano como previsto anteriormente.

Em 2011, o Copom elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, em janeiro e em março, e em 0,25 ponto percentual, em abril e em junho. O comitê reúne-se a cada 45 dias para definir a taxa.

O Copom usa a Selic como instrumento de controle da demanda e, por consequência, da inflação. No cenário de economia aquecida, a procura por bens e serviços cresce e há dificuldade para a indústria, o comércio e o setor de serviços suprirem o consumidor na mesma proporção do aumento da procura. Como demanda e oferta não têm o mesmo ritmo, os preços sobem, gerando inflação. Então, o Copom eleva a Selic para tornar o crédito mais caro. Ao elevar a taxa, a ideia do BC é estimular a poupança e conter a expansão excessiva da demanda.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 6,71% em 12 meses encerrados em junho. Esse resultado supera o teto da meta fixada pelo governo para este ano, que tem centro de 4,5% e limite superior de 6,5%.
Mas a expectativa do mercado financeiro é que a inflação em 2011 fique ainda dentro do limite superior, em 6,31%, a mesma projeção da semana passada. Para 2012, a estimativa é 5,20%.

Cabe ao BC manter a inflação dentro da meta. Segundo o presidente do BC, Alexandre Tombini, a expectativa é que o ritmo de aumento dos preços caia nos próximos meses e que a inflação convirja para o centro da meta somente em 2012.”

(Agência Brasil)

Os senadores mais baratos da República

“Um carro com motorista e tanque cheio para circular à vontade por Brasília. Moradia, passagens aéreas e conta telefônica residencial pagas, assim como o celular, de uso ilimitado. Plano de saúde gratuito e vitalício. Gráfica para imprimir suas publicações. Um qualificado corpo de 170 consultores legislativos e toda uma estrutura de radiodifusão ao seu dispor. Verba de R$ 82 mil para contratar funcionários, além do salário de R$ 26,7 mil. Apesar desses e outros benefícios, apenas oito senadores abriram mão de pedir ao Senado reembolso de despesas no primeiro semestre.

Cristovam Buarque (PDT-DF), Eduardo Braga (PMDB-AM), Eunício Oliveira (PMDB-CE), José Sarney (PMDB-AP), Lobão Filho (PMDB-MA), Pedro Simon (PMDB-RS) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), além de Itamar Franco (PPS-MG), recentemente falecido, são os únicos senadores que ainda não tocaram na chamada verba indenizatória – benefício anual de até R$ 180 mil a que os parlamentares têm direito para cobrir despesas com aluguel de imóvel e veículos, inclusive combustíveis, alimentação, hospedagem, consultoria e publicidade das atividades relacionadas ao mandato.

Mas essa situação deve mudar com a decisão da Mesa Diretora de unificar a verba para ressarcimento de gastos com a verba para passagens aéreas e criar o chamado “cotão”, a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (Ceaps). Uma mudança que tem desagrado aos senadores que se recusam a usar a verba indenizatória, alegando que a estrutura oferecida pela Casa já é suficiente para garantir ao parlamentar todas as condições para exercer seu mandato na plenitude.

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“Nunca utilizei nem quero usar a verba indenizatória. Mas estão unificando com a cota de passagens para obrigar todo mundo a usar”, reclama Pedro Simon, que nunca fez uso do benefício em seus 28 anos de Senado. “Não utilizei este ano. Mas vai ser difícil não usar daqui pra frente por causa das passagens”, reconhece Cristovam Buarque. O peemedebista e o pedetista dizem que tiraram do próprio bolso dinheiro para custear as passagens aéreas utilizadas em junho e julho para evitar recorrer à recém-criada Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, que unificou os dois benefícios.

As regras da Ceap foram assinadas pelo primeiro-secretário da Mesa, Cícero Lucena (PSDB-PB), e publicadas no Boletim Administrativo do Senado no último dia 3 de junho. A unificação já havia sido aprovada pelos demais integrantes da Mesa Diretora no final de maio. Com a mudança, segundo o Senado, cada parlamentar passa a ser responsável pela compra de suas passagens, sem precisar recorrer a uma agência de turismo, contratada pelo Senado ao custo anual de R$ 22 milhões.

“Por um lado, eles dizem que isso vai baratear o preço da passagem, já que não haverá mais a agência de turismo intermediando. Mas, por outro, isso vai dar a impressão de que os senadores estão usando a verba da passagem em outras coisas”, avalia Cristovam.

Mesmo já morando em Brasília, os senadores do Distrito Federal têm direito a R$ 6 mil em passagens aéreas por mês, mesmo valor disponível para seus colegas goianos. Cristovam diz que o benefício é necessário para o mandato. “Não somos senadores do DF, mas da República. Minha luta pela educação não é brasiliense, é nacional. Tenho de debater em todo o país. E não vou viajar com dinheiro pago por empresa”, afirma o senador, que foi ministro da Educação no primeiro ano do governo Lula.

Não há necessidade da verba

Também senador pelo Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg diz que a estrutura oferecida pelo Senado é muito melhor que a da Câmara, onde ele atuou na legislatura passada, e que não viu, ainda, necessidade de usar a verba indenizatória.

“Sempre fui muito rigoroso com o uso da verba. Usava pouco na Câmara. Mas no Senado não vi necessidade de usar porque a Casa oferece melhores condições. Aqui nós temos a gráfica para imprimir nossas publicações. Quando tenho de viajar, vou com passagens no âmbito da comissão que presido”, diz o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle.

Pedro Simon é outro que se diz satisfeito com o que o Senado oferece. Ele critica o uso feito pelos colegas. “Acho ridículo um senador alugar um carro ou jantar num restaurante e depois mandar a conta para o Senado. O senador já ganha o dinheiro que tinha de ganhar”, afirma o peemedebista.

O senador conta que não mantém escritório de apoio no estado, ao contrário da maioria de seus colegas. Simon diz que usa a estrutura do próprio PMDB para receber, em audiência, eleitores e representantes de entidade que o procuram em sua base eleitoral. E que também recorre aos correligionários para se deslocar pelo interior gaúcho, por meio de carona. “Para divulgar meu mandato, a gráfica do Senado imprime duas publicações minhas por ano, uma com discursos e outra com artigos”, explica. A divulgação das ações do mandato também pode ser ressarcida pelos parlamentares. O interesse por esse tipo de publicidade é maior em ano eleitoral.

Mas a opinião de Simon de que a verba é desnecessária está longe de ser consensual. Mesmo alguns dos senadores que ainda não pediram reembolso à Casa este ano consideram o benefício útil para o exercício do mandato. “Acho importante e vou usar a verba no segundo semestre. Apenas estamos fazendo um plano para melhor utilizá-la, com eficiência e racionalidade”, adianta Eduardo Braga (PMDB-AM), em seu primeiro mandato na Casa.

Mal compreendido

Cristovam Buarque reconhece que já usou a verba e que deixou de utilizá-la porque o benefício é mal compreendido pela sociedade de maneira geral. “A população não entende isso como um trabalho. Sempre fui cuidadoso no uso. Eu gastava para publicar um jornal para distribuir minhas idéias. Não usá-la sacrifica um pouco o mandato”, avalia.

Rodrigo Rollemberg também vai pelo mesmo raciocínio. “A questão é usá-la estritamente dentro do mandato. Por isso, é importante que a gente aumente os instrumentos de controle e fiscalização para evitar abusos”, diz o senador.

Ele entende que o Senado deveria dar mais transparência aos benefícios dos parlamentares. Para Rollemberg, seria necessário que a Casa divulgasse a íntegra das notas fiscais apresentadas pelos senadores e verificasse se aquelas empresas realmente existem.

Convento

Até o ano passado, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), usou parte de sua verba indenizatória para custear o Memorial no Convento das Mercês, que reúne seu acervo particular em São Luís (MA). Em 2011, porém, o senador abriu mão do benefício. Como presidente do Senado, porém, Sarney dispõe de algumas benesses que os demais não têm, como a estrutura da residência oficial da presidência, por exemplo, que ele usa para reuniões e outras atividades.

A assessoria do senador Eunício de Oliveira, que também não fez uso da cota, informou que ele não pretende pedir reembolso de suas despesas ao Senado. O gabinete de Lobão Filho disse que o senador só poderia retornar o contato da reportagem nesta segunda-feira.”

(Congresso em Foco)

Tudo pronto para a III Feira das Profissões da UFC

“A III Feira das Profissões da Universidade Federal do Ceará, evento que acontecerá dias 3, 4 e 5 de agosto, no Campus do Pici, e que ajuda os estudantes do Ensino Médio na escolha de um curso de graduação, já recebeu a inscrição de 458 escolas de todo o Estado, tanto públicas quanto privadas. Até a véspera do evento, outros estabelecimentos de ensino poderão se inscrever e agendar o horário de sua visita através do formulário disponível no site da Pró-Reitoria de Graduação (www.prograd.ufc.br). A Feira funcionará em três horários: das 8 às 12 horas, das 14 às 18 horas e de 18h30min às 20 horas.

Ao mesmo tempo, 3.443 alunos de graduação da UFC já se inscreveram para atuar como voluntários no evento. Eles deverão comparecer ao pátio da Coordenadoria de Concursos (CCV), no Pici, no dia 27 de julho, de 8h às 12h ou de 14h às 18h, para entregar o termo de compromisso de participação (também disponível em www.prograd.ufc.br) e receber a camisa para atuar na Feira. Os participantes receberão dois créditos de atividades complementares em seu histórico escolar.

Organizada pela Pró-Reitoria de Graduação da UFC, a Feira das Profissões se destina aos alunos do Ensino Médio, que terão oportunidade de conhecer detalhes dos cursos de graduação oferecidos pela Institução. Nos estandes montados, universitários tirarão dúvidas dos visitantes, que também poderão adquirir a nova Revista das Profissões, com subsídios para os pré-universitários na escolha do curso superior.

O evento é uma ferramenta que auxilia na escolha do curso de graduação, objetivando evitar a insatisfação do estudante com seu curso e, consequentemente, diminuir os índices de evasão na Universidade. Através do esclarecimento de dúvidas, os estudantes agregarão novos dados que lhes permitirão optar com mais consciência, sem deixar de lado, evidentemente, as aptidões e interesses pessoais, além do aconselhamento que venha a ser dado por familiares, educadores, psicólogos e orientadores.”

(Site da UFC)

Proposta prêve Juizado Especial em causas de família

“Proposta prevê Juizado especial em causas de famíliaPor Marília ScriboniConfilitos de família e em registros públicos, constantes no cotidiano das pessoas, poderão ser discutidos nos Juizados Especiais Cíveis. A proposta está presente no Projeto de Lei 384, de 2011, de autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT), que pretende alterar o artigo 3º da Lei 9.099, de 1995, para autorizar o órgão a atuar nesse tipo de lide. O PL chegou ao Senado Federal na última quarta-feira (13/7) e aguarda designação de relator.

“As causas de família e correlatas compõem considerável parcela dos litígios do país, e, embora não raro encontrem solução no âmbito das centrais de conciliação das varas comuns, sua tramitação não deixa de sofrer os efeitos da burocracia enfrentada pelo processo tradicional”, justifica o senador.

Pela proposta, causas que podem afetar crianças e adolescentes — ou seja, cidadãos menores 18 anos — poderão ser julgadas pelos Juizados Especiais. Nesses casos, competeria ao Ministério Público intervir em causas como paternidade, divórcio consensual e separação judicial consensual.

Taques lembra que a Lei 11.441, de 2007, tentou dar conta do problema, tornando possível a realização de inventário, partilha, separação consensual e divórcio consensual por via administrativa. Apesar disso, lembra, “as causas que envolvam interesse de menor não foram alcançadas por esse diploma legal, pois o legislador, de modo prudente e judicioso, diga-se, considerou que tais ações não podem prescindir da apreciação do juiz e da fiscalização do Ministério Público”.

Para o promotor de Justiça André Melo, autor da sugestão que virou o Projeto de Lei, “a grande revolução de acesso ao Judiciário está na ampliação da competência dos Juizados Especiais” e a proposta “é fundamental para o acesso ao Judiciário e aos direitos”.

(Consultor Jurídico)

Um Delta do Paraníba diferente dos cartões postais

Delta do Parnaíba.

Em fase final de elaboração, o livro “Homens-Caranguejo”, que tem por objetivo divulgar a regão do Delta do Parnaíba (PI) por meio de imagens diferentes daquelas geralmente vistas em cartões postais ou imagens televisivas. O cenário ecológico é o pano de fundo. Do livro, emergem seus habitantes, pescadores, muleiros, atravessadores, velhos e crianças, os costumes e tradições, suas vidas simples e sem horizontes, girando em torno do rio e principalmente a dureza do trabalho dos catadores de caranguejos.

A publicação será resultado do projeto de documentação de quatro fotógrafos: Sérgio  Nóbrega, Chico Gomes, Sérgio Carvalho  e Henrique Cláudio. O livro conta com o registro das tradições, dos costumes , do trabalho e o  dia-a-dia dos habitantes da região do Delta  do Parnaiba em comunhão com o rio que  lhe cerca.

A ordem é sensibilizar a população e os órgãos governamentais e não-governamentais diante da situação vivida pelos habitantes da região e para os riscos da degradação ambiental, assim como  contribuir para a formação de uma sólida  consciência ambiental da população local e do turismo ecológico responsável.

Delta do Parnaíba

O Delta do Parnaiba, por ser uma parte do litoral nordestino de difícil acesso e ainda pouco explorado pelo turismo, conservou suas condições quase primitivas, com praias desertas, uma natureza exuberante em beleza e biodiversidade e povoados que parecem ter parado no tempo.

Pela beleza exuberante de sua natureza, já foi tema de documentários com foco exclusivamente em sua natureza, tornando-se conhecida no Brasil e no exterior.

Com um ensaio, os fotógrafos já ganharam o Prêmio Chico Albuquerque, já fizeram duas exposições: em Brasilia (na Câmara dos Deputados) e em Fortaleza (no Divercidade).

Bolsa Família – começa o pagamento

Nesta segunda-feira, teve início o pagamento do Programa Bolsa Família em todo o País. Os valores estão disponíveis até o próximo dia 29 e serão liberados de maneira escalonada. Em Roraima, devido aos problemas causados pela chuva, ocorrida em junho, os beneficiários podem sacar os valores referentes a julho nos primeiros dias de pagamento, fora da data prevista no escalonamento anual. É a segunda vez este ano que as famílias roraimenses tiveram o cronograma normal de pagamento flexibilizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 

O pagamento é liberado de maneira escalonada em dez grupos, divididos conforme o final do Número de Identificação Social (NIS). Por essa regra, as famílias com final de NIS 1 estão recebendo o benefício nesta segunda-feira. As famílias com final 9 só poderiam sacar no dia 28 de julho. O valor disponível para todos os beneficiários de Roraima no mês é de aproximadamente R$ 5,8 milhões.

O MDS e a Caixa Econômica Federal tomaram medidas para que mesmo o beneficiário que tenha perdido todos os documentos, inclusive o cartão do Bolsa Família, tenha acesso aos recursos. Quem estiver nessa situação deve procurar a prefeitura para obter uma declaração especial de pagamento e assim poder sacar o benefício na Caixa. No caso de beneficiário analfabeto, o documento será identificado pela sua digital.

O benefício varia de R$ 32 a R$ 242, de acordo com o perfil de renda e a quantidade de filhos de até 17 anos. Nos demais estados do País, o pagamento continua obedecendo o calendário regular até o dia 29 de julho. O MDS transfere mais de R$ 1,4 bilhão para quase 13 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros. Os beneficiários sacam os valores nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal com cartão e senha pessoal.

(Com MDS)

Crise no MT – Dilma age rápido de olho na classe média

“Ao mens uma preocupação orientou o governo na crise no Ministério dos Transportes desde seu primeiro dia: a repercussão do escândalo na classe média. A presidente Dilma Rousseff viu dados de pesquisas internas de opinião, analisou o impacto do caso nesse estrato social e, em seguida, concluiu que “a linha (de ação) está boa”.

Interlocutores descreveram a cena, afirmando que a decisão de afastar rapidamente os suspeitos de irregularidade da pasta “pegou bem” entre os entrevistados com melhor remuneração, justamente a base social que Dilma quer pavimentar como ativo político neste mandato. No primeiro dia da crise, a presidente determinou o afastamento de quatro servidores citados em reportagem da revista “Veja” como operadores de um esquema de corrupção no ministério, no Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e na Valec, estatal de ferrovias.

Quatro dias mais tarde, caía o então ministro Alfredo Nascimento. Aliados no Congresso protestaram contra o desligamento “apressado” de apadrinhados políticos, alegando ausência de provas para um rito sumário. Praticamente todos os suspeitos citados pela imprensa deixaram seus cargos em questão de horas.

Perda de pontos

Aós a experiência “pedagógica” na crise que derrubou Antonio Palocci da Casa Civil, o Planalto decidiu agir rápido nos Transportes para não perder mais pontos com a classe média. Com Palocci, Dilma levou três semanas para sacramentar a demissão de seu auxiliar mais poderoso. A demora custou-lhe perda indiscutível de apoio nessa camada específica.

“Ficou muito claro para a população que ela deveria ter sido mais rápida. Acho que a postura atual, de demorar poucas horas, é um reflexo [da crise anterior]”, afirmou Mauro Paulino, diretor do Datafolha. Tanto que a imagem de “indecisa” de Dilma pulou de 15% em março para 34% em junho. Ela também viu crescer sua avaliação negativa entre aqueles com remuneração superior a 10 salários mínimos -de 9%, em março, para 20% em junho.

Nesse mesmo corte, 79% avaliaram que a crise envolvendo a Casa Civil foi prejudicial ao governo. “É muito clara a postura mais crítica da classe média do que na base da pirâmide social”, disse Paulino. Como houve lentidão para definir o destino de Palocci, Dilma decidiu ter pressa com Alfredo Nascimento e alguns de seus comandados.

Nas palavras de um ministro, “Dilma quer mostrar a todos, mas sobretudo à classe média, que não tem contemplação com desvio ético”. No passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era criticado por manter em sua equipe servidores acusados de cometer irregularidades. Como mantra, ele dizia que cabia ao acusador o ônus da prova.” 

(Folha.com)

Funarte anuncia mais de R$ 100 milhões em projetos

“O presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Antonio Grassi, anuncia hoje (18) os programas de fomento às artes em 2011. Serão investidos mais de R$ 100 milhões em projetos nas áreas de teatro, dança, circo, música, artes visuais e integradas. O anúncio será feito às 11h, na Sala Funarte Sidney Miller, na capital fluminense.

Segundo a Funarte, as ações contemplarão projetos de produção, formação de público, pesquisa, residências artísticas e produção crítica sobre arte, entre outros.

Também está previsto o lançamento de prêmios de incentivo à produção teatral e à dança, além dos Microprojetos Mais Cultura Rio São Francisco. O programa será desenvolvido em parceria com o Ministério da Cultura, com investimento total de R$ 16 milhões. Os segmentos contemplados serão: artes visuais, música, artes cênicas, literatura, audiovisual, artesanato, artes e expressões populares, e moda.”

 (Agência Brsil)

Novo presidente da UNE é ligado ao PCdoB

201 4

“Com mais de 75% dos votos, Daniel Iliescu, de 26 anos, foi eleito [ontem] presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) para os próximos dois anos. Ele é ex-presidente da União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro e estuda Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio.

Iliescu encabeçou a chapa ligada à atual diretoria, comandada pela União da Juventude Socialista, vinculada ao PCdoB. Com isso, a UNE continuará politicamente bem próxima do governo federal.

A eleição foi no Ginásio Goiânia Arena, no fim do 52º Congresso da UNE realizado desde quarta-feira, com oito mil estudantes. A chapa Movimento Unificado Para Mudanças no Brasil recebeu 2.369 votos, e a segunda colocada, 581. Das sete chapas inscritas, apenas quatro concorreram. Uma desistiu em protesto contra a atual diretoria, e duas se aliaram ao grupo do PCdoB.

O grupo eleito comanda a UNE há mais de 20 anos. Iliescu promete manter o bom relacionamento com o governo, que teria aberto as portas à UNE nos últimos anos, principalmente no governo Lula.

No local da votação havia faixas e banners de partidos políticos como PT, PCdoB, PMDB, PTB, além de imagens de Che Guevara e Lula. O congresso teve custo de R$ 4 milhões, financiados com verbas da Petrobras e com infraestrutura cedida pelo governo de Goiás e pela Prefeitura de Goiânia.

Segundo Iliescu, ser bancado com verbas do governo não torna o movimento chapa-branca:

– O governo sempre financiou outras entidades e a imprensa nunca criticou. Isso não influencia nossa política de reivindicações, que são contrárias ao que prega o governo.”

(O Globo)