Blog do Eliomar

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MPT/CE inscreve para estágio em Engenharia Civil

O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebe, até o próximo dia 30, inscrições para estágio em Engenharia Civil. É ofertada, inicialmente, uma vaga. Podem se inscrever estudantes da área matriculados em faculdades conveniadas com o MPT e que já tenham concluído pelo menos 40% dos créditos do curso e não sejam concludentes.

A ficha de inscrição encontra-se disponível no site do MPT (www.prt7.mpt.gov.br) e deve ser impressa e preenchida pelo interessado para, depois, ser entregue na sede do MPT em Fortaleza (Av. Padre Antonio Tomás, 2110 – Aldeota), das 8 às 18 horas. O candidato deve apresentar também duas fotografias 3×4 e os seguintes documentos (originais acompanhados de cópias: histórico escolar, carteira de identidade, CPF e documento comprobatório do cumprimento dos créditos mínimos exigidos em edital.

A carga horária do estágio é de 20 horas semanais. O MPT oferece bolsa de estudo mensal no valor de R$ 800 e auxílio-transporte de R$ 7 por dia útil trabalhado. A seleção será feita a partir da análise do currículo dos candidatos, com o auxílio do Serviço Regional de Obras do Exército Brasileiro (SRO-10ª Região). Os três primeiros colocados serão chamados para a fase de entrevista. A seleção tem validade de um ano, prorrogável por igual período.

SERVIÇO

* Leia a íntegra do edital do processo de seleção encontra-se no site www.prt7.mpt.gov.br.

* Outras informações – (0xx85) 3462.3400.

CNI volta a defender redução de gastos públicos no combate à inflação

“A Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltou a defender, em audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, mais ênfase do governo no controle dos gastos públicos, e não no aumento da arrecadação, para baixar os juros e desvalorizar o câmbio. O gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, que participou de debate sobre políticas de combate à inflação, afirmou que as medidas monetárias e fiscais devem ser melhor coordenadas.

“A política fiscal deve assumir o papel primordial da estabilidade econômica de longo prazo”, disse. Para Castelo Branco, a política monetária como principal instrumento de combate à inflação onera a economia como um todo. Explicou que o aumento dos juros tem um ciclo longo até gerar os impactos esperados para desaquecer a economia. “Além disso, afeta diferentemente os segmentos econômicos, pois não tem influência sobre os preços indexados e ainda produz um efeito negativo sobre a tendência dos investimentos produtivos”, acrescentou.

O gerente-executivo de Política Econômica da CNI assinalou que priorizar o corte de gastos públicos tem um impacto mais permanente. “A política fiscal gera maior eficiência na alocação dos recursos na economia e menor pressão sobre as taxas de juros”, observou.

Defendeu também uma atuação mais efetiva na redução da inércia da inflação, diminuindo a indexação nos preços. “A inflação reduzida e estável é condição básica para o crescimento de longo prazo. A inflação elevada prejudica o planejamento das empresas e o ambiente para os investimentos”, sublinhou Castelo Branco.”

(CNI)

INSS confirma: metade do 13ª sai em agosto

O Ministério da Previdência Social confirma: o pagamento da metade do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) será feito em agosto. De acordo com comunicado, os ministros Garibaldi Alves (Previdência) e Guido Mantega (Fazenda) já assinaram o decreto que antecipa o depósito do abono natalino. Com isso, o governo dará prosseguimento ao acordo que vigorou durante o governo Lula.

No final do mês passado, o ministro ponderou que ainda não foi fechado o novo entendimento com representantes sindicais dos aposentados, do qual depende decreto presidencial para garantir a antecipação nos próximos anos.

A proposta principal é que em 2012 a antecipação ocorra em julho e, a partir de 2013, passe a ser em junho. Tal antecipação tem permitido ao governo diluir os resultados negativos do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) dos trabalhadores do setor privado ao longo do ano, o que ajuda as contas primárias do setor público ao fim do ano.

(Com INSS)

Avião cai e mata 16 no Recife

“Um avião de pequeno porte da empresa No Ar caiu por volta das 7 horas desta quarta-feira (13) e pegou fogo em um terreno na Avenida Beira-Mar, no limite entre Jaboatão dos Guararapes e Recife, na Zona Sul da capital pernambucana. Dezesseis pessoas estavam na aeronave e nenhuma foi resgatada com vida.

A aeronave é um bimotor LET-410, fabricado pela empresa tcheca Let Aircraft, e saiu do Aeroporto do Recife às 6h51 com destino à cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, com previsão de escala na capital potiguar, Natal.

Segundo informações de testemunhas que passavam pelo local, o avião estava muito baixo, já tombando, quando caiu do céu, de bico, diretamente no terreno baldio onde esporadicamente são instalados circos, e explodiu na mesma hora. A aeronave está totalmente destruída e as vítimas morreram carbonizadas.”

(Portal Uol)

Rio, São Paulo e Brasília entre as cidades mais caras do mundo

“Três cidades brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília – estão incluídas na lista das mais caras do mundo para expatriados, segundo pesquisa divulgada pela consultoria Mercer.

A capital paulista avançou 11 posições e tornou-se a 10ª de custo de vida mais alto do planeta. O Rio, aparece logo depois, na 12ª posição. Depois de saltar 37 posições, Brasília, a terceira mais cara do Brasil, também entrou no ranking mundial, onde aparece em 33º lugar.

As três cidades mais caras do mundo são Luanda (Angola), Tóquio (Japão) e Jamena (Chade), segundo o levantamento.

A pesquisa envolve 214 cidades em cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada lugar, inclusive moradia, transporte, alimentação, vestuário, utilidades domésticas e entretenimento.

É considerada a mais abrangente pesquisa de custo de vida do mundo, desenvolvida para ajudar empresas multinacionais e governos a definirem os subsídios a funcionários expatriados.”

(Globo)

Posando de confirmado no cargo, diretor-geral do Dnocs prevê mudanças nas diretorias do órgão

O diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes, avisa: virão mudanças em cargos de diretoria do órgão. Mas ele já posa de confirmado no cargo. Na última semana, até recebeu no órgão o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves, por sinal, seu chefe político.

Além da direção geral, existem mais quatro diretorias ocupadas por indicações principalmente do PMDB. A base aliada, diga-se PSB, e o PT querem participação nesses cargos.

Comissão Mista do Orçamento aprova LDO 2012

“A Comissão Mista de Orçamento (CMO) finalizou, nessa noite de terça-feira, a votação dos destaques ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e definiu a votação em sessão conjunta do Congresso para amanhã (13), às 17h. Após aprovar o texto-base do relatório apresentado pelo deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG), deputados e senadores também aprovaram, depois de acordo firmado entre o governo e a oposição, 15 dos 303 destaques apresentados ao texto.

Pela proposta, ficou estabelecido, por exemplo, que a meta de déficit nominal, em 2012, do setor público não poderá ultrapassar o equivalente a 0,87% do Produto Interno Bruto (PIB). A LDO prevê ainda que o Executivo terá que evitar que as despesas correntes subam a um patamar superior ao crescimento dos investimentos.

Para o vice-líder do governo no Congresso, deputado Gilmar Machado (PT-MG), o texto aprovado pela comissão sinaliza a preocupação do governo com o ajuste fiscal. “O governo sinaliza que está preocupado com a crise internacional, que realmente vai continuar. Tendo, na contenção dos gastos, a preocupação de que o país continuará crescendo e investindo fortemente em infraestrutura, na educação e na saúde”, disse Machado à Agência Brasil.

O líder do DEM na CMO, deputado Cláudio Cajado (BA), declarou que o texto agradou também à oposição. “Acabou sendo um relatório que contemplou a todos, o governo e as oposições. Exigimos certos pontos inegociáveis, como a retirada dos 25% de sobrepreço [para as obras da Copa de 2014] e a possibilidade de conceder aditivos nos projetos. Reduzimos os prazos para os gestores responderem às denúncias de obras com indício de irregularidades e avançamos em mostrar para o mundo que o Brasil está preocupado com as suas contas e com o ajuste fiscal”.

O relator da matéria comemorou a aprovação do texto, e disse que feliz por ter “desagradado tanto o governo como a oposição”. “Tivemos que fazer um acordo”, declarou. Márcio Moreira ressaltou o acordo firmado para que as emendas parlamentares sejam priorizadas na execução do Orçamento.

“O compromisso é não contingenciar. Mas pelo menos abre uma porta para atender a prefeitos e vereadores [com a liberação das emendas]”, disse Gilmar Machado ao reforçar que o texto aprovado hoje permite ao Executivo lidar melhor com os chamados restos a pagar. “Os restos a pagar do ano que vem não poderão ser maior do que o deste ano. Com isso, estamos implementando uma política de limitar, até 2014, os restos a pagar para que tenhamos uma execução melhor do Orçamento”, ressaltou.

“Vamos garantir que, no superávit, o PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] terá prioridade e as emendas terão um tratamento diferenciado. Elas não estão no mesmo patamar do PAC, mas os paramentares terão as suas emendas asseguradas. Mas a prioridade do governo hoje são os investimentos no PAC”, completou.

Outro ponto positivo, segundo Machado, foi a inclusão de dispositivo que assegura recursos para o pagamento da extinta Lei Kandir. “Nesse texto está assegurado que os estados receberão parte da compensação que eles estão dando para as exportações. Na Lei Orçamentária terão de vir exatamente os recursos para apoiar os estados exportadores”, disse.”

(Agência Brasil)

Copa 2014 – Procurador da República alerta sobre desapropriações

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Com o título “Fortaleza e os grandes eventos”, eis artigo que Alessander Sales, procurador da República no Ceará, assinou no O POVO desta terça-feira. Ele chama a atenção para desapropriações que terão ser feitas por causa das obras da Copa 2014. Mas promete um Ministério Público Federal bem atento. Confira:

A Constituição brasileira enuncia como direito fundamental de todos uma moradia adequada, garantindo não só casa em si, mas também os meios que possibilitem a vida com segurança, disponibilidade de serviços e infraestrutura, custo acessível e adequação cultural dos padrões habitacionais.

Esses direitos sofrem, no Brasil, um déficit considerável de concretização, situação que se agrava pela iminência da realização de megaeventos esportivos, cujo principal vetor é a remoção forçada de populações para criação de espaços com o fim de promover uma nova imagem internacional da cidade-sede, suprimindo, artificialmente, a pobreza e o subdesenvolvimento.
Vários exemplos, em diversas partes do mundo, demonstram como tudo isto é feito. Sob a falsa e maciça propaganda oficial de promoção e distribuição da riqueza gerada pelo evento, as obras passam a ser planejadas visando exclusivamente atender as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e, a partir disso, promovem-se deslocamentos em massa, desocupações forçadas, demolições de casas e remoções de favelas para, logo em seguida, as áreas afetadas tornarem-se nobres, com a elevação dos preços dos imóveis, obrigando a comunidade de baixa renda do entorno a deixá-las para a ocupação das classes média e alta.
A população pobre é empurrada para áreas periféricas, onde inexiste qualquer atuação do poder público, o que agrava seu empobrecimento pela diminuição das oportunidades de emprego, educação e saúde. Tais ações já se instalam em nossa cidade, sem que se note qualquer interesse do poder público em revertê-las. Parece até que a intenção é minimizar – aproveitando o evento, em curto prazo e com o olhar voltado para as próximas eleições -, o caos urbano em que vivemos, resultado de anos de omissão administrativa.
Importante esclarecer que a legislação internacional, subscrita pelo Brasil, considera ilícita a promoção de desocupações forçadas sem a disponibilidade de alternativas para moradias, bem como a falta de transparência destes procedimentos. Ademais, considerando as profundas desigualdades sociais presentes em nossa cidade, os investimentos públicos aportados para intervenções relacionadas com este tipo de evento deveriam ter seu repasse condicionado à prévia identificação das regiões destinadas para reassentamentos, prioritariamente em áreas não aproveitadas e próximas as comunidades impactadas.
O Ministério Público Federal, atento a todos estes fatos, tenta, por enquanto, intermediar soluções para a evitar ilegalidades. Não sendo isto possível, cobrará a responsabilidade pessoal do gestor pelos ilícitos praticados, pouco importando se tais providências trarão, ou não, impactos negativos para o evento, pois, ao contrário do que muitos pensam e apregoam, não passa necessariamente pela realização deste evento a solução de nossas mazelas urbanas, econômicas e sociais.

Alessander Sales – Procurador da República no Ceará
A Constituição brasileira enuncia como direito fundamental de todos uma moradia adequada, garantindo não só casa em si, mas também os meios que possibilitem a vida com segurança, disponibilidade de serviços e infraestrutura, custo acessível e adequação cultural dos padrões habitacionais.
Esses direitos sofrem, no Brasil, um déficit considerável de concretização, situação que se agrava pela iminência da realização de megaeventos esportivos, cujo principal vetor é a remoção forçada de populações para criação de espaços com o fim de promover uma nova imagem internacional da cidade-sede, suprimindo, artificialmente, a pobreza e o subdesenvolvimento.
Vários exemplos, em diversas partes do mundo, demonstram como tudo isto é feito. Sob a falsa e maciça propaganda oficial de promoção e distribuição da riqueza gerada pelo evento, as obras passam a ser planejadas visando exclusivamente atender as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e, a partir disso, promovem-se deslocamentos em massa, desocupações forçadas, demolições de casas e remoções de favelas para, logo em seguida, as áreas afetadas tornarem-se nobres, com a elevação dos preços dos imóveis, obrigando a comunidade de baixa renda do entorno a deixá-las para a ocupação das classes média e alta.
A população pobre é empurrada para áreas periféricas, onde inexiste qualquer atuação do poder público, o que agrava seu empobrecimento pela diminuição das oportunidades de emprego, educação e saúde. Tais ações já se instalam em nossa cidade, sem que se note qualquer interesse do poder público em revertê-las. Parece até que a intenção é minimizar – aproveitando o evento, em curto prazo e com o olhar voltado para as próximas eleições -, o caos urbano em que vivemos, resultado de anos de omissão administrativa.
Importante esclarecer que a legislação internacional, subscrita pelo Brasil, considera ilícita a promoção de desocupações forçadas sem a disponibilidade de alternativas para moradias, bem como a falta de transparência destes procedimentos. Ademais, considerando as profundas desigualdades sociais presentes em nossa cidade, os investimentos públicos aportados para intervenções relacionadas com este tipo de evento deveriam ter seu repasse condicionado à prévia identificação das regiões destinadas para reassentamentos, prioritariamente em áreas não aproveitadas e próximas as comunidades impactadas.
O Ministério Público Federal, atento a todos estes fatos, tenta, por enquanto, intermediar soluções para a evitar ilegalidades. Não sendo isto possível, cobrará a responsabilidade pessoal do gestor pelos ilícitos praticados, pouco importando se tais providências trarão, ou não, impactos negativos para o evento, pois, ao contrário do que muitos pensam e apregoam, não passa necessariamente pela realização deste evento a solução de nossas mazelas urbanas, econômicas e sociais.

Subcomissão da Reforma Administrativa entrega relatório à CCJ do Senado

Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES) entregaram nesta terça-feira, ao presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Eunício Oliveira (PMDB-CE), o relatório final da subcomissão da reforma administrativa.

O texto foi aprovado na semana passada, e passará pela CCJ antes de ser votado no plenário da Casa. Na sessão em que foi analisado, o relator Ricardo Ferraço (PMDB-ES) teve que flexibilizar o texto para conseguir a sua aprovação. Ferraço recuou ao permitir que 314 servidores com funções de chefias de serviço mantenham gratificações de R$ 2.900 sobre os seus salários. Na proposta inicial do relator, o valor deveria ser de R$ 1.700.

Pressionado pela maioria dos membros da comissão, que ameaçaram não aprovar o relatório sem a mudança, o senador alterou o texto para que fosse aprovado por unanimidade. A mudança traz impactos da ordem de R$ 4 milhões por ano à Casa – o que reduz a economia inicial estimada para a reforma, de R$ 120 milhões anuais.

O projeto, discutido por quatro meses, foi baseado em um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas). Além dos interesses econômicos, o relatório final contemplou também o organograma do Senado. Na versão entregue nesta segunda-feira, as 38 secretarias da Casa seriam fundidas em apenas seis, o que poderia evitar a superposição de funções.

O texto sugere ainda a criação do Conselho de Administração, composto por 12 senadores, e determina que o diretor-geral do Senado só possa assumir o cargo após uma sabatina na CCJ e aprovação de seu nome no plenário.”

(Folha.com)

Internautas poderão participar de debate sobre crimes na área de informática

“O portal e-democracia, da Câmara dos Deputados, será utilizado pela primeira vez numa audiência pública realizada pela Casa. A iniciativa é da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, presidida pelo deputado Bruno Araújo (PSDB) que disponibilizará o portal na reunião conjunta com as comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e de Direitos Humanos e Minorias.
Na reunião, as comissões vão discutir o PL 84/1999, que trata de crimes cometidos na área de informática e estabelece penalidades. A audiência acontecerá amanhã (13), às 9 horas, e a votação do projeto na CCTCI está prevista para o dia 10 de agosto, em caráter conclusivo.
O e-democracia possibilitará qualquer pessoa, em qualquer lugar possa participar da discussão sobre crimes na Internet com perguntas, sugestões ou até participando de comunidade existente no portal para discutir o assunto. Os membros da Comissão poderão acessar essas sugestões, perguntas e críticas.
A audiência pública contará com a participação de 16 convidados, entre eles Marcos Vinícius Ferreira Mazoni, diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e Carlos Eduardo Miguel Sobral, chefe da unidade de repressão a crimes cibernéticos da Polícia Federal.”

(Com Agência Câmara)

Copa 2014 – Comissão Mista do Orçamento cria grupo para fiscalizar obras

“A Comissão Mista de Orçamento acaba de aprovar o requerimento do PR que cria um grupo de trabalho para fiscalizar as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. O requerimento só foi aprovado após uma hora de discussão, com o uso de manobras regimentais pelo PSDB para tentar evitar a votação.
O clima chegou a esquentar e houve bate-boca entre os deputados Wellington Roberto (PR-PB), autor do requerimento, e Domingos Sávio (PSDB-MG). Os tucanos alegam que o grupo de trabalho “usurpa” as funções do comitê de análise da execução orçamentária, que já existe no âmbito da comissão e é coordenado por um deputado do PSDB – Vaz de Lima (SP).
Em defesa da proposta, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) lembrou que o Senado criou recentemente duas subcomissões para também fiscalizar as obras dos eventos esportivos. “Esse é o tipo de caso que quanto mais, melhor”, disse o senador. Desde maio, o requerimento provocava tensão entre o PSDB e o PR.”
(Agência Câmara)

Falta do que fazer em Brasília é…

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, encomendou um bolo para comemorar a aliança entre  PT e PMDB. Na última reunião da base aliada no primeiro semestre, realizada nesta terça (12), Alves levou um bolo que trazia no topo  os bonecos da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer.
Abaixo, como vemos, a frase ‘Amor à 15ª vista’, e as siglas do dois partidos.
A ministra das Relações Institucionais,Ideli Salvatti, participou do encontro.
(Portal G1/Foto – Gustavo Miranda/Agência O Globo)

INSS vai pagar revisão do teto para mais de 131 mil segurados

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“O ministro Garibaldi Alves (Previdência Social) anunciou nesta terça-feira que o governo vai pagar a revisão do teto do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) a partir de setembro.

A decisão vai beneficiar 131.161 segurados que começaram a receber o benefício –como aposentadoria e pensão por morte– entre 5 de abril de 1991 e 1º de janeiro de 2004.

De acordo com o Ministério da Previdência, serão reajustados 117.135 benefícios ativos. Cálculos da AGU (Advocacia-Geral da União) apontam que o aumento médio no benefício desses segurados será de R$ 184,86.

A diferença será incluída já na folha de agosto, que vai ser paga nos cinco primeiros dias úteis de setembro. Segundo o INSS, o impacto mensal será de R$ 28 milhões.”

(Folha.com)

CGU vai apurar denúncia de enriquecimento ilícito de ex-assessor de Nascimento

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“A Controladoria-Geral da União (CGU), por meio de sua Corregedoria-Geral, constituiu hoje (12), comissão para fazer uma Sindicância Patrimonial visando a apurar as denúncias de enriquecimento ilícito que vêm sendo veiculadas na imprensa, envolvendo Mauro Barbosa, ex-chefe de gabinete do ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.
A portaria deverá ser publicada na edição de amanhã do Diário Oficial da União e a comissão tem 30 dias de prazo para concluir os trabalhos. Barbosa é analista de finanças e controle da própria CGU, mas está afastado do órgão há mais de sete anos, durante os quais exerceu várias funções, inicialmente na Câmara dos Deputados e posteriormente no DNIT e Ministério dos Transportes.
No último dia 6 Mauro Barbosa havia encaminhado carta à CGU, colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos, informações e apresentar documentos necessários ao esclarecimento dos fatos.”

(Com Agências)

União gastou R$ 129,4 milhões com água e esgoto

“Já pensou em gastar R$ 21,5 milhões com conta de água e esgoto ao mês? Esse foi o valor médio pago pela União (Executivo, Legislativo, Judiciário) com este tipo de serviço no primeiro semestre do ano. Ao todo, R$ 129,4 milhões foram gastos. Desde 2007, mais de R$ 15,3 bilhões (valores atualizados pelo IGP-DI da FGV) foram desembolsados para arcar com as contas de água e esgoto dos órgãos ligados aos Três poderes.

Segundo dados dos censos demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 10 anos, mais de 12,6 milhões de domicílios foram ligados a rede geral de distribuição de água. Em 2010, eram 47,5 milhões, ou cerca de 83% das residências de todo o país. Em relação ao esgoto, 55,5% das casas brasileiras fazem parte da rede pública de captação.

Alguns dos clientes especiais das empresas fornecedoras destes serviços estão situados na Esplanada dos Ministérios e nas repartições públicas espalhadas pelo país. Na administração federal, o dono da maior conta de água e esgoto é o Ministério da Defesa (MD). Até o dia 30 de junho, o ministério que comporta os comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, gastou R$ 40,8 milhões com o item. Em segundo lugar no ranking de consumo aparece o Ministério da Educação, que já pagou R$ 27,1 milhões. A soma das duas pastas chega a 52,4% do total.

Para se ter uma ideia da quantidade aproximada de água consumida pelos órgãos federais, o Contas Abertas utilizou como base as tarifas cobradas pela Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). O metro cúbico de água custa R$ 7,86 para grandes consumidores brasilienses. Já a tarifa de esgoto varia de 60% a 100% do que é cobrado pela água, dependendo do tipo de ligação feita. Considerando que boa parte das repartições está localizada em prédios comerciais, foi adotado o índice de 75% do valor da água.

Com o gasto de R$ 129,4 milhões e nas condições descritas acima, seriam cerca de 5,4 milhões de m³ de água, que correspondem a 5,4 bilhões de litros gastos no primeiro semestre.

De acordo com as Nações Unidas (ONU), cada pessoa necessita de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene. Com o gasto diário de 29,8 milhões (181 dias do primeiro semestre), o volume corresponderia a 271 mil pessoas atendidas. Haja água.”

(Site Contas Abertas)

Em resposta a FHC, José Diceu diz que oposição está sem projetos

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“As críticas feitas pela oposição aos governos petistas são reflexos da falta de um projeto alternativo de gestão, afirmou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que assina artigo na edição deste mês da Revista Interesse Nacional.

Nome forte do governo Lula, o ex-ministro creditou ao PT a parternidade do Bolsa Família e os investimentos na área social. O texto é uma resposta ao artigo ”O Papel da Oposição‘’, escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na edição de abril da revista.

Em seu texto, o ex-presidente definiu como “cinismo” o discurso petista, que, na ocasião, anunciou projetos de concessão de aeroportos, prática abertamente criticada pelo PT anos antes. Com menções ao Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e ao pré-sal, Dirceu afirma que os recentes governos foram responsáveis pela retomada de investimentos no setor. “A bem da verdade, o ex-presidente parece cobrar por suas próprias (in)ações”, considerou.

Sobre a relação do governo com os partidos aliados, o ex-ministro defendeu as alianças e qualificou as tensões existentes como práticas necessárias ao exercício da democracia. Dirceu elogiou a “coragem” de FHC por reconhecer as fragilidades do PSDB, ao escrever sobre a falta de estratégia política e a necessidade de definir um publico-alvo.”

(Com Folha.com)

O ministro e as contas poéticas

O ministro Ubiratan Aguiar, do Tribunal de Contas da União, lançará às 20 horas desta terça-feira, na Oboé Cultural, mais um livro: “Tropel do tempo”. São poesias de quem não perdeu a sensibilidade, apesar da vida corrida em meio a processos, contas e mudanças políticas.

Ubiratan Aguiar, que se aposenta em agosto do TCU,  terá sua obra apresentada pelo escritor Dimas Macedo e pelo dono da casa (Oboé Cultural), Newton Feitas.