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Inflação do aluguel avança e atinge 0,67% na segunda prévia de agosto

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado para reajustar aluguéis, avançou 0,14 ponto percentual na segunda prévia de agosto e fechou em 0,67%. Em julho, houve alta de 0,53%. A prévia foi divulgada hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). O indicador foi fortemente impactado pela alta dos preços ao produtor, uma vez que os preços ao consumidor e na construção civil fecharam em queda.

Os números divulgados pela FGV indicam que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem peso de 60% na composição do IGP-M, encerraram a segunda prévia com alta de 0,95%, resultado 0,43 ponto percentual superior ao 0,52% do segundo decêndio (espaço de dez dias) de julho.

O comportamento dos preços do grupo Matérias-Primas Brutas foi determinante para a alta ao passar de uma deflação (inflação negativa) de 1,10% em julho para 2,0% em agosto – alta de 0,90 ponto percentual.

Preços ao consumidor caem

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30%, variou 0,05% no segundo decêndio de agosto, depois de ter fechado em 0,39%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação.

A principal contribuição para a desaceleração de preços partiu do grupo Habitação, que caiu de 1,22% para 0,54%. Nesta classe de despesa, o item tarifa de eletricidade residencial passou de 5,58% para 1,51%.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,36% no segundo decêndio de agosto. No mês anterior, havia subido 0,90%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve variação de 0,79%, abaixo do resultado de julho: 0,96%.

(Agência Brasil)

Eleições 2018 – EBC abre série de entrevistas com candidatos a presidente. João Amoêdo é o primeiro

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) começa nesta sexta-feira (17) a série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República. O objetivo é debater as propostas de governo dos candidatos. As entrevistas irão ao ar até o dia 12 de setembro, de segunda a sexta-feira, a partir das 17h30min, sempre ao vivo.

O candidato do Novo, João Amoêdo, abre hoje a série de entrevistas. Como o sorteio, para a ordem das entrevistas, foi feito antes do período das convenções, não haverá entrevistas nos dias reservados aos pré-candidatos não confirmados por seus partidos.

As entrevistas serão transmitidas ao vivo pela TV Brasil, Rádio Nacional, Agência Brasil e pela Rede de Emissoras Públicas de todo o país. O conteúdo ficará disponível nos canais da EBC para retransmissão.

A articulação da série foi feita pela Diretoria de Jornalismo da EBC com as assessorias dos partidos que lançaram pré-candidatos a presidente. Assessores das legendas participaram de uma reunião, no último dia 9 de julho, para acertar as regras das entrevistas e a ordem de participação dos candidatos.

Ficou decidido que a sabatina será sempre na sede da EBC, em Brasília, com a participação de profissionais da Agência Brasil, TV Brasil e Rádio Nacional. O programa terá como âncora a jornalista Roseann Kennedy e será dividido em três blocos de 15 minutos cada um.

A assessoria do candidato Henrique Meirelles (MDB) fez contato com a Diretoria de Jornalismo da EBC para informar sobre um problema de agenda no dia 16 de agosto, data que havia sido sorteada para a entrevista.

A sabatina foi remarcada para 24 de agosto, data inicialmente prevista para o pré-candidato do Solidariedade, Aldo Rebelo. O partido, no entanto, acabou decidindo não lançar candidato.

A mudança garante o objetivo da série de entrevistas, que é levar à população as propostas e ideias de todos os candidatos, ao vivo, enriquecendo o debate dos grandes temas nacionais.

O candidato Cabo Daciolo (Patri) foi convidado, mas declinou o convite.

Apesar de terem enviado representantes à reunião na EBC, os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) ainda não confirmaram a presença.

Confira o calendário das entrevistas:
17/08: João Amoêdo (Novo)

23/08: Marina Silva (Rede)

24/08: Henrique Meirelles (MDB)

28/08: Guilherme Boulos (PSOL)

29/08: Candidato do PT

3/09: Jair Bolsonaro (PSL)

4/09: João Vicente Goulart (PPL)

5/09: Alvaro Dias (Pode)

6/09: Geraldo Alckmin (PSDB)

10/09: José Maria Eymael (DC)

11/09: Ciro Gomes (PDT)

12/09: Vera Lúcia (PSTU)

Jair Bolsonaro vai fazer campanha em região que é berço do MST

O candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, pretende reforçar sua inserção em um nicho poderoso e que já simpatiza com ele: o do agronegócio. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta sexta-feira.

Em São Paulo, Jair confirmou presença na Festa do Peão de Barretos, dia 25, e programa agenda no Oeste do Estado.

“A região do Paranapanema é emblemática porque é onde nasceu o MST, onde começaram as invasões. O povo quer que ele vá”, diz Major Olímpio, aliado do presidenciável que organiza o ato.

(Foto – Reprodução de TV)

Eleições 2018 – Propaganda paga na internet terá que ser identificada

Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

Sendo essa uma obrigação da legislação eleitoral, candidatos e partidos não podem impulsionar conteúdos ou pagar resultados de busca sem essas identificações. Os que agirem desta maneira estão sujeitos à fiscalização. As denúncias podem ser feitas por eleitores (por meio do aplicativo Pardal), por candidatos ou pelo Ministério Público Eleitoral. Os questionamentos são analisados pela Justiça Eleitoral e podem se transformar em sanções diversas.

Concorrentes e legendas também não podem veicular publicidade em outros canais na internet, como banners em sites. Mas podem enviar mensagens por correio eletrônico e divulgar mensagens em seus sites.

Facebook

O Facebook abriu processo de cadastramento para veicular publicidade eleitoral paga. A inscrição pode ser feita por meio de um formulário específico disponibilizado no site da rede social. Esses anúncios serão identificados nas linhas do tempo dos usuários da plataforma como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da legenda.

Consultado pela Agência Brasil, o Facebook não informou quantos candidatos e legendas já se cadastraram até o presente momento. Na plataforma, além da fiscalização da Justiça Eleitoral, os candidatos também ficam sujeitos às regras internas, denominadas “Padrões da Comunidade” (Community Standards). Esses princípios definem os limites do que pode ser publicado, proibindo, por exemplo, mensagens com discurso de ódio e conteúdos não autênticos. A empresa já afirmou em diversas ocasiões que não fiscalizará as chamadas “notícias falsas”.

O eleitor que receber uma mensagem desta poderá verificar o motivo em uma ferramenta, denominada “Por que estou vendo este anúncio”. A plataforma vai disponibilizar também um recurso chamado de “biblioteca de anúncios”. Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados a política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.

Este mecanismo tem por objetivo dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, o que permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.

Google

O Google informou à Agência Brasil que vai disponibilizar as plataformas de publicidade a candidatos e partidos “de acordo com as regras previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral”. Os conteúdos impulsionados voltados à campanha deverão ser identificados como “anúncio eleitoral” pelos responsáveis e conter CPF ou CNPJ, a depender se o patrocinador for um candidato ou partido.

Ainda de acordo com a assessoria, as plataformas identificam qualquer forma de anúncio, diferenciando o resultado de busca pago dos resultados “orgânicos”. A exemplo do Facebook, caso um usuário queira saber por que está visualizando aquela publicação paga, pode clicar em um ícone “I” e, em seguida, na opção “Por que esse anúncio”. O usuário pode também bloquear os anúncios daquela fonte se não quiser mais receber propaganda eleitoral daquele candidato.

Outra opção ao usuário é a denúncia de uma propaganda deste tipo. Basta clicar no ícone “x” e depois na opção “Denunciar este anúncio”. Na ferramenta, a pessoa pode justificar porque está questionando aquela mensagem. Segundo a assessoria da empresa, a legislação eleitoral não prevê fiscalização prévia dos assuntos, mas os candidatos e legendas estão sujeitos às políticas internas e podem ser alvo de punições como bloqueio da propaganda ou da conta.

Twitter

O Twitter anunciou que não veicularia anúncios por não ter como se adequar às exigências do TSE.

Donald Trump e a liberdade de imprensa

Com o título “Trump e liberdade de imprensa”, eis o Editorial do O POVO:

A opinião pública internacional foi surpreendida com a notícia de que a liberdade de imprensa estaria enfrentando dificuldades nos Estados Unidos. Ontem, mais de 300 jornais estadunidenses dedicaram seus editoriais ao problema, num movimento articulado de protesto contra as declarações do presidente Donald Trump, em seu Twitter, que classificara a mídia de perfil crítico a seu governo como “inimiga do povo norte-americano”.

Não é a primeira vez que o dirigente americano expressa tais conceitos, mas, é inusitado que o país considerado a pátria por excelência das liberdades democráticas e cuja primeira emenda à Constituição traz uma garantia explícita de irremovibilidade e de irreformabilidade da liberdade de imprensa e de expressão se veja na contingência de denunciar ameaças a esse respeito, como qualquer republiqueta autoritária. Pior: uma ameaça partindo do próprio chefe da Nação.

A resposta dos jornais foi a criação de uma frente comum para desarmar a hostil retórica de Trump, liderada pelo histórico diário “The Boston Globe”. Nela se juntaram outros veículos, como “The New York Times”, “The Washington Post”, “The Houston Chronicle”, “Minneapolis Star Tribune”, “Miami Herald” e “Denver Post”, dentre outros, até alcançar três centenas deles. A indignação dos jornais é tanto pelo fato de serem agredidos pela acusação de fake news, por fazerem um jornalismo crítico à administração federal (o que teria irritado o presidente), como pelo clima de hostilidade criado contra jornalistas.

Isso não isenta eventuais irresponsabilidades de algum veículo ou profissional. A democracia, no entanto, tem meios para corrigi-los. É o que explicou o editorial do Dallas Morning News: “Se o presidente vir uma informação errônea, tem o direito e o dever de denunciá-la e mostrar os dados. Não vamos fingir que todas as histórias que apareceram em todos os meios que cobrem o presidente foram impecáveis. Mas tampouco vamos fingir que não está em jogo aqui uma questão mais ampla, que afeta a liberdade da imprensa de questionar as coisas e que afeta os próprios fundamentos da nossa República”

Várias organizações internacionais, como a ONU e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos(CIDH) alertaram para o perigo que tais críticas representam para o trabalho de jornalistas, não só locais, mas de todo mundo. Na verdade, a democracia exige que todos seus agentes tenham a compreensão de que a diferença de pontos de vista faz parte de sua essência, mas as contradições não podem sacrificar ou desacreditar os instrumentos institucionais que as regem para não se transformar em um trágico haraquiri.

(Foto – Rede ABC)

Se eleito, Haddad diz que dará perdão judicial a Lula

Fernando Haddad, candidato a presidente da República pelo PT no caso de Lula for barrado pela Justiça Eleitoral, já tem uma estratégia para reforçar a transferência de votos do ex-presidente para seu nome durante a campanha: será a bandeira “Lula Livre”. A informação é da Veja.

Ao assumir a candidatura, o ex-prefeito dirá que, se eleito, dará perdão judicial a Lula. O programa de TV será direto: “Quer Lula livre? Vote Haddad”.

(Foto – Reprodução Folhapress)

Guilherme Boulos marca data de nova visita a Fortaleza

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta sexta-feira:

O candidato a presidente da República pelo PSOL, Guilherme Boulos, acertou ontem com o postulante ao Governo do Ceará, Aílton Lopes, visita a Fortaleza em ritmo de campanha.

Será no dia 22 de setembro, quando ele percorrerá, numa bicicleta, pontos da cidade com Aílton. Ainda manterá reunião com militantes e entidades dos movimentos sociais e, de quebra, dará entrevistas. Boulos tem entre suas propostas o investimento em mobilidade urbana, sem que isso implique povoar as cidades com viadutos.

Em seus discursos, ele enfatiza a luta por moradia digna, transporte coletivo e saúde que precisam ser entendidos como direitos e não como mercadorias. Ele defende a tese de que o interesse social precisa prevalecer sobre o privado.

(Foto – Reprodução de TV)

Grupo Pague Menos fecha segundo trimestre do ano com lucro de R$ 4,7 milhões

A rede de farmácias Pague Menos fechou o segundo trimestre deste ano com 37 novas lojas, totalizando 1.141 unidades em operação. O número da única empresa do varejo farmacêutico presente em todos os Estados brasileiros, representa um crescimento de 14,9%, em relação a igual período do ano passado. O grupo também encerrou o trimestre com 70 lojas em construção.

A receita bruta da Pague Menos aumentou 4,7% na comparação com o segundo trimestre de 2017, chegando a R$ 1,6 bilhão. O lucro líquido atingiu R$ 4,7 milhões.

(Foto – Divulgação)

Camilo tem a menor rejeição, segundo pesquisa Ibope

Além de liderar a disputa pela reeleição, o governador Camilo Santana (PT) também é o menos rejeitado entre os seis postulantes ao Palácio da Abolição. O petista tem índice de 17%. Encabeçam a lista dos mais rejeitados os nomes do Psol, Ailton Lopes, e do PSDB, General Theophilo, ambos com 30%.

Na sequência vem Francisco Gonzaga (PSTU), com 29%, e Dr. Hélio, com 24%. Apoiado pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), Hélio aparece em empate com Mikaelton Carantino, do PCO.

Quatro anos atrás, quando concorreu ao Governo do Estado pela primeira vez, Camilo Santana era o mais rejeitado na primeira rodada da pesquisa Ibope, divulgada em 22 de julho de 2014.

Com taxa de 24%, o ex-secretário estadual e deputado estava à frente de Ailton, recusado por 23% dos eleitores, e Eliane Novais (PSB), com 22%.

Então candidato ao Governo e adversário de Camilo, o senador Eunício Oliveira (MDB) tinha 14% de rejeição naquele ano. Nessa primeira sondagem, o emedebista liderava a pesquisa estimulada, com 44% das intenções de voto Camilo tinha 14%.

Aliados, o atual governador e Eunício concorrem em coligações separadas. Nessa quinta-feira, primeiro dia de campanha, visitaram o Becco do Cotovelo, em Sobral, e depois seguiram para a região do Cariri. Hoje, os ex-adversários fazem caminhada em Lavras da Mangabeira, terra natal de Eunício.

(O POVO)

DNIT do Ceará sob nova direção

 

A engenheira civil Liris Silveira Campelo assumirá, às 9 horas desta sexta-feira, como titular da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes no Ceará. Ela entra no lugar do ex-deputado estadual Francisco Caminha que se afastou por motivos particulares.

Liris, funcionária de carreira do DNIT, tomará posse durante ato no auditório da Polícia Rodovia Federal. Ela é a primeira mulher a assumir o órgão no ceará e a terceira no País.

(Foto – Divulgação)

Bela Gil dá palestra e lança livro em Fortaleza

Bela Gil, apresentadora do programa “Bela Cozinha”, na GNT, é atração confirmada para o Festival Costume Saudável 2018, que vai acontecer no sábado, dia 25 próximo, no Shopping RioMar Papicu. Ela dará palestra às 18h30min no palco principal sobre o tema “Mudando o mundo pela alimentação”.

Logo após a apresentação, Bela lançará seu livro “Bela Maternidade, meu jeito simples e natural de ser mãe”, que estará disponível para venda no evento. Desde de 2006, Bela vem se especializando em alimentação e nutrição holística.

Festival

O Festival Costume Saudável reúne mais de 200 atividades entre palestras, oficinas, apresentações culturais, aulões, food park, feira de microempreendedores e apresentação de novidades da indústria e comércio para os segmentos saudável e sustentável. O evento acontece nos dias 24, 25 e 26 de agosto, no estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza, das 16 às 22 horas. A expectativa é 50 mil pessoas passem pelo Festival.

SERVIÇO

*Ingressos

Valor: R$ 30,00 (três dias de evento) e R$ 20,00 (um dia), pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

Programação completa em www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar (IPOM).

Na disputa pelo Governo de Alagoas, Collor lidera a rejeição

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Renan Filho e Fernando Collor protagonizam uma disputa particular pelo governo de Alagoas. É o que mostra um levantamento do Ibrape, registrado sob número AL-08617/2018 – BR-08118/2018 e divulgado pela Veja Online.

O primeiro levantamento eleitoral considerando o ex-presidente na disputa o coloca em segundo, com 21% das intenções de voto. Não é animadora, entretanto, sua aceitação: 48% do eleitorado não votaria nele de jeito nenhum.

Atual governador, Renan Filho lidera a disputa, com 44%. Mesmo assim, ele é rejeitado por cerca de 25%.

O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

(Foto – Veja)

O pleito que se aproxima

Com o título “O pleito que se aproxima”, eis artigo de Emanuel Freitas da Silva, professor assistente de Teoria Política e coordenador do Curso de Ciências Sociais Facedi/Uece e pesquisador do Nerpo (Núcleo de Estudos em Religião e Política) – UFC. Ele aborda surpresas deste pleito e a apatia do eleitorado. Confira:

Enfim, o “tempo da política” chegou. Após as convenções partidárias que sacralizaram as escolhas dos candidatos a disputarem os cargos eletivos, passa-se aos registros das candidaturas nos tribunais competentes e inicia-se a jornada em busca dos votos. Na disputa presidencial, que promete grandes emoções, a largada foi dada pelo primeiro debate televisivo entre os candidatos.

Ao que tudo indica, será uma eleição marcada pelo protagonismo do Poder Judiciário (esse mesmo que condenou e encarcerou Lula, o franco favorito nas pesquisas, e que, ao que tudo indica, o alijará do pleito), das novas redes sociais (palco por excelência daqueles “nanicos” que não terão tempo de rádio e tv considerável para apresentarem-se ao eleitor e, também, espaço primoroso para a desconstrução dos adversários por meio das fake news) e, sobretudo, um pleito direcionado para o “bolso” do eleitor, uma vez que a situação econômica do país, em especial do “andar de baixo”, encontra-se estagnada e com números cada vez mais crescentes de endividamento.

Assim sendo, teremos mais uma vez a famigerada “apatia do eleitorado”, tão ao gostos dos analistas? Lembremos que, a poucos meses, tivemos uma paralisação de caminhoneiros que atingiu a todos, sem exceção. Como as questões ali postas serão tratadas durante o pleito? Inscreveram-se, elas, na memória do eleitor?

E quanto ao desenho da disputa no Ceará? Um governador tenta a reeleição com o apoio de seu padrinho político, com uma ampla coalizão de 24 partidos mas, ao que tudo indica, não conseguiu uní-la em torno dos dois candidatos ao Senado que contam com seu apoio, além de ter de dividir-se entre duas candidaturas presidenciais. O principal grupo que lhe faz oposição, comando por um líder que prometera “cuidar dos netos” após a derrota de 2010, preferiu “comandar de perto” (ou imaginar-se “comandando”) os passos da oposição e apostar as fichas numa chapa cujo candidato surfa na onda da necessidade de “mais força” para as resoluções dos problemas, em especial o da segurança pública.

Para o Parlamento, milionários, militares, religiosos e ex-deputados que almejam voltar à ALCE foram os primeiros a registrar suas candidaturas. Renovação, talvez, só do sentimento de que “é mais do mesmo”. Será?

*Emanuel Freitas da Silva

emanuel.freitas@uece.br

Professor Assistente de Teoria Política

Coordenador do Curso de Ciências Sociais Facedi/Uece e pesquisador do Nerpo (Núcleo de Estudos em Religião e Política) – UFC.

Preço da gasolina terá alta amanhã de 0,5% nas refinarias

O litro da gasolina nas refinarias passará a custar R$ 1,9810 a partir desta sexta-feira (17), um aumento de 0,5% em relação ao preço de R$ 1,9711 cobrado hoje. O reajuste consta da página da Petrobras na internet e indica que o preço do óleo diesel, congelado até o 1º de dezembro, como parte do acordo que levou ao término da greve dos caminhoneiros, continuará em R$ 2,0316, embutindo a subvenção concedida pelo governo quando das negociações com os grevistas.

Este é o quarto aumento consecutivo concedido pela estatal para o preço médio da gasolina nas refinarias, antes, portanto, da incidência de impostos e das margens de comercialização dos revendedores. No último dia 10, o preço do litro da gasolina nas refinarias estava em R$ 1,9002.

O anúncio do novo aumento acontece um dia depois de a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ter divulgado a aprovação da minuta de resolução sobre transparência na formação de preço dos combustíveis, biocombustíveis e gás natural para os órgãos públicos e para o público geral.

A minuta

A minuta entrará em consulta pública por 30 dias, a partir de sua publicação no Diário Oficial, e será seguida de audiência pública, para ouvir a sociedade. A iniciativa da ANP tem como objetivo “ampliar a transparência na formação dos preços de derivados de petróleo e gás natural, para proteger os interesses dos consumidores e promover a livre concorrência”.

Segunda nota divulgada pela agência reguladora, os trabalhos foram conduzidos em continuidade aos resultados da Tomada Pública de Contribuições (TPC), realizada pela ANP de 11 de junho a 2 de julho, que demonstrou que deveriam ser aprofundados “estudos visando a elaboração de resolução estabelecendo mecanismos de aumento da transparência na formação dos preços dos combustíveis”.

A minuta de resolução, informações sobre a consulta e a audiência pública, bem como os procedimentos para participação, estarão disponíveis em breve na página da Consulta e Audiência Pública.

Entre as principais medidas propostas na minuta de resolução estão a obrigatoriedade a todos os produtores e importadores de derivados de petróleo e biocombustíveis de informar para a ANP o preço e todos os componentes da fórmula de preço, por produto e ponto de entrega, sempre que houver reajuste e/ou alteração de parâmetros da fórmula; a determinação para que os produtores e importadores que detêm uma participação de mercado maior que 20% em uma macrorregião política do país, deverão publicar, em seu próprio site na internet, a fórmula utilizada para precificação do produto correspondente, bem como o preço resultante, para cada um dos produtos à venda, em cada ponto de entrega.

“As informações deverão ser publicadas somente no ato do reajuste do preço ou da alteração dos parâmetros da fórmula. A ANP publicará as mesmas informações em seu portal na internet”.

(Agência Brasil)

Beach Park – Um mês após acidente, perícia não foi concluída e Polícia faz “exames e simulações”

A morte do radialista Ricardo José Hilário da Silva, 43, vítima de acidente em brinquedo no Beach Park, completa um mês nesta quinta-feira, 16. A vítima morreu após a bóia em que estava no Vainkará, brinquedo recém-inaugurado na época, virar. As investigações sobre o caso ainda estão em andamento e o laudo pericial ainda não foi concluído. A principal suspeita é de que excesso de peso na bóia tenha causado o acidente.

Em nota, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) informou o caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur). Afirmou que testemunhas foram ouvidas e diligências foram realizadas por parte da delegacia especializada. Disse, ainda, que a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) realiza exames e simulações para a conclusão do laudo pericial. A previsão era de que a perícia fosse concluída cerca de um mês após o acidente.

No dia 16 de julho, Ricardo Hilário visitava o parque aquático com sua esposa Luciane Cristina da Silva pela terceira vez e com sua filha de 8 anos pela segunda. A vítima desceu no brinquedo em uma bóia separada, já que o grupo que desceria antes da família estava incompleto. “Tinham três pessoas na nossa frente e eles precisam de mais uma para completar a boia, aí o Ricardo falou ‘então tá, vou com vocês'”, narrou a viúva de Ricardo em entrevista ao Fantástico. “Quando eu desci com minha filha um cara veio avisar pra tomar cuidado porque tinha acontecido um acidente. Quando eu olhei para trás, eu vi que era meu marido e vi que era muito grave o que aconteceu”.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo informou, que o grupo somava 395 quilos, quando o permitido era até 320. No momento do acidente, desciam no equipamento Tarcísio Pontes, pesando 105 quilos, Mateus Sena, com 110 quilos, e Michele Laverde, com 90 quilos. A reportagem aponta ainda que a vítima também pesava 90 quilos. Testemunhas relataram que o peso dos visitantes não era verificado no momento do embarque.

O parque aquático voltou às atividades dois dias após o acidente, mas o brinquedo Vainkará ainda está interditado até o fim da perícia e de reparos necessários. O POVO Online entrou em contato com o Beach Park para mais informações sobre o andamento das investigações. Eles informaram que brinquedo está interditado sem data ou definição sobre o que vai acontecer e que se pronunciarão apenas quando sair o resultado do laudo.

(O POVO Online/Foto – WhatsApp)

Com dívida de R$ 1,6 bilhão, Grupo Abril pede recuperação judicial

O Grupo Abril pediu recuperação judicial. O pedido foi protocolado na Justiça de São Paulo e, depois de homologado, será apresentado aos credores em até 60 dias. De acordo com nota divulgada pela editora, a dívida apresentada no pedido de recuperação é de R$ 1,6 bilhão. A proposta apresentada pela empresa é que fique com as dívidas paradas durante 180 dias, para que sejam renegociadas com os credores.

No dia 6 de agosto, a Abril anunciou o fechamento de diversas revistas e a demissão de cerca de 600 pessoas. Semanas antes, foi anunciada a saída de Giancarlo Civita da direção da empresa, que seria assumida pela consultoria financeira Alvarez e Marsal, dos Estados Unidos.

De acordo com o balanço de 2017 da Abril, a empresa fechou o ano com prejuízo operacional de R$ 368,3 milhões. O que mais pesou no prejuízo foi o pagamento das indenizações trabalhistas, que custaram R$ 23 milhões, e a baixa do ágio da marca Casa Cor, que custou R$ 45 milhões. O pagamento de dívidas tributárias para entrar no Pert, programa de refinanciamento fiscal do governo federal, levou da Abril R$ 63 milhões.

No comunicado sobre o pedido de recuperação judicial, a Abril culpa dois fatores: “A ruptura tecnológica que atinge mundialmente as atividades de comunicação” e “os impactos da mais profunda crise no Brasil, cuja marca mais evidente foi uma perda acumulada de 10% no PIB per capita, causando a perda de milhares de empregos e dificuldades para inúmeras empresas”.

(Consultor Jurídico)

PGR tenta acelerar julgamento de registro de Lula no TSE

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou hoje (16) com um novo pedido no processo de registro de Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República. Ela quer que o prazo de sete dias para a manifestação da defesa contra a impugnação (questionamento) do pedido de registro seja adiantado e passe a contar a partir desta quinta-feira, numa tentativa de acelerar o julgamento.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, durante sessão extraordinária, para a retomada do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (ADI 5794) que questiona o fim da contribuição sindical obrigatória. Ontem (15), menos de uma hora depois de o ministro Luís Roberto Barroso ter sido sorteado relator do pedido de registro, Raquel Dodge, que é também a procuradora-geral eleitoral, entrou com a impugnação, argumentando que Lula está inelegível de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa.

Outras duas impugnações, movidas pelos candidatos a deputado federal Alexandre Frota (PSL) e Kim Kataguiri (DEM), também foram protocoladas na tarde de quarta-feira (15), mas ainda antes de o pedido de registro de Lula ter sido incluído no sistema do TSE. Assim, tais questionamentos acabaram sendo distribuídos a outro relator, o ministro Admar Gonzaga.

Em seguida, o PT entrou então com uma petição no TSE, colocando em dúvida o fato de as impugnações de Frota e Kataguiri terem sido distribuídas a Gonzaga, e não a Barroso. Segundo nota divulgada pelos advogados do partido, isso foi feito “com o único objetivo de evitar eventuais nulidades”, devido ao ministro não ser o relator do registro de Lula.

Com base na petição do PT, Raquel Dodge argumentou que a defesa já tomou ciência da impugnação, sem que seja necessário aguardar a notificação dos advogados, motivo pelo qual o prazo para a manifestação da defesa deve começar a contar a partir desta quinta-feira, pois Lula “compareceu espontaneamente aos autos, teve ciência da impugnação ministerial, passando, portanto, a fluir dessa data o prazo para apresentação de contestação”.

Hoje, o advogado de Lula no TSE, Luiz Fernando Casagrande Pereira, ironizou a celeridade de Raquel Dodge em impugnar o pedido de registro de candidatura de Lula. “A gente não tinha visto a Procuradoria ser tão rápida até hoje, né? Mas o advogado nunca pode reclamar contra a celeridade do Judiciário, a gente só acha que quem sabe se houvesse essa rapidez em todos os casos, o estoque de processos do Brasil estaria zerado”, disse.

Em tese, seria necessário aguardar que o TSE publicasse, no prazo de cinco dias, o edital com todos os pedidos de registro, somente após o qual seriam recebidas as impugnações.

A PGR, entretanto, se adiantou ao processo. A Justiça Eleitoral tem até o dia 17 de setembro para deferir ou indeferir todos os registros de candidatura, prazo final também para que candidatos sejam substituídos pelos partidos.

Barroso pode decidir de modo monocrático e liminar (individual e provisório) sobre o deferimento ou não do registro de Lula, mas o mais provável é que, ante a relevância do tema, o caso seja levado diretamente ao plenário do TSE. Hoje, ao ser questionado sobre o assunto, ele disse somente que fará “o que é certo”.

Condenação

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, em decorrência de sua condenação no caso do tríplex no Guarujá (SP).

Ele foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro a uma pena de 12 anos e um mês imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal.

Com a condenação em segunda instância, Lula pode ser enquadrado nos critérios de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa. Ele sempre negou ser proprietário do tríplex no Guarujá e pretende reverter a condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Os advogados querem que os recursos às instâncias superiores tenham efeito suspensivo sobre a condenação, o que garantiria a Lula o direito de recorrer em liberdade e também de disputar as eleições.

(Agência Brasil)

MP abre inquérito contra Latam por cobrar marcação de assento

A Latam é alvo de um inquérito civil público, movido pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, por cobrar dos passageiros pela marcação de assentos em voos domésticos. A cobrança vigora a partir de hoje.

Os promotores, segundo informa a Veja, alegam que a medida descumpre o Código de Defesa do Consumidor, que impede o fornecedor de elevar, sem justa causa, o preço de produtos ou serviços.

Na semana passada, o Senado aprovou um projeto de lei que garante a marcação antecipada e gratuita de assentos em voos no território nacional.

A Latam tem 30 dias para se manifestar.

(Foto – Fco Fontenele)

Eleições 2018 e suas deformações

Com o título “Tudo, inclusive nada”, eis artigo de Ricardo Alcântara, escritor e publicitário que trata das eleições presidenciais e suas curiosidades ou surpresas. Confira:

Na campanha eleitoral de 2018, os candidatos disputarão entre si e todos eles, juntos, enfrentarão o fantasma do voto nulo e da crescente tendência à abstenção. Em especial os candidatos que desejam conquistar o eleitor do “voto higiênico”, mais sensível à ética, os levar às urnas poderá ser crucial para suas pretensões. As causas são conhecidas e semelhantes àquelas que nos fizeram, pela primeira vez, atravessar uma Copa do Mundo sem bandeiras estendidas nas janelas: o choque de realidade provocado pela overdose midiática pautada nos escândalos levantados pela operação Lava Jato.

As deformações decorrentes do processo são diversas: a) O candidato mais indicado nas pesquisas está preso e sua candidatura, de inegável representatividade social, não pode ser representada nos debates televisivos; b) As forças que apoiam um governo de impopularidade unânime terão, inversamente, 40 por cento do espaço de propaganda; c) Como um fio descascado riscando o chão, a inédita candidatura de uma direita que ousa agora dizer seu nome catalisa, com Jair Bolsonaro, larga simpatia em eleitores das diversas classes sociais.

O que se pode esperar? Tudo. Inclusive, nada. Nada, no caso, significaria um segundo turno como os anteriores, disputado entre um candidato da centro-esquerda, liderada pelo PT – Fernando Haddad, provavelmente – contra o candidato de centro, o tucano Geraldo Alckmin, replicando em plano nacional, ad nauseum, o conflito histórico entre lideranças paulistas dos dois partidos. Aliás, é indisfarçável, diga-se: ambos o desejam, menos com base em cálculos eleitorais e mais pela compreensão comum de que a dicotomia atende ao interesse de ambos, a saber: manter o protagonismo em seus respectivos campos de atuação.

O “tudo” (no caso, algo inusitado) seria a ida ao segundo turno de candidato que largue com boa margem de intenção de votos, mas com tempo mínimo de propaganda: Jair Bolsonaro, Marina Silva e, embora menos, Ciro Gomes. A passagem de um deles para a decisão final sinalizaria a consolidação das redes sociais como ferramenta decisiva no processo eleitoral e a relativização do poder das mídias convencionais. A ver.

*Ricardo Alcântara

fortaleza.ricardo@gmail.com

Escritor e publicitário.

Cabo Daciolo não aparece em sabatina e diz que só dá entrevista “no monte”

O deputado federal Cabo Daciolo, candidato do Patriota à Presidência da República, seria sabatinado na TV Record na noite dessa quarta-feira (15/8). Porém, o parlamentar, que chamou a atenção no debate presidencial promovido pela TV Bandeirantes na última quinta-feira (9/8), não compareceu ao segundo compromisso televisivo de sua campanha. Na hora de anunciar o início da entrevista com Daciolo, o jornalista Eduardo Ribeiro se limitou a dizer que o deputado “não apareceu”.

Segundo informa o jornal Correio Braziliense desta quinta-feira, no horário previsto para a sabatina, Daciolo fez uma transmissão ao vivo em seu Facebook, afirmando estar em um monte e que só daria entrevistas no local. “Quem quiser vir até o monte, eu estou aqui, aberto para conversar, para falar dos planos de solução para a Nação brasileira”, disse. Aos debates, porém, ele garante que comparecerá, incluindo ao da RedeTV, previsto para esta sexta-feira (17/8).

Um dia antes, também pelo Facebook, o deputado havia feito uma outra transmissão dizendo que tentariam matá-lo para impedir que ele chegasse ao Palácio do Planalto e que, por isso, teria ido a um monte para jejuar e orar. “A estratégia que Deus nos deu é ficar nos montes orando. Por que, Daciolo? Porque eles vão tentar me matar, eles querem me matar. Mas aqui não toca, só com autorização divina”, explicou.

Daciolo ficou famoso nas redes sociais depois de participar do debate da TV Bandeirantes. Na ocasião, além de ler uma Bíblia, ele questionou o pedetista Ciro Gomes sobre um suposto plano de transformar a América Latina em uma única Nação — a União das Repúblicas Socialistas da América Latina, ou Ursal. Recebeu de Ciro uma resposta em tom de deboche: “Democracia é uma delícia, é uma beleza, mas ela tem certos custos”.

(Foto – Reprodução de TV)